Mal do Século

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Digam o que disserem, o mal do século é a solidão.

Renato Russo

O mal do século é a solidão, cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição.

Renato Russo

O estresse não é o mal do século. O mal do século é não saber administrá-lo"

Leila Navarro

Já dizia Renato Russo: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão", e eu só tenho a concordar. Hoje em dia é tudo tão frio e impessoal; as pessoas mal se cumprimentam, não dizem um simples "bom dia" não dão um sorriso no elevador, nem o mínimo interesse para conhecer melhor quem esta por perto. Vemos pessoas cada vez mais mal humoradas, xingando os outros no trânsito às seis da manhã, pessoas mal amadas que não prestam atenção nos detalhes nem nas coisas mais simples que estão estampadas em suas caras. Os vizinhos só vêm a você para pedir alguma coisa, e ainda tem a ousadia de saírem de suas casas falando mal. Raramente encontramos pessoas capazes de fazer uma visita só para conversar, não da vida alheia, mas da filha que aprendeu a engatinhar, ou do filho que tirou um 10 na escolinha, ou até mesmo para perguntar se vão bem, se precisam de algo; coisas tão simples que dão à vida um sabor, um encanto, valores que hoje estão não só esquecidos quanto perdidos também!
É tão raro ver um jovem ajudar uma velhinha a atravessar a rua ou alguém ajudar uma pessoa a se levantar quando ela cair ao invés de apontar e começar a rir. As pessoas estão hoje “desumanas” tratam as outras com inferioridade por causa de um real a menos na conta bancária, estão cada vez mais robóticas.
Ouvimos (lemos), principalmente no Orkut, pessoas falando eu te amo isso, eu te amo aquilo, você é minha amiga, etc... só blá blá blá, nada mais que simples letrinhas digitadas que não representam absolutamente nada, que saem da boca pra fora, tão impessoais quanto o computador (obviamente não são todos). Sim, banalizaram o verbo ‘amar’. Percebem que muitos preferem conversar no msn do que ir na casa de um amigo para conversar atoa ou só ficar perto.
O sonho de todo mundo é “encontrar o amor perfeito”, mas que raios de amor perfeito é esse? Perfeição é ruim. Qualquer forma de amor é válida, a gente só ama outra pessoa quando aprende a SE amar e a SE valorizar, em primeiro lugar. Todo mundo busca incansavelmente esse amor, porque simplesmente não o conhecem, nunca amaram de verdade para saber o que é. Não, nós não precisamos de ter “o amor das nossas vidas” para sermos felizes, temos é que ficar bem com nós mesmos e só isso basta, o resto vem com o tempo. Por que não dizer que amizade é um amor em forma de generosidade (é tão difícil definir sentimentos que não são “definíveis” e sim vividos). Eu acredito em amizade verdadeira sim, mas elas são as coisas mais raras do mundo, e quando realmente a temos, é um presente único que ganhamos. Não é 'tempo' que faz a amizade, não é distância que a atrapalha, não são pessoas que entram na nossa vida e substituem outras, não isso não existe! Só uma coisa é capaz de... digamos destruir, uma amizade: Desconfiança. Isso tudo são apenas verdades que a maioria das pessoas insistem em não enxergar!
Amizade é como cristal que quando quebrado é impossível voltar ao que era antes, dificilmente irá refletir um raio de sol em forma de arco-íris novamente, se é que me entendem.
Onde quero chegar com isso tudo? Abrir os olhos das pessoas... Parem de ser tão solitárias, tão individualistas, parem de falar mal dos outros, parem de se sentirem superiores porque isso é idiotice.
Falem bem das pessoas, busquem ver suas qualidades, ver o que elas podem acrescentar em sua vida ao invés de falar: aquela ali é a blá blá blá... não sejam pessoas estúpidas e inconseqüentes. PENSEM nos seus atos!
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã!” porque “Quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu.”

(aposto que ainda terão pessoas que ao acabarem de ler (se lerem) vão falar: que menina idiota. Bem, antes idiota que mal amada!)

Tudo isso, é Saber Viver! ;)

Virginia Luiza

ANSIEDADE: Como Enfrentar o Mal do Século

"O dinheiro compra bajuladores, mas não amigos; compra acama, mas não o sono; compra pacotes turísticos, mas não a alegria; compra todo e qualquer tipo de produto, mas não uma mente livre; compra seguros, mas não o seguro emocional. Numa existência brevíssima e complexa como a nossa, conquistar uma mente livre e ter seguro emocional faz toda a diferença..."

Dr. Augusto Cury

O mal do século não é a solidão, nem a Aids, ou os barbitúricos. É achar errado aquilo que a gente acreditava ser o certo.

Gabito Nunes

A depressão é o mal do século. Mas que mal mais lucrativo esse!

Diogo N. Oliveira

Onde Anda o Amor?

Parece
que o
mal do século
será a solidão!
Todos...
Ou quase todos.
Andam desconfiados do AMOR...

Dayse Sene

O sentimentalismo foi o mal do século XIX, o genocídio do século XX. O facebook é o mal do século XXI.

Renato Pereira

Drogas é o mal do século.
frustração da sociedade.
é o caos da humanidade.
cada dia mais um refém.

Idoeme de Oliveira Santos

"Digam o que disserem, o mal do século é a solidão"

Renaato Russo

DE MÃOS DADAS COM A SOLIDÃO

Dizem que a solidão é o novo mal-do-século, mas sinceramente não consigo vê-la como algo assim tão ruim. Acho que ela, às vezes, se faz necessária e é até muito bem-vinda. É como se nossa alma precisasse de um pouco de exílio, uma hora ou outra na vida, para poder se reencontrar, saber quem se é e o que se quer daquele momento em diante porque viver é estar em constante mudança.
O que ontem parecia perfeito, lindo e maravilhoso, hoje pode não se encaixar direito na gente, ao nosso lado, tendo perdido sua identidade em nossa vida. Afinal, somos seres mutáveis e nossos desejos também. Podemos calá-los, emudecê-los por um longo espaço de tempo, mas de uma forma ou de outra, nossos desejos permanecerão vivos em nós e um belo dia retornam à superfície.
Mas existe também uma solidão que nos machuca o tempo todo, como se fosse um espinho inflamado no pé. É a solidão que se sente a dois, a três… É o sentir-se sozinho em meio à multidão. É viver no vazio implacável de uma relação que não nos permite revelar nossos sonhos, fantasias e desejos, que nos impede de falar livremente sobre o que nos move, encanta ou atormenta. É compartilhar com alguém a casa, o carro, a cama, o cachorro, menos o que se passa em nosso coração.
É estar casado ou namorando, mas no íntimo ser sempre um sozinho. É amar em carreira solo, é o ter sem nunca ter de verdade, é procurar um sentimento quentinho e só achar o frio congelante do outro como resposta. Como se o amor fosse um barquinho que só sai do lugar porque você está ali remando com todas as suas forças, enquanto o outro, deitado e nem aí pra nada, aprecia a paisagem numa boa. É lutar sozinho, é ser um guerreiro solitário numa batalha que era sua e dele também.
Solidão nasce cedo quando nos percebemos diferentes demais do restante da família. Quando nos sentimos o ovo estranho no ninho, o alienígena, o fora de contexto. Não partilhamos os mesmos gostos e interesses, somos a dor de cabeça do clã, quem irrita e incomoda por nunca baixar a cabeça para as imposições herdadas. Somos a ovelha desgarrada e entendemos, sem que ninguém precise falar, que ali não é lugar para nós. Somos persona non grata carregando a dolorida certeza de não poder contar com ninguém a não ser conosco mesmo.
E o pior é que essa solidão pode ser a nossa única e mais leal companheira pelo caminho de uma vida inteira, se assim o permitirmos. O mais importante a saber – e também mais difícil de compreender – é que a solidão nada mais é do que uma condição. Embora triste, pesada, temida e com poderes de vida e morte sobre nós, é dela e somente dela, que podemos retirar ou então fabricar um novo e desconhecido caminho muito mais feliz para nós.
É preciso lembrar que viver é estar aberto às mudanças, sabendo aceitar e fluir com nossos desejos de transformação. É preciso mergulhar com coragem e bem fundo dentro de si, pois muitas das (re) descobertas da vida que valerão mesmo a pena podem estar escondidas em nossa tão temida solidão.

Taís Krugmann

Desestimulante...

Fingir. Certa vez li uma reportagem que indicava o câncer como o mal do século… Não vou dizer que concordo, mas também não quer dizer que eu discorde. E se pararmos pra pensar, quanta gente partiu dessa pra melhor por causa desse motivo? Mas voltando ao pensamento, o mal do século passa longe de ser o câncer, o mal do século é o fingimento, a capacidade de dissimular e de aparentar ser o que não se é. Digam o que disserem, pensem como quiserem.. Renato Russo apontou que o mal do século seria a solidão, concordo e a anexo a falsidade. Mas fingir tem lá seus prós, Fernando Pessoa uma vez escreveu que o poeta é um ótimo fingidor a ponto de fingir que é dor, a dor que deveras sente. Tão profundo… Na verdade, vivemos em uma época que o fingir se tornou uma doença, e desde que inventaram as expressões “me desculpa por isso”, “me desculpa por aquilo”, fingir, mentir, dissimular ficou tão fácil. As pessoas precisam aprender, ou melhor, reaprender a serem verdadeiras. Anota aí como a doença que mais se espalhou pelas pessoas e é a verdadeira peste negra da contemporaneidade: Fingir, mentir.

“Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos.” René Descartes

Banes Júnior

Engraçado pensar que o amanhã será melhor que o hoje e diferente do ontem.
O mal do século é a solidão, cada um em sua própria arrogância esperando um pouco de afeição.
O ontem sempre será o ontem, o hoje daqui a alguns instantes se tornará o ontem, mais o amanhã esse sim, nos apegamos de uma tal maneira e força acreditando que tudo será diferente, verdade ou não só saberemos disso amanhã!

Alexandre Leonardo

Triste realidade!


Novos tempos novos valores...
“Solidão” mal do século! O homossexualismo masculino ganhando espaço e força principalmente nos grandes centros. Pode não parecer, mas um dos fatores responsáveis é a tão batida independência feminina.

Hoje a mulher independente (e muitas vezes provedora), esta presente (quando não superando), em todas as áreas profissionais. Dando conotação de ameaça aos homens que ainda estão presos culturalmente como chefes de família. Assusta! Ouço mulheres maravilhosas e independentes se lastimando em solidão, pois não conseguem um relacionamento em função do medo masculino (normal). Outro fator complicado e judicialmente conquistado é no caso de uma gravidez inesperada. A mulher tem o direito á pensão alimentícia a partir do primeiro mês de gestação, apenas indiciando um parceiro. Que, se por ventura não for o pai biológico após o parto e exames de DNA, a solicitante fica na “Obrigação” de restituir o valor pago durante os nove meses. Visto isso, não surpreende que muitos homens prefiram alguém do seu grupo, pois se sentem mais seguros.
Homens: Coragem!!!
Mulheres: Peguem leve!!!

Uma ótima semana a todos

Osvaldo Kulchesky Junior

Eu acho que homofobia é o mesmo que egofobia – o "Novo Mal do Século" ou o "Bem do Século", sei lá! Qualquer expressão dessas favorece um lado, discriminando o outro.

Claudeci Ferreira de Andrade

O mal do século XXI
será a fomegerada concorrência.
Ela irá estressar,deprimir muita gente
todos eles frustados pautando no ter.

Leandro Bahiah

"Digam o que disserem, o mal do século é a solidão, estamos conectados nesse facebook, msn, internet mas passamos horas sozinhos de frente para essa tela, e isso é solidão, só que é uma solidão oculta que é bem maquiada pelas redes sociais que passam uma falsa sensação de prazer e companhia..."

Wenner Áli