Fabulas Contos Ensinamento

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A menina que vive em mim
Sonha acordada
Os contos de fadas
Não se preocupa com as horas
Nem com partidas
Ou chegadas
A menina que vive em mim
Desenha estrelas
De cinco pontas
Em cadernos de brochuras
Não se atem a medos
Regras ou frescuras.
Não pensa nos anos
não tá nem aí
pro tempo
A menina que vive em mim
Vive os sonhos
Não lamenta os enganos
E se veste de mulher
De vez em quando
No espelho da realidade
Mas ela insiste a viver em mim
Pra dos sonhos
Não sentir saudade.

Menina dos Olhos

OS ANIMAIS E A PESTE

Em certo ano terrível de peste entre os animais, o leão, mais apreensivo, consultou um macaco de barbas brancas.
- Esta peste é um castigo do céu – respondeu o macaco – e o remédio é aplacarmos a cólera divina sacrificando aos deuses um de nós.
- Qual? – perguntou o leão.
- O mais carregado de crimes.
O leão fechou os olhos, concentrou-se e, depois duma pausa, disse aos súditos reunidos em redor:
- Amigos! É fora de dúvida que quem deve sacrificar-se sou eu. Cometi grandes crimes, matei centenas de veados, devorei inúmeras ovelhas e até vários pastores. Ofereço-me, pois, para o sacrifício necessário ao bem comum.
A raposa adiantou-se e disse:
- Acho conveniente ouvir a confissão das outras feras. Porque, para mim, nada do que Vossa Majestade alegou constitui crime. São coisas que até que honram o nosso virtuosíssimo rei Leão.
Grandes aplausos abafaram as últimas palavras da bajuladora e o leão foi posto de lado como impróprio para o sacrifício.
Apresentou-se em seguida o tigre e repete-se a cena. Acusa-se de mil crimes, mas a raposa mostra que também ele era um anjo de inocência.
E o mesmo aconteceu com todas as outras feras.
Nisto chega a vez do burro. Adianta-se o pobre animal e diz:
- A consciência só me acusa de haver comido uma folha de couve da horta do senhor vigário.
Os animais entreolharam-se. Era muito sério aquilo. A raposa toma a palavra:
- Eis amigos, o grande criminoso! Tão horrível o que ele nos conta, que é inútil prosseguirmos na investigação. A vítima a sacrificar-se aos deuses não pode ser outra porque não pode haver crime maior do que furtar a sacratíssima couve do senhor vigário.
Toda a bicharada concordou e o triste burro foi unanimamente eleito para o sacrifício.

Moral da Estória:
Aos poderosos, tudo se desculpa…
Aos miseráveis, nada se perdoa.

Monteiro Lobato, in Fábulas

'Estancieiras ou peonas, é tudo a mesma cousa... Tudo é bicho caborteiro...; a mais santinha tem mais malícia que um sorro velho!

caborteiro - arisco, traiçoeiro
sorro - raposa

'vi então o que é uma mulher rabiosa... não há maneia nem buçal que sujeite: é pior que homem!'

rabiosa - raivosa
maneia - correia que prende as pata dos cavalo
buçal - arreio da cabeça do cavalo

'por isso é que ela ficou como cobra que perdeu o veneno...'

Livro CONTOS GAUCHESCOS

Já era 2ª feira e todos haviam saído para o trabalho ou para a faculdade. Quase às 11 horas da manhã fui à cozinha pensando em tomar um bom brecfest mais só pude pensar num gole de café e em alguns cigarros e já estava saindo para ir ao antigo bairro onde morara. Já fazia algum tempo que não voltava lá e a saudade era tanta que saí apressado. Desci do ônibus e olhei o outro lado da avenida. Percebi que ali se encontrava um enorme muro e uma ponte. Para atravessar para o outro lado era preciso ultrapassar àquele muro bem parecido com o muro de Berlim e atravessar a ponte. Precisava atravessar mais não era tarefa fácil. Era como mudar de universo de realidade. Sempre achei que não sabemos ao certo aonde vamos. Na travessia comecei a imaginar que no caminho somos apenas passageiros. Somos guiados pelos sentimentos, pelo impulso e só percorremos o caminho, mas não sabemos aonde vai dar. Seguimos o destino até chegarmos ao objetivo que sempre esteve lá. Fui despertado pelo barulho ensurdecedor de uma buzina e percebi que havia chegado a Moçambique. No campo de refugiados da guerra. Enfermeiros e voluntários da ONU corriam de um lado para outras aonde crianças e homens lutavam contra a desnutrição e contra a morte e não tinham se quer esperança nem perspectivas para suas vidas excerto o apoio daquelas pessoas Tinha uma forma peculiar de ser que minha pobre realidade nunca pode imaginar. Eram de uma cor azulada e magros a ponto de parecer ficção. Do outro lado pessoas estendiam a mão pedindo uma esmola nas portas das igrejas onde católicas e protestantes iam dar seu testemunho de fé e não prestavam atenção àquelas pessoas que tinham as pernas enroladas com um pedaço de pano encobrindo as feridas. E que podiam estar em Recife ou na festa de Santa Rita de Cássia ou em Moçambique ou em qualquer lugar do mundo. Onde pessoas preocupadas com se mesmas, não prestam atenção aquele lugar que sempre esteve ali esperando por elas. Ate ouvir Lia gritar Charlot até que fim apareceu. Estava pensando que havia nos esquecidos. Vejo que você estar bem. Volitou parar sua esposa para sua família. É aí se esquece o passado. Disse que não. Que apesar de estar tranqüilo não tinha esquecido de nada. Fui à barraca de Aurindo, onde a cantoria dos passarinhos que e lê criava enchia o ambiente de músiocabilidade. Pedi um vinho e comecei a viajar no pensamento, pois pensar com música e um vinho é bem mais fácil. Lembrei das palavras de Lia e comecei a recordar o tempo que ali passei. Quando tinha pedido tudo mais conseguira a solidariedade daquele povo simples e humildes que mentas vezes não tinham nem para si e gostavam de dividir o que tinham com os outros. Lembrei que apesar das adversidades que ali passei uma coisa eu não perdi, mas ao contrario antes não tinha e hoje eras que era de mais valioso a uma pessoa. A LIBERDADE



Estava casado há trinta anos, tinha três filhos e três netos. Comecei a refletir sobre a felicidade e a sorte que tivera em ter uma família mesmo tendo as atrocidades que na vida passei. Lembrei que havia escutado um amigo que dizia você Charlot é abençoado. Ele era uma pessoa que tinha uma doença grave e sofria de solidão, ou era um dos sintomas de sua doença e eu havia contra argumentado que era preciso aproveitar aquele momento para construir coisas positivas. Estar só nunca se está, pois podemos lembra pessoas, lugares, experiência. Estar só é estar consigo mesmo e sentir-se só e perde o contato com seu eu Novamente me vi ali onde morara quando havia me separa de minha família comecei a prestar atenção às pessoas que passavam cada rosto me descrevia uma lembrança boa de algo bom às crianças passavam gritavam Charlot. Até que chegou Aurino e contei-lhe da brincadeira que inventara de ter uma caixa para guarda minha s lembranças. Perguntei a Aurino o que ele guardaria numa caixa assim. Ele em sua simplicidade respondeu com facilidade. Minha paz de espírito Charlot, pois só assim podemos dizer que somos felizes. De repente me vi ali diante da caixa já de volta em casa. O que eu guardaria nesta caixa que hoje já era importante para mim, pois havia virado um interessante robi, onde eu guardava. Pensei em guardar minha solidão, ou meus momentos a sós quando pude refletir e avaliar minha existência. Percebi que sendo abençoado por ter uma família, e ter um lar, e a vida ter me proporcionado bons momentos e por até poder dizer em voz alto que era feliz, não podia assim eu sentir, pois percebi que para ser feliz é preciso aprender a ser feliz com os outros ou por meio das pessoas. Esta era a carência da minha felicidade, pois vivendo na companhia de pessoas, eu também me sentia só, pois pelo que pareciam todos queriam ser felizes para si e não compartilhar esta Felicidade COM NINGUEM. A FELICIADADE SÓ EXISTE QUANDO ALGÉM NOS FAZ FELIZ. Ser feliz é proporcionar à oportunidade as pessoas de nos fazerem feliz.

texto literário-contos

Todos gostamos de nos envolver nas histórias dos filmes.

Quando eu era menina amava 'O Mágico de OZ'

Principalmente quando Dorothy entra naquele mundo fantástico

Mas quando Dorothy começou a valorizar a beleza do local,

percebeu a encrenca em que havia se metido.

Um dos exemplos clássicos de "cuidado com o que você deseja".

Passe cinco minutos vivendo uma fantasia, que você poderá desejar ter sua antiga vida de volta.

Perdemos o que está bem a nossa frente

Enquanto estamos ocupados, olhando para o arco-íris.

Mas às vezes, precisamos viver a vida de outro,

para perceber o quanto amamos a nossa.

Porque não importa quão mágicos sejam os filmes,

no final das contas, não há melhor lugar que o nosso lar.


Season 02 Episode 14 Get a Life

fantasias contos históriais

Muitos esperavam dela uma garota perfeita,aquela princesinha dos contos de fada, que fala baixinho e é toda delicada.Porém tudo o que encontraram foi uma garota comum,imperfeita,que é meio desastrada e toda espivitada.Mas mesmo assim conseguiu fazer amigos,poucos e bons.Sua família não é a melhor,e nem a pior,é única e sempre está ao seu lado quando precisa.Seus amores foram bons enquanto duraram,mas terminaram para dar espaço para aqueles que ainda viram.E assim ela vai seguindo a vida cheia de altos e baixos,buscando a felicidade ao lado das pessoas que ama e fazendo as coisas que gosta.

Andressa Siqueira

Eram dois office-boys de blusa bege de lã, caminhavam pela rua de número quinze, com suas pastas pretas recheadas de milhões, conversavam corriqueiramente sobre qualquer coisa, soltavam largas risadas sinceras das mesmices dos finais de semana, eram apaixonados discretamente por algumas atendentes, que carimbavam e digitavam freneticamente envoltas em camisas entre abertas e perfumes inapagáveis, caminhavam, adoravam o mês de Dezembro andar pela rua de pit pavê, cheia de cabeças que poderiam ser vistas da parte alta da rua, entrando e saindo com sacolas saciadas, mal sabiam o que eram e o quê queriam da vida, eram uma indefinição por decreto.
O destino continuava a lhes reservar a amizade, regada de festas e música, de viagens com chevette, que as vezes rampava a divisória de pista das BR’s, de fronteiras com bebidas fortes e ciganas que não conseguiram ler o destino, de caminhões traçados chacoalhando entre as dunas aos gritos de amizade e alegria, de longas conversas a beira do lago titicaca, até as boas bandas de Buenos Aires, e um el pogo de whisky escocês de graça, até um submundo do vagabundo selvagem em La Paz, de noites que viraram dia, e tristezas que viraram alegria, de uma amizade que nem o tempo nem a distância apaga. Ao amigo Foca.

Fábio Varpechowski

Eu já acreditei: Em contos de fadas, eu já acreditei que podia voar, eu já acreditei em príncipe encantando, eu já quis ser dona do mundo, eu já quis pintar o meu arco íris no céu! Mas hoje eu cresci! Troquei meus medos por conquistas, troquei meus amigos imaginários por amigos de verdade, troquei meu coração de criança; por um de menina;!!!!!Ela tem estilo bonequinha, só que o problema é que não é de porcelana. Ela é mais forte do que ferro e tem mais energia do que a mulher maravilha, você bate, xinga, mente, reclama, atropela, pisa; e ela nem liga, se levanta, sai como se nada tivesse acontecido... Você é apenas o passado esquecido...

Desconhecido

As fabulas de areia o meu grito aqui suou
Na mais pura alegria assim ficou vem comigo
A buscar com certeza no caminhar de que
Logo vou alcançar.

Busco nas minhas calmarias o poder para
Meditar nas palavras que não se ver no
Falar que não as ouso vem logo pra
Fraquejá no compasso de meu caminhar.

Vim buscar o que perdi no dia que aqui
Cai pois agora quero encontrar logo o meu
Caminho na alegria de te ouvir te dou logo

Esperança de falar e de ouvir as fabula da
Vida grita o meu sofre não escuto o teu cantar
Vem pra mim falar sei que meu grito é caminhar.

Fátima araújo

"Morrer não é tão doloroso ou ruim como muitos pensam,entre livros,histórias,fábulas não há um se quer que tenha vivido tais acontecimentos como eu vivi...
E ainda vivo em outro lugar ou talvez no mesmo plano...
Em outra dimensão de espaço e tempo...
É um mundo que esta diante de você atrás de cada parede atrás
do som audivel em uma outra dimensão"

Josue Fabio da Cunha Correa

Comentário de 1 Timóteo 1.4

Por João Calvino

“nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé." (1 Timóteo 1.4)

“Nem se ocupem com fábulas”. Em minha opinião, o apóstolo quer dizer, por fábulas, não tanto as falsidades artificiais, senão aquelas coisas sem importância ou tolas que não têm em si nada de sólido; porque é possível que algo que não seja falso possa ainda ser fabuloso. É nesse sentido que Suetônio falou de “história fabulosa”, e Livy usa o verbo fabular, “inventar fábulas”, como denotando falta de uso ou palavrório tolo. E, não há dúvida de que a palavra muthos (que Paulo usa aqui), é equivalente à palavra phluaria, isto é, “bagatelas”. Ainda mais, por se referir a uma classe para servir de exemplo, e quando ele menciona um tipo de fábula como exemplo do que tem em mente, toda dúvida se esvai. Ele inclui entre fábulas as controvérsias sobre genealogias, não porque tudo o que se pode dizer sobre elas seja fictício, mas porque isto é sem utilidade e perda de tempo.
Esta passagem, portanto, pode ser assim explicada: “Que eles não se deem a fábulas daquele caráter e descrição ao qual as genealogias pertencem” E realmente é isso precisamente o que Suetônio quis dizer por história fabulosa, a qual, mesmo entre os homens das letras, tem sido com justa razão criticada pelas pessoas de bom senso; porque era impossível não considerar como ridícula essa curiosidade que, negligenciando o conhecimento útil, gastou toda a vida examinando a genealogia de Aquiles e Ajax, e despendeu suas energias em reconhecer os filhos de Príamo. Se tal coisa é intolerável no aprendizado em salas de aulas, onde há espaço para agradável passatempo, quanto mais intolerável será a mesma para o nosso conhecimento de Deus. Ele fala de genealogias intermináveis, porque a fútil curiosidade não tem limites, mas continuamente passa de um labirinto a outro.
“Que mais produzem questionamentos”. Ele julga a doutrina por seu fruto; porque cada coisa que não edifica deve ser rejeitada, ainda que não tenha nenhum outro defeito; e tudo o que só serve para suscitar controvérsia deve ser duplamente condenado. Tais são as questões sutis nas quais os homens ambiciosos praticam suas habilidades. É mister que nos lembremos de que todas as doutrinas devem ser comprovadas mediante esta regra: aquelas que contribuem para a edificação devem ser aprovadas, mas aquelas que ocasionam motivos para controvérsias infrutíferas devem ser rejeitadas como indignas da Igreja de Deus.
Se este teste tivesse sido aplicado durante muitos séculos, então, ainda que a religião viesse a se corromper por muitos erros, ao menos a arte diabólica das controvérsias ferinas, a qual recebeu a aprovação da teologia escolástica, não haveria prevalecido em grau tão elevado. Pois tal teologia outra coisa não é senão contendas e vãs especulações sem qualquer conteúdo de real valor. Por mais versado que um homem seja nela; mais miserável o devemos considerar. Estou cônscio dos argumentos plausíveis com que isto é defendido, mas jamais descobrirão que Paulo haja falado em vão ao condenar aqui tudo quanto é da mesma natureza.
“Promovem discussões do que o serviço de Deus”. Sutilezas desse gênero edificam os homens na soberba e na vaidade, mas não em Deus. Paulo chama isto “a edificação de Deus”, ou porque Deus o aprova, ou porque isto é concorde com a natureza de Deus.
“Que consiste na fé”. Em seguida Paulo mostra que esta edificação consiste em fé; a por este termo ele não exclui o amor ao nosso próximo, ou o temor a Deus, ou o arrependimento, porque o que são todos estes senão frutos da “fé” que sempre produz o temor de Deus? Sabendo tudo aquilo em que a adoração a Deus é fundada somente na fé, ele reconhece portanto isto como sendo suficiente para mencionar “fé” da qual tudo o mais depende.

Traduzido e adaptado por Silvio Dutra.

Calvino

A vida tem desses dias, desses dias em que tudo parece estar errado, tudo parece ruim. A vida tem dessas coisas, coisas que não esperamos, que não podemos prever e nem planejar. Esses dias em que você acorda sem o coração no peito, que por algum motivo tiramos de onde ele nunca deveria ter saído.

Contos Amarelos

Sobre os dogmas e querigmas
preservados pela Igreja,
alguns de nós possuímos
ensinamento escrito
e outros recebemos
da tradição dos Apóstolos,
transmitidos pelo mistério.

Com respeito à observância,
ambos são da mesma força.

Ninguém que seja versado
mesmo um pouco
no proceder
eclesiástico,
deverá contradizer
qualquer um deles, em nada.

Na verdade,
se tentarmos rejeitar
os costumes não escritos
como não tendo grande autoridade,
estaríamos inconscientemente danificando
os Evangelhos em seus pontos vitais;

ou, mais ainda, estaríamos reduzindo
o querigma a uma única expressão.

São Basílio o Grande - Doutor da Igreja Católica - O Espírito Santo 27 36

Obrigada Senhor meu pai por mais um dia, por mais um ensinamento e mesmo pelas decepções que tenho no dia a dia, eu te agradeço Senhor, pois sei que nada nessa vida é por acaso, e que tudo é um aprendizado ..
Não tenho que provar a ninguém a minha fé Mestre, eu sei que o Senhor sabe o tamanho da minha fé, sei que o Senhor sabe que entrego a ti meus pensamentos e meu coração.. Sempre ando com você em meu coração!
E te agradeço todos os dia pelo dia que tenho mesmo ele sendo bom ou ruin ..
A minha vela esta acesa e é a ti e aos meus orixás que eu ofereço!
Eu creio em Deus pai todo poderoso ..
Amém

Jéssica Oliveira

O ensinamento está na maneira como fazemos, e não na forma que dizemos. Porque o exemplo é a maneira mais correta de aprender. Se juntarmos um lixo do chão que outro jogou, não nos ensombrece, mas mostra a outros a maneira correta de agir.
Tenho medo do lugar que será deixado por esta geração, aos que após esta virão.

Paola Rhoden

Foi no silêncio que ele nos deixou o maior ensinamento.
Foi no silêncio e infelizmente no fim, que eu pude entender o que ele queria nos dizer.
A vida é bela para nos preocuparmos com coisas desnecessárias. Não é preciso ter uma casa bela, um simples cômodo já me acomoda muito bem.
É no silêncio que aprendi que nós enquanto estamos de passagem nesse mundo, não somos nada, e que não sabemos como e nem quando será o nosso último suspiro.
Foi com meu avô que aprendi a dor da perda. A dor de não poder ter dado o meu último adeus, mas também aprendi que devo valorizar cada segundo que tenho com as pessoas que tanto amo. Não preciso de muito para ser feliz, porque o que mais me satisfaz não tem preço. Porque dizer que se a gente soubesse a hora que iríamos partir, faríamos muitas coisas diferentes? Faça de cada momento o que mais lhe agrada, não faça inimigos, dê valor a quem está conosco, porque podemos dormir e acordar já com Deus. Que lindo foi ver meu avô soltando foguetes e dizendo que chegou bem ao seu novo lar. Ficam agora as boas lembranças. Te amo para todo o meu sempre! E mesmo não podendo te ver, sei que está sempre presente comigo, e com todas as pessoas que te ama, e, que agora, você também intercede por nós. Se eu puder escolher, que eu morra no silêncio de um belo sono. Sua benção olhe sempre por nós e descanse em seu novo lar!

Rafael Guimarães

“Deleita-te Também no Senhor.” (Salmos 37:4)

O ensinamento contido nessas palavras pode parecer estranho, para aqueles que não estão acostumados a amar e obedecer a Deus com fervor, mas para o crente sincero é somente a demonstração de uma verdade amplamente conhecida.
“Deleita-te Também no Senhor.” (Salmos 37:4)


O ensinamento contido nessas palavras pode parecer estranho, para aqueles que não estão acostumados a amar e obedecer a Deus com fervor, mas para o crente sincero é somente a demonstração de uma verdade amplamente conhecida.

A vida do crente é aqui descrita, como um deleitar-se em Deus; assim tomamos consciência do grande fato de que a religião verdadeira transborda de felicidade e alegria.

As pessoas que não creem em Deus, e aquelas que são apenas transmissoras de conhecimento, nunca enxergam a religião como algo que contém alegria; para eles, trata-se apenas de serviço, dever ou necessidade, mas nunca de prazer ou deleite. Se praticam religião de alguma forma é simplesmente porque desejam ganhar algo em troca, ou porque não ousam fazer o contrário.

A ideia de que exista qualquer tipo de deleite na religião é tão absurda para a maioria dos homens, que duas palavras não ficam tão distantes no seu vocabulário quanto “santidade” e “deleite”. Mas, aqueles que conhecem Cristo compreendem que deleite e fé são dois conceitos tão abençoados juntos, que os portões do inferno não conseguem separá-los.

Aqueles que amam a Deus de todo coração descobrem que Seus meios são agradáveis, e Seus caminhos são cheios de paz. Tanta alegria, tantos prazeres, tanta bem-aventurança encontram os santos no seu Senhor, que jamais O serviriam por hábito, mas O seguiriam mesmo que o mundo declarasse seu nome como maldito.

Não tememos a Deus em virtude de alguma compulsão; nossa fé não é feita de grilhões, nossa profissão de fé não é cativeiro, não somos arrastados para a santidade e muito menos somos levados pelo dever. Não, nossa devoção é por prazer, nossa esperança é nossa felicidade, nosso dever é nosso deleite.

Deleite e verdadeira religião são tão ligados quanto uma flor e sua raiz, tão inseparáveis quanto à verdade e à certeza; são, de fato, como duas pedras preciosas brilhando radiantes lado a lado cravadas no ouro.

“Quando provamos teu amor,
Nossa alegria cresce divinamente,
Indescritível como o que há acima,
E o céu tem início aqui embaixo”

Texto de Charles Haddon Spurgeon, traduzido por Maria Cristina Urdiales Moreira.

Charles Haddon Spurgeon

O QUE A VIDA NOS ENSINA.

O maior ensinamento da Vida é que ela é curta.
O segundo maior é que passa rápido.
O terceiro é que nunca sabemos o fim da vida, mas temos certeza que o fim vai chegar em algum momento da Vida.
Então a Vida só quer que aprendamos o seguinte:
Vivamos o agora, pois só o agora existe.
O amanhã é uma suposição e não podemos alterar o ontem.

Lucio Sá

Perdi meu pai aos 12 anos, mas sempre levei comigo um ensinamento que ele me legou:

- Fale sempre a verdade, pois se ela doer, doerá apenas uma vez.
Ao contrário da mentira, que segue aumentando a ferida.

Não posso dizer que segui totalmente essa filosofia, mas pude constatar que a premissa é totalmente válida.

Rafael Fernandes

Cara pálidas! Esse ensinamento do índio, fala do encontro de um caminho com o coração, de experimentar uma trilha que nos transcenda e, nos toque no centro do nosso ser. Fazê-lo é encontrar um caminho de prática que permite viver no mundo plenamente à partir do nosso coração. E somente o caminhante pode saber qual é o caminho do coração. Ninguém pode definir pra nós qual deveria ser o nosso caminho, pelo contrário, devemos deixar que o mistério e a beleza dessa pergunta ressoem dentro do nosso ser. Então em qualquer lugar dentro de nós, surgirá a resposta e a compreensão vai aflorar. Se aquietarmos e ouvirmos profundamente, mesmo que por um só momento, saberemos se estamos seguindo um caminho com o coração.

Quando lhe perguntamos sobre o nosso caminho atual, precisamos observar os valores pelos quais escolhemos viver. Onde empregamos o nosso tempo, nossa força, a nossa criatividade, o nosso amor? Precisamos olhar nossa vida sem sentimentalismo, exageros ou idealismo. Aquilo que estamos escolhendo reflete aquilo que estamos valorizando mais profundamente.



Eu fiz essa 'meditação com coração' e reflexionei profundamente sobre algumas vivências minhas. Uma experiência especial ficou marcada: Nas duas últimas semanas em que minha mãe fez a passagem, ela houvera caído no banheiro e foi hospitalizada. Então eu passei a tarde toda no hospital e comecei cantar músicas animadas pra ela, como ela era musicista acompanhava toda sorridente. Quando médico chegou, elogiou muito a alegria das cantantes. E eu disse para o médico que ela era a melhor mãe do mundo, ela chorou e disse que eu era a melhor filha do mundo. Ao terminar essa meditação, eu pude acessar a bondade presente naquele ato de 'cantar' que contagiou nós duas. Era verdadeiramente o 'caminho do coração'.

Esse 'caminho do coração' é para ser aplicado e questionado cotidianamente, construindo a maturidade espiritual. Deve tornar-se uma chave sonora para acordar o ser adormecido mentalmente, pois o coração é intuitivo, dizem que é um caminho femenino, por isso ele tem uma leveza e uma suavidade impar.


Para Dom Juan Matus, sempre há dois caminhos: o caminho do ego e do self; da simplicidade e a complexidade; da fragmentação e da inteireza; da confusão e da harmonia; da sombra e da luz; do bem e do mal. Hás caminhos que gastamos energias infinitas e outros são levíssimos.



Para Roberto Crema, nenhum está errado, todo caminho leva a algum lugar, pois as experiências vividas são elementos basilares para a maturidade. Mas, somente um tem o coração, esse é o segredo.

Confúcio ensinava 'vá onde está o seu coração'. Siga em frente, não crie obstáculos para chegar ao seu coração, admitido que a bondade e o amor genuino podem brilhar livremente a partir de nosso coração. Permitindo que o sabor a bondade impregne nossa vida.

Norma Villares