Olhos Verdes

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Meus olhos verdes brilhantes...
estão opacos
perderam a cor
com tanta dor.

Meus olhos verdes
amadureceram
com tanta paulada
apodreceram.

Meus olhos verdes
que te viram vindo... tão lindo
hoje... quase não veem
a sua imagem pouco a pouco está sumindo.

Meus olhos verdes... eram tão lindos!
E eu só queria que você me cuidasse
como a menina dos teus olhos.

Rosangela Calza

Encontrei-me perdida para sempre em um cantinho qualquer destes olhos castanhos que o verde insiste repousar. E se me perco, sei onde me encontrar, pois estarei em teu olhar.

Sidiane Oiveira

Fechar os olhos e se imaginar no jardim de Deus. Observo o verde vivo na mata presente tocando os meus pés, e então elevo meu olhar e vejo o azul presente. Parece que vem uma chuva por aí, mas eu sei que é só para que estas lugar paradisíaco continue dessa forma. Não vejo ninguém por aqui, só pássaros que parecem anunciar a chegada do Rei dos Reis. Ajoelhei-me e orei, seu brilho imenso não me permitiam ver Sua Face. Mas pude sentir algo melhor: Seu afeto bradava meu olhar e parecia poder sentir o cheiro do Seu amor.

Danints

Minha Rosa Branca

Minha amada rosa de olhos verdes
Nada me faz para
De pensar
Na rosa de olhos da cor do mar
Sinto falta de seu perfume
Do qual nunca senti a fragrância
Sinto Falta da macies de suas pétalas
Da qual nunca toquei
Sinto falta até de seus espinhos
Me alertando para me controlar
E como um teimoso e apaixonado
Beija-flor
Continuo a pelo menos tentar...
Me aproximar
Da rosa de olhos da cor do mar
És a mais bela flor que vi neste campo
És a flor que me apaixonei
E a única que vou amar
Eu a verei de novo
Nem que tenha que
Atravessar o mar
Voarei com os pássaros
Para o sul
Só para
A rosa de olhos da cor do mar
Encontrar
Não importa quanto tempo demore
Eu nunca irei desistir de ver o sorriso da
Minha amada rosa branca
Te amo rosa branca de olhos verdes
Como jamais amei outra rosa.

J. Sandro S.S.

Verde mar, és tão lindo quanto os olhos dela...

Monique Rodrigues Soares

"Se a folha verde da natureza toma minha mente por ocasião,acor de sangue nos meus olhos faz eu ser um louco nessa grande imensidão"

Tarcisio Cordeiro Da Silva

Gatinho de olhos verdes

Mimoso, mimado.
Brinca com o novelo de lã.
Gato enrolado.

Danielli Rodrigues

Ei, atrás desse olhos verdes existem eu sei que existem arrependimentos por algo mal pensado, por sonhos não cumpridos, mas tudo bem você que sabe o que passou, você que sabe quantas noites ao relento do som estranho e perturbado do vento você chorou, Ei, enxuga essas lagrimas que noite ou outra caem do canto do rosto, levanta a cabeça, chega de colocar sorrisos meia boca e fingir pra si mesmo e pros outros que esta tudo bem, seja forte, seja você.

júnior lima

De olhos vendados nosso verde é vendido

Junior Fortini

A História de Sofia

Certo dia, uma menina de olhos verdes e cabelos castanhos e lisos como seda que se chamava Sofia, foi brincar de esconde-esconde com sua amiga em uma floresta perto de sua casa.
Sofia ficou encostada em uma árvore, com os olhos fechados e contou até 20, e depois foi procurar sua amiga.
Olhou em cima de troncos de árvores, em buracos, atrás das árvores e até em lagos, mas nada achou. Onde poderia estar sua amiga?
Então ela decidiu entrar em uma casinha que ficava do outro lado de um laguinho.
A casinha era bem empoeirada, alguns ratos corriam por lá. Um fogão velho, uma mesinha, duas cadeiras, quatro janelas e três armários na parede.
A menina abriu o primeiro armário, e dentro dele um pote com moedas de ouro reluzentes estavam dentro dele, ela pegou o pote e colocou dentro de uma bolsa jogada em um canto da parede.
Sofia ainda procurava por sua amiga. Resolveu abrir o segundo armário, lá havia uma chave verde com formato de quadrado.
Abriu o terceiro, nele tinha uma caixa, uma caneta e um papel.
A caixa estava trancada com chave, então leu o papel, nele estava escrito:

Quem achar esta folha tem sorte, muita sorte!
Siga as instruções:

Pegue o pote de ouro e leve até um tronco
em forma de arco, coloque-o debaixo do arco.

Em seguida Pegue a caneta e faça uma estrela
no verso do papel.

Com a chave abra a caixa e uma grande surpresa
lhe aguarda!

Sofia começou a seguir as instruções, como acharia o tal arco?
Bem, quando ela saiu havia uma trilha de patas de cachorro, que estavam no chão ao lado da casinha, parecia que tinha um cachorro espionando ela, pois o rastro estava debaixo de uma janela.
Ela foi seguindo, quando a trilha acabou, ela parou olhou para a esquerda e para a direita, nada viu, de repente! Ouviu latidos vindos da direção de um sítio, ela foi seguindo o som do latido do cachorro. Quando chegou em um sítio com um casarão enorme e umas vacas e cavalos em um pasto, ela foi se aproximando, chegou na porta
do casarão antigo, que parecia não ter ninguém morando lá, e bateu na porta, toc!toc!toc! Uma voz respondeu:
-Quem é?
-Sou eu, Sofia.
-O que veio fazer aqui?
-Ouvi latidos de um cachorro vindos dessa direção.
-Aqui não tem nenhum cachorro, só vacas e cavalos.
-Mas eu ouvi, e tinha um rastro de patas de cachorro nessa direção!
-Aqui não tem nada! Vai em bora!
-Não! Eu não vou até achar o cachorro!
-Fora daqui!
-Está bem! Eu vou então.
-Já vai tarde! Não volte mais aqui. Nunca!

Sofia insistiu, mas não adiantou, decidiu que iria continuar no sítio, só que na direção oposta.
Ela não desistiu e foi até o pasto, onde cavalos e vacas pastavam.
Foi andando no meio dos cavalos e vacas, conseguiu sair do meio de tanto bicho, foi até um celeiro, o celeiro estava vazio, não totalmente vazio. Havia Sofia e também duas vaquinhas dormindo. A sua esquerda tinha um bloco de capim e uma coisa felpuda como uma vassoura, Sofia se abaixou para pegar e um cachorro pulou de trás do capim. Ela disse:
-Finalmente encontrei você!
-Levei um susto e tanto, mas porque será que você estava
me espionando?
O cachorro se levantou de um monte de palha e respondeu a menina:
-Bem, você também não é nada educada, sai por aí puxando a
cauda dos outros?
-Ah! Você fala? Cachorro não fala!
-Sim, eu falo, e não estava espionando você, estava vigiando você.
-Porque estava me vigiando?
-Sem mim você não acha um tal tronco em forma de arco
e sua amiga.
-Você sabe onde ela e o arco estão?
-Sim, mas vai ter que me alcançar para acha-los.
-Como assim te alcançar?
-Corre!

O cão saiu correndo, e Sofia foi atrás. O cachorro entrou na floresta, mas em uma parte diferente daquela pequena floresta, Sofia nunca tinha visto aquela parte da floresta.
Poderia ser lá que sua amiga e o arco estariam? - Se perguntou Sofia.
-Chegamos - Disse o cão.
-Onde estamos?
-Na parte interna da floresta.
-Como assim parte interna?
-O lado ''mágico'' da floresta.
-Cão, onde está minha amiga e o arco?
-Cão não. Eu tenho nome, meu nome é Rufos, e o seu?
-O meu é Sofia.
-Prazer Rufos.
-Olhe lá seu arco.

O arco estava do outro lado de um rio bem largo. Onde jacarés nadavam.

-Rufos! Olha o tamanho desse rio cheio de jacarés!
-Jacaré é o de menos, o de mais é como vamos atravessar.
-Que tal uma canoa?
-Acho melhor um barco.
-Como vamos fazer um barco?
-Fácil! É só pegar aquele barquinho na beira do rio.

Mas quando Sofia foi puxar o barco um jacaré enorme pulou e tentou pegar ela, no mesmo instante Rufos abocanhou o jacaré bem na cabeça, e o jacaré saiu correndo direto para a água. Rufos disse:

-Eu não disse, estou sempre te vigiando.
-Obrigada!
-De nada, agora escute, assim que colocar o pote de ouro debaixo do arco, você se afasta e pega o papel e a caneta, no verso do papel você desenha uma estrela de quatro pontas, embaixo você escreve S.
Em cima da estrela você escreve N. Na esquerda escreve L na direita O.
-Porque fazer isso?
-Para que volte para casa.
-Mas minha casa é logo ali.
-Não, assim que entrou na floresta, você saiu do seu mundo, você está em um mundo mágico. Como aquele homem do casarão do sítio, ele é um duende e mora lá, foi ele que fez o pote de ouro as instruções e a caixa.
-O que tem na caixa afinal?
-Uma surpresa para quem achasse. Sua amiga voltou para seu mundo, pois ela foi se esconder na casa do duende, o duende não é mal ele só não gosta de intrusos em nosso mundo, então a mandou para casa.
-Ela não se lembra de que nós estávamos brincando de
esconde-esconde?
-Não mais.
-Bom, mas como passamos pelo rio?
-Muito fácil! É só pegar o pote de ouro, uma moeda dele
quando esfregada na mão faz a pessoa ter velocidade.
-É só esfregar na mão e pegar os remos, que vamos voar!

E Sofia e Rufos pegaram os remos e contaram até três, passaram voando pelos jacarés.
Chegaram do outro lado e Sofia colocou o pote de ouro debaixo do arco, em seguida ela pegou a caneta e fez uma estrela no verso do papel de instruções.

-Agora Sofia você coloca o papel com a estrela virada para o lado de baixo.-Disse Rufos.

Uma luz brilhante saiu do arco e um portal de volta para a casa de Sofia se abriu.

-Abra a caixa Sofia.

Ela abriu a caixa e um presente estava lá. Um livro.

-Rufos um livro.
-Um livro com um portal para você voltar para cá quando quiser. Mas aqui não estará em forma de floresta, mas em forma de cidade. Você vai adorar!
-Obrigada Rufos. Eu vou te ver novamente, ou não?
-Sim, vai sim.
-Então lá vou eu, até um dia.
-Vou continuar te vigiando!
-Tchau!

Sofia ganhou um presente:Um amigo!

Dannala

Olhos verdes

Sentada esperei por vc por alguns minutos, quando de repente meu celular toca e é vc chamando-me no canto da rua. Perfumada sigo, numa roupa simples, quase desleixada. ninguem poderia desconfiar de emus anseios... Senteime ao seu lado e cruzei as pernas, chamosa, falava com carinho... Ao pararmos no farol, suas mãos correm nas minhas e m,ostra-me seu entusiasmo debaixo do jeans batido... Meus olhos se perdem nos verdes dos seus... ao chegar em nosso destino, pulo em seu colo e beijo sua boca, mordo devagar seus lábios, sinto seu calor adentrar-me inteira... O fôlego é suspenso no fechar da porta, tira a roupa e me diz suave "sou seu"... Tomo coragem e vou a procurar de seu país... Nele cavalgo intensamente nas rédeas seguro firme, até vc desmanchar-se em minha boca... deliciosa tarde terminada com um laço no tênis...

Paula Tavares

Acordar com seus olhos verdes me olhando é a visão da paz,da minha paz,amore mio.

Elisângela Ferrante

Os meus olhos continuam verdes e lindos ta, quando quiser olhar no fundo deles denovo, veras que ainda brilham por voce!

Jessica Silva

Os olhos

Os olhos verdes são falsos
Os olhos azuis traiçoeiros
Os olhos pretos conquistáveis
Os olhos castanhos verdadeiros

Natasha Secioso

Título: Lascívia portentosa.

Um sangue contínuo transita no teatro que reforça seus olhos;
verdes ou azuis e num palco sem platéia,
quisera eu ser expectador deste ópio.

Existe uma cápsula morta que faz com que nos mantenhamos distantes,
que matemos com olhos vermelhos este tal obstante.

As raízes de teu rosto vangloriam o andar do sol que gira sobre a terra,
em meus mágicos estudos,
dança um sorriso de criança em plena primavera.

Escrevo sem linhas e por isso sou rotulado de réu,
triunfa com isso a esfera mais linda residindo em vila isabel;
galantes poemas para um airoso olhar,
com calafrios,
viso aqui lhe proclamar.

Sem desatinos prossigo admirando-a em todo maravilha,
sou um átomo que configura seu rosto em digna poesia;
todavia,
é de um detrimento elevado a tinta da caneta começar a falhar,
posto que encerro em teu castelo,
com seu magno gracejar.

Daniel Muzitano

OLHOS VERDES E O ROSTO DE MENINO
TEZ CLARA, SORRISO ENCABULADO
NOS ROSTO, LINHAS SUTIS, TRAÇOS MARCADOS
NO PEITO UM CORAÇÃO ALADO
E NA MENTE, SONHOS TRANCAFIADOS

06/01/2011 - Foi inspirado em alguém especial!

Estevan

Olhei em teus olhos verdes que de tão verdes me ofuscaram, senti por uma vez tua pele na minha, senti por uma vez teus lábios nos meus. Sorri. Te amei por alguns segundos, sofri por alguns dias e hoje estou aqui. 60 dias já se passaram. Me recuperei da queda, me reconstruiu e colei meu coração despedaçado. Indiretamente, me fizeste um bem danado. Aprendi que não podemos segurar alguém pra sempre, e que algumas pessoas tem que partir porque aqui não é o lugar delas. Agora eu sei que amor não se pede, não se troca, não se vende. Amor se dá, mesmo sem a certeza de que vai receber o mesmo em troca.

Annely Oliveira

Carolina

Era uma morena de olhos verdes. Tinha mãos delicadas e era um pouco baixa. Não tinha um belo sorriso, mas era simpática. Tinha o olhar sério como se carregasse o ódio do mundo inteiro dentro de si. Cabelos cacheados apenas nas pontas. Usava óculos e tinha o nariz meio curvado. Roía unhas e se achava um pouco acima de peso. Nem de longe era a mulher mais linda do mundo, nem de longe parecia um princesa, mas tinha curvas que era impossível de não se notar. Quando a conheci naquele fim de tarde, ela estava completamente sozinha. Tinha lágrimas nos olhos, eu a segurei em meus braços e afastei toda a dor. Compreendi e entendi seus erros. ELA ME MUDOU. Carolina era diferente das outras garotas de dezessete anos, tudo era um motivo para ser feliz. Ela acreditava demais nas pessoas. Queria mudar o mundo. Se revoltava com injustiças e se emocionava com simples gestos de amor. Ah, o amor...
O amor era seu alimento, sua fonte de energia, seu porto seguro, seu chão, seu tudo. Foi feita por amor apara o amor. Carolina não era de ferro nem de aço, mas era garota diferente, um ser humano especial, uma mulher maravilha, uma super-heroína, um menina cheia de erros bonitos.

Luiza Alves

Onde está?



Aquela mulher de silhueta esbelta e atraente.

De lindos olhos verdes.

De cabelo farto.

De pele macia e suave.

Com uns lábios quentes e húmidos.

Com uma voz melodiosa.

Com uns abraços acolhedores.

Aquela por quem um dia me deixei seduzir.

Aquela por quem um dia me apaixonei.

Aquela aquém um dia me entreguei de corpo e alma e fizemos Amor loucamente.

Aquela que me fez sentir a Verdadeira Felicidade.

Aquela que não me deu tempo para mostrar tudo o que sinto por ela.

Aquela que Amo como nunca amei ninguém...

Álvaro Vale

Qual é a cor dos seus olhos!?

Azul, Verde, Castanho, Mel, etc...

Pra mim não faz a mínima, pois tudo
o que vejo são com os olhos do coração!

Halyny Mainardes