Estilo

Cerca de 474 frases e pensamentos: Estilo

A moda é você que cria, o estilo é você que faz.

Girl Smile

"Elegância é como o estilo, não se pode comprar. É o seu gosto pela arte, a maneira como se movimenta. Você não precisa de dinheiro para ser elegante porque isso vem de dentro."

Carolina Herrera

Nem todos que querem ser é...
Nem todos que é, querem ser...

Uma vida, um estilo, uma forma de ver, poucos serão... poucos saberão...
Muitos só viverão querendo ser ou sendo sem saber...

Anderson Meditation

"A iluminação exige que você assuma maior responsabilidade pelo seu estilo de vida."

Johnny De Carli

- Meu estilo e pesado
e faz tremer o chao.
Minha palavra vale um tiro
Eu tenho muita munição.

Mano Brown

Mano Brow

Tenho jeito de menina, estilo de princesa, sonhos de mulher, vivo como rainha e luto feito guerreira!

Alexsandra Zulpo

Moda é de fora para dentro, e estilo é de dentro para fora

Iris Borges

É a beleza revelada, por uma estética com estilo ebanizante

Eli Odara Theodoro

Quando nois chega passa logo a visão e as mina do camarote sabe que tem ostentação o estilo de vida e bom mais isso aqui e pra poucos estoura logo o chandon e um brinde só pros loucos.

Mc Maicon

EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
Problemas existenciais são próprios da humanidade. No entanto, o movimento filosófico existencialista, que fez emergir filosofia(s) do existencialismo, só ocorreu após a Segunda Guerra Mundial (1945) porque a Europa se encontrava no caos, com todos perplexos e descrentes dos tradicionais valores burgueses, com necessidade de superar esses valores através de um novo estilo de vida, que ficou caracterizado, de forma arbitrária, como “existencialista”, sendo, portanto, caricaturado pela aparência descuidada e não higiênica; pelos cabelos desalinhados; pela oposição ao moralismo, às normas sociais, à demagogia; pela exibição de um modo de vida sombrio, amargo, melancólico, entre outros adjetivos similares. O movimento hippie foi considerado um dos exemplos do estilo de vida existencialista, da filosofia existencialista defendida por Jean-Paul Sartre, que foi criticado inclusive por brasileiros ilustres, como Tristão de Athayde, e católicos que acreditavam que esta corrente de pensamento ameaçava a fé cristã.
Nos anos sessenta e na primeira metade dos anos setenta conheci este estilo de vida, aproximei-me um pouco dele, mas como não deixei completamente de lado as tradições burguesas, porque embora tenha continuado trabalhando para sobreviver e estudando, acreditava que através do diploma teria uma vida melhor, quer dizer, uma vida burguesa ou uma vida de burguesa.
É verdade! Com o tão sonhado diploma, com letra maiúscula, tive acesso a concurso público, horários definidos verticalmente e salário bem razoável para quem pensava que era livre. As consequências: um estilo de vida próximo do burguês, com direito a carro zero, apartamento alugado porém mobiliado, viagens e lazer. Esse “estilo” ficou mais “certinho” com os valores embutidos no casamento, no nascimento e acompanhamento dos filhos e, especialmente, no tipo de trabalho que fazia: cuidar de gente. Não deixou de ser um “enquadramento” no estilo “normal” da classe média brasileira. Com isto, adeus ou até breve àquela filosofia, vã filosofia.
Mas, lá no “fundo” do meu ser, na sua essência, aquele que ficou para trás era o meu mundo, especialmente pela liberdade que ele proporcionava tanto no meu imaginário quanto no concreto da minha existência.
O tempo passou, e muito, mas o existencialismo continuou “passeando” no meu imaginário e no meu cotidiano pois tudo que vivia obviamente tinha a ver com existência, com a minha existência, com a existência de outras pessoas, de todas as pessoas! Ainda hoje, na solidão em que vivo, me “pego”, às vezes, pensando/falando que gosto de conversar sobre assuntos existenciais, aqueles que tratam da existência humana, do que mostramos na vida afora, e da sua contraparte, a essência, aquilo que é, do jeito que é. Fico a pensar: a essência é a essência. Dificilmente a perdemos por completo mesmo quando desviamos, como foi o meu caso, do caminho que eu vinha construindo desde criança: um caminho cujas fronteiras eram ilimitadas.
Nesse período da minha vida, eu já sabia que cada um tem a sua vida, o seu caminho, a sua existência e a sua essência. Lutei pelo meu do jeito que foi possível! Ainda adolescente, mesmo contra as ideias do meu pai de que uma garota deveria aprender “prendas domésticas”, saí de uma cidade do interior da Bahia e fui fazer o segundo grau (atual ensino médio) na Capital (Salvador). Assim, antes mesmo de ouvir falar em Kierkegaard, já sabia/sentia que havia vários tipos de existencialismo sem mesmo saber o que este termo significava. Muito mais tarde, só no mestrado e, principalmente, no doutorado, fiquei conhecendo o pensamento de alguns filósofos e deste que confirmou para mim que há sim diferentes tipos de existencialismo uma vez que cada pessoa tem uma visão individual das questões humanas, que cada ser humano tem uma experiência singular de vida.
Do segundo grau à vida como docente universitária, estive engajada em movimentos sociais-políticos, de modo que o coletivo superou o individual mas, por sorte, não perdi este de vista embora o tenha minimizado, quem sabe, o esquecido num canto pois esta é uma questão ainda não resolvida. Aliás, são tantas as questões não resolvidas: de onde vim? Para onde vou? O que tenho feito e o que está por fazer? Por que isto ou aquilo não deu certo? Existe certo e/ou errado? Qual o sentido da minha existência? Por que tamanha insatisfação/inquietude? Tantas e tantas outras... A solidão contribui, e muito, para a emergência de questionamentos desta natureza. Será/seria uma herança do modo de vida na infância e na adolescência, como aconteceu com Kierkegaard?
Quando mais jovem era mais presa à objetividade, chegando, inclusive, a me debruçar sobre filósofos materialistas. Talvez porque fosse mais fácil me apropriar do concreto ou me desapegar dele. Quem sabe não ter sido essa a opção para fugir da subjetividade, ou melhor, da realidade? Realidade versus subjetividade? Subjetividade versus realidade? Complexo demais para mim!
Sempre há uma saída mas a que encontrei para chegar à compreensão, mesmo tênue, da subjetividade, foi por demais dolorida, decorrente de muitas perdas imateriais. Mas era preciso acreditar no que não se vê! Eu tinha/tenho necessidade de Encontrá-lo. Primeiro, é preciso ter a fé que tudo suplanta e que se encontra acima da razão mesmo que esta continue orientando algumas das minhas/nossas ações. Fiz uma longa peregrinação em busca desta fé. Caminhei por montanhas, vales, atravessei riachos, conheci pessoas de fé, vivi momentos de fé, mas não sei, ainda, se sou uma mulher de fé. Só sei que ter fé, ser um homem ou uma mulher de fé, não é fácil! Continuo procurando esta fé em toda parte: fora e dentro do meu eu mas quando e como saberei que a encontrei? A subjetividade traz questões que só a fé é capaz de resolver. No entanto, como isto é possível já que a fé é subjetiva? Olhe eu de novo me encontrando com Kierkegaard, para quem a fé é a maior paixão do homem, para quem Deus é a única fonte capaz de tornar o homem plenamente realizado.
É, para quem não tem “certezas” como eu e que sente uma necessidade imensa de encontrar a fé que tudo suplanta, só resta continuar caminhando, vivendo a existência, experimentando a sua essência, a minha essência, a essência humana.
COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA (De Marina Lemos para Delva Brito)
Adorei o texto!
Fazer uma autobiografia é uma forma de se conhecer melhor e, a partir daí, tomar consciência de algumas coisas...
Muito legal!
Acredito que não vamos em busca da nossa essência. Ela se apresenta a cada momento. Então, tento buscar a consciência de mim, do que estou sentindo a cada momento, independente do outro ou do ambiente (apesar de sabermos que é impossível não sermos influenciados pelo ambiente), ver o que me faz bem, e, a partir daí, fazer as minhas escolhas de modo que me aproxime do meu ser naquele momento. Assim, sou feliz a cada momento, e, em outros em que não consigo, aprendo com os erros. Faço o que me faz bem.
O existencialismo coloca que somos responsáveis pelas nossas escolhas, a cada momento, mesmo que aconteçam tragédias, pois o que decidimos e o que fazemos com o que acontece conosco também é uma escolha. Daí, a importância de estarmos conscientes, a cada momento, para fazermos escolhas conscientes. Há uma frase bem legal no âmbito da Gestalt-terapia: não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos com o que acontece com a gente.
Acho que você não se perdeu no meio de sua vida mas que está em processo de evolução, como qualquer ser humano. É apenas um caminho, um processo de crescimento. Temos sempre a impressão de que não éramos nós naquele momento ou que não estávamos livres naquele momento! São apenas momentos, somos nós a cada momento, expressamos nosso ser diferente a cada momento, talvez por isto não nos reconheçamos, muitas vezes, no passado. Hoje, temos consciência diferente, mais maturidade, e achamos que, no passado, éramos diferentes! Somos nós a cada momento.
Acho que a fé também não se busca. Está em nós. Precisamos nos conectar com ela. Acho que o contato com a fé é muito individual. O que é fé para mim não é para outra pessoa! Primeiro, é preciso perguntar o que penso da fé e, depois, como eu, na minha maneira de ser, me sinto melhor ao me conectar com ela (por exemplo, quando fico na natureza sinto-me mais perto da harmonia e da boa energia; quando pinto, medito...). Com angústia, insatisfação, ansiedade, com estes sentimentos, deve ser difícil! A primeira coisa é harmonia, tranquilidade e paz. Acho que só a encontramos quando perdoamos e aceitamos (não de forma cômoda). Então: aceitar, perdoar e liberar!
EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
(Por Delva Brito para Marina Alves Lemos)
Gostei muito dos seus comentários, especialmente por ser uma psicóloga, especialista em Gestalt-terapia, que está conectada com o existencialismo.
No entanto, gostaria que (re)visitasse como trato fé, não qualquer fé mas aquela que tudo suplanta e que abordo em outro texto, “Aprofundando a fé no Caminho de Santiago de Compostela”.
Quanto à questão “essência versus existência”, concordo que a essência é a essência. Ela está lá. Mesmo que ocorram muitas mudanças profundas numa vida, ela está lá podendo vir à tona ou não...
Você é ainda muito jovem mas sei que me compreende e que, assim como eu, escreve o que sente, o que emerge do coração. No entanto, lembro os cuidados com interpretações. Já até falamos sobre os “perigos” de interpretar o “outro”. Cada interpretação é uma interpretação e interpretar o interpretado é, ainda, mais complexo. A realidade é mais dinâmica do que a nossa capacidade de interpretá-la. O que se escreve agora, quando lido no futuro, é passado!
Continuo colocando no papel outros sentimentos/pensamentos. Ah! Quanto atraso! Depois, no computador com direito a micro, monitor, teclado, mouse, som, impressora separada de scaner, internet fixa. Que horror! Ah! Quebrou quase tudo ou tudo! Graças ao “salitre”. Que bom! Era “pesado” demais para quem vive p´rá lá e p´rá cá, às vezes levada pelo vento ou “empurrada” pois, com carro velho, embora não seja vermelho, isto é bem merecido para quem se arrisca tanto como eu. Existência? Essência? Estão aí...
Na existência é assim mesmo. Veja: agora, tudo um pouco mais moderno: note book, face book, msn etc. Bem mais fácil para socializar o que se escreve mesmo sabendo que a escrita é estática. Nela, o diálogo fica complicado. Restam sempre questões pendentes que, algumas vezes, são reveladas por escrito desde que se tenha a paciência necessária para esperar o retorno de respostas ou de novas questões, como o que aconteceu entre nós, nesta comunicação.
Minha filha querida, minha “pupila”, se assim posso chamá-la, valeu mesmo!
Contudo, quando diz que para a Gestalt-terapia: “não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos do que acontece com a gente”, quero apenas sugerir que não deixe o autor anônimo pois sei que sabe que esta “filosofia” se origina em Nietzsche: biografia de uma tragédia - “[...] A primeira natureza é aquilo que fizeram conosco, o que nos foi imposto e o que encontramos em nós mesmos e ao redor de nós [...] A segunda natureza é o que fazemos com isso tudo.”
________Notas escritas entre 2010 e 2011.

Delva Brito e Marina Lemos

Eclesiastes 10

Este capítulo foi escrito no estilo do livro de Provérbios, onde encontramos várias citações miscelâneas.
Salomão se refere inicialmente ao fato de que um pouco de estultícia é o suficiente para estragar a sabedoria e a honra, assim como moscas mortas no perfume fazem com que ele emita mau cheiro.
Isto se aplica também a questões doutrinárias, porque se à verdade se acrescenta ou se retira algo, dá-se o mesmo que colocar um pouco de veneno em muitos litros de leite, porque o que se obterá como resultado não será um pouco de leite com veneno, mas todo o leite envenenado.
Depois Salomão diz que a inclinação do coração para a sabedoria é correta, e é exatamente o lado oposto para o qual se inclina o coração do tolo (v. 2).
A tolice é de tal natureza que até mesmo quando o tolo está andando, proclama a todos, por seu comportamento e palavras, que ele é tolo (v. 3).
A deferência e a humilde submissão diante da ira dos que lideram, fará com que até mesmo grandes ofensas venham a ser desfeitas (v. 4). Isto se aplica a todas as áreas da vida em que exista uma relação de submissão imposta por Deus (filhos aos pais; esposas aos maridos; cidadãos às autoridades etc).
Os que lideram não devem colocar em posição de honra os que são estultos, como se afirma na parte “a” do verso 6. Contudo, é questionável a afirmação da parte “b” do mesmo versículo, porque não recomenda que se coloque os ricos em lugares humildes; porque se isto é uma regra válida para o mundo, não o é no entanto diante de Deus que não faz acepção de pessoas, e recomenda a submissão e humildade a todos na Sua Igreja, sejam eles pobres ou ricos.
Cristo coloca em posição de honra aos menores no Seu reino, e Deus dá maior honra ao membro que menos a possui.

“22 Antes, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
23 e os membros do corpo que reputamos serem menos honrados, a esses revestimos com muito mais honra; e os que em nós não são decorosos têm muito mais decoro,
24 ao passo que os decorosos não têm necessidade disso. Mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela,
25 para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham igual cuidado uns dos outros.” (I Cor 12.22-25)

Então o critério secular dos reis deste mundo não se aplicam ao reino de Deus, e não deveriam ser aplicados ao reino de Salomão, porque estava debaixo do governo de Deus para ser uma figura do reinado de Cristo. Contudo Salomão não afirmou os critérios do reino de Deus, mas os do mundo ao afirmar o que vemos nos verso 7, que não convinha que servos montassem a cavalo e que príncipes andassem a pé como servos.
Não será por este critério que um príncipe deixará de ser honrado. Davi não se conduziu por tal critério, e muito menos nosso Senhor.
Foi a pé e dançando na frente de todos que Davi foi buscar a arca do Senhor para trazê-la a Jerusalém, e quando confrontado por Mical lhe disse o seguinte:

“21 Disse, porém, Davi a Mical: Perante o Senhor, que teu escolheu a mim de preferência a teu pai e a toda a sua casa, estabelecendo-me por chefe sobre o povo do Senhor, sobre Israel, sim, foi perante Senhor que dancei; e perante ele ainda hei de dançar
22 Também ainda mais do que isso me envilecerei, e me humilharei aos meus olhos; mas das servas, de quem falaste, delas serei honrado.” (II Sm 6.21,22)

E nosso Senhor, sendo o Rei dos reis e o Senhor dos senhores não somente lavou os pés dos discípulos como lhes recomendou a Sua mesma humildade no trato de uns com os outros, e que aquele que quisesse ser grande no reino de Deus deveria ser o maior servo de todos.
No assunto da prudência que é recomendada especialmente aos príncipes (líderes) Salomão lhes alerta que em toda a ação que realizassem haveria sempre o perigo deles próprios serem feridos de volta ou serem prejudicados por suas próprias decisões (v. 8, 9).
A sabedoria deve ser afiada para se ter prosperidade, tal como o ferro necessita ser afiado, para que se possa cortar melhor usando-se menos força (v. 10).
Toda habilidade deve ser confirmada pelos resultados que se esperam da sua aplicação, porque se um encantador de serpente for mordido antes de encantá-la, terá demonstrado por este fato que não é um hábil encantador.
Com isso Salomão parece ter pretendido demonstrar que um rei sábio seria aquele que soubesse conduzir o povo debaixo da sua autoridade, sem sofrer prejuízos da parte dos seus súditos.
Então recomenda para tal propósito que as palavras do rei sábio sejam cheias de graça, porque as palavras do tolo farão que seja devorado por causa das próprias palavras insensatas que proferiu (v. 12), porque se achará estultícia e loucura perversa no seu discurso (v. 13).
O ato de multiplicar palavras é próprio dos tolos, porque o conhecimento de qualquer homem é sempre parcial, especialmente em relação às coisas futuras (v. 14).
Os tolos não acham prazer no trabalho que realizam (v. 15).
Como estas coisas são mais fáceis de serem achadas nos que são ainda jovens e inexperientes, então haverá grande prejuízo em se conduzir a posições de liderança, especialmente de reinado (governo) aqueles que são ainda crianças, e que se entregam apenas aos prazeres, desde a manhã, banqueteando e bebendo, porque quando tal sucede, é porque não há disciplina em tal reino (v. 16, 17).
Quando a preguiça prevalece a casa de tal pessoa ficará sem os devidos cuidados, revelando o caráter preguiçoso do seu dono (v. 18).
O verso 19 desmascara o verdadeiro propósito de festas e banquetes. Não são dados para se comer e beber. O seu grande propósito é tentar obter alegria carnal através deles.
“1 As moscas mortas fazem com que o ungüento do perfumista emita mau cheiro; assim um pouco de estultícia pesa mais do que a sabedoria e a honra.
2 O coração do sábio o inclina para a direita, mas o coração do tolo o inclina para a esquerda.
3 E, até quando o tolo vai pelo caminho, falta-lhe o entendimento, e ele diz a todos que é tolo.
4 Se levantar contra ti o espírito do governador, não deixes o teu lugar; porque a deferência desfaz grandes ofensas.
5 Há um mal que vi debaixo do sol, semelhante a um erro que procede do governador:
6 a estultícia está posta em grande dignidade, e os ricos estão assentados em lugar humilde.
7 Tenho visto servos montados a cavalo, e príncipes andando a pé como servos.
8 Aquele que abrir uma cova, nela cairá; e quem romper um muro, uma cobra o morderá.
9 Aquele que tira pedras é maltratado por elas, e o que racha lenha corre perigo nisso.
10 Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve pôr mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade.
11 Se a cobra morder antes de estar encantada, não há vantagem no encantador.
12 As palavras da boca do sábio são cheias de graça, mas os lábios do tolo o devoram.
13 O princípio das palavras da sua boca é estultícia, e o fim do seu discurso é loucura perversa.
14 O tolo multiplica as palavras, todavia nenhum homem sabe o que há de ser; e quem lhe poderá declarar o que será depois dele?
15 O trabalho do tolo o fatiga, de sorte que não sabe ir à cidade.
16 Ai de ti, ó terra, quando o teu rei é criança, e quando os teus príncipes banqueteiam de manhã!
17 Bem-aventurada tu, ó terra, quando o teu rei é filho de nobres, e quando os teus príncipes comem a tempo, para refazerem as forças, e não para bebedice!
18 Pela preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
19 Para rir é que se dá banquete, e o vinho alegra a vida; e por tudo o dinheiro responde.
20 Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes o rei; nem tampouco na tua recâmara amaldiçoes o rico; porque as aves dos céus levarão a voz, e uma criatura alada dará notícia da palavra.”

Silvio Dutra

...:: Recado ::...

Tiro um papel amassado de anos passados do bolso passado
No estilo engomado cabelo ajeitado gravata com laço no terno dourado
Com o tempo apertado leio atrasado aquele recado
Em papel pardo um pouco rasgado com letras tremulas havia um recado
Ao senhor ganancioso que muito esteve ocupado
Não perca tempo com o passado
Não troque o presente pelo futuro
Não se preocupe com status, dinheiro ou coisas fúteis
Ame as pessoas mais que o poder
Ame sem limites mas sem se esquecer
De que o tempo é cruel e as tira de você.

W. Iazzetta

Pensar Poesia não se limita a escrever versos, é um estilo de vida positivista não só para si mesmo, mas também para os outros.
É entregar flores ao amanhecer, saber usar o "bom dia", transpirar as cores do jardim num sorriso, respeitar o próxmio e o planeta, saber amar cada vez mais forte e mais intensamente cada ser que existe na terra. Por isso, no seu dia-a-dia, sempre que pensar - Pense Poesia.

Pareta Calderasch

Humildade é um estilo de vida e uma qualidade de um ser humano

Geovany Ferreira

Fazer uma mudança radical em seu estilo de vida e começar a fazer as coisas com coragem que você pode nunca ter pensado em fazer, ou foi muito hesitante para tentar. Assim, muitas pessoas vivem dentro de circunstâncias infelizes e ainda não vai tomar a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformidade, e conservação, as quais podem aparecer para dar uma paz de espírito, mas na realidade nada é mais prejudicial para o espírito aventureiro dentro de um homem que um futuro seguro. O núcleo básico de espírito de um homem vivo é a sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, portanto, não há maior alegria do que ter um horizonte sem fim alterando, para cada dia para ter um sol novo e diferente. Se você deseja obter mais da vida, você deve perder a sua inclinação para a segurança monótona e adotar um estilo de atabalhoadamente de vida que a princípio parece que você seja louco. Mas uma vez que você se acostumar com uma vida que você vai ver o seu sentido pleno e sua beleza incrível.

Alexander Supertramp

Hoje em dia todo mundo acha sua opinião importante, chegam até ao ponto de criticar o estilo, e a vida de outras pessoas, o que é uma atitude ridícula, porque não importa se você ouve musica clássica ou musica eletrônica, não importa se você vai a Ipanema ou ao piscinão, uma atitude diferente das outras tomadas pelo resto das pessoas não te faz mais inteligente ou menos, só te faz diferente, vivemos em um país de diferenças gritantes, temos que aceitar como as outras pessoas são, ou nunca seremos aceitos.

Neisantos

Aprendendo o significado do estilo próprio aquele significado do carinho, da companhia do agrado do sorriso dos olhos, da doçura de mulher e isso não tem preço
estar ao lado da pessoa que comove a nossas vidas é um prestigio que não a preço pra se pagar ou vender, basta você sorrir para ela, trocar sentimentos por companhia, trocar respeito, por fidelidade, trocar motivação por humildade, tudo isso ela gosta em mim da forma como eu valorizo o caráter dela e ganho aquele sorriso de todos os dias da semana. por sentar ao lado dela e trocar diversos os assuntos da vida, agora nos perguntamos pq tudo as vezes tem um pequeno detalhe que atrapalha a todos os sentimentos ou emoções que nos causam pulsações aceleradas aquela adrenalina de ver a pessoa que você acha que também sente algo por você enfim dito aqui mais um sentimento em silêncio a se ela soubesse

Filipe Alves

Sou mulher sim! E adoro! Meu perfume, minha marca, minha identidade, meu estilo, meu jeito de lidar com os problemas, minhas neuras... Não sou uma manequim, não tenho corpo perfeito nem gosto de deixar rastros por onde passo... Mas uma coisa eu sei fazer é distribuir sorrisos, fazer amigos, lembrar dos antigos com ternura e carinho, conquistar novos... Me viro do avesso para manter minhas amizades, me doou, perdôo, amo demais, sinto falta de cada um que fez história em minha vida... E faço questão de dizer às pessoas que amo o quanto elas são importantes em minha vida. E assim sou eu... simples assim! Amo ser mulher!

Adriana Araujo Leal