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Se for pra falar de amor...


Se for pra falar de amor, que não esmague meu órgão que bombeia sangue com miséria de sentimentalismo. Porque amor sim, é algo delicado de se falar! Eu estive pensando, todo mundo busca por isso. Não há um ser vivente nessa terra de meu Deus que não queira um amor, ou ainda que seja uma projeção disso.


Eu olho para todos os lados, vejo pessoas que falam, reclamam, choram, mas não largam o osso. Me repugna , me ira, me dá dor no pâncreas, mas eu entendo! Porque eu não desisto, eu choro, reclamo, falo... Mas sem amor eu nem respiro. E duvido, duvido mesmo que alguém viva sem. Não estou falando de amor erógeno, ouça bem, isso não é amor! Mas aquele amor que faz sentir segurança, extrema felicidade por estar perto do outro. Pode ser amigo, tio, primo, mãe, pai, piriquito ou papagaio, mas transborde amor! O sentimento mais bem requisitado do mundo, o mais solicitado entre as nações. Inclusive, acho que o amor deveria cobrar por ser tão aclamado. Pois ninguém se dá de graça, mas o amor não, ele tem que estar sempre presente, e sempre acelerando corações.

O amor é cheio de magnitude, carrega consigo virtudes e sensibilidade. Então falar de amor não é pra todos, nem pra mim. Mas senti-lo (sinta a perfeição) é de graça, é para todos!

Só não ama quem não quer se dá ao amor, pois todos querem ser amados, mas não são todos que se permitem amar! Existem barreiras que nos tornam tremendos babacas, só amamos as pessoas que tem bens, só amamos os brancos de olhos azuis, só amamos depois de perceber que vale a pena amar. Veja bem meu querido, AMOR é de graça! Deve-se amar não pelo que o outro é, mas pelo prazer de sentir um sentimento puro. Pureza está extinta nos tempos de hoje, pra tudo há um duplo sentido, pra tudo há outra versão, mas pro amor não! Pro amor tudo é limpo, transparente, pro amor sempre vale a pena tentar. Então se for pra falar de amor, voltemos a amar isso basta!

Emilia Couto

Se for pra falar de amor...
Se for pra falar de amor, que não esmague meu órgão que bombeia sangue com miséria de sentimentalismo. Porque amor sim, é algo delicado de se falar! Eu estive pensando, todo mundo busca por isso. Não há um ser vivente nessa terra de meu Deus que não queira um amor, ou ainda que seja uma projeção disso.


Eu olho para todos os lados, vejo pessoas que falam, reclamam, choram, mas não largam o osso. Me repugna , me ira, me dá dor no pâncreas, mas eu entendo! Porque eu não desisto, eu choro, reclamo, falo... Mas sem amor eu nem respiro. E duvido, duvido mesmo que alguém viva sem. Não estou falando de amor erógeno, ouça bem, isso não é amor! Mas aquele amor que faz sentir segurança, extrema felicidade por estar perto do outro. Pode ser amigo, tio, primo, mãe, pai, piriquito ou papagaio, mas transborde amor! O sentimento mais bem requisitado do mundo, o mais solicitado entre as nações. Inclusive, acho que o amor deveria cobrar por ser tão aclamado. Pois ninguém se dá de graça, mas o amor não, ele tem que estar sempre presente, e sempre acelerando corações.

O amor é cheio de magnitude, carrega consigo virtudes e sensibilidade. Então falar de amor não é pra todos, nem pra mim. Mas senti-lo (sinta a perfeição) é de graça, é para todos!

Só não ama quem não quer se dá ao amor, pois todos querem ser amados, mas não são todos que se permitem amar! Existem barreiras que nos tornam tremendos babacas, só amamos as pessoas que tem bens, só amamos os brancos de olhos azuis, só amamos depois de perceber que vale a pena amar. Veja bem meu querido, AMOR é de graça! Deve-se amar não pelo que o outro é, mas pelo prazer de sentir um sentimento puro. Pureza está extinta nos tempos de hoje, pra tudo há um duplo sentido, pra tudo há outra versão, mas pro amor não! Pro amor tudo é limpo, transparente, pro amor sempre vale a pena tentar. Então se for pra falar de amor, voltemos a amar isso basta!

Emilia Couto

TANTAS COISAS QUE NEM SEI...

Tudo é diferente!
Existem vários sentimentos em mim..Sinto como se estivesse no ápice de mim mesma.Como se vivesse tudo afloradamente!
Não sou a mesma de antes... Garças a Deus, pois eu me detestava!
Hoje estou PLENA em amor!Queria não poder viver mais nada... Se não o tal do amor, esse tal ai que me tomou todas as forças e me fez refém.
Tantos sonhos e planos... Resumi em um só... AMOR! Ai quando você o encontra, fica sem saber o que fazer...
São tantas coisas que nem sei...

Emilia Couto

DIFERENCIAL.

Todos os dias me deparo com os sonhos que ainda não vivi,
Com os objetivos que ainda não alcancei.
Deparo-me com os sentimentos que ainda não amei....
Vivo uma frenética rotina de desencontros.
Vivo um mito de realizações, e em determinados momentos,
acredito ser tudo trivialidade.
Se não fora o meu eu a gritar!
Se não fora eu lutando contra meus próprios paradigmas,
Eu estaria sujeita a ser mais uma no mundo!

Emilia Couto

O MITO DO FELIZES PARA SEMPRE

‘’Esse é o pior dia da minha vida’’. Foi assim que ele assinou meu atestado óbito.
Eu acreditava fervorosamente que ele não seria capaz de me causar nenhum mal. Brigas são normais em qualquer relacionamento e no final de tudo a gente sempre finge que esquece. Eu sempre fingia esquecimento para torná-lo mais feliz! Mas ele não esperava eu esquecer completamente e me batia com sua dureza.
Ainda me lembro da nossa primeira briga durante o namoro pela escolha de um doce para fazer no almoço, eu não sabia que ele não gostava de doces, e no casamento percebi que não sabia muita coisa sobre ele.
Durante muito tempo a gente engole para não magoar, mas acaba se magoando e se entala engolindo tudo que vem pela frente. Eu não era a compreensiva e muito menos a compreendida! Logo, o AMOR somente não nos bastava.
Nós nos preenchíamos como um encaixe perfeito, como se nada mais fosse importante do que o outro. Falávamos o que agradava. Uma gentileza excessiva, como quem trata um idoso.
Pensava, bem que eu poderia sair e pegar um cinema sozinha, mas ele talvez não goste, melhor nem pensar. E fomos deixando nosso querer pra depois, nossas vontades para depois, e passamos a pensar em viver depois só pra fazer a felicidade do outro. Esse foi o principio dos nossos erros, deixamos de falar e viver por medo do que o outro iria pensar, e criamos um personagem que não duraria muito tempo.
As palavras ditas começaram a doer mais, os choros pelos cantos se intensificavam, o medo se tornava algo ainda mais presente nos corredores, e o pra sempre já não soava tão lindo como no dia do casamento. Era como se o pra sempre se tornasse uma eternidade, e nele as lembranças boas ficassem no passado. Começamos assim uma disputa de querer:
Eu queria poder sair e quem sabe pegar um cinema!
Ele queria ficar em casa e quem sabe um jantar feito por minhas mãos!
Eu queria um beijo bem demorado e quem sabe dormir de conchinha!
Ele queria um toque mais ousado e quem sabe fazer amor!
E nesse joguinho de quem sabe, quem não era favorecido sempre saia magoado. Cedia pra quem sabe não brigar.
Aprendemos que se não cedermos, a briga aumenta e quanto maior, mais difícil pra contornar. Pena que aprendemos bem depois de quase preenchermos nosso caderninho de brigas semanais. Também demoramos a aprender a admitir que erramos, por isso sempre acusávamos o outro e magoávamos bastante.
Éramos sensíveis para ouvir, mas duros para falar. Certa vez eu fiz um pedido: ’’ Amor, acho que você deveria cuidar do seu corpo, pois eu não estou satisfeita’’ Ele não me entendeu e se magoou profundamente por julgar que eu não o amava mais. E certa vez ele me fez um pedido: ‘’Querida, acho que deveria mudar seu jeito, não gosto da maneira como você age e muito menos como você fala’’ Eu não entendi ( ainda não entendo) e com certeza fiquei muito magoada por julgar que ele não me amava como eu era. Foi então que em meio a tantas idas e vindas, pedidos de perdão, amor gostoso na reconciliação que ele me pronunciou a frase que mais me marcou: ‘’Esse é o pior dia da minha vida’’. Não era um dia qualquer, era nosso aniversario de namoro, comemoração de nosso amor, dia em que decidimos pelo outro. Mas ele não se apegava a datas, também não se importou que no natal eu não quisesse brigar, mas ficar ao lado dele ouvindo os fogos nem tanto sentir prazer, mas senti-lo perto. Eu morri no nosso aniversario, e talvez não tenha ressuscitado ainda. Ele também deve ter morrido alguma vez com alguma palavra que eu tenha dito, talvez nem saiba se vá ressuscitar, mas nós juramos que seria pra sempre, mas ninguém disse que a felicidade seria pra sempre. Talvez ele tenha tirado férias durante um período de nossas vidas e vez o outra esteja doente e não vem trabalhar em nossos corações. Muitas vezes nos ocupamos, tão preocupados com o defeito do outro que nos esquecemos de olhar onde estamos errando, e por incrível que pareça, sempre erramos. Em um casamento não existe culpado, mas existem erros que devem ser corrigidos urgentemente.
Ele sempre que errava me pedia perdão e chorava. Eu sempre chorava, e quando pedia perdão chorando já não tinha mais tanto impacto. Quando ele me pedia algo sempre me tratava como filha, eu não sou filha, mas sempre o tratava como meu filho. Nossos erros e acertos eram sempre iguais. Nosso relacionamento era sempre intenso, por isso as brigas feriam tanto. O nosso pra sempre nunca acabou, e pra mim nunca vai acabar, ele será pra sempre especial pra mim. Ainda estamos nos adaptando e aprendendo que o pra sempre não é tão fácil quanto acreditávamos, e que casamento não é sonho, tem que estar muito acordado pra ser feliz, ou pra superar uma briga tão dolorosa.
Acreditamos no amor com toda a nossa alma, e nos amamos com toda intensidade do nosso ser, mas sabemos que pessoas são diferentes e demonstram de forma diferente seu amor. Por isso não devemos subestimar o amor de ninguém. E que o pra sempre existe sim se os dois decidirem isso, mas o felizes são momentos. Assim como as brigas também são.

Emilia Couto