Iliada e a Odisséia

Cerca de 17 frases e pensamentos: Iliada e a Odisséia

Não saber torna impossível evitar
que a mesma coisa aconteça novamente.
Por outro lado, é libertador.
O mundo pode ser perigoso e coisas ruins
acontecem às vezes, mas não há nada que você
possa fazer, exceto viver sua vida.
E seria uma tolice se, enquanto você a vivesse,
você não a aproveitasse.

Livro: A odisseia de Homero.

Aprendi na Vila Militar, no 1o.GCan90AAé, unidade do Exército Brasileiro - Primeira Região Militar, que "Ordem dada, ordem cumprida" - duro de absorver, pois nem sempre pode ser assim. Os tempos mudaram. Novos tempos chegaram e missão dada, depois de bem emanada e pensada, deve ser cumprida, dentro do possível!

Caminhos militares, a Odisseia do Civil Fardado

"Sagaz é o que provoca o entorpecimento de uma afã em sua odisséia"

Elisandra Vieira

Palavras de Odisséia



Haja força, faltam até as palavras para escrever, não quero ser taxado de miserável, também não quero contribuir para o pior da situação. A dificuldade na escolha parece aumentar a cada sinal de uma nova tentativa, existe alguém mais forte mais inigualável que você mesmo, que pode tudo mudar, há alguém mais aqui que pode mudar tudo num instante.
Não sei aonde irei, prefiro não imaginar, melhor acreditar que tudo será bem melhor amanhã, não me aconselho nem a ser feliz do meu lado, pois essa felicidade pode ser passageira. Assim vivo e morro a cada dia, o luxo que me dou em acreditar em alguma possibilidade se perde na minha procura do dia-a-dia.
Misturando-me, e às vezes deixando-me contaminar, provo o amargor da derrota, preferiria o exílio, mas temo, pois sozinho não se vive mais! Tenho dado sentido às vitórias, mas perdido o rumo na escolha dos prêmios, já não consigo segurar minhas insatisfações, pois hoje mais divido e subtraio.
Na minha reflexão o básico é entrar e sair, chegar e partir, ganhar e me beneficiar com isso, pois o sentido primário da vida é a manifestação orgulho oferecida pela glória, apaga a humildade merecida.
Eu quero estar neste lugar, que não é meu nem é seu que é de ninguém, quero provar deste doce que tem sabor de quero mais, assim eu me lanço perfeito como o som e a luz vou dividindo ainda mais os pedaços e sendo mais generoso comigo mesmo.
Tenho em mim a forte correnteza do rio que me leva mais tenho em mim o perigo das quedas do rio, mais tenho em mim a coragem das águas que sempre encontra o caminho e se pressa transborda mais sempre encontra o caminho.
Assim é a vida e seu curso não se pode parar. A maioria das coisas mais perfeitas vem da dedicação e de um detalhe que pode mesmo fazer a diferença, veja que por um detalhe a torre de pizza na Itália saiu torta, e tornou-se um ponto turístico, um cartão postal, mais pense o que seria ela se não fosso o detalhe, só mais uma simples torre!
O que foi esquecido em você? Qual o detalhe que você tem? Onde esse detalhe torna você especial? Onde faz a diferença em sua vida? Ou onde ele faz falta pra você? Sinta-se a vontade pra invadir o seu espaço!

Gauber Gomes

eu tenho um grande negocio para campos o moussalinho odisseia e tato estão participando

MAKHOUL MOUSSALLEM

Aos espíritos adocicados, a permanência vivencial – uma odisseia sideral – seria um pulquérrimo espetáculo, um imensurável sidéreo sustentáculo; sarapintado de pirilampos fulgurantes, jubilosos, cantantes. No entanto, em qual nebulosa teremos sido forjados? Quiçá no oco abismal ou rebentos de um nada astral? Oxalá pudermos deslindar! Poderia isto ser antes de meu findar, pois feliz iria eu zarpar, por poder conjecturar em qual porto minha nau se ancorará.

Murillo Cabral Silva Fonseca

Já que a Odisséia é do Homero
Já que a Mona Lisa é do Da Vinci
Vá continuar criando
seu próprio legado com requinte...

Wellington Anselmo Martins

SEMITOM

Nossa odisséia foi interrompida
O verso seguinte não se ouviu
Um choro tenta cicatrizar a ferida
Embalado num silêncio febril.

A orquestra que cantava nossa história
Se fez calada, se fez metal sem som
Embora bem viva na memória
Ecoa no silêncio em semitom.

Bradando coragem
Pulando caminhos
Avistando miragem

Procurando carinhos
Perdendo os sentidos
Prossigo viagem...

Dilean de Bragança

Leitura: uma odisséia rumo à descoberta

É impressionante como o mar e a leitura estão ligados de forma indelével há milhares de anos. O escritor argentino Jorge Luis Borges - amante inveterado dos livros - dizia uma frase que sintetiza bem esse conceito: "Toda a literatura declina de Homero". A afirmação impactante do autor de Ficções expõe a importância do poeta grego, cujas obras Ilíada e Odisséia podem ser consideradas verdadeiros marcos da literatura ocidental. Ambos são belíssimos, mas, em Odisséia, Homero criou uma das mais belas e instigantes histórias já escritas e na qual o mar exerce um papel fundamental no desenvolvimento de seu enredo. Afinal, o que seria de Ulisses (ou Odisseu) sem o mar como pano de fundo para suas aventuras? Da mesma forma, Luís de Camões e Fernando Pessoa - para citar apenas dois ícones da literatura de língua portuguesa - muitas vezes fizeram uso da pena para versificar sobre o mar, sua grandiosidade, sua imponência, sua beleza e sua relevância crucial para o progresso da civilização (grandes descobrimentos, novas rotas de navegação, possibilidade de expansão econômica, comercial etc.) Por meio da História e da Literatura, percebemos que o mar sempre foi palco de grandes aventuras, conquistas e numerosos feitos heróicos da humanidade. Esse mesmo sentimento de descoberta, de desbravamento e de heroísmo presente no espírito dos grandes navegadores também se apodera de todos os personagens reais da vida quando se envolvem, se entregam e se deixam levar pela fascinante viagem proporcionada pela leitura. Quando nos tornamos leitores e passamos a apreciar e valorizar devidamente essa condição, percebemos o quão maravilhoso é poder desvendar o universo e cruzar suas fronteiras de forma ilimitada. Em outras palavras, ler é singrar os mares em direção à esplêndida aventura do conhecimento e do aprendizado. Temos nos livros uma espécie de bússola que nos orienta - piratas e vikings curiosos e sedentos de experiências diversas - na direção exata de um tesouro singular: o saber. Passaporte imprescindível para quem deseja realizar a verdadeira viagem da vida. Neste novo tempo em que o verbo "navegar" ganhou conotações cibernéticas devido às novas ferramentas tecnológicas que nos auxiliam na busca contínua do entretenimento e da informação (leia-se internet), é preciso deixar claro: nada substitui o prazer e os ganhos proporcionados pela leitura de um bom livro. Sem uma sólida formação cultural, acabamos por subutilizar tanto a rede mundial de computadores como todas as demais criações tecnológicas, recebendo suas informações de forma fragmentada e descontextualizada. A leitura nos fornece as condições necessárias para ampliarmos nossos horizontes ao infinito. Aumentamos nossa capacidade crítica, nosso poder de argumentação, de discernimento, de persuasão... Adquirimos a força, a coragem, o entusiasmo, o dinamismo e o espírito adequado para enfrentar as grande tempestades, turbulências e desafios da jornada. Os livros nos credenciam para empreender com sucesso as expedições mais variadas, traçando o rumo de nosso próprio destino com talento, sabedoria e confiança. Em seu poema O Livro e a América, o poeta brasileiro Castro Alves mescla com maestria a relação metafórica mais do que pertinente entre o livro e o mar. Uma visão magistral e que, certamente, irá nos inspirar para que prossigamos esta reflexão que apenas iniciamos : "Oh, Bendito o que semeia / Livros... livros à mão cheia... / E manda o povo pensar! / O livro caindo n'alma / É gérmen - que faz a palma, / É chuva - que faz o mar".


Publicado na Revista E - Sesc SP

Gabriel Chalita

Somos todos viajantes do tempo, estagiando nesta odisseia uma “longa viagem cheia de aventuras, peripécias e eventos inesperados”.
É impossível nos isolarmos, quando todos, aqui estamos, a serviço do bem, portanto, nosso dever é trabalharmos juntos, com alegria, pelo objetivo comum da coletividade. Sabendo cooperar uns com os outros jamais experimentaremos a desagradável sensação de solidão.

Ely Pomin

Já é o fim da odisséia humana na terra. Somos apenas fantasmas do que éramos em nossa mais antiga civilização.

Filósofo Ignorante

Odisseia

Levantou
Alçou voo
Viu com encanto
Todos os recantos
As maravilhas dos campos
As luzes das metrópoles
Os índios, as florestas,
As acrópoles
Os oceanos.
Aterrissou.
Viu a guarda inimiga
O sangue e a falta de comida
A doença, a má sorte.

Maria da Penha Boina

Vivo nessa odisseia, contido dos meus sentimentos, ou as vezes simplesmente preso a eles e tenho tantos medos e tanta vontade em mim que fico pensando o porque de tanta controvérsia e de tantas duvidas, e no mais, porque e tão difícil ser diferente.

Matheus Carmezim