Estrada da Vida

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Mesmo que a caminhada na estrada da vida seja dura, a cada novo dia a esperança se renova, na busca de dias iluminados trazendo novo sorriso.

Prof Lourdes Duarte

"A SOLIDÃO QUE TE MATA, É A MESMA QUE ME ALIMENTA, ESSA ESTRADA SOLITÁRIA É MINHA, E SÓ AH UM POREM...SE UM DIA EU QUISER VOLTAR...SERÁ QUE PODEREI....?

Pedrina p. Abreu

A Vida é uma Estrada somente de ida, cada minuto que passa é um minuto que não volta.

Sara de Souza de Oliveira

A estrada da vida é uma paisagem interna como uma pintura de Van Gogh.

Samanta Bernardi

A vida é uma louca é uma louca e emocionante estrada a qual dela ninguém já mais saiu vivo.

Wellington costa

Pegue carona com a felicidade e aproveite a vida.
Por que a estrada é longa e o tempo é curto.

Reinaldo Reis

A vida é um estrada
Uma estrada de pontos

As vezes paramos
As vezes precisamos de um empurrão

A vida nunca termina
A estrada é eterna

O caminho é você quem faz
É você quem conquista

Não levamos nada dessa vida
Apenas os bons momentos.

Ricardo Teixeira.

Você pode construir milhões de estradas e inúmeras rotas, mas se ligarem nada a lugar nenhum você acabará chegando a lugar algum. E descobrirá que alem de não ter perdido nada (quem do zero sai e ao zero chega, do zero nunca saiu), mas deixou por esse caminho vazio muito da sua força, empenho...vida, para do nada jamais sair. E talvez o que você perdeu é o que te faria aguentar o duro caminho que sempre separa o nada da felicidade.

Will Flauberth

"Na estrada que leva à vida eterna, Jesus é caminho, e a santidade é o cinto de segurança"

Felipe Matos

SE PODE PEGAR VÁRIAS ESTRADAS BUSCANDO A RAZÃO...MAIS A VERDADE É UMA SÓ!!!

Gilberto Martini Refatti.

Sempre em frente, continua sempre
Fiz de mim uma estrada, um caminho
Um trilho, uma rua, um beco sem volta
Percorri caminhos, estradas que eu escolhi
Conheci a dor, solidão, escuridão, amor, paixão
Sofri desilusões, mágoas, cantei, chorei, amei
Sempre em frente num caminho colorido
A vida continua sempre bela, triste e sombria
Trilhos de várias cores, sem medo de ser vivida...!!!

IsabelMoraisRibeiro

Tentei fugir do amor, mas na estrada da vida te encontrei sorrindo.

Duda kauã

"A estrada da vida quando árdua e com empecilhos impedindo a caminhada, torna o mais fácil aceitável e então paramos no tempo, deixamos de viver aquilo que queremos para nós e passamos a viver uma farsa, usando a mascara da sociedade. "

lucas araujo

Desde de pequeno
Ele ja era um grande sonhador
Sonhava em pegar a estrada
ir pra onde ouvesse sol
onde podesse ver a lua resplancer nos céus dos seus olhos.
Ele sonhava com a paz com o dia que não mais choraria
é garoto existira a paz no fim da estrada .
"Havera paz quando estiver terminado
não chore mais"
(Carry wayward my son)

Raynan Silva

Conto, a história, de uma velha estrada de ferro por onde há muito não trafegava nenhum trem. Certo dia, após meticuloso planejamento, saiu a decisão pela reativação do importante modal, e junto desta, a ordem para que os funcionários da via avisassem a todos, dos perigos da passagem da locomotiva. Havia famílias inteiras vivendo junto aos trilhos, além da já habitual despreocupada movimentação de pessoas e carros por todo o trajeto destes, uns que buscavam o caminho mais rápido na sua caminhada, outros apenas por estarem e passarem ali, outros como que a sentirem-se vivos, pelo desafio de encarar destemidamente a desativada cancela de aviso “Pare, Olhe, Escute!”.

Zé, o mais antigo funcionário da via, estava eufórico com a possibilidade de voltar a exercer a função para a qual fora treinado a vida toda: Trilheiro – assim eram chamados, antigamente, todos os funcionários incumbidos de alertar da passagem do trem. Na verdade, o Zé era o único dos trilheiros daquela companhia, ainda vivo, e via naquela reativação a possibilidade de voltar a sentir-se útil, salvando vidas do iminente risco de um encontro inevitavelmente fatal. Queria também, deixar como legado de vida, à nova geração de trilheiros, os valorosos ensinos aprendidos dos mais experientes colegas, eles que sempre se reuniam para compartilhar as histórias dos salvamentos do dia, e dos resgates nos últimos instantes.

De matula já pronta e esforçando-se para lembrar as antigas palavras do lema dos trilheiros, aguardava os demais colegas para lançarem-se vigorosos à importante missão; quando se vê cercado deles, e o mais polido deles vai logo dizendo:

- Sabe o que é, seu Zé: nós o admiramos muito, mas achamos que o senhor deve ficar. Sabe..., os tempos são outros. Ouvimos dizer que antigamente vocês gritavam com o povo 'saiam dos trilhos!', faziam careta se preciso fosse. Isso não é bom para os dias de hoje; assusta. Faz com que tenham medo! No mais, imagine, com tanto tempo sem passar o trem; se dissermos 'olha o trem', vão fazer chacota da gente! Muitos nem sabem o que é isso! Fique tranquilo. Nós iremos, ganharemos a simpatia de todos. O senhor fica, se precisarmos chamaremos...

Zé, cabisbaixo, ficou pensando em tudo que ouvira, que ecoava com as constantes palavras de seu neto: “isso é coisa de velho. Os tempos são outros. As coisas mudaram!”. Acomodou-se, triste, à sua velha cadeira de balanço, enquanto via sumir seus colegas abarrotados de material nada comum ao seu tempo. Uns levavam balas, pirulitos e brinquedos para ganhar a confiança das crianças; outros carregavam roupas, calçados e comida, para serem simpáticos com as mães; alguns vestiam-se, andavam e falavam estranho, qual nunca os vira, e treinando desconsertadas manobras de skate, procuravam atrair a juventude para si – era o grupo mais cômico deles -; haviam até mesmo os que levavam, engarrafada, uma 'água que pássaro não bebe', pois ouviram dizer de uns senhores que apreciavam a iguaria.

Mínimo de medo, mínimo de alarde, mínimo de incômodo nas já sofridas rotinas de vida daquele povo, e simpatia total. Era o que pretendiam aqueles que, rechaçando o antiquando título de trilheiros agora se denominavam Agentes de Transformação Social – ATS. O 'zero medo' e a simpatia que queriam realmente conseguiram, mas antes tiveram que romper uma resistência que não esperavam encontrar: por não verem uma clara missão, as pessoas pensavam ser novos moradores chegando para brigar pelo já escasso espaço de habitação. Superadas as dificuldades iniciais, lá estavam todos plenamente integrados: mães felizes com as novas roupinhas dos filhos, crianças misturando o doce sabor do pirulito à sujeira do local, garotos tentando dar um jeito nos desengonçados novos amigos, senhores alegres embalados pelo licor de cana, e a vida corria... Iriam falar do trem quando a confiança fosse plena: poderiam não receber muito bem a mensagem, assentiram todos que sempre se reuniam às escondidas para tratarem do assunto principal de sua missão. Enquanto isso, mais brincadeiras, mais integração, elogios, simpatia total...

Zé, que observava da janela, não via nunca o corre-corre habitual dos tempos antigos acontecer; e irrequieto, resolveu ir conferir de perto o novo método de seus colegas. Chegando mais próximo, arrepia-se ao sentir o vibrar dos trilhos anunciando o perigo, e todos levando distraidamente suas vidas, inclusive seus pares, pensando ser o batido grutal de um novo funk, ensaiavam novos passos para impressionarem a todos.

Incontido, Zé, correndo, rompe em gritos: “Olhem o trem. Saiam do meio caminho! Ele vai matá-los! Saiam agora do meio do caminho! Saiam!!!”. Um jovem olha para um ATS, que a este momento preparava-se para correr, e diz: “-Olha o veio mano! Pirô de vez!”. Uma senhora, em tom de reprovação manda-o calar, repetindo para si mesma as palavras que ouvira em sussurro, de um daqueles agentes, que dava conta serem mais mantimentos e roupas chegando de longe para eles. Pequenas crianças o seguiam dizendo pequenas chacotas. Um velho, relembrando os tempos dos trilheiros, esbraveja um impropério. Muitos sequer ouvem o aviso do velhinho, tão grande já era a barulheira da locomotiva em perigosa aproximação. Só deu tempo de atender um ébrio, já sem forças, mas ainda em plena consciência, que entendendo sua mensagem, clamava por auxílio. Foram-lhe as duas pernas como preço do tardio socorro. Morticínio geral, inclusive de vários dos agentes, que de tão integrados ao povo a quem deveriam alertar, descuidaram-se...

Aquela cena era demais para Zé suportar. Em toda sua vida jamais sentira tamanha dor, nem mesmo das inúmeras pedradas que levara, dos bofetões desferidos em sua carne, dos pontapés, os comuns xingamentos, ou alguma eventual baixa de pessoa previamente avisada. Tinha falhado em sua missão. Sabia que seria cobrado por aquele sangue desavisadamente derramado, ele e seus colegas...

Saiam dos trilhos!!! Olha o Trem!!!
Entenda o que disse. Leia: II Timóteo 4:1-5; Ezequiel 33:1-9; Romanos 10:14.
Por Samuel Amorim Oliveira
05 de dezembro de 2013

Samuel Amorim Oliveira

A estrada da vida tem a curva sempre mais bonita à esquerda.

Gil Veloso

Amigo é caminho florido que encontramos em nossa estrada da vida.

Mirna Rosa

"Se o tempo é um veículo que não pára e não volta pela mesma estrada, cabe a nós pintarmos cenários cada vez mais bonitos".

Milton Duarte

A vida é uma incógnita, nada sei da estrada e dos passos que percorro. O presente logo será passado, nem de vida futura, este, só a Deus pertence e se me perguntares o que trago comigo te direi que nada sei porque a vida é sempre envolta em mistérios.
Profª Lourdes Duarte

Prof Lourdes Duarte

E no final da cada estrada, percebeu que sempre haveria uma bifurcação...

Alessandro Lo-Bianco