Estrada da Vida

Cerca de 500 frases e pensamentos: Estrada da Vida

O rumo da vida é como a estrada da morte, sempre terá um fim inesperado.

Jhefferson Henrique

A estrada para uma vida perfeita está sempre em construção. É um caminho que avança, não um fim a ser alcançado.

Jean Bezerra

ESTRADA DA VIDA



Se a estrada é cheia de CURVAS;
não me detenho...
- Sigo em frente!
Se a estrada tem LONGAS SUBIDAS;
me esforço para chegar o mais alto possível.
Quando a estrada é RETA;
procuro dela não me afastar,
a retidão é a resposta de que
estou no CAMINHO certo!

Nivaldo Duarte

Poema:
Estrada da vida....

Ah estrada da vida,percorrida por muitos e esquecida por poucos. De fato ela existe desde do primeiro dia que respiramos o ar imundo que este mundo ofereceu como troca do desgaste que o tempo e o ser humano com o egoísmo lhe castigou.
Ah estrada da vida,não te escolhemos como amiga mas simplesmente nos surpreende com teus encantos e armadilhas e nos ensina de forma simples ou ate mesmo com a tristeza da perca de quem tanto amamos.
Porém essa estrada encontramos de tudo um pouco,encontramos bandidos e moços,encontramos sorrisos e lágrimas mas o que aprendemos nessa estrada jamais poderá ser esquecido pois ela grava como cicatriz ou tatuagem,não marca a pela mas marca a alma.

Jefferson Helton da Silva Almeida

No caminho de minhas muitas andanças a beira da estrada do meu coração encontrei você num canto qualquer da vida...

Francis Perot

DISTÂNCIA
Uma estrada traz aqui,
Sempre no mesmo lugar.
O ponto que individualiza,
Mostra a distância que há.

Perto tão perto que oprime,
Longe tão longe que implora:
Em que ponto estava na hora,
Que deixei a distância ficar!

Esses sentimentos bobos:
Vergonha, medo, orgulho - sei lá...
É como ter um amigo,
Com quem não se pode conversar.

O físico, que impede o contato,
Hoje ensina que não é bom se valer
Da desculpa da distância,
Enquanto se pode prender.

Maria Cristina Marques - Poetisa, contista Rondoniense, de Colorado do Oeste, nascida em 14031991.

Quando é feita uma escolha, existem varias estradas as quais não são seguidas... Porem, estas mesmas estradas, podem cruzar nossos caminhos futuramente

r8

Ahh minha estrada: como és longa e sentida!!! Seus horizontes vão muito além do que os olhos podem ver. É preciso alma pra sentir!!!

Alberto de Almeida Silva

A vida é uma breve passagem só de ida, sem bilhete de retorno e o mais importante nessa estrada é ser feliz!

Alpheu Mattos

Os pensamentos voam para longe
Mas mal conseguimos andar
Nessa estrada da vida
Onde comigo você devia estar

Novo Capítulo

Uma estrada repleta de carros, uns mais bonitos, outros mais novos e luxosos.Todos sujeitos a um acidente, uma pane, ou um simples furo no pneu que não discrimina a beleza, a idade e muito menos o luxo. A vida é similar á esta estrada quando uma pane ou um acidente vier ela não irá discriminar se você tem dinheiro, é pobre, gordo ou magro e muito menos sua raça.Ela simplesmente chega e é nessa hora que percebemos que somos todos iguais.

GUIMARÃES, Fernando

A estrada
-No cair da noite pego-me em pensamentos e percebo que lembranças furtam o meu momento, o impensável torna-se viciante como cascatas que não posso controlar, porém uma voz inquietante, o 'eu" minha razão submersa na superfície da emoção grita: "Não é tempo de parar pois a estrada da vida é longa, verse-á uma luz se caminhar.
-Por impulso, levanto-me a minha frente, intensifica-se o obscuro, sinto-me como um bebê envolto por uma placenta e isso me traz a certeza de um renascimento.
-Se páro, reflito, e prossigo não me restam dúvidas, mesmo que incerto, o amanhã trará o seu brilho.
-Então, permito-me alguns passos, no caminho piso em pedras que quase, me fazem tropeçar mas olho para o céu e vejo a constelação.
-Seguindo sem parar, percebo que as pedras já não me incomodam, que fazem parte do habitat natural, então vou seguindo, seguindo e sem parar mas me pego olhando para trás e pensamentos sombrios me vem, eles é que me fazem desequilibrar. Leio uma placa: uma seta me diz:- retorno e a outra: avance. Opto por avançar , embora meus desvarios me pedem para retornar. Avançando, avançando se estende diante de mim um caminho de esperança e em carrego dentro de minha bagagem a experiência. Eis um novo amanhecer.

Maklina dos Santos Almeida

Entre o “nascer” e o “morrer” há uma longa e árdua estrada repleta de desafios que devem ser abraçados.

Aislan Keeslen

vou fiando o fio do destino e caminhando na estrada insondável que é a vida...

nataliarosafogo

SE PODE PEGAR VÁRIAS ESTRADAS BUSCANDO A RAZÃO...MAIS A VERDADE É UMA SÓ!!!

Gilberto Martini Refatti.

Conto, a história, de uma velha estrada de ferro por onde há muito não trafegava nenhum trem. Certo dia, após meticuloso planejamento, saiu a decisão pela reativação do importante modal, e junto desta, a ordem para que os funcionários da via avisassem a todos, dos perigos da passagem da locomotiva. Havia famílias inteiras vivendo junto aos trilhos, além da já habitual despreocupada movimentação de pessoas e carros por todo o trajeto destes, uns que buscavam o caminho mais rápido na sua caminhada, outros apenas por estarem e passarem ali, outros como que a sentirem-se vivos, pelo desafio de encarar destemidamente a desativada cancela de aviso “Pare, Olhe, Escute!”.

Zé, o mais antigo funcionário da via, estava eufórico com a possibilidade de voltar a exercer a função para a qual fora treinado a vida toda: Trilheiro – assim eram chamados, antigamente, todos os funcionários incumbidos de alertar da passagem do trem. Na verdade, o Zé era o único dos trilheiros daquela companhia, ainda vivo, e via naquela reativação a possibilidade de voltar a sentir-se útil, salvando vidas do iminente risco de um encontro inevitavelmente fatal. Queria também, deixar como legado de vida, à nova geração de trilheiros, os valorosos ensinos aprendidos dos mais experientes colegas, eles que sempre se reuniam para compartilhar as histórias dos salvamentos do dia, e dos resgates nos últimos instantes.

De matula já pronta e esforçando-se para lembrar as antigas palavras do lema dos trilheiros, aguardava os demais colegas para lançarem-se vigorosos à importante missão; quando se vê cercado deles, e o mais polido deles vai logo dizendo:

- Sabe o que é, seu Zé: nós o admiramos muito, mas achamos que o senhor deve ficar. Sabe..., os tempos são outros. Ouvimos dizer que antigamente vocês gritavam com o povo 'saiam dos trilhos!', faziam careta se preciso fosse. Isso não é bom para os dias de hoje; assusta. Faz com que tenham medo! No mais, imagine, com tanto tempo sem passar o trem; se dissermos 'olha o trem', vão fazer chacota da gente! Muitos nem sabem o que é isso! Fique tranquilo. Nós iremos, ganharemos a simpatia de todos. O senhor fica, se precisarmos chamaremos...

Zé, cabisbaixo, ficou pensando em tudo que ouvira, que ecoava com as constantes palavras de seu neto: “isso é coisa de velho. Os tempos são outros. As coisas mudaram!”. Acomodou-se, triste, à sua velha cadeira de balanço, enquanto via sumir seus colegas abarrotados de material nada comum ao seu tempo. Uns levavam balas, pirulitos e brinquedos para ganhar a confiança das crianças; outros carregavam roupas, calçados e comida, para serem simpáticos com as mães; alguns vestiam-se, andavam e falavam estranho, qual nunca os vira, e treinando desconsertadas manobras de skate, procuravam atrair a juventude para si – era o grupo mais cômico deles -; haviam até mesmo os que levavam, engarrafada, uma 'água que pássaro não bebe', pois ouviram dizer de uns senhores que apreciavam a iguaria.

Mínimo de medo, mínimo de alarde, mínimo de incômodo nas já sofridas rotinas de vida daquele povo, e simpatia total. Era o que pretendiam aqueles que, rechaçando o antiquando título de trilheiros agora se denominavam Agentes de Transformação Social – ATS. O 'zero medo' e a simpatia que queriam realmente conseguiram, mas antes tiveram que romper uma resistência que não esperavam encontrar: por não verem uma clara missão, as pessoas pensavam ser novos moradores chegando para brigar pelo já escasso espaço de habitação. Superadas as dificuldades iniciais, lá estavam todos plenamente integrados: mães felizes com as novas roupinhas dos filhos, crianças misturando o doce sabor do pirulito à sujeira do local, garotos tentando dar um jeito nos desengonçados novos amigos, senhores alegres embalados pelo licor de cana, e a vida corria... Iriam falar do trem quando a confiança fosse plena: poderiam não receber muito bem a mensagem, assentiram todos que sempre se reuniam às escondidas para tratarem do assunto principal de sua missão. Enquanto isso, mais brincadeiras, mais integração, elogios, simpatia total...

Zé, que observava da janela, não via nunca o corre-corre habitual dos tempos antigos acontecer; e irrequieto, resolveu ir conferir de perto o novo método de seus colegas. Chegando mais próximo, arrepia-se ao sentir o vibrar dos trilhos anunciando o perigo, e todos levando distraidamente suas vidas, inclusive seus pares, pensando ser o batido grutal de um novo funk, ensaiavam novos passos para impressionarem a todos.

Incontido, Zé, correndo, rompe em gritos: “Olhem o trem. Saiam do meio caminho! Ele vai matá-los! Saiam agora do meio do caminho! Saiam!!!”. Um jovem olha para um ATS, que a este momento preparava-se para correr, e diz: “-Olha o veio mano! Pirô de vez!”. Uma senhora, em tom de reprovação manda-o calar, repetindo para si mesma as palavras que ouvira em sussurro, de um daqueles agentes, que dava conta serem mais mantimentos e roupas chegando de longe para eles. Pequenas crianças o seguiam dizendo pequenas chacotas. Um velho, relembrando os tempos dos trilheiros, esbraveja um impropério. Muitos sequer ouvem o aviso do velhinho, tão grande já era a barulheira da locomotiva em perigosa aproximação. Só deu tempo de atender um ébrio, já sem forças, mas ainda em plena consciência, que entendendo sua mensagem, clamava por auxílio. Foram-lhe as duas pernas como preço do tardio socorro. Morticínio geral, inclusive de vários dos agentes, que de tão integrados ao povo a quem deveriam alertar, descuidaram-se...

Aquela cena era demais para Zé suportar. Em toda sua vida jamais sentira tamanha dor, nem mesmo das inúmeras pedradas que levara, dos bofetões desferidos em sua carne, dos pontapés, os comuns xingamentos, ou alguma eventual baixa de pessoa previamente avisada. Tinha falhado em sua missão. Sabia que seria cobrado por aquele sangue desavisadamente derramado, ele e seus colegas...

Saiam dos trilhos!!! Olha o Trem!!!
Entenda o que disse. Leia: II Timóteo 4:1-5; Ezequiel 33:1-9; Romanos 10:14.
Por Samuel Amorim Oliveira
05 de dezembro de 2013

Samuel Amorim Oliveira

E lá vou eu passando pelas curvas da estrada da vida,ignorando as setas atravessando pontes
a procura de não sei que,um dia eu chego lá...mas lá onde? talvez eu tenha que andar um tantinho mais.

Ana paulino

A vida é uma estrada tão longa que se você conseguisse andar a 1000 km por hora iria perder mais da metade de tudo o que você viu. E não iria enxergar metade do que poderia ter visto.

Valmiro de Morais

Contra Passo

Me sinto triste e me pergunto,
Por onde tem andado minha vida?
Por qual estrada caminham meus sonhos?
Por qual céu voa a minha felicidade?
Pois o que tenho feito e o que tenho dito, não tem amenizado a minha dor.

Elieser Gonçalves