Estudos

Cerca de 113 frases e pensamentos: Estudos

Assim como todo o reino dividido é desfeito, toda a inteligência dividida em diversos estudos se confunde e enfraquece.

Leonardo da Vinci

O ócio sem estudos é como a morte e a sepultura do homem vivo.

Sêneca

Jamais considere seus estudos como uma obrigação,
mas como uma oportunidade invejável
para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito,
para seu próprio prazer pessoal e
para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer.

Albert Einstein

"Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer"

Albert Einstein

Estudos têm demonstrado que as pessoas mais bem-sucedidas tomam decisões depressa porque não têm dúvidas a respeito dos seus valores e do que realmente desejam para suas vidas

Anthony Robbins

Circundado pelos livros, numa sala de estudos estreita e empoeirada, é muito fácil esquecer o corpo; e o senhor sabe que o corpo deve ser tão bem tratado quanto a alma, se ambos devem atingir a mesma perfeição da qual são capazes.

Gotthold Lessing

A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente.

Machado de Assis

Dez Sugestões para Falar Bem em Público
Estudos
Seg, 07 de Janeiro de 2008 22:00
Dez Sugestões para Falar Bem em Público



Prof. Isaltino Gomes Coelho Filho



1. Lembre-se de que o auditório deseja seu sucesso - Muitas vezes o orador se desespera vendo o auditório diante dele como se fosse um juiz ou como se estivesse para ver sua desgraça. Não se apavore. O auditório deseja o bom sucesso do orador. Está ali para receber a mensagem que este tem para lhe entregar. O fracasso do orador é o fracasso do auditório e, na medida em que o orador se mostra inseguro ou temeroso, o auditório se inquieta. O bom sucesso do orador é o bom sucesso do auditório. Na medida em que o orador vai se mostrando seguro, convicto e transmitindo informações que acrescentem à vida dos ouvintes, o auditório vai se mostrando seguro e tranqüilo. Por isso, aceite o fato de que os ouvintes lhe são simpáticos. Adote uma posição de empatia, de interação com seus ouvintes.





2. Seja autêntico - É bastante provável que algum pregador lhe tenha influenciado no estilo. Isto é normal. Mas não o imite. Seja você mesmo. A comunicação é também a pessoa. Não comunicamos apenas idéias. Comunicamo-nos também. Comunicamos nossa pessoa, nosso jeito de ser, nossa cultura, nossa personalidade. O auditório sente quanto o pregador é artificial (voz artificialmente impostada, tom afetado, pose que não é a usual). Ninguém gosta de fingimentos. A autenticidade é fundamental porque produz naturalidade. Quando se é natural e espontâneo o impacto da comunicação é maior. Sabe-se que a pessoa é verdadeira. O próprio orador se sente mais seguro porque está sendo o que realmente é. O povo crê e ele não tem que se preocupar em manter um clima artificial.



3. Pronuncie bem as palavras - Isto não significa ser artificial ou pedante. Significa ser claro e compreensível. Não engula sílabas, principalmente as átonas finais, em uma palavra proparoxítona ou paroxítona. Não engula os rr e os ss finais. Por exemplo: não pronuncie “os apóstolo”. E menos, ainda, “us apostu”. Pronuncie “os apóstolos”. Não diga está, fazê, dizê. É estar, fazer e dizer. Pronuncie os ii e os uu intermediários. Não é primêro, mas “primeiro” que se diz. Não é dorado, mas “dourado”. Fale direito, como pessoa escolarizada. Evite as apócopes, como o falar do sujeito na feira, que ao invés de pedir “me dá um pedaço de abóbora d’água” diz “me dá um peda da boba dágua”. Não é tô ou tamo. É estou e estamos. Não existe o número dolze. É doze. Quem fala quato é locutor da Globo. O número é quatro. Casa própia não existe. Existe casa própria. Não existe o número “um mil”. É mil, apenas. Estude português, aprenda a se expressar acertadamente. Falar corretamente não é afetação. O povo respeita quem fala corretamente. Admira-se. Uma reportagem publicada há tempos no O Jornal do Brasil, do Rio, mostrou que a pessoa que o carioca mais respeita e até teme é o professor de português. O carioca se sente respeitoso com o professor. Mas do ponto de vista prático, a lição é esta: quando se pronunciam corretamente todos os fonemas a mensagem é mais bem compreendida. Sua imagem será muito mais respeitada. Faça exercícios de dicção. Leia em voz alta. Grave sua leitura e corrija seus erros. Veja o apêndice B de O sermão eficaz, p. 181. Eis alguns exercícios para você treinar:



1. O peito do pé do Pedro é preto.

2. Ri o rico Ricardo porque risonha lhe é a vida, range de raiva os dentes o pobre Papadoulos porque raivosa lhe é a barra.

3. No alto daquele morro há um ninho de magafaguifa com sete magafagafinhos. Quando a magafaguifa guifa, guifam todos os sete magafagafinhos.

4. Se o bispo de Constantinopla quisesse se desconstantinopolitanizar, quem seria o desconstantinopolitanizador que o desconstantinopolitanizaria? Teria ele que se autodesconstantinopolitanizar?



Procure outros mais para treinar sua dicção e pronúncia correta de palavras.



4. Cuidado com o tom de voz - Ênfase não significa grito. Falar alto demais cansa os ouvintes e esgotará sua voz. E dá uma impressão de desvario. Parece que muitos pregadores acham que grito é sinal de autoridade e conteúdo. Não é. Mas falar baixo demais produz desinteresse e sono. Não pregue como se estivesse lendo bula de remédio. Nem se como se estivesse vendendo tomate na feira e precisasse berrar como louco para ser ouvido. O volume da voz se relaciona com o ambiente. Quem fala para cinqüenta pessoas em um salão de trinta metros quadrados terá tom de voz diferente de quem prega para cinco mil pessoas num ginásio. Mas não grite nem murmure. Não seja muito lento, o que cansa e desestimula os ouvintes. Não seja muito rápido, falando como uma metralhadora ou como locutor de corrida de cavalos. Seu nome não é Enéas. Lembre-se do padrão: o povo deve ouvir bem todas as suas palavras e assimilá-las. Não imite aquele famoso deputado do programa A Praça é Nossa. Quem fala muito rápido não permite que suas idéias sejam bem assimiladas.



5. Alterne a velocidade da voz - A monotonia cansa o ouvinte, trazendo-lhe enfado. O estilo “metralhadora” durante todo o tempo também cansa e irrita. Haverá momentos mais lentos, momentos mais rápidos, ocasiões em que o tom deverá ser mais alto ou mais baixo. Evite os gaguejos, como “du, du, du, da, da, da”, tão comuns. Evite os “ah, ahn, é, que alguns têm a mania de intercalar nas frases. Isso não é elegante. Parece mais lentidão de raciocínio. A pessoa não consegue falar e em toda frase larga um “ahn” ou um “é”. Evite terminar cada frase com um “né”. Estude bem o que vai dizer. Quando começar a sentença, saiba exatamente o que vai dizer, sem vacilações.



6. Cuidado com o vocabulário da voz ­ ­- Gírias não ficam bem no púlpito. Nem o preciosismo literário, tipo “esta grei” em vez de “esta igreja”. O primeiro caso, a gíria, evidencia pobreza intelectual ou vocabular. O segundo mostra pernosticismo. O púlpito trata das coisas sagradas e a vulgaridade da gíria diminui o valor do que se trata. Ao mesmo tempo, o púlpito deve ser entendido por todos. É verdade que alguns pregadores, por seu nível cultural e pelas leituras, acabam tendo um vocabulário não usual, mas falar complicado é frustrar o objetivo de ser compreensível. Erudição não é falar complicado. A verdadeira erudição é falar as coisas mais profundas em termos compreensíveis. Mire-se no exemplo do Mestre. Quem não entende o sermão do monte? Quem não compreende o sentido das parábolas? Pode-se distorcer o sentido, mas o significado é bem simples. Evite o teologuês, o igrejês, o batistês e o pentecostês. Por exemplo: o que significa dizer que “Jesus é uma bênção”? O que quer dizer isto para uma pessoa não crente? Que significa “o culto foi poderoso”? Já viu coisa mais pobre e sem sentido que “maravilha gostosa”? O que uma pessoa não evangélica entende disto? Que significa, para uma pessoa não crente, esta expressão ouvida em um sermão: “o neonascido foi justificado e lavado no sangue do Cordeiro Glorificado”? E este trecho de uma mensagem: “o processo soteriológico tem sua culminância concretizatória na obra vicária do Logos humanizado”, quer dizer o quê para uma pessoa não crente? E, mesmo para uma pessoa crente, por que não se diz em linguagem de gente normal? Lembre-se: pregamos para ser entendidos e não para mostrar erudição. Pregamos para glorificar a Jesus e não depreciá-lo com palavras vulgares.



7. Cultive o seu idioma - Estude português. Não é um bicho de sete cabeças. O que há é preguiça e conformismo. Leia bons autores. Preste atenção ao que lê. É inconcebível um estudante ler “Jerusalém” na Bíblia e escrever “Jeruzalém” no seu caderno. Falta muita atenção. Há regras elementares de gramática que devem ser obedecidas e são fáceis de aprender. A leitura é a melhor fonte de aprendizado. Lembre-se que um erro gramatical pode destruir a argumentação. Conta-se a história do aluno que transcreveu Marcos 16.6 sem pontuação alguma. Ficou assim: “Buscais a Jesus o nazareno que foi crucificado ele ressurgiu não está aqui eis o lugar onde o puseram”. Uma pessoa leu assim: “Buscais a Jesus, o nazareno que foi crucificado? Ele ressurgiu? Não, está aqui. Eis o lugar onde o puseram”. São as mesmas palavras, mas a pontuação mudou o sentido por completo. Estude português e leia bons livros. Cuide bem de sua capacidade de verbalização de idéias.



8. Quanto à apresentação pública - A postura do pregador é fundamental para seu bom desempenho. Há algumas atitudes que devem ser evitadas e outras que devem ser praticadas. Evite as mãos no bolso, como se fosse modelo de roupas ou malandro. Evite sacolejar moedinhas no bolso como fundo musical para sua pregação. Evite aquele tira óculos e põe óculos. Ponha-se firme em pé sobre as duas pernas e não apenas apoiado ora numa ora noutra. Deixe uma distância de uns quinze centímetros entre uma perna e outra. Isso distribui bem o peso do corpo, favorece a circulação e ajuda a diminuir a tensão nervosa. Para aliviar mais a tensão, respire fundo e solte o ar lentamente. Não se apresente de ombros caídos, tipo “cachorro espancado” que está pedindo perdão a Deus por ter nascido. Sem ser arrogante, seja seguro. Procure mostrar na fisionomia o que está dizendo. O bom pregador não prega apenas com a voz, mas com o corpo e, principalmente, com o rosto. Olhe as pessoas. Bancos, paredes e teto não se convertem. Só gente. Olhe o povo. As pessoas crêem mais em quem lhes fala olho no olho. Por isso, olhe para elas. Não se preocupe com os gestos. Deixe os braços naturalmente, ao longo do corpo, sem se preocupar em usá-los. Pouco a pouco, com o andamento da mensagem, você os moverá. Não force a situação, portando-se como um helicóptero, batendo asas furiosamente. Acontecerá, normalmente. Tome muito cuidado com gestos. Por exemplo: o gesto do dedo indicador apontado para uma pessoa é o gesto mais antipático que existe. Não adianta dizer “Jesus te ama” e brandir um punho cerrado, com cara de mau, para o ouvinte. Um excelente livro sobre gestos é O Corpo Fala, de Pierre Weil, da Editora Vozes. Vale a pena lê-lo.



9. Quanto à argumentação - Sua fala deve ter início, meio e fim. Em linguagem homilética, isso significa introdução, corpo e conclusão. São partes essenciais do discurso e também do sermão.

Início - Busque atrair os ouvintes. Lembre-se da fórmula de Publicidade: A I D A (atrair, interessar, desenvolver, adquirir). Lembre-se de seu auditório estará atento e cauteloso, no início. “O que vai sair daí?” é a pergunta na mente de muitos. Seja interessante logo no início. Por isso, cuide bem da primeira sentença, evitando a banalidade. Começar com “O mundo está em crise” é a coisa mais banal que se pode ouvir. Quando Adão e Eva foram expulsos do Éden, um deve ter dito isto para o outro. Quando o mundo não esteve em crise? Uma ilustração é bem-vinda. Um problema levantado é oportuno. Uma frase de impacto (não confunda com sensacionalismo) ajuda bastante. Um autor respeitado e conhecido ajuda bastante. Li, diariamente, por muitos anos, a coluna de Joelmir Beting, sobre economia. A primeira coisa que fazia era ler a citação do dia. Mostre humor sem descambar para a pândega e hilaridade. Seja bem humorado, mas não seja palhaço. Manifeste domínio do assunto que está abordando. Se não conhece o assunto, tenha o bom senso de não abordá-lo. Seja sempre atual, ligando sua palavra inicial com algo que os ouvintes conheçam. Contar um episódio do século XVI na Baixa Eslovênia, sobre um assunto pelo qual ninguém se interessa, é suicídio oratorial. Por isso fuja dos enlatados de ilustrações, tipo Tesouro de Ilustrações. Suas ilustrações devem ser sempre atuais. Deixe uma ligação clara com o ambiente ao qual está pregando.

Algumas coisas a fazer, no início:

1ª) Não peça desculpas, dizendo que não se preparou, que não está à altura, etc.

2ª) Não comece contando piadas.

3ª) Não faça perguntas que você não pode responder ou para as quais não deseja perguntas.

4ª) Não tome partido em questões nas quais a congregação não tenha unanimidade.

5ª) Não seja banal, com frase como “a vida é dura”. Uma coisa tão óbvia, assim, não lhe trará interesse.

6ª) Não apele para o sensacionalismo.



O corpo da argumentação - Ao deixar o início (ou introdução) e entrar no corpo, diga numa única frase o que pretende dizer. Por exemplo; “Nesta noite desejo falar sobre a segurança que tem a pessoa que põe sua fé em Jesus Cristo”. Em seguida, mostre como isso se relaciona com o texto ou se baseia nele. Desenvolvendo o assunto, deixe bem claras as divisões para que as pessoas compreendam o rumo da pregação. No seu argumento, use a exegese do texto, dados estatísticos, ilustrações, citações, etc., sempre com critério. Nunca deixe de fazer aplicações à vida das pessoas que o ouvem enquanto fala.



A conclusão - Pode-se recapitular o que foi dito, pode-se utilizar um argumento que enfeixe tudo o que foi dito, pode-se voltar ao ponto de partida e mostrar que provou sua tese ou que respondeu à questão que levantou. Deixe bem claro que o que disse faz parte de sua vida e desafie o auditório a se apropriar da sua mensagem. Os ouvintes precisam saber que sua palavra deve ser respondida com uma atitude. Desafie-os a fazerem o que foi dito. Não envie recados. Chame o povo a tomar uma atitude. Sua linha de argumentação, embora você não diga isto explicitamente, deve ser a seguinte: “Eu desejo que vocês façam isso”. Não diga “era isso que eu tinha” ou “já estou terminando”. Não peça desculpas, como o autor de Macabeus. Tendo falado em nome de Deus deixe bem claro que não tem do que se envergonhar ou se desculpar e que o ouvinte é que tem que posicionar. Sua palavra deve ser segura e com autoridade. Se não tem autoridade, não fale.



10. Treine bastante - Não se conforme com o que é, mesmo que tenha alcançado sucesso como pregador. Busque melhorar. Busque crescer. Ouça quem seja um pregador melhor. Veja o que pode aprender dele. Grave seus próprios sermões e analise-os criticamente. Se tiver o hábito de escrever, leia e releia até encontrar uma forma que o satisfaça. Tendo pregado, analise seu sermão: quais os pontos em seu estilo e argumentação que podem ser desenvolvidos? Não fique deslumbrado ouvindo sua voz. Procure ver o que deve melhorar. Se vier a pregar o sermão outra vez, veja em que pode melhorá-lo.

lidio

Só os estudos abrem a sua cabeça, os seus caminhos e as suas oportunidades.

Alvaro Granha Loregian

Todos os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra "ética"vem do Grego "ethos" cujo significado é modo de ser, caráter; a palavra "moral", tão desprezada no Século XXI, tem origem latina "morales", significando costumes."

Ética e Moral, estudos filosóficos

Amor

O amor de Jesus por nós é infinito, e para ser beneficiado por esse amor, devemos estar em condições de recebê-lo.

A fé, o amor e a caridade nos põem em comunhão com Deus.

A paz está ao alcance de todos.

Mesmo em momentos tumultuados, busque a paz na oração e na resignação.

De um Amigo Espiritual a todos os amigos.

Mensagem psicografada pelo Grupo de Estudos de Psicografia da Fraternidade Francisco de Assis

"Aprender tem mais a ver com o envolvimento do que com o simples estudo"

Felipe Matos

MINHA FRASE 469
Outra importante descoberta do meu Laboratório de Haltos hestudos sobre Humanos (o Hh sobre H): ninguém mais envia cartões de Natal. Mesmo assim ninguém morreu por isso... E ninguém se culpa por isso!

Horlando Halergia

A capacidade cefálica de alguém não pode ser medida por uma simples avaliação isolada.

Mércio Franklin

Estudos bíblicos devem ser honrados durante a juventude, porque sãos os maiores ensinamentos para qualquer jovem enfrentar o mundo com sucesso, coragem e sabedoria.

Helgir Girodo

Nem um método de fazer os alunos prestarem atenção funciona, exceto este:

Professora, pare de dizer a eles para ficarem calados e prestarem atenção. Para que eu fique rico, eu precisarei de mão de obra barata.

(Uma frase dita por um aluno com a voz bem alta, para que todos ouvissem.)

Lucas Samuel Costa Pereira

Nasceu a lua – Matou-me
O ano começa e eu estava decidida a entregar-me aos estudos. A ansiedade por conhecer pessoas novas e encarar assuntos mais complicados me fez está pronta em minutos. Peguei a mochila que por sinal estava completamente fora da padronização da escola e me dirigi ao meu pavilhão. Revi pessoas que marcaram minha vida, abracei-as e apresentei-me a pessoas novas. Eu era típica menina melosa que ama abraços e ursos cor de rosa. Não importava muito naquele momento. Estava perfeito. Até que olhei para a sacada do meu colégio e avistei alguém. Senti calafrios e sorri ao ser chamada por minhas amigas para voltar à conversa. Não me entendi.
A escolha da sala foi logicamente feita pela secretaria do colégio, mas por mais que eu tentasse não sentia nenhuma mudança. O comportamento dos meus colegas era o mesmo, os professores passavam e me cumprimentavam, permaneciam com os mesmos cortes de cabelos e estilos de roupa dos anos anteriores. As pessoas legais continuavam legais, as inteligentes continuavam inteligentes, as mais quietas continuavam sentando nos cantos da sala e os novatos tentavam se encaixar em um deles. Eu especialmente era viciada por disciplina e tentava buscar a ordem. As crises, as brigas e a falta de educação não tinham espaço perto de mim e logo percebi que eu fazia parte da “guarda de honra”. Vinquei-me, aperfeiçoei-me e acomodei-me no militarismo que tanto levanta o meu alto estima. Deves está a pensar – Ela estuda em um Colégio Militar. –Você está certo, meu caro!
Os dias foram passando e todos já estavam com saudade das férias. Entraram de volta no ritmo e a vida voltou a ordem. Eu não era mais a menina dos ursinhos cor de rosa. Passei a ser temida e troquei os vestidos pelo meu fardamento que aos meus olhos era tão bonito quanto o resto do meu guarda-roupa. Eu me dedicava aos estudos a cima de tudo e não desprezava nada que pudesse me acrescentar.
Como todo bom colégio tinha que haver boatos, e a escolhida tinha sido eu. Azar? A palavra “Azar” tinha virado o meu sobrenome no final do mês de Julho, quando as aulas voltaram do recesso de São João. Começaram diversos boatos e então decidi me queixar no “corpo de alunos” (Local responsável pelo comportamento disciplinar dos alunos). Foi daí que conheci a lua.

Alice Andrade

A obrigação de vocês é dar o máximo nos estudos profanos: fisica, química, filosofia, matemática, etc., mas ao mesmo tempo adquirir e manter uma ciência religiosa proporcional à ciência humana. Sem o que, uma coisa matará a outra: a filosofia, a filologia e a física de vocês arruinarão a fé.

Alexis Carrel

“Fazer Amor é Remédio!!!”

Últimos estudos mostram que fazer amor é considerado um ótimo remédio...

Resolvi então relacionar abaixo seis dicas importantes e seus efeitos:

» Resfriado: Que vacina que nada. Pesquisadores dos EUA descobriram que fazer amor pelo menos duas vezes por semana eleva em 20% os níveis de imoglobina A, o anticorpo que protege contra gripes e resfriados.

» Envelhecimento: A fonte de juventude pode estar embaixo dos seus lençóis. Pesquisa mostra que os casais que transam quatro vezes por semana parecem ter dez anos a menos do que a média, pois ao transar, o organismo libera uma substancia chamada de adrenalina, endorfina e norepinefrina. Importantes para garantir as células mais jovens.

» Cancer: Homens na casa dos 20 anos que ejaculam pelo menos sete vezes por semana têm um terço a menos de chance deter câncer de próstata do que aqueles que gozam só três vezes por semana. Os dutos por onde passam os espermas garantem uma limpeza, por isso evitam as células ruins não se instalarem na região.

» Força: Além de gastar energia (cerca de uma transa de trinta minutos, gasta-se em torno de 400 calorias), transar vale por um treino completo.

» Dor: O orgasmo pode reduzir pela metade sua sensibilidade à dor. O sexo eleva a produção de endorfinas, que agem como analgésico natural.

» Sono: A química do pós sexo tem o poder de uma canção de ninar. Durante o orgasmo o corpo produz a oitocina, hormônio que induz o sono. Ajudando assim a combater os que têm problemas com insônia.

Vale lembrar que o sexo também trás grandes benefícios para as mulheres, entre eles pode se destacar o fator de bem estar para ela, a sensação dela se sentir amada desejada e cada vez mais gostosa, alem de manter o seu útero saudável e também pode preservar o ciclo de confiança entre você e ela.

Ame e faça muito sexo com a pessoa amada... Mas, não se esqueça: Sempre com muito amor, carinho, respeito e mostre para seu parceiro(a) o quanto ele(a) é importante e fundamental em sua vida!!!

Homem Carente

JOGO È JOGO!

Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros.
Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim.
Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam.
Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás).
Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”.
Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada.
Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa.
Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa.
Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir:
- Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração;
- As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores,
- A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram;
- As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções;
- As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais;
- Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo;
- Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente;
- Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas;
- Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa.
Viva o Brasil!
Viva a Seleção!
Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada!
E viva Zambi!
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pinfo@drmarcioconsigo.com

Marcio Funghi de Salles Barbosa