Frsase sobre Brasa

Cerca de 120 frases e pensamentos: Frsase sobre Brasa

Solidão, tá rasgando o meu peito, não dá pra evitar
Tá queimando feito brasa, não vou suportar
Não posso continuar, já virou brincadeira.

JacsonJunior

você sabe a diferença entre amor e paixão
paixão é um sentimento que logo termina...é como a brasa de uma fogueira...se nao for alimentada logo se apaga....e amor...ahhh o amor....o amor nao se pega...nem se admira de uma vitrine...nem se prende em uma gaiola para ouvi-lo cantar todas as manhas...nao.....o amor nao se sente nem se compreende..o amor apenas se vive...é como um vulcão que sua chama nunca se apaga..mesmo que se passe milhares de anos...esse é o verdadeiro amor...esse é o amor verdadeiro..amor ao próximo..amor a DEUS

Hendrix Geremias

O amor é como dois carvões em brasa, assoprando ele aquece; Sem o vento, lentamente ele acaba!

Fábio Cunha Silva

Coração arde feito brasa;a razão não te dominas mais,tudo parece agora está perdido;os olhos antes vivos produzem as culpas desta geração.A era nostalgica já se foi, a tristeza inunda o meu ser. A loucura parece tão próxima.Solidão pra que esperar?

JÚNIOR TARGINO

É estranho eu sei
Confuso talvez
A brasa virou fogaréu
O amor é outro amor
Daquele que não existe dor, nem rancor
As lembranças levarei pra sempre comigo
Do tempo que passar
Te prometo ser um simples amigo

Caio H. Rocha

O ódio? O que é o ódio? Ele é calendário sem fim dos dias intermináveis, a mão que arde na brasa da burrice.

Sidiney Breguêdo

Fogo do Amor

Quero ser a brasa acesa
Que em meio a carvões apagado
possa fazer a vida voltar
Serei um fogo contagiante
Que tirará das cinzas
Esse apagão constante
Onde surgirá uma chama, tão forte
Que o amor vai se irradiar
Serei como uma célula de fogo
Multiplicando o calor
Um dia essa chama, pode até se apagar
Mas nunca faltará em mim
Esse fogo, que se chama, amor

Reff Carvalho

Esse amor tão grande por ti essa brasa a consumir meu sentimentos o meu amor por você jamais iri se apagar
por que a brasa sempre estará a procura de consumir a minha espereça de ter você aqui comigo.

Victor de Lima

Quero brasa,
Ser abrasada.
Quer fogo,
Fogo de amor.
Quero indecência,
Sem demência.

Camila Senna

O mundo só será mundo quando o ultimo careta morrer queimado pela brasa do meu baseado.

J. Owner

A angústia é o mal pior
quando o peito arde em brasa
quando a alma vira pó
e o corpo se arrasa
e o mal é bem maior
quando está dentro de casa.

Guibson Medeiros

Joaquim Maria

Azevedo limão mel cana caldo aposta carneiro
Brasa coalho João partida dado dinheiro
Suzana cafuza lava prato avental farinha paliteiro
Chega Chico facão pé quente escarra bigode brejeiro
Dança do lado Joana seu macho toca Dedé Tonho sanfoneiro
Zé cochila baba madruga na barca pesca robalo inteiro
Fiado de novo Santana busca Manél bebo queda levanta ligeiro
Seu Joaquim balcão caneta casa no fundo poço terreiro pato cercado galinha poleiro.
Reza no quarto Maria seis filho estante retrato santo padroeiro

Tiago landeira

O amor é como o fogo: ele acende, se mexe na brasa, mas se o vento começa, ele se vira contra você!

Vanileire Morais

Engulo cada palavra mal dita sobre mim, como espinhos, engulo essas como brasa vermelha, mas não ache que tudo isso é por que me importo, é por que mentira tem dessas coisas, ela anda machucando mais por dentro que por fora, por isso meu sorriso no rosto e minha resposta sempre será esse

Ismael Azevedo

Passei na frente da tua casa,
E aquele carro estava lá,
Meu corpo ardia que nem brasa,
Tive vontade de te matar,
Mas de tanto beijo e amasso,
E mostrar pra este palhaço,
O que é meu ninguém vai tirar...

Sérgio o Cancioneiro

Queima em brasa
Insana loucura
Teria razão para existir
É grande o vazio sem ti.

Não queira que eu te esqueça
Seria um inútil sem te querer
Impossível não te perceber
Beleza que irradia amor.

Trazes uma paz
Paz sem a nostalgia do silencio
Logo segue grande alegria
Maior ainda beleza.

Volta
Este vazio me consome
Destrói cada ser que me possui
Esgotam-se todas minhas energias

A cada noivo dia me renovo
Basta lhe ver
Vem me traz a paz que necessito
Traz-me o amor, me completa.

Da-me tua paz
Da-me teu amor
Empresta-me tua alegria
Fornece-me a eternidade junto a ti

Como se uma bomba houvesse
Volta
Não deixe o tempo chegar
Não deixe que ela se acabe numa inútil explosão
Te junta a mim
De repente
KaBum

M.Nigro

QUASE


Um pouco mais de sol — eu era brasa.
Um pouco mais de azul — eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador d'espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho — ó dor! — quase vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim — quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo... e tudo errou...
— Ai a dor de ser-quase, dor sem fim... —
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos de alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

...........................................
...........................................

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

(Paris, 13 de maio de 1913)




7


Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.

(Lisboa, fevereiro de 1914)





FIM

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos berros e aos pinotes —
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas.

Que meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza:
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro...

(Paris, 1916)

Mário de Sá-Carneiro

SONHAR
(Fábio André Malko)

A vida insana de quem escolheu sonhar
Marca fundo n’alma com a brasa da realidade
Não verás compaixão, se pelos sonhos lutar
Mas vá! Extrapole todos os limites da sanidade

Não deixe a mente casta, sem a mácula do sonhar
Pois os medíocres que esse podre ideal almejam
Vivem vidas vazias, ocas, e jamais vão acreditar
Nesse mundo mágico onde sonhos relampejam

Pra que resistir ao sonhar se tão curta é a vida?
Pra que se esconder na casca, sem cutucar a ferida?
E dizer através dos olhos mortos: não senti e nem vivi

Se uma vida de sonhos é mais bela e querida
Pra que viver sem sonhar, vida vazia e sofrida?
Se amanhã mesmo já partimos daqui

Fábio André Malko

VERBA INSANA

Oh, minha pomba bela e de peito rubro,
A quem de feitiços me vestiu em brasa,
Quem meu coração em seu pulsar abraça!
— Que ardo, em chama alta, deslumbro...

Quem ao luar de paixão me ferve! —Tanto
Quanto ao sol de amor me queima...
Quem simplesmente a profanar me teima,
Leve, insana... Oh, flor do meu encanto,

Ninguém haverá de o seu lugar encher!
Oh, minha gazela de infinito amor,
Por ninguém haverá de o meu peito arder!

Vagueias... Livre aos céus, oh, alma escrava,
Que imponente perpetua o teu vil condor,
A versar o teu sangue feito um rio de lava...

Poeta Dolandmay