Flor Lilas

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Nosso Caminho

Me dê sua mão,
vem,
sonha comigo esse caminho lilás.
Planta comigo as flores mais raras,
conta comigo as borboletas que em nós passeiam...

Vem,
me dê sua mão,
caminha comigo naquela direção.
Escolhe comigo o recanto mais doce,
me deita em teu colo e me faz adormecer...

Sua mão,
vem,
coloca em meu rosto.
Palma em concha por sobre o nariz.
Me conta as histórias de nós dois,
mas só as que ainda não sei.

Vem,
mão,
alma,
sorriso,
beijos,
calor,
amor,
coloca tudo o que é meu em nossa sacola do amanhã,
e sonha comigo esse caminho lilás.

Desconhecido

02/11/2014 - 17:20 hs.
O mundo não é lilás, coelho da páscoa não põe ovo, papai noel não existe, as nuvens não são algodões, um sorriso nem sempre é verdadeiro, assim como a lágrima também não o é, nem sempre quando se beija ou faz amor está se amando, nem todo mundo é legal assim como dizem, é tudo ilusão! Acorda!!!

Sérgio o Cancioneiro

Tão linda quanto a cor lilás e tão especial quanto uma rosa vermelha...

Rodrigo Silva

Um dia de luz e de paz,
um dia...lilás para você!

Flávia Abib

Nem tudo que busco
é flor,
Nem tudo que encontro
luz;
Nem tudo que amo
é céu,
Nem tudo que crio
cor;
Nem tudo que crio
é busca,
mas tudo que busco amor...

Desconhecido

Praga de Urubu não pega em beija-flor

Desconhecido

VIRGEM MORTA

Lá bem na extrema da floresta virgem,
Onde na praia em flor o mar suspira...
Lá onde geme a brisa do crepúsculo
E mais poesia o arrebol transpira...
Nas horas em que a tarde moribunda
As nuvens roxas desmaiando corta,
No leito mole da molhada areia
Deitem o corpo da beleza morta.
Irmã chorosa a suspirar desfolhe
No seu dormir da laranjeira as flores,
Vistam-na de cetim, e o véu de noiva
Lhe desdobrem da face nos palores.
Vagueie em torno, de saudosas virgens
Errando à noite, a lamentosa turma...
E, entre cânticos de amor e de saudade,
Junto às ondas do mar a virgem durma.
Às brisas da saudade soluçantes
Aí, em tarde misteriosa e bela,
Entregarei as cordas do alaúde
E irei meus sonhos prantear por ela!
Quero eu mesmo de rosa o leito encher-lhe
E de amorosos prantos perfumá-la...
E a essência dos cânticos divinos
No túmulo da virgem derramá-la.
Que importa que ela durma descorada
E velasse o palor a cor do pejo?
Quero a delícia que o amor sonhava
Nos lábios dela pressentir num beijo.
Desbotada coroa do poeta!
Foi ela mesma quem prendeu-te flores!
Ungiu-as no sacrário de seu peito
Inda virgem do alento dos amores!...
Na minha fronte riu de ti, passando,
Dos sepulcros o vento peregrino...
Irei eu mesmo desfolhar-te agora
Da fronte dela no palor divino!...
E contudo eu sonhava! e pressuroso
Da esperança o licor sorvi sedento!
Ai! que tudo passou!... só resta agora
O sorriso de um anjo macilento!

Ó minha amante, minha doce virgem,
Eu não te profanei, tu dormes pura:
No sono do mistério, qual na vida,
Podes sonhar ainda na ventura.
Bem cedo, ao menos, eu serei contigo
— Na dor do coração a morte leio...
Poderei amanhã, talvez, meus lábios
Da irmã dos anjos encostar no seio...
E tu, vida que amei! pelos teus vales
Com ela sonharei eternamente...
Nas noites junto ao mar e no silêncio,
Que das notas enchi da lira ardente!...
Dorme ali minha paz, minha esperança,
Minha sina de amor morreu com ela,
E o gênio do poeta, lira eólia
Que tremia ao alento da donzela!
Qu’esperanças, meu Deus! E o mundo agora
Se inunda em tanto sol no céu da tarde!
Acorda, coração!... Mas no meu peito
Lábio de morte murmurou: — É tarde!
É tarde! e quando o peito estremecia
Sentir-me abandonado e moribundo!?...
É tarde! é tarde! ó ilusões da vida,
Morreu com ela da esperança o mundo!...
No leito virginal de minha noiva
Quero, nas sombras do verão da vida,
Prantear os meus únicos amores,
Das minhas noites a visão perdida...
Quero ali, ao luar, sentir passando
Por alta noite a viração marinha,
E ouvir, bem junto às flores do sepulcro,
Os sonhos de su’alma inocentinha.
E quando a mágoa devorar meu peito...
E quando eu morra de esperar por ela...
Deixai que eu durma ali e que descanse,
Na morte ao menos, sobre o seio dela!

Álvares de Azevedo

Tenho mania de escrever e nenhuma pretensão em ser reconhecida por isso. É um gosto. Talvez um vício.

Nívea Flor

'Eu te amo' não diz muito, perto do que é o amor. 'Estou com saudades' mesmo que nosso português permita, não se aproxima do que nos dói. 'Me perdoa' talvez não traduza o verdadeiro sentido do desejo e do remorso infiltrado no nosso pensamento. E, ainda assim, são as palavras - até mesmo 'silêncio', 'nada' e 'vazio' - que nos preenchem de vida.

Nívea Flor

Da vida, tive expectativas:
amar, ser amada,
ser feliz, realizada...
Achei que a vida era bela,
que era um jardim só de rosas,
mas, pra vida não ser morosa,
Deus criou os espinhos.

Vi, pelo meu caminho,
gente triste, como eu.
Doença, fraqueza, injúria,
a mentira, dor, penúria,
e pouco vi a beleza.

Não entendo nada disso,
mas sei que Deus sabe tudo,
por isso botou no mundo
a alegria e a tristeza,

pra que quem estiver triste
sinta falta da alegria,
e quando estiver contente,
de Deus nunca se esqueça.

Flor D'Açucena

Com você, o mundo é brincadeira de criança e ao fechar os olhos o infinito é uma lembrança.

Iasmin Flor

Você é tão distante. Tão impossível… Que me dá náuseas pensar o quão provável é eu jamais poder olhar em seus olhos novamente.

Iasmin Flor

Eu desejo poder ser acordada por seus lábios todos os dias e fazê-lo dormir com os meus, todas as noites.

Iasmin Flor

Você parece ter sido feito de mágica. Dos cristais mais cintilantes que a lua ou das nuvens mais açucaradas que algodão.

Iasmin Flor

Você parece ter sido feito de mágica. Dos cristais mais cintilantes que a lua ou das nuvens mais açucaradas que algodão. Das águas mais puras, do sopro de uma criança, do sorriso nascente de uma paixão. Tem um perfume distante na pele, extraído das flores caídas no outono. Os lábios de perfeito contorno como um desenho ou obra de arte, tão irreais, que exalam um cheiro de saborosas frutas vermelhas. Os olhos tão profundos e verdadeiros, coloridos camada por camada, oscilando do delicioso e doce mel ao tão amargo café. (Tudo que eu preciso)

Iasmin Flor

IMORTALIDADE : Deus é PATRONO daquilo que não acaba como a Arte... Sobretudo como o AMOR___ RAIZ___ de Todas as ( BOAS ) Coisas !...

RITA FLOR

Luar sobre o mar

Sob o luar de esplendor
O mar ondeia em seu vai e vem
entoando lindos hinos de sereia...

Meus olhos vidrados de encanto
Não se contem em admirar com espanto,
Vertem lágrimas felizes que caem na areia.

Denise Flor

Caso alguém pergunte por mim,
diga que levitei até o firmamento,
fico à espera de uma estrela cadente
que me conduza à alguma janela
que tenha visão para o paraíso.

Denise Flor

Canto secreto

...Eu não sei explicar
porque estou me sentindo assim,
porque esse vazio dentro de mim...
Parece que meu corpo fica inerte
enquanto minh'alma vagueia
pelos cantos da casa, alienada
à tudo e todos...
Não tenho palavras pra expressar
nem sorrisos à doar...
Permaneci dia todo adormecida,
escondida em algum lugar secreto
que eu mesma desconhecia!

Denise Flor

Procuro por caminhos que me leve ate algum lugar...
Onde lá encontrarei o que tanto busco...
Percorro estradas e nada encontro lá...
Parece que nada existe nestes caminhos cheios de trilhas e buracos...
Seguindo em frente olho para o chão e vejo minha face refletir em uma poça d’água e pergunto a mim mesmo se meu coração sente que algo ali encontrarei...
Então persisto e sigo por outras trilhas e logo a diante vejo a mesma coisa - permaneço perdida.
Percebo que por mais que eu percorra estradas e me perca em outras trilhas pelo caminho não vou encontrar o que tanto busco...
Por que o que quero não encontrarei por estradas encontrarei sim dentro do meu eu...
Percorrendo estradas, pisando em buracos e me desviando por trilhas percebi que a felicidade não esta ali, que a felicidade é uma Luz que ilumina minha alma...
Percebi que por mais que eu percorra por estradas escuras clareada somente pela luz das estrelas o que eu quero esta exatamente “aqui” dentro de mim...

Tatiane Flor