Educadores

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Há vagas para educadores:
A mentira está de sapato alto, com batom da marca “boato”, espalhando o pó de mico da desconfiança pra todo lado.

Ivone Boechat

(...)Os Educadores-sonhadores jamais desistem de suas sementes,mesmo que não germinem no tempo certo...Mesmo que pareçam frágeisl frente às intempéries...Mesmo que não sejam viçosas e que não exalem o perfume que se espera delas.O espírito de um meste nunca se deixa abater pelas dificuldades.Ao contrário,esses educadores entendem experiências difíceis com desafios a serem vencidos.(...)

Gabriel Chalita

A Arte de formar educadores para o uso inteligente das emoções

Nesta alvorada da criação a humanidade continua recriando a eterna Era do conhecimento, com erros e acertos, desde que o homem deletou o e-mail do Criador e “tocou na árvore do conhecimento”. Esta árvore do conhecimento é também usada no texto sagrado como sinônimo de árvore da vida, ou seja, árvore de emoções. O Senhor, sabedor de que o homem estava no Seu jardim da infância, soletrando as primeiras letras da alfabetização emocional, colocou no regimento interno da Escola Paternal: “Se tocares na árvore do conhecimento, certamente morrerás.” Poderia ser assim a conversa entre Criador e criatura: Produzirás a bomba atômica e certamente morrerás, criarás o avião, e, certamente morrerás...
O aluno Adão fugiu do jardim, uma escola ultramoderna, já informatizada, e foi conferir a tv a cabo do mal. O analfabeto virtual digitou rápido, escondido, a palavra desobediência, senha do inimigo, e imediatamente caíram as ligações com o Provedor. Do celular o Criador contatou: “Adão, onde estás?” Adão estava com baixa conexão virtual, porque saiu da área do Bem.
O tempo passa, a vida resplandece, a ciência evolui e os educadores continuam sublinhando lições de bom senso, estimulando para o uso correto dos bilhões de neurônios desta árvore da vida para que deem bons frutos “Toda boa árvore dá bons frutos”.
Tudo neste século será revisto. Em qualquer Era, o que torna os seres viventes capazes de navegar nas águas frenéticas da revolução social e sobreviver, sempre foi e será a educação. Ela é a resposta para os clamores de gerações que se esforçam para transpor as barreiras do imprevisível, descartável, rápido e digital
Vive-se um self service de Eras, no caldeirão científico de todas as Eras, todavia, o cientista não conseguiu criar uma célula, decifrar os mistérios do cérebro nem mapear o universo, mas ousa clonar a obra prima, numa xerox imperfeita.
Como preparar educadores para o uso inteligente das emoções? O que significa ser competente emocional? O homem ampliou e acelerou a tecnologia da informação, todavia, não aprendeu a usar o seu estabilizador emocional - o amor, aparelho com elevada potência de razão, para se harmonizar no equilíbrio.
Onde estão os alfabetizadores emocionais? Eles podem e devem ensinar, desde a mais tenra idade, a reconhecer e administrar as emoções básicas: medo, amor, raiva, tristeza, alegria. Isto através de histórias, músicas, parábolas, pesquisas, exercícios, desafios, enfim; o professor, está preparado para desempenhar seu ministério pedagógico.
A formação dos valores fundamentais para se estruturar o ser humano é o caminho para se proteger da imposição tecnológica e garantir autonomia, paz e felicidade, “mesmo na adversidade”, como ensinou Epicuro, “o homem pode e deve ser feliz. Ensinou que “felicidade é a capacidade de se desviar da fatalidade.” Desviar-se da fatalidade é manifestação de competência emocional.
Qual é o perfil do homem que se quer formar? Kant (1724-1804) orientou e sublinhou que “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.
Em meio a tantas inovações, tantas perplexidades e neuroses, Carl Jung (1875-1961) faz um alerta no seu livro “O homem moderno à procura de um alma”. Conclui que: “nenhum homem se cura de uma neurose se não encontrar um significado para a sua vida”.
Fritjof Capra (1939) físico austríaco, escreveu O Tao da Física e outros livros que estão entre os mais influentes dos últimos 30 anos. Ele afirma que “a verdadeira crise é a crise de percepção. Muitos líderes não percebem, ou fazem de conta que não percebem, quais são os verdadeiros problemas deste tempo. A solução para a maioria deles é simples, mas requer uma mudança de foco. E isso é difícil porque significaria sair da zona de conforto, e a maioria das pessoas não tem essa disposição”.
Hugo Hasmann (1933-2008) diz que “É preciso substituir a pedagogia das certezas e dos saberes pré fixados por uma pedagogia da pergunta”. É tempo de duvidar! “Penso,logo existo”? Não! Duvido, logo penso.
Em tempo novo, a síndrome da comparação social, da pressa, em plena era da ditadura da informação, da beleza, do lucro, há de se implantar a neuropedagogia, capaz de ajudar a educar as emoções desse homem novo.
Edgar Morin, no se livro Culturas de Massas no Século XXI, afirma: “A cultura de massas estendeu seus poderes sobre o mundo ocidental, produzindo industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor”...
A humanidade clama em todos os níveis e graus por educadores competentes emocionais para assumir o comando da educação dos cidadãos da era da metainformação. O homem está blogado, conectado, antenado no msn, no twitter, no facebook, e não foi educado para selecionar aquilo de que realmente precisa para o seu crescimento pessoal nem se comunicar com sensibilidade necessária para a produção do mundo pacífico. Este homem pós-moderno precisa ser alfabetizado para dominar a própria leitura emocional e decifrar o painel de emoções do outro, digitando: respeito, paz, união, compreensão, moderação.
Educadores competentes emocionais, aqueles que se exercitam para o uso inteligente das emoções, são, sim, capazes de ajudar o homem a mobilizar recursos neurotransmissores para a auto-administração, e aprender a auto-estimular a química cerebral para reagir positivamente ante as pressões pelo excesso de informações.

Ivone Boechat

“A natureza, os animais e o tempo também são ótimos educadores.” Latumia (W.J.F.)

Latumia.

PROFESSOR – O MESTRE DOS MESTRES

Deus reservou aos educadores a arte com abundância de ensinar.

Erasmo Shallkytton

OS SUPERDOTADOS,teem habilidades incomuns, por isso, precisam da atenção dos pais e dos educadores, evitando assim, tornarem-se crianças-problema. (Cérebro, reportagem de Hélio Contreiras, na Isto É, abril de 2002.

Hélio Contreiras Isto É

"... Os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam serem especialistas em amor: Intérpretes de sonhos."

Rubem Alves

Não posso acreditar em uma Educação onde Educadores não Leem. Suas críticas só se fundamentam no direito de ter opinião própria

Mefistófeles

PROFESSORES X FUTEBOL

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Quando nós, educadores, protestamos pura e simplesmente conta o sucesso financeiro dos atletas, em especial dos jogadores de futebol, depomos contra nós mesmos ao demonstrarmos desprezo pelo talento. Da mesma forma contradizemos nossos discursos contra exclusão; desigualdade; falta de oportunidades para os mais simples.
Aquelas pessoas que neste momento de suas vidas ganham milhões, são quase todas de origem bastante humilde. Filhos de pedreiros, serventes, lavradores, balconistas e afins, todos visionários e atentos aos sinais de que seus filhos têm algo especial: talento. Esses pais atentos apostam; dispõem de todos ou quase todos os seus poucos recursos, até marcarem o gol definitivo, acertando em cheio na grande chance dos filhos. No futuro com que nunca sonharam para si próprios.
Nas salas de aula, falamos quase o tempo inteiro em talento; no entanto, somos elitistas: não aprovamos o talento dessa gente humilde que de uma hora para outra pode ser detentora de uma fortuna que nos dá inveja, sem terem passado por ensino médio, faculdade, às vezes nem mesmo pelo ensino fundamental completo.
Mas esses atletas não chegam lá sem esforço. E muito esforço. Sacrifício. Renúncia. Ainda bem novos deixam famílias, brincadeiras, amigos de infância, e vão trabalhar duro: fazer muitas horas diárias de preparação física, treinos com e sem bolas, educação alimentar e outros cuidados criteriosos com saúde, o que inclui não ter vícios, vida sedentária ou promíscua. Tudo isso, além de aprenderem regras rígidas de convivência. Coleguismo. Ética desportiva. Recolhimento. Meditação. Autocontrole. Respeito por quem está do outro lado. Uma verdadeira universidade que os prepara para viver dignamente, como cidadãos que quase sempre não sabem falar, mas sabem agir. Sabem ser quem são. E quase nunca renegam suas origens.
Temos preconceito desses atletas, porque não foram nossos colegas de faculdade; porque venceram pelo talento sem aprender gramática e raiz quadrada. Porque não foram modelados pela educação formal. Porque ganham mais do que nós, que não percebemos o quanto eles geram em recursos, movimentação financeira, patrocínios de produtos e marcas que eles fazem vender, somados às vendas de ingressos, audiências de rádio, televisão e web, circulação de impressos e influência nas bolsas de valores.
Os milhões que esses jogadores ganham honesta e merecidamente são centavos diante das fortunas dos seus patrocinadores e o sistema que os cerca. Esses, nunca são alvos de nossos protestos, a não ser no aspecto político-partidário, que de nossa parte é sempre questionável: Temos, invariavelmente, uma bandeira partidária que tentamos substituir pela que está no poder.
Quanto ao mais, não conheço nada, além da educação formal, que seja mais educativo do que o esporte. O esporte educa bem mais do que a própria arte, se compararmos o exemplo pessoal obrigatório do esportista com o do artista. O artista, por exemplo, se for sedentário, fumante, promíscuo, viciado em droga ou álcool, continuará artista. O atleta, não. Se ele quiser ser e permanecer atleta, não poderá jamais, ser um exemplo negativo em nenhum destes aspectos. E uma criança ou um adolescente, quando imita uma pessoa que admira, o faz na sua totalidade.
Quem está com o dinheiro do professor na sua conta pessoal não é o jogador de futebol. É o político corrupto deste país, em especial, que desconhece os políticos honestos. Quem nos rouba todos os dias não é o Neymar nem o Thiago Silva. Também não é o jogador de futebol que decide as alíquotas de impostos. Ele pode estar dentro deste sistema, como todos nós que compramos, vendemos e vivemos, mas não é ele quem decide.
Nós, educadores, merecemos ser muito mais valorizados; ter salários muito melhores; ter condições muito mais humanas, dignas e honestas de trabalho, mas nosso grito de basta e de protesto tem que ser por nós. Não contra o outro. Temos que lutar pelo que é nosso, sabedores de que esse tesouro é usurpado pelo poder público e pelos poderes econômicos que mandam neste pais e estão muito acima dos jogadores de futebol. Quero ter mais, sem desejar que nenhum deles tenha menos, pois isto seria possível se os poderes constituídos não estivessem inchados de corrupção e os grandes grupos econômicos não estivessem fechados com os tais poderes.
Porém, se mesmo assim queremos protestar contra os esportes, que tal se fôssemos menos elitistas e voltássemos nossos protestos contra a fórmula 1, o golfe e outros esportes de ricos que sempre foram ricos e cujas riquezas não sabemos de onde vieram?

Demétrio Sena - Magé-RJ.

O PROFESSOR E A MÁQUINA

No pretérito, os educadores gozavam de prestígios, na contemporaneidade são desvalorizados com trilhas futuristas na substituição pelas máquinas

Erasmo Shallkytton

O poder público precisa urgente capacitar pessoas, para tornarem-se professores e educadores, mas antes precisa incentivá-los a LER, triste constatação!

Bindes , Fátima

..a educação é um direito de todos, somos todos aprendizes e educadores..

Natália alves.. Nathy

Existem professores que nunca serão educadores pois cansaram de aprender!

Kaab Al Qadir

Analisando bem os educadores que têm grande importância nos meios político-sociais de um país, no sentido de seus compromissos com a igualdade e a fraternidade, ou mesmo a educação no seu sentido mais amplo, noto que eles, ou são naturalmente sensíveis(aqui insiro os auto-didatas) para as causas humanitárias, ou se fizeram em boas universidades públicas. Há muitas honrosas exceções relacionadas aos oriundos de boas escolas religiosas, mas que não fazem da religião sua úinica verdade para educar.

Cairbar Garcia Rodrigues

SOBRE DROGAS

Sinto que como pais e educadores e estado, estamos perdendo tanto tempo perseguindo o vilão que mal nos damos conta que acabamos por não socorrer as vítimas imediatas. É lamentável, mas as drogas se mostram melhores que nós no trato com os nossos filhos e alunos, crianças e/ou adolescentes do que pensamos ser...
Definitivamente, eu nem posso me sentir uma droga de pai ou mestre... As drogas ainda têm a atenção deles...

"Acredito que já está mais do que na hora de pararmos de tentar tirar os jovens do caminho das drogas e começarmos a tirar as drogas do caminho dos jovens!"

Pinho Sannasc

Como nós futuros educadores físicos vamos fazer para conter o avanço da obesidade se os maus hábitos começam na mesa de casa?

Aqui me refiro aos casos de má alimentação e sedentarismo. O que vejo casa vez mais e mais são as pessoas trocando o café da manha, almoço ou o jantar por alimentos vazios, pobres em nutrientes, vitaminas e minerais. Ricos em sal, açúcar, gorduras saturadas, corantes. Transformam em hábito a ingesta de sanduíches, pizzas, refrigerantes, frituras, salgados de padarias ou de lanchonetes, chocolates, tortas açucaradas, bebidas alcoólicas, tira-gostos em barzinho. Tudo isso com pouca ou nenhuma atividade física, para mim isso se configura como o novo câncer da sociedade. Depois se enganam e vivem a se lamentar que não conseguem emagrecer e que a cada dia fazem é engordar e culpam a tudo e a todos menos a eles mesmos, tampouco querem ouvir conselhos ou mudar de vida.
Presenciei recentemente crianças de 4 e 5 anos, crianças até com grau de obesidade evidente se empaturrando de docinhos com muitoooo açúcar, manteiga, gordura, corantes, chocolates, salgadinhos fritos em óleo, bolos e tortas com muito recheio e coberturas, pães e muito muito muito refrigerante de todas as cores e sabores. Balas e pirulitos. E adivinhem tudo isso comprado com o dinheiro dos seus próprios pais. Ai pode ser que chegue alguém aqui e diga assim:

isso é exagero você é neurótica, foi apenas uma festinha.

Eu contudo, digo assim:

não é apenas 1 festinha, são festinhas, aniversários, confraternizações, reuniões de escola e de igreja, passeios na praia, tardes na piscina, e assim vai..
Não se tem o hábito de comer frutas no Brasil, pasmem, um pais rico em todos os tipos de frutas. Se alguém sugerir que se faça uma confraternização regada a frutas e massas integrais vão dizer que não tem sentido, que não tem graça. Que fruta e caro. Caro é um sanduíche por 10 reais ou mais, caro é um refrigerante por 5 reais uma pizza por 40 reais, um absurdo, quantos kg de frutas podemos comprar com 40 reais? podemos comprar 1 kg de maça, rica em fibras, licopeno, água, pectina e fitosterol por menos de 3 reais em qualquer supermercado. Não se trata apenas de vaidade como muitos pensam. Tratar ou evitar a obesidade é questão de saúde e bem estar físico, mental, social e emocional.

Então minha gente vamos parar de arrumar desculpas e mudar de vida JÁ!!!!!!!!

Texto de:

Veruscka Pires Pina Tuma.

Graduanda em Educação Física pela Universidade Estadual Da Paraíba - UEPB

Veruscka Pires Pina Tuma - Graduanda em Educação Física - UEPB

Um professor molda o aluno de acordo com seus ideais, se um aluno tem vários educadores sua personalidade não será nitidamente decidida, e assim, a sociedade permanece em constante transformação

LYRIO Amanda

PROCESSO EDUCATIVO

Demétrio Sena, Magé – RJ.

Educar não é um ato, como sentenciam educadores modernos. É, na verdade, quase um processo judicial. A depender de como educamos, podemos salvar ou condenar uma vida.

Demétrio Sena - Magé-RJ.

Meu parabéns hoje não vai para os professores, vai para os professores-educadores. Não há fórmula capaz de definir a distância entre os dois substantivos.
Ser professor basta ser contratado e estar junto à uma mesa cercada de aprendizes. Ser professor-educador é ser contratado, estar junto à uma mesa cercada de aprendizes e ter o dom de fazer crescer aqueles que o cerca.
Um professor-educador não quer contratos, quer amizades. O professor-educador não implora respeito, antes de mais nada, ele o exerce. O professor-educador se manifesta por aumento salarial, mas o merece de fato.
O professor-educador é ao mesmo tempo o topo e a base da pirâmide, são as duas raízes da equação, e a fórmula! O professor-educador é substantivo biforme e pronome, que sozinho torna-se paradoxo. É substantivo abstrato, próprio e coletivo!
É metáfora, que nos fazem pensar, ligação iônica, que sem oposição de pólos tornam-se impraticáveis e células, que formam o belo ser-humano! Professores-educadores não gritam, eles fazem você perceber que está errado. Não lhe estimula a ser como ele, e sim, melhor que ele.
Professores, vamos nos tornar professores-educadores!
E professores educadores: minha eterna gratidão e meus eternos aplausos.

Phelipe Skyline