Menina Triste

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UMA DEFINIÇÃO NÃO ENCONTRADA NO DICIONÁRIO - Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças.

A menina que roubava livros

"Ele lhe dera as mais belas páginas de sua vida."

A menina que roubava livros

E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo:
Amanhã fico triste, hoje não!

Menina Nina

Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

O único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Não ir embora: Ato de amor e confiança.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

A única coisa pior do que um menino que detesta a gente.
Um menino que ama a gente.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

O ser humano não tem um coração como o meu. O coração humano é uma linha, ao passo que o meu é um círculo, e tenho a capacidade interminável de estar no lugar certo na hora certa. A conseqüencia disso é que estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feirúra e sua beleza, e me pergunto como uma mesma coisa pode ser as duas. Mas eles tem uma coisa que eu invejo. Que mais não seja, os humanos têm o bom senso de morrer.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Meu vicío de hoje, pode ser o passo pro meu abísmo de amanhã.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Em algum lugar, em toda aquela neve, ela via seu coração partido em dois pedaços.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para poderem morrer tendo razão.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Que tal um beijo Saumensch?

Markus Suzak - A menina que roubava livros

-Que tal um beijo, Saumensch?
Ficou parado mais alguns instantes, com água pela cintura, antes de sair do rio e lhe entregar o livro. Tinha as calças grudadas no corpo e não parou de andar. Na verdade, acho que ele sentiu medo. Rudy Steiner ficou com medo do beijo da menina que roubava livros. Devia ter ansiado muito por ele. Devia amá-la com uma intensidade incrível. Tanto que nunca mais tornaria a lhe pedir seus lábios, e iria para sua sepultura sem eles.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Como a maioria dos sofrimentos, esse começou com uma aparente felicidade.



A menina que roubava livros.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

A pergunta é: e quando o outro é muito mais do que um?

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Olhou para o rosto sem vida, e então beijou a boca do seu melhor amigo, Rudy Steiner, com suavidade e verdade. Ele tinha um gosto poeirento e adocicado. Um gosto de arrependimento á sombra do arvoredo e na penumbra de coleçao de ternos do anarquista. Liesel o beijou demoradamente, suavimente, e, quando se afastou, toucou-lhe a boca com os dedos.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

“Amava e odiava seu melhor amigo (...) o que era perfeitamente normal”.

Markus Zusak - A Menina que Roubava Livros

Duas semanas para mudar o mundo e quatorze dias para destruí-lo.

Markus Suzak - A menina que roubava livros

Ele era o segundo boneco de neve a derreter diante de seus olhos, só que esse era diferente.
Era um paradoxo. Quanto mais frio ficava, mais derretia.

Markus Suzak - A menina que roubava livros