Não me Engane

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A beleza faz com que os olhos se impressionem, o cérebro se engane e o coração se apaixone...

Miky MacLovin

Basta só me agradar que o que vc gosta ta mão.

Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.

Eduardo Costa

Se você quer vagabundar, não sou eu que vou condenar. Só não engane uma mulher na maior parte de seus anos férteis, não é legal.

Hank Moody (Californication)

Não se engane com um simples sorriso, os falsos também sabem sorrir...

Bárbara Coré

Não se engane pela aparência, porque a pessoa se expressa de uma forma humilde quer dizer que ela seja humilde, mas não olhe assim, a humildade você conhece pela atitude, se essa pessoa trata todos iguais, sem acepção de pessoas, sem exaltar um mais que o outro, isso que é humildade, olhar pra todos de uma forma igual, com o mesmo merecimento.

Maicon Carvalho

Não se engane garotinha. Mesmo que ele fale coisas bonitas, suas ações demonstram outra coisa. Cai na real, pode cair de boca, e até cair por cima, mas não caia de cabeça, não vá de coração aberto pois ele mesmo não abre o coração. Ele abre o corpo, o calor e nada mais, acredite é isso que conseguirá. Acorda garotinha, você é a regra e não a exceção.

Érica Andrade

Não se engane, enquanto o amor fala, o ódio grita, a quem tens dado ouvido?
Nenhuma fofoca, muito menos as palavras cheias de ódio e inveja, elas não podem apagar nem sufocar o que foi dito pelo coração. As palavras ditas pelo coração sempre devem ter peso maior, não é matemática, mas os resultados serão sempre positivos.

Anderson Alves

Comentário de 2 Tessalonicenses 2.3

Por João Calvino

“Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,” (2 Tessalonicenses 2.3)

“Ninguém vos engane”. A fim de que não prometessem a si mesmos infundadamente a vinda do alegre dia da redenção em tão curto espaço de tempo, Paulo lhes apresenta uma melancólica descrição quanto à futura dispersão da Igreja. Este discurso corresponde plenamente ao que Cristo fez em presença dos seus discípulos, quando estes lhe perguntaram a respeito do fim do mundo. Pois ele os exorta a se prepararem para suportar duros combates (Mt 24.6); e, depois de discursar acerca da mais terrível, prévia e inaudita das calamidades, pela qual a terra seria reduzida praticamente a um deserto, ele acrescenta que o fim ainda não está próximo, mas que estas coisas são os princípios das dores. Do mesmo modo, Paulo declara que os crentes devem exercer guerra por um longo período, antes de alcançarem um triunfo.
Contudo, aqui temos uma passagem notável, e que é, no mais alto grau, digna de observação. Esta era uma terrível e perigosa tentação, que poderia abalar até os mais confirmados, e fazê-los escorregar – ver a Igreja, que tivera, por meio de tantos trabalhos, se levantado gradualmente e com dificuldade até certa posição considerável, abater-se repentinamente, como se afundada por uma tempestade. Portanto, Paulo fortalece de antemão as mentes, não apenas dos tessalonicenses, mas de todos os que são piedosos, para que, quando a Igreja viesse a estar em uma condição dispersa, eles não ficassem alarmados, como se isto fosse algo novo e inesperado.
Como, porém, os intérpretes têm distorcido esta passagem de várias maneiras, devemos antes de tudo nos esforçar por determinar o verdadeiro sentido de Paulo. Ele afirma que o dia de Cristo não virá, enquanto o mundo não tiver caído em apostasia, e o reinado do Anticristo ser estabelecido na Igreja; pois, quanto à exposição que alguns têm dado a respeito desta passagem, como se referindo à queda do Império Romano, é simplória demais para exigir uma refutação extensa. Também fico surpreso de que tantos escritores, em outros aspectos instruídos e perspicazes, tenham incorrido em erro em um assunto que é tão fácil – não fosse que, quando alguém comete um erro, outros o sigam em bandos sem consideração. Portanto, Paulo emprega o termo apostasia no sentido de um abandono traiçoeiro de Deus, e isto não por parte de um ou alguns indivíduos, e sim como algo que se estenderia em toda a parte entre uma grande multidão de pessoas. Pois, quando apostasia é mencionada sem qualquer complemento, não pode ser restringida a poucos. Ora, ninguém pode ser denominado apóstata, senão aqueles que anteriormente fizeram uma confissão acerca de Cristo e do evangelho. Portanto, Paulo prediz certa revolta geral da Igreja visível. “A Igreja deve ser reduzida a um assustador e horrível estado de ruína, antes que sua plena restauração seja efetuada.”
A partir disto podemos prontamente deduzir quão útil é esta predição de Paulo , pois poderia parecer que não pudesse ser um edifício de Deus, aquilo que fosse subitamente subvertido, e permanecesse por tanto tempo em ruínas, se Paulo não tivesse muito antes sugerido que isto seria assim. Mais ainda, muitos nos dias atuais, quando consideram consigo mesmos a dispersão de longo tempo da Igreja, começam a vacilar, como se isto não tivesse sido determinado pelo propósito de Deus. Os romanistas também, com vistas a justificar a tirania do seu ídolo, fazem uso deste pretexto – que não era possível que Cristo desamparasse a sua esposa. Contudo, os fracos têm algo aqui em que se apoiar, quando aprendem que o estado inconveniente das coisas que contemplam na igreja foi há muito predito; enquanto, por outro lado, a impudência dos romanistas é abertamente desmascarada, porquanto Paulo declara que ocorrerá uma revolta, quando o mundo for trazido sob a autoridade de Cristo. Ora, veremos em breve por que o Senhor permitiu que a Igreja, ou ao menos o que parecia ser tal, decaísse de maneira tão vergonhosa.
“Se manifeste o homem do pecado”. Não era melhor do que uma fábula de velhas o que se concebeu a respeito de Nero; que ele fora arrebatado do mundo, destinado a voltar novamente para afligir a Igreja através da sua tirania; e, contudo, as mentes dos antigos estavam tão enfeitiçadas, que eles imaginavam que Nero seria o Anticristo. Contudo, Paulo não fala só de um indivíduo, mas de um reino, que seria apoderado por Satanás, para que ele estabelecesse um trono de abominação em meio ao templo de Deus, o que vemos cumprido no papado. É verdade que a rebelião se espalhou mais extensamente, pois Maomé, como era um apóstata, desviou de Cristo os turcos, seus seguidores. Todos os hereges têm quebrado a unidade da Igreja pelas suas seitas, e assim tem havido correspondente número de rebeliões contra Cristo.
Paulo, contudo, ao dar o alerta de que haveria tal dispersão, que a maior parte se revoltaria contra, acrescenta algo mais sério – que haveria tal confusão, que o vigário de Satanás manteria o poder supremo na Igreja, e a presidiria ali no lugar de Deus. Ora, ele descreve esse reinado de abominação sob o nome de uma única pessoa porque é apenas um reinado, embora um suceda ao outro. Meus leitores agora entendem que todas as seitas pelas quais a Igreja tem sido reduzida desde o princípio têm sido tantas correntes de rebelião que começaram a drenar a água do curso original; mas que a seita de Maomé foi como que um jorro impetuoso de água, que removeu quase a metade da Igreja pela sua violênca. Restava, ainda, que o Anticristo infectasse a parte restante com o seu veneno. Assim, vemos com os nossos próprios olhos que esta predição memorável de Paulo tem se confirmado pelo evento.
Na exposição que apresento, não há nada de forçado. Os crentes naquele tempo sonhavam que seriam transportados para o céu, após terem sofrido dificuldades durante um breve período de tempo. No entanto, pelo contrário, Paulo prediz que, depois de terem inimigos estranhos molestando-os por algum tempo, eles teriam de suportar mais males dos inimigos em casa, porquanto muitos daqueles que fizeram uma confissão de dedicação a Cristo seriam levados a abjeta traição, e porquanto o próprio templo de Deus seria contaminado por sacrílega tirania, de modo que o maior inimigo de Cristo exerceria o seu domínio ali. O termo manifestação é tomado aqui para denotar manifesta posse da tirania – como se Paulo tivesse dito que o dia de Cristo não viria enquanto esse tirano não tivesse se manifestado abertamente, e tivesse, por assim dizer, propositalmente subvertido toda a ordem da Igreja.

Calvino

Comentário de I Tessalonicenses 4.6,7

Por João Calvino

“6. Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.
7. Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.”

“Ninguém oprima”. Aqui temos outra exortação, que flui, como uma torrente, da doutrina da santificação. “Deus”, diz Paulo, “tem em vista santificar-nos, para que ninguém prejudique a seu irmão”. Quanto à relação que Crisóstomo estabelece entre esta declaração e a precedente, e a explicação de “huperbainein kai pleonektein” como significando: “relinchando à mulher do seu próximo” (Jer 5:8), e desejando-a avidamente, é uma exposição forçada demais. Paulo, portanto, tendo exemplificado um caso de impureza com respeito à lascívia e paixão, ensina que esta também é uma área da santidade – que nos conduzamos reta e inocentemente para com o nosso próximo. O verbo anterior se refere a opressões violentas – onde o homem que tem mais força indulge a si mesmo para infligir injúria. O último inclui todos os desejos imoderados e injustos. Porém, como os homens, na sua maioria, são indulgentes com a paixão e a avareza, ele os faz lembrar do que havia ensinado antes – que Deus seria vingador de todas estas coisas. Contudo, devemos observar o que ele diz: solenemente testificamos; pois tal é a morosidade dos homens que, a menos que sejam golpeados até a medula, não são tocados por nenhuma apreensão do juízo de Deus.
“Porque não nos chamou Deus”. Isto parece ser do mesmo sentimento que o precedente “a vontade de Deus é a nossa santificação”. Contudo, há uma pequena diferença entre ambos. Após ter discursado quanto à correção dos vícios da carne, ele prova, a partir da finalidade do nosso chamado, que Deus deseja isto. Pois ele nos separa para si como sua possessão peculiar. Ainda, que Deus ao nos chamar à santidade, ele nos resgata, e nos chama de volta para sai, a partir da impureza. A partir disto, ele conclui que todos os que rejeitam esta doutrina rejeitam não os homens, mas a Deus, o Autor deste chamado, que é totalmente rejeitado tão logo este princípio quanto à novidade de vida seja subvertido. Ora, a razão pela qual ele se levanta tão veementemente é porque sempre existem pessoas libertinas que, embora destemidamente desprezem a Deus, tratam com ridículo todas as ameaças do seu juízo, e ao mesmo tempo têm em menosprezo todas as injunções quanto a uma vida santa e piedosa. Tais pessoas não devem ser ensinadas, mas devem ser golpeadas com duras repreensões, como pelo golpe de um martelo.

(Nota do Pr Silvio Dutra: Tomemos por assentado, que nesta dispensação da graça, que tem durado desde a morte e ressurreição de Jesus, que a nenhuma pessoa, e a nenhuma instituição tem sido dado por Deus, que em nome da religião, se faça acepção, ou injúria, maldição ou condenação de quem quer que seja, e muito menos que se use de violência seja ela moral ou física em nome de se defender a santidade e justiça de Deus. Ao contrário é ordenado aos que amam e conhecem a Deus em espírito, que amem a todos, inclusive a seus inimigos, e que perdoem e bendigam os que lhes amaldiçoam, injuriam ou perseguem.
Quando encontramos em comentários bíblicos o terrível destino que está reservado àqueles que se opuserem a Deus até o final de suas vidas, como vemos por exemplo não apenas nos comentários de Calvino, mas nos de todos aqueles que são fiéis à pregação e ensino da verdade revelada nas Escrituras, o que se tem em foco não é uma ameaça ou um aborrecimento declarado da parte de homens, senão um alerta misericordioso da parte do próprio Deus, que é quem o afirma, pela boca dos seus ministros o que há de suceder no dia do juízo final, de modo que pelo arrependimento, possam se converter e serem livrados da condenação.)

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Calvino

Nunca faça mau a ninguém. O mau nunca valeu a pena. Não se engane. Escolha um jeito para viver bem e melhor com todas as pessoas no mundo todo. Talvez assim você encontre a paz que tanto precisa para viver sem fazer o mau às pessoas que nenhum mau lhe fez.

Gil Nunes

Muita gente com o termômetro quebrado pra pessoas. Não se engane com a quantidade curtidas e notificações. Não se iluda com as porções de elogios, nem com as bajulações. Nem todo mundo que te deseja felicidades quer realmente teu bem. Nem tudo o que é ruim vem te avisando de antemão que é pra arrebentar você. "O mal mora ao lado" já dizia um sábio. E mora do ladinho mesmo. Vem disfarçado de amigo, colega, amor. Vem com carinho e cuidadinho. Chega na forma de pergunta, dúvidas, ponto de interrogação pra todo lado. Vem na forma de notícias, intrigas e divisão. Não entregue sua confiança assim, pra qualquer um. Não deixe a carência tirar sua visão, seu bom senso. No fundo, a gente sempre sabe quem merece ficar.

Naiana Brum

Serei sempre o reflexo do teu comportamento. Seja objetivo, franco e direto. Não se engane com essa imagem doce e frágil. Minhas pétalas são delicadas, mas logo a frente os meus galhos tem espinhos.

Érwelley C. de Andrade ALB

Não se engane comigo, eu engano as pessoas e não amo nem a mim mesma.

Thayna Amanda

Fiquei por muito tempo esperando por alguém que nunca chegou. Não se engane achando que farei o mesmo por você.

Katto Marcirio

Não se engane! O amor é mágico e trágico ao mesmo tempo!

Estevan

Não se engane; a mulher na sua mocidade quer amar, na maturidade que ser amada.

Lucas Magno B. Cardeal

Pode parecer pouco, mas não se engane, ela não vai mais sorrir bonito para você.

Maiara E. Ribeiro Dias