Faxina

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"Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade). A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções."

Caio F Abreu

Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora.

Caio F Abreu

Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados. Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais. Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões. Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas, com bastante cuidado. Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras que nunca queria ter dito, mágoas, lembranças de um dia triste. Mas lá também havia coisas e boas. Aquela lua cor de prata, um pôr do sol, uma música. Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Aí, sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas. Joguei direto no saco de lixo os restos daquilo que pensei ser amor; peguei palavras cheias de mágoas que estavam na prateleira de cima, e também joguei fora, no mesmo instante. Outras coisas que ainda me ferem, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, talvez as mande para o lixão. Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o Amor, a Alegria, os Sorrisos e a Fé. Arrumei com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.

Carlos Favaro Fanta

Hoje é dia de faxina
Pegue todos os seus medos , problemas, ansiedade, sofrimentos, tudo aquilo que te impedi de ser feliz e jogue na lata de lixo.
Faça uma faxina na sua vida, limpe tudo sem medo de ser arrepender, deixei tudo preparado para um novo dia, um novo amor, um novo amanhecer,uma nova vida.
Comece agora mesmo a se desfazer de tudo, não perca tempo, cada segundo é valioso demais.
Não se esqueça de nada que possa atrapalhar sua nova vida.
È preciso ter coragem para se livrar de tudo aquilo que durante muito tempo construímos, é preciso ter coragem para recomeçar, para dar um chance a si mesmo, é preciso ter coragem para seguir em frente sem medos, sem se importa com os outros, é preciso ter coragem para se livrar dos problemas, é preciso ter coragem para não fraquejar no primeiro obstáculo.
Olhe para você , lute por você, não desista de você, lute para que sua vida não se torne pesada, escura, sem vida, sem riscos.
Se olhe no espelho todos os dias e diga a si mesmo. Eu posso, Eu sou, Eu vou conseguir.
Corra o risco de tentar não levar mais a sua vidinha mais ou menos, e comece agora mesmo a construir uma nova vida cheia de coragem.Se livre de tudo que impeça você de tentar começar a uma nova vida, se livre de tudo que impeça você de ser feliz.
Vá hoje é o dia da faxina, limpe tudo e seja feliz.

maria alves

"Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade). A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções."

FERNANDA MELO

Dentro de mim, existe um Espaço Sagrado onde guardo minhas preciosidades.
Às vezes faço uma faxina lá e mudo tudo de lugar.Não é por maldade, é só vontade de ver um outro ângulo das coisas. Eu não gosto do olhar acostumado.Não gosto de ver um objeto num objeto, porque tudo pra mim tem entidade humana.E gente me tira o fôlego, vejo belezas demais quando amo, e amo sempre e tanto.

Marla de Queiroz

Promova uma faxina mental com afirmações e pensamentos positivos.

Tatiane Costa

Já tentou fazer uma faxina em si mesmo?
Você deve limpar as poeiras da desilusão e aspirar esperanças.
Lavar bem as mágoas com bastante perdão, lustrar a alegria e dar brilho à gentileza.
Varrer falsos amigos e polir os verdadeiros.
Encerar a delicadeza e remover grosserias.
Lixar bem o rancor e desinfetar o desânimo.
Retirar as impurezas do pensamento e espanar para bem longe qualquer inveja.
Eliminar amores que não te amam.
Tirar qualquer resíduo de pessimismo.
Não esconda nada nos cantinhos.
Depois disso, esfregue sua felicidade aos quatro cantos do Planeta.
Você vai exalar um maravilhoso aroma de paz e tranquilidade, então... o amor vai pedir para morar com você.
Mãos à obra: você tem muito trabalho.

Lucila Azevedo

Faxina

Logo para começar, a melhor coisa a fazer é varrer toda essa raiva da frente.

A raiva do semelhante, do distinto, do consorte, de nós mesmos. A raiva dos mais queridos, dos desafetos, dos inimigos, dos cretinos, dos boçais, dos corrompidos, dos coitados. Do destino. Do passado. Do presente. Do ausente. Da falta de sorte, da falta de tempo, da falta de estímulo, da falta de grana. Do desgraçado do chefe, do empregado, do salário, da injustiça. Do revés, do obstáculo. Da inércia. Da ausência de horizontes.

A raiva do amor. Da falta do amor. Do desgosto. A raiva do mundo inteiro. E ainda a raiva da raiva, coitada, que não tem culpa de nada, só pratica seu ofício, é apenas sentimento.

É bom espanar com vigor a raiva que pulsa, sobe, explode e vinga. Então, dá-se uma varredura geral naquelas guardadas, cultivadas, conservadas ou escondidas embaixo de algum tapete.

Dito que a raiva cega, assim que ela é afastada pode-se então enxergar mais fundo. É hora de vasculhar as mágoas.

Certamente se encontrarão antiguidades. As mágoas de infância, mesmo as motivadas por tolices, são as mais enraizadas. Arranca-se tudo. Em seguida aparecem as apaixonadas, dos tempos de juventude: invejas, ciúmes, traições, feridas mal cicatrizadas, tudo muito exagerado. Estas têm uma vantagem: muitas são vindas de êxtases, big-bangs adolescentes, foram devidamente expelidas desde quando apareceram, portanto já se desagregaram da alma. O que sobrou é fragmento. Pouco. Resto.

Mas as mágoas mais recentes, as que permanecem alertas e continuam se alastrando, são veneno. Contaminam. Por isso é tão necessário que sejam remexidas com toda cautela possível. Depois de identificadas, todas as mágoas, sem exceção, devem ser exterminadas. Recomenda-se muito fogo para reduzir a cinzas tudo que indevidamente ficou lá atrás, encarcerado.

Antes de dar cabo das frustrações que foram ficando incrustadas na gente, convém organizá-las para devida apreciação. Cada método de organização tem suas vantagens e desvantagens. As frustrações podem ser selecionadas por ordem alfabética, cronológica ou de importância (o critério “importância”, além de ser bastante discutível, também é fadado a alterações circunstanciais, por vezes súbitas). Ou podem ficar misturadas, uma vez que fazem parte do mesmo tipo de sentimento: dor. De uma forma ou de outra, é indicado rever uma a uma. Provavelmente descobriremos que elas já não fazem o menor sentido. Sendo assim, afastamos seus fantasmas.

Chegamos agora às culpas. Terreno perigoso. Cheio de armadilhas. Há muitos tipos de culpa: as parasitas, as vampiras, as moluscas, as gulosas, as teimosas, as dissimuladas. Há aquelas que assumimos sabendo que não são nossas. As que nos submeteram, nos enfiaram goela adentro, e, humildes, incorporamos. Já viraram patrimônio. Estão entranhadas no corpo.

Há as que já nasceram ávidas para nos estragar o dia. Muitos dias. Meses. Anos. São as que nos fazem sentir causa, razão, motivo, estopim, bomba. Ah, como estas atormentam! Visto que culpa é moléstia, neste ponto da faxina é imprescindível uma aniquilação geral e irrestrita, sem possibilidade de anistia alguma.

Deletadas as raivas, mágoas, frustrações e culpas caducas é então que ele surge, com seu jeito impávido: o cerne do sofrimento, origem das amarguras, principal culpado da bagunça – o medo. Como uma pérola dentro da ostra.

O medo de morrer. O medo de viver. O medo de perder. O medo de ganhar. O medo de crescer, agir, sofrer, querer, transformar. O medo de se encontrar.

Ele é o monstro, o demônio, o desterro.
Dá o fora, medo!
Queremos a alma limpa e arrumada.
"Dia de Faxina, Adriana Falcão no Estadão"

Andy

Coração não é armário de bagunça... Faça uma faxina e jogue fora o que não presta!

Day Anne

Eu varro a sala, eu rego as plantas
Abro as janelas pro ar circular
Faço uma faxina pra limpar a casa
Faço uma faxina pra arrumar a vida
Pra dissolver e recompor
Até os infortúnios tem o seu valor
Na oportunidade de aprender com a dor
Portanto, a gratidão jorra pela fonte do meu coração

Forfun

Faxina pra ela chegar.


Ele estava la, sentado com seus milhões de idéias.
Com a cabeça encostada no tédio, de tanto que as coisas se repetiam.
De tanto que ele tava cansado, sem muita expectativa de novas surpresas.
Afinal, era todo mundo tão igual e previsivel.


E as coisas tao parecidamente identicas.
Como ver a Lagoa Azul, mais uma vez.
E ele se dopava de risos, whisk's, cigarros, e tanto mais.
Pra ver se ficava tudo menos chato.


Ae, quando ele tava lá, tão conformado com a chatice.
Com aquele cigarro acabando na mão, esgotando os pulmões,
esgotando o tédio, esgotando o tempo na internet e a paciência dele.

Ele olhou pro lado. Ele olhou pra ela.
Ae, ele sempre lirico, se deixou levar.
E por que não?
Se ela estava lá.
Aquela imponente presença de dedos longos e finos segurando,
um cigarro que parecia queimar a paciência dela e o tédio dela,
tanto quanto o dele.
Pessoas tão diferentes e ele via ali, tanta coisa em comum.

E agora, ele estava preso.
Ele que tanto falou em 'finalmente liberdade'.
Estava ali entregue, sem lutar, por vontade própria.
Ele estava ali, e tinha se esquecido do tédio, tinha se esquecido
de encostar a cabeça.
Ela havia trazido naqueles olhos vivos, a vontade da renovação.
E ele queria se renovar, queria mudar tudo, pra que quando ela
viesse pra vida dele, ela encontrasse tudo de alguma forma,
arrumado pra ela.

E agora, lá estava ele, faxinando tudo.
E esperando ela chegar.

Crys de Almeida

Hoje...
Acordei pensando em fazer uma faxina;
Limpar os armários, doar rapas, tudo que não uso.
Além disso.
Dei-me conta de que primeiro devo fazer,
Uma faxina na alma tirar velhos pensamentos;
Atitudes..
.Fatos passados que já não tem o mesmo;
Valor vultos de pessoas, que me parecia impossível...
Esquecer, só agora me dei conta que já tinha esquecido.
É a vida se renovando a cada dia das tristezas, magoas,
Lagrimas, de todas as dores impossíveis de explicação,
Fui pondo dentro de uma caixa quando dei uma,
Olhadinha dentro da caixa não tinha nada, para.
jogar fora.
Com tudo isso, aprendi que tiramos grande ,
aprendizado da vida, que tudo tem seus dois lados,
Para ser visto e vivido, basta saber escolher.

Vania Assunção

TIRE O PÓ SE PRECISAR

Não deixe suas panelas brilharem mais do que você!!!!

Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!

Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!

Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever "Eu te amo" sobre os móveis!

Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para visitar" - mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar - todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!

E agora, se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém...
...as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida...

Caso você ainda não tenha percebido: A VIDA É CURTA... APROVEITE-A!!!

Tire o pó... se precisar...
Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo,
assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR !
Tire o pó... se precisar...

Mas você não terá muito tempo livre...

Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros,
ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!!

Tire o pó... se precisar...

Mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente....

- Pense bem, este dia não voltará jamais!!!

Tire o pó... se precisar...
mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora...

E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!!!

Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.

AFINAL:

"Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida."

Desconheço o autor...

É hoje, o dia da minha faxina mental!
O velho e grande baú, estava mesmo precisando de cuidados.

Angelica - adaptações Kléber Novartes

E é hoje o dia da faxina mental...
joga fora tudo que te prende ao passado... ao mundinho
de coisas tristes... fotos...peças de roupa, papel de bala...ingressos de
cinema, bilhetes de viagens... e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados... jogue tudo fora... mas principalmente... esvazie seu coração... fique pronto para a vida... para um novo amor... Lembre-se somos apaixonáveis... somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes... afinal de contas... Nós somos o "Amor"...

" Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura."

Paulo

Algumas vezes temos que dar uma faxina em nossa vida, retirar o lixo disfarçado de serventia!

Débora Mendonça

... Uma boa faxina nos armários
do coração traz grande alívio:
botamos fora as chateações ou
as deixamos de lado por um tempo,
e vamos lidar com as coisas graves.
Aos poucos descobrimos
que respiramos melhor.
Podemos até mesmo sonhar.

Lya Luft

FAXINA NO FIM DO LIVRO

Uma faxina na casa alivia a alma

Que dorme na inconsciência do medo.

Quão suja está esta ideia

Murmurando silogismos tristes

De heróis mortos.

Ainda escuto estórias de um poeta

Lutando na guerra de canudos.

Seus papiros estraçalhados

Comandando as tropas

No cair da noite,

No regar do vinho.

Nenhuma verdade será dita

Na poesia.

Poesia é mentira escatológica

Murmurada na caverna

Da alma.

Onde maravilhosas

Sementes de plágio

Naufragam na contaminação

Vermelha do sangue.

Tem que ter cor!

Letras pálidas

Não trafegam pela multidão.

Afirmem o sim,

Neguem o não,

Poesia boa é a que causa explosão.

A que mata gente,

Sem compromisso com a verdade.

Um turbilhão de insetos

Procura entrar por teus olhos,

A paisagem noturna

Parece a imensidão de águas

No centro do mar.

Deixa sair os bichos da carne!

Um velho aposentado,

Apodrecendo no sofá da sala,

Se prepara para ser poeta.

Poeta é o que já foi

E será,

Como as águas evaporadas

E condensadas em chuva

Do mar.

Tamanha dor do mundo

No coração do vagabundo

Crucificado do lado de cristo.

Sem palavra,

Solto ao horror esferoide

Do grito sempre vivo no seu ouvido.

E o que lhe dizem os anjos?

Seus arranjos têm lógica?

Não é fácil suportar as letras nos olhos

Quando a grama verde

Se comunica com os pés.

Abre-se branco um horizonte esparramado

Onde cavalos coloridos

Estudam lições do marxismo.

Neste miolo de algazarra, meu pai,

Senhor e menino,

Em sua carroça de bois,

Busca areia no riacho

Enquanto pajeio os sapos

Nas margens plácidas.

O que me contam eles

É digno de respeito:

A verdade dos reis

Aberta como conceito.

São descendência da nobreza,

Voltarão como voltou Cleópatra

Postos a mesa.

Não importa,

Meu pai não percebeu a importância

Daqueles seres.

Nem dos poetas,

Notáveis reis do insignificante.

Uma áurea de insônia

Acompanha cada um desde que nasce.

Faz uma faxina,

Lata de goiabada não entra no museu.

Guerra de almofadas e pesadelos,

Faz os melhores textos

Quem não tem zelo.

Sidiney Breguêdo

Hoje senti uma vontade de fazer aquela faxina na nossa casa e ficar bem ''do lar'' mesmo. Arrumar todas as palavras e deixar todas as reticências bem limpas, tudo naquele zelo de dona de casa caprichosa. Deixar o ar com cheiro de gostosura e o amor com gosto de delícia. Tudo no fogo alto e com todas as bocas bem acesas. Fogão do bom, que faz comida da boa e saudade que sempre sai do ponto. Vida de princesa que nada, o negócio é arregaçar a manga, deixar várias palavras bem quentinhas prontas e com aquela mesa posta que só a sua mulher sabe fazer. Não vejo a hora de ver o sol pra preparar seu desjejum. Vou bater essa saudade na velocidade 4 com iogurte de felicidade. Pão de mel com geléia de tranquidade, será que fica muito doce? Ah, mas sem você por perto, minhas palavras perdem um pouco a noção e ficam nessa meladeira toda. Suco de esperança, suco de oba-oba da vida e mais outro suco de paixão lasciva. Torradas cheias de dignidade e bolachas no pote de porradas. Café a olho nu e pegando fogo na cara do freguês. Religiosamente esse ritual é sagrado. Minha palavra interage com sua frase e formamos textos e textos e mais textos de puro amor, puro. Se existe uma coisa que me faz ganhar o dia, é arrancar bem na marra, um sorriso seu.

Rebeca

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Rebeca - Néctar da Flor