Monólogos mais Famosos

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Monólogo dos olhos

Os olhos! Por mim o órgão mais esplendido do ser humano. Herdando pelo meu avô, invejado por todos, cansado, escravo, amaldiçoado.

Ele simplesmente ver tudo e fala tudo, apenas com um olhar, você senti, ou ver o sentimento do seu próximo, O único órgão que não podemos controlar!

Podemos mentir, mas, ele sempre estará olhando para direita e esquerda para mostra a nos a verdadeira face do indevido.

Na morte es ultimo a morre ele precisa ver quem o ferio, para ter com ele sua vontade. No amor o primeiro a brilhar depois vá ter com coração.

Na vida es o primeiro a chorar, para limpar a alma. No fogo es primeiro a se fechar! Por não querer se queimar por pouca vida.

Bruce Alcântara

Monólogo?

- Vai acabar?
- Vai! Tudo!
- Continue...

Francismar Prestes Leal

Monologo

Um garoto caminha solitário em uma rua movimentada lotada de pessoas, presas em pensamentos aleatórios, cada uma em seu mundo particular de ideias, sofrimentos, alegrias, cada alma que passava era uma vida, muitas vezes nem sequer vivida. Mas o garoto não! Ele era feliz, ou ao menos se encontrava assim, ele não entendia a vida, mas adorava viver! Não entendia, até aquele dia.
Ao virar uma de tantas ruas possíveis naquele dia, o garoto se deparou com um velho, sentado em uma calçada, cabelos brancos e longos, desgraçados pelo tempo, apenas uma leve marca de sabedoria que se manifestava como brilho no olhar, ou talvez era só uma lágrima de dor. Ao ver o garoto passar o velho o chamou, com a voz rouca e ansiosa como se já estivesse ali a tempos esperando por ele "Garoto! Sente do meu lado, quero lhe falar sobre a vida!" o garoto curioso que era, se sentou. Então o velho deu inicio ao dialogo que mudaria a vida daquele garoto para sempre.
"Qual sua idade garoto?" perguntou o velho, "Hoje estou com 8 anos, senhor, eu tenho um nome, não precisa me chamar de garoto!" Exclamou o jovem com um ar de imponente que era. "Seu nome não é necessário hoje, garoto! O que tenho a lhe dizer vai além de como você se chama!". "Como pode meu nome não ter importância, ele é o que sou!" Falou o jovem aborrecido, "Não meu jovem! Seu nome é o que você se encontra! Um estado passageiro, amanha você pode não ser mais você mesmo, logo seu nome se perdera no tempo! Ai quem será você então?" Perguntou o velho fitado a reação do garoto, "Eu ainda serei eu! Mesmo que eu mude, mesmo que meu nome se perca, eu ainda serei o mesmo!" Respondeu o garoto, com ar de felicidade por tanta astucia que tinha. "E você pode prometer isso? Pode prometer que amanha será você mesmo? Então me responda garoto, quem e você hoje, para ter tanta certeza de quem será você amanha?", furioso o garoto exclamou "A onde o senhor quer chegar com isso?", o velho deixou que uma lágrima rolasse ao seu rosto e respondeu "Não importa a onde quero chegar, a questão é a onde eu cheguei meu jovem! Eu vi muita coisa na vida, cometi muitos erros, andei por estradas escuras e por umbrais solitários no tempo, eu vi a morte de perto em pessoas cheias de vida, eu vi os sonhos morrem, meus sonhos, sonhos que usurpei de outros, vi as luzes das ideias se apagarem, lutei a batalha mais cruel de todas, a batalha do tempo! Sorri para vitória, mesmo perdendo a guerra, filosofei a metafisica inútil dos sentimentos, eu amei, eu chorei, eu sorri, eu fui a vida cheia de alegria e fui a morte cheia de dor ao ver cada partida, ao ver cada murchar das flores, eu me perdi garoto, tentando me achar, eu me perdi em muitos caminhos que já são sem volta!" Perplexo o garoto se tomou em silencio e depois olhou para o velho e disse "mas o senhor sobreviveu! Esta vivo, esta de pé! Não esta!?", o velho já em lágrimas fitou aquele garoto e disse "Sim meu jovem! Eu estou de pé, eu sobrevivi, ou melhor não tenho mais escolha entre sobreviver ou não, eu apenas vivo e sobrevivo todos os dias! empurrado pelo tempo ou pelas minha necessidades egoístas, meus luxos, meus preconceitos. Eu sobrevivi garoto! Porem ao sobreviver, inconscientemente, eu te matei!" O garoto levou um susto e respondeu "Como assim o senhor me matou?". O velho levantou-se e começou caminhar e se afastar do garoto, que gritou, "A onde o senhor está indo?" o velho se virou e respondeu "Novamente garoto, não importa para onde vou! E sim para onde você vai, mas seja como for meu jovem, não vá para onde vou!" Mas afinal quem é você senhor! Um louco? um sábio? Me diga senhor, preciso saber seu nome! O velho sorriu um sorriso triste e disse "Eu sou... Ou melhor, eu costumava ser você! Garoto".

Carlos Sabo Cantanzaro

Poesia - Monólogo da Solidão ..

E eu, ainda aqui.

Deixando a tolice, não sei de que lado, bobo infeliz, pobre desgraçado, sonhando ou pensando virado acordado.

Percebo meu ócio, o grande culpado, me engana, me joga, algo disfarçado, pois sabe não vejo. Estou enganado ?

Olha pra mim, o bem que se faz, meu riso irônico, de raiva fugaz. Não sei se criança ou ainda rapaz, se engana com a vida, esse traste incapaz.

Espera desculpa, procura a culpa. Deixe de tolice que nada se faz. Só peço que fale, mas não que se cale, pois falo demais.

Continuo eu, ainda aqui.

Paulenriq Leitão

O monólogo etnocêntrico pode, pois, seguir um caminho lógico mais ou menos assim: [...] Eles só podem estar errados ou tudo que sei está errado. [...] O grupo do "eu" faz, então, sua visão a única possível ou, mais discretamente se for o caso, a melhor, a natural, a superior, a certa.

Everardo P. Guimarães Rocha

"O amor é um monólogo travado na sombra."

Lúcio Cardoso

PAPO SÉRIO:
"Minha conversa com Deus é um monólogo."

Marcelo Cavicchioli

Oração não é monólogo. É diálogo.

Pr Davi

O silêncio 
Pratique com muita reflexão e humildade o  monólogo do silêncio !!!
Ele faz  muito bem ao nosso corpo e alma . 

Raimundo grossi

O amor não é um monólogo, é um diálogo.

Dani Leão

Nascemos e vivemos nesse monólogo de finitude

Francis Cirino

Ensurdecida de palavras, sou monólogo perpétuo.

Elizabeth F. de Oliveira

"Sempre odiei monólogos mas nos momentos de solidão os pratico mesmo assim"

Guilherme Althoff

Não importa o dia da semana, meu monólogo do momento é " rítmo de férias".

Dani Leão

Normalmente as pessoas usam com Deus apenas um monólogo, elas falam, elas determinam, elas pedem e não se preocupam em ouvir o que Deus quer realmente de suas vidas. Temos mesmo que aprender a perguntar ao nosso Deus, o que queres que eu faça Senhor? Como queres que eu faça Senhor? Com quem queres que eu faça Senhor? O dia que tivermos este nível de intimidade com Deus, não relutaremos tanto com certas situações que nos são apresentadas. Saberemos entender, esperar, perdoar, viver de forma diferente e principalmente a amar sem tantas restrições... Precisamos realmente aprender!!!

Deniane Diniz Domingues

Relacionamento tem que ter Diálogo, senão vira um Monólogo!

André Suhanov

Monólogo parte Mil



" Palheta em cima da mesa, roupa de dormir e chocolate quente ao lado. Sem falar é claro no computador á minha frente e o teclado que digito. Livros a vista e um álbum de fotos ao alcance. Não que goste muito de entrar em meu passado.
Quantas vezes chorei com essa música, sorri com ela, escrevi.
Nos momentos de arrependimento, nos momentos de alegria, nos momentos de “sem emoção” [sabe? Quando a gente ta num exatamente NADA estado de ser?!]
Acho que é uma música que me define. Que consegue me limitar. Mesmo sabendo que na verdade nada pode definir ninguém. [...]"

Trecho de Monólogo parte mil

Aline Cogitare

"Nas instâncias cabíveis, o diálogo se transforma no consenso a ser processado; o monólogo mutaciona-se na imposição que - exceto se manifestamente ilegal - será obedecida."

Luiselza Pinto

Sôfrego, torno a anexar a mim esse monólogo rebelde, essa aceitação ingênua de quem não sabe que viver é, constantemente, construir, não derrubar. De quem não sabe que esse prolongado construir implica em erros, e saber viver implica em não valorizar esses erros, ou suavizá-los, distorcê-los ou mesmo eliminá-los para que o restante da construção não seja abalado. Basta uma pausa, um pensamento mais prolongado para que tudo caia por terra. Recomeçar é doloroso. Faz-se necessário investigar novas verdades, adequar novos valores econceitos. Não cabe reconstruir duas vezes a mesma vida numa única existência. Por isso me esquivo, deslizo por entre as chamas do pequeno fogo, porque elas queimam. Queimar também destrói

desconhecido

Minha vida é este monólogo teatral sem comédia e com falhas coesivo-textuais.

Alysson Augusto