Parabolas

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Leio histórias e parábolas budistas.

TALVEZ.

Uma fala de um fazendeiro que acorda e descobre que seu cavalo fugiu.
Os vizinhos vêm e dizem:
-Que pena. Que azar terrível!
O fazendeiro responde:
-Talvez.
No dia seguinte, o cavalo retorna com mais alguns cavalos. Os vizinhos dão os parabéns ao fazendeiro pela mudança na sorte.
-Talvez - diz o fazendeiro.
Quando seu filho tenta montar um dos cavalos novos, quebra a perna, e os vizinhos se condoem.
-Talvez - diz o fazendeiro.
E no dia seguinte, quando autoridades vêm alistar o filho - e não o levam por causa da perna quebrada - Todo mundo fica feliz.
-Talvez - diz o vizinho.

Já ouvi histórias assim antes. São lindas em sua simplicidade e entrega ao Universo. Imagino se eu poderia me apegar a algo de tamanho desapego. Não sei. Talvez.

Mitch Albom - Tenha um Pouco de Fé

As parábolas fazem com que tenhamos uma resposta para mil problemas.

Diogo Alves

VIDA REDONDA


A terra é redonda,
nossa vida em circulos,
nossa caminhada,
parábolas.
Alianças são elos.
Tudo que vai, volta.
Tudo que gira,
volta ao início.
Meia volta dia,
meia volta noite.
Um princípio e um fim.
Mesmo que nossa vida,
sejam de muitos rodopios,
façamos de cada ida,
uma volta diferente,
desviando do que for ruim.

Marcos Marques

..." Somos estórias em movimento. Parábolas vivas. E quem conta estórias vive várias vidas numa só."

Affonso Romano Santanna

Rejeitar as fábulas, faz das parábolas antenas de carne não viventes.

Diogo

“Em verdade vos digo que muitas das partes do Livro da Vida, Gênesis, estão escritas em parábolas. Quando a Divindade vê que os homens estão aptos a ter o entendimento e o conhecimento de certa parte desse livro, ele então mandará o Espírito Santo guiar os pensamentos dos homens para interpretar e entender o que realmente aquela parte do livro sagrado queria dizer e o que realmente a Divindade Celestial queria passar aos homens.”

Herbert Alexandre Galdino Pereira

A vida é escrita em parábolas, por isso é preciso saber interpreta-la...

Cristopher Lemos

A Parábola das Bodas – Mt 22.1-14

“1 Então Jesus tornou a falar-lhes por parábolas, dizendo:
2 O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir.
4 Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas.
5 Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;
6 e os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 Mas o rei encolerizou-se; e enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então disse aos seus servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, pelas encruzilhadas dos caminhos, e a quantos encontrardes, convidai-os para as bodas.
10 E saíram aqueles servos pelos caminhos, e ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e encheu-se de convivas a sala nupcial.
11 Mas, quando o rei entrou para ver os convivas, viu ali um homem que não trajava veste nupcial;
12 e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui, sem teres veste nupcial? Ele, porém, emudeceu.
13 Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.”

Nesta parábola nosso Senhor mostrou aos sacerdotes, escribas e fariseus, e ao povo de Israel em geral, um resumo da história deles de incredulidade e de rejeição da vontade de Deus.
Ele mostrou nesta parábola que o reino de Deus é comparado à participação de um banquete real de casamento que é promovido pelo próprio Deus, para celebrar as bodas de seu Filho.
Não há dúvidas que as bodas são as do próprio Cristo que se consumará por ocasião da Sua segunda vinda. Por ora, a Sua noiva, que é a Igreja, está sendo preparada (santificada) para ser-Lhe apresentada sem qualquer mancha ou ruga.
Os israelitas foram os primeiros convidados para estas bodas, pela fé deles em Deus. Todavia, ao longo da sua história, somente um remanescente era fiel a Deus, porque a nação como um todo, vivia de modo contrário à sua vocação.
Então Deus lhes enviou os Seus servos, os profetas, mas não atenderam o convite para participarem das bodas, pela sua conversão ao Senhor.
E como chegaram a matar alguns profetas que lhes foram enviados depois dos primeiros, Deus permitiu que a cidade deles de Jerusalém fosse queimada pelo babilônios, e muitos deles mortos, e conduzidos em cativeiro.
Todavia, Deus não os rejeitou de todo, e lhes enviou restauradores, principalmente nas pessoas de Zorobabel, Esdras, Neemias, Ageu, Zacarias e Malaquias, mas eles deram naquela geração má e incrédula dos dias de Jesus, de maneira que eram indignos de participarem das Suas bodas.
Motivo por que o Rei (Deus Pai) ordenou que se buscassem convidados entre aqueles que se encontravam pelas encruzilhadas dos caminhos e a todos quantos fossem encontrados. Isto é sobretudo uma referência aos gentios.
Este convite fora feito inteiramente pela graça, mas todo aquele que fosse digno de ser achado no banquete nupcial deveria estar vestido com a veste de justiça de Cristo, que também é concedida pela mesma graça, tanto quanto o convite à salvação.
De modo, que se fosse possível a alguém entrar na festa das bodas sem tal veste de justiça, o mesmo seria amarrado e lançado nas trevas exteriores onde há choro e ranger de dentes.
Por esta parábola nosso Senhor ensinou que apesar de muitos serem chamados à salvação, pelo convite do evangelho, somente os que receberem a cobertura da Sua veste de justiça, serão dignos de serem achados no banquete das bodas que eles próprios terão com Jesus Cristo.

Silvio Dutra

Parábolas Curtas – Mateus 13.44-52

A Parábola do Tesouro Escondido num Campo

“44 O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem, ao descobri-lo, esconde; então, movido de alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.” (Mateus 13.44)

A Parábola da Pérola de Grande Valor

“45 Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas;
46 e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.” (Mateus 13.45,46)

A Parábola da Rede e dos Peixes

“47 Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes.
48 E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora.
49 Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos,
50 e lança-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes.
51 Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe eles: Entendemos.
52 E disse-lhes: Por isso, todo escriba que se fez discípulo do reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.” (Mateus 13.47-52)

Nós temos nestes versos, quatro parábolas curtas.

I – A do Tesouro Escondido num Campo

Até esta altura nosso Senhor tinha comparado o reino dos céus a coisas pequenas que cresceriam, e para que ninguém pensasse erroneamente que isto significava algum tipo de desvalor em si mesmo, Ele passou então a falar de coisas valiosas para se referir ao reino dos céus.
Tal é a grandeza e a importância vital do reino dos céus, que deveríamos nos despojar de tudo o que possuímos para que possamos adquirir este tesouro espiritual e de valor eterno, oculto aos olhos da carne.
Quando alguém descobre a riqueza que há em Cristo, deve se apressar em adquiri-lO, comprando a salvação sem dinheiro e sem preço (Is 55.1), porque este tesouro é adquirido inteiramente pela graça, pelo alto preço que o próprio Jesus pagou por nós em Sua morte na cruz.
É importante observar que a parábola destaca que o tesouro está escondido num campo.
E aquele que o descobre deve mantê-lo escondido em seu coração.
Isto não significa que não deverá compartilhá-lo com outros, mas que não deve fazê-lo até que o tenha adquirido de fato.
O campo é o evangelho.
Cristo está oculto na mensagem do evangelho.
Não podemos ter o tesouro que é Cristo, sem abraçar, adquirir o evangelho. Porque a fé vem pelo ouvir a pregação desta palavra que nos foi revelada desde os céus.
O ato de comprar o campo, ou seja, o evangelho, exigirá que renunciemos a tudo quanto temos e somos, para podermos ter verdadeiramente a Cristo.
As coisas do mundo terão que ser deixadas, porque de outro modo, não poderemos adquirir este tesouro de imenso e eterno valor.
Isto não significa que devemos sair do mundo, ou não usar nada que seja do mundo, mas que nada desta vida poderá estar em competição com Cristo, porque onde Ele impor alguma renúncia para que possamos ter mais dEle mesmo, será necessário fazê-lo, para que o nosso coração esteja somente neste tesouro do céu que nos foi dado gratuitamente, e não nos tesouros que são da terra.

II – A da Pérola de Grande Valor

Aqui o tesouro é comparado a uma pérola de imenso valor, que demandará, para ser adquirida, tudo o que possuímos, para que possa ser comprada.
O próprio Cristo é a Pérola de grande valor.
Não podemos comprá-lo e nem mesmo a salvação que nEle está, com dinheiro ou com preço, mas não podemos adquiri-lO sem pagar o preço da consagração, da conversão, do arrependimento, da renúncia ao ego e ao mundo.
Estas coisas constituem o preço que devemos pagar, não a Cristo, nem a Deus, porque a salvação é de fato inteiramente pela graça. Não se trata de uma transação comercial, de um negócio. Mas de algo que se assemelha a um preço que devemos pagar. É a parte que se exige de nós, se desejarmos realmente a salvação que está em Cristo Jesus.
A salvação é pela graça, mas nosso Senhor nos mostra que devemos calcular o custo, ou seja, o que se exige de nós para alcançá-la.

III – A da Rede e dos Peixes

Aqui o mundo é comparado ao mar.
A humanidade em sua totalidade é representada na parábola como os peixes que vivem neste mar.
Há peixes que são bons para a alimentação e outros que são imprestáveis para tal fim.
Nosso Senhor mostra claramente que Deus rejeitará no dia do Juízo a todo peixe ruim, e recolherá em seu cesto da salvação, somente os peixes bons.
Estes, e somente estes serão livrados do mundo, não pertencerão mais ao mundo, mas, os ruins serão lançados de volta ao mundo de onde haviam sido retirados juntamente com os peixes bons. Eles serão entregues ao seu próprio meio, a saber, ao mundo de trevas.
A rede representa a mensagem do evangelho que é lançada ao mundo. E nesta rede vêm tanto os que se convertem a Cristo, quanto aqueles que permanecem sem a salvação, apesar de terem se permitido capturar pela mensagem do evangelho.
Todavia, Deus sabe quais são verdadeiramente os peixes bons, e rejeitará por fim estes que vieram na rede da pregação e ensino do evangelho, e que não se converteram de fato a Cristo.
Para arrematar seu ensino relativo ao reino dos céus, por meio de parábolas, nosso Senhor fez ainda uma comparação final do reino, àqueles que podem compreender estas coisas, tal como os discípulos as haviam compreendido (v. 51), e que portanto todos aqueles que examinassem as Escrituras, como os escribas faziam, mas que tivessem se convertido de fato, sendo verdadeiros discípulos de Cristo, seriam como um dono de um tesouro que pode tirar do mesmo tanto coisas novas quanto velhas (v. 52).
O sentido destas últimas palavras é que o entendimento de um antigo sermão ou ensino nos ajudará a entender um novo, e isto é como um tesouro inextinguível, porque as Escrituras são infinitas e eternas.
As verdades e realidades relativas ao reino de Deus são reveladas aos cristãos fiéis, e estes podem entender por causa da graça de Cristo, estas coisas que lhes são reveladas.
Estes que podem aprender a palavra de Deus poderão ser como escribas que ensinarão a palavra a outros, porque este era o ofício de um verdadeiro escriba, tal como Esdras fora no passado.
Aqueles que instruirão a outros necessitam portanto serem instruídos eles próprios.
Os discípulos de nosso Senhor estavam buscando nEle tal instrução, e portanto, estariam sendo capacitados por Ele a instruírem a outros.

Silvio Dutra

Parábolas do Joio, do Grão de Mostarda, e do Fermento – Mateus 13.24-43



Parábola do Joio

“24 Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou boa semente no seu campo;
25 mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
26 Quando, porém, a erva cresceu e começou a espigar, então apareceu também o joio.
27 Chegaram, pois, os servos do proprietário, e disseram-lhe: Senhor, não semeaste no teu campo boa semente? Donde, pois, vem o joio?
28 Respondeu-lhes: Algum inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, pois, que vamos arrancá-lo?
29 Ele, porém, disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis com ele também o trigo.
30 Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro. (Mateus 13.24-30)

Parábola do Grão de Mostarda

31 Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo;
32 o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. (Mateus 13.31,32)

Parábola do Fermento

33 Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
34 Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava;
35 para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo. (Mateus 13.33-35)

Explicação da Parábola do Joio

36 Então Jesus, deixando as multidões, entrou em casa. E chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
37 E ele, respondendo, disse: O que semeia a boa semente é o Filho do homem;
38 o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno;
39 o inimigo que o semeou é o Diabo; a ceifa é o fim do mundo, e os celeiros são os anjos.
40 Pois assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do mundo.
41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniquidade,
42 e lança-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes.
43 Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.” (Mateus 13.36-43)

Depois que nosso Senhor concluiu a sua pregação por parábolas, quando se encontrava num barco à beira mar, Mateus registrou mais um motivo pelo qual Ele falava por parábolas: estava profetizado no Salmo 78.2 que Ele faria isto quando se manifestasse ao mundo:
“34 Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava;
35 para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo.”
Quando o evangelista afirma que “sem parábolas nada lhes falava” isto não significa que Jesus somente disse parábolas, mas que estas sempre fizeram parte do Seu ensino e pregação, porque isto estava profetizado acerca dEle.
Um falso messias poderia criar parábolas para tentar confirmar as Escrituras, mas certamente, não poderia falar dos mistérios eternos do reino dos céus através de suas parábolas, porque somente o Filho de Deus, que lá estivera, e que tudo criara, poderia falar acerca das coisas relativas ao reino dos céus.
Nós comentaremos as três parábolas (do joio, do grão de mostarda, e do fermento) desta passagem, em conjunto, dado haver pontos de similaridade entre as mesmas.
Na Parábola do Joio, a boa semente não representa a palavra do reino, como na Parábola do Semeador, mas os próprios cristãos (v. 38).
As parábolas do Grão de Mostarda, e do Fermento, representam o crescimento, a expansão do evangelho. O crescimento e a multiplicação da palavra do reino em todo o mundo, a partir de um pequeno começo.
“E a palavra de Deus crescia e se multiplicava.” (At 12.24). Este texto de Atos não significa que outras verdades eram acrescentadas progressivamente à mensagem que fora pregada e ensinada inicialmente por Jesus, mas que a palavra do evangelho estava se espalhando por várias partes do mundo.
Quanto à Parábola do Joio, muitos se enganam ao dizerem que a Igreja verdadeira é composta tanto por trigo quanto por joio, porque Jesus disse que o reino dos céus é composto por ambos.
Todavia, não é este o ensino de nosso Senhor, porque deixa muito claro que o joio é um elemento estranho ao reino dos céus, à verdadeira Igreja, que foi semeado não por Deus, mas pelo diabo, e está portanto, destinado a ser arrancado, porque o Senhor arrancará de Sua lavoura, no tempo próprio toda planta que não foi plantada por Ele (Mt 15.13).
Além disso, nosso Senhor disse que o joio representa os filhos do maligno, e que a boa semente são os filhos do reino. Assim, somente os filhos do reino haverão de herdar a salvação.
Recomenda-se portanto, que a Igreja não exclua o joio, uma vez plantado, pela simples iniciativa de seus líderes, porque esta operação de exclusão da membresia será usada pelo diabo para abalar a muitos que sejam verdadeiramente trigo no meio do povo de Deus, por tomarem partido daqueles que foram excluídos, ou então, por este joio excluído agir contra o corpo de fiéis, causando danos a muitos. Do mesmo modo quando se tenta arrancar da lavoura uma planta má, que tenha crescido ao lado de uma boa, cujas raízes tenham se entrelaçado à mesma. Ambas serão arrancadas ao se tentar tirar uma delas. Ainda que o cristão verdadeiro, que se escandalize com a retirada de um joio, não sofra qualquer prejuízo quanto à sua condição de ser cidadão do reino dos céus, no entanto, sofrerá algum tipo de dano na sua comunhão com a igreja na qual congregue.
Então devemos deixar Àquele que é o ceifeiro, o trabalho de fazer a separação do joio do trigo, quer neste mundo, quer quando por ocasião da Sua segunda vinda, quando dará ordens a Seus anjos para que façam tal separação definitivamente.

Silvio Dutra

Parábolas por entender, poesia mágica
palavras compradas, veredictos para vender
multidão confundida, manipulação caluniosa
amarga hipócrita, mentira dispersa
alma depenada, sangue na ferida
lâmpada falsa, lábia perdida
parábolas engasgadas, atiradas ao vento.!

IsabelMoraisRibeiro

eu te amho dhe verdhádhé assím sem parabólas sem palavras DÎTAS DE AMOR E EU QUERENDO O TEU SORRÍSO PERDER O ENGANO DE OLHAR HÉ DÍZER EHU THE AMHO.;/GUILHERME PEREIRA RODRIGUES

GUILHERME PEREIRA RODRIGUES

Jesus disse:
Levanta aleijado e anda, enxerga cego..Mas o povo nunca entendeu isso. Eu tenho certeza que o ALEIJADO e o CEGO citados na Bíblia, Não era nem ALEIJADO e nem CEGO fisicamente, e sim PSICOLOGICAMENTE. Sabe porque?.. JESUS nunca falava diretamente, ele sempre falava usando PARÁBOLAS...

Paulo Batista dos Santos

É trivial vermos jovens expondo suas idéias, exprimindo opiniões em prol da sociedade ou executando meios de luta pelos seus direitos. A juventude tem um poder inestimável, poder esse que os tira do encalço do conformismo.

Jackson da Mata

Parábola da vaquinha e o precipício

Um mestre passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer-lhe uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também, com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores – um casal e três filhos – vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então, aproximou-se do senhor e perguntou-lhe:

– Neste lugar, não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como a sua família sobrevive aqui?

O senhor respondeu:

– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite. Uma parte do produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por comida e a outra produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu, se despediu e foi embora.

No meio do caminho, voltou ao seu discípulo e ordenou-lhe:

– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e jogue-a.

O jovem arregalou os olhos e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família; mas, como percebeu o silêncio do seu mestre, cumpriu a ordem: empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Anos depois, ele resolveu largar tudo e voltar àquele lugar, pedir perdão e ajudar a família. Quando se aproximou, do local avistou um sítio bonito, com árvores floridas, carro na garagem e crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a família tivera de vender o sítio para sobreviver. Chegando lá, foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre as pessoas que ali moravam.

Ele respondeu:

– Continuam aqui.

Espantado, entrou correndo casa adentro e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):

– Como o senhor melhorou o lugar e agora está bem?

O senhor, entusiasmado, respondeu: – Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e, assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.

Muitas vezes temos que nos desvencilhar do que estamos habituados para podermos conhecer nossas verdadeiras habilidades. Cada dia, é uma oportunidade de refletirmos sobre a “nossa” vaquinha e empurrá-la morro abaixo...

A.D.

Toda filosofia começa com leituras em forma de frases, pensamentos, parábolas para seguir no aprofundamento de sua fundamentação-argumentação e minutação.

Binde, Fá-Bindes