Homenagens para 15 anos

Cerca de 401 frases e pensamentos: Homenagens para 15 anos

Jesus Abençoa as Crianças – Mateus 19.13-15

“13 Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam.
14 Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus.
15 E, depois de lhes impor as mãos, partiu dali.”

As boas promessas que Deus fez aos israelitas, eram dirigidas a eles e a seus filhos (At 2.38, 39).
Nesta passagem, nosso Senhor revela que estas boas promessas dirigidas a Israel não estavam vedadas aos menores deles, ou seja, às criancinhas de colo que foram trazidas a Ele para que lhes impusesse as mãos e orasse por elas.
Nos textos paralelos de Marcos e Lucas (Mc 10.13-16; Lc 18.15-17) nós lemos que os discípulos estavam repreendendo aqueles que estavam trazendo as crianças a Jesus, porque pensavam que o pedido deles era uma perda de tempo e incômodo para o Senhor, mas Ele repreendeu os discípulos com a ordem que não mais tentassem impedir que crianças Lhe fossem trazidas para serem abençoadas.
Nosso Senhor fez o bem por toda parte por onde andou (At 10.38), e nunca recusou atender a qualquer um que Lhe procurasse, fosse qual fosse a sua condição.
Se Ele sempre fez o bem e nunca rejeitou a qualquer que O buscasse com sinceridade o mesmo devem fazer os Seus servos.
A Igreja deve aprender do exemplo do Seu mestre, e não negar-se a orar por quem quer que seja, inclusive por aqueles que a maldizem e a perseguem, conforme é ordenado na Palavra.

Silvio Dutra

A Segunda Multiplicação dos Pães – Mateus 15.29-39

“29 Partindo Jesus dali, chegou ao pé do mar da Galileia; e, subindo ao monte, sentou-se ali.
30 E vieram a ele grandes multidões, trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos, e outros muitos, e lhos puseram aos pés; e ele os curou;
31 de modo que a multidão se admirou, vendo mudos a falar, aleijados a ficar sãos, coxos a andar, cegos a ver; e glorificaram ao Deus de Israel.
32 Jesus chamou os seus discípulos, e disse: Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que eles estão comigo, e não têm o que comer; e não quero despedi-los em jejum, para que não desfaleçam no caminho.
33 Disseram-lhe os discípulos: Donde nos viriam num deserto tantos pães, para fartar tamanha multidão?
34 Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? E responderam: Sete, e alguns peixinhos.
35 E tendo ele ordenado ao povo que se sentasse no chão,
36 tomou os sete pães e os peixes, e havendo dado graças, partiu-os, e os entregava aos discípulos, e os discípulos à multidão.
37 Assim todos comeram, e se fartaram; e do que sobejou dos pedaços levantaram sete alcofas cheias.
38 Ora, os que tinham comido eram quatro mil homens além de mulheres e crianças.
39 E havendo Jesus despedido a multidão, entrou no barco, e foi para os confins de Magadã.” (Mateus 15.29-39)

Ao retornar dos termos de Tiro e Sidom, nosso Senhor chegou ao pé do Mar da Galileia e subiu o monte.
“E vieram a ele grandes multidões, trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos, e outros muitos, e lhos puseram aos pés; e ele os curou.”
Isto durou por espaço de três dias, e tendo compaixão deles, nosso Senhor não quis despedi-los em jejum, para que não desfalecessem pelo caminho, ao retornarem às suas casas.
Os discípulos, que já tinham testemunhado anteriormente, o milagre da multiplicação de 5 pães e 2 peixes, com os quais foram alimentados cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças, não tiveram fé suficiente para crer na repetição do mesmo milagre, e mais uma vez questionaram a Jesus quanto à improcedência, segundo eles, do desejo manifestado por Ele, dizendo:
“Donde nos viriam num deserto tantos pães, para fartar tamanha multidão?”
Todavia, nosso Senhor não se ocupou em lhes dar qualquer tipo de esclarecimento ou repreensão e foi direto ao lhes perguntar quantos pães eles tinham. Responderam que apenas sete, e alguns peixinhos.
Muitas vezes, a providência divina entrará na vida dos cristãos sem lhes pedir licença, ou consultá-los se acham conveniente ou não o que necessita ser feito, e Deus lhes abençoará, apesar do endurecimento deles para poderem compreender a Sua mente divina.
Graças a Deus, que Ele opera de tal modo, senão estaríamos perdidos em nossas necessidades, dificuldades e problemas, que Ele resolve pela Sua livre iniciativa e misericórdia, muitas vezes multiplicando os poucos recursos que possuímos, tal como fizera com aqueles sete pães e alguns peixinhos, para alimentar com eles cerca de quatro mil homens, além de mulheres e crianças.
Depois de ter dado das migalhas que caíam da Sua mesa à mulher cananeia, nosso Senhor deu um grande banquete aos filhos de Israel, porque o Seu ministério terreno, deveria ser realizado junto aos judeus, pelas razões que já comentamos anteriormente, em outras passagens.
Desta vez, foram recolhidos sete cestos de sobras, depois que todos se fartaram.
O Senhor proveu todas as necessidades daquela multidão e partiu através do mar da Galileia para outra região, a de Magadã.

Silvio Dutra

O Que Contamina é o que Sai do Coração – Mateus 15.1-20

“1 Então chegaram a Jesus uns fariseus e escribas vindos de Jerusalém, e lhe perguntaram:
2 Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? pois não lavam as mãos, quando comem.
3 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por causa da vossa tradição?
4 Pois Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e, Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe, certamente morrerá.
5 Mas vós dizeis: Qualquer que disser a seu pai ou a sua mãe: O que poderias aproveitar de mim é oferta ao Senhor; esse de modo algum terá de honrar a seu pai.
6 E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.
7 Hipócritas! bem profetizou Isaias a vosso respeito, dizendo:
8 Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim.
9 Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.
10 E, clamando a si a multidão, disse-lhes: Ouvi, e entendei:
11 Não é o que entra pela boca que contamina o homem; mas o que sai da boca, isso é o que o contamina.
12 Então os discípulos, aproximando-se dele, perguntaram-lhe: Sabes que os fariseus, ouvindo essas palavras, se escandalizaram?
13 Respondeu-lhes ele: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada.
14 Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco.
15 E Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Explica-nos essa parábola.
16 Respondeu Jesus: Estai vós também ainda sem entender?
17 Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce pelo ventre, e é lançado fora?
18 Mas o que sai da boca procede do coração; e é isso o que contamina o homem.
19 Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
20 São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos, isso não o contamina.” (Mateus 15.1-20)

Nós temos aqui o registro do confronto havido entre Jesus e os escribas e fariseus que vieram de Jerusalém ter com Ele, quando ainda se encontrava na Galileia.
Esperava-se que estes de Jerusalém, onde se situava o templo e a grande concentração de sacerdotes, escribas, fariseus e saduceus, fossem mais esclarecidos quanto à lei, do que os poucos religiosos da região da Galileia, mas eles se revelaram ainda mais cegos do que estes.
Quem se permitiria ser guiado por um cego? Não seriam somente aqueles que são também cegos e que não sabem que o que lhes dirige é tão cego quanto eles?
Este era o caso do povo judeu sendo conduzido pelos sacerdotes, escribas e fariseus dos dias de Jesus.
E quando há este consentimento e desejo de permanecer na cegueira; em justificar a cegueira, e este ajuste mútuo entre os que guiam e os que são guiados, qual é posição de nosso Senhor em relação a isto?
Eles devem ser deixados seguindo o seu caminho até que venham a cair no abismo espiritual eterno que os aguarda, conforme nosso Senhor disse aos Seus discípulos no verso 14.
Quando se fecha os olhos para a verdade, e nos conduzimos pelas tradições de homens, e defendemos estas tradições, contra a verdade revelada de Deus e a Sua vontade, como estão exatamente registradas na Bíblia, ficamos expostos a este perigo de sermos cegos que estão a caminho da condenação, seja como guias, seja como aqueles que são guiados.
Os escribas e fariseus não somente invalidavam a Palavra de Deus com a tradição deles, como também descumpriam os Seus mandamentos, como o citado por Jesus de se honrar os pais, a pretexto de serem cumpridas as tradições que eles acrescentaram à Lei.
Não importava se determinados mandamentos da Lei fossem descumpridos, desde que a tradição deles fosse observada.
Por isso justificavam as pessoas que não cuidavam de seus pais, desde que os recursos que deveriam ser usados para a provisão deles fosse consagrado como oferta no templo; uma vez que os líderes religiosos viviam de tais ofertas.
Eles estavam tão somente preocupados com o cumprimento dos ritos e cerimônias que haviam acrescentado à Lei, como este mandamento religioso criado por eles de se lavar as mãos toda vez que se fosse comer alguma coisa, para que não fossem contaminados religiosamente por alguma impureza que houvesse nas mãos.
Não faziam isto por motivos sanitários, mas religiosos, e por isso foram repreendidos por nosso Senhor.
Então Ele se apressou em aplicar o ensino de que nada do que comemos pode nos contaminar diante de Deus, e muito menos pelo fato de termos lavado ou não nossas mãos, porque não há nenhum pecado nisto; mas sim com as coisas invisíveis que saem de nós e que são manifestações do pecado, como os exemplos que nosso Senhor citou: “maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.”
Tudo isto procede do coração, do interior, mas os escribas e fariseus não podiam enxergar isto porque se preocupavam somente com o que era exterior; uma vez que caso dessem ênfase ao estado interior do coração, a condição pecaminosa deles seria revelada, e isto não era obviamente, do interesse deles, porque tinham fama junto ao povo, de serem homens santos, que conheciam a Lei, e nem sequer isto eles conheciam de fato, como convinha, e também enganavam o povo quanto a este falso conhecimento que eles possuíam da Lei.
Por isso seriam arrancados por Deus, porque eram plantas que não haviam sido plantadas por Ele.
Não somente as opiniões corrompidas e práticas supersticiosas dos fariseus, mas a própria seita deles, estavam destinadas a desaparecer, segundo esta palavra proferida por nosso Senhor, e desde há muitos séculos tal palavra teve cumprimento.
A lavoura de Deus neste mundo é constituída somente por aqueles que se encontram na Igreja de Cristo. Todas as demais plantas serão cortadas e queimadas no dia do Juízo.

Silvio Dutra

João Envia Mensageiros a Jesus e o Senhor Dá Testemunho de João – Mateus 11.1-15

“1 Tendo acabado Jesus de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades da região.
2 Ora, quando João no cárcere ouviu falar das obras de Cristo, mandou pelos seus discípulos perguntar-lhe:
3 És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro?
4 Respondeu-lhes Jesus: Ide contar a João as coisas que ouvis e vedes:
5 os cegos veem, e os coxos andam; os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.
6 E bem-aventurado é aquele que não se escandalizar de mim.
7 Ao partirem eles, começou Jesus a dizer às multidões a respeito de João: que saístes a ver no deserto? um caniço agitado pelo vento?
8 Mas que saístes a ver? um homem trajado de vestes luxuosas? Eis que aqueles que trajam vestes luxuosas estão nas casas dos reis.
9 Mas por que saístes? para ver um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta.
10 Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio eu ante a tua face o meu mensageiro, que há de preparar adiante de ti o teu caminho.
11 Em verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João, o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele.
12 E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.
13 Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João.
14 E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir.
15 Quem tem ouvidos, ouça.” (Mateus 1.1-15)

Nós vemos no texto paralelo a este, do evangelho de Lucas, que foram dois mensageiros, dentre os seus discípulos, que João enviou a Jesus, e que para que tivessem a certeza de que era Ele mesmo o Messias, de quem se dizia que operava muitos sinais e maravilhas, Lucas registra que naquela mesma hora, na presença dos mensageiros que João lhe enviara, nosso Senhor ”curou a muitos de doenças, de moléstias e de espíritos malignos, e deu vista a muitos cegos” (Lc 7.21) comprovando-lhes que era o Messias do qual deram testemunho os profetas do Antigo Testamento, que Ele faria tais coisas quando se manifestasse a Israel.
Quando foi batizado por João nas águas, Deus Pai e o Espírito Santo deram uma evidência a João de que Jesus era o Messias, porque não somente ouviu a voz do Pai que dizia “este é meu Filho amado em quem me comprazo”, como também viu o Espírito Santo vindo sobre Ele na forma de uma pomba.
Agora, João estava na solidão do cárcere, aguardando pela sua execução, e não desejava deixar este mundo sem receber uma evidência da parte do próprio Cristo, de que Ele era o Messias, e como não podia fazê-lo pessoalmente, por se encontrar encarcerado, enviou-Lhe dois de seus discípulos para perguntarem a nosso Senhor se Ele era o Messias, ou se deveriam continuar aguardando ainda pela sua manifestação na pessoa de um outro.
O Senhor não recebeu a pergunta de João como uma prova de incredulidade, mas como manifestação de um desejo em sua fraqueza humana, para saber se havia de fato cumprido a sua missão de anunciar o Messias, conforme estava profetizado acerca dele nas Escrituras, uma vez que estava prestes a deixar este mundo, e queria ter a plena consciência do dever cumprido.
Como dissemos antes, o Senhor fez na presença dos mensageiros de João, aquilo que estava profetizado acerca do que o Messias faria, dando-lhe assim, Ele próprio uma firme evidência de ser o Cristo, sem, no entanto, de deixar de fazer a advertência de que era bem-aventurado todo aquele que não encontrasse nEle motivo de escândalo.
Não era por causa da rejeição que estava sofrendo da parte de muitos judeus, que se comprova que não era o Messias. Possivelmente, este deve ter sido um dos motivos de João ter balançado temporariamente em sua convicção acerca dEle, porque afinal, o Messias fora prometido a todo Israel.
Todavia, a resposta que Jesus deu a João, e a advertência que Lhe fez, serviria para lembrar-lhe, que ele, o próprio João, mesmo na condição de Seu precursor, também estava sofrendo rejeições, a ponto de se encontrar num cárcere aguardando o martírio.
Tribulações e perseguições não testemunham contra o fato de sermos cidadãos do reino dos céus, ao contrário, antes, o confirmam.
O Senhor não apenas foi paciente com a indagação vacilante de João, como deu um passo além dando um firme testemunho dele, como sendo o maior homem nascido de mulher do Velho Testamento porque foi a Ele que Deus deu a honra de não apenas falar acerca do Messias como os demais profetas, mas a de dar testemunho dEle em pessoa, dizendo que era o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, e pregando muitas outras coisas relativas a Jesus.
João era um homem resoluto e não um caniço agitado pelo vento. Para dissuadir alguém que tentasse alimentar tal pensamento acerca de João, de que era inconstante, Jesus se apressou em fazer a defesa do seu caráter, dizendo que ele não era assim.
João não oscilava em seus princípios e convicções acerca da vontade de Deus, especialmente a relativa à sua chamada, ao contrário, era firme e consistente a ponto de protestar contra o pecado do próprio rei Herodes, que dera causa à sua prisão e morte.
Ele era forte em espírito, tal como Elias, apesar de homens fortes como eles, estarem sujeitos a momentos de depressão como quaisquer outros, quando a graça de Deus lhes deixa entregues a si mesmos, para poderem perceber quão fraca é a natureza terrena, e que por isso, necessita ser mortificada.
Todavia, João estava morto para este mundo, e o mundo para ele, tal como estivera para o apóstolo Paulo, porque não foi achado em castelos e em glórias e honras mundanas, mas modestamente trajado em peles de camelo, pregando no deserto e se alimentando de mel e gafanhotos.
Ele não era um asceta, mas alguém que viveu como nazireu, inteiramente consagrado a Deus, cheio do Espírito, desde o ventre de sua mãe, para que pudesse ter a honra de ser o precursor do Messias, honra na qual, deve-se dizer, estava embutida a de ser mártir, ainda jovem, porque, no desígnio de Deus, encontrava-se determinado a respeito dele, o modo pelo qual sairia deste mundo, sendo decapitado, quando contava apenas cerca 30 anos de idade.
Esta tem sido a parte e a honra de muitos servos de Deus que têm sido também chamados por Ele para serem grandemente honrados.
Veja o caso de Estevão, de Tiago, de Paulo, Pedro, e de tantos outros que deixaram este mundo pelo martírio.
Foram grandemente honrados, mas estava designado para eles também uma honra que poucos estão dispostos a desejar, que é a de serem mártires de nosso Senhor Jesus Cristo, por amor a Ele e ao evangelho.
João era grande aos olhos de Deus apesar das condições de extrema humildade em que viveu neste mundo, conforme o desígnio divino para ele, tal como havia sido antes para o profeta Elias.
Para Deus João não era apenas um profeta, era mais do que um profeta, porque não falaria como os demais do Cristo que ainda viria, mas teria a honra de falar dEle estando com Ele em pessoa, e também Lhe prepararia o caminho, conduzindo muitos ao arrependimento (v. 10).
João era grande, mas viriam muitos após ele, na nova aliança, de uma nova dispensação, que Jesus inauguraria em Seu sangue, que seriam ainda maiores do que João, até mesmo o menor deles, porque João anunciou um reino que viria, e estes estariam participando do reino que João pregou.
Lembremos que João não realizou qualquer milagre, porque isto não lhe fora concedido por Deus, como tem concedido a muitos na Igreja.
O reino do Messias se manifestaria na Igreja, pelo derramar do Espírito Santo, e os cristãos receberiam dons e uma glória ainda maiores do que a que fora concedida a João, em seu ministério neste mundo.
João era portanto o marco divisório entre duas alianças e dispensações. Uma antiga e uma nova. O período do Antigo Testamento estava sendo fechado com ele, porque desde então Deus não levantaria nenhum outro profeta na Antiga Aliança.
A morte de João representava portanto o fim do Velho Testamento, e por isso Jesus disse acerca dele que: “todos os profetas e a lei profetizaram até João.”
Ele era aquele que viria no espírito de Elias, conforme havia sido profetizado por Malaquias, antes que o Messias viesse.
Deus Pai vinculou o ministério de João ao de Seu Filho unigênito, para sobretudo, marcar esta transição do Velho para o Novo Testamento.
Então são os que se esforçam pela verdade, na defesa da justiça evangélica, estando arrependidos, tal como João havia ensinado, e que seguem o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, que se apoderam do reino dos céus.
Era a isto que nosso Senhor se referiu quando disse as seguintes palavras:
“E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.”
Não são apenas os que desejam entrar no reino dos céus que entram efetivamente, mas o que se esforçam e lutam para isto, principalmente contra as cobiças da carne e contra as forças espirituais da maldade.
“23 E alguém lhe perguntou: Senhor, são poucos os que se salvam? Ao que ele lhes respondeu:
24 Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão.” (Lc 13.23,24)

Silvio Dutra

Instruções para os Apóstolos – Mateus 10.5-15

“5 A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;
6 mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;
7 e indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.
8 Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.
9 Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre, em vossos cintos;
10 nem de alforje para o caminho, nem de duas túnicas, nem de alparcas, nem de bordão; porque digno é o trabalhador do seu alimento.
11 Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela é digno, e hospedai-vos aí até que vos retireis.
12 E, ao entrardes na casa, saudai-a;
13 se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz.
14 E, se ninguém vos receber, nem ouvir as vossas palavras, saindo daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.
15 Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para a terra de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade.” (Mateus 10.5-15)

É preciso entender que enquanto nosso Senhor esteve neste mundo, cumprindo Seu ministério junto à circuncisão (judeus), o ministério de Seus discípulos, especialmente dos apóstolos, deveria ser uma extensão exata do próprio ministério do Senhor, e daí a ordem para que não fossem aos gentios, mas que pregassem e ministrassem exclusivamente aos judeus.
Somente depois que o Senhor fosse glorificado, depois de Sua morte e ressurreição, e que o Espírito Santo fosse derramado, que eles poderiam ministrar aos gentios, mas ainda assim, teriam que pregar primeiro o evangelho aos judeus.
Isto nos ajuda a entender a grande quantidade de curas de enfermos, ressurreição de mortos, purificação de leprosos e expulsão de demônios, que realizaram, conforme nosso Senhor lhes havia ordenado.
Importava que se visse que os seguidores de Cristo não somente estavam debaixo de Suas ordens, como também estavam capacitados por Ele, e somente eles, a realizarem as mesmas obras que Ele realizava.
Tudo isto se vê claramente nestas instruções que nosso Senhor lhes deu, e que foram registradas nesta passagem por Mateus.
Muito aprendemos desta limitação inicial imposta pelo Senhor aos apóstolos, para que não caiamos na tentação de realizar um ministério mais extenso do que aquele que o Senhor tiver designado para nós, ou então fora do momento apropriado.
Tudo deve seguir as Suas ordens nos trabalhos realizados pela Sua Igreja, e quando digo Igreja, não me refiro exclusivamente à Igreja local, mas a todos os recursos humanos e meios que Deus, em Sua providência, usa, para a Sua exclusiva glória.
O alvo do ministério dos apóstolos, ao serem enviados no início pelo Senhor, era apenas as ovelhas perdidas da casa de Israel. Então temos aqui uma limitação dentro da limitação, porque não somente deveriam se limitar aos termos de Israel, mas concentrar seus objetivos nos eleitos daquela nação.
Paulo dizia que tudo fazia por amor aos eleitos.
Nosso Senhor afirmou que não rogava pelo mundo, mas por aqueles que lhes foram dados pelo Pai (Jo 17.9).
Evidentemente, isto não exclui o dever de amar a todas as pessoas, sem fazer qualquer tipo de acepção, mas devemos estar conscientes que os benefícios permanentes do evangelho serão eficazes somente naqueles que amarão a Cristo, e que atendem à Sua chamada ao arrependimento e à conversão.
Por isso deveriam pregar que “É chegado o reino dos céus.”
Este reino está destinado àqueles que são descritos nas bem-aventuranças, a saber: pobres de espírito; contritos de coração que choram por causa do pecado; mansos; famintos e sedentos de justiça; misericordiosos; limpos de coração; pacificadores e perseguidos por causa da justiça.
Tal como os apóstolos haviam sido salvos pela graça, de igual modo deveriam tudo fazer de graça e pela graça.
Eles deveriam vencer a tentação de fazerem um comércio com as coisas relativas à graça do Senhor, e para que soubessem que a mesma graça que lhes havia salvado, continuaria provendo todas as necessidades deles, para que não estivessem ansiosos quanto ao que comer, beber e vestir, desviando-se assim da missão que deveriam cumprir, para se dedicarem exclusivamente a atividades seculares, com vistas à sua subsistência.
Por isso nosso Senhor lhes ordenou o seguinte:
“Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre, em vossos cintos; nem de alforje para o caminho, nem de duas túnicas, nem de alparcas, nem de bordão; porque digno é o trabalhador do seu alimento.”
Eles estavam a serviço exclusivo do evangelho e deveriam portanto ser supridos somente pelo próprio evangelho, isto é, viveriam do fruto do trabalho do seu ministério.
Pessoas gratas a Deus seriam levantadas por Ele para suprirem as necessidades dos apóstolos, mas eles nada deveriam cobrar pela cura de enfermos, expulsões de demônios, pela salvação de almas, ou por qualquer outro benefício decorrente do trabalho deles.
Por isso Jesus ordenou aos apóstolos que não fizessem qualquer provisão prévia para poderem sair para pregar o evangelho (v. 9,10).
Eles sairiam no cumprimento de uma missão curta e logo retornariam a estar sob os cuidados diretos do Senhor, em pessoa. A graça de Deus lhes proveria todo o necessário através de pessoas dignas, de maneira que nosso Senhor lhes ordenou o seguinte:
“11 Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela é digno, e hospedai-vos aí até que vos retireis.
12 E, ao entrardes na casa, saudai-a;
13 se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz.
14 E, se ninguém vos receber, nem ouvir as vossas palavras, saindo daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.
15 Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para a terra de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade.”
Os apóstolos deveriam se informar quanto a quem era digno nas cidades e aldeias que visitassem. Deus moveria os corações destas pessoas dignas, para que hospedassem os apóstolos e provessem suas necessidades até que se retirassem do meio deles.
Caso eles errassem quanto à dignidade da casa em que se hospedassem, poderiam reconhecer tal erro porque perceberiam a falta de paz na casa, apesar de terem saudado seus habitantes com a paz do Senhor.
Evidentemente, deveriam se retirar e procurar outra hospedagem, e caso esta fosse negada por alguma pessoa, ou até mesmo por toda a cidade, não deveriam ficar intimidados com isto e nem paralisarem a sua missão, porque neste caso deveriam sair da cidade sacudindo até o pó dos seus pés, em testemunho contra a rejeição não propriamente deles, mas do Senhor, porque quem rejeita aos que são enviados por Cristo, rejeitam ao próprio Cristo. Tal como uma coisa vil como o pó, também eles seriam espalhados como o vento, no dia do Grande Juízo de Deus.
E, como juiz de vivos e mortos, o Senhor julgará os tais com maior rigor, do que aquele que haverá para os habitantes de Sodoma e Gomorra, no dia do Juízo, porque a estes não foi enviado por Deus, nenhum mensageiro da parte de Cristo, com as boas novas de salvação, a saber, o evangelho.
Então, quando rejeitados, devemos deixar a questão do juízo nas mãos do Senhor, e continuar fazendo o nosso trabalho onde ele seja bem recebido.

Silvio Dutra

A Cura da Sogra de Pedro – Mateus 8.14,15

“14 Ora, tendo Jesus entrado na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama; e com febre.
15 E tocou-lhe a mão, e a febre a deixou; então ela se levantou, e o servia.” (Mateus 8.14,15)

Nós temos aqui o relato da cura da sogra de Pedro.
Ela estava com febre, e geralmente febres são apenas sintomas de algum mal que esteja acometendo o nosso organismo, geralmente infecções.
Então, ao fazer cessar a febre, Jesus curou a enfermidade que estava dando causa à mesma.
A sogra de Pedro encontrava-se acamada na casa do apóstolo, e tão logo foi curada por Jesus, levantou-se e O servia.
A saúde que o Senhor nos concede é para servi-lO.
Por isso não deveríamos nos entristecer somente pela enfermidade propriamente dita, mas pelo fato de nos impossibilitar de nos dar continuidade ao nosso serviço para Cristo.
Um simples toque de Jesus na mão da sogra de Pedro a curou.
O poder de cura atravessou todo o seu corpo e atingiu a parte que estava abrigando a doença, porque não é de se supor que fosse qualquer problema em sua mão que estivesse dando ocasião à febre.
Disto aprendemos, que não há necessidade, como muitos imaginam, que toquemos na parte do corpo em que esteja supostamente localizada a enfermidade, para que uma pessoa seja curada, quando oramos por ela.

Silvio Dutra

COMO E PORQUE SER ESPIRITUAL E NÃO CARNAL
– Parte 15

As sete igrejas citadas nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse representam todas as igrejas de todas as localidades do mundo em toda a história do Cristianismo.
No entanto, elas configuram as igrejas que estarão predominando no mundo no tempo do fim, especialmente as três últimas citadas (Sardes, Laodiceia e Filadélfia). Lembremos também em reforço deste argumento que Apocalipse foi escrito para descrever as coisas que acontecerão no tempo do fim.
E é bem fácil de identificarmos estes três tipos de Igrejas em nossos dias, e disto podemos concluir que a volta do Senhor está mais próxima do que imaginamos.
Nós vemos que uma das notas constantes para as igrejas que estão vivendo fora da vontade do Senhor, com exceção de Esmirna e Filadélfia, que permanecem fiéis à Sua vontade, é a chamada ao arrependimento. E que se ouça o que o Espírito está dizendo às igrejas.
Nós entendemos então que uma das principais missões dos cristãos fiéis neste tempo do fim é chamar ao arrependimento os cristãos que estão vivendo de maneira contrária à vontade de Deus.
E esta chamada ao arrependimento deve ser feita por se proclamar a verdade no poder do Espírito.
Porque é o Espírito Santo que dá testemunho da verdade juntamente com o nosso espírito.
Para tanto é necessário viver em santidade, porque é pela fidelidade de Filadélfia que muitos de Sardes e de Laodiceia poderão chegar ao arrependimento, porque numa igreja corrompida fica quase impossível conhecer a mensagem do verdadeiro evangelho, e muito mais ainda o poder para praticá-la.
É nosso dever portanto, se desejamos ser fiéis ao Senhor, que santifiquemos nossas vidas para que sejamos cristãos espirituais e úteis no Seu serviço em favor da restauração da Sua Igreja que se encontra em sua maior parte corrompida, conforme Ele próprio a descreve com as palavras que dirigiu às Igrejas de Sardes e de Laodiceia.
Há uma grande recompensa e um grande fruto para o nosso trabalho no Senhor.
Ele próprio fortalecerá as nossas mãos para a batalha.
Sigamos portanto em frente, perseverando na fé, certos de que a vitória pertence ao Senhor, e Ele nos honrará porque nós O temos honrado.

Silvio Dutra

" Sou apenas um pensador do romance ( romantismo) . Um garoto de 15 anos que vê o amor de um jeito simples e ao mesmo tempo difícil de se compreender ."

MatheusFelipe.B.

Isso que chamam de amor vai chegar pelo menos 15 vezes durante toda sua vida. Dessas 15, se você beijar 5 bocas, será muito. Ainda vão existir vezes, que você vai beijar sem querer, ou só querendo sem ser com o coração. Chamam isso de química, atração. Mas das cinco que tu beijar, 6 você vai achar que é o amor da sua vida. Uma pode ser, mas você só vai saber se escolher. Só vai reconhecer se tentar.

Matheus Rocha

Como se Alcança a Misericórdia de Deus

Em Êxodo 33.19 e em Rom 9.15 está escrito que Deus concederá a nós a sua graça para alcançarmos a sua misericórdia para a salvação da nossa alma, conforme a sua própria determinação e soberania.
Portanto, nunca foi, e jamais será dito, de alguém que foi ou que será salvo por Cristo, por causa de algum bem que tenha feito, ou por um simples desejo de não ser eternamente condenado pela justiça divina.
A salvação é dada por Deus por pura graça e misericórdia a pecadores que se encontram perdidos.
Mas qual é o critério da concessão desta graça e misericórdia?
Que evidências nos foram dadas na Bíblia para sabermos que a temos obtido?
Dentre as tantas apresentadas, a maior é a testificação do Espírito Santo com o nosso espírito de que estamos seguramente salvos em Jesus Cristo.
Outra de grande importância, é a tristeza que temos quando pecamos, e a fé que em Jesus depositamos para que sejamos perdoados e purificados.
Podemos saber que estamos a caminho da obtenção da graça e da misericórdia divinas quando começamos a perceber que não podemos ser salvos pela nossa própria justiça, e que dependemos inteiramente do sacrifício de Jesus na cruz para sermos justificados.
Quando percebemos que não há qualquer mérito em nós e nas nossas melhores obras, e que de fato, tudo em nós está manchado pelo pecado.
Mas ainda assim, desejamos ser purificados e aperfeiçoados pelo Espírito Santo, para sermos confirmados na Palavra do Evangelho e em toda boa obra do Espírito operada em nós e por meio da nossa instrumentalidade.
Sabemos que estamos a caminho da graça e da misericórdia quando nos arrependemos e amamos os mandamentos de Cristo, conforme se encontram registrados na Bíblia.
Quando somos movidos a orar no Espírito, suplicando não apenas por nós, mas intercedendo por todos os homens, e especialmente pelos santos.
Quando amamos os irmãos com o próprio amor de Jesus Cristo, que nos move a isto.
Enfim, podemos ver que em tudo isto se exclui qualquer merecimento nosso, pois de Deus temos tudo recebido.
Com humildade, oferecendo-lhe a confissão e o louvor dos nossos lábios, certamente o encontraremos habitando em nosso interior, pelo Santo Espírito.

Silvio Dutra

O Prazer de Deus na Obediência

Por John Piper

1 Samuel 15:22-23: “Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, quanto em que se obedeça à Sua palavra? Olhe, a obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão são melhores do que a gordura dos carneiros.
Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria. Assim como você rejeitou a palavra do Senhor, Ele o rejeitou como rei.”
Nas últimas quatro semanas temos enfatizado a boa nova que Deus é uma nascente de água na montanha e não um bebedouro. A boa nova é que a totalidade do transbordamento de DEUS é magnífica e NOSSOS anseios são satisfeitos em ações simples de sede e saciamento.

A melhor notícia em todo o Mundo

Quando colocamos de lado todos os refrigerantes, bebidas gaseificadas e bebidas engarrafadas do mundo e nos debruçamos sobre uma nascente de água na montanha da água de vida de Deus, nós O honramos, O glorificamos e O louvamos como a última fonte de felicidade. E em todo ato de louvor a Ele nós nos satisfazemos, pois essa é a água que devemos beber para vivermos. Essa é a melhor notícia em todo o mundo — que Deus é o tipo de Deus o qual fervor para glorificar o Seu nome vem da expressão mais completa em um ato que satisfaz aos desejos de meu coração. Isso quer dizer que quando estiver com sede, mais desesperado e quando mais precisar, eu posso encorajar a minha alma não apenas com a verdade que existe em um impulso misericordioso no coração de Deus, mas também mas também com a verdade que o recurso e o poder daquele impulso é o fervor de Deus para agir em seu próprio nome.
Posso orar com os salmistas, "Por amor do seu nome, Senhor, perdoa o meu pecado que é tão grande” (25:11). "Ajuda-nos, ó Deus, nosso Salvador, para a glória de seu nome, e livra-nos” (79:9). "por amor do teu nome, conduz-me e guia-me” (31:3).
Vimos que precisamente porque Deus ama a glória de seu próprio nome, Ele também tem prazer naqueles que tem esperança em seu amor e naqueles que expressam a sua esperança em oração. Há duas semanas dissemos que quando se tem esperança em Deus, você glorifica Deus como a fonte da alegria profunda e duradoura. A semana passada nós dissemos que quando se reza corretamente, essa reza simplesmente fornece a expressão da esperança da glorificação de Deus. E hoje vamos dar um passo à frente e dizer que a obediência a Deus faz com que a esperança da glorificação de Deus se torne visível e prove que ela é real em nossas vidas.

A felicidade de Deus na Obediência

Nosso texto é 1 Samuel 15:22, "Caso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra?" A resposta é claramente NÃO. O Senhor se alegra mais na obediência do que na realização de cerimônias de adoração sem isso.
Existem duas perguntas que quero tentar responder com vocês esta manhã.
1. Por que Deus se alegra na obediência?
2. E são isso boas notícias? Elas são notícias boas de escutar que o que realmente agrada a Deus é a obediência, ou isso é apenas uma responsabilidade desencorajadora?
O ajuste de 1 Samuel 15:22
Antes de focarmos nessas duas perguntas, vamos ter certeza que temos os ajustes corretos em nossas mentes.

A derrota e a sentença contra Amaleque

Quando Israelitas saíram do Egito e passaram pela selva, os amalequitas os atacaram. Nós lemos sobre isso no Êxodo 17:8–16. Deus deu a vitória aos Israelitas, mas o diabo nunca foi esquecido. Em Deuteronômio 25:17–19 Deus disse,
Lembre-se do que os amalequitas lhes fizeram no caminho, quando vocês saíam do Egito, como eles o atacaram no caminho, quando vocês estavam cansados e exaustos,e eliminaram todos que ficaram para trás; e eles não temeram a Deus. Assim quando o Senhor seu Deus der a vocês o descanso de todos os seus inimigos ao seu redor, na terra que Ele lhes dá para dela tomarem posse como herança, vocês farão que os amalequitas sejam esquecidos debaixo do céu. Não se esqueçam!

A participação de Saul na execução da sentença

Finalmente a iniqüidade dos amalequitas está complete e o Senhor comanda Saul, o primeiro rei de Israel, para executar a sentença contra os amalequitas. O comando é dado em 1 Samuel 15:2–3, Assim diz o Senhor dos exércitos, "Castigarei os amalequitas pelo que fizeram a Israel, atacando-os quando saíam do Egito. Agora vão, ataquem os amalequitas e consagrem ao Senhor para destruir tudo o que lhes pertence. Não os poupe; matem homens e mulheres, crianças e recém nascidos, bois, ovelhas, camelos e jumentos."
Então Saul juntou o seu exército e foi em direção à cidade de Amaleque. Ele avisou os queneus para que partissem se quisesse poupar as suas vidas (v. 6). E depois ele destruiu os amalequitas de Havilá até Sur, a leste do Egito.

A desobediência fatal de Saul

Mas o verso 9 descreve a desobediência fatal de Saul.
Mas Saul e as pessoas pouparam Agague, e as melhores ovelhas e os melhores touros e os vitelos, e cordeiros, e de todos que eram bons, e não os destruiriam completamente; tudo aquilo que era desprezado e sem valor foram totalmente destruído.
O Senhor viu essa desobediência e se arrependeu de ter tornado Saul rei (v. 11). Apenas uma palavra breve para expressar o seu “arrependimento” divino.

Uma breve palavra sobre o “Arrependimento” divino

Ele diz no verso 29 desse capítulo que "a Glória de Israel não mentirá ou se arrependerá." Eu levarei isso em consideração para significar que o arrependimento de Deus (e.g., no v. 11) não é como o arrependimento do homem. Na realidade, esse arrependimento é tão diferente que de certa maneira não é um arrependimento real, como dito no verso 29. Não é baseado em ignorância ou engano. O arrependimento de Deus é a mudança de direção de seu coração, mas não aquele que foi imprevisto. Deus não se arrepende porque Ele é pego desprevenido por alguns eventos inesperados. Isso sem dúvida seria como um homem. Mas para a Glória de Israel não é um homem que Ele deve arrepender-se. Quando a bíblia diz que Deus se arrepende significa que Ele expressa uma atitude diferente sobre algo que Ele expressou anteriormente, não porque algum evento ocorreu inesperadamente, mas porque os eventos inesperados tornam uma atitude diferente mais propícia para expressar agora o que ocorreu, do que teria expressado anteriormente

O confronto de Samuel com Saul

Samuel está zangado com a mudança de atitude de Deus em relação a Saul e ele implora para Deus a noite inteira (v. 11, como em 12:23). O resultado de sua noite de oração é uma resolução firme de fazer aquilo que Deus. Ele levanta cedo pela manhã e descobre que Saul foi para Carmel (v. 12), levanta um monumento para si, e vai em direção à Gilgal onde ele foi aclamado rei pela primeira vez. (11:15).
Então Samuel vai encontrar Saul, e (no v. 13) Saul diz, "Que você seja abençoado pelo Senhor; eu fiz aquilo que me foi comandado pelo Senhor." Samuel diz (no v. 14) que o som do balir de ovelhas e o mugido dos touros significam a real destruição feita por Saul da maneira que Deus disse.
Depois (no v. 15) Saul culpa as pessoas: “Elas os trouxeram de Amaleque; para que as pessoas poupassem as melhores ovelhas." Mas nada que Saul diga agora funcionará. Ele desobedeceu ao comando do Senhor e ele finalmente admitiu tal coisa no verso 24: “Eu pequei, pois transgredi o comando do Senhor e suas palavras."
Agora a nossa primeira pergunta é: Por que Deus fica tão desgostoso com a desobediência? Ou positivamente, por que Deus fica tão feliz com a obediência? Por que Deus odeia a desobediência?
Eu vejo pelo menos cinco razões para essa estória de que Deus odeia a desobediência e fica feliz com a obediência. Mencionarei as mesmas em ordem da menos séria até a mais séria, a meu ver.
1. A desobediência mostra como o medo é colocado de maneira errada
2. Note no verso 24: "Saul diz a Samuel, “Eu pequei; pelo fato de ter transgredido o comando de Deus e suas palavras, pois tive medo das pessoas e ter obedecido à voz deles. " Por que Saul obedeceu às pessoas ao invés de obedecer à Deus? Ele temeu as conseqüências da obediência mais do que ele temeu as conseqüências divinas do pecado. Ele temeu o desgosto das pessoas mais do que ele temeu o desgosto de Deus. E isso é um grande insulto a Deus. Samuel disse duas vezes a Saul e as pessoas em 12:14 e 24, " Tema ao Senhor, e sirva-o com toda a fé de seu coração." Mas, agora o próprio líder temeu ao homem e se distanciou de seguir a Deus (1 Samuel 15:11).
2. A desobediência mostra como o prazer é colocado em lugar errado Saul tenta convencer Samuel que foi uma nobre intenção que o conduziu a desobedecer a Deus e manter as melhores ovelhas e os melhores touros vivos (v. 21). Ele disse que eles queriam sacrificá-los para o Senhor em Gilgal, mas o Senhor tinha dado a Samuel um sinal do real motivo que conduziu Saul e as pessoas. Nós podemos verificar tal fato em suas palavras no verso 19:
Por que depois você obedeceu à voz do senhor? Por que mergulhou na presa, e fez o que era errado aos olhos de Deus?
Eles mergulharam na presa como pássaros famintos mergulham para encher as suas barrigas. Essa palavra, "mergulham," é utilizada em 14:32 para descrever como as pessoas mergulham na presa quando os Filisteus foram derrotados. Ele diz, "As pessoas sobrevoaram a presa, e levaram as ovelhas ou touros e os novilhos, e os reviraram no chão; e as pessoas os comeram com sangue."
Quando Samuel diz em 15:19, "Por que vocês mergulharam na presa, e fizeram o que era errado aos olhos do Senhor? " ele quer dizer que as pessoas foram conduzidas por um desejo soberbo dos prazeres de toda aquela carne. (Lembre-se, aqueles que se sacrificarem, comerão da carne.) O prazer deles foi colocado em lugar errado. Deveria ter sido Deus. Mas eles sentiram mais prazer na carne da ovelha e do touro do que eles sentiram no sorriso e n o companheirismo de Deus. Isto é certamente, um grande insulto a Deus, e assim muito desprazeroso a seu ver.
3. A desobediência mostra como o elogio pode ser colocado em lugar errado
Quando Saul derrotou os amalequitas, a primeira coisa que ele fez foi construir um monumento para si. Verso 12: “Foi dito a Samuel, Saul veio a Carmel e contemplou, ele construiu um monumento para si." Evidentemente Saul estava mais interessado em ter seu nome para si do que em fazer o nome de Deus através da obediência cuidadosa de sua palavra. Ele colocou em lugar errado o elogio de Deus para si próprio.
Esse pecado torna-se até mesmo pior quando se lê os versos 17–18:
E Samuel disse, "Embora pequeno aos seus próprios olhos, você não se tornou o líder das tribos de Israel? O Senhor o ungiu como rei sobre Israel. E o Senhor o enviou numa missão, e disse, vá, e destrua completamente os pecadores, os amalequitas, e lute contra eles até que eles sejam eliminados. Por que você não obedeceu à voz do Senhor?"
Retornando a 9:21 Saul pareceu surpreso que Deus o escolhera para ser rei de Israel quando ele era da menor tribo, a tribo de Benjamim, e da menor das famílias de sua tribo. E ele tinha que se surpreender! Se ele quisesse honra, ele deveria ter se surpreendido e se satisfeito com a honra que Deus havia dado a ele. Esse é o ponto de vista de Samuel no verso 17— por que você está sendo guiado pela luxúria humana quando Deus lhe deu o privilégio glorioso de ser a cabeça das tribos de Israel e o rei ungido das pessoas de Deus?
Mas Saul não estava satisfeito com a glória de Deus e a honra de ter sido o seu rei escolhido. Ele queria a sua própria glória e o seu próprio louvor. E o caminho submisso da obediência não oferece esse tipo de louvor e glória. E por isso ele fez coisas de sua própria maneira.
4. A desobediência é como o pecado da adivinhação
Agora estamos no campo textual explícito. Essa é a real razão dada por Samuel para a desobediência ser desprezada por Deus, no verso 23.
(22b) Veja, obedecer é melhor do o sacrifício, e escutar é melhor do que os carneiros, (23) a rebelião é o pecado da adivinhação. Deus colocou adivinhação na mesma categoria que as coisas horríveis que Ele detesta em Deuteronômio 18:10.
Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria, ou faca encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas.
Por que é a rebelião e a desobediência o pecado da adivinhação? A adivinhação está procurando saber o que fazer de maneira que ignora a palavra e o conselho de Deus. E isso é exatamente nisto que a desobediência se baseia. Deus diz uma coisa, e nós dizemos, acho que vou consultar outra fonte de saber – nominado de? Eu mesmo! A desobediência em relação à palavra de Deus coloca o meu próprio saber no lugar de Deus e assim insulto a Deus como a única e confiável fonte de sabedoria.
5. A desobediência é idolatria
Isso é o que Samuel diz na última metade do verso 23:
A rebelião é o pecado da adivinhação, e a teimosia é como injustiça e idolatria.
Quando Deus diz alguma coisa e nós consultamos o mágico de nossa própria sabedoria e depois com teimosia escolhemos seguir nosso próprio caminho, somos idolatras. Nós não apenas escolhemos consultar a nós mesmos, como uma alternativa a Deus, e assim tornamos culpados de adivinhação, mas vamos, além disso, e na realidade sobrepomos a direção de nossas mentes em relação a direção de Deus e nos tornamos culpados de idolatria. E o pior de tudo, o ídolo somos nós mesmos.
Então se torna a razão pela qual Deus estará insatisfeito com a desobediência, pois em todos os pontos é um ataque a sua glória.
Isso coloca o medo ao homem no lugar do medo a Deus.

Isso eleva o prazer das coisas acima do prazer em Deus.

Isso procura por um nome próprio ao invés do nome de Deus.

Isso consulta a sabedoria própria ao invés de se satisfazer com a vontade de Deus.
E ela estabelece mais valor nos ditados próprios do que os ditados de Deus e assim tenta destronar Deus fornecendo lealdade ao ídolo da vontade humana.
Mas obediência, sendo exatamente o oposto, em todas essas coisas dá o trono a Deus e o honra. E assim Deus tem prazer na obediência.
Agora retornamos a segunda pergunta que levantamos no início: Isso é boa notícia? É boa notícia aprender que Deus tem prazer na obediência, ou isso é apenas outra obrigação?
É uma boa notícia que Deus tem prazer na obediência? Acho que é boa notícia. E existem pelo menos seis razões pelas quais acredito nisto. Apenas temos tempo para mencioná-las brevemente.
1. Isso significa que Deus é louvável e confiável
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois significa que Ele é louvável e confiável. Se Ele não tivesse prazer na obediência, Ele seria uma contradição viva: amando a sua glória acima de todas as coisas e ainda assim não satisfeitos com seus atos que tornam a sua glória conhecida. Ele seria hipócrita e falso. A sua beleza seria banida e com isso todo o seu prazer! E Ele seria inconfiável, pois não se pode acreditar em um Deus que os valores são tão inconstantes que Ele se enaltece em um minuto e concorda com insultos logo a seguir.
2. Ela garante que a Glória de Deus seja espalhada
O prazer de Deus na obediência é uma boa notícia, pois ela garante a promessa que algum dia a glória de Deus será realmente complete na terra da mesma maneira que as águas cobrem a o oceano. Se Deus fosse indiferente à desobediência, não haveria certeza que a era por vir estaria sem qualquer atitude de desonra de Deus. Mas pelo fato Dele odiar a desobediência e amor à obediência podemos ter certeza que nosso desejo por um mundo cheio da Glória de Deus certamente chegará.
3. Mostra que a graça de Deus é um Poder Glorioso
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois isso mostra que a graça de Deus é um poder glorioso e não apenas uma tolerância insignificante do pecado. A glória da graça de Deus é vista não apenas no fato de Deus observar os pecados dos que crêem, mas também pelo fato de gradualmente, finalmente e com vitória erradicar esses pecados. Se Deus não tivesse prazer na obediência, a graça soberana poderia nunca ser vista no seu poder de conquistar o pecado.
4. Os comandos de Deus não são muito severos
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois seus comandos não são muito severos. Eles são tão difíceis de serem obedecidos como a sua glória é difícil de ser apreciada e suas promessas são difíceis de serem acreditadas. Deuteronômio 30:11 diz, "Esse comando o qual lhes é dado hoje não é muito difícil para vocês." E 1 João 5:3 diz, "Esse é o amor de Deus, que nós mantenhamos os seus comandos. E Seus comandos não são penosos."
5. Tudo o que Deus nos comanda é para o nosso próprio bem
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois tudo que Deus comanda é para o nosso próprio bem. Então Deus é realmente prazeroso quando ele tem prazer em nossa obediência, que é a nossa mais profunda e permanente alegria. Deuteronômio 10:12–13 diz,
E agora, ó Israel, que é que o Senhor lhe pede, e que tema o Senhor teu Deus, que ande em Seus caminhos, que o ame, e que sirva o senhor teu Deus com todo o seu coração e toda a sua alma, e mantenha os seus comandos e seus estatutos de Senhor os quais eu comando hoje pelo seu próprio bem.
6. A obediência que Deus ama é a obediência da fé
E finalmente o prazer de Deus é boa notícia, pois a obediência que Ele ama é a obediência da fé. A fé significa manter a sua própria esperança na misericórdia de Deus. A misericórdia significa que nossa obediência não precisa ser perfeita; ela apenas precisa ser penitente. "Se confessarem os seus pecados, Ele é fiel e justo e perdoará seus pecados e o purificará de toda a maldade” (1 João 1:9).
Deus ainda é a fonte da montanha e não um cocho. A obediência não é para passar de mão em mão para satisfazer as Suas necessidades. A obediência são os esforços irreprimíveis de “relações públicas” daqueles que não experimentaram e não perceberam que o Senhor é bom.

John Piper

No futuro todos serão famosos por 15 minutos.

ABRACC

Parabéns pelos seus 15 anos. Que esta data marque o início de uma vida consciente e proveitosa, repleta de muito amor e felicidade.

Pedrito

15 Fevereiro, celebra-se o dia da criança com câncer, que Deus dê muita força aos pais e crianças.

ONG ABRACC ASSOCIAÇÃO BRA. AJUDA À CRIANÇA COM CÂNCER

Você dormiu 3 dias'; 3 dias?
Quer dizer que perdi 15 refeições

Monkey D. Luffy

FONE ACABOU DE VEZ, CAIU E NÃO FUNCIONA MAIS, DESDE HOJE DE MANHÃ.
TRABALHEI ATE 15 HS, TO EM CASA AGORA.
ABRAÇOS
SAUDADES

Carlos Cesar Lima

Aos 15 anos achamos que nossas descobertas representam a única verdade possível.
Aos 30, acreditamos que as nossas sínteses - científica e historicamente fundamentadas - refletem a realidade inequívoca de todas as teses e antíteses que nos legaram.
Aos 50 começamos a descobrir o quanto nossas "verdades consolidadas" possuem de fragilidade em seus alicerces.
Aos 80 descobrimos o quanto estivemos enganados sobre tantas "verdades irrefutáveis", mas agora já é muito tarde para transformar tal constatação em algo útil em nossas vidas.

Luiz Roberto Bodstein

Meu calendário mostra que hoje é dia 26
Meu relógio diz que agora são 15 pra 3
Da manhã
É verdade, o tempo tá passando
Mas aqui nada mudou

Lenildo Silva

1:15h nao csg dormir
Ouço musica . A musica Com k nos amamos
Cada nota
quase sinto o teu toque na minha pele
Quase sinto teus labios nos meus
Quase sinto o teu abraço k tanta força me da...
Meu deus... O k e isto?
Sinto um no na garganta e um aperto no peito ...
Custa respirar com o turbilhao de emoçoes dos momentos vividos
E bom lembrar....
mas provoca dor ...
Como pode algo bom provocar esta dor?
Nao sei onde vamos e quando paramos!?
Sinto a tua falta....
E disso eu nao estava a espera ....
choro por lembrar a dor k t causei no passado...
choro pelo meu sofrimento vivido...
Choro Pk nao vi a felicidade mesmo em frente do meu nariz...
Desculpa tanto sofrimento k t causei ....
Admiro-T...
ADORA -T...
ÉS o SER MAIS MARAVILHOSO K CONHEçO.
Obrigada por nao desistires de mim .
Obrigada por teres estado sempre presente na minha vida...
Nao sempre... Mas foste correspondido como agora o és ...
Espero k csg fazer com k o sintas ....

Agusta Silva