Flor Lilas

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É a vida

Feliz é o ser que ainda observa a folha lilás flutuando no lago a libélula sobre tal feição um contraste esplêndido pairando no ar as senhorias indo a igreja pela matina as lindas cores verdes dos olhos da criança do semáforo o cachorro de três patas brincando com seu amigo gafanhoto tudo isso passa despercebido mas isso é a vida continue vivendo mas melhore sua filosofia ! Obrigado

Gerson Basilio da Silva

"É melhor eu não falar em felicidade ou infelicidade - provoca aquela saudade demasiada e lilás, aquele perfume de violeta, as águas geladas da maré mansa em espumas de areia. Eu não quero provocar, porque dói."

Qual a cor do amor? Os enamorados diriam rosa, lilás, ou colorido. Mas pra mim é incolor, porque só tive dor. Não vejo mais nada de atrativo em amar, porque uma hora ou outra vai se acabar, se findar. Então pra que amar? Pra que se doar? Pra que sonhar e fantasiar algo que não existe, que é impossível? Aprendi que não sou uma princesa e isto não é um conto de fadas, que não tem príncipe vindo num cavalo branco me resgatar, então vou me por em meu lugar.

Melissa Rocha

Logo eu tão simples e cinza, vi-me encabulada rodeada de cores, rosa, vermelho, azul, verde, lilás, tudo tão mágico, resplandecendo encantamentos algum dia proferidos, ouvia-se cantos suaves saindo de algum lugar, a voz se escondia por alguns becos, não se podia achar, alegrei-me apenas em ouvir. Por um longo instante tinha achado que me perdi em algum arco-íris qualquer ou passei a visitar a lugares mágicos desconhecidos, só então percebi que não era nenhumas das hipóteses sugeridas, não tinha saído do lugar, estava bem no meu quarto deitada na minha cama, dei lugar aos meus loucos devaneios, sai de órbita por longos 10 minutos, tá vendo, olha só o que me acontece, é só pensar em você que acabo saindo deste mundo, boba eu, tola eu.

Layara Sarti

Morrerei de amor, cercado de flores, não importando se amarelas, rosas, lilás ou vermelhas, o que importa é que haja flores, muitas flores na minha despedida.

Juraci Rocha

VOU USAR BOTAS NA CHUVA
COM UM SOBRINHA LILÁS PARA
VER SE ALEGRA UM POUCO ESTE
DIA DE DANÇA...

ana sara manso

Suponho que nunca vi um hematoma lilás
Posto que quando me queres, expulso o termo jaz
Pela finitude de tudo que me confere

Se ao fim retorno ao processo breve...
Enema !
O gesto esperado não repete
O saudoso e carente, menino Brás

Ciente da consciência embebida?
De delongas te prestas à ermida

Sem fuga de si
Tão assaz !

Douglas Garcia Saldanha

Nosso Caminho

Me dê sua mão,
vem,
sonha comigo esse caminho lilás.
Planta comigo as flores mais raras,
conta comigo as borboletas que em nós passeiam...

Vem,
me dê sua mão,
caminha comigo naquela direção.
Escolhe comigo o recanto mais doce,
me deita em teu colo e me faz adormecer...

Sua mão,
vem,
coloca em meu rosto.
Palma em concha por sobre o nariz.
Me conta as histórias de nós dois,
mas só as que ainda não sei.

Vem,
mão,
alma,
sorriso,
beijos,
calor,
amor,
coloca tudo o que é meu em nossa sacola do amanhã,
e sonha comigo esse caminho lilás.

Desconhecido

o amor é uma flor cheia de esplendor
para quem eu entregar essa flor de paixão concerteza tera o meu coração

flor

Hoje é um dia triste.
A alma abriga agora uma grande vazio.
Aquela luz interior, agora se apagou.
O sonhos ressecaram.
O dia em que trago no meu coração, uma tristeza sem fim.
Hoje é um dia triste.

flor

E sabe o que é pior? Sentir falta de alguém que nem lembra da tua existência. Sentir falta de alguém que deu um adeus sem se preocupar como me deixaria. acontece que eu me deixei enganar por um sentimento tão forte e bipolar que te leva aos céus e depois ao inferno.” “Estou machucado, como se fosse um pedaço de vidro prestes a cair, e se partir em mil pedaços. Igual uma pirâmide de cartas, há um sopro de desabar.”

flor

Quando lembro de todos os absurdos que me dissestes...
Não acredito que foi da tua boca que saiu tanta crueldade...
Mesmo que não seja recíproco...
Vc não tem o direito de me machucar desta forma...
Por mas que não sinta amor por mim...
Não tem o direito de me magoar,de quebrar o meu coração...
Cada vez que lembro meus olhos enchem de lágrimas...
Como pode não ter nenhuma consideração por mim...
Depois ainda falaste de amizade...
Que tipo de amizade pode suportar a crueldade das suas palavras...
Pensei que conhecia o Homem que eu amo,porém o descobri como um completo estranho...

flor

Eu te amei mais do que a mim mesma...
Tudo era para ti...
Você era o meu mundo...
Mais você não viu...
Que eu fazia os seus dias mais fáceis...
os seus caminhos mais rápidos...
Em nenhum momento quando me magou..
Lembrou de nada que eu havia feito..
Me julgou por um único ato,e por este ato
foi apagado tudo o que fiz de bom...
Você não me amar, isso não era novidade..
Mais ser cruel comigo,isso é imperdoável..

flor

Do que vale a minha vida se nada que quero acontece..
Do que vale a minha morte se nada que quero se resolve..
Do que vale o meu sorriso se nada que quero é visto...
Do que vale o meu olhar se tudo o que vejo me faz chorar...
Do que vale este papel se não para rabiscar..

flor

Ele preencheu o espaço que tava faltando para completar meu coração

flor

Porque quando estiver la em cima e esquecer de mim, você terá deixado lembranças em mim que o tornará inesquecível para meu coração!

flor

Nem tudo que busco
é flor,
Nem tudo que encontro
luz;
Nem tudo que amo
é céu,
Nem tudo que crio
cor;
Nem tudo que crio
é busca,
mas tudo que busco amor...

Desconhecido

VIRGEM MORTA

Lá bem na extrema da floresta virgem,
Onde na praia em flor o mar suspira...
Lá onde geme a brisa do crepúsculo
E mais poesia o arrebol transpira...
Nas horas em que a tarde moribunda
As nuvens roxas desmaiando corta,
No leito mole da molhada areia
Deitem o corpo da beleza morta.
Irmã chorosa a suspirar desfolhe
No seu dormir da laranjeira as flores,
Vistam-na de cetim, e o véu de noiva
Lhe desdobrem da face nos palores.
Vagueie em torno, de saudosas virgens
Errando à noite, a lamentosa turma...
E, entre cânticos de amor e de saudade,
Junto às ondas do mar a virgem durma.
Às brisas da saudade soluçantes
Aí, em tarde misteriosa e bela,
Entregarei as cordas do alaúde
E irei meus sonhos prantear por ela!
Quero eu mesmo de rosa o leito encher-lhe
E de amorosos prantos perfumá-la...
E a essência dos cânticos divinos
No túmulo da virgem derramá-la.
Que importa que ela durma descorada
E velasse o palor a cor do pejo?
Quero a delícia que o amor sonhava
Nos lábios dela pressentir num beijo.
Desbotada coroa do poeta!
Foi ela mesma quem prendeu-te flores!
Ungiu-as no sacrário de seu peito
Inda virgem do alento dos amores!...
Na minha fronte riu de ti, passando,
Dos sepulcros o vento peregrino...
Irei eu mesmo desfolhar-te agora
Da fronte dela no palor divino!...
E contudo eu sonhava! e pressuroso
Da esperança o licor sorvi sedento!
Ai! que tudo passou!... só resta agora
O sorriso de um anjo macilento!

Ó minha amante, minha doce virgem,
Eu não te profanei, tu dormes pura:
No sono do mistério, qual na vida,
Podes sonhar ainda na ventura.
Bem cedo, ao menos, eu serei contigo
— Na dor do coração a morte leio...
Poderei amanhã, talvez, meus lábios
Da irmã dos anjos encostar no seio...
E tu, vida que amei! pelos teus vales
Com ela sonharei eternamente...
Nas noites junto ao mar e no silêncio,
Que das notas enchi da lira ardente!...
Dorme ali minha paz, minha esperança,
Minha sina de amor morreu com ela,
E o gênio do poeta, lira eólia
Que tremia ao alento da donzela!
Qu’esperanças, meu Deus! E o mundo agora
Se inunda em tanto sol no céu da tarde!
Acorda, coração!... Mas no meu peito
Lábio de morte murmurou: — É tarde!
É tarde! e quando o peito estremecia
Sentir-me abandonado e moribundo!?...
É tarde! é tarde! ó ilusões da vida,
Morreu com ela da esperança o mundo!...
No leito virginal de minha noiva
Quero, nas sombras do verão da vida,
Prantear os meus únicos amores,
Das minhas noites a visão perdida...
Quero ali, ao luar, sentir passando
Por alta noite a viração marinha,
E ouvir, bem junto às flores do sepulcro,
Os sonhos de su’alma inocentinha.
E quando a mágoa devorar meu peito...
E quando eu morra de esperar por ela...
Deixai que eu durma ali e que descanse,
Na morte ao menos, sobre o seio dela!

Álvares de Azevedo