Doente

Cerca de 480 frases e pensamentos: Doente

Estou doente! Estou confusa no momento, mas vou me lembrar que ninguém anda com os pés fora do chão. Seja como for, eu sei, pois já passei por isso, vai passar novamente. Costumo fazer promessas, mas elas nunca são cumpridas. Então aprendi que não devemos prometer eternidade se tudo for banalidade. - texto: "Pela terceira vez, e que seja a ultima" -

Daniely Rocha

Da alma Jesus é especialista,se ela está doente, só Ele tem a receita certa.

Jane Alves Leal

Não me lembro bem quando foi que eu comecei a ficar doente, não doente de verdade, doente por dentro. Meus sentimentos secaram, minhas lágrimas estão depositadas em um lugar escuro e de lá faz tempo que elas não saem. Estou fria, e quente ao mesmo tempo, dês de tão cedo querendo dar um tempo de tudo, e sempre concordando com a maioria quando dizem que o pior ainda estar por vir.

Luana Rodrigues

Um mineiro vai ao médico, depois de ter estado doente um tempão.
O médico, depois de um exame detalhado, olha nos olhos dele e diz:
- Tenho más notí­cias... Você está com câncer incurável.. Eu lhe dou de duas a quatro semanas de vida.
Na sala de espera, ele encontra seu filho, que estava o aguardando.
- Estou com câncer e tenho pouco tempo de vida. Vamos ao bar tomar umas cervejas, para aliviar.
Depois de alguns copos eles estão um pouco mais alegres. Vão as risadas, as gargalhadas, e mais cerveja.
Alguns amigos chegam e perguntam o motivo daquela alegria toda.
O mineiro repete a história da comemoração, dizendo que está com Aids.
Os amigos ficam consternados e acabam tomando cerveja também.
No momento em que está perto do doente, o filho diz ao ouvido dele:
- Pai ! Você disse pra mim que estava com câncer, mas pra eles você disse que está com Aids.
O mineiro olha discretamente em volta antes de responder baixinho:
- Eu estou com câncer mesmo, filho... Eu só não quero é esse pessoal comendo a tua mãe depois que eu morrer.

Laanaa Kaariinee

O amor é remédio, e quem não ama sofre de uma dor despercebida, vivendo doente de desespero sentimental.

J Cleibson da Silva Nuna

Observei-o enquanto se afastava, com meu coração doente- embora fosse uma doença agradavel, se é que existe algo assim.
Quero dizer que se você teve uma noite mais excitante do que o resto de sua vida, fica triste quando ela acaba; mas continua grato porque ela aconteceu.

Arthur Golden

Nascimento, Vida e Morte do Amor

Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,

Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,

O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?

Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.

Bruno Felipe

Pelo lado sadio da vida, uma vida sem amor é uma vida doente, que termina em doença.

Torsh

O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en#31;fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

A ausência só mata o amor
quando ele já está doente na
data da partida.
Posso morrer por amor, mas prefiro viver para te amar!

Guismane Vasco Simoes

A diferença do cachorro sarnento que anda na coleira e do dono, é que o dono larga o cachorro doente em qualquer esquina, mas o cachorro já mais abandonaria o dono se ele tivesse sarna, e isso cria uma imagem perturbada de amor...isso não é amor, isso no meio animal se chama instinto (presente na linhagem do gênero canis da espécie canis familiares)lealdade.

Thiago Conti

Somos escravos duma sociedade doente onde coisas doentes são consideradas normais e coisas normais são consideradas doentes

Mr. GaTTaX

Eles dizem que você é doente e que essa rebeldia é fase adolescente. Mas não, não vá se entregar. Dê uma outra chance pra você, não se isole por que você...Você é ALGUÉM!

Rebeca C.

O corpo responde, está quase contagiado por uma mente um tanto quanto doente.

Gabriela Stacul

Estou perdendo o hábito de escrever. Credo, estou ficando doente.

Jussara Devita

Estou doente. Doente de amor. Há meses venho tentando arrancar esse vírus que se espelhou por minhas entranhas, dilacerando meu ser. Apesar da luta dos anticorpos que me restam sadios, ele só faz crescer e se fortalecer. Minha ciência é pouca para desenvolver um antídoto. Porém, minha filosofia é suficiente para me convencer de que o tempo tudo resolve. O que resta é sentir a dor até que o amor esmaeça. Sem usar a quimioterapia dos “romances” que pode me causar efeitos colaterais irreversíveis. Curá-lo-ei apenas com a homeopatia do tempo, pois meu amor é fiel, primeiro à minha integridade, depois à pessoa amada. Amo-a tão somente.

Mara Oliveira - Caruaru - PE

A lágrima pode ser um suspiro de um coração doente de amor...

Jai Dias

Amor doente, grita e chora, insistentemente, sem cessar. Está ciente que, mais cedo ou mais tarde, sua hora vai chegar

Leandro Cesaroni

“[...]quando nossa alma ta doente pouco importa se alguém vai ligar ou não, agente segue por um caminho em que a solidão já não dói tanto pra dizer a verdade nem a dor dói tanto porque ela vira um terceiro braço e agente se acostuma. Já não há ligações para esperar, nem pedidos de perdões para aliviar, é a sequidão do não-querer sentir mais nada.”

Kamylla Cavalcanti

‎''Nos deram espelhos, e vimos um mundo doente..'' Cada vez mais essa doença se prolifera... Como pessoas da mesma raça podem se matar tão descaradamente assim? Como que a gente pode viver em um mundo onde se você sair na rua, você corre o risco de levar um tiro? Por absolutamente nada, essa é a pior parte.Por quê esse extinto de matar? Que que tem na cabeça dessas pessoas? Tiram vidas, como se fosse nada.Destroem pessoas, famílias, como se não significasse nada.E aí, quem vai mudar isso? Se tudo é violência, se tudo se resolve na base da violência, que cabeça é essa? Eu humildemente digo que eu tenho nojo dessa raça.Dessa raça que mata sem ter por quê, que destrói sem motivo.. Hoje uma vida foi tirada, amanhã outra vida será tirada, e assim por diante... Agora me diz, porque? Qual a graça de sair por aí distribuindo tiros? Sair por aí destruindo quem você bem entender.. E a dor não consta? Somos Humanos, da mesma raça, sabe o quanto dói você ver nós mesmos nos destruindo? Destruindo o mundo? E Deus, não se menciona? Cadê toda aquela irmandade? Vocês contribuem pro mundo cada vez mais se perder.. E essa história vai se repetir incontáveis vezes se todo mundo ficar parado.Eu perdi pessoas, por bobeiras também.. Por armas, por violência, por droga, por bebida.No que adiantou? Se quanta mais as pessoas morrem, causam mais mortes.. Se você pensa que matando uma só pessoa, só destrói uma.. Você tá enganado.. Matando uma pessoa, você mata uma família também, mata amigos.. Por dentro, por fora.

Lara Hipólito