Para minha Filha pequena dedicatoria

Cerca de 599 pequena dedicatoria Para minha Filha

É realmente pensamento natimorto mandar as mulheres à luta pela existência, exatamente como se fossem homens. Se, por exemplo, eu imaginasse minha gentil e doce filha como competidor, terminaria por dizer-lhe, como fiz há dezessete meses, que gosto dela e que lhe imploro que se retire da luta, vindo para a atividade calma e sem competição de minha casa.

Sigmund Freud

Um Novo Tempo

Um Novo Tempo de GLÓRIA,
VITÓRIA!
Chegou!
É o Tempo que o SENHOR,
preparou!

Nivaldo Duarte

A vida é bonita por natureza quando criança tudo vem em forma de carinho, beijinho papai nenem , nenem mamãe e assim vai desenrolando a vida tomando forma e juízo, isso passa tão rápido!
Hoje minha gata, você está fazendo 6 aninhos e eu agradeço ao Papai do céu pelo presente concedido eu te amo muito, mas muito mesmo além do que possa imaginar!
Tudo o que desejo a você Ana Jullya Pereira Cardoso é muita paz e saúde o resto eu vou inventando junto com você.
Feliz aniversário Filha!!!!

Jeremias Edson Cardoso.

Garota levada da breca
Pulando, saltando, quebrando a boneca,
Gritando, rebelando, questionando a ordem,
Colocando a vida em grande desordem,
Garota magrinha em tudo maluquinha,
Uma grande pessoa em um corpo de menininha
Garota, garotona, garotinha
Lisa como um sabão, borbulhando em um grande coração,
Primeiro dizer não e depois ceder a qualquer um que lhe estenda a mão...
Estrela que brilha e ilumina nossas vidas,
Minha garota, garotona, garotinha...
Minha princesa, minha rainha...

Patrícia Francetto

LARA II

Palavras, erros, sonhos;
pequenos caminhos trilhados na relva escura
de meu pequeno quarto.
Luzes acesas ao acaso,
sorrisos e vozes do outro lado...
Você tão longe.
Tua foto na parede do meu quarto.
Seus olhos, são meus olhos;
Seu sorriso, é o meu sorriso;
Sua carne, é minha carne;
Tuas lembranças, Não sou Eu...

Sonhos, palavras, erros;
Quem é que nunca os cometeu?
Tudo um dia há de melhorar.
Foi o que alguém nos prometeu.
Mas você esta agora nos braços de alguém,
e não sou Eu...

Erros, sonhos, Palavras;
ditas da boca pra fora te levou pra tão distante.
Coisas que ainda me incomoda.
Futuro hoje despedaçado,
pelo medo do futuro,
pelo medo de uma vida,
que tem medo de escuro.
E quando o medo chegar você vai chorar e ser consolada,
por alguém que não sou Eu...

Hidalgo, Maycon Raul

Me pego pensando, se eu tiver uma filha, como seu nome seria, Maria, Sofia, e Bia, ou Lara, Iara, e Lara, Dandara, samara, pode ser qualquer um só não vale Tamara, não tem graça, eu sei, poderia ser Ana, Iana, e Lana, Itana, tem também Mariana, Poliana, júliana, a Silvana, tem um monte de Nome, Simone, Ivone, Alcione, mas me lembra Danone, então esses nem mete, já sei, tem Janete, Ivete, Tem Lete, Odete, e tem Margareth, não importa qual for contanto que ame, tem Ane, Luane, tem até Mariane, só não vale Yanne que é nome de ex, tem Inês, tem mercês, tem francês, japonês, vou tentar nome gringo. Que é bola da vez, desisti, melhor não, vou pegar uma briza, a Mariza, a Luiza, ôh senhor profetiza, tira a zicka de cena, a Milena, a Lorena, tem até Rafaela, Isabella, Daniela, se eu tiver num dia bom pode até ser a Mirella, quer saber, eu cansei, deixa lá, pra depois, filho a gente faz a dois, e eu já tenho quatro cães, ta faltando o real, pré natal, namoral, ta faltando muita coisa ta faltando até a mãe.

Unachievable - Bispo

A Budiudiuca

Chegou no início da tarde e acomodou-se ali no último compartimento da minha prateleira que ficava encostada no meu tanque de lavar roupa. Sequer me pediu licença. Decerto já sabedora da minha paixão por seus iguais. Para ser mais exata, de minha enorme paixão por todas as criaturas do Uno.
A princípio arredia. Bastava que ela ouvisse minhas passadas para cair no mundo como se só a minha presença a colocasse em perigo real. À medida que eu fui me aproximando sem fazer barulho, pé ante pé, de mansinho, passinhos sonoros para não assustá-la, ela foi se assentando e aceitando a minha presença. Não me evitava mais. E eu, de minha parte tentava fazer o menor ruído possível ali na área de serviço. Não sacudia mais, depois de lavadas, minhas sacolas plásticas para não levantar suspeita de perigo na minha inquilina.
No entanto, ela só aceitava a mim. Bastava que chegasse visita para ela fugir em vôo disparado. E, assim, foi ficando, foi ficando e um belo dia ouviu-se o ruído denunciador da minha condição de avó. Haviam nascido dois.
Minha mãe com experiência na área sentenciou, assim os viu:
— São macho e fêmea.
— Por que sabe? Fiquei curiosa
— O macho é maior e mais forte.
Batizei-os de Leo e Léia.
O que mais me encantava naquela família era a dedicação total da recém-mamãe.
Saia logo cedo e após uma hora mais ou menos voltava com o papo cheio de comida para os filhotes. E ficava lá em cima deles esquentando-os, o restante do dia.
Porém, um dia, saiu e não voltou. Só comecei a me preocupar por volta do meio dia. Disse para minha mãe que aquilo não estava certo, ela havia abandonado os filhotes que ainda não voavam.
Eu olhava ao redor, em cima da casa, no arvoredo próximo e nada da mãe fujona.
Afligi-me com aquela traição e fui para a internet ver o que podia fazer. Que comida dar para os filhotes, enfim, eu tinha de suprir, como avó, a ausência da mãe desnaturada.
Encontrei, para meu espanto, vários relatos de abandono de ninhos pelas mamães rolinhas:
São ‘levianas’, pensei de pronto. Muito magoada e com um enorme dó dos dois pequerruchos despenados, considerei seguir um dos conselhos de um tratador de filhotes órfãos: mingau de fubá sem sal. Quando a papa ficou pronta minha mãe recomendou;
— Coloque bem perto deles, pois eles não vão deixar você pegá-los para colocar goela abaixo.
Assim que me aproximei qual não foi meu espanto quando eles assustados, ensaiaram um voo e caíram desajeitados no chão com grande estardalhaço e por mais que eu tentasse não conseguia pegá-los. Rápidos eles se escondiam entre as bacias e baldes e quando eu conseguia retirar o que me estorvava alcançá-los, eles pulavam para debaixo de outra vasilha. Ficamos lá nessa luta inglória muito tempo, até que desisti e deixei a comida no chão bem à mostra de seus olhares famintos assim que eles resolvessem sair do esconderijo, por conta da fome.
Sai para resolver uns problemas no banco e quando regressei encontrei a mãe andando pelo quintal, vagarosamente como se carregasse o peso do mundo.
Fiquei catatônica.
— Como assim, você não havia sumido?
Ela me olhou demoradamente e eu li naquele olhar a pergunta?
— O que você fez com meus filhotes?
— Eu tentei alimentá-los e eles fugiram, estão por aí debaixo das coisas. Respondi amargurada.
Ela ficou por ali muito tempo e nada de localizá-los. Então resolvi procurá-los para mostrar pra ela que eles estavam ali mesmo escondidos.
Não os localizando, chorei.
— Perdoe-me. Pedi aflita para a mãe. Será que você consegue me perdoar? Implorei para aquele olhar postado em mim doloridamente.
Após vários minutos ela desistiu e partiu. E eu fiquei remoendo a minha dor de haver interferido na didática de ensino da ave. Certamente ela saíra para dar aos filhotes a oportunidade de se virarem sozinhos. Era um meio de forçá-los a saírem para o primeiro vôo a demora do retorno.
Passei o restante do dia moída de remorso. Até pareceu-me que eu tinha declarado a terceira guerra mundial e estava à beira de acabar com toda a vida do planeta terra, tal era a minha dor.
À noitinha saí para dar mais uma olhadela em torno da extensa casa, comprida a perder de vista, e para minha surpresa, avistei o macho, em cima do telhado da cozinha, bem rente à cumeeira de separação com a sala de jantar. Gritei de alegria.
— Léo, você voltou pra vovó.
Ainda em estado de êxtase supliquei esperançosa.
São Francisco de Assis, protetor dos animais, me ajude a encontrar a Leia.
Ele me atendeu prontamente. Léia saiu debaixo do tanque dando saltinhos miúdos, sinal da sua fraqueza por falta de alimentos. Consegui pegá-la desta vez e depois de alimentá-la com uma pequena colher boca a baixo, joguei-a para cima em direção ao telhado. Ela ensaiou um meio voo e parou em cima da casa.
— Léo, cuide da sua irmã até sua mãe voltar, por favor, querido.
Eu tinha certeza que a Budiudiuca voltaria para resgatar os filhos, e ali em cima do telhado era mais fácil avistá-los.
De vez em quando eu saia ao terreiro para ver como eles estavam se saindo. Lá pelas tantas da noite, não conseguindo dormir, voltei ao terreiro e fiquei demasiadamente comovida: eles estavam tão próximos um do outro como se tentassem suprir um pro outro a falta da mamãe.
— São Francisco, por que a Budiudiuca ainda não veio cuidar deles? Perdoe-me a insistência, mas eu preciso que ela volte, a culpa foi minha. Ou então faça com eles arrisquem um voo e sejam vitoriosos.
Fui dormir depois da minha oração muito esperançosa, tenho muita fé no Santo protetor dos meninos irracionais (ou não)? Confesso que ainda alimento muitas dúvidas a esse respeito. Acho que eles pensam e amam como nós humanos, só não desenvolveram a linguagem de palavras.
Ao acordar, corri para vê-los e fui presenteada com uma maravilhosa surpresa: no ninho, que eu não tinha tido a coragem de desfazê-lo, encontravam-se mãe e filha. Ela aconchegada debaixo das asas, só se via a sua pequena cabecinha. A mãe me olhava fixamente. Chorei desta vez de alegria.
— Eu te amo São Francisco. Preciso dizer que beijo teus pés e tua boca, se puder, claro.
Léo não estava lá. Mas a mãe me olhou tão calmamente que eu compreendi o que ela me dizia.
— Meu filho agora é dono do espaço, ele se foi.
Corri a contar para minha mãe que sentenciou:
—Léo voltará, fique tranquila.
Minha irmã não concordou.
— É claro que não volta, ele é novo e não tem noção de rumo, de espaço. Ele se foi pra sempre.
Nós três, eu e as duas aves fêmeas, ficamos num namoro demorado e apaixonado durante a manhã toda. De vez em quando eu ia vê-las e lá no meio do dia em um dos meus regressos no quintal, não as vi, elas não estavam mais lá.
— Foram embora. Nunca mais vou ver nenhum dos três. Fiquei aliviada e feliz pelo desfecho, só que eu teria uma alegria ainda maior...
À tardezinha, fui recolher minhas roupas que já haviam secado e me deparei com a cena mais bela de toda a minha vida. Estavam os três em cima do telhado e em vôos curtos e rápidos, mas numa bela coreografia ensaiada.
Estão se despedindo de mim. Tive a certeza disso e gritei.
—Sejam felizes e se cuidem. O céu é o limite. Amo vocês do fundo do meu coração.
Decorridos três dias, ela voltou passeando pelo chão, deu a volta no quintal todo e de vez em quando me olhava.
— Desmamei-os. Eles agora são donos de suas vidas.
No dia seguinte, apareceu com um galho no bico. Eu a toquei desta vez.
— Vamos nos mudar pequena, não posso deixar a prateleira pra você. Procure outro lugar pro seu ninho, me perdoe.
No dia mudança, eu fiquei pra trás aguardando o caminhão enquanto eles colocavam a mobília no baú e então, ela chegou.
Ficou em cima do muro do outro lado da rua, andando de um lado para o outro, parava e me olhava, muitos, muitos minutos.
— Vou sentir muita saudade Budiudiuca. Acho que desta vez não nos veremos mais. Você não saberá pra casa eu fui e eu não tenho como te levar não é mesmo?
Ela veio para a árvore defronte a casa e pousou no galho mais baixo. Ficou lá até o caminhão sair.
— Meu coração é seu, pequerrucha.
O caminhão foi embora e eu saí, também, olhando pra trás. Ela ficou lá no galho quieta como se com isso fizesse com que eu mudasse de idéia de partir.
Embora, talvez ninguém acredite nisso, eu posso provar. Minha mãe e minha irmã são testemunhas vivas desse meu caso de amor.
Depois de vários meses na residência nova, minha mãe me chamou.
— Vem ver quem está aqui.
Minha amada filha Budiudiuca e seu companheiro. Eu soube assim que a vi. Meu coração a reconheceu. Eles estavam em cima do muro nos fundos da casa e fui lá conversar com ela.
— Minha casa é muito pequena agora e a prateira está cheia de louças que não couberam na cozinha minúscula. Não tem espaço pro seu ninho aqui, mas você tem um vasto mundo pra isso e não ficará com raiva da mamãe, não é mesmo?
Após alguns minutos eles se foram, mas de vez em quando ela volta e o nosso namoro de mãe e filha continua.

Eleni Mariana de Menezes

Mãos!
;Mãos que estão sempre unidas,como os corações,assim é minha vida com minha filha,o nosso amor é grande!...EXISTE UMA FORÇA CHAMADA DEUS!Que nos leva a viver, que nos faz recomeçar.Que nos faz sorrir, que nos faz suportar as dores.Que nos faz suportar a saudade.Que nos faz buscar a felicidade.Existe uma força muita além de nossos olhos.Maior que imaginamos, que nem sempre procuramos.Mas, ela sempre está a nossa espera.Existe uma força que nos faz sonhar.Uma força que nos faz acreditar.É uma força chamada amor.É uma força chamada persistência, coragem, fé!Uma força que nos faz, desejar viver.Olhe! Ela existe dentro de mim.Ela existe dentro de você!A minha força é Deus! Que essa força esteja com você em todos os momentos!

Fênix Faustine

Amo a Vida...Amo minha Linda Filha;Meu Amado Marido e Meus Idolatrados Pais...eles são o Otimismo do meu dia a dia!!!

jackluize

Deus disse; minha filha vc será iluminada e acompanhada por anjos,sua vida será repleta de boas oportunidades,terás que ser muito mais protegida do que qualquer outro filho,serás encantadora,quarde tudo com vc e partilhe sua energia com seus irmãos,mas cuidado dentre eles poderá ter um que se volte contra vc ,te invejando e querendo o seu mal,filha isso não te abalará vc é a protegida, os meus anjos estarão sempre ao seu lado!

marcela barcellos de almeida lopes

Há dois tipos de paciência: a que é filha do medo e a que é filha do amor. A primeira, precisamos combater porque nos faz mal e alimenta em nós a covardia. A segunda, devemos alimentar porque nos faz exercitar a caridade para com o nosso semelhante.

Francis Iacona

Curiosa, minha filha Júlia de três anos, perguntou-me com ares de segredo: "Pai; o que é uma surra?". Gaguejei. Baixei a voz e quis saber onde ouvira a palavra. Ouvira de um coleguinha na escola em que a mãe trabalha, que dissera ter levado uma. Pelo tom da voz, a Júlia sabia que não era boa coisa, e certamente o coleguinha surrado não fez boa expressão, ao dar a notícia.
Não tive coragem de dizer. Talvez devesse, não sei o que diriam os "educocratas", mas não tive. Convergi nossa conversa para coisas mais produtivas. É claro que ela saberá logo o que é uma surra, não graças a mim, mas acho que posso adiar um pouco. E na verdade, fico feliz por ter uma filha que vive num mundo (o de nossa casa) que ainda não registrou a palavra em seu glossário.

Demétrio Sena - Magé-RJ.

Mãe se você chorar,não partirei."Filha, vá, siga o seu futuro, não posso impedir o seu caminhar"!

Bindes Fátima Nessy

Eu não te dei a luz, por isso luto por sua vida...
Nada mais JUSTO filha amada...

Dedicado a Luisa Carbutti

Eliana Sidaco

Não lembra a que horas chegou ontem em casa? Não sabe quem sua filha está namorando? Sem problema... Pergunte àquela vizinha!

Horlando Halergia

NAMORADA
proteja como se fosse sua filha;
ame como se fosse sua esposa;
respeite como se fosse sua mae

Hortencia

PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO, FILHA
Não é só mais um ano que comemoramos
e sim a dádiva que Deus deu a nós , sua família e amigos que conquistou ao longo desses anos.
por isso estamos todos juntos pra te dizer obrigado por você existir,
e com sua existência aprender com sua alegria ou até mesmo sua tristeza, mais o importante é acordar todos os dias
e saber que você esta entre nós sempre .

A vida tem seus momentos difíceis
Mas tem suas compensações
Os amigos e a família
que estão sempre prontos
para nos auxiliar
As vezes com um carinho, com um abraço
ou com uma palavra de conforto..
Coisas que parecem insignificantes
Mas que tem uma importância tão grande
Faz a diferença entre tantas coisas nesta vida

Que a coragem esteja sempre contigo
Que a alegria impulsione os teus passos.
Que o sol brilhe sempre em tuas aspirações.
E se cair a gente levanta, e se pesar a gente descansa... pra tudo existe uma solução... basta se acalmar, refletir e executar..
Sem nunca perder a fé em Deus!
TE AMO FILHA!

Vasty Frazão