Livramento

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Arrancar a máscara, que livramento!

Victor Hugo

Quase sempre a bíblia associa O Mar, a lutas e dificuldades, e quase sempre vemos o livramento e a vitória que Deus tem para os seus filhos, mas hoje quero falar de momentos em que o mar da vida se enfurece e as ondas batem no nosso barco muitas vezes nos levando ao naufrágio, clamamos para que Deus acalme as ondas, mas parece que Ele não nos ouve, e o mar continua bravio.

O texto de hoje está em Atos 27:19

E ao terceiro dia nós mesmo, com nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio. E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu toda a esperança de nos salvarmos.

Esse emocionante relato de uma viagem desastrosa do apóstolo Paulo, nos leva a imaginar os momentos angustiantes que esse homem de Deus passou durante quatorze dias e quatorze noites à deriva no Mar Adriático. Ele correu risco de vida, tanto pela fúria do mar quanto pela vontade de satanás em matá-lo através de um pensamento maligno dos soldados que faziam a guarda do navio, Paulo sentiu na carne o medo, a solidão e o silêncio de Deus naquelas noites sombrias de chuva. A escuridão e o balanço das águas daquele mar bravio lhe davam a impressão de ver a morte a qualquer instante, e havia dentro dele o sentimento de alivio se algo acontecesse para dar fim aquela situação.

Como posso afirmar isso? porque Paulo era um ser humano como eu e você. Sabe querido, quando Jesus nos chamou para segui-lo Ele não nos prometeu um mar de rosas. Ele também nunca te disse que mudaria o instinto natural de tua vida o tornando uma pessoa sem medos e inseguranças. Jesus jamais afirmou que você nunca iria sofrer ou passar por momentos de angustia e dor.
As vezes, queremos ou pensamos que somos super dotados espirituais, e por servirmos a Deus, é inaceitável luta e sofrimento feito esse naufrágio desesperador vivido por Paulo, já vi gente se vestir de uma “espiritualidade” tão sobre natural que repreende todo tipo de provação ou sofrimento que vê, dizendo que é inaceitável esse tipo de situação a um filho de Deus, será mesmo que isso é uma verdade?

Pois eu te digo uma coisa, Deus as vezes acalma o mar, mas nem sempre assim ele faz. Ele acalma o mar apenas com um doce olhar, ou com uma voz de autoridade dizendo, – Aquieta-te mar! acalma-te vento! e tudo se faz bonança. Mas isso é somente as vezes que acontece. Existem momentos que o mar não se acalma, o vento não enfraquece e as ondas se tornam bravias e batem no barco e encalhamos, sim(!), vemos o casco do barco se partir e apenas nos resta força para escaparmos com vida chegando a uma pequena ilha, como essa chamada Malta que Paulo conseguiu nadar, então entendemos uma grande verdade;

Deus as vezes acalma o mar, e em outras vezes vem junto conosco para dentro da tempestade.
Dai compreendemos que sua vontade é soberana, que Ele é o Deus dos vales e das montanhas, do mar bravio e da ilha de refugio, que os planos que Ele tem para a nossa vida são maiores do que a nossa vontade do bem estar, Ele tem o mar como seu aliado para grandes ensinos, as lutas são para o nosso crescimento, e o medo serve para entendermos que precisamos sempre da ajuda desse Deus que tudo pode, inclusive acalmar o mar, quando lhe parece conveniente. Seu silêncio não quer dizer que perdeu o controle da situação, Ele esta ali(…) pertinho de nós e tem tudo no seu controle.

Deus as vezes acalma o mar, e em outras vem nos socorrer!

Eliseu Soares

a unica sabedoria válida é a sabedoria de Deus

Douglas Livramento

“O relacionamento com Deus não promete o livramento sobrenatural das dificuldades, mas o uso sobrenatural delas.”

Philip Yancey

Dar errado, as vezes significa "LIVRAMENTO"!

Day Anne

E cada dia percebo que muito do que não me aconteceu , Não foi decepção e sim Livramento .

Roni Alves

Eu agradeço a Deus todos os dias pela proteção, pelo livramento.
Muitas vezes ficamos tristes com determinadas situações e não enxergamos o tamanho do amor de Deus em nos livrar disso ou daquele.
Tem pessoas que só tem idade física, tem pessoas que só tem forma, não conseguem sentir, muito menos entender a grandeza do que somos internamente, da mesma forma que tem aqueles que possuem uma essência maravilhosa e não vemos porque o mundo pinta aquele "tipão" superficial que e #tdb #sqn, eu passei a ver a vida de forma diferente e as pessoas também, o que me encantava não faz mais sentido.

Stela Vasques

"Quem considera a morte um livramento da vida,nunca aprendeu a viver, e só tem preguiça de aprender, prefere se conformar com as adversidades a agir de alguma forma, e as vezes, basta somente acreditar e nem isso é feito."

Rafael Valladão Rocha

Um Céu na Terra

A salvação por Jesus Cristo
não é apenas perdão dos pecados
e o livramento da condenação
do juízo futuro e do inferno.

A salvação é muito mais que isto,
ela é a realização, o cumprimento
do propósito divino, que foi determinado
antes mesmo da fundação do mundo,
de formar para Si um povo santo,
exclusivamente Seu,
zeloso de boas obras de justiça.

Povo chamado do meio de pecadores,
e que deve ser portanto, justificado,
regenerado, renovado e santificado.

A salvação é um pacote completo,
para conduzir pecadores ao céu,
por meio da fé e do arrependimento.

A salvação é para ser desenvolvida,
é uma caminhada rumo à semelhança
com nosso Senhor Jesus Cristo.

Lembremos sempre que a salvação
é o cumprimento da promessa
de que iremos morar no céu,
por termos vivido em Cristo
aqui embaixo na terra.

Silvio Dutra

ESTER 9

Deus abençoou o Seu povo e proveu meios de livramento para ele, mas não os livrou da luta, e nisto há um ensinamento para os cristãos na Igreja de Cristo, a saber, que eles receberão da parte de Deus os meios necessários para vencerem seus inimigos espirituais, mas o Senhor não os livrará da luta propriamente dita que eles terão que travar com os poderes das trevas todos os dias, enquanto estiverem neste mundo.
Assim, quando chegou o décimo terceiro dia do décimo segundo mês, a mão do Senhor foi de tal forma com os judeus, que em vez de serem dominados pelos seus inimigos eles é que os dominaram.
Muitos das províncias passaram para o lado deles, porque temiam muito a Mardoqueu, quanto ao que lhes poderia fazer depois da guerra daquele único dia, porque era grande e honrado perante o rei, e a cada dia crescia mais ainda a sua honra e poder perante ele.
Então o decreto de Hamã funcionou ao contrário, porque em vez dos judeus serem exterminados, eles é que prevaleceram contra todos os inimigos que se levantaram contra eles, e até mesmo os dez filhos de Hamã foram mortos por eles naquele dia décimo terceiro.
Na própria fortaleza de Susã onde estava o palácio real os judeus mataram 500 homens.
Os dez filhos de Hamâ foram enforcados a pedido de Ester.
A guerra se estendeu ao décimo quarto dia e os judeus mataram mais 300 homens na fortaleza de Susã.
E em todas as províncias o número de inimigos dos judeus que foram mortos chegou a 75.000.
E de nenhum deles eles tomaram despojos, para mostrar a diferença que havia entre o decreto de Mardoqueu que lhes deu o direito de se defenderem, do decreto de Hamã que não somente mandou exterminar os judeus como também tomarem posse dos despojos deles.
Nos dias 13 e 14, os judeus que se achavam em Susã se reuniram, e fizeram do dia 15 um dia de banquetes e de alegria.
Mas os judeus que habitavam nas aldeias fizeram o mesmo no dia 14 e enviaram presentes uns aos outros.
Os amigos de Cristo devem viver e lutar juntos tal como os judeus, pela fé evangélica, contra os principados e potestades, e suas vitórias devem ser para eles motivo de alegria, e para fortalecimento de seus laços de fraternidade e de amizade.
Por isso foi decretado por Mardoqueu que todos os judeus em todas as províncias da Pérsia deveriam guardar anualmente os dias 14 e 15 do décimo segundo mês, porque nestes dias eles acharam repouso de seus inimigos, quando a sua tristeza foi mudada em alegria, e o luto em dia de festa, de maneira que estes dois dias deveriam ser dias de banquetes e de alegria, e além de troca de presentes deveriam ser feitas dádivas aos pobres, e estes dias passaram a ser chamados de Purim, que vem do nome Pur, porque foi por causa do Pur lançado por Hamã que tiveram que lutar naquele décimo terceiro dia do mês de Adar.
E Ester, confirmou a carta de Purim, escrevendo uma segundo vez para que se guardasse a festa de Purim, em todas as 127 províncias da Pérsia.
Certamente houve um propósito de Deus naquela tribulação que os judeus tiveram que enfrentar, mas na qual foram bem sucedidos, porque tinham muitos inimigos por todas as partes, e haviam retornado recentemente de Babilônia para a Palestina, e eles teriam que lutar muito e se esforçar para que consolidassem a permanência deles no seu retorno à terra prometida.
O povo do Senhor é um povo de guerra porque tem muitos inimigos, e a melhor maneira de aprender a vencê-los é sendo continuamente exercitado em batalhas, e é este o motivo pelo qual o Senhor permite que eles tenham aflições neste mundo.
Nós vemos que muitas coisas precisavam ser ainda consertadas em Israel quanto à restauração do culto devido ao Senhor, e mesmo para a reorganização da nação. E isto nós podemos ver de modo muito claro nos livros de Esdras e Neemias que desceram também de Susã para a Palestina, não muito tempo depois dos eventos narrados no livro de Ester.
Assim, Deus permitiu o mal intentado por Hamã, para que os judeus fossem despertados, encorajados, incentivados a lutarem como uma só alma, para preservarem a identidade e nacionalidade deles, porque o que está envolvido na vida de Israel é a glória do Senhor. Israel vive porque o Senhor vive. A Igreja é o verdadeiro Israel de Deus, e ela permanecerá até o fim para que se veja a glória e o poder do Senhor que peleja pelo Seu povo, e o torna forte para as batalhas que tem que travar contra o Inimigo.


“1 E, no duodécimo mês, que é o mês de Adar, no dia treze do mesmo mês em que chegou a palavra do rei e a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus esperavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, porque os judeus foram os que se asenhorearam dos que os odiavam.
2 Porque os judeus nas suas cidades, em todas as províncias do rei Assuero, se ajuntaram para pôr as mãos naqueles que procuravam o seu mal; e ninguém podia resistir-lhes, porque o medo deles caíra sobre todos aqueles povos.
3 E todos os líderes das províncias, e os sátrapas, e os governadores, e os que faziam a obra do rei, auxiliavam os judeus porque tinha caído sobre eles o temor de Mardoqueu.
4 Porque Mardoqueu era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias, porque o homem Mardoqueu ia sendo engrandecido.
5 Feriram, pois, os judeus a todos os seus inimigos, a golpes de espada, com matança e com destruição; e fizeram dos seus inimigos o que quiseram.
6 E na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens;
7 Como também a Parsandata, e a Dalfom e a Aspata,
8 E a Porata, e a Adalia, e a Aridata,
9 E a Farmasta, e a Arisai, e a Aridai, e a Vaisata;
10 Os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus, mataram, porém ao despojo não estenderam a sua mão.
11 No mesmo dia foi comunicado ao rei o número dos mortos na fortaleza de Susã.
12 E disse o rei à rainha Ester: Na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens, e os dez filhos de Hamã; nas mais províncias do rei que teriam feito? Qual é, pois, a tua petição? E dar-se-te-á. Ou qual é ainda o teu requerimento? E far-se-á.
13 Então disse Ester: Se bem parecer ao rei, conceda-se aos judeus que se acham em Susã que também façam amanhã conforme ao mandado de hoje; e pendurem numa forca os dez filhos de Hamã.
14 Então disse o rei que assim se fizesse; e publicou-se um edito em Susã, e enforcaram os dez filhos de Hamã.
15 E reuniram-se os judeus que se achavam em Susã também no dia catorze do mês de Adar, e mataram em Susã trezentos homens; porém ao despojo não estenderam a sua mão.
16 Também os demais judeus que se achavam nas províncias do rei se reuniram e se dispuseram em defesa das suas vidas, e tiveram descanso dos seus inimigos; e mataram dos seus inimigos setenta e cinco mil; porém ao despojo não estenderam a sua mão.
17 Sucedeu isto no dia treze do mês de Adar; e descansaram no dia catorze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria.
18 Também os judeus, que se achavam em Susã se ajuntaram nos dias treze e catorze do mesmo; e descansaram no dia quinze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria.
19 Os judeus, porém, das aldeias, que habitavam nas vilas, fizeram do dia catorze do mês de Adar dia de alegria e de banquetes, e dia de folguedo, e de mandarem presentes uns aos outros.
20 E Mardoqueu escreveu estas coisas, e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto, e aos de longe,
21 Ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de Adar, e o dia quinze do mesmo, todos os anos,
22 Como os dias em que os judeus tiveram repouso dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa, para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e dádivas aos pobres.
23 E os judeus encarregaram-se de fazer o que já tinham começado, como também o que Mardoqueu lhes tinha escrito.
24 Porque Hamã, filho de Hamedata, o agagita, inimigo de todos os judeus, tinha intentado destruir os judeus, e tinha lançado Pur, isto é, a sorte, para os assolar e destruir.
25 Mas, vindo isto perante o rei, mandou ele por cartas que o mau intento que Hamã formara contra os judeus, se tornasse sobre a sua cabeça; pelo que penduraram a ele e a seus filhos numa forca.
26 Por isso aqueles dias chamam Purim, do nome Pur; assim também por causa de todas as palavras daquela carta, e do que viram sobre isso, e do que lhes tinha sucedido,
27 Confirmaram os judeus, e tomaram sobre si, e sobre a sua descendência, e sobre todos os que se achegassem a eles, que não se deixaria de guardar estes dois dias conforme ao que se escrevera deles, e segundo o seu tempo determinado, todos os anos.
28 E que estes dias seriam lembrados e guardados em cada geração, família, província e cidade, e que esses dias de Purim não fossem revogados entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua descendência.
29 Então a rainha Ester, filha de Abiail, e Mardoqueu, o judeu, escreveram com toda autoridade uma segunda vez, para confirmar a carta a respeito de Purim.
30 E mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras de paz e verdade.
31 Para confirmarem estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como Mardoqueu, o judeu, e a rainha Ester lhes tinham estabelecido, e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu clamor.
32 E o mandado de Ester estabeleceu os sucessos daquele Purim; e escreveu-se no livro.”

Silvio Dutra

Quem não tem Deus como Senhor do livramento têm deuses como senhores e cada um traz sofrimentos aos seus adoradores.

Helgir Girodo

Todo pecador desobediente a Deus perde as Suas bênçãos: alegria, saúde, livramento, soluções, prosperidade e vida eterna.

Helgir Girodo

Sei que o livramento é o que sempre pedimos ao nosso caminho, mas apenas no que não nos convém por que no que é necessário se faz saudável;
Os outros chamam desperdício de tempo ou loucura, mas minha consciência chama de amor próprio;

Julio Aukay

Hoje entendi que muito do que não me aconteceu não foi decpção e sim livramento de Deus..

Giovanna bells

Belo recado: eu sou refém das palavras, das poesias, dos cânticos de livramento.
Ganhastes minha atenção com um verbo...
“Unir-se-á”

Rafael Jenuino

Você tem que ficar contente, e não triste por não ter dado certo. não foi decepçao e sim livramento.

Roni Alves

Senhor! Toma esse momento, cada instante de minha vida e sela com a tua proteção, o teu livramento.
Age em mim, mesmo que eu não queira....salva-me dos que armam ciladas ou tramam contra a minha vida e alma.
Sagrado coração de Jesus, eu espero e confio em vós

Vera Lúcia Câmara da Silva