Medo de se Apaixonar

Cerca de 94 frases e pensamentos: Medo de se Apaixonar

Não é medo de se Apaixonar Novamente, é não usar " Eu te Amo " como se fosse frase de pára-choque de caminhão .

Roni Alves

Eu larguei tudo, perdi o medo de me apaixonar de novo
Encontrei enfim meu mundo
Sentir cheiro, querer seu beijo,
E ouvir suave sua voz, adormecer com seu calor
Quiz preseervar meus sentimentos eu vi tudo mudar,
Não quero mais fazer ninguem sofrer
Ja errei demais, agora e tudo pra valer .

Arthur Andrade

O meu medo é ter medo

Não quero ter medo de me apaixonar,
Não quero ter medo de lutar pelo amor.

Quero botar em pratica tudo que eu aprendi nesses anos,
Mais será que o que eu aprendi está certo?
É certo eu criar uma muralha em minha volta para evitar o "sofrimento"?
Isso não seria covardia?

O meu medo é ter medo

Não quero ter medo de expressar meus sentimentos,
Não quero ter medo de dizer “eu te amo”.

Quero poder Olhar nos seus olhos e dizer o que sinto,
Mais será que o que eu sinto realmente te interessa?
É certo eu dizer tudo que eu sinto e você fazer um gesto com a cabeça?

Mais isso com o tempo resolverei, vou dar tempo ao tempo, ele sabe o que faz!

Gabriel Oliveira

Cuidado Cupido


Cuidado cupido, eu corro perigo
Tenho muito medo de me apaixonar
Já sofri o bastante, você como antes, vem
Sempre apronta sem medo de errar
Sou eu que perco o sono
Sou eu que luto com o amor
Você não dá trégua pro meu coração
Você só quer que eu ame
Não quer ouvir que eu reclame
Me deixa sozinho e na contramão
Por favor cupido, responde essa minha oração

Eu sei como sofre, das noites que chora
Pedindo à deus sempre um amor fiel
Estou a procura do amor, sua cura
Se eu encontrar conhecerás o céu
A sua cara metade, alguém que cure essa dor
E que te preencha por dentro o vazio
Um abraço, um beijo sincero, um ombro, um colo, eu espero
Que encontre alguém que te faça feliz

Vou confiar no poder do amor
Vou apostar, vou sair vencedor
Encontre alguém meu cupido amigo
Que seja a metade do que aqui restou

Não perca nunca a esperança no amor
Eu juro, vou achar quem te traga calor
Te dar vontade de amar outra vez
Sem medo de errar como antes se fez...

Carlos Adriano

Ó que medo meu bem,
Que tenho de me apaixonar.
O teu olhar que sorri
O teu sorriso que me acanha
O teu toque que desejo
A tua voz que me chama.

Raquel Silva

Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

Fabrício Carpinejar

"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada."

Fabrício Carpinejar

Amo o amor que é apaixonado e tenho muito medo da paixão que não é amante.

Claudynha

Como eu tive medo de me apaixonar. E o seu amor foi assim: Como o tempo, que usa a chuva e o vento pra moldar rochas, tecendo novas paisagens.

Hoje tudo que eu tenho é frio, e essa madrugada de solstício que se perdura por mil anos (...)

- Apenas Sendo

Apenas Sendo

Cuidado cupido, eu corro perigo
Tenho muito medo de me apaixonar
Já sofri o bastante, você como antes
Sempre aponta sem medo de errar
Sou eu que perco o sono
Sou eu que luto com o amor
Você não dá trégua pro meu coração
Você só quer que eu ame
Não quer ouvir que eu reclame
Me deixa sozinho e na contramão
Por favor cupido, responde essa minha oração

alan emanoel

medo de amar

afinal pra que se apaixonar?
depois ,vale a pena sofre sem parar?
olhar pro lado e só ter marcas da saudade.

confesso que tenho medo,
medo de arrepender,
de fazer besteira e só me resta tristeza.

saber que a pessoa amada me deixou no passado,
sentir todas as horas, que fui ignorada
me torna uma pessoa quase inconsolável

não sei porque precisamos desse tipo de amor
já que vivemos no mundo onde isso quase não tem valor
talvez eu deva ir pra Marte
quem sabe lá eu seja valorizada


,

bia f.

Tá eu confesso, eu tenho medo de me apaixonar. Mas diz aí: Quem não tem medo? Medo que ele seja a melhor pessoa que você já conheceu. Medo dos pensamentos frenéticos noite e dia em uma só pessoa. Medo de não ser recíproco. Medo de esperar o telefone tocar e não tocar. Medo de ser beijada intensamente, de ser sugada para um universo paralelo onde não está acostumada. Medo do inesperado. Medo do julgamento que ele fará de você. Medo de não ter o que dizer quando ele te fizer um elogio fofo. Medo de depois que você uma vez apaixonada, não poderá reverter mais os fatos. Não há fórmulas. Não ensinam como não se apaixonar, não sofrer, não iludir-se. Paixões sempre são intensas e únicas. Eu sei que é difícil se deixar levar pelos mais diversos tipos de medos, mas não é isso pela qual vale a pena viver? Se arriscar. Quem sabe aquele medo não é tão docemente reconfortante que te faça ficar. Afinal, a gente nunca sabe o tempo que vai durar, mas devo aprender:

O que é de fato verdadeiro sempre fica!

Simony Thomazini

O dia exato que me apaixonei por ele? Acho que sei, mas tenho medo de errar.
Só sei que minha vida vida foi sendo preenchida por um sentimento novo...
E aí me vi mais centrada, amorosa, sem tanta necessidade de querer tudo. O externo se mostrou muito pequeno.
Sabe que eu sei o dia que me apaixonei por Sérgio! O dia que Deus olhou em mim e pensou: "Marcinha, você vai ganhar um presente, cuide bem dele!"

Márcia Paula Vaz

Tenho medo de me apaixonar novamente, não sei se vou aguentar sofrer novamente.

Felipe Lopes

O único antídoto do medo é o amor. Mas não o tipo humano de amor, que é sentimentalista, apaixonado, possessivo, neurotizante. O único amor que resolve o nosso medo é o amor divino, uma vez que "Deus é amor".

Marcello Borges

"Tenho medo desse sentimento
Tenho medo de me apaixonar
Mas sinto que já não dá pra evitar"

Eveline Cardoso

Todo homem apaixonado sabe escrever poesia, todo homem apaixonado não tem medo de amar.

Samuel Duarte