Educadores

Cerca de 34 frases e pensamentos: Educadores

Há vagas para educadores:
A mentira está de sapato alto, com batom da marca “boato”, espalhando o pó de mico da desconfiança pra todo lado.

Ivone Boechat

(...)Os Educadores-sonhadores jamais desistem de suas sementes,mesmo que não germinem no tempo certo...Mesmo que pareçam frágeisl frente às intempéries...Mesmo que não sejam viçosas e que não exalem o perfume que se espera delas.O espírito de um meste nunca se deixa abater pelas dificuldades.Ao contrário,esses educadores entendem experiências difíceis com desafios a serem vencidos.(...)

Gabriel Chalita

A Arte de formar educadores para o uso inteligente das emoções

Nesta alvorada da criação a humanidade continua recriando a eterna Era do conhecimento, com erros e acertos, desde que o homem deletou o e-mail do Criador e “tocou na árvore do conhecimento”. Esta árvore do conhecimento é também usada no texto sagrado como sinônimo de árvore da vida, ou seja, árvore de emoções. O Senhor, sabedor de que o homem estava no Seu jardim da infância, soletrando as primeiras letras da alfabetização emocional, colocou no regimento interno da Escola Paternal: “Se tocares na árvore do conhecimento, certamente morrerás.” Poderia ser assim a conversa entre Criador e criatura: Produzirás a bomba atômica e certamente morrerás, criarás o avião, e, certamente morrerás...
O aluno Adão fugiu do jardim, uma escola ultramoderna, já informatizada, e foi conferir a tv a cabo do mal. O analfabeto virtual digitou rápido, escondido, a palavra desobediência, senha do inimigo, e imediatamente caíram as ligações com o Provedor. Do celular o Criador contatou: “Adão, onde estás?” Adão estava com baixa conexão virtual, porque saiu da área do Bem.
O tempo passa, a vida resplandece, a ciência evolui e os educadores continuam sublinhando lições de bom senso, estimulando para o uso correto dos bilhões de neurônios desta árvore da vida para que deem bons frutos “Toda boa árvore dá bons frutos”.
Tudo neste século será revisto. Em qualquer Era, o que torna os seres viventes capazes de navegar nas águas frenéticas da revolução social e sobreviver, sempre foi e será a educação. Ela é a resposta para os clamores de gerações que se esforçam para transpor as barreiras do imprevisível, descartável, rápido e digital
Vive-se um self service de Eras, no caldeirão científico de todas as Eras, todavia, o cientista não conseguiu criar uma célula, decifrar os mistérios do cérebro nem mapear o universo, mas ousa clonar a obra prima, numa xerox imperfeita.
Como preparar educadores para o uso inteligente das emoções? O que significa ser competente emocional? O homem ampliou e acelerou a tecnologia da informação, todavia, não aprendeu a usar o seu estabilizador emocional - o amor, aparelho com elevada potência de razão, para se harmonizar no equilíbrio.
Onde estão os alfabetizadores emocionais? Eles podem e devem ensinar, desde a mais tenra idade, a reconhecer e administrar as emoções básicas: medo, amor, raiva, tristeza, alegria. Isto através de histórias, músicas, parábolas, pesquisas, exercícios, desafios, enfim; o professor, está preparado para desempenhar seu ministério pedagógico.
A formação dos valores fundamentais para se estruturar o ser humano é o caminho para se proteger da imposição tecnológica e garantir autonomia, paz e felicidade, “mesmo na adversidade”, como ensinou Epicuro, “o homem pode e deve ser feliz. Ensinou que “felicidade é a capacidade de se desviar da fatalidade.” Desviar-se da fatalidade é manifestação de competência emocional.
Qual é o perfil do homem que se quer formar? Kant (1724-1804) orientou e sublinhou que “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.
Em meio a tantas inovações, tantas perplexidades e neuroses, Carl Jung (1875-1961) faz um alerta no seu livro “O homem moderno à procura de um alma”. Conclui que: “nenhum homem se cura de uma neurose se não encontrar um significado para a sua vida”.
Fritjof Capra (1939) físico austríaco, escreveu O Tao da Física e outros livros que estão entre os mais influentes dos últimos 30 anos. Ele afirma que “a verdadeira crise é a crise de percepção. Muitos líderes não percebem, ou fazem de conta que não percebem, quais são os verdadeiros problemas deste tempo. A solução para a maioria deles é simples, mas requer uma mudança de foco. E isso é difícil porque significaria sair da zona de conforto, e a maioria das pessoas não tem essa disposição”.
Hugo Hasmann (1933-2008) diz que “É preciso substituir a pedagogia das certezas e dos saberes pré fixados por uma pedagogia da pergunta”. É tempo de duvidar! “Penso,logo existo”? Não! Duvido, logo penso.
Em tempo novo, a síndrome da comparação social, da pressa, em plena era da ditadura da informação, da beleza, do lucro, há de se implantar a neuropedagogia, capaz de ajudar a educar as emoções desse homem novo.
Edgar Morin, no se livro Culturas de Massas no Século XXI, afirma: “A cultura de massas estendeu seus poderes sobre o mundo ocidental, produzindo industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor”...
A humanidade clama em todos os níveis e graus por educadores competentes emocionais para assumir o comando da educação dos cidadãos da era da metainformação. O homem está blogado, conectado, antenado no msn, no twitter, no facebook, e não foi educado para selecionar aquilo de que realmente precisa para o seu crescimento pessoal nem se comunicar com sensibilidade necessária para a produção do mundo pacífico. Este homem pós-moderno precisa ser alfabetizado para dominar a própria leitura emocional e decifrar o painel de emoções do outro, digitando: respeito, paz, união, compreensão, moderação.
Educadores competentes emocionais, aqueles que se exercitam para o uso inteligente das emoções, são, sim, capazes de ajudar o homem a mobilizar recursos neurotransmissores para a auto-administração, e aprender a auto-estimular a química cerebral para reagir positivamente ante as pressões pelo excesso de informações.

Ivone Boechat

“A natureza, os animais e o tempo também são ótimos educadores.” Latumia (W.J.F.)

Latumia.

PROFESSOR – O MESTRE DOS MESTRES

Deus reservou aos educadores a arte com abundância de ensinar.

Erasmo Shallkytton

Neste mundo somos todos educadores, aprendizes uns dos outros.

LuizaReis

Não posso acreditar em uma Educação onde Educadores não Leem. Suas críticas só se fundamentam no direito de ter opinião própria

Mefistófeles

"... Os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam serem especialistas em amor: Intérpretes de sonhos."

Rubem Alves

OS SUPERDOTADOS,teem habilidades incomuns, por isso, precisam da atenção dos pais e dos educadores, evitando assim, tornarem-se crianças-problema. (Cérebro, reportagem de Hélio Contreiras, na Isto É, abril de 2002.

Hélio Contreiras Isto É

Descobri o que nós educadores somos desse sistema educaional brutal em que estamos inseridos: somos o óleo que mantém a engrenagem...dispensáveis e substituíveis ! Nada mais!

Malu Nunes

Somos educadores por escolha, pois encontramos no olhar de cada criança a inspiração para ensinar e sempre acreditar num mundo melhor!

Flávia Barros

Meu parabéns hoje não vai para os professores, vai para os professores-educadores. Não há fórmula capaz de definir a distância entre os dois substantivos.
Ser professor basta ser contratado e estar junto à uma mesa cercada de aprendizes. Ser professor-educador é ser contratado, estar junto à uma mesa cercada de aprendizes e ter o dom de fazer crescer aqueles que o cerca.
Um professor-educador não quer contratos, quer amizades. O professor-educador não implora respeito, antes de mais nada, ele o exerce. O professor-educador se manifesta por aumento salarial, mas o merece de fato.
O professor-educador é ao mesmo tempo o topo e a base da pirâmide, são as duas raízes da equação, e a fórmula! O professor-educador é substantivo biforme e pronome, que sozinho torna-se paradoxo. É substantivo abstrato, próprio e coletivo!
É metáfora, que nos fazem pensar, ligação iônica, que sem oposição de pólos tornam-se impraticáveis e células, que formam o belo ser-humano! Professores-educadores não gritam, eles fazem você perceber que está errado. Não lhe estimula a ser como ele, e sim, melhor que ele.
Professores, vamos nos tornar professores-educadores!
E professores educadores: minha eterna gratidão e meus eternos aplausos.

Phelipe Skyline

Nossos pais, familia e educadores, certamente esforçaram para nos oferecer e educar com o melhor... Porem sabemos que nem sempre acertavam em todos os aspectos... Desenvolvemos lembranças tristes destas falhas, ou como os eruditos ou talvez os acomodados, podemos também chamarmos de "traumas"... Todos passaremos em algum momento pela função de pai, de educador, e assim entenderemos o esforço e a dificuldade para atingir o perfeito... Podemos sentar, chorar, repudiar, lamentar, lembrar, amedrontar, e muito mais, para muitas situações de nossas vidas e colocar a culpa nos "traumas"... Ou podemos fazer como as grandes mentes, os grandes sabios e as pessoas de grande sucesso... Entenda e valorize o esforço mesmo que os educadores cometeram falhas, e aproveite o outro lado, o lado que gera "reação", o lado que te fizestes "sofrer" e tu fostes obrigado a se flexibilizar, a ser criativo, a buscar maiores explicações, a buscar maiores condições de mobilidade, condições culturais, intelectuais e financeiras... Quando parar de chorar e aceitar as falhas e compreender os resultados reativos, perdera todos os traumas... Entendera porque os grandes traumaticos na infancia se tornaram grandes nomes... Não abaixe a cabeça, não chore, não olhe para tras...

Adriano Guedes

Os seus erros não são falhas, mas sim educadores para o seu futuro. Deus sempre providencia um lugar para novos começos. Faça todas as coisas que Deus deseja que você faça e seja o que Deus deseja que você seja! O preço já foi pago. A unção que despedaça o jugo já foi derramada. Aja! Vença a estagnação! Deus tem o melhor pra você!

Rosangela Diana

"AS AFLICOES SÁO OS NOSSOS MAIORES EDUCADORES,
AS PESSOAS ENXERGAM MAIS LONGE PELAS LÁGRIMAS
QUE DERRAMAM,QUE SE OLHASSEM PELO MAIS MODERNO
TELESCÓPIO".

Rivaildo Freitas cardoso

Na educação há muito a se fazer, nós educadores temos obrigação de trabalhar com nossos alunos a realidade e o novo, temos por obrigação e amor formar seres pensantes, pesquisadores que não tenham medo de enfrentar a vida e conquistar seu espaço.

Tatiana da Silva Lima Gomes dos Santos.

O PROFESSOR E A MÁQUINA

No pretérito, os educadores gozavam de prestígios, na contemporaneidade são desvalorizados com trilhas futuristas na substituição pelas máquinas

Erasmo Shallkytton

Respeito e admiração
Professor, professora. Educadores. Todo dia é dia do mestre! De quem ensina e de quem aprende. De quem entende o sublime destino de caminhar ao lado das sendas do conhecimento, do aprendizado, do encontro com o novo, com o recontado. Histórias do cotidiano de milhares de professores e professoras que nos mais diversos rincões exercitam essa magnífica expressão de amor: partilhar sonhos, medos, angústias, dúvidas, projetos, vida. Agostinho de Hipona, famoso pregador medieval, ensinava por meio de sermões. Dizia que o sermão era uma dívida de amor que deveria ser paga sempre. O amor que transbordava, conhecimento vivo, vivificador. Palavra poderosa que animava, isso é, dava alma aos fiéis ouvintes. Rousseau, em Emílio, obra clássica da educação, clamava: "(...) uero ensinar o mais importante: quero ensinar-lhe a viver". É o amor que ensina a viver. E isso não é utopia. É o cotidiano dos nossos mestres nas salas de aulas. Regentes de instrumentos diversos. Uns mais afinados, outros mais arredios. Mas todos com sua beleza. É preciso talento: saber ouvir, puxar a corda até o ponto certo para que não fique frouxa nem arrebente. Entender o tom e o modo de misturar tantas e tão diversas habilidades. O resultado é a sinfonia que se nota nas salas de aula, lugar sagrado em que mestres e aprendizes vivem a poesia da vida. Nietzsche falava dessa poesia nas menores coisas. O olhar no olhar, por vezes distante e entristecido do aluno. Por vezes agressivo, não por essência, mas por ausência. Ausência de afeto, de projetos, de futuro. Basta dar perspectiva aos jovens e eles se tornam gigantes. E isso nós também percebemos em nossas escolas. Dia do mestre. O governador Geraldo Alckmin conta com entusiasmo sobre seus tempos de professor. Histórias do curso de madureza. Histórias da química orgânica, matéria que regia magistralmente como mestre que já antecipava o carinho e o respeito que tem pelas pessoas. E é esse respeito que faz com que ele coloque a educação como a grande prioridade de seu governo. E nesse diapasão multiplicam-se os projetos e as ações. A Escola da Família e o desafio de levar 6 milhões de famílias às escolas, nos finais de semana, para a difícil arte da convivência. Aprendizado conjunto, eficaz. 25 mil bolsas de estudos para jovens carentes egressos de escolas públicas. É praticamente uma nova universidade. Além disso, a implantação da USP, na Zona Leste, e a ampliação da UNESP. O crescimento das Faculdades de Tecnologia. É o governo educador. Sério. Transparente. Sabe que ainda falta muito, mas tem consciência de que educação é processo e não demagogia. São Paulo tem os melhores índices de informatização escolar. Enquanto no Ensino Médio temos 95% das escolas com computadores, a média nacional é de 38%. É ainda o único Estado que garantiu o curso de graduação aos professores e agora lança o programa Bolsa-mestrado para que o mestre que ensina possa aprender cada vez mais. O investimento em formação continuada não pára por aí: o programa de inclusão digital possibilitou que 60 mil professores pudessem ter computador em casa. Além disso, criamos programas como Teia do saber e Rede do saber. A maior rede de videoconferência do País e uma das maiores do mundo com mais de 100 pólos de alta geração, utilizando a tecnologia para desenvolver a sensibilidade. Dia do mestre. Tarefa árdua e gratificante. O que pensa o alfabetizador quando percebe os rabiscos se transformando em letras, palavras, pensamento? O que sente o professor de matemática com as primeiras operações que se transformam em equações e demonstram a força do raciocínio? E os primeiros estudos de ciências? A curiosidade fremente nas descobertas do corpo humano. Edificadores de uma história em construção perene. Guerreiros medievais, artistas renascentistas. A arte. A magia da arte que leva ao palco, aos muros das escolas, aos corais que multiplicam essa sensibilidade que não pode ficar adormecida. E a literatura? A história dos sentimentos. História contada por filigranas de quem enxerga um pouco mais e transforma o cotidiano em uma inesquecível narrativa. E assim sucessivamente. O conhecimento se avolumando e dando maturidade aos navegadores que ainda temem deixar o porto-seguro. É preciso pensar com liberdade. Aluno não é receptáculo de conhecimento. É águia ensaiando vôo. Respeitar e valorizar o mestre é tarefa de todos. Governo e sociedade. Se há professores que não ensinam e que não têm o grande compromisso de educar, essa minoria não pode tirar o brilho da grande plêiade de mestres que dedicam a vida à arte de fazer pessoas felizes. Arte de amor... Como os sermões de Agostinho de Hipona, a educação cotidiana de Rousseau e a poesia da simplicidade de Nietzsche.


Publicado no jornal Diário de S. Paulo

Gabriel Chalita

Analisando bem os educadores que têm grande importância nos meios político-sociais de um país, no sentido de seus compromissos com a igualdade e a fraternidade, ou mesmo a educação no seu sentido mais amplo, noto que eles, ou são naturalmente sensíveis(aqui insiro os auto-didatas) para as causas humanitárias, ou se fizeram em boas universidades públicas. Há muitas honrosas exceções relacionadas aos oriundos de boas escolas religiosas, mas que não fazem da religião sua úinica verdade para educar.

Cairbar Garcia Rodrigues

Já no século XV termo infante - criança já era objeto de estudos de educadores Europeus e no século XVII e XVIII- Estados Unidos o amplia para Todos, aqui ainda estamos aprendendo.

Bindes Fá - crianças