Páscoa

Mais de 37 frases e pensamentos

Páscoa em Destaque

Feliz Páscoa!!!
(GoreteSalvador)

Toda manhã o Sol renasce pra te aquecer...
Faça como ele...

Toda manhã renasça para olhar o seu filho pequenino...
Todo dia renasça pra vê-lo crescer...
Todo dia renasça pra orientá-lo mesmo que ele já esteja
Crescidinho...

Todos os dias renascemos para a vida...
Para um novo amor...
Com um olhar “novo” para o desconhecido...

À noite a lua renasce passa por fases,
Cheia, minguante, nova crescente isso é Vida!!!


Por toda a nossa vida somos como a lua
Passamos por fases mas todos os dias
Renascemos para ser feliz...
Para brilhar como o Sol e se transformar como a Lua...

Isso é PÁSCOAL...


21/03/08

gorete salvador

Feliz Páscoa

O que posso desejar para hoje?

Que as verdadeiras amizades continuem eternas
e tenham sempre um lugar especial em nossos corações.


Que as lágrimas sejam poucas, e logo superadas.

Que as alegrias estejam sempre presentes
e sejam festejadas por todos.

Que o carinho esteja presente em um simples olá,
ou em qualquer outra frase, ou digitada rapidamente.

Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores, novas conquistas.

Que Deus, esteja sempre com sua mão estendida,
apontando o caminho correto.

Que as coisas pequenas como a inveja ou o desamor,
sejam retiradas de nossa vida.


Que aquele que necessite ajuda encontre sempre em nós uma animadora palavra amiga.

Que a verdade sempre esteja acima de tudo.

Que o perdão e a compreensão superem as amarguras e as desavenças.

Que este nosso pequeno mundo virtual seja cada vez mais humano.

Que tudo o que sonhamos se transforme em realidade.

Que o Amor pelo próximo seja nossa meta absoluta.

Que nossa jornada de hoje esteja repleta de flores.



Feliz Páscoa

Desconhecido

Você sempre quis que alguém morresse de amor por você.
Jesus morreu.

Feliz Páscoa

Tainah Ferreira

PASCOA = Paixão Ao Sacrifício de Cristo em Oração e Amor... Esse é o significado da palavra PASCOA.

João Silva

Feliz Pascoa
Que esta data e significado ecoe em seu coração
proporcionando vibração perene
e comunhão com os mistérios que o criador
fez chegar a todos nós.
Que a renovação e renascimento a que o momento se propõe
rompam elos com um passado de falhas ou erros,
e nos conduza à plena justiça e verdade.
Que assim seja...

antonio carlos

"" Quero encontrar Deus ,
Na simplicidade do garoto que canta
Na esperança que se levanta
No orvalho da manhã

Quero encontrar Deus
E entender sua bondade
Seus feitos e sua humanidade
Seu prazer de ser meu pai

Quero encontrar Deus
Na algazarra dos pássaros ao entardecer
Na brisa da noite que me faz entender
A beleza da vida e de todo meu ser

Uma prece em silêncio, irei entoar
De coração renovado, minha vida mudar...
E a mudança deverá ser maior
E melhor
E melhor...""

Oscar de Jesus Klemz

A páscoa já perdeu o significado religioso faz tempo.

Rayssa Mendes

O Real Significado da Páscoa

Antes de despejar suas pragas sobre o Egito, quando o Senhor enviou Moisés a faraó no princípio, Ele mandou que lhe fosse dito que caso não deixasse ir o seu filho (Israel) para que O servisse, Ele mataria o filho primogênito de faraó (4.23), mas como isto não sucedeu imediatamente, é bem provável que tenha sido este um dos motivos do endurecimento de faraó, no entanto o Senhor havia deixado este juízo, em Sua misericórdia, para o final.
Se faraó Lhe obedecesse antes, certamente seria evitada toda aquela mortandade de primogênitos no Egito, mas o Senhor conhecia o coração endurecido daquele homem, e sabia que ele não obedeceria e não se humilharia a não ser por um juízo forte como este, que o levasse a temer pela própria vida.
Afinal, não era fruto do acaso que morressem somente os primogênitos tanto de pessoas quanto de animais, naquela noite terrível, e nem mesmo um só cão dos israelitas sequer rosnou.
A matança das crianças israelitas por faraó receberia a justa retribuição da parte de Deus, que mataria não os filhos mais moços, mas exatamente os mais velhos, a saber, os primogênitos do Egito.
O capítulo décimo primeiro de Êxodo é uma espécie de introdução e anúncio daquilo que está descrito no capítulo seguinte.
É bem possível que muitos daqueles israelitas que foram livrados da morte dos primogênitos, quando o destruidor passou pela terra do Egito à meia-noite, porque estavam no interior das casas onde o sangue do sacrifício de animais havia sido passado nas vergas e umbrais das portas, tenham se perdido eternamente, por não terem sido justificados pela fé, no entanto, nenhum dos aliançados com Deus, por estarem debaixo da cobertura do sangue de Cristo, jamais se perderá eternamente, pois a promessa do Senhor é de que todo aquele que participa do Seu sangue, tem a vida eterna.
Assim, aquela libertação do cativeiro egípcio, apesar de ter sido uma realidade histórica, configurou uma figura, uma ilustração daquela grande e eterna libertação que é somente pela cobertura do sangue de Jesus, na vida daqueles que se colocam voluntariamente debaixo de tal cobertura.
É por isso que imediatamente antes da saída do Egito, foi ordenado que todas as famílias dos israelitas consumissem o cordeiro pascal, e as características daquele cordeiro, que deveria ser sem mancha e defeito; que não poderia ter nenhum de seus ossos quebrados; que deveria ser consumido inteiramente, e cujo sangue deveria ser passado nas portas para ser visto pelo destruidor, que ao ver o sangue se desviaria e não destruiria a ninguém que estivesse debaixo daquela cobertura, é uma figura perfeita de Jesus como o Cordeiro pascal que nos faz passar da escravidão ao pecado para a liberdade da santidade de Deus.
A palavra páscoa no hebraico significa passagem. Indicando que houve uma passagem do destruidor pelas casas marcadas com o sangue do cordeiro, mas o destruidor teve que pular aquelas casas porque estavam com a cobertura do sangue.
E é exatamente pelo mesmo motivo que os crentes não são destruídos, pois estão sob a cobertura do precioso sangue de Jesus.
E é importante destacar que o motivo da morte dos primogênitos egípcios seria exatamente a falta de cobertura deste sangue, e da participação da páscoa, isto é, de se alimentarem do cordeiro que foi morto para que os primogênitos israelitas não fossem mortos.
Isto é portanto indicativo de que aqueles que não estiverem debaixo da cobertura do sangue de Jesus, perecerão, porque não há outra forma de se escapar da condenação eterna.
Para marcar que é muito importante para Ele a libertação do seu povo do cativeiro, Deus determinou que o dia da saída do Egito seria o primeiro dia do ano dos hebreus, e aquele mês passaria a ser o primeiro mês deles, que foi chamado de Abibe e corresponde aos nossos meses de março/abril.
Desta forma, seriam celebrados dois eventos a um só tempo, todos os anos, em Israel, o primeiro relativo àquele fato histórico da saída do cativeiro egípcio com Moisés, e o segundo à libertação do cativeiro do pecado com Jesus, do qual aquele primeiro era apenas uma figura.
Certamente, os israelitas não tinham o segundo evento em perspectiva, mas sabemos que era principalmente este que estava em perspectiva nos propósitos de Deus, tanto que a morte de Jesus aconteceu exatamente no dia da celebração da páscoa dos judeus.
A eficácia da salvação e do livramento da morte está portanto no Cordeiro e no sangue do Cordeiro, e não em qualquer coisa ou obras daqueles que são salvos.
É por isso que a Páscoa deveria ser celebrada em todas as gerações futuras de Israel, e especialmente as crianças deveriam ser ensinadas sobre o significado daquela celebração.
Por ela saberiam que o Senhor fez distinção entre o Seu povo e os egípcios, tendo libertado os israelitas da morte, por causa do cordeiro e do seu sangue, quando o destruidor passou à meia-noite e matou todos os primogênitos deles, quer de homens quer de animais.
E a Páscoa ensinava de modo tão claro e distinto que era uma festa para ser celebrada para os que estão aliançados com Deus, pois o livramento que lhes deu no Egito havia sido por causa desta aliança, que todo estrangeiro que desejasse participar dela teria antes que se naturalizar israelita, submetendo-se à circuncisão.
Do mesmo modo só podem participar da vida do Cordeiro aqueles que estão aliançados com Deus pela fé nEle.
E se alguém ainda não está aliançado, terá que se arrepender e crer, de modo que, pela conversão, possa participar efetivamente de Cristo, nosso Cordeiro pascal, pela circuncisão do seu coração, ou seja pelo despojamento da vida carnal.
O anjo destruidor havia passado, pulado (páscoa) as casas dos israelitas e não matou os seus primogênitos.
Assim também por causa de Cristo, que é nossa páscoa, a morte eterna tem que passar ao largo de nós, e não pode nos destruir, porque estamos debaixo da cobertura do sangue do Cordeiro.
Quando ocorreu a morte dos primogênitos, faraó sofreu um duro golpe no seu reino e teve que libertar o povo de Deus.
De igual forma Satanás sofreu um duro golpe quando foi despojado por Cristo e exposto ao desprezo, de modo que não lhe restou e não lhe resta outra alternativa, senão a de libertar as almas que se encontram cativas por ele, quando elas correm para debaixo da cobertura do sangue de Jesus.
Jesus o amarra com o Seu poder e ele não pode fazer outra coisa senão libertar aqueles que se encontravam sujeitos à sua vontade.
E assim como o reino de faraó foi subjugado e humilhado por Deus, de igual modo o reino de Satanás foi também subjugado e humilhado.
E os egípcios foram despojados pelos israelitas, não por força, mas tiveram que lhes dar voluntariamente tudo o que de fato lhes pertencia, porque foram por anos seguidos explorados por eles, sem receberem qualquer reconhecimento ou salário.
Deus estava portanto obrigando os inimigos de Seu povo a lhe restituírem de volta o que lhes pertencia de direito.
A paz, a comunhão, o amor, bens e tudo o mais que os homens deveriam ter com Deus, e que Satanás lhes roubou, induzindo o primeiro casal ao pecado, exercendo domínio por usurpação e não por direito legal, têm que ser devolvidos a eles, ainda que não haja nenhuma paz, amor e bens verdadeiros e duradouros na posse do diabo, mas é principalmente ele quem impede que os homens entrem na posse de tais coisas, por mantê-los aprisionados às correntes do pecado.
Porém, quando são libertados por Cristo, o diabo é despojado da sua influência e poder sobre eles, e são assim transportados das trevas para a luz e do poder do inimigo para Deus.
Quatrocentos e trinta anos haviam se passado, conforme a promessa que o Senhor havia feito a Abraão, e agora, depois de passados tantos anos, a promessa estava tendo cumprimento cabal, e assim sucede com todas as promessas do Senhor, elas não são demoradas, apenas são cumpridas no tempo por Ele determinado, e a nós compete apenas reconhecer e aceitar o tempo de Deus, enquanto aguardamos com paciência e esperança pela Sua fidelidade em cumprir tudo o que tem prometido.
Deste modo, podemos esperar com confiança a ressurreição do corpo, o arrebatamento da igreja, o governo com Cristo na terra no milênio, a habitação das muitas moradas do céu, o aperfeiçoamento em glória, a libertação de toda forma de pecado, e o melhor de tudo, poder contemplar a face amada do Senhor na glória celestial.

Baseado em Êxodo 11 e 12

Silvio Dutra

Outra Páscoa...

Meu Deus...
Jesus, Cristo.
Eu, insisto...

Francismar Prestes Leal

Páscoa

É Páscoa Jesus está vivo, a treva foi vencida pela luz,
é tempo de deixar a luz vencer as nossas trevas,
de sairmos do sepulcro e ir para a vida,
de renovarmos o coração e celebrar a vitória.
Ele nos convida a sairmos do velho e entrar no novo.
Então alegrai-vos e rendei-lhes glória, celebrai com canto
De vitória.
Se a morte não pode vencê-lo,
Quem poderá?
Ele vive e reina e reinará.
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Devanir v silva

Amor Mais Forte que a Morte

“Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.”(João 13.1)

Este verso é uma espécie de prefácio à história do lava-pés, e é um prefácio maravilhoso de fato, quando vinculado aos versos três a cinco do mesmo capítulo: "sabendo Jesus que o Pai tudo confiara às suas mãos, e que ele viera de Deus, e voltava para Deus, levantou-se da ceia, tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido." Este é o marco do quadro que nos é apresentado aqui. O que poderia ser comparado a ele? É como uma porta de entrada para a cidade de ouro onde cada uma das portas é uma pérola e, de fato, este versículo é uma joia de valor inestimável. O quadro do lava-pés é inserido neste marco precioso.

Este ato simbólico e memorável aconteceu no final da vida de nosso Senhor aqui embaixo. A Paixão foi o fim de sua vida, e podemos considerar que a Paixão estava prestes a começar. Naquela mesma noite, iria para o Getsêmani, e em menos de 24 horas, as amadas mãos que lavaram os pés dos discípulos, seriam cravadas no maldito madeiro, e Aquele que falou com tanta ternura para seu pequeno grupo de seguidores, iria experimentar as agonias da sua morte .

É importante saber como um homem se sente quando confrontado com a crise real de sua vida. Ele tem cultivado uma ampla gama de sentimentos ao longo de sua carreira, mas qual tem sido a sua paixão dominante? Vocês a verão naquele momento. Tornou-se um provérbio que "a paixão dominante é forte na morte", e há uma grande verdade nesse dito. À luz da partida do homem, veremos qual era o poder que realmente o governou.

Foi precisamente assim com o nosso divino Senhor. Ele havia quase chegado ao fim da sua vida terrena. Se aproximava um período de terrível agonia. Estava prestes a suportar a grande e terrível morte na cruz, pela qual ele iria comprar a redenção eterna para todo o Seu povo. O que prevalecia em sua mente naquele momento? O que pensaria de seus discípulos, agora em que teria tantas outras coisas para pensar, agora que lhe vinha o pensamento de sua morte se aproximando, agora que a agonia e suor de sangue do Getsêmani estavam tão perto? O que Jesus pensaria de Seus discípulos num momento como esse, e sob tais circunstâncias? Nosso texto é a resposta para estas perguntas: "sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” Na Ceia da Páscoa seu amor ardeu com a mesma intensidade de sempre. Ah, e daria a impressão de que nessa maravilhosa oração que está registrada no capítulo dezessete de João, e o maravilhoso discurso que a acompanhou, o amor de Jesus brilhou mais claramente do que nunca! Então foram acesas as chamas do grande farol, alimentadas pelos ventos impetuosos soprando ao redor do Salvador, e adquiriram a força de uma fogueira. Agora eles podem dizer de Jesus: "Eis como ele amava os seus discípulos!" Porque até o final de sua vida, ele amou a quem havia amado desde o princípio.

Com esse pensamento em suas mentes, eu lhes peço que me sigam enquanto esmiúço o texto, enfatizando cada uma de suas palavras.

I. Primeiro, então, em relação ao nosso bendito Senhor, consideremos COM QUEM SE ASSOCIAVA, e quem fala este versículo agora. Eles são chamados de "seus". É uma breve descrição, porém maravilhosamente completa: "Como havia amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim."

"Os seus". Havia um círculo e, por vezes, um grande círculo em torno do Salvador, composto de publicanos e pecadores, e Ele tinha uma medida de amor para todos eles, um desejo benevolente para lhes abençoar. Mas havia um círculo íntimo, constituído pelos doze apóstolos e algumas mulheres piedosas, que se lhe haviam unido. Estes eram "os seus". Muitas vezes, lhes explicou o significado oculto de uma parábola, que permaneceu fechado para a multidão. Frequentemente lhes apresentava pratos requintados especialmente reservados para a sua mesa, e que não foram destinados para a multidão. Pão e peixes foram suficientes para a multidão, mas Jesus tinha melhores iguarias para "os seus". Eles eram um povo especial. Muitos os conheciam, muitos os desprezavam, mas Jesus lhes amava, e esta era a principal razão que os converteu em “os seus”.

Vocês sabem como chegaram a ser "os seus". Ele os escolheu antes da fundação do mundo. Um homem pode certamente escolher a sua própria esposa, e Cristo escolheu a Sua própria esposa, sua própria igreja, e enquanto a Escritura permanecer, essa doutrina não poderá nunca ser erradicada. Antes de que a estrela da manhã conhecesse o seu lugar, e que os planetas girassem em suas órbitas, Cristo escolheu, e, o havendo feito, manteve a sua escolha. Ele os elegeu por Seu amor, e lhes amou por sua eleição.

Havendo-lhes amado, e elegido, os desposou Consigo. "Eles serão meus", ele disse ele, "Eu vou ser o seu marido, eu vou ser osso de seus ossos e carne de sua carne". Portanto, quando chegou a plenitude dos tempos, Ele veio aqui, assumindo nossa humanidade, para que pudesse ser visto como o verdadeiro Esposo "dos seus". "Seus" por eleição, "seus" por matrimônio.

Eram "os seus" também, pois seu Pai lhos deu a Ele. O Pai os entregou em Sua mão. "Eram teus", disse Jesus, "tu mos deste". O Pai amou o Filho e colocou todas as coisas na sua mão; todavia Ele fez uma entrega especial de seu próprio povo escolhido. Ele lhe deu esse povo, fazendo um pacto de fiança a favor deles, que estabelecia que como eram suas ovelhas, postas debaixo do seu cargo, Ele as devolveria e nenhuma delas deveria ser destruída pelo lobo, ou morrer pela geada ou calor, mas todas teriam que passar debaixo do Seu cajado para serem contadas. Esse grandioso Pastor das ovelhas cuidará de todo o rebanho que lhe foi encomendado; não perderá uma só de suas ovelhas ou cordeiros. No final, Jesus dirá: "Eis-me aqui, ó Pai, e os que me deste e nenhum deles perdi." Assim, eles são "os seus" como um dom do Pai.

Mas aqueles a quem ele chamou de "os seus" em breve seriam seus por uma compra maravilhosa. Ele via a redenção deles como já realizada, pois ele diz a seu Pai em sua oração: "Tenho consumado a obra que me deste para fazer". Amados amigos, vocês já pensaram o quão caros somos nós para Cristo por Sua redenção? "não sois de vós mesmos, fostes comprados por preço". Já perceberam o preço que foi pago por vocês? Às vezes eu acho que se eu estivesse lá, lhe teria dito: "Oh, grande e glorioso Senhor, eu peço para que não pagues esse preço por mim, é um demasiado sacrifício que sejas feito pecado por mim para que eu possa ser feito justiça de Deus em Ti!" Mas ele quis fazê-lo. Ele nos amou mais do que a si mesmo. Ele queria fazê-lo, e pagou o preço da nossa compra, e nós somos seus; e não recuaremos da alegre confissão. Vocês têm todo o direito de serem chamados "os seus" por lhe ter custado tanto nos redimir.

Mas nós nos temos nos convertido em “os seus" por nos ter conquistado. Ele chamou os seus discípulos por sua graça; atraiu a cada um deles com laços de amor, e o seguiram: e o mesmo sucede com vocês e comigo. Lembram quando ele os atraiu? Nunca poderiam esquecer quando finalmente se submeteram ao poder do amor dessas cordas de amor, dessas cordas humanas. Muitas vezes, desde então têm cantado:

"Oh, feliz o dia, em que fixou a Tua eleição
Em mim, meu Salvador e meu Deus;
Bem pode se alegrar este coração radiante,
E pregar em todos os lugares seu arrebatamento.

Está feita! A grande transação foi feita;
Eu sou do Senhor, e Ele é meu;
Ele me atraiu, e eu o segui,
Encantado por confessar a voz divina."

Amados, vocês são "os seus" agora, porque se têm submetido a Ele. Vocês se deleitam com o pensamento de que são Seus. Não há maior alegria para vocês do que sentirem que pertencem a Cristo. O fato de que são verdadeiramente de Cristo, é o fundamento de inúmeros prazeres e bênçãos para o seu coração. Jesus nos chama de "os seus", suas ovelhas, seus discípulos, seus amigos, seus irmãos, membros do Seu corpo. Que belo título temos "os seus"! Tenho ouvido de alguns que consideram uma honra serem chamados de: "pertencentes ao Diabo". Eu espero que vocês tenham escapado de um título como esse; e agora sejam propriedade de Cristo.

Agora eu espero que possa dizer que desejamos servir a Cristo em nossa vocação. Estou feliz por estar entre os poucos favorecidos cuja vocação é servir a Cristo, aqueles que estão autorizados a dar todo o seu tempo e todo o seu vigor a esse amado serviço. Nós somos "os seus". Porém vocês também são "os seus" se creem nele. Pertencem a Cristo na cidade, ou no campo. Eu não estou perdendo o ponto quando eu digo isso, porque Cristo tem "os seus" em todas as classes. "Os seus" eram pescadores; "os seus" que lançavam a rede ao mar da Galiléia, "os seus" eram os pobres deste mundo. Eram homens iletrados e incultos, e ainda assim eles eram "os seus". Por isso disse o apóstolo: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são.” Oh, a admirável soberania do amor divino!

Eu confio que há alguns hoje que Cristo chama de "os seus", embora eles ainda não saibam que é assim. Eles foram comprados com Seu sangue, e não estão conscientes disso? Eles foram escolhidos antes da fundação do mundo, e todavia ainda não o descobriram? Que o Senhor lhes revele o Seu amor eterno, e lhes ajude a fazer firme a sua vocação e eleição a partir de agora!

II . Agora, em segundo lugar, têm uma descrição completa do que Jesus tinha sentido por eles até esse momento: "Tendo amado os seus".

Muito pode ser feito com uma pincelada! Às vezes me maravilho ao ver tudo o que pode fazer um grande artista com um simples retoque; sua obra parecia inacabada, mas tendo tomado um pincel, e tendo dado algumas pinceladas, a tela que estava morta voltou à vida diante do espectador. Agora, o apóstolo João é um grande mestre na arte de pintar com palavras, e nos dá a história completa do relacionamento de Cristo com seus discípulos, nestas poucas palavras: "Tendo amado os seus".

Pois, recordem que foi assim que começou com eles. Eram pobres e insignificantes, porém, lhes amou, e mostrou o seu amor por eles chamando-lhes para serem Seus discípulos. Esse amor operou em seus corações, e lhes fez obedientes ao seu chamado. Ele começou lhes amando. Isaías diz: "agradou a ti livrar a minha vida da cova da corrupção." Não conheço uma descrição mais bela da conversão e da salvação. O amor de Deus nos eleva amorosamente do inferno, e amorosamente nos entrega a Cristo. Assim também Cristo amou Seu povo desde o início, e demonstrou o seu amor atraindo-o para si, e as cordas que usou para atraí-lo foram as cordas de Seu amor.

Tendo começado com o amor, continuou ensinando, mas todo o seu ensino era amor, porque eles não eram bons estudantes, tão propensos a esquecer, tão lentos para lembrar, que teria que continuar lhes amando, caso contrário, teria cansado de lhes ensinar. "Estou há tanto tempo convosco, e tu não me conheces, Felipe?" Há muito amor nessa pergunta. O mesmo aconteceu quando estava lidando com Tomé, em sua ternura, se submeteu sem pedir prova de Seu discípulo incrédulo. Ele disse: "Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente." Todo o seu ensino foi exposto com lábios de amor, e toda a sua instrução consistia em lições de amor.

O Senhor sempre amou os Seus discípulos, embora suas naturezas fossem surpreendentemente imperfeitas, em todos eles. Nenhum deles tinha o que se poderia chamar de um caráter maduro, com exceção, talvez, de João, e ainda que era de temperamento precipitado, pois queria mandar descer fogo do céu sobre alguns samaritanos. No entanto, o Senhor sempre manteve seu amor. Ele tinha decidido amá-los, e nunca deixou de amá-los, enquanto ele esteve com eles, e tem continuado a lhes amar desde então. Na época, em que iria passar deste mundo para o Pai, eles precisavam que seus pés fossem lavados, e Ele os amava o suficiente para prestar-lhes um serviço, ainda que humilde. Todas as fraquezas, imperfeições, carnalidade , torpeza, a lentidão de suas naturezas, que ele via muito mais claramente do que eles, não lhe induziram a deixar de amá-los: "Como havia amado os seus que estavam no mundo, os amou até o fim."

O mais estranho de tudo foi que, quando ele abriu seus olhos e contemplou o futuro, viu que em breve seriam covardes , incrédulos, porém continuou a amá-los da mesma maneira. Ele disse: "Todos vós vos escandalizareis em mim esta noite", e assim ocorreu, pois "Então todos os discípulos o abandonaram e fugiram." Ele disse a Pedro que ele o negaria três vezes, e assim foi, porém foi certo todo o tempo que "Como havia amado os seus que estavam no mundo, os amou até o fim." Isso resume tudo. Nunca houve uma pitada de ódio, nunca houve qualquer raiva, nunca houve qualquer fadiga em Jesus em relação aos seus discípulos, mas o tempo todo foi: "Como havia amado os seus que estavam no mundo, os amou até o fim."

Parte inicial de um texto de Charles Haddon Spurgeon, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

A Páscoa Páscoa, Jesus Jesus, venceu a morte e ressuscitado está"...

Allysson Souza (Alinho)

A Páscoa é a festa da Ressurreição de Jesus Cristo, é a festa vida, da vitória. A vida que venceu a morte, a festa do amor, porque foi por amor que Jesus Cristo, o Filho de Deus humano, morreu na Cruz para a nossa salvação. A festa da Vida do Cristo Ressuscitado e de todos os cristãos. Vivamos, pois, como ressuscitados em Cristo, A PÁSCOA .
Aquele que disse: “Eu sou a ressurreição e a vida” esteja com vocês.
Feliz Páscoa!
Prof Lourdes Duarte

Prof Lourdes Duarte

Criaram Papai Noel Para O Mundo Esquecer Que Jesus Nasceu;
Inventaram O Ovo da Páscoa Para Que As Pessoas Esquecessem Que Jesus Morreu Para Nos Dar A Vida Eterna..

Débora Henrique

então você só se lembra de JESUS no natal e na pascoa né?
conte-me como é esquecer do filho de DEUS durante 363 dias

HERICK MENEZES

Não quero nem imaginar o que é um Sábado de Páscoa, de passagem do anjo da morte, sem Jesus na Terra. (ler João 19)

Elyas Medeiros

A verdadeira páscoa está no exemplo de entrega que Jesus nos deixou

Jader Amadi

Páscoa?

Não demora:
Coelho na cruz,
No lugar de Jesus.

Francismar Prestes Leal

O verdadeiro sentido da Páscoa não é comercial, portanto não deixe que a alegria de presentear ou ser presenteado com chocolates seja maior que os sentimentos de amor ao próximo, aproveite também, sendo Cristão ou não nesta data propícia a renovação, perdão, mudança no teu viver!

Alice Baron Preve

O verdadeiro sentido da páscoa não está nos ovos de chocolate e nem no coelhinho, mas sim na ressurreição de Cristo todos os dias dentro do coração de cada um de nós!

Andréia Godoi