Estilo

Cerca de 468 frases e pensamentos: Estilo

'' A Musculação não é diversão , é um estilo de vida saudável , onde você aprende a ser disciplinado , regrado , A comer bem , tudo isso você encontra nesse mundo ''

Diego Morais

ADORAÇÃO: UM ESTILO DE VIDA

Muitos pensam que adorar a Deus é simplesmente cantar um louvor na igreja, em casa, no banheiro ou algo do tipo. Se enganam aqueles que pensam assim. A adoração a Deus é um estilo de vida; a adoração a Deus começa desde o momento em que acordamos e oramos a Deus agradecendo por mais um dia de vida. Adoração a Deus é seguir o que diz em 1 Coríntios 10:31.
As profecias de Jesus estão se cumprindo, muitos estão confundindo para o que a igreja serve. Igreja não é clube social, igreja não é desfile de moda, igreja não é programa de fofoca, igreja não é agência de namoro, igreja não é tribunal, igreja não é tijolo e cimento, NÓS SOMOS A IGREJA. Nascemos para sermos adoradores do Deus vivo e não adoradores comum, mas adoradores que estão aqui para O adorarem em espírito e em verdade (João 4:23). Se a adoração não é nosso foco principal na igreja e nas nossas vidas, ambas estão com problemas e esse problema somos nós.
Está chegando a hora em que será separado o joio do trigo. Esse dia está mais perto do que imaginamos, isso pode ocorrer ainda hoje, ou amanhã. Não sabemos quando, mas o Pai sabe. E como está escrito na Bíblia, a volta do Messias Prometido está próxima. Ele voltará para buscar os verdadeiros adoradores, aqueles que não O adora somente na igreja aos domingos, mas tem uma vida de adoração a Deus de segunda a segunda. Um adorador vive em constante adoração e não consegue fazer um atitude sequer sem ser pra glória de Deus.

Clinton Ramachotte

Simplicidade é mais do que um adjetivo, é um estilo de vida!

Mateus Roeles

A simplicidade é um estilo de vida, você escolhe ser simples ou não, há quem tenha uma vida abastada e escolha tê-la como simples e há quem seja financeiramente desprovido e a falta de opção o torne simples.
Agora a humildade se diferencia da simplicidade, pois, ela não é classificada pela condição financeira, você pode ser pouco favorecido e a humildade não tenha feito moradia em seu coração, não é estilo de vida, ou as adversidades da vida te conduzem a ela ou você será um eterno arrogante e poucos estarão ao teu lado quando colheres o que plantou durante tua vida.

Eriki Basso

Não importa se você tem estilo,reputação ou dinheiro...Se você não tiver um bom coração você não vai valer nada!

Jose Gabriel

O GALÃ
SOU COMO DON JUAN O CONQUISTADOR,
NO ESTILO DARTHANHÃ DE UM ÚNICO AMOR...
IGUAL ROMEU QUE MORREU POR JULIETA,
SANTO ROMÂNTICO O AMANTE DAS PRINCESAS...

Daniel Santo Fernandes

A moda é você que cria, o estilo é você que faz.

Girl Smile

"Elegância é como o estilo, não se pode comprar. É o seu gosto pela arte, a maneira como se movimenta. Você não precisa de dinheiro para ser elegante porque isso vem de dentro."

Carolina Herrera

Nem todos que querem ser é...
Nem todos que é, querem ser...

Uma vida, um estilo, uma forma de ver, poucos serão... poucos saberão...
Muitos só viverão querendo ser ou sendo sem saber...

Anderson Meditation

"A iluminação exige que você assuma maior responsabilidade pelo seu estilo de vida."

Johnny De Carli

- Meu estilo e pesado
e faz tremer o chao.
Minha palavra vale um tiro
Eu tenho muita munição.

Mano Brown

Mano Brow

Tenho jeito de menina, estilo de princesa, sonhos de mulher, vivo como rainha e luto feito guerreira!

Alexsandra Zulpo

quer ouvir algo chato?
se fosse pra eu falar de alguém do estilo
gostosa e sem vergonha que mesmo assim é bonitinha
e daquelas de apresentar pra família, eu falaria de você
aquele teu perfume barato,e meio doce demais, teu batom vermelho, ou roxo sei lá, você sabe? o que ficava na minha boca. também é bem comum
esse teu estilo roqueira metida a burguesinha, sério isso?
vem cá tu tem quantos anos?13?
na verdade eu gostava mais de você com 13 anos.
você admitia que eu era o cara que te colocava no caminho certo.
eu não te culpo, na verdade eu nunca culpo ninguém. na verdade é mentira, eu culpo as pessoas a tua volta que fizeram isso
mudaram sua cabeça, você quis mudar e ser você mesma, isso te transformou eu outra pessoa
mas essa não é a parte chata, eu gostava e gosto disso, essa coisa meio imunda digna dessa cidade.
a parte chata é eu tá vendo uma foto tua cheia dessas pessoas
e realmente não sei qual dessas bêbadas,burguesinha, e com peito grande é você !

Rodrigo

Moda é de fora para dentro, e estilo é de dentro para fora

Iris Borges

É a beleza revelada, por uma estética com estilo ebanizante

Eli Odara Theodoro

Quando nois chega passa logo a visão e as mina do camarote sabe que tem ostentação o estilo de vida e bom mais isso aqui e pra poucos estoura logo o chandon e um brinde só pros loucos.

Mc Maicon

EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
Problemas existenciais são próprios da humanidade. No entanto, o movimento filosófico existencialista, que fez emergir filosofia(s) do existencialismo, só ocorreu após a Segunda Guerra Mundial (1945) porque a Europa se encontrava no caos, com todos perplexos e descrentes dos tradicionais valores burgueses, com necessidade de superar esses valores através de um novo estilo de vida, que ficou caracterizado, de forma arbitrária, como “existencialista”, sendo, portanto, caricaturado pela aparência descuidada e não higiênica; pelos cabelos desalinhados; pela oposição ao moralismo, às normas sociais, à demagogia; pela exibição de um modo de vida sombrio, amargo, melancólico, entre outros adjetivos similares. O movimento hippie foi considerado um dos exemplos do estilo de vida existencialista, da filosofia existencialista defendida por Jean-Paul Sartre, que foi criticado inclusive por brasileiros ilustres, como Tristão de Athayde, e católicos que acreditavam que esta corrente de pensamento ameaçava a fé cristã.
Nos anos sessenta e na primeira metade dos anos setenta conheci este estilo de vida, aproximei-me um pouco dele, mas como não deixei completamente de lado as tradições burguesas, porque embora tenha continuado trabalhando para sobreviver e estudando, acreditava que através do diploma teria uma vida melhor, quer dizer, uma vida burguesa ou uma vida de burguesa.
É verdade! Com o tão sonhado diploma, com letra maiúscula, tive acesso a concurso público, horários definidos verticalmente e salário bem razoável para quem pensava que era livre. As consequências: um estilo de vida próximo do burguês, com direito a carro zero, apartamento alugado porém mobiliado, viagens e lazer. Esse “estilo” ficou mais “certinho” com os valores embutidos no casamento, no nascimento e acompanhamento dos filhos e, especialmente, no tipo de trabalho que fazia: cuidar de gente. Não deixou de ser um “enquadramento” no estilo “normal” da classe média brasileira. Com isto, adeus ou até breve àquela filosofia, vã filosofia.
Mas, lá no “fundo” do meu ser, na sua essência, aquele que ficou para trás era o meu mundo, especialmente pela liberdade que ele proporcionava tanto no meu imaginário quanto no concreto da minha existência.
O tempo passou, e muito, mas o existencialismo continuou “passeando” no meu imaginário e no meu cotidiano pois tudo que vivia obviamente tinha a ver com existência, com a minha existência, com a existência de outras pessoas, de todas as pessoas! Ainda hoje, na solidão em que vivo, me “pego”, às vezes, pensando/falando que gosto de conversar sobre assuntos existenciais, aqueles que tratam da existência humana, do que mostramos na vida afora, e da sua contraparte, a essência, aquilo que é, do jeito que é. Fico a pensar: a essência é a essência. Dificilmente a perdemos por completo mesmo quando desviamos, como foi o meu caso, do caminho que eu vinha construindo desde criança: um caminho cujas fronteiras eram ilimitadas.
Nesse período da minha vida, eu já sabia que cada um tem a sua vida, o seu caminho, a sua existência e a sua essência. Lutei pelo meu do jeito que foi possível! Ainda adolescente, mesmo contra as ideias do meu pai de que uma garota deveria aprender “prendas domésticas”, saí de uma cidade do interior da Bahia e fui fazer o segundo grau (atual ensino médio) na Capital (Salvador). Assim, antes mesmo de ouvir falar em Kierkegaard, já sabia/sentia que havia vários tipos de existencialismo sem mesmo saber o que este termo significava. Muito mais tarde, só no mestrado e, principalmente, no doutorado, fiquei conhecendo o pensamento de alguns filósofos e deste que confirmou para mim que há sim diferentes tipos de existencialismo uma vez que cada pessoa tem uma visão individual das questões humanas, que cada ser humano tem uma experiência singular de vida.
Do segundo grau à vida como docente universitária, estive engajada em movimentos sociais-políticos, de modo que o coletivo superou o individual mas, por sorte, não perdi este de vista embora o tenha minimizado, quem sabe, o esquecido num canto pois esta é uma questão ainda não resolvida. Aliás, são tantas as questões não resolvidas: de onde vim? Para onde vou? O que tenho feito e o que está por fazer? Por que isto ou aquilo não deu certo? Existe certo e/ou errado? Qual o sentido da minha existência? Por que tamanha insatisfação/inquietude? Tantas e tantas outras... A solidão contribui, e muito, para a emergência de questionamentos desta natureza. Será/seria uma herança do modo de vida na infância e na adolescência, como aconteceu com Kierkegaard?
Quando mais jovem era mais presa à objetividade, chegando, inclusive, a me debruçar sobre filósofos materialistas. Talvez porque fosse mais fácil me apropriar do concreto ou me desapegar dele. Quem sabe não ter sido essa a opção para fugir da subjetividade, ou melhor, da realidade? Realidade versus subjetividade? Subjetividade versus realidade? Complexo demais para mim!
Sempre há uma saída mas a que encontrei para chegar à compreensão, mesmo tênue, da subjetividade, foi por demais dolorida, decorrente de muitas perdas imateriais. Mas era preciso acreditar no que não se vê! Eu tinha/tenho necessidade de Encontrá-lo. Primeiro, é preciso ter a fé que tudo suplanta e que se encontra acima da razão mesmo que esta continue orientando algumas das minhas/nossas ações. Fiz uma longa peregrinação em busca desta fé. Caminhei por montanhas, vales, atravessei riachos, conheci pessoas de fé, vivi momentos de fé, mas não sei, ainda, se sou uma mulher de fé. Só sei que ter fé, ser um homem ou uma mulher de fé, não é fácil! Continuo procurando esta fé em toda parte: fora e dentro do meu eu mas quando e como saberei que a encontrei? A subjetividade traz questões que só a fé é capaz de resolver. No entanto, como isto é possível já que a fé é subjetiva? Olhe eu de novo me encontrando com Kierkegaard, para quem a fé é a maior paixão do homem, para quem Deus é a única fonte capaz de tornar o homem plenamente realizado.
É, para quem não tem “certezas” como eu e que sente uma necessidade imensa de encontrar a fé que tudo suplanta, só resta continuar caminhando, vivendo a existência, experimentando a sua essência, a minha essência, a essência humana.
COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA (De Marina Lemos para Delva Brito)
Adorei o texto!
Fazer uma autobiografia é uma forma de se conhecer melhor e, a partir daí, tomar consciência de algumas coisas...
Muito legal!
Acredito que não vamos em busca da nossa essência. Ela se apresenta a cada momento. Então, tento buscar a consciência de mim, do que estou sentindo a cada momento, independente do outro ou do ambiente (apesar de sabermos que é impossível não sermos influenciados pelo ambiente), ver o que me faz bem, e, a partir daí, fazer as minhas escolhas de modo que me aproxime do meu ser naquele momento. Assim, sou feliz a cada momento, e, em outros em que não consigo, aprendo com os erros. Faço o que me faz bem.
O existencialismo coloca que somos responsáveis pelas nossas escolhas, a cada momento, mesmo que aconteçam tragédias, pois o que decidimos e o que fazemos com o que acontece conosco também é uma escolha. Daí, a importância de estarmos conscientes, a cada momento, para fazermos escolhas conscientes. Há uma frase bem legal no âmbito da Gestalt-terapia: não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos com o que acontece com a gente.
Acho que você não se perdeu no meio de sua vida mas que está em processo de evolução, como qualquer ser humano. É apenas um caminho, um processo de crescimento. Temos sempre a impressão de que não éramos nós naquele momento ou que não estávamos livres naquele momento! São apenas momentos, somos nós a cada momento, expressamos nosso ser diferente a cada momento, talvez por isto não nos reconheçamos, muitas vezes, no passado. Hoje, temos consciência diferente, mais maturidade, e achamos que, no passado, éramos diferentes! Somos nós a cada momento.
Acho que a fé também não se busca. Está em nós. Precisamos nos conectar com ela. Acho que o contato com a fé é muito individual. O que é fé para mim não é para outra pessoa! Primeiro, é preciso perguntar o que penso da fé e, depois, como eu, na minha maneira de ser, me sinto melhor ao me conectar com ela (por exemplo, quando fico na natureza sinto-me mais perto da harmonia e da boa energia; quando pinto, medito...). Com angústia, insatisfação, ansiedade, com estes sentimentos, deve ser difícil! A primeira coisa é harmonia, tranquilidade e paz. Acho que só a encontramos quando perdoamos e aceitamos (não de forma cômoda). Então: aceitar, perdoar e liberar!
EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
(Por Delva Brito para Marina Alves Lemos)
Gostei muito dos seus comentários, especialmente por ser uma psicóloga, especialista em Gestalt-terapia, que está conectada com o existencialismo.
No entanto, gostaria que (re)visitasse como trato fé, não qualquer fé mas aquela que tudo suplanta e que abordo em outro texto, “Aprofundando a fé no Caminho de Santiago de Compostela”.
Quanto à questão “essência versus existência”, concordo que a essência é a essência. Ela está lá. Mesmo que ocorram muitas mudanças profundas numa vida, ela está lá podendo vir à tona ou não...
Você é ainda muito jovem mas sei que me compreende e que, assim como eu, escreve o que sente, o que emerge do coração. No entanto, lembro os cuidados com interpretações. Já até falamos sobre os “perigos” de interpretar o “outro”. Cada interpretação é uma interpretação e interpretar o interpretado é, ainda, mais complexo. A realidade é mais dinâmica do que a nossa capacidade de interpretá-la. O que se escreve agora, quando lido no futuro, é passado!
Continuo colocando no papel outros sentimentos/pensamentos. Ah! Quanto atraso! Depois, no computador com direito a micro, monitor, teclado, mouse, som, impressora separada de scaner, internet fixa. Que horror! Ah! Quebrou quase tudo ou tudo! Graças ao “salitre”. Que bom! Era “pesado” demais para quem vive p´rá lá e p´rá cá, às vezes levada pelo vento ou “empurrada” pois, com carro velho, embora não seja vermelho, isto é bem merecido para quem se arrisca tanto como eu. Existência? Essência? Estão aí...
Na existência é assim mesmo. Veja: agora, tudo um pouco mais moderno: note book, face book, msn etc. Bem mais fácil para socializar o que se escreve mesmo sabendo que a escrita é estática. Nela, o diálogo fica complicado. Restam sempre questões pendentes que, algumas vezes, são reveladas por escrito desde que se tenha a paciência necessária para esperar o retorno de respostas ou de novas questões, como o que aconteceu entre nós, nesta comunicação.
Minha filha querida, minha “pupila”, se assim posso chamá-la, valeu mesmo!
Contudo, quando diz que para a Gestalt-terapia: “não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos do que acontece com a gente”, quero apenas sugerir que não deixe o autor anônimo pois sei que sabe que esta “filosofia” se origina em Nietzsche: biografia de uma tragédia - “[...] A primeira natureza é aquilo que fizeram conosco, o que nos foi imposto e o que encontramos em nós mesmos e ao redor de nós [...] A segunda natureza é o que fazemos com isso tudo.”
________Notas escritas entre 2010 e 2011.

Delva Brito e Marina Lemos

...:: Recado ::...

Tiro um papel amassado de anos passados do bolso passado
No estilo engomado cabelo ajeitado gravata com laço no terno dourado
Com o tempo apertado leio atrasado aquele recado
Em papel pardo um pouco rasgado com letras tremulas havia um recado
Ao senhor ganancioso que muito esteve ocupado
Não perca tempo com o passado
Não troque o presente pelo futuro
Não se preocupe com status, dinheiro ou coisas fúteis
Ame as pessoas mais que o poder
Ame sem limites mas sem se esquecer
De que o tempo é cruel e as tira de você.

W. Iazzetta

Pensar Poesia não se limita a escrever versos, é um estilo de vida positivista não só para si mesmo, mas também para os outros.
É entregar flores ao amanhecer, saber usar o "bom dia", transpirar as cores do jardim num sorriso, respeitar o próxmio e o planeta, saber amar cada vez mais forte e mais intensamente cada ser que existe na terra. Por isso, no seu dia-a-dia, sempre que pensar - Pense Poesia.

Pareta Calderasch

Humildade é um estilo de vida e uma qualidade de um ser humano

Geovany Ferreira