Ofensa

Cerca de 158 frases e pensamentos: Ofensa

Dizer que eu te amo seria uma ofensa para o que eu realmente sinto.

Thalita B.

Meu orgulho é sempre maior que a ofensa.

L. S. Dias (Incontida)

Responder à ofensa com ofensa é como lavar a alma com lama! O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de se rebater.

Dalai Lama

“A ofensa é a virtude dos ignorantes. Se alguém lhe ofender, ignore, pois os tolos não sabem responder ao silêncio.“

Rafael H. Lolico

“O elogio que ilude é como uma ofensa que maltrata.”

Eddy Santos

Não saber onde está e não entender o que acontece a sua volta é uma ofensa a sua própria consciência e concepção como Ser humano pensante e livre, pois continua amarrado as cordas 'Guia' que todas as concepções de controle lhe impõe. Robert®

Robertson Lombardo Noronha

É preciso aprender que há uma grande diferença entre uma crítica e uma ofensa.

Christian V. Louis

Uns consideram a verdade como uma ofensa, uns como um privilégio, mas a verdade é acima de tudo a magnitude do caráter..
Em alguns momentos, quando sinto que necessito guardar certas verdades pra mim, quando ouso economizar as palavras, aproveito o meu próprio silêncio.. Aprecio a beleza das coisas que estão por trás das entrelinhas ..

Lubs__

O perdão é o remédio mais eficaz para suplantar a dor da ofensa e a maior demonstração de fé em Deus

Ary Campos

A pior ofensa que você pode fazer a uma garota decidida, confiante, inteligente e com muito amor próprio e se referir a ela como "namorada de fulano". Entendam temos identidade própria e nunca iremos ficar a sombra de "fulaninho".

Perla Andrade

Agressividade e ofensa são provas da falta de argumentos.

Quem não tem força nas palavras usa a força das mãos e da voz para ser ouvido. E por isso agride. E por isso xinga, grita.

Tainah Ferreira

O Tamanho da Mágoa ,em função da gravidade da Ofensa,é que define o merecimento do Perdão....

zelosilva

Quem é bom suporta a ofensa, Quem ama esquece.. Quem é bom faz o que pode, Quem ama faz o impossível...

Wilson Anselmo de Oliveira Júnior

Injustiça, acusações e difamação... O respeito acabou? A ofensa agora virou gratuidade? Cadê o amor próprio e principalmente o amor a quem diz amar?

Alle Corrêa

A ofensa que sofro me entristece. Mas a tristeza quando ofendo me esmaga!

Reinaldo Ribeiro - O Poeta do Amor

A indiferença é mais hostil que a ofensa.

koppe

Não é porque lhe perdoei que esqueci o que me fez. A ofensa já não me dói, mas sei até onde posso confiar em você.

Vivian Cristina Schlinz Rubio Baratto

Serviço a Deus sem amor ao próximo é ofensa ao Pai Eterno que em amor nos serviu a salvação, pela graça, por meio da fé em Seu Filho Amado.

Pr Javan Ferreira

Onde o Pecado Abundou



Por João Calvino

“Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rom 5.20,21)

“Sobreveio a lei para que o delito sobressaísse.” O que a apóstolo afirma aqui depende de sua observação anterior, ou seja: que o pecado existiu antes que a lei fosse promulgada. Quando este ponto é estabelecido, então surge, imediatamente, a pergunta: "Então, com que propósito a lei nos foi dada?" Portanto, era indispensável que esta dificuldade fosse também resolvida. Contudo, visto que não tivera oportunidade, naquela ocasião, de apresentar uma digressão mais extensa, então prorrogou sua consideração para a presente passagem. Ele agora mostra, suficientemente, que a lei entrou [em cena] a fim de que o pecado pudesse sobressair. Ele não está aqui descrevendo todo o uso e função da lei, mas trata só daquela parte que servia ao seu presente propósito. A fim de estabelecer a graça de Deus, ele afirma que era indispensável que a destruição dos homens fosse-lhes mais nitidamente revelada. Em verdade, os homens já se achavam naufragados antes mesmo que a lei fosse promulgada; porém, visto que eles aparentemente sobreviviam, mesmo em sua destruição, achavam-se submersos nas profundezas, a fim de que seu livramento parecesse ainda mais extraordinário quando, ao contrário da expectativa humana, emergissem dos dilúvios que os subvertiam. Não é ilógico concluir que a lei fora em parte promulgada em razão de que ela pudesse outra vez condenar as mesmas pessoas que uma vez já haviam sido condenadas. Seremos plenamente justificados em usar todos e quaisquer meios para trazer os homens, e até mesmo forçá-los pela comprovação de sua culpabilidade, a ter consciência de sua própria impiedade.

“Onde o pecado transbordou”. É bem notório o método geral de interpretar-se esta passagem desde os tempos de Agostinho. Quando a concupiscência é reprimida pelas restrições da lei, a mesma é intensamente estimulada. Há no homem inerente tendência de esforçar-se por fazer aquilo que lhe é proibido. Mas acredito que aqui a referência é simplesmente ao aumento do conhecimento e à intensificação da obstinação, porquanto o pecado é, pela lei, exposto aos olhos humanos, de modo que se veem constantemente compelidos a ter consciência da condenação que lhes está reservada. Assim o pecado, que de outra forma seria por eles completamente desdenhado, toma posse de suas consciências. Agora que a lei já foi promulgada, e a vontade de Deus, que brutalmente pisoteavam sob a planta de seus pés, se torna conhecida, aqueles que antes simplesmente desrespeitavam as fronteiras da justiça, agora chegam ao cúmulo de desdenhar da autoridade divina. Segue-se disto que o pecado é intensificado pela lei, visto que a autoridade do Legislador é então menosprezada e sua majestade, degradada.

“A graça se mostrou plena infinitamente”. A graça veio em auxílio do gênero humano depois que o pecado subjugou a todos, e a todos manteve sob seu domínio. Paulo, pois, nos ensina que a extensão da graça é ainda mais admiravelmente revelada, visto ser derramada mui copiosamente à medida que o pecado a tudo pervade, não só para conter a avalanche do pecado, mas também para que ela o destrua completamente. Aprendemos deste fato que nossa condenação não nos é exibida pela lei com o propósito de fazer-nos continuar nela, mas com o fim de familiarizar-nos intimamente com nossa própria miséria, bem como para guiar-nos a Cristo, o qual nos foi enviado como Médico ao encontro de nossa enfermidade, como Libertador ao encontro de cativos, como Consolador ao encontro de aflitos e como Defensor ao encontro de oprimidos [Is 61.1].

“Para que, como o pecado reinou para a morte, assim também reinasse a graça através da justiça”. Como o pecado é descrito em termos de aguilhão da morte, visto que esta não tem poder algum sobre os homens exceto em decorrência do pecado, assim ele executa seu domínio por meio da morte. É por isso que se nos diz que ele exerce seu domínio por meio da morte. Na última cláusula, a ordem das palavras é confusa, porém não involuntariamente. Se Paulo houvera dito "a fim de que a justiça viesse a reinar por meio de Cristo", seu contraste teria sido direto. Entretanto, ele não se sentia satisfeito em comparar os opostos, e então acrescenta a palavra graça, de modo a imprimir ainda mais profundamente em nossa memória a verdade de que toda a nossa justiça não tem sua procedência em nossos próprios méritos, e, sim, na divina generosidade. Ele previamente dissera que a morte mesma havia reinado. Ele agora atribui ao pecado o conceito de reinado. Mas o fim ou efeito do pecado é a morte. Afirma que ele reinou no passado, não porque cessou de reinar naqueles que são nascidos somente da carne, senão que distingue entre Adão e Cristo de tal forma como a designar a cada um o seu próprio tempo. Portanto, tão logo a graça de Cristo começa a prevalecer nos indivíduos, o reinado do pecado e da morte também cessa.

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Comentário dos livros do Velho Testamento:
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Comentário do Novo Testamento:
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Escatologia (tempo do fim):
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Calvino

Entre os seres humanos, ser chamado de "cachorro" era ofensa. Acho que hoje, entre os animais, (sim, eles conversam!) ser chamado de "humano" ´e completamente imoral!

Katia Lima