Homenagens para 15 anos

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Comentário de Colossenses 1.5

Por João Calvino

“por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,” (Colossenses 1.5)

“Por causa da esperança que vós está reservada nos céus”. Porque a esperança da vida eterna nunca será inativa em nós, não deixando assim de produzir amor em nós. O motivo é que, necessariamente, aquele que está plenamente persuadido que um tesouro da vida está reservado para ele nos céus aspirará àquele lugar, desdenhando deste mundo. A meditação, contudo, sobre a vida celestial provoca nossas afeições tanto ao louvor a Deus, como aos exercícios de amor. Os sofistas pervertem essa passagem com o propósito de enaltecer os méritos das obras, como se a esperança da salvação dependesse das obras. O raciocínio, contudo, é fútil. Pois não se segue que, porque a esperança nos estimula a aspirar viver retamente, ela esteja portanto fundamentada sobre as obras, visto que nada é mais eficaz para esse propósito do que a bondade imerecida de Deus, que elimina absolutamente toda confiança nas obras.
Há, contudo, um exemplo de metonímia no uso do termo esperança, visto que é usado pela coisa que se espera. Porque a esperança que está em nosso coração é a glória pela qual esperamos no céu. Ao mesmo tempo, quando ele diz, que existe uma esperança que para nós está reservada nos céus, ele quer dizer que os crentes deveriam sentir-se seguros quanto à promessa de felicidade eterna, igualmente como se já tivessem um tesouro reservado num lugar particular. Da qual já antes ouvistes. Como a salvação eterna é uma coisa que ultrapassa a compreensão do nosso entendimento, ele adiciona que a segurança dela foi trazida aos colossenses por meio do evangelho; e ao mesmo tempo diz no princípio que ele não irá apresentar algo novo, mas tem meramente em vista confirmá-los na doutrina que tinham recebido anteriormente. Erasmo traduziu assim – a palavra verdadeira do evangelho. Também estou bem ciente que, de acordo com o idioma hebraico, o genitivo é frequentemente usado por Paulo no lugar de um epíteto; mas as palavras de Paulo aqui são mais enfáticas. Pois ele chama o evangelho, kay ejxoch>n, (com o objetivo de eminência), de palavra da verdade, com a visão de colocar honra sobre ele, para que eles possam aderir mais leal e firmemente à revelação que tinham derivado dessa fonte. Assim, o termo evangelho é introduzido por aposição.

Calvino

O apóstolo Paulo disse: “Trabalhei muito mais do que todos eles” (1Co 15.10). Alguém poderia considerar esse discurso recheado de orgulho; mas o apóstolo arranca a coroa de sua própria cabeça, e a põe sobre a cabeça da livre graça: “Todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”. Constantino costumava escrever o nome de Cristo sobre a porta, e nós deveríamos fazer o mesmo sobre os nossos deveres. Sendo assim, esforcemo-nos para fazer o nome de Deus glorioso e renomado. Se Deus busca o nosso bem, busquemos a Sua glória. Se Ele faz todas as coisas servirem à nossa edificação, façamos todas as coisas servirem à Sua exaltação.

Thomas Watson

15 de outubro, o calendário sinaliza que é Dia do Professor! Essa missão tão nobre e tão digna (sem desmerecer tantas outras) mas tão espinhosa, difícil, e no atual contexto muito desvalorizada! Ao professor não lhe é concedido o devido Respeito nem os devidos Direitos. Hoje, mais do que nunca é muito fácil "cortar-se" direitos dos professores. Direitos adquiridos ao longo de mais de dez anos são extintos com um simples ato de governantes que se julgam "semideuses"! Os discursos utilizados em "Campanhas eleitorais" viram fumaça, evaporam quando determinadas autoridades assumem o poder.

Ao professor cabe as cobranças da família e da sociedade no tocante à educação dos filhos, e a culpa pela educação de baixa ou de má qualidade que é oferecida à maioria dos estudantes deste país...
Mas, e aos filhos-alunos que saciam ou pelo menos deveriam saciar sua fome e sede de saber, de conhecimento, nessa fonte que é e será sempre o professor, o orientador e facilitador da aprendizagem daqueles que querem realmente aprender. A eles não se cobra, não se exige que respeite os professores e a escola em sua totalidade ou se são cobrados, se acham no direito de não obedecer a seus pais e responsáveis. A esses, temos a impressão que não se cobra nada! Apenas lhes garantem direitos!!!...

Penso que diante das atuais circunstâncias, cabe a toda sociedade direcionar um novo olhar, um novo jeito de ver, de enxergar além de nossas retinas cansadas e habituadas a olhar sempre as mesmas coisas. Talvez, esta seja a hora de examinarmos nossos discursos repetitivos, e as nossas práticas (também repetitivas), o nosso papel como profissionais, como família, Autoridades, enfim toda sociedade. Quem sabe, incorporando novas atitudes e demonstrando nosso compromisso com a educação teremos a educação que queremos para nossos filhos, nossos netos e todos os filhos do Brasil que dependem das escolas públicas para poder sonhar e buscar um futuro diferente daquele que seu pais tiveram!

Foi-se o tempo em que o professor ou diretor repreendia ou chamava atenção do aluno sem se preocupar com a questão da segurança. Pedir com educação, com delicadeza para o aluno entrar na sala de aula ou pedir que ele não atrapalhe as aulas, muitas vezes é entendido de forma equivocada, errada, é como se o professor ou diretor estivesse ali "cometendo um crime" contra tais alunos. Isso é muito grave, e tem gerado muitas discussões desagradáveis entre escola, aluno e familiares, e até ameaças à integridade física desses profissionais. Temos mesmo que lamentar que as coisas tenham chegado a esse ponto ou nível absurdo!

Ser professor na atual sociedade onde muitos papéis estão invertidos, é ser "sofressor" como fala um colega de profissão. Significa pagar um preço bastante alto no que diz respeito à saúde, à integridade física e à própria qualidade de vida. Longe de nós pensarmos que estamos vivendo a era da decadência na educação! Ou será que estamos???... Uma verdade vista por todos nós é que há dias vivemos a chamada inversão de valores. As famílias já não conseguem mais repassar para seus filhos os valores morais, sociais e, espirituais (nesses nem se fala) para seus filhos. O que mais me entristece é saber que pais e mães tem medo de falar com os filhos, de repreendê-los, de dá um conselho. Nesses casos, os pais agem ou melhor não agem, eles se "refugiam" na pele de "filhos"! Que tristeza e que vergonha!!!

IsisDumont

Aos 15 queremos ter 18...
aos 18 queremos ter 25...
aos 25 temos medo de fazer 30 e queremos voltar a ter 15...
aos 30 temos medo de não chegarmos aos 50...
aos 50 queremos ver até onde o corpo aguenta...
aos 80 compreendemos o valor de cada passo que damos na vida... e descobrimos que não devemos se importar com oq está por vir e nem com oq passou, cada idade tem seu melhor e seu pior, inevitável, como um dia após o outro, orgulhe-se de onde chegou... Viva Agora!!!

Marcio Soares

OS DILEMAS DA IDADE

Antes dos 15 o tempo passa tão devagar e você fica louco pra chegar aos 15.
Depois dos 15, gosta de "exibir a idade";
Aos 18, "opa, sou maior de idade agora" e acha que pode tudo;
Depois dos 20 começa a confundir a idade quando alguém pergunta; (Estou nessa fase rsrs)
Depois dos 30, começa a mentir a idade;
Depois dos 40, não gosta nem que perguntem;
Depois dos 50, omite mesmo;
Depois dos 60, só relembra os tempos de juventude;
Depois dos 70, já confunde os nomes dos netos e bisnetos;
Depois dos 80, não sabe nem a própria idade;
E se chegar aos 90, só diz que está esperando sua hora.


(H.A.)

Hosana Amaro

Se tivermos de ser o peru?
por Edson Miranda Santos, sábado, 29 de Outubro de 2011 às 15:55
Às vezes pensamos que Deus tenta agir como o zoopsicanalista que tenta convencer o peru da sua importância para a festa do natal. Às vezes me flagro divagando sobre a situação de Jó, e dos outros Jo's da vida que não conseguiam entender a razão pela qual estavam sendo submetidos a uma situação tão constrangedora quando a sua consciência não o acusava de coisa alguma que viesse a justificar aquele momento, aquela situação.
Isaias 55.8,9,10,11 - Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.
Por não conhecermos a mente de Deus achamos os seus caminhos truncados, difíceis de serem entendidos e aceitos. É muito complicado aceitarmos, o sofrimento, a dor, o prostrar-se, principalmente de um ente querido, de um servo conhecidamente fiel, leal, comprometido com o reino em um leito de hospital, em casa vegetando, ou de súbito ser tomado de forma agressiva e catastrófica.
Nesse exato momento estamos vivenciando situação semelhante. Minha mãe, menina, mulher, irmã, esposa, mãe, amiga, serva dedicada, de vida cristã conhecidamente voltada para o reino, para a família, para o próximo, de repente se ver em um hospital sendo sirugiada de uma fratura no fêmur que por irresponsabilidade médica infeccionou e quase que perde a perna ou quem sabe poderia ter sido a vida. Sempre foi uma mulher muito ativa, nunca foi de esperar acontecer, sempre se adiantando aos fatos, deixando muita gente perplexa por saber-se do seu despreparo intelectual, hoje se encontra em um leito em casa com crises de demência senil, com algumas escaras enormes que nos deixam apreensivos, dependendo em tudo de todos.
A mente do homem reclama: Onde está o Deus justo e misericordioso, que atenta para o justo na sua justiça e para o injusto na sua injustiça se temos visto e contemplado ocasiões em que parece que a situação se inverte.
Por sermos excessivamente materialistas não conseguimos desenvolver em nós virtudes que nos foram prometidas, que teríamos, feitas pelo dono absoluto das virtudes; o próprio Deus, através de Jesus Cristo. Marcos 16.17,19 - E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.
"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos."
Tentar alcançar ou acompanhar os pensamentos de Deus em uma linha de raciocínio humano, é como diz o poeta popular: é pegar o sol com a mão. Jeremias 29.11 - Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Como alcançar a linha de raciocínio de Deus se as turbulências da vida não nos dão tempo nem espaço para que possamos elaborar as ideias de forma tal que seja possível o mínimo de coerência? O trabalho pela sobrevivência nos rouba muito tempo. Não conseguimos sobreviver sem pão, sem roupas, sem chão, sem teto. O básico. Porém não se vive só do básico. Não seria vida; seria só sobrevivência. Deus não nos prometeu somente sobrevivência, mas vida e vida abundante, e isso implica em uma amplitude interpretativa imensa, sem precedentes. Como diz o poeta: "Bebida é água, comida é pasto. A gente não quer só bebida, a gente não quer só comida"...A gente quer ser Deus, não simplesmente ter um Deus. É muito limitado, é condicionar-se a uma posição de suplicante, de secundarista, onde o conseguir vai depender da postura de humilhação do adorador. Subserviência.
Como somos medíocres, como pensamos pequeno ante as promessas que nos são feitas, como se é tolo em querer ser a árvore quando podemos viver à sombra da mesma. O salmista diz: Salmo.91 -1 - Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Por que querer ser Deus se eu posso em Cristo ser um nele. João 17.21-Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
1º Coríntios 2.9,10,11,12,13,14,15,16 - Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.
Ser um em Cristo significa ser um em Deus. Se somos um em Cristo temos a mente de Cristo. Se temos a mente de Cristo podemos alcançar as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, porque o amamos, e por isso somos um nEle, e a quem assim está é dado discernimento para os pensamentos de Deus que são revelados: na sua palavra, na sua obra, no desenrolar dos acontecimentos, em toda criação.
Quantas verdades em tão poucos escritos. Quanta pequenez para conseguirmos absorve-las e tornarmo-nos praticantes, desfrutarmos destas maravilhas. Não são só palavras consoladoras, são verdades alcançáveis, resultado de uma vida de intimidade com Deus, de um relacionamento intrínseco.
Alguém pode até perguntar: quem será esse super crente tão seguro que nunca passou nem acha que passará por momentos de desespero e que jamais questionou e nem questionará a Deus?
O mais frágil e mais ousado de todos os servos dEle, que quando se acha magoado diz-lhe abertamente que não está gostando e que se é o que Ele quer para mim, imponha a mim a sua vontade mesmo que eu esperneie e chore até que vencido pelo cansaço me renda. Sou chorão, sou arengueiro, sou implicante, sou insistente, sou osso duro de roer. Quem me conhece sabe! Mas Ele conhece a minha estrutura, sabe que eu sou pó (Salmos 103.14). Muitos deram as suas vidas para que este evangelho chegasse até nós. A muitos outros Deus permitiu, e até expôs a situações difíceis para que pelo seu exemplo de fé, de perseverança, de integridade e de ousadia tomássemos conhecimento da sua maravilhosa graça e, se formos mais atentos percebermos os milagres que Deus tem realizado em nossos dias, em nossa volta, em nossas vidas. E como instrumentos nas mãos de Deus não passamos de ferramentas do seu trabalho já que fomos redimidos, para remissão daqueles pelos quais Jesus Cristo morreu. Se tivermos que ser o peru?...

Edson Miranda dos Santos

Com base no tempo de existência vivi 15 anos, mas com base no que é viver nas vias de fato, encontro-me na barriga de minha mãe, ou não, talvez. Tento escrever para acalmar o meu espirito, acalentar minhas derrotas e decepções fatídicas. Escrevo porque quem lê minhas palavras é guiado para a vida de uma pessoa que não sou eu. É que no papel tudo é possível, ninguém ri dos meus pedidos infinitos, meus traumas definidos e amores fugitivos. Nas minhas vidas fictícias, uma vez ou outra faço escolhas, ganho jogos e construo trilhas. Nessas "vidas" de areia, acima dos meus sonhos só se encontram realizações, e acima dos meus bilhões de medos sempre existe alguém sem medo.

Julianna Galvão

Se reservássemos apenas 15 minutos de nosso dia para nós mesmos, talvez compreenderíamos coisas que a nossa mente reluta em nos dizer! Rá de Oliveira

Rachel de Olivera Morais

Gosto tanto de criança que, por mim, elas deveriam ficar na incubadora até os 15 anos (no mínimo).

Alan Barra

As pessoas são o que são, com 15% de margem de erro.

Eduardo Costa

23:15

A alma sente e clama....seus eflúvios percorrem o corpo....a mente da forma com palavras.....vou criando o sentimento que sentes....entorpecem as entranhas ...o brilho nos olhos ....e desejo de ver e ter


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Sincero o Único

Cristãos Amadurecidos Sabem Lidar com as Debilidades e Diferenças dos Outros

Paulo começou o 15º capítulo de Romanos concluindo o assunto que havia tratado no capítulo anterior, para dizer que aqueles que se consideravam espirituais e fortes na graça, esclarecidos nas coisas relativas ao reino de Deus não deveriam se valer da maturidade espiritual para desprezarem aqueles que ainda não estivessem no mesmo nível de santificação e espiritualidade deles.
Ao contrário, deveriam servir de suporte para os cristãos fracos, porque não fomos chamados a agradar a nós mesmos, mas a amar nossos irmãos com demonstrações práticas de ações, orações, serviços e usos dos nossos dons em favor deles, para que sejam aperfeiçoados na fé.
Novos convertidos ou pessoas que apesar de convertidas têm dificuldade em progredir rumo ao amadurecimento espiritual não devem ser de modo algum criticadas, desprezadas ou rejeitadas por aqueles que são maduros na fé.
O verbo suportar empregado no primeiro versículo, quando Paulo fala sobre “suportar as fraquezas dos fracos”, vem do original grego bastazo, que significa levar o que é duro de suportar, carregar, sustentar, apoiar. Então, não é suportar no sentido de tolerar, mas de ajudar.
Nós encontramos este mesmo verbo, usado com o mesmo sentido em outras passagens tais como Mt 8.17; Lc 14.27; Rom 11.18 e Gál 6.2.
O modo de agradar não a nós mesmos, mas ao nosso próximo, é com as coisas que sejam boas para a sua edificação, como se vê no verso 2.
Estas coisas que são boas para edificação têm a ver com o evangelho do Senhor, porque Ele não agradou a Si mesmo, tomando sobre Si as nossas injúrias, como se vê no verso 3.
Para este propósito, de suportarmos as debilidades dos fracos, e nos exercitarmos no amor, é que foi feito o registro das Escrituras para o nosso ensino, para que através das mesmas nós tenhamos esperança, através da perseverança e consolação que recebemos das próprias Escrituras, como se afirma no verso 4.
Deus mesmo é quem nos faz perseverar e nos consola, fazendo com que tenhamos o mesmo sentimento de uns para com os outros, segundo o exemplo que temos em Cristo Jesus como se vê no verso 5.
Ele faz isto para que possamos em concordância, como uma só boca, isto é, em unidade de amor, de fé e de espírito, glorificar o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, como se afirma no verso 6; portanto os cristãos devem se acolher mutuamente como amigos, da mesma forma como Cristo nos recebeu, para a glória de Deus.
E assim, como poderíamos preservar a unidade do Espírito com sentimentos facciosos em nossos corações, relativamente naquilo que deveria nos unir mais, a saber, o cuidado por todos aqueles cujas consciências ainda são mais fracas do que as nossas, dizemos ainda, porque Deus é poderoso para aperfeiçoá-los, tanto quanto fizera conosco, porque nenhum crente estava maduro por ocasião da sua conversão.
Os cristãos que existiam em Roma, fossem eles judeus ou gentios, deveriam viver nesta unidade recomendada pelo apóstolo, não permitindo que questões sobre comida, bebida, dias sagrados, que ele havia citado no capítulo anterior (14º), servissem de base para separá-los.
Porque apesar de Jesus ter cumprido Seu ministério terreno entre os judeus, por causa da necessidade de confirmar a Palavra de Deus, pela promessa que havia feito aos patriarcas de Israel; no entanto, Ele era também o Senhor e Deus dos gentios conforme as próprias Escrituras haviam predito a respeito do relacionamento que viria a existir entre eles e Cristo, como se vê nos versos 8 a 12.

Silvio Dutra

Alertados Sobre o Pecado para Recorrer à Graça de Jesus

Postei hoje à tarde (15:00 h) um texto intitulado: “A Fornicação Será Julgada”.
Ao conteúdo ali descrito poderia ter acrescentado:
Ela será julgada por Deus no grande dia do Juízo Final, uma vez encerrada a presente dispensação da graça, e prestarão contas pela sua fornicação aqueles que dela não se arrependeram e que não creram em Cristo para serem perdoados e justificados.
Acrescente-se que não foi somente para cobrir este tipo de pecado que Jesus derramou o Seu sangue na cruz para pagar a nossa dívida de pecados.
Não se entenda também que uma vez perdoados e justificados, que não estamos mais sujeitos a pecar enquanto estivermos neste mundo.
O pecado nos assedia em razão da natureza terrena que ainda aqui carregamos e sobre a qual teremos completa vitória somente quando daqui partirmos para a glória celestial.
Todavia, bem faremos em observar a vida santa e justa que nos é ordenada na Bíblia, e todos os seus alertas contra os tipos de comportamentos e atitudes que nos tornam sujeitos às correções de Deus.
Confessemos nossas faltas ao Senhor, levantemo-nos de nossas quedas pela purificação da Sua graça, e prossigamos adiante, santificando as nossas vidas, porque conforme se afirma expressamente na Bíblia, sem este cuidado em nos santificarmos não poderemos ver a amada face de Deus.

Silvio Dutra

Comentário de I Tessalonicenses 4.15

Por João Calvino

“Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.” (I Tessalonicenses 4.15)

“Dizemo-vos isto pela palavra do Senhor”. Paulo agora explica brevemente a maneira como os crentes serão ressuscitados da morte. Ora, como fala de algo que é mui formidável, e é inacreditável à mente humana, e também promete o que está acima do poder e da escolha dos homens, ele menciona de antemão que não apresenta algo que seja de si mesmo, ou que proceda de homens, mas cujo Autor é o Senhor. Contudo, é provável que a palavra do Senhor signifique o que fora tomado dos seus discursos. Pois, embora Paulo tivesse aprendido por revelação todos os segredos do reino celestial, não obstante, era mais apropriado para estabelecer nas mentes dos crentes a crença de uma ressurreição quando ele relatasse as coisas que haviam sido proferidas pela boca do próprio Cristo. “Nós não somos as primeiras testemunhas da ressurreição, mas antes o próprio Mestre a declarou”.
“Os que ficarmos vivos”. Isto foi dito por ele com o seguinte objetivo – que eles não pensassem que somente seriam participantes da ressurreição aqueles que estivessem vivos no tempo da vinda de Cristo, e que não teriam parte nele aqueles que haviam sido recolhidos antes pela morte. “A ordem da ressurreição”, diz ele, “começará com eles; portanto, não subiremos sem eles”. Através disto se mostra que a crença de uma ressurreição final era, nas mentes de alguns, superficial e obscura, e envolvida em diversos erros, porquanto imaginavam que os mortos estariam privados dela; pois pensavam que a vida eterna pertencia apenas àqueles que Cristo, em sua vinda final, encontrasse ainda vivos na terra. Paulo, tendo em vista remediar esses erros, atribui o primeiro lugar aos mortos, e depois ensina que se seguirão os que naquele tempo estejam permanecentes nesta vida.
Quanto à circunstância, embora, falando na primeira pessoa, fez a si mesmo como sendo um do número daqueles que estarão vivos no último dia, ele pretende com isto despertar os tessalonicenses para que a esperassem; e ainda, manter todos os crentes em suspense, para que não se comprometessem com algum tempo em particular; pois, admitindo que fosse por uma revelação especial que sabia que Cristo viria em um tempo relativamente posterior, contudo era necessário que esta doutrina fosse entregue a toda a Igreja, para que os crentes estivessem preparados em todos os tempos. Ao mesmo tempo, era necessário cortar assim todo o pretexto de curiosidade de muitos – conforme veremos depois ele fazendo isto em maiores detalhes. Quando, porém, diz nós, os que ficarmos vivos, ele faz uso do tempo presente ao invés do futuro, em harmonia com o idioma hebraico.

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Silvio Dutra

Como se Alcança a Misericórdia de Deus

Em Êxodo 33.19 e em Rom 9.15 está escrito que Deus concederá a nós a sua graça para alcançarmos a sua misericórdia para a salvação da nossa alma, conforme a sua própria determinação e soberania.
Portanto, nunca foi, e jamais será dito, de alguém que foi ou que será salvo por Cristo, por causa de algum bem que tenha feito, ou por um simples desejo de não ser eternamente condenado pela justiça divina.
A salvação é dada por Deus por pura graça e misericórdia a pecadores que se encontram perdidos.
Mas qual é o critério da concessão desta graça e misericórdia?
Que evidências nos foram dadas na Bíblia para sabermos que a temos obtido?
Dentre as tantas apresentadas, a maior é a testificação do Espírito Santo com o nosso espírito de que estamos seguramente salvos em Jesus Cristo.
Outra de grande importância, é a tristeza que temos quando pecamos, e a fé que em Jesus depositamos para que sejamos perdoados e purificados.
Podemos saber que estamos a caminho da obtenção da graça e da misericórdia divinas quando começamos a perceber que não podemos ser salvos pela nossa própria justiça, e que dependemos inteiramente do sacrifício de Jesus na cruz para sermos justificados.
Quando percebemos que não há qualquer mérito em nós e nas nossas melhores obras, e que de fato, tudo em nós está manchado pelo pecado.
Mas ainda assim, desejamos ser purificados e aperfeiçoados pelo Espírito Santo, para sermos confirmados na Palavra do Evangelho e em toda boa obra do Espírito operada em nós e por meio da nossa instrumentalidade.
Sabemos que estamos a caminho da graça e da misericórdia quando nos arrependemos e amamos os mandamentos de Cristo, conforme se encontram registrados na Bíblia.
Quando somos movidos a orar no Espírito, suplicando não apenas por nós, mas intercedendo por todos os homens, e especialmente pelos santos.
Quando amamos os irmãos com o próprio amor de Jesus Cristo, que nos move a isto.
Enfim, podemos ver que em tudo isto se exclui qualquer merecimento nosso, pois de Deus temos tudo recebido.
Com humildade, oferecendo-lhe a confissão e o louvor dos nossos lábios, certamente o encontraremos habitando em nosso interior, pelo Santo Espírito.

Silvio Dutra

Certeza da Segurança da Salvação


I Pe 1.5 afirma que nós somos guardados pelo poder de Deus.
Isto aponta para a verdade de que a nossa salvação é para sempre.
A alegria e o conforto dos cristãos depende realmente do senso de segurança da salvação.
Em Romanos 5 Paulo afirma que a nossa salvação, a nossa justificação pela fé é segura... no poder de Deus.
Em Ef 1.13,14 lemos: em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória..
Paulo diz ainda que orava para que lhes fosse concedido espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento de Jesus Cristo, para saberem qual é a esperança do chamamento do cristão, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos, (Ef 1.17,18).
Em outras palavras, ele está dizendo: para provar que você que foi salvo pelo evangelho já conquistou uma herança que há de se manifestar no porvir, Deus lhe concedeu o Espírito Santo como um selo que está estampado em você que o identifica como propriedade permanente de Deus (v. 14), como garantia da riqueza da glória da herança que lhe será concedida no céu, e pelo que eu estou orando para que Deus lhe revele a certeza dessa esperança, e lhe dê entendimento disto..
Deus quer que os seus servos tenham certeza da segurança da sua salvação, conforme está revelado na sua Palavra.
É preciso compreender o que temos tido em Cristo.
Paulo estava dizendo aos efésios: agora que vocês foram salvos, eu estou orando para que vocês possam compreender que sua salvação é para sempre, e que vocês têm uma esperança e uma herança que será revelada na glória por vir.
Em Fp 1.6 lemos: Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.. Paulo havia aprendido o seu evangelho, que é o único evangelho, diretamente de Jesus. Este ensino expresso em suas palavras ele aprendeu certamente por revelação que lhe fora feita pelo Senhor, quanto ao caráter do evangelho da salvação. Aquele que foi salvo será impulsionado pelo próprio Deus para perseverar rumo à maturidade espiritual, à estatura de varão perfeito, pois este é o objetivo da salvação, conforme planejado e revelado por Deus na Palavra: sermos semelhantes a Cristo.
É nisto que Ele trabalhará em todo o tempo para ver formado em nós.
É na direção do cumprimento deste Seu Supremo propósito que todas as coisas estão cooperando juntamente para o bem daqueles que o amam.
À vista destas passagens bíblicas citadas e de muitas outras, e conforme atesta a experiência dos salvos ao longo da história da Igreja, jamais deveríamos citar de modo duvidoso ou irônico, como é comum ocorrer entre tantos: "uma vez salvo, sempre salvo?", pois se fosse possível ser salvo pelo sangue de Jesus e transformado em nova criatura pelo poder do Espírito Santo, e vir a perder esta condição pelo motivo de qualquer deficiência que fosse ainda encontrada em nós, é bem certo que não haveria uma única alma no céu, pois nunca seremos perfeitos em santidade enquanto estivermos aqui deste outro lado do céu.
Então, a salvação não é estabelecida com base na nossa capacidade de nos mantermos salvos (estaríamos perdidos se assim fosse) mas no poder, na promessa, na graça do próprio Cristo, que é Aquele que assegura firmemente a nossa salvação obtida uma vez mediante o arrependimento e fé nEle.


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A Bíblia não foi produzida pela inspiração do Espírito Santo de Deus com o mero propósito de narrar a história da redenção, mas revelar a nossa necessidade de redenção do pecado, como também o modo de obtê-la. Por esta revelação somos alertados quanto ao perigo de permanecer na condição de não sermos justificados do pecado, pois se há um futuro de glória esperando pelos redimidos pela fé em Cristo, há um destino horrível aguardando por todos os que não forem redimidos.

A revelação foi feita por Deus através da história de Israel no período do Velho Testamento, porque Ele falava por meio desta nação no citado período.
Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Como a redenção é operada exclusivamente por meio de Jesus Cristo, de quem as Escrituras do Velho Testamento dão testemunho, então, quando Ele se manifestou há cerca de 2.000 anos atrás, não somente a redenção começou a alcançar todas as nações da Terra, bem como o seu testemunho passou a ser dado não mais pela nação de Israel, mas através da Igreja, conforme se vê no Novo Testamento.
Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

A LONGANIMIDADE DE DEUS

Deus é às vezes chamado de "o Deus da paciência" (Rom 15.5), não somente porque ele é o autor da graça da paciência, mas porque ele é paciente em si mesmo, pois este é um dos atributos de Deus, no qual ele pode, em alguma medida, ser imitado (ver Ef 4.1,2; Col 3.12).
Em razão do seu atributo de paciência, Deus é também longânimo, ou seja, tardio em se irar contra as transgressões que praticamos, e é especialmente por causa da sua longanimidade que o juízo contra o pecado é adiado por Ele para o Dia do Juízo Final (2 Pe 3.9); e por meio deste atributo ele permite que a vida seja prolongada na Terra por séculos seguidos, a par de todas as iniquidades que nela são praticadas, porque tem sobretudo em vista completar o número dos que serão salvos pela graça que está sendo oferecida por meio da nossa fé em Jesus.
Nós vemos a longanimidade de Deus sendo exibida nas profecias da Bíblia, pelas quais apontava para dias muito distantes, o cumprimento dos seus propósitos eternos para o bem da humanidade, e isto desde a queda do primeiro homem no pecado (Gên 3.15) quando foi prometido que Satanás teria a sua cabeça esmagada por Jesus, que se manifestaria ao mundo na plenitude do tempo, para nos redimir do pecado (Dn 9.24; Gál 4.4; Heb 9.15).
Assim, até que o Grande dia do Juízo se manifeste no por vir, esse tempo em que vivemos será o tempo da paciência e da longanimidade de Deus para com todos os pecadores.

Silvio Dutra

Quem é o Déspota Afinal?

Deus habita com os de coração contrito (Isaías 57.15), porque o próprio Deus é manso e terno de coração. Ele ama os fracos (Dt 9.17-18) porque é o único que não faz realmente acepção de qualquer pessoa que queira se aproximar dele e amá-lo. Portanto, se há aqueles que não conseguem entender o amor, a ternura e a gentileza do coração de Deus, é porque não se dispõem eles mesmos a serem assim como Deus é em sua santa natureza, da qual torna participantes todos os que o buscam com um coração sincero e contrito.
Deus não é um déspota como muitos o acusam especialmente neste dias em que a iniquidade tem se espalhado por toda a face da Terra. Ao contrário, é bondoso e tão perfeitamente santo e justo que dá força ao fraco, vida ao que estava morto espiritualmente, e livramento de todas as nossas tribulações.
Quem pode ser comparado ao Deus único e verdadeiro? O qual não é fruto da imaginação do homem, mas que reina nos corações de todos aqueles que são transformados por Sua graça e poder, por meio da simples fé em Jesus Cristo, que morreu em nosso lugar, carregando sobre si os nossos pecados e a maldição que pairava sobre as nossas cabeças.
Deus enche os nossos corações de alegria e paz mesmo em meio aos maiores vales tribulações que tenhamos que atravessar, e em todas as oposições que possamos enfrentar por causa do nosso amor ao evangelho e à Sua justiça.
Bem-aventurados são portanto todos aqueles que se aproximam do Senhor para reverenciá-lo por Sua grande bondade, misericórdia e amor para conosco.

Silvio Dutra

E hoje,15 de julho,feliz dia do homem(nage à trois).

Hortência Grigóstomo

Meus 15 anos...

Até parece que foi óntem...
ainda me lembro da aurora
mamãe me embalava no colo
enquanto chovia lá fora...
Até parece que foi óntem
canções de ninar ao pé do ouvido
boi da cara preta nana neném
brincadeiras de criança,,,
pega pega roda cutia também!
Foi óntem minha mãe
que eu sonhava acordada
nós duas sentadas na porta e tu a me explicar
o que no futuro me esperava...
15 anos se passaram
e hoje eu parei de brincar
pois não ouvi seus conselhos
e em breve na porta
sou eu quem vou me sentar...
Deus assim permitiu minha mãe
mas não se preocupe tudo com você eu aprendi
o maior carinho e o maior amor
preparei pra esse ser que carrego aqui.

Ana Trindade