Motivacao Profissional

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“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 1:
Manter um olho no mercado e o outro no coração”. Irlei Hammes Wiesel

Irlei Hammes Wiesel

"Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 2: Respeitar o desconforto causado por uma escolha".

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:

DICA 3: Desconfiar do marketing e do que a maioria busca."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:

DICA 4: Entender que a calma e a quietude é sinal positivo."

Irlei Hammes Wiesel

"Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:

DICA 5:

Dizer não aos outros e sim a si mesmo."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:

DICA 6: Buscar ferramentas que aprimorem o autoconhecimento."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:

DICA 7: Investir pesado no equilíbrio das emoções."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 8: Fugir da falsidade do culto à aparência."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 9: Desenvolver um senso crítico não para julgar, mas para observar."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 10: Aprender a riqueza e o luxo da paciência."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 11:Procurar espaços que ofereçam a oportunidade de desenvolvimento do sucesso da alma."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 12: Agradecer e valorizar o que já se conquistou."

Irlei Hammes Wiesel

“Ação profilática que o profissional deve adotar para alcançar o sucesso e preservar a saúde:
DICA 13: Reconhecer que a vida tem um propósito maior para nós e que vai muito além da aparência."

Irlei Hammes Wiesel

A realização profissional acontece se trabalhamos com paixão.

Mestre Arievlis

Vestindo no profissional

Cada profissão carrega seus detalhes e suas características. Trabalhar em uma determinada área sem dúvida gera uma certa padronização, uma massificação não apenas na forma de portar, mas também (e principalmente) na forma de vestir. Isso, claro, possui uma certa limitação devido as características do estilo pessoal, mas algumas regrinhas básicas da profissão, ou mesmo algumas necessidades do dia-a-dia exercendo aquela função, geram esse efeito no qual as pessoas de uma mesma área passam a carregar uma identidade visual muito semelhante.
Vale perceber coisas óbvias como o fato de que as pessoas ligadas a profissões de apelo estético possuem, por base, um visual um pouco mais trabalhado, com presença de cores ou texturas, talvez formas interessantes e modelagens inusitadas. Isso vale para arquitetos, designers, publicitários ou artistas de forma geral. Já os advogados ou empresários são mais neutros e clássicos, e tendem a investir em acessórios requintados (de peso) para transmitir a confiança esperada e o certo ar de sucesso profissional que se espera de tal profissional. Por fim, a área da saúde possui como característica chave o uso do branco e de roupas com linhas limpas.
De toda forma, qualquer regra ou padronização pode e deve ser encarada com cuidado, pois agrega riscos ao visual geral. É preciso entender o ato do vestir como uma junção de adequação e escolhas pessoais e cuidar para que hábitos viciados e precipitados do meio não resultem em uma contaminação automática, gerando respostas negativas. Nada mal entender que vestir-se bem é um conceito, claro, mas pode ser um conceito trabalhado de maneira positiva em prol de evoluções pessoais. Assim, se no ambiente de trabalho todos estão se vestindo (e se portando) de forma inadequada, vale cuidar para que esse hábito do meio não se transforme em um hábito seu. Seria como caminhar para trás e, assim, abrir mão de conquistas pessoais.

Alexandra Guiso

Um eficaz profissional de Desenvolvimento Organizacional é aquele que faz com que sua a empresa nunca sinta que não há mais o que inovar e que vive “incomodando” todo mundo ao perguntar: “O que mudou hoje e o que já fizemos para nos adaptar?” ou “Que transformações vem por aí e como podemos nos preparar mesmo enquanto elas não chegam?”

Laerte Leite Cordeiro

Para ser um bom profissional antes de mais nada devemos pagar o direito de piso que é aprender com amor o que se faz,para depois obter o triunfo.

Gilberto Martini Refatti.

A quarta maior bancada por área de atuação profissional no Congresso Nacional é composta por empresários que formaram a Frente Parlamentar Mista de Combate à Pirataria e à Sonegação Fiscal.

Deputao Federal Guilherme Campos - PSDSP

Meu Tio Joaquim Oliveira (Falecido) Fotógrafo Profissional de alto prestígio em Juti – MS, me ensinou boa parte do que sei de fotografia. Cresci nas férias em meio ao seu espaço onde sempre tive uma coleção de relógios, pois era o que fazia nas horas vagas, sim era Relojoeiro. E em meio a isso, meus pensamentos sempre alcançaram os céus, pensava no TIC- TAC das horas incertas ao relógio!

Joice Oliveira IT

Estes dias li uma matéria cujo título me chamou muita atenção: a frustração profissional adoece. A matéria falava a respeito da Síndrome de Burnout, que é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano.

A síndrome é caracterizada pelo estado de tensão emocional e estresse, crônicos e provocados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. Ela se manifesta, comumente, em pessoas cuja profissão exige envolvimento direto e intenso de questões interpessoais, como é o caso de profissionais da saúde, educação, recursos humanos, bombeiros, entre outros.

Mas meu objetivo é, antes de falar da doença, falar das escolhas profissionais. A profissão, de alguma forma, se torna extensão do próprio sujeito e em muitas vezes é tida como um sobrenome – “fulano, psicólogo”, “ciclano, médico”. Existe um investimento imenso de tempo, dinheiro, energia e, sobretudo, afeto. Este “sobrenome” traz consigo uma carga muito pesada de expectativas sobre o sujeito, o que chamamos de Representação Social, que numa releitura de Moscovici (1978) refere-se ao posicionamento e localização da consciência subjetiva nos espaços sociais, com o sentido de constituir percepções por parte dos indivíduos.

É comum que a tomada de decisão profissional aconteça como um ritual de passagem da adolescência para a vida adulta. Como se escolher uma profissão representasse a efetivação da maturidade. Muitos sentimentos estão em jogo neste processo, não só para quem toma a decisão, mas também para todo o cenário que o levou a tal escolha. A influência familiar é inegável, aliás, partindo do pressuposto que as escolhas ocorrem a partir de identificações e, por sua vez, estão implicadas na forma como vivem as identificações primárias, secundárias e os afetos decorrentes, é comum que a escolha profissional atenda primeiramente ao desejo do outro.

Há algum tempo trabalho com avaliação de perfis profissionais e talvez tudo isso que foi dito sobre as escolhas, justifique parte das incoerências que encontro nos processos de análise destes perfis. O médico que não gosta de gente, o psicólogo que não estabelece diálogo, o comunicador que não se comunica, o palestrante motivacional desmotivado, o professor que não gosta de dar aulas e blá, blá, blá...

Talvez, antes de tratar a síndrome de Burnout, seja necessário tratar a “síndrome do não-vocacionado”. Ainda bem que esta última, é uma patologia repleta de sinais e sintomas. Caso tenha se auto-diagnosticado, dou uma dica (me apropriando de uma frase de Sigmund Freud): ser completamente honesto consigo mesmo é uma boa norma.

Douglas Duarte