Modelos de dedicatórias

Cerca de 58 dedicatórias Modelos de

As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas.

Joseph Joubert

Não preciso de modelos

Não preciso de heróis

Eu tenho meus amigos

Renato Russo

O mundo e o homem são seletivos.Só querem se identificar, com figuras-modelos,padrões,superdotados porque é dificil suportar qualquer relação sem admiração.

Artur da Távola

Ouse, ouse... ouse tudo!!! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.

Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!!

Lou Andreas Salomé

Todas as pessoas cruéis , descrevem-se como modelos de sinceridade.

Tennesse Willians

"Ouse, ouse... ouse tudo!! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!"

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"Claro, como se ama um amigo
Eu te amo, vida enigmática –
Que me tenhas feito exultar ou chorar,
Que me tenhas trazido felicidade ou sofrimento,
Amo-te com toda a tua crueldade,
E se deves me aniquilar,
Eu me arrancarei de teus braços
Como alguém se arranca do seio de um amigo.
Com todas as minhas forças te aperto!
Que tuas chamas me devorem,
No fogo do combate, permite-me
Sondar mais longe teu mistério.
Ser, pensar durante milênios!
Encerra-me em teus dois braços:
Se não tens mais alegria a me ofertar
Pois bem – restam-te teus tormentos. "

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"Tu, céu claro sobre mim,
Quero confiar-me a ti
Não permitas que o prazer e a dor daqui
De admirar-te possam-me impedir!
Tu, que sobre tudo te projetas,
Através de espaços e através dos ventos,
Mostra-me aonde vais, pois é minha meta
Reencontrar-te em todos os momentos.
Do prazer não quero ver o fim
Não fugirei do sofrimento que abate,
Espaço e mais espaço é o que quero sobre mim
Para ajoelhar-me sobre o azul e venerar-te."
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"só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro."
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"Pois, sobretudo, resulta no indivíduo uma espécie de interação ébria e exuberante das mais altas energias criadoras do seu corpo e a exaltação mais alta da alma. Enquanto nossa consciência se interessa vagamente, habitualmente, por nossa vida psíquica, como por um mundo que conhecemos mal e que controlamos ainda pior, que ao que parece forma um com ela, mas com o qual normalmente ela se entende mal - eis que se produz subitamente entre eles uma tal comunhão de enervação que todos os seus desejos, todas as suas aspirações se inflamam ao mesmo tempo."
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"Assim, para quem ama, o amor, por muito tempo e pela vida afora, é solidão, isolamento, cada vez mais intenso e profundo. O amor, antes de tudo, não é o que se chama entregar-se, confundir-se, unir-se a outra pessoa. (...) O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo por si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de um outro ser: é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe."
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"Distingue-se entre os humanos aqueles que se sentem divididos em um passado e um futuro e aqueles que vivem o presente com cada vez mais densidade, sempre mais plenitude. Os orientais acham natural insistir menos sobre a morte do que se passa do que sobre a perfeição do que se acaba, como aprofundamento da realidade. Nós, ao contrário, começamos a ver aquilo que nos chega, apenas sob o aspecto sempre mais sinistro da morte - como tudo o que se observa de um olhar exterior, logo mortífero."
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"Sempre não tive a idéia fixa de que a velhice me traria muito? Em meus jovens anos escrevi em algum lugar: primeiro nós vivemos nossa juventude, em seguida nossa juventude vive em nós. Não sei bem, ainda hoje, o que eu queria dizer com isso outrora. Mas eu tinha realmente medo de não atingir a idade de viver esta experiência; eu o sabia profundamente, uma longa vida, com todas as suas dores, vale ser vivida,. Claro, o valor da vida pode nos ficar escondido pelos desgastes sofridos pela nossa carne, nosso espírito (...) do mesmo modo que a juventude mais empreendedora pode se ver entravada em sua felicidade e em seu sucesso, por um fatal concurso de circunstâncias; mas, por além das perdas, a velhice adquire muito mais que a famosa aptidão à serenidade e à lucidez: ela permite que se chegue a uma plenitude mais acabada."

Lou Andreas Salomé

Ouse, ouse... ouse tudo! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!

Lou Salomé

"Ouse, ouse... ouse tudo! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!"

Lou Salomé

O amor está nas lojas. Tem de todas as cores, modelos, utilidades e preços... Preços ótimos! Amor a partir de “um e noventa e nove”, para quem não pode fazer declarações mais caras; amor de cem reais, duzentos, mil, até milhões... Já pensou, declarar um amor de milhões de reais? Talvez de dólares? É o natal que está vindo... À sua frente, chegam os ares que se refletem no ensaio de cada olhar, cada braço, cada voz... Pessoas mudam, ou sofrem mutações, para o desempenho da trégua natalina, que se estende até o trinta e um de dezembro. Chega o dia de amar o inimigo, para desamá-lo novamente no comecinho do próximo ano. Ano que já será velho no dia dois ou três. Data de perdoar os que nos ferem, porque passa logo, não custa nada ou quase nada, pois em menos de uma semana poderemos desperdoá-lo.
À nossa volta o apoio das lojas, que tornam o amor democrático. Pobres e ricos podem amar, no natal, pois existe amor para todos os bolsos. Há um sentimento forte no ar comprimido pelas axilas que se cumprimentam no silêncio ruidoso das compras. Das caixas registradoras. Até mesmo dos pregões que incentivam esse sentimento, balançando os artigos bregas ou de luxo que têm a tarefa de pescar sorrisos, palavras e reciprocidades em formas de outros presentes... Outras demonstrações embaladas por papéis coloridos e seladas por cartões que registram palavras previsíveis, criadas e impressas por quem não conhece os seus compradores... Mas as mensagens são universais. Servem para qualquer um, nessas datas. E aceitam complementos de quem quer enfeitar um pouco mais.
Nas marquises e viadutos, há os que não podem comprar o amor... Dar nem receber. Nem aquele mais baratinho. Também não podem comê-lo nas formas vistosas de pernis, farofas, rabanadas e outras guloseimas. Nem bebê-lo, nos vinhos e champanhes que se revezam em taças. Mesmo assim, feliz natal para todos! Para quem pode ou não, afinal, o natal é um grande teatro! É o espetáculo fabuloso que demonstra o ser humano em sua inexistência ideal, íntima, projetada no inconsciente relutante! Na fraqueza universal de criaturas que disputam espaço em um mundo cada vez mais concorrido! Essa disputa se acirra no natal, quando o amor é medido pelo dar e receber, excluindo os que não podem entrar nessa democracia para a qual não nasceram os indigentes, porque esses perderam há muito tempo. Perderam pra mim e pra você, o que lhes era de direito.

Demétrio Sena - Magé-RJ.

Vou orar por você que posta foto de artista ou modelos porque não tem nenhuma foto sua que presta.

Rogério Franco

A progressão continuada e autoconfiança do aprendiz

Os modelos ultrapassados de ensino não têm mais lugar na sociedade competitiva e individualista do século XXI. A Era da Informação e do Conhecimento não condiz com a massacrante e antiquada educação elitista que promovia alunos "intelectualmente mais capazes" e excluía estudantes tachados como "problemáticos" por meio das repetências contínuas. Era um sistema castrador que eximia de si a responsabilidade de formar indivíduos de forma igualitária e condizente com a realidade democrática vigente. O acesso à educação é um direito constitucional e vinha sendo negado e negligenciado por meio da evasão escolar provocada pela multirrepetência existente no país até há poucos anos. Paulo Freire já dizia uma verdade na qual também nos pautamos em nosso trabalho: "Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso, aprendemos sempre." A instituição do Sistema de Progressão Continuada prevista pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB-1996) objetiva justamente a aplicação de metodologias diferenciadas que garantam ao aluno o direito ao aprendizado, a construção de sua auto-estima e o respeito pela sua maneira peculiar de assimilação de conteúdos. Por intermédio da implementação dessa mudança, alunos e professores tornaram-se as figuras centrais do processo educativo. Agora, o sucesso de ambos é interdependente. As formas de aplicação dessa nova iniciativa de maneira bem-sucedida também estão presentes no texto da nova LDB. São elas: ampliação da jornada escolar, a recuperação paralela e contínua dos alunos com dificuldades de aprendizagem, as horas de trabalho coletivo remunerado do professor para avaliação e capacitação; a proposta de esquemas de aceleração de aprendizagem para alunos multirrepetentes com grande defasagem idade/série; além do direito à reclassificação de estudos para todos aqueles que conseguiram aprender, independentemente da freqüência às escolas. É uma proposta revolucionária uma vez que implica a atuação comprometida do corpo docente em relação aos estudantes, por meio de um sistema de avaliação detalhado e criterioso. Hoje, professores, diretores e coordenadores pedagógicos assumem uma postura responsável em relação ao sucesso ou fracasso do aluno. O acompanhamento é realizado durante todo o ano, evitando que a evolução do aprendiz seja prejudicada. Antes, apenas o aluno sofria a cobrança pelo seu mau desempenho nos bancos escolares. As avaliações eram deficientes. Muitas vezes, a criança chegava a ser penalizada com a repetência por conta de um décimo em determinada disciplina. Cabia ao estudante refazer a série novamente, mesmo que tivesse se saído bem em todas as outras matérias. Hoje a situação é outra. A criação das medidas decorrentes da progressão continuada já provocou uma mudança significativa no tangente à redução das taxas de evasão escolar. Desde a década de 50, os índices de desistência chegavam a atingir 50% da população escolar. Um número absurdo mas, ao mesmo tempo, ignorado pelas autoridades, que nada faziam para reverter o quadro. O abandono acontecia após anos de permanência da criança na mesma série. Ninguém parecia importar-se com esses alunos. Qual era a lógica dessa sistemática? A resposta possivelmente estava em uma palavra: comodismo. Um comodismo oneroso que levou ao desperdício de milhões para os cofres públicos uma vez que produziu gerações despreparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade de maneira geral. Há tempos o sistema educacional brasileiro carecia ser revisto. A proposta de democratização do saber ganhou força desde a Revolução Francesa e a partir das mudanças ocorridas no século XX fez-se ainda mais necessária e urgente. A pedagogia moderna deve assegurar, em primeira instância, a formação de cidadãos dotados de visão crítica, de criatividade, de capacidade de contestação e argumentação. Pessoas intelectual e emocionalmente capazes de atuarem como agentes sociais competentes e participantes. Não podemos retroceder. Na maioria dos países tidos como desenvolvidos, a escola já abandonou o velho ranço autoritário desde os anos 50, após o advento da Segunda Guerra Mundial. Nesse período, a progressão continuada já era aplicada objetivando respeitar uma característica natural do ser humano: desenvolver-se no seu tempo e ritmo próprios. Sabemos que ainda há ajustes a serem feitos. Grandes mudanças e transições não se dão de um dia para o outro. Mas temos certeza de que estamos trilhando o caminho certo: o caminho da educação como condição primordial para o desenvolvimento do ser humano. Passo a passo construiremos uma nova história. Temos o aval de Clarice Lispector quando disse: "Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade."


Publicado no Jornal Vale Paraibano

Gabriel Chalita

Os pais são imperfeitos, mas são modelos para nossas vidas.
Mesmo que você erre, eles vão ser as primeiras pesssoas que irão te perdoar, sempre...

Sarah Chen

A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pós-moderna, mas eterna e infalível Palavra de Deus. O mesmo Deus que instituiu o casamento tem solução para os casamentos em crise. Somente Deus pode curar relações quebradas, trazendo esperança onde os sonhos já morreram; trazendo vida, onde as sombras da morte já escurecem os horizontes; trazendo cura e restauração, onde as feridas estão cada vez mais doloridas.

Hernandes Dias Lopes

Consumismo
Hoje somos apenas modelos
Vitrines ambulantes
Que apenas servem para
Divulgar marcas novas
Apenas influenciando
O consumo irresponsável
Chega até a ser lamentável
À que ponto chegamos?
E como nos enganamos
Achando que o dinheiro é tudo
Onde está a sanidade do mundo?
Acho que à perdemos
Junto com o nosso orgulho
De ser quem somos
Pessoas de bem
Que com as pessoas se importam
E não com o dinheiro que ela têm!

Cah B

O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.

Valter da Rosa Borges

Os discos, os quadrados
os mais diversificados modelos de vida,
as vértices de nossos dias machucam
nossas vontades e nos empurra ´
para outras arestas,
tão longas e que terminam em outra dimenção
uma geometria solitária que nos arrasta para
buracos negros.

Breno kecio

O Pé da MINHA AMADA, na MINHA BUNDA e, não sigo modelos!

Jeandré Lucas

Alguns modelos dão um péssimo exemplo.

Josemar Bosi

Todos os relacionamentos podem ser influenciados positiva ou negativamente pelos modelos mentais :)

Eliana Sicsú

Seus modelos metais estão moldados por sentimentos de amor ou de rejeição? :)

Eliana Sicsú