Meu Pai Morreu

Cerca de 2977 frases e pensamentos: Meu Pai Morreu

Você sempre quis que alguém morresse de amor por você.
Jesus morreu.

Feliz Páscoa

Tainah Ferreira

De pensar, morreu um burro… e aposto que ainda não entendeu!

Natália alves.. Nathy

Venho comunicar que o Brasil honesto, trabalhador e de caráter com futuro promissor morreu, resta apenas essa republiqueta de bandidos, vagabundos, sem um pingo de caráter e vergonha na cara, nós cidadãos brasileiros honestos ficamos órfãos, não temos mais pátria, somos a escória de um país que só valoriza o errado....

Luiz carlos mathias

É interessante você olhar para o passado. Tanta gente que você não imaginava sem, que quase morreu quando perdeu e que hoje mal lembra. Tantos "eu te amo", e promessas jogadas foras. Mentiras contadas e ouvidas. Mudanças que nem se passavam pela sua cabeça.. Parece que quanto mais planejamos a vida, mas ela sai dos nossos planos. O destino é muito travesso e gosta de tirar uma onda com nossa cara!

Gabryella Beckman

Imortal


Pode até meu amor já ter morrido.
Podes dizer que teu amor morreu.
Só não pode morrer, nem faz sentido,
aquele amor que nosso amor viveu.

Ronaldo Cunha Lima

Dois Versos

Historinha de um verso só:
João amava Maria. Maria adoeceu e morreu. João se matou.

Allann Xavier

Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive, já morreu...

Larissa Neves

Se Elvis não morreu... Se Disney não morreu... Se John Lennon não morreu... Pô, quem morreu fui eu?

Horlando Halergia

Se a sua esperança morreu, irmão fudeu. Ela era a última a morrer, você já não existe mais.

Projota

Meus amigos não morreram de overdose e o meu ídolo morreu por mim. O que mais eu devo exigir dessa vida tão boa que eu tenho? Eu vou deixar rolar, acontecer e apostar que o amanhã sempre será melhor que o hoje!

Paula Navarro

Morreu aqui o que nunca chegou a nascer, mas já foi capaz de machucar.

Tiane Fróes.

"Não se trata de saudade de alguma coisa que acabou ou pessoa que morreu. É saudade do que está aí vivo, solto e nunca deixou de existir. Se não temos acesso a isso, é por falta de uma batalha maior."

Elis Regina

A humanidade tá perdendo seus gênios.Aristóteles faleceu, Newton já era,Einstein morreu e eu não tô passando bem hoje!

William Rafael Dimas

eu ja estou farta,cansada
so vejo confusão
entra no meu mundo
aqui morreu mais um irmão!!

LOOOOL

Noqinhaz ... x)

O SILÊNCIO DA BATUTA DO MAESTRO







Morreu Artur da Távola. Calou-se para sempre sua voz tão cheia de sensibilidade que, em seus escritos ou apresentações televisivas, nos tocava, ensinava e encantava. Aquela que traduzia o clássico em linguagem popular.

No seu último programa “Quem tem medo de música clássica?”, olhei triste seu rosto abatido e, temerosa de que a morte se avizinhasse, fui tomada de emoção, pois não conseguia imaginar o momento de não tê-lo mais entre nós. Era uma premonição ou constatação, não sei...

E, no dia nove de Maio, seu espírito deixou seu corpo, enquanto dormia.

Costumo dizer que poucas pessoas merecem morrer dormindo. E, com certeza, ele era uma destas. Exemplo de ser humano, de cidadão, de político correto, em um tempo em que os indivíduos de caráter parecem ser uma rara exceção.

Sempre haverei de lembrar-me dele ao ouvir os clássicos. As palavras ária, sonata, piano, pianíssimo, allegro, cantante, e outras tantas do ramo haverão de remeter-me às suas belas lições, às suas análises criteriosas das músicas, que tanto mexiam com a sua e a nossa emoção.

Eu o admirava muito como jornalista, cronista, político e, ultimamente, como apresentador e analista musical. Aprendi muito com ele e as palavras com que terminava sempre o seu programa estarão caladas dentro de mim: “Música é vida interior e quem tem vida interior jamais padece ou padecerá de solidão.”

Recebendo pela televisão a notícia de sua partida, repeti o que costumo dizer quando morre alguém extraordinário: “Existem homens que jamais deveriam morrer.” Mas, pensando bem, qual o grande homem que morre, realmente? Todos eles deixam rastros de luz em nossos caminhos e, assim, vivem para sempre.

Acho que meu comentário usual deveria mudar para a constatação de que certos homens não morrem nunca. O certo, provavelmente, é dizer como o nosso grande autor do sertão, Guimarães Rosa: não morrem, “ficam encantados”. Assim, posso dizer que Artur da Távola “ficou encantado”. Em outras paragens, ele estará, decerto, despertando a sensibilidade daqueles que partiram sem alcançar a plenitude de sua humanidade.

Ah, meu prezado maestro, sentirei muito sua falta, mas pode ter certeza que, também, por ter lido seus livros, seus artigos, ouvido seus belíssimos comentários sobre Beethoven, Mozart e outros tantos, tornei-me uma pessoa melhor e cresci muito como ser humano. Você, em sua simplicidade, provavelmente, nem sabia que iluminava a vida de tantos.

Também porque o conheci e, junto com você, continuando as lições que recebi de meu saudoso pai, aprendi, mais e mais, a amar a música e sei que, desta forma, jamais haverei de padecer de solidão.

Enquanto existir a música, as auroras e crepúsculos, os amores e desamores, encontros e desencontros e meu coração continuar batendo, com a emoção tomando conta de meu ser, serei muito rica de vida interior. Poderei, inclusive, ouvir as músicas das esferas celestiais e, até nos meus silêncios, estarei ouvindo os sons da Divindade.

Sabe, grande maestro, repetindo palavras suas, citando não me lembro quem, devo dizer-lhe: “A dor da gente não sai no jornal”. E a minha dor pelo silêncio de sua batuta não pode ser traduzida em pobres palavras de jornal. Mas ficam aqui registradas.

E, como diz o Pe. Fábio de Melo, brincando com o poema de Drummond: “A festa acabou, a luz apagou e, agora, é você e Deus”. E Deus, certamente, gostará de ter em seu regaço um grande homem, um filho muito amado, que soube perseguir a Sua Luz e dignificar a arte e a política.

Maria Luiza Silveira Teles

O melhor é apresentado quando o melhor é necessario

Ari Pai

Castigo, que castigo?
Não sair, não farrear, não namorar?
Castigo?
Que castigo?
Limpar a casa; cuidar dos cachorros, ouvir a mãe queixar-se;
O pai brigar?
Os velhos tempos, quando criança, castigo era coisa séria.
Queixar-se do nada é rebeldia sem fundamento.
Valorize mais seus pais, sua família.
Seu "amigos" e "namorados", são estranhos e podem não estar próximos quando você realmente precisar.
A família, a mãe e o pai chato, tios e avós.
Estes sim.
Estarão sempre próximos.

Pai educador.

É a madeira que deve temer sua mão e não o contrário. Não admira que não consiga. Você aceita a derrota ainda mesmo antes de começar.

Pai Mei

Se você quer viver e comer como um cão, pode ir dormir lá para fora. Se quer viver como um ser humano, pegue nesses pauzinhos!

Pai Mei

Espera do teu filho o mesmo que fizeste a teu pai.Autor:

Tales de Mileto