Escrita

Cerca de 593 frases e pensamentos: Escrita

Que seja teu o pensamento e a escrita minha(não terei pensado antes de escrever)logo,a verdade vai do pensar a escrita,e a mentira no caminho a percorrer entre ambas.

Ludgério O Ser Pensante

Se há para mim alguma aventura, é a aventura da escrita. A escrita é o sustentáculo da minha solidão.

Autran Dourado

Se, após a escrita, um autor diz alguma coisa sobre o que escreveu, nada mais está fazendo do que um novo escrever.

Autran Dourado

A vida é um livro de uma escrita só,onde não podemos rabiscar, fazer desse texto o mais perfeito possível
A vida é o maior bem da humanidade,

Wanderson Costa Silva

Não adianta, é verdade não adianta tentar fugir de uma coisa que esta escrita no seu destino, não adianta querer que todos os seus sonhos se realize, até porque nem todos irá se realizar, não adianta querer tudo na vida, porque você nunca terá, não adianta desejar tudo porque seus nem todos os seus desejos serão realizados, não adianta exigir amor de uma pessoa que não liga pra você.. mas me diga se você não sonhar, não querer, não desejar, não amar, de que irá valer a sua vida? Sonhe, queira, deseje, ame.. pois você só tem uma vida, e se não fizer o que você quer, irá perde-la rápido demais..

Paaulinhaa

"Desejo contido."

Meu desejo está preso.
Não sai na voz,
não sai na escrita...
mas está aqui,
ileso,
faminto
pra sussurrar-te aos ouvidos,
escrever-te tremido,
de tanto desejo contido.

Marco Paschoal

Ninguém muda a escrita de Alah.

Tio Ali

Melhor é uma vida que possa ser escrita em um pequenas brochuras, com estórias e palavras intensas e profundas, do que aquela escrita em extensos livros, de estórias e palavras vazias e sem sentido.

Davi Marcelo Galdino

A escrita, a expressão, é razão.
A essência, é o coração, o impulso dos neurônios
Inibe, o açoite da métrica.

Odair Ribeiro

Prefiro a vida escrita em um alfarrábio, tosco, cheio de rasuras e diferentes linguagens, do que em um livro cheirando a novo, cheio de cuidados, de uma só escrita, irretocável.

Davi Marcelo Galdino

Escrever: ver através da escrita.

L. S. Dias

Atitudes erradas, promessas não cumpridas, é só o que compõe a sua história mal escrita...

Bárbara Coré

Uma twittada de 140 caracteres escrita com amor vale mais que mil páginas escritas com lápis sem nenhum sentimento.

Ezequiel Barbosa

A Lei Escrita no Coração

Citações de um sermão de C. H. Spurgeon, traduzidas e adaptadas por Silvio Dutra.

“Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei nos seus corações." (Jeremias 31.33)

Nós falamos sobre a primeira grande bênção do pacto da graça, ou seja, o pleno perdão de pecados. Então nos alegramos com essa maravilhosa promessa: "dos seus pecados e de suas iniquidades não me lembrarei mais", eu espero que as nossas consciências tenham sido pacificadas e os nossos corações ficado cheios de maravilha quando nós pensamos em Deus lançando para trás de suas costas todos os pecados de Seu povo, para que pudéssemos cantar com Davi, "Bendize ao Senhor, ó minha alma, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, e não te esqueças de todos os seus benefícios. É ele quem perdoa todas as tuas iniquidades."
Esta grande bênção do pecado perdoado está sempre conectada com a renovação do coração. Não é dada por causa da mudança de cor, mas é sempre dada com a mudança do coração. Se Deus tira a culpa do pecado, Ele é fiel, ao mesmo tempo, para remover o poder do pecado. Se ele deixa de lado as nossas ofensas contra a Sua Lei, Ele também nos faz desejar, no futuro, obedecê-la. Em nosso texto, observamos a excelência e a dignidade da Lei de Deus. O Evangelho não veio ao mundo para anular a Lei. A salvação pela Graça não apaga um único preceito da Lei, nem diminui o padrão da justiça no menor grau, ao contrário, como nos diz Paulo – não anula a Lei através da fé, mas estabelece a Lei.
A Lei nunca é honrada pelo homem caído, até que ele venha da sua sentença condenatória, a caminhar pela fé e a viver sob o Pacto da Graça. Quando estávamos sob o Pacto de Obras, desonrávamos a Lei, mas agora nós a veneramos como uma exibição perfeita de retidão moral. Nosso Senhor Jesus tem revelado para uma assembleia universal que a Lei não é para brincadeiras e que toda transgressão e desobediência deve receber uma justa recompensa, pois o pecado que Ele carregou em nosso lugar trouxe sobre Ele, como nosso substituto inocente, a condenação de sofrimento e morte. Nosso Senhor Jesus testemunhou, por sua morte, que, mesmo se o pecado é perdoado, ele não é lançado fora sem um sacrifício expiatório. A morte de Cristo rendeu mais honra à Lei do que a obediência de todos os que estavam sob ela jamais poderiam ter rendido! E foi uma demonstração mais convincente da justiça eterna do que se todos os redimidos houvessem sido lançados no inferno.
Quando o Santo Deus fere o Seu próprio Filho, a sua ira contra o pecado fica evidente para todos. Mas isso não é suficiente. A Lei é, no Evangelho, não somente vindicada pelo sacrifício de Cristo, mas é honrada pela obra do Espírito de Deus nos corações dos homens. Enquanto que sob a Antiga Aliança, os comandos da Lei excitavam nossas más naturezas para a rebelião - sob o Pacto da Graça nós consentimos com a Lei, que é boa, e nossa oração é: "Ensina-me a fazer a Tua vontade, Senhor." O que a Lei não podia fazer por causa da fraqueza da carne, o Evangelho tem feito através do Espírito de Deus! Assim, a Lei é cumprida em honra entre os crentes e embora eles não mais estejam sob a mesma como um pacto de obras, eles estão, em certa medida, em conformidade com a Lei, como esta é vista na vida de Jesus Cristo, e se deleitam nela segundo o homem interior.
As coisas exigidas pela Lei são concedidas pelo Evangelho. Deus exige obediência, nos termos da Lei - Deus trabalha em obediência no Evangelho. A santidade nos é pedida pela lei - a santidade é trabalhada em nós pelo Evangelho de modo que a diferença entre a dispensação da Lei e a do Evangelho não será encontrada em qualquer diminuição das exigências da Lei, mas na real capacitação que é dada aos redimidos em relação àquilo que a Lei exigiu deles - e em relação à operação neles que a Lei exigia. Observem, amados amigos, que sob a Antiga Aliança, a Lei de Deus foi dada da forma mais inspiradora e ainda assim não garantia nenhuma obediência fiel. Deus veio ao Sinai e o monte estava completamente envolvido por fumaça, porque o Senhor descera sobre ela em fogo e a fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha - todo o monte tremia grandemente!
Tão terrível era a visão de Deus manifestando-se no Sinai que Moisés disse: "Eu estou aterrorizado e trêmulo." Da escuridão que cobria o cume sublime, veio o som de uma trombeta, muito alto e longo, e uma voz proclamava, um por um, os 10 grandes mandamentos e preceitos da Lei moral. Eu acho que eu vejo as pessoas à distância, com limites estabelecidos sobre a montanha, agachando-se com medo e, finalmente, pedindo que estas palavras não fossem mais ditas a elas! Tão terrível era o som da voz de Jeová, mesmo quando ele não estava declarando vingança, mas simplesmente expondo justiça, porque as pessoas não podiam suportá-lo por mais tempo e ainda nenhuma impressão permanente foi deixada em suas cabeças, nem obediência foi mostrada em suas vidas!
Os homens podem ser intimidados pelo poder, mas eles só podem ser convertidos pelo amor. A espada da justiça tem menos poder sobre o coração humano do que o cetro da misericórdia. Além disso, para preservar essa Lei, o próprio Deus a inscreveu em duas tábuas de pedra e as deu a Moisés. Que tesouro! Certamente nenhuma partícula de matéria já tinha sido tão honrada como estas tábuas de pedra que tinham sido lavradas pelo dedo de Deus e registradas nelas a impressão legível de sua mente! Mas estas leis sobre pedra não foram mantidas, nem as pedras, nem as leis eram reverenciadas. Moisés não tinha estado por muito tempo no monte até que o povo se curvasse diante do bezerro de ouro, esquecido do Sinai e sua solene Voz - e fazendo para si a escultura de um boi que come erva e curvando-se perante ele como o símbolo da divindade!
Quando Moisés desceu do monte com as tábuas de valor inestimável em suas mãos, ele viu as pessoas totalmente entregues à idolatria e, em sua indignação, ele lançou as tábuas no chão e partiu-as em pedaços, quando ele viu como o povo tinha espiritualmente quebrado e violado toda a Palavra do Altíssimo! De tudo isso deduzo que a lei nunca é realmente obedecida como o resultado de temor servil. Você pode pregar a ira de Deus e os terrores do mundo vindouro, mas estes não quebrantam o coração para uma obediência fiel. Isto é necessário, para outros fins, como por exemplo, para que o homem saiba da determinação de Deus para punir o pecado, mas o coração não é, por esse meio, ganho para a virtude. O homem se revolta ainda mais e mais - mais teimoso é aquele que é mais comandado, mais ele se rebela!
O Decálogo nas paredes de suas igrejas e em seu culto diário tem as suas finalidade, mas nunca pode ser operado nas vidas dos homens até que ele também esteja escrito em seus corações. Tábuas de pedra são duras e os homens consideram a obediência à Lei de Deus como uma coisa difícil - os mandamentos são considerados de pedra, enquanto o coração é de pedra - e os homens se endurecem, porque o caminho do preceito é difícil para suas mentes frias. Pedras são proverbialmente frias e a Lei parece uma coisa frígida, pela qual não temos amor, enquanto o apelo é para os nossos temores. Tábuas de pedra, embora aparentemente duráveis, podem ser quebradas facilmente, e de igual modo os mandamentos de Deus - e assim eles são, de fato, quebrados todos os dias por nós. Aqueles que têm um conhecimento mais claro da vontade de Deus, no entanto, se ofendem contra ele. Contanto que eles nada têm para mantê-los sob controle, senão um temor servil do castigo, ou uma esperança egoísta de recompensa, eles não produzam homenagem fiel aos preceitos do Senhor!
Neste momento eu tenho que mostrar o caminho em que Deus assegura por si mesmo a obediência à Sua Lei por um outro modo muito diferente - não por trovejar sobre o Sinai, nem por gravar sobre tábuas de pedra - mas por vir em mansidão e compaixão infinita aos corações dos homens e ali, em cima de tábuas de carne, inscreve os comandos de sua Lei de tal maneira que eles são alegremente obedecidos e os homens tornam-se servos voluntários de Deus! Este é o segundo grande privilégio da Aliança - e não o segundo em valor, mas em ordem "quem perdoa todas as tuas iniquidades, quem sara todas as tuas enfermidades." É assim descrito por Ezequiel, "E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os cumpram."
Na Epístola aos Hebreus, temos isto de outra forma e nós o lemos assim, "Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo."
É no coração que a vida deve ser encontrada. Onde estiver a sede da vida, é aí onde a sede da obediência deve estar. No coração, a vida tem o seu palácio permanente e morada eterna - e Deus diz que, em vez de escrever a Sua santa lei em pedras que podem ser abandonadas à distância - Ele vai escrever sobre o coração, para que esteja sempre dentro de nós. Em vez de colocar a Lei em filactérios, que podem ser facilmente removidos, Ele vai escrevê-la no coração, onde deve permanecer sempre.
Que sabedoria é essa, que atua sobre a fonte original da vida, de modo que tudo o que flui do homem deve vir de um manancial santificado! Observe a seguir, que o coração não é somente o assento da vida, mas é o poder governante.
Se Deus escreve a Sua lei sobre o coração, os olhos vão purificar seus olhares, a língua vai falar de acordo com o mandamento e os pés caminharão como Deus ordena. Quando o coração (inclinações e disposições interiores) é totalmente influenciado pelo Espírito de Deus, então a vontade e a inteligência, a memória e a imaginação e tudo o mais que compõe o homem interior, vem com alegre fidelidade ao Rei dos reis!
O que já está escrito no coração, alguns de nós sabemos para o nosso profundo pesar. O pecado original cortou linhas profundas, Satanás marcou sua letra horrível em letras pretas e os nossos maus hábitos deixaram suas impressões. Como o Senhor pode escrever lá? Não seria de esperar que o Santo Deus inscreva sua santa Lei em uma mente profana! As coisas anteriores devem ser retiradas, para que haja espaço livre no qual as coisas novas e melhores possam ser gravadas. Mas quem pode apagar estas linhas? "Pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então você pode, também, fazer o bem, habituado que está a fazer o mal." O Deus que pode tirar as manchas do leopardo e a negridão da Etiópia, também pode remover as linhas do mal que agora desfiguram o coração!
Como o coração deve passar por apagamento, também deve experimentar uma limpeza completa, e não apenas da superfície, mas de todo o seu tecido. Na verdade, irmãos e irmãs, era muito mais fácil para Hércules limpar os estábulos de Augias do que os nossos corações serem purificados, pois o pecado que está dentro de nós não é um acúmulo de contaminação externa, mas uma corrupção que permeia todo o nosso interior! A mácula do mal secreto e espiritual está na vida natural do homem. Cada pulso de sua alma é desordenado por ele. Os ovos de todos os crimes estão dentro de nosso ser, o vírus maldito, de cujo veneno mortal cada projeto virá a falhar, está presente na alma. Não somente a tendência para o pecado, mas o pecado, em si, tomou posse da alma e a poluiu! Deus não pode escrever sua Lei em nosso interior até que, com a água e com o sangue, Ele nos purifique.
As tábuas nas quais o Senhor escreverá devem estar limpas, portanto, o coração no qual Deus gravará a sua Lei deve ser um coração purificado. É uma grande alegria perceber que da pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, o sangue purificador do coração e a água fluem de modo que a provisão é equivalente à necessidade! Bendito seja o nome de nosso bondoso Deus! Ele sabe como apagar o mal e purificar a alma através do Seu Espírito Santo, aplicando o trabalho de Jesus realizado em nosso favor! Em adição a isto, o coração tem que ser amolecido, porque o coração está naturalmente endurecido, e, em alguns homens, tornou-se mais do que uma pedra de diamante! Eles resistem ao amor de Deus até que eles estejam imunes a isto.
Deus deve quebrantar o coração, deve transformá-lo de granito em carne e Ele tem o poder de fazê-lo! Bendito seja o Seu nome, de acordo com o Pacto da Graça, Ele prometeu trabalhar esta maravilha e Ele o fará! Nem o amolecimento seria suficiente, pois existem alguns que têm uma sensibilidade do tipo mais enganador. Eles recebem a Palavra de Deus com alegria. Eles sentem cada expressão dela, mas rapidamente seguem o seu caminho e esquecem o tipo de pessoa que são. Eles são tão impressionáveis assim como a água, mas a impressão é logo removida, de modo que outra mudança é necessária, ou seja, para torná-los retentores daquilo que é bom, caso contrário você pode gravar e regravar, mas, como uma inscrição sobre a cera, seria removido em um só momento quando exposta ao calor.
O diabo, o mundo e as tentações da vida logo apagariam do coração tudo o que Deus tinha escrito lá, se Ele não criá-lo de novo com a faculdade de reter o que é bom. Em uma palavra, o coração do homem precisa ser totalmente mudado, assim como Jesus disse a Nicodemos: "Você deve nascer de novo." Caros leitores, pregamos que todo aquele que crê em Cristo tem a vida eterna e nós falamos nem mais, nem menos, do que a Verdade de Deus, quando dizemos que sim! Mas, ainda assim, acredite em nós, deve haver uma mudança tão grande no coração como se um homem fosse morto e trazido de novo à vida! Deve haver uma nova criação, uma ressurreição da morte – e as coisas do passado devem passar - e todas as coisas devem se tornar novas. A Lei de Deus nunca pode ser escrita sobre a antiga natureza – deve haver uma nova natureza espiritual a ser dada e, então, sobre o centro dessa nova vida, sobre o trono deste novo poder dentro de nossa vida, Deus tem feito a proclamação de Sua vontade abençoada e o que Ele tem ordenado será feito.
Em segundo lugar, consideremos a afirmação: "Porei a minha Lei no seu interior, e a escreverei no seu coração." O que é essa escrita? Em primeiro lugar, a pergunta sobre o que é a Lei de Deus. Deus escreve nos corações de Seu povo aquilo que já está revelado. Ele nada inscreve de novo e não revelado, mas a Sua vontade que Ele já nos deu no livro da Lei. Ele escreve sobre o coração, por uma operação graciosa, o que Ele já escreveu na Bíblia por graciosa revelação. Ele não escreve filosofia, nem imaginação, nem superstição, nem fanatismo, nem vãs fantasias. Se alguém me diz: "Deus tem escrito tal e tal coisa no meu coração", eu respondo: "Mostre-me na Bíblia", pois se isto não estiver de acordo com as outras Escrituras, não é uma escritura de Deus!
No coração está escrito, o que Deus diz: "Minha Lei", aquela mesma lei que foi, no princípio, inscrita no coração do homem não caído. Paulo diz de homens naturais, que "eles mostram a obra da lei escrita em seus corações." Há bastante da Luz de Deus deixada na consciência para condenar os homens pela maioria de suas iniquidades. O registro original da Lei no coração do homem em sua criação foi quase destruído pela queda do homem e suas transgressões posteriores, mas o Senhor, renovando o coração, faz com que seja escrita e reavivada, a mesma escrita dos primeiros princípios da justiça e da verdade.
Mas, para chegar um pouco mais perto do assunto, o que quer a Escritura dizer por escrever, a Lei de Deus no coração? A escrita, em si, inclui muitas coisas. Um homem que tem a Lei de Deus escrita em seu coração, antes de tudo, sabe disso. Ele é instruído nas ordenanças e estatutos do Senhor. Ele é uma pessoa iluminada, e não mais um daqueles que não conhece a Lei e é amaldiçoado. O Espírito de Deus lhe ensinou o que é certo e o que é errado. Ele sabe disso em seu coração e, portanto, não pode mais trocar as trevas por luz, e a luz por trevas. Esta Lei, em seguida, permanece em sua memória.
Um instinto sagrado adverte o crente da abordagem do pecado. Muito antes de o sentimento do público proclamar um clamor contra práticas questionáveis, o homem cristão, mesmo se iludido, por um tempo, pelo costume atual, ainda sente um tremor e um mal-estar. Mesmo se ele consente exteriormente - estando subjugado pela opinião geral - algo dentro dele protesta e leva-o a considerar se a questão pode ser defendida. Assim que ele detecta o mal, ele se afasta dele. É uma grande coisa possuir um detector universal, de modo que, vá para onde você for, você não é dependente do julgamento dos outros e, portanto, não é enganado enquanto multidões são. Isto, no entanto, é apenas uma parte do assunto, e uma parte muito pequena comparativamente.
A Lei está escrita no coração do homem, mais do que isso, quando ele consente que a Lei é boa. É quando a sua consciência, que está sendo restaurada, clama: "Sim, isso é verdade, e deve ser assim! Esse mandamento pelo qual Deus proibiu um determinado curso é um mandamento adequado e prudente." É um sinal de esperança, quando um homem não deseja que os mandamentos divinos sejam diferentes do que são, mas os confirma com o veredicto de seu julgamento.
É uma coisa gloriosa quando o coração se deleita na Lei do Senhor, e encontra, aí, o seu conforto e prazer. A Lei é totalmente escrita no coração quando um homem tem prazer em santidade e sente uma dor profunda, sempre que o pecado se aproxima dele. Oh, meu querido amigo, o Senhor tem feito grandes coisas para você quando cada coisa má é desagradável para você! Mesmo que você caia em pecado através da fraqueza da sua carne, mas se isto faz com que você tenha intensa agonia e tristeza, é porque Deus escreveu a Sua Lei em seu coração! Mesmo que você não possa ser tão santo quanto você quer ser, no entanto, se os caminhos da santidade são o seu prazer, se eles são o elemento mesmo no qual você vive, tanto quanto o peixe vive no mar, então você é o alvo de uma muito maravilhosa mudança de coração!
Não é tanto o que você faz, como em que você tem prazer em fazer, que se torna a prova mais clara de seu caráter. Muitas pessoas estritamente religiosas que vão sempre à Igreja seriam extraordinariamente felizes se não se sentissem obrigadas a fazê-lo. Não é o seu culto público uma formalidade morta?
Em vez de dizer: "Eu gostaria de orar se eu pudesse", o espírito regenerado exclama: "Eu desejo que pudesse estar sempre orando." Em vez de dizer: "Eu me manteria longe da reunião do povo de Deus, se eu pudesse," o desejo da natureza recém-nascida de Deus, assim como Davi, é o de habitar na Casa do Senhor para sempre! Esta é uma grande prova da escrita da Lei sobre o coração, quando a santidade se torna um prazer e o pecado se torna uma tristeza.
O ponto principal de todos, é, que, enquanto a nossa natureza que antes era contrária à lei de Deus, de modo que tudo o que Deus proibiu era ao mesmo tempo desejado, o Espírito Santo vem e muda nossa natureza e faz com que seja congruente com a Lei, a fim de que, agora, tudo o que Deus proíbe também proibimos, e quaisquer que sejam os seus mandamentos, são também nossos mandamentos!

Charles Haddon Spurgeon

Não sofra por amor
Pois talvez essa não seja a pessoa que esta escrita nas paginas da sua verdadeira história ✌

anônimo

Se o Índios brasileiros tivessem desenvolvido a escrita, eles teriam um livro sagrado.

Cello Vieira

Todas as crenças da humanidade se baseia em dois símbolos da evolução, escrita e o papel, sem isso as crenças não passam de rituais de tribos.

Cello Vieira

Uma verdade não se torna fato só porque esta escrita, fatos falso também pode ser escrito e, enganar ate os mais sábios!

Cello Vieira

Romeu e Julieta (no original em inglês Romeo and Juliet) é uma tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre as mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.

Romeu e Julieta pertence a uma tradição de romances trágicos que remonta à antiguidade. Seu enredo é baseado em um conto da Itália, traduzido em versos como A Trágica História de Romeu e Julieta por Arthur Brooke em 1562, e retomado em prosa como Palácio do Prazer por William Painter em 1582. Shakespeare baseou-se em ambos, mas reforçou a ação de personagens secundários, especialmente Mercúcio e Páris, a fim de expandir o enredo. O texto foi publicado pela primeira vez em um quarto[a] de 1597 mas essa versão foi considerada como de péssima qualidade, o que estimulou muitas outras edições posteriores que trouxeram consonância com o texto original shakespeariano.

A estrutura dramática usada por Shakespeare—especialmente os efeitos de gêneros como a comutação entre comédia e tragédia para aumentar a tensão; o foco em personagens mais secundários e a utilização de sub-enredos para embelezar a história—tem sido elogiada como um sinal precoce de sua habilidade dramática e maturidade artística. Além disso, a peça atribui distintas formas poéticas aos personagens para mostrar que eles evoluem; Romeu, por exemplo, fica mais versado nos sonetos a medida que a trama segue.

Em mais de cinco séculos de realização, Romeu e Julieta tem sido adaptada nos infinitos campos e áreas do teatro, cinema, música e literatura. Enquanto William Davenant tentava revigorá-la durante a Restauração Inglesa, e David Garrick modificava cenas e removia materiais considerados indecentes no século XVIII, Charlotte Cushman, no século XIX, apresentava ao público uma versão que preservava o texto de Shakespeare. A peça tornou-se memorável nos palcos brasileiros com a interpretação de Paulo Porto e Sônia Oiticica nos papéis principais, e serviu de influência para o Visconde de Taunay em seu Inocência, também baseado em Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, considerado o "Romeu e Julieta lusitano". Além de se mostrar influente no ultrarromantismo português e no naturalismo brasileiro, Romeu e Julieta mantém-se famosa nas produções cinematográficas atuais, notavelmente na versão de 1968 de Zeffirelli, indicado como melhor filme, e no mais recente Romeu + Julieta, de Luhrmann, que traz seu enredo para a atual.

Simone Sampaio da Silva

Um Simples olha descreve a pessoa mas do que toda uma vida escrita em linhas de uma biografia.

Jhosue Canuto