O que você Faria

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Quizesse eu um dia ter você para mim, como um dia fosse mes, e mes fosse anos, sendo séculos o amor será eterno.

Salvador Faria

Se hasteias a bandeira da alegria nunca deixem que a desfraldem diante dos teus olhos, caminhe em frente sustentando-a com todo vigor

Salvador Faria

Se uma coisa te incomoda na vida, tente não pensar nela...
Se ela te persegue todos os dias, tente desviar do seu caminho...
Se ela está presente cada vez que vc acessa o facebook..
Ai meu caro..... melhor não completar a frase!!!!!

Salvador Faria

Nada como um dia após o ontem,
A vida ensina, e quanto mais aprende menos se sabe,
Quando se sabe, melhor seria dividir...dividir o que não sabe?
Aprender, se dedicar
Um dia a vitoria será conquistada!

Salvador Faria

Sinto um aperto, saudade
Sinto um sopro, esperança
Sinto seu Cheiro, vontade
Sinto no vento, mudança.

Salvador Faria

Meus bichos amigos,
São pássaros, cachorros.
Meus amigos bichos,
São feras !!!

Salvador Faria

Como é que voce quer que eu sofra por alguem que é feliz sem mim ?

Mariem Faria

Na vida temos as oportunidades:
de brincar quanto é tempo
de estudar para aprender e saber
de ensinar para crescer
de amar para viver
de criar para ser
de ler para escrever
de ter para doar
de sonhar para realizar
de fazer para não arrepender
de agir para superar
Então, melhor não perder tempo.

Salvador Faria

Se você espera uma resposta de alguem, aprenda que o silencio é a pior resposta

Salvador Faria

Se temperares a tua vida com amor, obterás gosto no viver. Como sal é para os alimentos.

Thoy Faria

Kierkegaard

Kierkegaard é um dos raros autores cuja vida exerceu profunda influência no desenvolvimento da obra. As inquietações e angústias que o acompanharam estão expressas em seus textos, incluindo a relação de angústia e sofrimento que ele manteve com o cristianismo – herança de um pai extremamente religioso, que cultuava a maneira exacerbada os rígidos princípios do protestantismo dinamarquês, religião de Estado.

Sétimo filho de um casamento que já durava muitos anos – nasceu em 1813, quando o pai, rico comerciante de Copenhague, tinha 56 e a mãe 44 –, chamava a si mesmo de "filho da velhice" e teria seguido a carreira de pastor caso não houvesse se revelado um estudante indisciplinado e boêmio. Trocou a Universidade de Copenhague, onde entrara em 1830 para estudar filosofia e teologia, pelos cafés da cidade, os teatros, a vida social.

Foi só em 1837, com a morte do pai e o relacionamento com Regina Oslen (de quem se tornaria noivo em 1840), que sua vida mudou. O noivado, em particular, exerceria uma influência decisiva em sua obra. A partir daí seus textos tornaram-se mais profundos e seu pensamento, mais religioso. Também em 1840 ele conclui o curso de teologia, e um ano depois apresentava "Sobre o Conceito de Ironia", sua tese de doutorado.

Esse é o momento da segunda grande mudança em sua vida. Em vez de pastor e pai de família, Kierkegaard escolheu a solidão. Para ele, essa era a única maneira de vivenciar sua fé. Rompido o noivado, viajou, ainda em 1841, para a Alemanha. A crise vivida por um homem que, ao optar pelo compromisso radical com a transcendência, descobre a necessidade da solidão e do distanciamento mundano, está em Diários.

Na Alemanha, foi aluno de Schelling e esboça alguns de seus textos mais importantes. Volta a Copenhague em 1842, e em 1843 publica A Alternativa, Temor e Tremor e A Repetição. Em 1844 saem Migalhas Filosóficas e O Conceito de Angústia. Um ano depois, é editado As Etapas no Caminho da Vida e, em 1846, o Post-scriptum a Migalhas Filosóficas. A maior parte desses textos constitui uma tentativa de explicar a Regina, e a ele mesmo, os paradoxos da existência religiosa. Kierkegaard elabora seu pensamento a partir do exame concreto do homem religioso historicamente situado. Assim, a filosofia assume, a um só tempo, o caráter socrático do autoconhecimento e o esclarecimento reflexivo da posição do indivíduo diante da verdade cristã.

Polemista por excelência, Kierkegaard criticou a Igreja oficial da Dinamarca, com a qual travou um debate acirrado, e foi execrado pelo semanário satírico O Corsário, de Copenhague. Em 1849, publicou Doença Mortal e, em 1850, Escola do Cristianismo, em que analisa a deterioração do sentimento religioso. Morreu em 1855.

Filósofo ou Religioso?
A posição de Kierkegaard leva algumas pessoas a levantar dúvidas a respeito do caráter filosófico de seu pensamento. Pra elas, tratar-se-ia muito mais de um pensador religioso do que de um filósofo. Para além das minúcias que essa distinção envolveria, cabe verificar o que ela pode trazer de esclarecedor acerca do estilo de pensamento de Kierkegaard. Pode-se perguntar, por exemplo, quais as questões fundamentais que lhe motivam a reflexão, ou, então, qual a finalidade que ele intencionalmente deu à sua obra.

Estamos habituados a ver, na raiz das tentativas filosóficas que se deram ao longo da história, razões da ordem da reforma do conhecimento, da política, da moral. Em Kierkegaard não encontramos, estritamente, nenhuma dessas motivações tradicionais. Isso fica bem evidenciado quando ele reage às filosofias de sua época – em especial à de Hegel. Não se trata de questionar as incorreções ou as inconsistências do sistema hegeliano. Trata-se muito mais de rebelar-se contra a própria idéia de sistema e aquilo que ela representa.

Para Hegel, o indivíduo é um momento de uma totalidade sistemática que o ultrapassa e na qual, ao mesmo tempo, ele encontra sua realização. O individual se explica pelo sistema, o particular pelo geral. Em Kierkegaard há um forte sentimento de irredutibilidade do indivíduo, de sua especificidade e do caráter insuperável de sua realidade. Não devemos buscar o sentido do indivíduo numa harmonia racional que anula as singularidades, mas, sim, na afirmação radical da própria individualidade.

De onde provém, no entanto, essa defesa arraigada daquilo que é único? Não de uma contraposição teórico-filosófica a Hegel, mas de uma concepção muito profunda da situação do homem, enquanto ser individual, no mundo e perante aquilo que o ultrapassa, o infinito, a divindade. A individualidade não deve portanto ser entendida primordialmente como um conceito lógico, mas como a solidão característica do homem que se coloca como finito perante o infinito. A individualidade define a existência.

Para Kierkegaard, o homem que se reconhece finito enquanto parte e momento da realização de uma totalidade infinita se compraz na finitude, porque a vê como uma etapa de algo maior, cujo sentido é infinito. Ora, comprazer-se na finitude é admitir a necessidade lógica de nossa condição, é dissolver a singularidade do destino humano num curso histórico guiado por uma finalidade que, a partir de uma dimensão sobre-humana, dá coerência ao sistema e aplaca as vicissitudes do tempo.

Mas o homem que se coloca frente a si e a seu destino desnudado do aparato lógico não se vê diante de um sistema de idéias mas diante de fatos, mais precisamente de um fato fundamental que nenhuma lógica pode explicar: a fé. Esta não é o sucedâneo afetivo daquilo que não posso compreender racionalmente; tampouco é um estágio provisório que dure apenas enquanto não se completam e fortalecem as luzes da razão. É, definitivamente, um modo de existir. E esse modo me põe imediatamente em relação com o absurdo e o paradoxo. O paradoxo de Deus feito homem e o absurdo das circunstâncias do advento da Verdade.

Cristo, enquanto Deus tornado homem, é o mediador entre o homem e Deus. É por meio de Cristo que o homem se situa existencialmente perante Deus. Cristo é portanto o fato primordial para a compreensão que o homem tem de si. Mas o próprio Cristo é incompreensível. Não há portanto uma mediação conceitual, algum tipo de prova racional que me transporte para a compreensão da divindade. A mediação é o Cristo vivo, histórico, dotado, e o fato igualmente incompreensível do sacrifício na cruz. Aqui se situam as circunstâncias que fazem do advento da Verdade um absurdo: a Verdade não nos foi revelada com as pompas do conceito e do sistema. Ela foi encarnada por um homem obscuro que morreu na cruz como um criminoso. O acesso à Verdade suprema depende pois da crença no absurdo, naquilo que São Paulo já havia chamado de "loucura". No entanto, é o absurdo que possibilita a Verdade. Se permanecesse a distância infinita que separa Deus e o homem, este jamais teria acesso à Verdade. Foi a mediação do paradoxo e do absurdo que recolocou o homem em comunicação com Deus. Por isso devemos dizer: creio porque é absurdo. Somente dessa maneira nos colocamos no caminho da recuperação de uma certa afinidade com o absoluto.

Não há, portanto, outro caminho para a Verdade a não ser o da interioridade, o aprofundamento da subjetividade. Isso porque a individualidade autêntica supõe a vivência profunda da culpa: sem esse sentimento, jamais nos situaremos verdadeiramente perante o fato da redenção e, conseqüentemente, da mediação do Cristo.

O Sofrimento Necessário
A subjetividade não significa a fuga da generalidade objetiva: ao contrário, somente aprofundando a subjetividade e a culpa a ela inerente é que nos aproximaremos da compreensão original de nossa natureza: o pecado original. E a compreensão irradia luz sobre a redenção e a graça, igualmente fundamentais para nos sentirmos verdadeiramente humanos, ou seja, de posse da verdade humana do cristianismo. A autêntica subjetividade, insuperável modo de existir, se realiza na vivência da religiosidade cristã.

A subjetividade de Kierkegaard não é tributária apenas da atmosfera romântica que envolvia sua época. Seu profundo significado a-histórico tem a ver, mais do que com essa característica do Romantismo, com uma concepção de existência que torna todos os homens contemporâneos de Cristo. O fato da redenção, embora histórico, possui uma dimensão que o torna referência intemporal para se vivenciar a fé. O cristão é aquele que se sente continuamente em presença de Deus pela mediação do Cristo. Por isso a religião só tem sentido se for vivida como comunhão com o sofrimento da cruz. Por isso é que Kierkegaard critica o cristianismo de sua época, principalmente o protestantismo dinamarquês, penetrado, segundo ele, de conceituação filosófica que esconde a brutalidade do fato religioso, minimiza a distância entre Deus e o homem e sufoca o sentimento de angústia que acompanha a fé.

Essa angústia, no entender de Kierkegaard, estaria ilustrada no episódio do sacrifício de Abraão. Esse relato bíblico indica a solidão e o abandono do indivíduo voltado unicamente para a vivência da fé. O que Deus pede a Abraão – que ele sacrifique o único filho para demonstrar sua fé – é absurdo e desumano segundo a ética dos homens.

Não se trata, nesse caso, de optar entre dois códigos de ética, ou entre dois sistemas de valores. Abraão é colocado diante do incompreensível e diante do infinito. Ele não possui razões para medir ou avaliar qual deve ser sua conduta. Tudo está suspenso, exceto a relação com Deus.

O Salto da Fé
Abraão não está na situação do herói trágico que deve escolher entre valores subjetivos (individuais e familiares) e valores objetivos (a cidade, a comunidade), como no caso da tragédia grega. Nada está em jogo, a não ser ele mesmo e a sua fé. Deus não está testando a sabedoria de Abraão, da mesma forma como os deuses testavam a sabedoria de Édipo ou de Agamenon. A força de sua fé fez com que Abraão optasse pelo infinito.

Mas, caso o sacrifício se tivesse consumado, Abraão ainda assim não teria como justificá-lo à luz de uma ética humana. Continuaria sendo o assassino de seu filho. Poderia permanecer durante toda a vida indagando acerca das razões do sacrifício e não obteria resposta. Do ponto de vista humano, a dúvida permaneceria para sempre. No entanto Abraão não hesitou: a fé fez com que ele saltasse imediatamente da razão e da ética para o plano do absoluto, âmbito em que o entendimento é cego. Abraão ilustra na sua radicalidade a situação de homem religioso. A fé representa um salto, a ausência de mediação humana, precisamente porque não pode haver transição racional entre o finito e o infinito. A crença é inseparável da angústia, o temor de Deus é inseparável do tremor.

Por tudo o que a existência envolve de afirmação de fé, ela não pode ser elucidada pelo conceito. Este jamais daria conta das tensões e contradições que marcam a vida individual. Existir é existir diante de Deus, e a incompreensibilidade da infinitude divina faz com que a consciência vacile como diante de um abismo. Não se pode apreender racionalmente a contemporaneidade do Cristo, que faz com que a existência cristã se consuma num instante e ao mesmo tempo se estenda pela eternidade. A fé reúne a reflexão e o êxtase, a procura infindável e a visão instantânea da Verdade; o paradoxo de ser o pecado ao mesmo tempo a condição de salvação, já que foi por causa do pecado original que Cristo veio ao mundo. Qualquer filosofia que não leve em conta essas tensões, que afinal são derivadas de estar o finito e o infinito em presença um do outro, não constituirá fundamento adequado da vida e da ação. A filosofia deve ser imanente à vida. A especulação desgarrada da realidade concreta não orientará a ação, muito simplesmente porque as decisões humanas não se ordenam por conceitos, mas por alternativas e saltos.

Mayara Faria

AS ESTRELAS EM NOSSAS VIDAS

Existem milhões de estrelas que brilham no céu, algumas são estrelas muito importantes, elas servem para iluminar outros planetas, mas tem aquelas que aparecem para iluminar nossos caminhos...

Essas estrelas tem uma luz especial...

Uma pequena luz passa por nossas vidas e as vezes despercebidas, mas ela tem uma presença tão significativa, que nem sempre damos conta da sua verdadeira importância, ela começa iluminar com uma pequena fagulha e vai crescendo aos poucos, isso porque junta-se com outras estrelas para deixar nossas vidas e nossos caminhos cheio de grandes alegrias.

Algumas estrelas nos trazem grandes surpresas, enchem nossas vidas de grande felicidade, quando nascemos e estão sempre nos iluminando com a sua presença e nos ajudando em tudo, desde nossos primeiros passos e em nossos caminhos que são nossos PAIS, pena que essas estrelas às vezes se apagam e nos deixam para seguirmos em frente com a luz irradiada pelo seu carinho, amizade, e o amor que nos dedicaram.

Porém, vamos encontrar muitas outras estrelas durante essa jornada, que certamente vão ser muito especiais para nós, elas serão nossos irmãos, tios, primos, amigos, filhos, netos e amores inesquecíveis.

Muitas outras estrelas passarão como CADENTES, somente veremos um facho de sua luz, mas não vamos ter o prazer de sentir seu calor por muito tempo, elas estarão lá somente para nos inspirar pelos seu exemplo, mas estão muito além da nossa velocidade.

Muitas estrelas ficaram lá paradas em seus cantos, mas sempre estão prontas para te ajudar mesmo que você nem fique sabendo.

Sabemos que tem estrelas que ficam do nosso lado, mas que sua luz está direcionada para iluminar outros caminhos, mesmo que você queira caminhar junto com ela, já tem outra pessoa e o máximo que vai conseguir é a sombra que ela deixará para você.

O mais importante é saber que neste CÉU tem milhões delas, tem estrelas que se não tomarmos o devido cuidado podem nos queimar e fazer mal, e outras que nos deixarão saudades para o resto de nossas vidas, assim são todas as estrelas que estão hoje aqui reunidas, todas com a mesma intenção de nos deixar mais iluminados com suas amizades e a sua DEDICAÇÃO ao próximo, fazendo com que seja também um GRANDE CÉU, e que todas essas pequenas estrelas que estão nascendo, neste momento, BRILHEM PARA SEMPRE.
Hoje tivemos o prazer de conhecer grandes estrelas, e aprender com elas, que DEUS nossa estrela maior, continue agraciar com sua luz para que nunca nos falte sua companhia, que nos de forças para continuar nesta grande jornada, de formar novas estrelas.
Amigos, façamos com que a nossa estada nesse planeta seja trânqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora, possamos também irradiar a nossa luz própria para outros possam ser iluminados por nós, para que possamos deixar saudades e boas recordações para todos aqueles que prosseguirem no infinito CÉU de grandes pessoas.

Salvador Faria

OLHE PARA CIMA

Tem tudo para ser feliz filha minha
O que vai provar com todo esse orgulho?
Não demonstra muito sentimento,
Porém vive a sofrer calada,
Divida esse cargo, essa luta também é minha

Sempre sonhou, mas nunca vivenciou
Porquê insiste nesse caminho?
Chegaria muito mais longe, se quisesse
Porém não me deixa ajudá-la
Já se esqueceu quem eu sou

Prenda a respiração, pois mais fundo estás
Consegues enxergar minha mão?
Já lhe disse: não importa o abismo, eu irei para te buscar
Olhe outra vez, segure minha mão
Não irei lhe soltar de novo

Seu lindo rosto ainda mostra você
Ainda se lembra de quem és?
Ama com um olhar
Fala com um sorriso
És muito mais, és tudo pra mim

Douglas Faria

ME APAIXONEI

Meu coração escolheu você para se apaixonar
Desde aquele dia quando nossos caminhos se cruzaram
Que a vi pela primeira vez, com um sorriso tão lindo
Os batimentos do meu coração ficaram mais intensos, me apaixonei

Eu quero estar contigo agora, só penso em você
Que mudou minha vida quando sorriu pra mim
Parece um anjo, é mais que um sonho, um sonho lindo
Eu quero estar agora com quem me apaixonei

É tão lindo quando a tenho em meus sonhos
Mas é muito triste porque só posso tê-la em meus sonhos
Eu não sei onde te encontrar, nem sei se vou encontrá-la
Mas um dia te encontrei e desde então me apaixonei

Douglas Faria

ELE NÃO MUDOU, SÓ APRENDEU A MENTIR

Tinha algo a dizer na noite que partiu
Fui atrás resgatar o que levou de mim
Meus sonhos, minha paz, minha vida...
Mas me deixou sozinha aqui

Por quê voltou, prometendo que mudaria?
Não foi suficiente minha forma de amar?
Tudo que fiz foi para te fazer feliz
Mesmo assim preferiu outra vez me enganar

Lembro no que aconteceu, mas perdoei
Raiva tive, triste fiquei, nova chance lhe dei
E outra vez acreditei que mudaria
Mas agora sei, fui eu que errei

Douglas Faria

VOCÊ É REAL

Perco tempo e me perco
Acho que não acho o que procuro
Ontem a noite eu tinha uma certeza
Sem estar lúcido encontrei minha fraqueza
Tenho você, mas não é real
Afinal, o que faz você real?
Nunca esteve aqui, não sinto você aqui
Vive viajando em meu sonho
Arranca meu coração e devolve medonho
Ouço a sua fala, observo seu olhar
Não sei o que quer de mim

Passo tempo e me levo
Junto a ti eu me encontro
De dia caminhas comigo de mãos dadas
Sóbrio da paixão que me cegou noite passada
Ainda tenho você, quero que seje real
Afinal, o que faz você real?
Quero que esteje aqui, quero sentir você aqui
Passeia em minha mente
Traga meu coração, mas saiba que é todo seu
Ouça eu te chamar, olhe em meus olhos
Torne-se real para mim

Douglas Faria

SEJA TUDO ESSE AMOR

Um rosto lindo, com sorriso que encanta mais que o arco-íris que desenhei no papel
Olhos tão brilhantes, que conseguem iluminar mais que as estrelas lá do céu
Sua doce voz, mais bela que o canto dos pássaros que voam junto no verão
Não há ninguém mais linda do que aquela que me mostrou a verdadeira paixão

Vou sonhando, com você. Minha amada, vamos juntos.
Viajando, em meus sonhos. Podemos ser, tudo que quisermos.
Seja eterno, esse amor. Seja lindo, esse amor.
Seja tudo, esse amor. Seja o que tiver de ser.

Douglas Faria

O CANTO DOS PÁSSAROS

Hoje de manhã não a vi na cama, estava na janela olhando os pássaros cantando. Reflexiva, não parava de observá-los. Parece que eles fazem lembrar do dia em que casamos, como fora especial. Seu rosto lindo transparecia a felicidade do momento que vivenciamos, doce momento, que a alegria contagiava a todos que ali estavam, triste nostalgia, que faz com que a lembrança nos deixe perto dos momentos bons e ao mesmo tempo longe para voltar a vivê-los. Pois nesse mesmo dia, tínhamos algo especial, que era fruto de nossa união.

Será que iremos, um dia, entender o por que disso? Perdas nos deixam mais fortes, a tendência é de nos prepararmos na próxima rasteira, porém ficamos mais frios, quem volta a amar quando lhe arrancam o coração? O tempo trará essas respostas e levará as cinzas que ficaram no caminho. Pois continuaremos a andar.

Volte para cama, o passado nos molda para viver o presente preparando o futuro. Amanhã ao acordar, verá que os pássaros voltarão a cantar e dessa vez será para nós vermos que tudo se renova, e assim juntos cantaremos.

Douglas Faria

LIGADA A MIM

Lhe dei corda para que pudesse subir e você voou
Assim preferiu, ganhar novos ares, então partiu
Aonde o vento lhe levar, permitirás
Até que possa encontrar seus sonhos

O vento sopra e te leva pra lá e pra cá
Cuido para que não se soltes de mim
Pois há algo que nos liga
Assim permanecerei cuidando de ti

Quando não puder mais suportar o forte vento
Estarei pronto para lhe mostrar o caminho a voltar
Se assim não puder com suas próprias forças
Irei ao seu encontro para te buscar

Lhe dei impulso para poder subir
Me mantive distante para de longe lhe guardar
Mais quando quiser voltar
Sempre a tenho ligada à mim

Douglas Faria