Mulher Madura

Cerca de 19 frases e pensamentos: Mulher Madura

Sou uma mulher madura
Que às vezes anda de balanço
Sou uma criança insegura
Que às vezes usa salto alto
Sou uma mulher que balança
Sou uma criança que atura

Martha Medeiros

Sou uma mulher madura
Que às vezes anda de balanço
Sou uma criança insegura
Que às vezes usa salto alto

Martha Medeiros

Mulher madura, sábia e prudente
Formosa, meiga e talentosa
Valente, forte e inteligente
Mulher doce, encantadora como uma rosa.

Mulher admirável, ativa e cativadora
Carinhosa e que com amor me trata
Tão bela, ousada e sedutora
Mulher de pele brilhante como a prata.

Mulher de minha vida, perfeição
Misteriosa, suave e delicada
Dona única do meu coração
Mulher amiga, humilde e honrada.

Mulher simples, fiel e singela
Firme, cautelosa e humana
Jóia rara não há como ela
A mulher que este tal poeta ama.

Mulher sempre presente e de alma pura
Mereço-a da forma que ela é
Tanto amor há nessa criatura
E como é grande o meu amor por essa mulher.

EdjaneMendes

E por onde andei, por onde passei e o que vivi, me tornaram hoje uma mulher madura, verdadeira e que aconselha quem precisa. Hoje não sou mais frágil, pelo contrário, sou tão forte que eu mesma tenho orgulho de falar, eu cresci.

Mirlene Gonçalves

Garota complicada essa hein, ninguém a definia. As vezes tão menina, outras vezes tão mulher. Madura o suficiente para falar, e imatura a ponto de não querer ouvir. Agia como adulto, mas chorava feito criança. Se enchia de esperanças e se debruçava em seus sonhos, mas tinha lá suas decepções. Gigante por dentro e tão pequenina por fora. Mente de uma mulher de 30, coração de uma adolescente de 15 e sensibilidade de uma criança de 5. Eita garota maluca, mas ela até que gostava de ser assim.

Pablo Reis Expresiones

POIS É

A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobrepõe. Explica. Reduz. E ao mesmo tempo amplia. Pois é. A verdade, em Lygia Fagundes Telles, é tão crua quanto esclarecedora. O que está em seus contos é a vida, sua própria e de outros, tão real e tátil como o chão áspero de cimento.
Reli, com assombro renovado, seu Papoulas em feltro negro, que ela incluiu no livro "Meus contos preferidos". Em onze páginas, Lygia roteiriza, organiza, sumariza, romantiza, anarquiza e enfim suaviza e cicatriza uma vida inteira.
Ojeriza.
Fuga.
Medo.
Ansiedade.
Mentira.
Não foi sem intenção que a narrativa das memórias suscitadas por um telefonema se concentre na latrina do colégio. Era o ponto da tangência. O ponto da fuga. A casinha fedorenta era melhor do que a sala de aula, com aquela presença esmagadora, opressora da professora castradora. Mentira! Tão bem dissimulada que pareceu verdade, por cinqüenta anos. E a verdade, um dia, lhe atinge a face como a aba de um chapéu de feltro, ornado de papoulas desmaiadas.
A memória é sinestésica. E os elementos formais estão ali, polvilhados no conto de Lygia, a declarar a ação dos sentidos. O tato da memória traz a aspereza do giz, o suor das mãos, o pé que esfrega a mancha queimada de cigarro no tapete. A audição da memória pede que se repita a Valsa dos Patinadores, como se repetiu a lembrança pela voz da companheira sessenta e oito, da escola primária. Mas o cheiro da memória remete, primeiro, a urina. A latrina escura. E eis a visão da memória a denunciar a obliteração. Negro quadro-negro. Trança negra. Saia negra. Feltro negro.
No meio do negrume, o sol reflete o seu fulgor majestoso na vidraça. É o esplendor do flagrante descobrimento. "O sol incendiava os vidros e ainda assim adivinhei em meio do fogaréu da vidraça a sombra cravada em mim." Dissimulação - mesmo em meio a tanta luz, há uma sombra. É uma sombra que persegue a personagem até o reencontro com a professora. Sombra, por definição, é uma imagem sem contornos nítidos, sem clareza. Como a professora, morta-viva, "invadindo os outros, todos transparentes, meu Deus!" E Deus, que sombra é esta a que chamamos Deus?
Pois é. Neste conto de Lygia, o gosto da memória, ou a memória do gosto, está ausente. Não se manifesta o sabor. Por que não se manifestou o saber, é por isso?
O conto é partícula de vida. É meio primo da História. Mais do que eventos, registra caráter, caracteres, costumes, clima, ambiente, formas, cores, preferências, gostos. O conto é uma das modalidades da história feita arquivo. Por isso conto, contas, contamos. O conto oral é o livro em potência, a história em potência. Ambos pertencem a quem os usa, e a quem de seus exemplos faz uso.
A escola deve ensinar a ler. Mas também deve ensinar a ouvir. Por isso, também na escola, que é um complemento da família, é preciso haver quem conte histórias. Como Lygia, que nos faz lembrar que é preciso haver a lembrança de uma infância vivida, o acalanto de uma voz querida, contando histórias, ilustrando a vida.
Lygia é de uma franqueza pontiaguda.
Este conto, em especial, é uma escancarada confissão de humanidade. A personagem é Lygia, ou qualquer um de nós. A personagem é frágil. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era forte. Imaginava-se executora. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era executada. Humana, enfim. Eis a verdade. Eis Lygia. Pois é.



Jornal das Letras, edição de agosto de 2007

Gabriel Chalita

O amor da virgem é puro,o ciume da mulher madura é amargo,a virgem te abraça na simplicidade,a mulher experiente te engana com palavras vãs.

Gilmar Fontes

O amor da virgem é saudável,e o abraçar da mulher madura é flecha aguda no coração.

Gilmar Fontes

Sou uma mulher madura!
sou uma criança inocente,!
sou uma mulher determinada,destemida,!
Sou uma criança insegura e fragil!
sou uma mulher que da colo a quem preçisa!
sou uma criança que não tem vergonha
de pedir colo quando preçiso!
sou uma mulher poderosa que usa batom e salto alto!
Sou uma criança que chora!
quando sente medo pelas pessoas que ama!
sou uma mulher que adora brincar com os netos!
sou uma criança que sonha com os mimos de vovô!
eu gostaria muito,mas muito mesmo que as crianças de hoje tivesse a minha visão simples ,inocente e infantil da vida,do mundo ,das pessoas,da esperança da alegria!

Erminia da silva

Não sou perfeita, sou simplesmente uma mulher!
Horas uma mulher madura e forte, horas menina mimada e incoerente...
As vezes segura de mim, as vezes carente e inconsequente...
Sou assim, são várias mulheres em mim...
Ando sempre com sorriso por fora, até mesmo quando estou com o coração apertado... .
Sou chata assumida, brava, mas muito brava por natureza, ciumenta ao extremo, principalmente se eu gostar de verdade...
Mas também sou brincalhona, carinhosa e companheira
Não admito mentiras, nem falsidades...
As vezes acerto, mas muitas vezes erro também, e quando sei que estou errada, peço desculpas...
Peço desculpas até quando não estou errada, só para as coisas voltarem ao normal...
Essa sou eu, como eu disse, não sou perfeita, mas sou muito legal!!!

Cris Mota

"Uma mulher madura

Não provoca, já é provocante...

Não é inteligente, é sábia...

Não insinua, mostra subtilmente o seu ponto de vista...

Não se precipita, espera pelo momento mais indicado...

Não pensa em quantidade, prefere a qualidade...

Não vê, observa...Não anda, caminha...

Não julga, analisa...

Não procura, desperta os seus sentidos.

Não prende, deixa livre...



Porque....

Sabe o que quer...como quer e com quem quer!!"

Desconhecido

Ser uma mulher madura....
não é amadurecer,é deixar o tempo passar em vão....
não é sentar-se de baixo de uma árvore....
e sentir o calor do verão....
e esperar que o outono resolva a sua independência.....
Amadurecer é saber a diferença entre....
a primavera que é o correto....
e o inverno que e o desafeto...
é lutar com a coragem e sem fugir...
nas horas que a ansiedade aparecer......
amadurecer,não é só pelos seus cabelos brancos...
é crescer na mente e no coração....
na razão e na emoção,sem mimos e sem ser piegas....
pois o amadurecimento abre a porta...
da claridade e da verdade........
não tenha medo de ser uma mulher madura....
é ser simplesmente eu.....
rir,sorrir,chorar e continuar a ser criança.....
Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz....
sentir cheiro da erva cortada e do café passado....
o cheiro de chuva e das flores......
da brisa do mar e principalmente do cheiro de vida....
ame e seja feliz com os seus cabelos brancos..!!!

isabelRibeiroFonseca

Uma mulher madura...

Não provoca...já é provocante!
Não é inteligente...é sábia!
Não insinua...mostra sutilmente!
Não se precipita...espera o momento certo!
Não pensa em quantidade...prefere qualidade!
Não vê...observa!
Não anda...caminha!
Não julga...analisa!
Não procura...desperta os seus sentimento e vontades!
Não prende...deixa livre!!!
Porque...
Sabe o que quer...
Como quer...
É...
Quando quer!

Débora Bastos

A verdade é, que tem muita mulher madura se achando criança, e muita mulher criança se achando madura.

Jasiel Santos

Eu sou uma mulher madura, mas na tua frente pareço uma menina.

Lady Schramm

Hoje quero homenagiar
minha vizinha...

Ela é uma mulher madura,
um pouco doida
[pouco é pouco]
mas dá pro gasto,
e adora fazer barraco.

Passa o dia de porta
aberta,
balançando em uma rede,
com seu querubim
no colo.

As vezes vejo pelo
olho mágico,
seu ex Marido
chegar, para tirar
as teias de aranha,
acumulada,
acho que é por isso
que a bichinha vive
nervosa o dia inteiro,
não goza, so pensa
no querubim.

Domingo êle veio
entregar o presento
do dia das Mães,
so que quando ela
recebeu, logo mandou
o coitado embora,
e vi o ricardo-dão chegando
com um caminhão,
e ela mais que apressada,
subiu, e falou!

Corre ricardo-dão,
o meu ex korno
está por perto...

Êle:
ok, entao pé na estrada,
mulher do taba-kão,
mas solta meu freio
de mão!

Autoria: Leona

Entende quando eu digo, que sou uma mulher madura que brinca de balanço e ao mesmo tempo uma criança insegura que anda de salto alto...

Site Status para orkut e msn novos

Procuro incessantemente uma mulher madura, para que juntos possamos saborear os frutos maduros, da vida que outrora fora verde!

José Carlos Ribas

Garota complicada essa hein, ninguém a definia. As vezes tão menina, outras vezes tão mulher. Madura o suficiente para falar, e imatura a ponto de não querer ouvir. Agia como adulto, mas caía feito criança. Se enchia de esperanças e se debruçava em seus planos, mas tinha lá suas decepções. Gigante por fora e tão pequenina por dentro. Mente de uma mulher de 30, coração de uma adolescente de 15 e sensibilidade de uma criança de 5. Eita garota maluca, mas ela até que gostava de ser assim.

Caffèmia, Blasfêmia