Fabulas de Fedro
Muitas vezes descobre-se que aquilo que se despreza vale mais / do que aquilo que se exalta.
FedroO fraco, quando quer imitar o poderoso, perece.
FedroO nome de amigo é comum, mas a sua fidelidade é rara.
FedroPerde merecidamente o próprio quem cobiça o alheio.
FedroNem sempre as coisas são como parecem.
FedroMuitas vezes há mais bom senso numa única pessoa do que numa multidão.
FedroPego a primeira parte para mim porque me chamo leão, / a segunda, sois vós a dar-me porque sou robusto, / a terceira cabe a mim porque valho mais. / A quarta, pobre daquele que ousar tocá-la.
FedroConheces apenas quem te conhece.
FedroOs humildes sofrem quando os poderosos combatem entre si.
FedroÓ quanto é bela, mas não tem cérebro!
FedroOs Viajantes e o Urso
Um dia dois viajantes dera de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia consguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingui-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.
Moral da história:
A desgraça põe à prova a sincaridade e a amizade
A Raposa e a Cegonha
A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa. Para ela, foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome.
- Sinto muito, disse a raposa, parece que você não gostou da sopa.
- Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar comigo.
No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para o jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro.
- Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estomago o que senti ontem.
(Quem com ferro fere, com ferro será ferido)
A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
- Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
- Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.
- Nesse caso combinemos isso: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
- Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?
- Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheio de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
- Está feito! - concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
- Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
- Quê? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstreguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...
MORAL:
Quem o feio ama, bonito lhe parece.
As religiões são todas iguais - fundadas sobre fábulas e mitologias.
Thomas JeffersonÉ perigoso crer e não crer.
FedroO escrever não tem fim.
FedroOra, as fábulas! Contraditórias à vida real... Veem-se os príncipes a se transformar em sapos e as princesas em gatas borralheiras.
M. M. SorianoFábulas Cotidianas: A bela adormecida se transformou em feia dorminhoca.
M. M. SorianoAs fabulas de areia o meu grito aqui suou
Na mais pura alegria assim ficou vem comigo
A buscar com certeza no caminhar de que
Logo vou alcançar.
Busco nas minhas calmarias o poder para
Meditar nas palavras que não se ver no
Falar que não as ouso vem logo pra
Fraquejá no compasso de meu caminhar.
Vim buscar o que perdi no dia que aqui
Cai pois agora quero encontrar logo o meu
Caminho na alegria de te ouvir te dou logo
Esperança de falar e de ouvir as fabula da
Vida grita o meu sofre não escuto o teu cantar
Vem pra mim falar sei que meu grito é caminhar.
Já faz muito tempo que deixei de acreditar nas fabulas contadas sobre amores, e casais felizes !
Andy