Futilidade

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A Cada dia a futilidade e a hipocrisia, tomam conta da sociedade, que vazia, se entrega a morrer lentamente na monotonia, sem ao menos a lutar.

Vitor Hugo Lemes

Sinto que estou sendo vigiada.. e o pior, por pessoa fútil e sem ocupações!

Marcela Alcassa

Eu adoro a hipocresia, amo a futilidade e tolero os idiotas. CALAI-VOS EM NOME DO SR....

Flavio Gonçalves Filho

Não quero saber de pessoas que não faz nem uma diferença na minha vida, é totalmente fútil e desnecessário saber se o vizinho toma banho de camisa ou se a vizinha comprou alguma porcaria. Quem traz conversas fúteis são pessoas fúteis, gastar o mínimo de tempo com uma pessoa fútil é o mesmo que passar toda semana elogiando o ladrão que assaltou sua casa

Masahito Iwaaki Junior

O rico salva o pobre da sua miserabilidade. O pobre salva o rico de sua futilidade. Perdidos e redentores se encontram na generosidade.

Ed René Kivitz

Se dizem que e´ futil.
Fale;realmente sou uma casca....
Se dizem que nao tem amigos.
Fale; realmente so´ colegas
Se dizem que es burra
Fale realmente nao tenho 1/3 de sua inteligencia...
Se dizem que es sozinha
Fale em alto e bom som...Sou unica, porque nao digo amem a tudo e a todos....Nao tenho 100 amigos para me puxar o saco, preciso apenas de um para me desabafar, e vc morta de fome acha que todos te adoram, mas quando esteve na sarjeta, foi eu quem te matei a fome.....Voce e que gostaria de estar em meu lugar, ter tudo o que tenho...levar a vida que levo....ser o que sou....mas infelismente meu bem tera que suar muuuuuuuito pra isto, acordar cedo e o pior...nem sequer ter em pensamento o que tenho......rsrsrsrsrssr....

L.B

Nunca desista de uma batalha, não se deixe abater em uma guerra fútil. Se precisar, dê um tempo, se necessário, vá pra longe. Se prepare e volte com artilharia pesada, derrube os obstaculos, suporte as dificuldades e conquiste o que parecia inconquistavel. -M.S

Marcos Silva.

Não perca tempo com futilidades religiosas, busque conhecer Deus em sua essência, pois somente essa verdade tem o poder de te libertar.
R.v

Raul Vinicius

Alguém aí tem coragem que deixa a futilidade fugaz de lado e amar de verdade?

Emanuel Axel

A VIDA É MUITA CURTA PARA SER JOGADA FORA COM FUTILIDADES. DE VALOR PARA OQUE IMPORTA NÃO PARA OQUE SE VAI COM O TEMPO .

DRYADY

"Exageros e futilidades"

Deixa de brincadeira, meus pensamentos não passam por uma peneira.
Eu quero ser melhor a cada dia, mas não vou deixar meu orgulho transbordando de alegria.
Ver o mundo todo se acabando em exageros e futilidades sociais me faz hoje pensar no que realmente podemos ser capaz.
Amor não precisa existir sem sinceridade, e sobre a tal da fidelidade... não quero sem respeito
Tem que ser real, sem "mi mi mi" pra cima de mim.
Acontecer com muito carinho e um pouco de sossego.

jasiel

"Somando todas
As coisas, é claro, nossa pequena agonia é
Estúpida
E fútil
Mas sinto que os nossos
Sonhos não
São.
"

Charles Bukowsk

Meu teto e céu aberto, na imagem fútil dos erros de uma mente que me avalia por tão pouco.

miguel westerberg

Fragmentos diluídos
12 de janeiro de 2013 às 22:42

Que guerra fútil sem sentido
Que o herói se esconde e se destrói...
Qualquer compaixão será abrigo,
Da ilusão, que alívio!

Que a vida sem caroço
Que se consome e não constrói,
Qualquer amor será traidor
Do âmago que se rói.

Que ignora e nada dói,
A saudade tudo mói...
Qualquer árvore será remorso.

Que fútil,
Qualquer mudança será útil...
Da esperança que não se calcula,
Vivemos além!
Que tua memória carregue teu dia...

Da Vida que não se corrói!
Fragmentos diluídos – Kadu Artes – Ready Made

Kadu Costa

A Futilidade da Mente Natural



Por D. M. Lloyd Jones

Consideremos a futilidade da posição moderna. Meditemos no terrível desperdício de energias que há quando a sinceridade e o zelo não são orientados pelo conhecimento e pela verdade. Naturalmente que essa situação se faz presente em todas as áreas. Se voltarmos a nossa atenção para as experiências científicas, por exemplo, veremos que confiar no zelo e na sinceridade em meio à busca por resultados, sem que se tenha uma certa soma de conhecimentos, é obviamente inútil e até altamente perigoso. Em qualquer área da vida, o conhecimento é essencial, e o mero fervor, à parte do conhecimento, não pode produzir os resultados desejados. Ora, se compreendemos que, no final das contas, temos de nos preocupar com Deus e em sermos agradáveis a Ele, quão infinitamente mais importante é entender, antes de fazermos qualquer coisa, que o conhecimento de sua vontade e de seu propósito para nós é absolutamente vital.
Essa é uma verdade que pode ser demonstrada de duas formas principais. O argumento de Paulo, no tocante aos pontos de vista de seus contemporâneos, foi que nada conseguiam senão estabelecer a sua própria justiça, visto que confiavam no seu zelo e sinceridade à parte do conhecimento. A causa desse erro, segundo afirmou o apóstolo, é que ignoravam a justiça de Deus; eram ignorantes não só do caminho divino da salvação, mas também daquilo que Deus exige. O próprio Senhor Jesus, certa vez, fez precisamente essa acusação contra os fariseus, quando disse: "Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração; pois aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus" (Lc 16.15).
Poderia haver qualquer coisa tão inútil quanto essa circunstância? Talvez tal situação possa ser vista mais claramente no caso dos judeus dos dias de nosso Senhor e de Paulo. Apresentavam-se eles com todo o seu zelo e sinceridade, com suas boas obras e sua moralidade. Abnegavam-se e sofriam; oravam e jejuavam, contribuindo com seus bens para alimentar os pobres. No entanto, suas boas obras não tinham qualquer valor, pelo motivo simples de não serem o que Deus pedia deles. Estabeleciam os seus próprios padrões, agiam conforme suas próprias idéias e tradições e, então, eram capazes de enumerar grandes realizações e grande quantidade de atos de justiça. Contudo, aquilo não tinha valor. Não passava de justiça própria; não era justiça requerida por Deus. E o que tornava ainda mais ridícula a questão é que tinham persuadido a si mesmos de que faziam tudo isso para o agrado de Deus. Seu propósito, afirmavam, era o de agradar a Deus e de se justificarem aos olhos dEle; no entanto, em última análise, praticavam tudo a fim de agradarem a si mesmos. E tudo por não quererem ouvir o que dissera o próprio Deus e por confiarem em seu próprio zelo, em suas próprias idéias, recusando-se a serem iluminados quanto àquilo que Deus, de fato, requeria.
Ora, pensemos. Não existem, em nossos dias, os que fazem a mesma coisa? Não existem aqueles que ignoram a Palavra de Deus, que se recusam a levar em conta o evangelho, com sua luz e seu conhecimento? Que se conservam afastados da casa de Deus e de toda a forma de instrução no tocante a essas questões; que argumentam que tudo quanto é mister é que alguém seja sincero, honesto em seus negócios, que se dedique à caridade, que seja amigável e afável?
A esses precisamos dizer o mesmo que Paulo disse a seus contemporâneos — ao fazerem tudo isso estão simplesmente estabelecendo a sua própria justiça. Não pomos em dúvida a sinceridade ou a honestidade deles. Admitimos neles ambas as qualidades, tal como fez Paulo no caso dos antigos fariseus. A pergunta vital, entretanto, é: Qual é o valor de tudo isso? Não se trata do caminho de Deus. Não se trata da justiça do modo como Deus a vê, mas apenas da justiça própria. Certamente, a essência da sabedoria é que, antes de começarmos a agir ou de procurarmos agradar a Deus,devemos descobrir o que Deus tem a dizer sobre a questão. Antes de tudo, devemos conhecer o que Deus pensa sobre a justiça e quais as exigências dEle.
Todavia, os homens e as mulheres de nossos dias, tal como os judeus da antiguidade, aceitam ordens de toda a parte, exceto da Palavra de Deus. Dependem das afirmações de alguns escritores modernos e vivem de acordo com suas próprias idéias, não segundo os ensinamentos de Jesus de Nazaré, o Filho de Deus. Que continuem, que prossigam nesse caminho, cega e ignorantemente. Que teimem em estabelecer a sua própria justiça, rejeitando o evangelho de Jesus Cristo; e por certo chegará o dia quando descobrirão que "aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus" (Lc 16.15).
A pergunta vital a ser feita, por conseguinte, é: A quem estamos agradando, na realidade? A nós mesmos ou a Deus? Temo-nos submetido ao seu caminho? Podemos afirmar que temos sujeitado a Ele nossa vontade, entregando-a a Ele? Em caso contrário, todos os nossos atos de justiça serão como "trapo da imundícia" (Is 64.6), e em nada nos ajudarão.
A segunda maneira pela qual podemos demonstrar a futilidade da confiança no zelo, que não leva em conta o conhecimento, é lembrarmo-nos do padrão que foi estabelecido por Deus. Paulo lembrou aos seus contemporâneos o que disse Moisés, ao transmitir a lei aos judeus: "O homem que praticar a justiça decorrente da lei viverá por ela" (Rm 10.5). Essas palavras poderiam ser traduzidas da seguinte forma: "Todo que cumprir a lei, viverá por ela". Deus entregou a sua lei, a sua perspectiva acerca da retidão; e, em essência, foi isto o que Ele disse: "Se guardares tudo isso, terás obedecido aos meus mandamentos. É isso o que eu exijo. Essa é a única maneira de agradar-me".
No que consiste essa maneira de agradar a Deus? Examinemos a questão em profundidade. Falamos em agradar a Deus mediante os nossos próprios esforços sinceros. Pois bem, consideremos o que deveríamos fazer. Pode o homem fazer expiação por seus próprios erros e pecados passados? Pode ele apagar as suas próprias transgressões? Pode ele aguçar a sua consciência e limpar a sua memória? Mais do que isso, pode ele viver no presente, de modo que verdadeiramente se satisfaça? Pode ele resistir às tentações? Sempre vive o homem à altura de seus próprios padrões? Pode ele controlar os seus pensamentos, os seus desejos, as suas inclinações e imaginações, bem como cada uma de suas ações? Em outras palavras, por meio de seus mais intensos esforços, pode o homem, e consegue ele, ser bem-sucedido, vivendo, realmente, segundo suas próprias regras de vida?
Consideremos o padrão divino. Leiamos a lei, conforme foi dada aos filhos de Israel, os Dez Mandamentos e a lei moral, que Saulo reconheceu não poder cumprir, apesar de todo o seu zelo, quando percebeu o verdadeiro significado da lei. Examinemos, em seguida, o Sermão da Montanha e as várias afirmativas de nosso Senhor acerca da santidade de Deus. Ponderemos, então, a vida perfeita de Jesus. É isso o que temos de fazer. Essa é a retidão que teríamos de alcançar. Pode alguém realizar tal feito? Podem todas as boas intenções, toda a sinceridade e todo o zelo de que alguém é capaz, prover poder suficiente para escalar tão grandes alturas? Esse é o monte que temos de subir — o monte da santidade de Deus. Somos informados que, sem a santidade, ninguém jamais verá ao Senhor (Hb 12.14). Haverá alguém capaz de produzir tal santidade? Haverá poder suficiente, na minúscula máquina de nossa vida, para conduzir-nos a tão vertiginosas alturas? Indaguemos ao apóstolo Paulo. Indaguemos a Agostinho, a Lutero e a João Wesley. Façamos perguntas a todas as almas mais nobres que o mundo já viu, a todos os de espírito mais sincero e mais zeloso que a humanidade já conseguiu produzir. Então, qual poderoso coro e em voz uníssona, eles responderão, dizendo:

Não são os labores de minhas mãos
Que podem cumprir as exigências de tua lei.
Se meu zelo desconhecesse descanso,
Se minhas lágrimas para sempre se vertessem,
Nem assim seria expiado um único pecado.
Tu precisas salvar e Tu somente!

Ora, se eles fracassaram, quem poderia obter sucesso? Oh, a insensatez, a futilidade, a cegueira e a presunção de toda essa atitude! O que há de melhor em nós e tudo que somos não bastam. E salientemos que, se isso acontece com os sinceros e zelosos, quão mais inexoravelmente condenados ao fracasso são aqueles que não fazem qualquer esforço ou que continuam a viver no pecado, impensada e desatentamente, e que, na realidade, de forma nenhuma se importam com Deus!


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Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

D.M.Lloyd Jones

E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa: uma impaciência da alma consigo mesma, como com uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância – irmãos siameses que não estão pegados.

Fernando Pessoa

Nada é tão duradouro que não se acaba.
Nada que se acaba é tão fútil que não se alembra.

Edson Rodri

Pobreza não é e nunca foi problema, agora, ser pobre e fútil, aí azeda o caldo!

Leila Jácomo