O Morro dos Ventos Uivantes

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Minhas grandes tristezas neste mundo, têm sido as tristezas de Heathcliff: ele é a minha finalidade de viver. Se tudo mais perecesse e ele ficasse, isto bastaria para que eu continuasse a viver.

Emily Brontë

Se o amor dela morresse, eu arrancaria seu coração do peito e beberia seu sangue..

Emily Brontë - O Morro dos Ventos Uivantes

as vezes Os ventOs que nOs tiram algO que amamOs saO Os mesmOs que nOs trazem algO que aprendemOs a amar...existem pessOas que amam O pOder e axistem pessOas que tem O pOder de amar...

Bob Marley

Experimentando a manhã dos galos


... poesias, a poesia é

- é como a boca
dos ventos
na harpa

nuvem
a comer na árvore
vazia que
desfolha a noite

raíz entrando
em orvalhos...

floresta que oculta
quem aparece
como quem fala
desaparece na boca

cigarra que estoura o
crepúsculo
que a contém

o beijo dos rios
aberto nos campos
espalmando em álacres
os pássaros

- e é livre
como um rumo
nem desconfiado...

Manoel de Barros

"Que eu não esqueça que a subida mais escarpada
e mais à mercê dos ventos, é sorrir de alegria."

Clarice Lispector

Nunca lhe confessei abertamente o meu amor mas, se é verdade que os olhos falam, até um idiota teria percebido que eu estava perdidamente apaixonado.

Livro O Morro dos Ventos Uivantes por Emily Brönte (Ellis Bell).

Morro em cada noite para ressuscitar em cada manhã. (...) Cada noite em que se entra é aquela da Santíssima Agonia....

Georges Bernanos

Morro de sede junto à fonte. Nada me é certo além da coisa incerta.

François Villon

Nesse intante a porteira do jardim foi aberta.O casal estava voltando.
- Eles não tem medo de nada juntos, desafiaram satánas e todas legiões .

Trecho- morro dos ventos uivantes

"Tu me amavas... que direito tinhas então de me deixar?" [

O Morro dos Ventos Uivantes

"Oh, meu Deus, é impossível! Eu não posso viver sem a minha vida! Eu não posso viver sem a minha alma!"

O Morro dos Ventos Uivantes

Geometria dos ventos

Eis que temos aqui a Poesia,
a grande Poesia.
Que não oferece signos
nem linguagem específica, não respeita
sequer os limites do idioma. Ela flui, como um rio.
como o sangue nas artérias,
tão espontânea que nem se sabe como foi escrita.
E ao mesmo tempo tão elaborada -
feito uma flor na sua perfeição minuciosa,
um cristal que se arranca da terra
já dentro da geometria impecável
da sua lapidação.
Onde se conta uma história,
onde se vive um delírio; onde a condição humana exacerba,
até à fronteira da loucura,
junto com Vincent e os seus girassóis de fogo,
à sombra de Eva Braun, envolta no mistério ao mesmo tempo
fácil e insolúvel da sua tragédia.
Sim, é o encontro com a Poesia.

(Poesia feita em homenagem ao poema Geometrida dos Ventos de Álvaro Pacheco)

Rachel de Queiroz

As esplêndidas fortunas - como os ventos impetuosos - provocam grandes naufrágios.

Plutarco

Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais competentes.

Edward Gibbon

Seja qual for a matéria de que as nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais.

O Morro Dos Ventos Uivantes (Emily Brontë)

Mas o meu amor por Heathcliff é como as penedias que nos sustentam: podem não ser um deleite para os olhos, mas são imprescindíveis.

O Morro Dos Ventos Uivantes (Emily Brontë)

Eu amo o meu assassino... Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?

Catherine - O Morro dos Ventos Uivantes

“Uma coisa que a vida me ensinou é que se eu não morro de ressaca eu vou lá morrer de amor?!”

Tati Bernardi

Se regar demais eu morro. Se regar de menos eu morro. Se regar na medida eu morro de tédio porque não nasci pra flor.

Tati Bernardi

“Escrevo isso e choro. Porque quero tanto e não quero tanto. Porque se acabar morro. Porque se não acabar morro. Porque sempre levo um susto quando te vejo e me pergunto como é que fiquei todos esses anos sem te ver. Porque você me entedia e dai eu desvio o rosto um segundo e já não aguento de saudade. E descubro que não é tédio mas sim cansaço porque amar é uma maratona no sol e sem água. E ainda assim, é a única sombra e água fresca que existe. Mas e se no primeiro passo eu me quebrar inteira? E se eu forçar e acabar pra sempre sem conseguir andar de novo? Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações. Eu tenho medo da minha cabeça rolar, dos meus braços se desprenderem, do meu estômago sair pelos olhos. Eu tenho medo de deixar de ser filha, de deixar de ser amiga, de deixar de ser menina, de deixar de ser estranha, de deixar de ser sozinha, de deixar de ser triste, de deixar de ser cínica. Eu tenho muito medo de deixar de ser.”
— O amor chega em uma hora,

Tati Bernardi