Mal do Século

Cerca de 30 frases e pensamentos: Mal do Século

Digam o que disserem, o mal do século é a solidão.

Renato Russo

O mal do século é a solidão, cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição.

Renato Russo

O estresse não é o mal do século. O mal do século é não saber administrá-lo"

Leila Navarro

Já dizia Renato Russo: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão", e eu só tenho a concordar. Hoje em dia é tudo tão frio e impessoal; as pessoas mal se cumprimentam, não dizem um simples "bom dia" não dão um sorriso no elevador, nem o mínimo interesse para conhecer melhor quem esta por perto. Vemos pessoas cada vez mais mal humoradas, xingando os outros no trânsito às seis da manhã, pessoas mal amadas que não prestam atenção nos detalhes nem nas coisas mais simples que estão estampadas em suas caras. Os vizinhos só vêm a você para pedir alguma coisa, e ainda tem a ousadia de saírem de suas casas falando mal. Raramente encontramos pessoas capazes de fazer uma visita só para conversar, não da vida alheia, mas da filha que aprendeu a engatinhar, ou do filho que tirou um 10 na escolinha, ou até mesmo para perguntar se vão bem, se precisam de algo; coisas tão simples que dão à vida um sabor, um encanto, valores que hoje estão não só esquecidos quanto perdidos também!
É tão raro ver um jovem ajudar uma velhinha a atravessar a rua ou alguém ajudar uma pessoa a se levantar quando ela cair ao invés de apontar e começar a rir. As pessoas estão hoje “desumanas” tratam as outras com inferioridade por causa de um real a menos na conta bancária, estão cada vez mais robóticas.
Ouvimos (lemos), principalmente no Orkut, pessoas falando eu te amo isso, eu te amo aquilo, você é minha amiga, etc... só blá blá blá, nada mais que simples letrinhas digitadas que não representam absolutamente nada, que saem da boca pra fora, tão impessoais quanto o computador (obviamente não são todos). Sim, banalizaram o verbo ‘amar’. Percebem que muitos preferem conversar no msn do que ir na casa de um amigo para conversar atoa ou só ficar perto.
O sonho de todo mundo é “encontrar o amor perfeito”, mas que raios de amor perfeito é esse? Perfeição é ruim. Qualquer forma de amor é válida, a gente só ama outra pessoa quando aprende a SE amar e a SE valorizar, em primeiro lugar. Todo mundo busca incansavelmente esse amor, porque simplesmente não o conhecem, nunca amaram de verdade para saber o que é. Não, nós não precisamos de ter “o amor das nossas vidas” para sermos felizes, temos é que ficar bem com nós mesmos e só isso basta, o resto vem com o tempo. Por que não dizer que amizade é um amor em forma de generosidade (é tão difícil definir sentimentos que não são “definíveis” e sim vividos). Eu acredito em amizade verdadeira sim, mas elas são as coisas mais raras do mundo, e quando realmente a temos, é um presente único que ganhamos. Não é 'tempo' que faz a amizade, não é distância que a atrapalha, não são pessoas que entram na nossa vida e substituem outras, não isso não existe! Só uma coisa é capaz de... digamos destruir, uma amizade: Desconfiança. Isso tudo são apenas verdades que a maioria das pessoas insistem em não enxergar!
Amizade é como cristal que quando quebrado é impossível voltar ao que era antes, dificilmente irá refletir um raio de sol em forma de arco-íris novamente, se é que me entendem.
Onde quero chegar com isso tudo? Abrir os olhos das pessoas... Parem de ser tão solitárias, tão individualistas, parem de falar mal dos outros, parem de se sentirem superiores porque isso é idiotice.
Falem bem das pessoas, busquem ver suas qualidades, ver o que elas podem acrescentar em sua vida ao invés de falar: aquela ali é a blá blá blá... não sejam pessoas estúpidas e inconseqüentes. PENSEM nos seus atos!
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã!” porque “Quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu.”

(aposto que ainda terão pessoas que ao acabarem de ler (se lerem) vão falar: que menina idiota. Bem, antes idiota que mal amada!)

Tudo isso, é Saber Viver! ;)

Virginia Luiza

ANSIEDADE: Como Enfrentar o Mal do Século

"O dinheiro compra bajuladores, mas não amigos; compra acama, mas não o sono; compra pacotes turísticos, mas não a alegria; compra todo e qualquer tipo de produto, mas não uma mente livre; compra seguros, mas não o seguro emocional. Numa existência brevíssima e complexa como a nossa, conquistar uma mente livre e ter seguro emocional faz toda a diferença..."

Dr. Augusto Cury

O mal do século não é a solidão, nem a Aids, ou os barbitúricos. É achar errado aquilo que a gente acreditava ser o certo.

Gabito Nunes

O mal do século é a depressão ...não o mal do século é a falta de percepção humana , pessoas não consegue ver a dor e a infelicidade do seu próximo , não consegue ver a tristeza nos olhos de quem te olha de frente e pede ajuda , a insensibilidade humana é inacreditável, capaz de perceber tanta coisa fútil ao seu redor mas passar despercebidos sentimentos , acorda pessoas a salvação de alguém pode estar no simples gesto de uma mão estendida e um abraço de conforto .O passado ,o presente , o futuro não tem nenhum mal ...nós é que carregamos ele dentro de nós quando nos falta a percepção do amor ao próximo . Amai-vos uns os outros como eu vos amei ..assim disse o mestre Jesus ''( POTY )

silvanapoty

O mal do século com certeza é o esquecimento. Esquecer que cor, dinheiro, casas e luxos no final não vão valer absolutamente nada, no final meu querido, ou você vira cinzas ou é enterrado sete palmos do chão.

Lívia Loback

Não temo outra vez ser o mal do século, que me venha uma era inteira da livre escrita, da quebra de regras, da beleza em seu devido lugar.

Hellius Czar Monzon

O mal do século é ansiedade, por querer do tempo o que não se pode de verdade;

Julio Aukay

O mal do século , todos temos muitas opções nas redes sociais e acabamos ignorando quem realmente é importante em nossa vida , as vezes conversamos com uma pessoa estranha e a tratamos com carinho e afeto , mas desprezamos , esquecemos quem ja nos fez passar momentos felizes e inesqueciveis , quem nos fez sorrir quando estavamos tristes , ate quem as vezes daria vida por nos , pare e reflita sobre isso e não ignore quem um dia te fez feliz ...

Lucaz Antunez

Acredito que a solidão é o mal do século, com um mundo tão agitado, nos trancamos em nossa casa com medo da reação alheia, o medo de não ser aceito faz com que, cada vez mais as pessoas vivam de relações virtuais, expondo tudo que fazem ou pensam na internet, com a intenção de serem vistos.

Fernanda de Camargo

O mal do século não é a depressão, é a total falta de compaixão pelo próximo

O mal do século não é a depressão. A depressão é a consequência, não a raiz; ela é o fruto da total falta de compaixão pelo próximo. Seja o próximo um amigo, animal, desconhecido, um familiar. Cada dia mais sentimos a falta de emoção, a dificuldade em se emocionar, de enxergar o outro. Percebemos isso até mesmo nas crianças. As pessoas não se emocionam mais tão facilmente. É mais fácil ignorar. Não sobra tempo. E a compaixão vem dos sentimentos. É a forma mais expressiva do amor.

Compaixão não é razão, é emoção, são tripas e vísceras que se contorcem por dentro.

A compaixão vem do coração, do bem-querer. Não existe na compaixão uma rua de mão dupla. É doação.

Sentir compaixão não é sentir pena. Sentir compaixão não é ser politicamente correto. Sentir compaixão não é a gorjeta do garçom ou a esmola do mendigo. Sentir compaixão não é a caridade do dia.

A falta da compaixão traz julgamento, indiferença, depressão, vazio, maledicência, tragédia.

Sim, somos criaturas imperfeitas: erramos, julgamos, ofendemos, magoamos, matamos, mentimos, omitimos, traímos, somos desleais. Falamos muito em Deus, o amor de Jesus por nós, pregamos, ditamos... mas só ficamos na teoria, não praticamos absolutamente nada.

Não podemos exigir do outro aquilo que não somos, que não praticamos nós mesmos.

Eu sei, é difícil se controlar, dominar as palavras, a língua, o impulso. Dominar à si mesmo é a mais dura das missões. Levei boa parte da minha vida para admitir isso e me olhar no espelho e me questionar: "Quem sou eu para julgar? Com que direito eu tinha de ter feito ou dito aquilo?".

Quem é você para julgar? Quem é você para impor seus valores e suas idéias?

Quem somos nós para determinarmos o que é certo ou errado para aquela pessoa? Quem sou eu ou quem é você para apedrejar alguém por seus atos, mesmo sendo esses atos desleais? Quem somos nós, para ao menos, não tentarmos perdoar?

E quase sempre, temos aqueles mesmos defeitos que criticamos. E um dia, quem sabe, cometeremos os mesmos atos de quem apedrejamos. Senão nós, nossos filhos, netos...

Algumas pessoas se acham no direito de controlar nossos sentimentos, nossas vidas, nossos gestos. É mais conveniente ser bom moço, ser politicamente correto, aderir à massa, para sermos aceitos e respeitados. Usamos máscaras para podermos viver em harmonia e em sociedade. Tratamos o outro como mercadoria. Um vale mais do que o outro. Um importa mais do que outro. Eu ajudo um mais do que o outro. Pisamos e esmagamos no coração do outro. Levamos e trazemos informações. Ignoramos a tristeza do outro, dizemos que sua depressão é frescura, é preguiça, não nos importamos. Mas nos lamentamos diante de um caixão.

Se exercitássemos a compaixão, enxergaríamos a vida e veríamos o próximo com menos arrogância e mais afeto. Desceríamos de nosso castelo de cristal e não prejudicaríamos e nem sentiríamos o sádico prazer em fazer o mal, em prejudicar alguém. Nunca é tarde para recomeçarmos e estendermos nossas mãos. Oferecer nosso ombro. Algumas pessoas tomam as rédeas, outras, esperam. Tudo a seu tempo. Tudo se ajeita.

Mais do que se solidarizar com o próximo, a compaixão transforma você, te faz uma pessoa mais humana, menos egoísta, desprendida de materialismo, de soberba, te afasta da ostentação fútil, e o principal, enche de VIDA, de paz e esperança os dias de alguém.

A compaixão tem poder. E o maior poder que ela tem é o de salvar vidas....


Autora: Aurilene Damaceno

Aurilene Damaceno

A depressão é o mal do século. Mas que mal mais lucrativo esse!

Diogo N. Oliveira

Onde Anda o Amor?

Parece
que o
mal do século
será a solidão!
Todos...
Ou quase todos.
Andam desconfiados do AMOR...

Dayse Sene

O sentimentalismo foi o mal do século XIX, o genocídio do século XX. O facebook é o mal do século XXI.

Renato Pereira

Já vi muitos talentos morrerem jovens pelo mal do século,depressão.

zèéh marcelino

Drogas é o mal do século.
frustração da sociedade.
é o caos da humanidade.
cada dia mais um refém.

Idoeme de Oliveira Santos

"Digam o que disserem, o mal do século é a solidão"

Renaato Russo

DE MÃOS DADAS COM A SOLIDÃO

Dizem que a solidão é o novo mal-do-século, mas sinceramente não consigo vê-la como algo assim tão ruim. Acho que ela, às vezes, se faz necessária e é até muito bem-vinda. É como se nossa alma precisasse de um pouco de exílio, uma hora ou outra na vida, para poder se reencontrar, saber quem se é e o que se quer daquele momento em diante porque viver é estar em constante mudança.
O que ontem parecia perfeito, lindo e maravilhoso, hoje pode não se encaixar direito na gente, ao nosso lado, tendo perdido sua identidade em nossa vida. Afinal, somos seres mutáveis e nossos desejos também. Podemos calá-los, emudecê-los por um longo espaço de tempo, mas de uma forma ou de outra, nossos desejos permanecerão vivos em nós e um belo dia retornam à superfície.
Mas existe também uma solidão que nos machuca o tempo todo, como se fosse um espinho inflamado no pé. É a solidão que se sente a dois, a três… É o sentir-se sozinho em meio à multidão. É viver no vazio implacável de uma relação que não nos permite revelar nossos sonhos, fantasias e desejos, que nos impede de falar livremente sobre o que nos move, encanta ou atormenta. É compartilhar com alguém a casa, o carro, a cama, o cachorro, menos o que se passa em nosso coração.
É estar casado ou namorando, mas no íntimo ser sempre um sozinho. É amar em carreira solo, é o ter sem nunca ter de verdade, é procurar um sentimento quentinho e só achar o frio congelante do outro como resposta. Como se o amor fosse um barquinho que só sai do lugar porque você está ali remando com todas as suas forças, enquanto o outro, deitado e nem aí pra nada, aprecia a paisagem numa boa. É lutar sozinho, é ser um guerreiro solitário numa batalha que era sua e dele também.
Solidão nasce cedo quando nos percebemos diferentes demais do restante da família. Quando nos sentimos o ovo estranho no ninho, o alienígena, o fora de contexto. Não partilhamos os mesmos gostos e interesses, somos a dor de cabeça do clã, quem irrita e incomoda por nunca baixar a cabeça para as imposições herdadas. Somos a ovelha desgarrada e entendemos, sem que ninguém precise falar, que ali não é lugar para nós. Somos persona non grata carregando a dolorida certeza de não poder contar com ninguém a não ser conosco mesmo.
E o pior é que essa solidão pode ser a nossa única e mais leal companheira pelo caminho de uma vida inteira, se assim o permitirmos. O mais importante a saber – e também mais difícil de compreender – é que a solidão nada mais é do que uma condição. Embora triste, pesada, temida e com poderes de vida e morte sobre nós, é dela e somente dela, que podemos retirar ou então fabricar um novo e desconhecido caminho muito mais feliz para nós.
É preciso lembrar que viver é estar aberto às mudanças, sabendo aceitar e fluir com nossos desejos de transformação. É preciso mergulhar com coragem e bem fundo dentro de si, pois muitas das (re) descobertas da vida que valerão mesmo a pena podem estar escondidas em nossa tão temida solidão.

Taís Krugmann