Frases de Biblioteca

Cerca de 120 frases de Biblioteca

Toda uma biblioteca de Direito apenas para melhorar quase nada os dez mandamentos.

Millôr Fernandes

Se ao lado da biblioteca houver um jardim, nada faltará.

Cícero

Há pessoas que têm uma biblioteca como os eunucos um harém.

Victor Hugo

Em uma boa biblioteca, você sente, de alguma forma misteriosa, que você está absorvendo, através da pele, a sabedoria contida em todos aqueles livros, mesmo sem abrí-los.

Mark Twain

No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.

Jacques Bossuet

É preciso folhear meia biblioteca para fazer um livro.

Samuel Johnson

Se temos uma biblioteca e um jardim temos tudo.

Marcus Cícero

grande e vagaroso vento
da biblioteca do mar.
Aqui posso descansar.

Tomas Tranströmer

QUERER SEM PODER

Minh’alma se alegra
Euforia por dentro
Minh’alma se apega
Contagia-se te vendo
Minh’alma se cega
Inebria-se te querendo
Minh’alma não nega
Realizar-se-ia te tendo
Minh’alma se lembra
Tristeza por dentro
Minh’alma se entrega
Te quer não podendo.

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

LAÇOS DE AMOR

Os laços de amor,
São difíceis de desatar.
Quem de amor brincar
Pode até se machucar.
Ficará então a chorar
A ferida que teima
Em não cicatrizar.

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

UMA QUESTÃO DE TEMPO

Eu fico olhando
O tempo passando
Eu fico pensando
O tempo passando
Eu fico esperando
O tempo passando
Eu fico sonhando
O tempo passando
Até quando?
Até quando?
Até quando?
Não responda.
Estou só divagando.
E o tempo passando,
Passando, passando...

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

Se a história passada fosse tudo o que importa no jogo, as pessoas mais ricas seriam os bibliotecários.

Warren Buffett

XODÓ
Morena, meu chamego,
Tua ausência me tira o sossego.
Faz-me falta teu afago.
Se não voltares logo,
De saudades me afogo.
Como viver sem teu aconchego?

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

O INSUSTENTÁVEL PESO DO NÃO-SER

Quem diz que o nada
É a ausência de tudo?
Se em minha vida
Há espaços cheios de nada
E se no nada
Sinto a presença de tudo?
Tudo o que se faz ausente
No nada se faz presente
No corpo, na alma, da gente.
De corpo e alma – na mente.

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

Serviços de bibliotecas também podem colaborar com as comunidades ao redor, não fechando portas afinal BIBLIOTECAS É PRA ZÉ DIRCEU e PRA QUEM SE DROGA AO REDOR.

Bindes Fá - Biblioteca

ALMA DE LUA

Hoje é lua cheia
E minh’alma
Ainda mais vazia
Hoje é lua crescente
Como a dor
Que minh’alma sente
Hoje é lua minguante
E em minh’alma
Mingua a alegria restante
Hoje é lua nova
E em minh’alma
A tristeza se renova.

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

CALMA AÍ!

Vivi até hoje
Com sofreguidão
Agora a vida
Me impõe lentidão
Vivi até hoje
Com avidez
Agora as coisas
Vão de vagar
Uma de cada vez.

MANOEL A. DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

“AMOR PLATÔNICO”

Quando li
O Guarani,
Não entendi
Aquele devotamento e abnegação
De Peri por Ceci.
Quando te vi,
Naquele momento – de coração,
Entendi,
- Eu faria o mesmo por ti.

MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

“VOCÊ É COMO EU SONHAVA”

Depois que te conheci,
Parece que todos os poemas
Que escrevi
Foram escritos para ti!
Depois que te conheci,
Todos os olhos que vi,
Esqueci!
Só tenho olhos para ti!

MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

XODÓ

Morena, meu chamego,
Tua ausência me tira o sossego.
Faz-me falta teu afago.
Se não voltares logo,
De saudades me afogo.
Como viver sem teu aconchego?

MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)