Fábula de Ovidio
A raposa e as uvas
Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:
- Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria.
Moral: Desprezar o que não se consegue conquistar é fácil.
Terminei, enfim, esta obra, que nem a ira de Júpiter, nem o fogo, / nem o ferro, nem o tempo devorador poderão destruir. / Quando aquele dia, que dispõe apenas do meu corpo, quiser, / poderá pôr fim ao tempo da minha incerta vida; / mas com a melhor parte de mim me elevarei imortal / sobre as estrelas, e o meu nome não perecerá.
OvídioFábula: O Leão e o Rato
Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.
- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?
O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.
Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.
Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.
E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.
Moral da história: Não devemos subestimar os outros.
Fábula: A Raposa e a Cegonha
A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso.
-Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso.
- Como posso gostar? - A Cegonha respondeu. vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa.
Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.
- Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha?
A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado.
MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.
Fábula: O Lobo e o Cordeiro
Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.
- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.
- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.
- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido.O lobo pensou um pouco e disse:
- se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.
- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.
- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue. Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro,a garrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.
MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor
“Todo mundo quieto em volta. Aí resolvi calar a boca. Afinal, como na fábula do lobo e do cordeiro: contra a força não há argumentos. Mas ando de saco muito cheio com essas coisas. De repente tô trabalhando num lugar que me obriga a ir contra tudo que penso e sinto. Não sei como resolver tudo isso. Mas tudo bem, tô calmo e ponderado, embora a vontade seja de agredir todo mundo, dizer meia dúzia de verdades e sair pisando duro. Não vou fazer nenhuma loucura.”
Caio F. AbreuEm uma fábula antiga, conta o escritor sírio
Sami Bei Caiali, como Alá (Deus) criou a mulher:
No princípio, Alá criou o mundo, o céu e a terra,
o que esta tem e o que nela existe e, por último,
criou o homem. Quando quis fazer a mulher,
viu que havia empregado no mundo todo o material
de que dispunha. Entristeceu-se o Criador e
deixou-se ficar em profunda meditação.
Quando despertou da atonia, tirou do mundo o
necessário e fez a mulher da seguinte maneira:
Tomou da lua a forma arredondada; do mar, a
profundidade; da folhagem, o fluxo e o refluxo;
das estrelas, a luminosidade; dos raios do sol,
a temperatura; do rocio, as gotas;
do vento, a variabilidade; das plantas, os
movimentos e tremores; das rosas, a cor e o
perfume; das folhas, a volubilidade; das ramas,
a ternura e os lamentos; da brisa, a delicadeza
e a doçura; do mel, o sabor; do ouro, o brilho;
do brilhante, a resistência; da víbora, a
sabedoria; do camaleão, a variação; dos olhos da
gazela, a timidez, e a vergonha do coelho; o
orgulho e arrogância do pavão; a ferocidade e a
força do leão; a traição e o engano do tempo; a
astúcia e a covardia da raposa; do papagaio, a
palraderia.
Alá juntou, então, todos esses
elementos, fez a mulher e ... deu-a ao homem.
Passada uma semana, veio o homem para o Criador,
dizendo-lhe: Meu Alá! A mulher que me deste
envenenou minha vida e minha existência; fala sem
cessar; chora sem motivo; é débil e delgada; seus
pedidos não tem fim; protesta pela menor coisa;
sente dor por tudo. Leve-a, livra-me dela, ó Alá.
Alá levou a mulher.
Uma semana depois, voltou o homem para o Criador,
dizendo-lhe: Ó Alá! Minha vida sem a mulher é
impossível! Com todo o mundo que me deste,
parece-me que estou no deserto. Sou desgraçado
sem a mulher. Recordo como cantava e dançava diante
de mim, como me olhava docemente, como sorria,
vendo a minha força, e ria, desvanecendo minhas
preocupações, como brincava comigo e me fazia amar
a vida, diminuia a minhas penas e dores e alegrava
meus sonhos! Devolve-ma, ó Alá !
E Alá devolveu a mulher ao homem.
Depois de três dias, o homem voltou para o Criador,
chorando e suplicando: Meu Alá, ela não compreende
meus sentimentos; estou certo de que a mulher me
martiriza mais do que me tranqüiliza e alegra.
Alá enfadou-se e disse:
Leva a mulher e não voltes mais!
Gritou o homem:
mas não posso viver com ela!
Não podes viver sem ela, tampouco - respondeu o Criador.
E o homem levou a mulher, chorando sua má sorte e
repetindo: Que desgraçado que sou! Não posso viver com
a mulher, e não posso viver sem ela!
Uassalam !
Do livro Poetas e Califas de Mussa Kuraiem
A FÁBULA DO PÁSSARO SOLITÁRIO
Era uma vez, um pássaro triste e solitário. Ele fora abandonado e vivia só no seu ninho.
Em um dia especial, ele encontrou uma linda fêmea da espécie. Se conheceram, conversaram,
sorriram juntos, mas... no fim da tarde, ela se foi. Ela não era só - tinha outros pássaros para
cuidar. Ele então voltou pro seu ninho e seguiu sua vida monótona e triste. Mas nunca tirou ela
do pensamento. Nutria, dentro de si, a esperança de um dia revê-la. A vida seguia como tinha que seguir.
Ele saia, se divertia, cantava, mas... não conseguia tirar da cabeça a fêmea que mexeu com seu coração.
Muito tempo se passou, e, um dia, sem ele menos esperar, eles se reencontraram. E, aquele dia, que
tinha tudo pra ser mais um dia comum, de repente, transformou-se no dia mais lindo de sua
vida.
Foi como ele sonhara. Grande, denso, lindo, apaixonado, louco e, acima de tudo, inesquecível.
Mas - antes que ele pudesse dizer pra ela o quanto ela era importante pra ele -, outra vez, ela se foi.
Ele, então, voltou pro seu ninho. Mas, definitivamente, não era mais um pássaro triste. Aquela fêmea mexeu
com ele. Com seu coraçãozinho. Ele agora tinha um motivo pra viver e sonhar. Ela fez ele ver que nem tudo estava perdido.
Que, no mundo, ainda existe amor. E que, mesmo sem possuir, se pode tirar de uma vida motivos pra ser feliz.
E ela deu a ele mil motivos pra ser feliz!
A vida, os compromissos e afazeres os afastaram. Eles nunca mais se viram. O tempo passou, mas, não importava o que
estivesse fazendo ele, dormia e acordava pensando nela.
Com o tempo, ele tentou, por várias vêzes tira-la do pensamento. Mas, viu que era um êrro tentar tirar tirar da cabeça
o que já estava no coração.
Passaram se vários dias - na cabeça dele, anos -. Ela, certamente, nem lembrava mas dele. Mas, pra ele, aquilo não importava. O importante é que
ela já fazia parte do seu mundo. Mesmo longe.
E, numa tarde fria e sonolenta, outra vez, o destino resolveu aproxima-los. Depois de muito tempo, ela, de repente, apareceu em seu ninho.
Foi como um sonho. Na verdade, ele sonhava com aquele dia. Ela estava linda, como seu sorriso.
Eles falaram muito pouco. Não havia muito a falar.
Mas se entregaram como loucos. Ela parecia mais ansiosa. Ele queria prolongar aquele instante... Queria que aquele momento fosse eterno, mas ela
não conseguia segurar todo o desejo que escoria de seu corpo. Queria dar pra ele todo o desejo guardado em sí. E eles explodiram num gozo louco e
apaixonado. Como da primeira vez. E como da primeira vez, ela se foi, deixando para trás - dessa vez - um pássaro feliz e apaixonado. Moral da história:
tudo o que ele queria era roubar-lhe um sorriso e ver estampado em seu rosto toda a felicidade do mundo. Porque, no fundo - ele sabe - ela também se
sente - por vêzes - triste e só.
Tempos modernos.
Acerca de um plágio. (Moacyr Scliar sendo plagiado)
Poeta engajado refém de estranho rito,
Pode ser que se lembre que alguém tenha dito
Não ser nada bom se iludir por presságio,
Muito menos tentar triunfar com um plágio.
Presenciamos de fato escassez de idéias.
Muitos tentam, então, se valer das alheias.
Desempenho papéis que ainda não tive.
Eu que era escritor, me tornei detetive...
Veja bem, aprecie esse meu desconforto.
Outro dia, vagando pelos cais do porto,
Eis que chega um barco com dois tripulantes,
Mas lembrei, sem querer, ter já visto isso “antes”.
Lá no bote avistei um rapaz e uma fera.
Só que ainda distante não sabia o que era.
Meu olhar atreveu-se a flanar até lá
E notou na coleira: “made in Canadá”
Fato estranho, comum nesses tempos que correm.
As idéias circulam. Quem disse que morrem?
Ter escrito primeiro nem vale a pena,
Eis que chega um outro e rouba-lhe a cena.
Não contente com esse pequeno estrago,
Esse outro, que pesca nas ondas do vago,
Pai adotivo dessa bela história,
Reivindica direitos à fama e à glória.
Discutamos se aquilo era uma pantera,
Qual seria de fato a raça da fera,
Se o outro sairia a pé ou de maca,
Ou pior, se a pantera no fundo era vaca?
Se era mesmo um felino, então como fica?
Se era onça, pantera ou jaguatirica.
Se o palco era um barco, um bote ou jangada,
Caso haja barulho será ele por nada?
No meio de tantas refregas pungentes,
Defendemos os frangos, quebramos patentes.
A OMC se alça, sublime guerreira.
Para , enfim, decidir de quem é a coleira.
Moral
Para as fábulas sabemos, só importa a moral
Para autores, se lhes falta, o estrago é parcial.
Lauréis se conseguem, é mais fácil hoje em dia,
Pois se falta a primeira, mostram a segunda via.
Em uma aldeia havia um mestre religioso, que falava sobre o propósito das religiões. Um dia uma grande multidão, formada por diversas tradições religiosas, reuniu-se para escutá-lo. Então um homem na multidão lhe perguntou. “Mestre, qual é o objetivo de todas as religiões?” O mestre lhe respondeu: “como a água tem sua fonte no topo da montanha e ela transforma-se em diversos rios fluindo até ao mar, da mesma forma o único Deus é visto por diversos ângulos pelas pessoas diferentes. Assim as diversas religiões são criadas ou fundadas pelos seres humanos, mas cada religião tem um propósito de chegar a um único Deus. Somente as regras é que são diferentes"
Fábula IndianaMinha fábula.
A sua forma delicada
Tão reluzente
Ali parada
Na minha frente
Emitindo um brilho
Sem receber nada
Vejo uma mãe com um filho
As mãos enlaçadas
Um homem num cavalo
Segurando firme sua espada
Enfiando no dragão até o calo
Parece que fica encravada
Imaginação voa acolá
Aproximando-se sua lucidez amplia
Beleza sem palavras para defini-la
Sentido perante esse encanto sumia
Poucos segundo desaparece
Volta ainda mais perfeita
Graça que enlouquece
Ninguém entende como foi feita
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Vamos desenvolver um altruísmo perigoso - O mundo é o necessitado que se apresenta
Há uma fábula que conta a terrível violência que ocorre com certo homem que descia de Jerusalém para Jericó. Ele veio a cair nas mãos de salteadores, e por isso, depois de tudo lhe roubarem, foi deixado sozinho no meio da estrada com muitos ferimentos, semi-morto. Alguns viajantes que passaram por ali viram o homem ferido e caído ao chão, mas nada fizeram para ajudar ele. Em seus pensamentos surgiu a dúvida: “O que vai ser de mim se eu ajudar este homem?”. E então passavam ao largo.
Certo Samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto e vendo-o, seu pensamento foi: “Se não ajudar este homem, o que será dele?”. O samaritano chegou perto, tratou lhe as feridas, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
O doente do caminho foi apresentado ao bom samaritano, pois o primeiro era o que precisava de ajuda e o segundo era o que podia ajudar. Assim é a situação do nosso mundo real. O Planeta Terra está pedindo ajuda e nós podemos de alguma forma ajudá-lo. Parece ironia, mas os animais irracionais já estão desesperados com o que está acontecendo no mundo há muitos anos e nós que somos a única espécie racional, não estamos nem aí para tudo isso. Só porque somos adaptáveis e não estamos morrendo, então todo mundo acha que isso é pura fantasia de biólogos e pessoas cientes desse problema? Acho que não é não. É a mais pura realidade.
O planeta vem pedindo a nossa ajuda, mas o ser humano só sabe derrubar suas árvores, matar seus animais ecológicos, desperdiçar sua água e energia elétrica, desmatar tudo para construções, poluir com fábricas, carros, lixos, sons... Enfim, destruir seu maior bem comum. Fizemos tanto, que tudo o que temos é um risco muito grande de desestabilidade em grande escala dos ecossistemas do planeta.
Porque então não damos uma de bom samaritano? Se o planeta terra é o necessitado que se apresenta porque não ajudá-lo? Nós podemos fazer alguma coisa pra mudar isso. Há pouco eu era criança e achava o mundo maravilhoso. Ele era bonito, especial com o seu colorido. Havia árvores, flores e cachoeiras. As pessoas eram bondosas, honestas e se cumprimentavam nas ruas. Onde está tudo isso? Como cresci, parece que acordei do meu sonho e o mundo inteiro apenas se tornou uma decepção. Grande decepção. Não quero conviver com esses egoístas. Quero continuar dormindo. Ou então, ir pra bem longe, num planeta vizinho onde haja um mundo melhor do que aquele que eu sonhei. Infelizmente, isso não é possível. Tive que aceitar com a cabeça erguida esse mundo feio, cinza e com um verde cada vez mais extinto. Com pessoas ruins que não se respeitam, pessoas que não agradecem, que só sabem olhar pro seu próprio nariz e botar defeito no rabo dos outros. Pessoas egoístas. Pessoas que fizeram com que eu me decepcionasse amargamente com o meu mundo infantil.
O engraçado é que esses egoístas são gente boa. Tem certa bondade em seus corações afinal. Por isso, pensei que podíamos desenvolver um altruísmo. Só que é um altruísmo perigoso, pois deve ser o total da soma de todos nós, e ainda envolve nosso planeta. Porque é ele quem está doente. Ele que precisa de ajuda. E nós precisamos nos ajudar. Não adianta a minoria trabalhar e a outra maioria ficar sentada assistindo e ainda por cima criticando. Vocês sabem do que estou falando. É só pensar no nosso governo. Minoria, que vocês chamam de políticos ladrões. Maioria, o povo que fica sentado olhando e criticando, mas que não faz nada. Esses ladrões estão se dando bem. Se aproveitam da gente, mas conseguem o que querem. E nós? Quando conseguiremos o que queremos? Quando seremos capazes de fazer um mundo melhor? Precisamos fazer alguma coisa que valha a pena por ele. Porque só estamos nos matando. Precisamos evoluir. Não só na tecnologia e na ciência. Precisamos nos conscientizar. Queremos mais. Queremos próximas gerações. Filhos que vão continuar no mundo tendo o prazer de viver e seguir com o que deixamos a eles. Não queremos deixá-los às moscas. Parece que o Brás Cubas sempre teve razão. O fato de ele nunca ter tido um filho, seria o mesmo que “não transmitir a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.
Salvar o mundo é meu grande sonho agora. Mas não posso realizá-lo sozinha. Preciso da ajuda de milhares de brasileiros e milhares de pessoas do mundo inteiro. Milhares de bons Samaritanos para ajudar apenas um necessitado. Se não isso, não restará nada.
“[...] Nos acorda, nos sacode e nos faz pensar na pequenez e na fragilidade de nosso planeta, ao mesmo tempo que realça sua importância. Isso não é do interesse daqueles que por egoísmo extremo usam a Terra como uma esponja que se espreme até não sobrar nada para ninguém. Não se deixe enganar! Exija o respeito ao meio ambiente que nosso planeta merece. Lembre-se de que ele não é um produto descartável, mas uma jóia bela e rara, que precisa ser preservada intacta para as futuras gerações.”
