Maldiçao

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Se for confiar em alguém,
confie me si mesmo.
Mas tome cuidado!
A humanidade tem a maldição
de conseguir enganar a si próprio.

Sara Schneider

Ela começa com um desejo, termina com uma maldição. - Kyubey

Madoka Magica

Ela concordou em arcar com a carga de uma maldição acompanhado por seu desejo. Agora vive para amaldiçoar os outros para compensar as vidas que ele salvou. - Homura Akemi

Madoka Magica

Minha Maldição

Eu assisti você caminhar sozinha, desamparada com nada a dizer.
Eu fecho meus olhos com a esperança de te ver novamente.
Esta é minha maldição (a distância)
Esta é minha maldição (Tempo)
Esta é minha maldição (o anseio)
...Maldição!
Existe amor queimando aqui pra encontrar você.
Será que você esperará por mim? Você ainda estará lá?
Seu silêncio me assombra mas ainda desejo você.
Minha maldição (o desejo)
Minha maldição ( o Tempo)
Esta é minha maldição (a necessidade)
Mas não morrerei sem sentir!
Eu ainda te desejo.
Eu ainda tenho vontade...
Ainda espero ver você novamente...
Morrendo, por dentro, dessas paredes.
E eu vejo sua face nessas lágrimas
... e é onde
há amor.

Patrycia Fernandes Black

Pq Deus me deu esse dom? Pq as vezes esse dom me parece uma maldição? Pq me fez assim? Pq me deu compaixão? Pq me deu esse senso de justiça tão grande? Pq me deu essa esperança? Pq me deu um sentimento tão forte por essas criaturas? Pq me deu essa vontade de mudar o que não me agrada? PQ me deu esse amor sem limites? Pq? PQ? Pq ele me deu esse sentimento e essa missão? E pq não me deu meios para cumpri-la? Pq Não me deu dinheiro... não me deu saude... não me deu portas abertas.... não me deu uma inteligencia sobrenatural.... não me deu uma ideia do que fazer para conseguir? PQ não me deu forças? Pq não me deu uma chance de conseguir? É como dar alimento duro a um esfomeado sem dentes!! Pq tanta sacanagem.... Pq um mundo tão cruel? Pq? Pq? Pq não me deu opção? Pq não me deu escolha? Pq não consigo olhar pro outro lado? Pq não consigo dormir de preocupação? Pq não consigo comer para não deixa-los com fome? Pq não consigo não fazer nada a respeito? Pq não consigo aceitar como o mundo é? Pq depois de tudo ainda continuo tentando? Pq me sinto tão mal ao ver as crueldades do ser humano? Pq não consigo me acostumar com tudo isso? Pq me sinto tão bem com uma lambida agradecida? Pq me sinto tão sozinha nessa batalha? Pq me tira as poucas pessoas que me apoiam e me entendem? Pq dói tanto? PQ ainda tenho esperança? Pq não me responde? PQ? Pq ainda pergunto POR QUE??

Duda de souza

A violência é uma maldição viciosa, onde quando confrontamos álguem, também confrontamos as pessoas que o amam, criando assim um círculo de òdio.

Roger Machado da Costa

Os Efeitos da Justificação

O primeiro deles é que por meio dela fomos resgatados da maldição da Lei, que afirma que é maldito de Deus todo aquele que não cumpre perfeitamente todos os seus mandamentos, e por conseguinte, somos livrados também da ira de Deus contra o pecado.
Enquanto o homem não é justificado, Deus permanece em guerra com ele. Mas uma vez justificado, a guerra termina, porque é reconciliado com Deus por meio de Jesus, de maneira que se diz que agora desfruta de paz com Ele, em vez de se encontrar sujeito à Sua ira que se manifestaria certamente no dia do juízo, sujeitando-o a uma condenação eterna.
Por meio da justificação o cristão passa a participar da graça do evangelho, na qual ele estará firmemente seguro por causa da obra perfeita de redenção que foi feita em seu favor por Jesus.
Isto significa que ainda que ele venha a decair da graça, pela prática de pecados eventuais, esta queda nunca será numa forma final e definitiva, porque foi transformado em filho de Deus, por meio da justificação.
É a justificação que abre também para nós a esperança firme e segura de que participaremos da glória de Deus, como Paulo afirma em Rom 5.2.
Mas os efeitos da justificação não param por aí, porque uma vez sendo transformados em filhos de Deus, passamos a contar com a assistência da graça, a qual nos fortalece e ampara nas tribulações pelas quais a nossa fé é colocada à prova, para que possa crescer.
De maneira que isto não é para motivo de tristeza, mas para se dar glória a Deus, porque prova que de fato nos tornamos Seus filhos, e que agora estamos sendo aperfeiçoados por Ele através das tribulações, para que aprendamos a perseverança, a experiência e a esperança.
Quando Paulo diz em Rom 5.5 que a esperança não traz confusão porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado na justificação, o significado disto é que esta esperança evangélica é de plena e segura certeza do que temos recebido em Cristo, pela testificação do Espírito.
De maneira que quando alguém se converte de fato a Cristo, sendo justificado, tal pessoa não estará mais confusa acerca firmeza eterna da sua união com Deus, porque isto será aprendido através da sua paciência nas tribulações, que por fim lhe confirmarão na experiência e na esperança cristã.
E como Paulo disse nos versos 3 e 4 de Rom 5, esta esperança será fortalecida e aperfeiçoada pelas próprias tribulações, porque veremos o poder operante de Deus em meio a elas, nos conduzindo em triunfo em Cristo, porque a fé verdadeira que salva não pode ser destruída, e não recuará diante das aflições, porque é o próprio Deus quem fortalece aqueles que são agora Seus filhos.
De modo que o apóstolo nos assegura que, como efeito da paciência que podemos ter pelo Espírito, nas tribulações, depois de variadas experiências disto, seremos confirmados na fé, e com esta esperança inabalável da certeza do que temos alcançado em Cristo, quanto à segurança eterna da nossa salvação, toda dúvida e confusão de mente serão eliminadas de nós, pela certeza do amor de Deus por nós e em nós, em toda e qualquer circunstância.

"E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." (Rom 5.5)

Mas o apóstolo acrescentou argumentos ao que havia falado antes, para demonstrar que de fato a nossa esperança não é algo incerto, mas algo a respeito do qual podemos ter a plena certeza de que jamais será frustrada.
E o grande argumento que Ele apresentou é que quando Cristo morreu por nós, ainda éramos fracos e ímpios.
Não foi por pessoas santas, e perfeitas na fé, que Ele morreu, mas por pecadores fracos e ímpios (não piedosos), como éramos todos nós antes da conversão.
Então se Jesus fez isto quando estávamos nesta condição de fraqueza e impiedade, quanto mais não garantirá a nossa salvação depois de termos sido tornados santificados pela Sua Palavra e pelo Espírito Santo, e fortalecidos pela Sua graça?
Deste modo, Jesus não morreu por justos, mas por injustos.
E se demonstrou o Seu amor por nós quando éramos ainda pecadores que nada ou pouco conheciam e viviam da santidade de Deus, muito mais podemos estar certos então de que não nos deixará e desamparará depois que fomos justificados pelo Seu sangue e adotados como filhos de Deus.
Podemos então ter a certeza da esperança que seremos salvos por Ele da ira vindoura, no Dia do Grande Juízo de Deus.
Outro grande argumento é o de que Deus nos reconciliou consigo mesmo através da morte de Jesus quando éramos Seus inimigos, porque vivíamos transgredindo os Seus mandamentos e indiferentes quanto ao modo como deveríamos andar na Sua presença.
E esta condição de inimizade com Deus, é decorrente da natureza pecaminosa que possuímos.
Portanto, se fomos reconciliados quando éramos inimigos, muito mais permaneceremos reconciliados depois que nos tornamos seus amigos por meio de Jesus.
Então podemos estar certos da segurança da nossa salvação por causa da vida de Jesus, que vive para interceder por nós e garantir plenamente aquilo que obtivemos como herança, por meio da fé nEle.

Silvio Dutra

Uma herança invadida ou tomada se torna em maldição para aqueles que a desejam como proprietários.

Helgir Girodo

A língua tem o poder de trazer para sua vida a bênção ou a maldição, dependendo da sua escolha que fizer agora ou depois.

Helgir Girodo

Aqueles que vivem de bebidas alcoólicas estão destruindo sua vida pessoal e familiar e como maldição espiritual das trevas estão recebendo o espírito de saca rolhas.

Helgir Girodo

O dinheiro deixa de ser maldição quando os santos ofertam suas contribuições em prol da necessidade do próximo.

Helgir Girodo

Faço parte da tribo das mulheres que nasceu com a sinceridade à flor da pele. É quase uma maldição ser assim no mundo de hoje. Tenho a total desvantagem de não saber fazer doce, e ser sempre direta em meus relacionamentos. Quando eu vejo, já falei demais, já demonstrei demais, já fui muito eu. Estraguei tudo, sem reparos. Essa minha mania de ser direta já me fez perder muitas coisas, em contrapartida, tenho a total certeza que só perdi o que não merecia ficar ao meu lado. Mas eu prefiro ser assim direta, sincera e falar tudo na cara sem rodeios ou meio termos, do que me fazer de sonsa. Sonsa que por sinal eles adoram. As sonsas são sempre sucesso, as mais pedidas, e as mais rodadas também. Elas adoram se fazer de boazinhas, já pegaram todos e já fizeram de tudo, mas juram de pés juntos que tudo o que falam ao seu respeito é mentira, e você acredita, claro! Dignos de pena, ela e vocês que caem nessa conversinha porque é mais cômodo ficar com alguém que finge ser o que não é para te agradar, do que aguentar o tranco que é se relacionar com uma mulher que não camuflas suas vontades e, muito menos usa máscaras e mil truque para conquistar e segurar alguém. Gente como eu, tem no sangue o respeito por si próprio e em cada poro a natureza de ser o que é, custe o que custar. E pago caro por isso. Pago com juros a saga de ser verdadeira e não me submeter a jogar qualquer jogo dizendo amém para todas as regras. Mas eles adoram um doce, um charme, uma submissa. Azar o deles. Aprendi a ver em cada fim, um recomeço mais digno, mais cínico. Aprendi a me jogar na vida, em vez de ficar elaborando joguinhos com alguém que não está disposto a ser de verdade também. Sorte a minha de ser assim: intensa, verdadeira, sincera. Sorte de quem tem a chance de me conhecer por aí. Azar de quem não consegue valorizar gente de verdade e acaba virando fantoche no jogo vazio dos outros.

Amanda Sanches

Fascina- me

Oh olhos
Oh sorrisos
Quão perfeitos são

Quando vejo
Me fascino
Maldição

Oh olhos
Oh sorrisos
Quão perfeitos são

Se te ausentas
Sinto falta
Maldição

Oh olhos
Oh sorrisos
Quão perfeitos são

Donde foi,
Que vos saistes
Maldição

Oh olhos
Oh sorrisos
Quão perfeitos são

Só vieram com um desejo
Aprisionar meu coração
Maldiçao! Maldição!

Drielle Lorane

A Maldição da Serpente

“14 Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3.14,15)

Satanás conseguiu se prover de filhos espirituais através do êxito do seu propósito em tentar a mulher a pecar, e ao conseguir com que esta também convencesse o seu marido a comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
O descendente da mulher que ferirá a cabeça do diabo é sem qualquer sombra de dúvida o Senhor Jesus, que sendo Deus, foi concebido no ventre de Maria para vir a este mundo destruir as obras do diabo, esmagando a sua cabeça.
Este ato de esmagar a cabeça da serpente, seria feito através de um ferimento “do calcanhar” do Senhor pelo diabo, a saber a humilhação, perseguição que foi permitido que o diabo lhe fizesse, e que culminou com a Sua morte na cruz; e não somente isto, esta ferida que é produzida no calcanhar pelo diabo, na descendência bendita da mulher, é também feita naqueles que são de Cristo.
Satanás se proveu de uma descendência em toda a humanidade, por meio do pecado, mas Deus prometeu levantar desta descendência muitos que seriam inimigos do diabo, e não seriam mais seus descendentes, porque viria Aquele que lhe esmagaria a cabeça, e lhe despojaria do seu poder sobre todos os homens, de maneira que aqueles que se unissem ao Redentor, seriam livrados do seu senhorio maligno.
Por isso, há uma maldição sobre os animais, e especialmente sobre a serpente, como conseqüência do pecado do homem, e há também uma maldição específica sobre Satanás, por ter a sua cabeça esmagada pelo descendente da mulher, que é Cristo.
Nós temos a partir destes versículos de Gênesis, o começo da maldição divina. Nós temos a maldição que Ele proferiu sobre a serpente; que é sobretudo a maldição de Satanás.
É importante verificar que Satanás foi lançado juntamente com muitos demônios à terra, depois que eles se rebelaram no céu, e muitos demônios foram colocados em cadeias num lugar que a Bíblia chama de abismo.
E eles ainda permanecem lá.
No tempo do fim, no período da Grande Tribulação, um grande número deles será libertado para afligir os homens que estiverem vivendo sobre a terra. É possível que Satanás e os demônios que atuam na terra também estivessem no abismo, antes de o Senhor criar os céus e a terra, e foi permitido a estes saírem do abismo para cumprirem pelo menos dois grandes propósitos de Deus: O primeiro de trazer um julgamento sobre eles, através do agravamento do pecado deles, por ter Satanás tentado o primeiro casal a pecar contra Deus, fazendo com que a criação ficasse sujeita à vaidade, e também por toda a sorte de males que eles praticam sobre a terra, especialmente em relação aos homens, e por terem também atuado para levar Jesus à cruz.
Isto tudo agravou sobremaneira o juízo deles, pois Deus propiciou com que ficasse exposta à vista de todos os seres celestiais e dos homens, a excessiva malignidade de Satanás e de todos os anjos caídos.
E foi portanto, pela morte de Jesus na cruz, que eles não somente ficaram despojados do domínio completo sobre aqueles pelos quais o Senhor morreu, e que nEle crêem, como também ficaram sujeitos ao desprezo pela vitória de Jesus na cruz (Col 2.14,15).
O segundo propósito é o de que Satanás e os demônios que estão na terra, operam como agentes de provação da obediência dos homens, e são também os executores de juízos sobre os desobedientes que lhes são entregues para destruição da carne.
Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém também pode tentar, porque é absolutamente puro e santo, e desta forma, Satanás e os demônios atendem bem ao propósito de provar a fidelidade do coração dos homens, por tentar seduzi-los à prática do mal.
Evidentemente, isto não esgota tudo o que Deus intentou em Sua sabedoria e soberania, quando fez com que os homens sobre a terra tivessem que ter a companhia de Satanás e de demônios, que mesmo sendo indesejável para aqueles que amam e temem ao Senhor, acabam cooperando indiretamente para o aperfeiçoamento do seu caráter, nas lutas que têm que empreender contra os poderes das trevas.
Satanás, certamente, tanto quanto o próprio homem a quem tentou, não sabia, não conhecia tudo o que estaria implicado naquele ato de tentação do primeiro casal. Ele jamais imaginaria tudo o que seria colocado em curso por Deus para cumprir os Seus eternos propósitos tanto no que se refere à redenção do homem, quanto à manifestação da glória da Sua graça, quanto aos juízos que Ele traria sobre o próprio diabo.
Satanás pensou que poderia estragar completamente a criação de Deus, levando o primeiro casal a cair no pecado. Mas Ele não sabia que tudo já estava previsto nos conselhos eternos de Deus, e que Ele tinha um plano maravilhoso para ser colocado em prática.
E é interessante observar que na palavra mesma de maldição que Deus proferiu sobre a serpente estava embutida a promessa do Salvador.
A maldição distintiva da serpente teve também o propósito de que ela se tornasse um símbolo, uma lembrança constante para o homem, da queda e da condição amaldiçoada do próprio Satanás, que se identificou com a serpente, e que é por isso chamado na Bíblia por este nome, como em Apo 12.9; 20.2; II Cor 11.3, por exemplo.
Satanás disse em seu coração: “Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.” (Is 14.13,14). Entretanto, Deus que tudo sabe, conhecendo-lhe estes pensamentos íntimos proferiu a seguinte sentença sobre ele: “Contudo serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo,” (Is 14.15).
Satanás será de fato lançado no abismo por ocasião da volta de Jesus (Apo 20.1-3), e será lançado no lago do fogo e enxofre, no final do milênio (Apo 20.10).
Satanás jamais considerou, quando pensou que teria estragado para sempre, o plano de Deus de ter muitos filhos como Jesus Cristo, com a sua tentação de Eva, porque sabia que havia uma sentença de morte para o caso de desobediência ao mandamento de Deus, caso comesse do fruto proibido, que daquela sentença de morte, Deus traria ainda vida, e vida em abundância ao homem morto espiritualmente em seus delitos e pecados.
Jamais o diabo cogitaria que o próprio Deus pagaria na pessoa de Seu Filho, o preço exigido para a redenção do pecado e a remoção da morte do mundo.
A morte seria vencida pelo autor da vida, com a Sua própria morte, e como Satanás poderia cogitar um tal plano de redenção em que o próprio Deus se disporia a morrer por amor ao homem, e ainda por cima, de um homem agora corrompido pelo pecado, e transgressor dos mandamentos de Deus?
O diabo não podia pensar que um Deus tão elevado, poderoso, glorioso e majestoso, se humilhasse e se dispusesse a tal ponto de assumir a forma de homem e de servo, para morrer em tal condição, em favor de míseros pecadores.
Satanás estava cheio de ódio contra Deus por ter sido expulso para sempre do céu, e por ter recebido uma sentença de morte espiritual eterna. E jamais poderia imaginar que Deus pudesse perdoar transgressores da Sua vontade tal como ele, a saber, o diabo.
Então, ao atacar a criação perfeita na pessoa de Eva, ele tencionava atacar o próprio Deus.
Ele já havia enganado e arrastado a muitos anjos juntamente com ele, enquanto ainda se encontrava no céu. E agora procuraria produzir estragos na criação de Deus na terra.
E na verdade, ele continua operando incansavelmente neste seu trabalho, procurando produzir tudo o que está ao seu alcance para trazer miséria, destruição e corrupção ao mundo e a tudo o que ele contém.
Com isto ele está agravando e em muito a sentença de condenação contra ele, e ele sabe muito bem disto.
Até o momento do proferimento da maldição não havia nenhuma luta entre o homem e o diabo. Adão e Eva tinham seguido a Satanás. Não havia nenhuma hostilidade entre eles. Não havia nenhuma inimizade lá. E não é dito que eles fugiram da serpente depois da queda procurando se esconder do diabo. Ao contrário é dito que fugiram da presença de Deus tentando se esconder entre as árvores do jardim. E o diabo deve ter se regozijado antecipadamente num triunfo pleno que ele de fato não chegaria a ter, pois não imaginava que Deus se proveria de muitos filhos, incontáveis como as estrelas do céu, dentre os pecadores caídos.
Na maldição proferida por Deus contra Satanás, há uma possível profecia indicando a futura conversão de Eva. O diabo pensou que teria Eva do seu lado para sempre, mas quando Deus lhe disse que Ele colocaria uma profunda inimizade entre a mulher e o diabo, pode estar também incluída aqui a conversão de Eva.
Ela, por um momento, havia se tornado inimiga de Deus por causa do pecado, mas ela poderia, pela misericórdia e graça de Deus vir a se converter e assim voltar a ter comunhão com Deus, e consequentemente ser inimiga do diabo.
Temos nas palavras de Eva proferidas em Gên 4.1, em que tributou glória a Deus no nascimento do seu filho primogênito, Caim, uma indicação desta sua possível conversão: “adquiri um varão com o auxílio do Senhor.”.
E depois de Caim ter assassinado Abel, a mesma Eva viria a declarar em relação a nascimento de sete: “Deus me concedeu outro descendente em lugar de Abel, que Caim matou.” (Gên 4.25).
Há nestas palavras algum indício de inimizade contra Deus?
Ao contrário, parecem ser palavras de quem tinha o temor do Senhor.
E estas foram palavras proferidas por Eva depois da maldição da serpente.
Que duro golpe não seria para Satanás a conversão de Eva, e quão duro golpe é para ele a conversão de todos aqueles que ele consegue enganar por algum tempo mantendo debaixo da sua influência na condição de inimigos de Deus.
É possível que até o próprio Adão tenha se convertido a Deus, porque vemos Abel sendo temente a Deus e agindo de acordo com as ordens de Deus, e provavelmente todos os primeiros descendentes de Adão e Eva aprenderam acerca da bondade e do amor de Deus através do relato de seus pais.

Silvio Dutra

Sabedoria, a mais irônica maldição
Nos dá a visão entre cegos
E a voz entre os que não têm a audição

Ulisses Formiga

Transformando Bênção em Maldição – I Reis 11

É dito em I Reis 11.4 que foi no tempo da velhice de Salomão que suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses, de maneira que o seu coração já não era perfeito na constância e fidelidade em seguir ao Senhor, assim como havia feito Davi, seu pai.
Isto deve ser enfatizado logo de início para que se faça justiça não somente ao homem, mas sobretudo à eleição de Deus relativa a Salomão, porque ele não foi o homem pervertido que muitos costumam proclamar.
O Inimigo costuma usar de meios para afastar as pessoas da presença de Deus, e um deles que é muito usado por ele, no caso dos homens, é a união deles pelos laços do amor eros a mais de uma mulher, desviando-os assim do propósito original de Deus, relativo à instituição do matrimônio.
Muitos têm quebrado as suas cabeças com as suas próprias costelas. Porque são costelas que agregaram a si fora da vontade do Senhor.
E o diabo usará fatalmente as mulheres que um homem tenha além da sua própria esposa, para afastá-lo dos caminhos de Deus.
Foi esta a causa de Salomão ter se desviado destes caminhos, na parte final da sua vida.
O problema não era apenas o de desordem familiar e do elevado custo para manter todas aquelas mil mulheres (700 princesas e 300 concubinas), mas principalmente o fato de serem em sua grande maioria mulheres pagãs, que adoravam outros deuses.
Para não desagradá-las, e para não ofender as nações com as quais havia se aliançado através do casamento com estas princesas, Salomão acabou erigindo altares para a adoração destes falsos deuses, e chegou inclusive a construir um deles, dedicado a Quemós, deus dos moabitas, no monte que ficava defronte de Jerusalém, e ao próprio Moloque, divindade dos amonitas, ao qual eram oferecidas crianças como holocausto (v. 7,8).
E Deus havia feito menção especialmente a Moloque na Lei de Moisés, como sendo uma abominação que os israelitas deveriam evitar a todo custo:
“Não oferecerás a Moloque nenhum dos teus filhos, fazendo-o passar pelo fogo; nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor.” (Lev 18.21).
Salomão havia transgredido o mandamento expresso do Senhor de que os israelitas não se casassem com mulheres de outras terras, que servissem a falsos deuses (I Reis 11.2), e não somente quebrou o mandamento de que os reis de Israel não deveriam multiplicar para si mulheres e cavalos (Dt 17.16, 17). E acabou quebrando um mandamento que é uma grande abominação para o Senhor, que é a adoração de outros deuses.
Certamente, ainda que ele não tenha perdido a sua salvação, como qualquer outro cristão, em razão da promessa de eterna misericórdia que receberam da parte de Deus, e que foi feita a Davi, em relação a Salomão (II Sm 7.12-15), no entanto não deve ter sido deixado sem a justa correção de Deus, como Ele havia prometido que faria em II Sm 7.14:
“Eu lhe serei pai, e ele me será filho. E, se vier a transgredir, castigá-lo-ei com vara de homens, e com açoites de filhos de homens;”.
E o maior açoite que Salomão recebeu da parte de Deus ainda em vida foi o de ver o seu servo de confiança, Jeroboão, que viria a reinar sobre o Reino do Norte (Israel) não teve a mesma fidelidade e sabedoria de Davi quando foi ungido rei pelo Senhor, enquanto Saul ainda vivia, pois ao contrário de Davi, que honrou Saul até o dia da sua morte, e não levantou sua mão contra ele, Jeroboão levantou a sua contra Salomão, e isto deve ter sido feito por lhe ter declarado que lhe havia sido dado por Deus o reino sobre todas as tribos de Israel, exceto Judá, e ele deve ter tomado algum tipo de iniciativa para assumir logo o reino, porque ele tinha recebido, de há muito, da parte do próprio Salomão, autoridade para superintender os seus negócios em toda a casa de José, que é uma referência às tribos de Israel, que eram encabeçadas pela tribo de Efraim, cujo patriarca era filho de José.
Como Salomão havia perdido a comunhão com o Senhor, em razão da adoração dos falsos deuses, ele não se sujeitou ao Seu juízo, e ao contrário do que fez seu pai Davi, em relação a Absalão e a Simei, que reconheceu terem agido contra ele em razão do pecado que havia cometido com Bate-Seba, tentou impedir o cumprimento da palavra do Senhor dada através do profeta Aías, procurando matar Jeroboão, o qual teve que buscar refúgio no Egito (v. 40), onde permaneceu até a morte de Salomão.
É possível que o Senhor tenha abreviado os dias de Salomão sobre o reino de todo o Israel, porque ele havia quebrado a promessa que lhe havia feito de que receberia longevidade caso andasse nos mandamentos, estatutos e Juízos do Senhor (I Rs 3.14), quando lhe apareceu em Gibeom.
E não foi em paz que ele desceu à sepultura, porque a grande paz que havia experimentado nos dias da sua fidelidade ao Senhor foi perdida por ele e marcada não apenas na aflição que lhe dera Jeroboão, mas no ter permitido que se levantassem contra ele o rei Hadade de Edom, que havia sido criado no Egito nos dias de Davi, por terem os edomitas sido assolados por Joabe, e sendo ele ainda menino fugiu para o Egito tendo recebido tratamento devido a um exilado de estirpe real, porque sua família fazia parte da realeza; e também o rei Rezom de Zobá da Síria, que igualmente guardava rancor contra Israel por tudo o que havia sido feito contra eles nos dias de Davi.
Que força estes reis teriam para afligir o reino de Israel nos dias de Salomão caso o Senhor não lhe tivesse entregado nas mãos deles, por causa da Sua grande ira contra a sua idolatria?
Mas como o Senhor é fiel no cumprimento das Suas promessas, determinou que a divisão do reino de Israel não seria feita nos próprios dias de Salomão, poupando-lhe assim desta grande queda e humilhação para toda a glória, riquezas e sabedoria que lhe haviam sido dadas.
Esta divisão ocorreria nos dias em que estivesse reinando o seu filho Roboão, que ele havia gerado com uma amonita, e que certamente, carregava consigo as influências da idolatria que havia recebido tanto da parte do seu pai, nos seus últimos dias de vida, e de sua mãe, desde a mais tenra idade.
Seria neste descendente que Salomão receberia o juízo sobre a sua idolatria.
Ele havia deixado esta herança para Israel e eles se deixaram levar pela idolatria do rei, e agora receberiam também a visitação do seu pecado, pela separação do povo em duas nações, quebrando-se desta forma a unidade federativa das doze tribos, que caminhavam juntas desde os dias do patriarca Jacó, cujo nome Deus havia mudado para Israel.
Salomão fez um mau uso da sabedoria que Deus lhe havia dado, quando se entregou à idolatria.
O impacto psicológico do efeito da idolatria de Salomão no povo, deve ser considerado, em razão do peso da glória terrena do seu reino.
Isto facilitaria o arraigamento da idolatria.
A bênção viraria uma maldição, pelo mau uso dos dons recebidos por Salomão.
Onde estavam os príncipes e sacerdotes quando Salomão começou a introduzir a idolatria em Israel?
Nada se diz quanto a ter sido confrontado desde o início quer pelos sacerdotes, quer pelos profetas.
Somente no final de sua vida que Aías foi levantado pelo Senhor para ditar os Seus juízos sobre o seu pecado.
Eles haviam esquecido da glória que havia enchido o templo quando este foi consagrado ao Senhor?
Salomão havia caído, ainda que não numa queda final, por causa da misericórdia prometida por Deus, e com ele caiu todo o Israel.
Toda a glória terrena do seu reino havia dado naquilo e não seria todo o ouro que ele havia juntado, que poderia mudar um só centímetro dos juízos que haviam sido determinados pelo Senhor.
Ainda que tenha se arrependido de sua idolatria, quando estava próxima a sua morte, e ainda que tivesse confessado o erro de se adorar falsos deuses, isto não mudaria no entanto os juízos que o Senhor traria sobre Israel.
Bem fará portanto, o povo do Senhor, em evitar o pecado sob todas as suas formas, para que não tenha que ser submetido às dolorosas correções que Deus lhe aplicará na condição de Pai que corrige aos filhos que ama.
Não devemos nos iludir com a ausência de correções imediatas aos pecados que praticamos, porque Deus é longânimo, mas a sua longanimidade não suspende os seus juízos, e logo, logo, ainda que possa parecer demorado, um Aías virá a nós da parte do Senhor, para protestar contra os nossos pecados e proclamar as correções que nos serão aplicadas por Ele.




“1 Ora, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias,
2 das nações de que o Senhor dissera aos filhos de Israel: Não ireis para elas, nem elas virão para vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão, levado pelo amor.
3 Tinha ele setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração.
4 Pois sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e seu coração já não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como fora o de Davi, seu pai;
5 Salomão seguiu a Astarete, deusa dos sidônios, e a Milcom, abominação dos amonitas.
6 Assim fez Salomão o que era mau aos olhos do Senhor, e não perseverou em seguir, como fizera Davi, seu pai.
7 Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominação dos moabitas, sobre e monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, abominação dos amonitas.
8 E assim fez para todas as suas mulheres estrangeiras, as quais queimavam incenso e ofereciam sacrifícios a seus deuses.
9 Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão, porquanto o seu coração se desviara do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera,
10 e lhe ordenara expressamente que não seguisse a outros deuses. Ele, porém, não guardou o que o Senhor lhe ordenara.
11 Disse, pois, o Senhor a Salomão: Porquanto houve isto em ti, que não guardaste a meu pacto e os meus estatutos que te ordenei, certamente rasgarei de ti este reino, e o darei a teu servo.
12 Contudo não o farei nos teus dias, por amor de Davi, teu pai; da mão de teu filho o rasgarei.
13 Todavia não rasgarei o reino todo; mas uma tribo darei a teu filho, por amor de meu servo Davi, e por amor de Jerusalém, que escolhi.
14 O Senhor levantou contra Salomão um adversário, Hadade, o edomeu; o qual era da estirpe real de Edom.
15 Porque sucedeu que, quando Davi esteve em guerra contra Edom, tendo Joabe, o chefe do exército, subido a enterrar os mortos, e ferido a todo varão em Edom
16 (porque Joabe ficou ali seis meses com todo o Israel, até que destruiu a todo varão em Edom),
17 Hadade, que era ainda menino, fugiu para o Egito com alguns edomeus, servos de seu pai.
18 Levantando-se, pois, de Midiã, foram a Parã; e tomando consigo homens de Parã, foram ao Egito ter com Faraó, rei do Egito, o qual deu casa a Hadade, proveu-lhe a subsistência, e lhe deu terras.
19 E Hadade caiu tanto em graça a Faraó, que este lhe deu por mulher a irmã de sua mulher, a irmã da rainha Tafnes.
20 Ora, desta irmã de Tafnes nasceu a Hadade seu filho Genubate, o qual Tafnes criou na casa de Faraó, onde Genubate esteve entre os filhos do rei.
21 Ouvindo, pois, Hadade no Egito que Davi adormecera com seus pais, e que Joabe, chefe do exército, era morto, disse o Faraó: Deixa-me ir, para que eu volte à minha terra.
22 Perguntou-lhe Faraó: Que te falta em minha companhia, que procuras partir para a tua terra? Respondeu ele: Nada; todavia, peço que me deixes ir.
23 Deus levantou contra Salomão ainda outro adversário, Rezom, filho de Eliadá, que tinha fugido de seu senhor Hadadézer, rei de Zobá.
24 Pois ele ajuntara a si homens, e se fizera capitão de uma tropa, quando Davi matou os de Zobá; e, indo-se para Damasco, habitaram ali; e fizeram-no rei em Damasco.
25 E foi adversário de Israel por todos os dias de Salomão, e isto além do mal que Hadade fazia; detestava a Israel, e reinava sobre a Síria.
26 Também Jeroboão, filho de Nebate, efrateu de Zeredá, servo de Salomão, cuja mãe era viúva, por nome Zeruá, levantou a mão contra o rei.
27 E esta foi a causa por que levantou a mão contra o rei: Salomão tinha edificado a Milo, e cerrado a brecha da cidade de Davi, seu pai.
28 Ora, Jeroboão era homem forte e valente; e vendo Salomão que este mancebo era laborioso, colocou-o sobre toda a carga imposta à casa de José.
29 E sucedeu naquele tempo que, saindo Jeroboão de Jerusalém, o profeta Aías, o silonita, o encontrou no caminho; este se tinha vestido duma capa nova; e os dois estavam sós no campo.
30 Então Aías pegou na capa nova que tinha sobre si, e a rasgou em doze pedaços.
31 E disse a Jeroboão: Toma estes dez pedaços para ti, porque assim diz o Senhor Deus de Israel: Eis que rasgarei o reino da mão de Salomão, e a ti darei dez tribos.
32 Ele, porém, terá uma tribo, por amor de Davi, meu servo, e por amor de Jerusalém, a cidade que escolhi dentre todas as tribos de Israel.
33 Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemós, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos amonitas; e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que parece reto aos meus olhos, e para guardarem os meus estatutos e os meus preceitos, como o fez Davi, seu pai.
34 Todavia não tomarei da sua mão o reino todo; mas deixá-lo-ei governar por todos os dias da sua vida, por amor de Davi, meu servo, a quem escolhi, o qual guardou os meus mandamentos e os meus estatutos.
35 Mas da mão de seu filho tomarei e reino e to darei a ti, isto é, as dez tribos.
36 Todavia a seu filho darei uma tribo, para que Davi, meu servo, sempre tenha uma lâmpada diante de mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para ali pôr o meu nome.
37 Então te tomarei, e reinarás sobre tudo o que desejar a tua alma, e serás rei sobre Israel.
38 E há de ser que, se ouvires tudo o que eu te ordenar, e andares pelos meus caminhos, e fizeres o que é reto aos meus olhos, guardando os meus estatutos e os meus mandamentos, como o fez Davi, meu servo, eu serei contigo, e te edificarei uma casa firme, como o fiz para Davi, e te darei Israel.
39 E por isso afligirei a descendência de Davi, todavia não para sempre.
40 Pelo que Salomão procurou matar Jeroboão; porém este se levantou, e fugiu para o Egito, a ter com Sisaque, rei de Egito, onde esteve até a morte de Salomão.
41 Quanto ao restante dos atos de Salomão, e a tudo o que ele fez, e à sua sabedoria, porventura não está escrito no livro dos atos de Salomão?
42 O tempo que Salomão reinou em Jerusalém sobre todo o Israel foi quarenta anos.
43 E Salomão dormiu com seus pais, e foi sepultado na cidade de Davi, seu pai; e Roboão, seu filho, reinou em seu lugar.” (I Rs 11.1-43).

Silvio Dutra

No ventre do mal a lagrima divina
Odespertar horrendo da maldição das eras
A face sagrada de todos os seus pecados
Agora se mostra no seu esplendor satanico

Marcos Roberto