Doente

Cerca de 353 frases e pensamentos: Doente

Professores doentes formam alunos doentes para uma sociedade doente!

Ezequias Clarindo

O homem é um doente perambulando pela vida desde que nasce, como se fosse um ébrio- de vez em quando vai ao médico, assustado com algum sintoma, que sendo escondido pelos remédios se acalma.

Norberto Keppe

Não encontrei amigos quando doente, só me restou Deus, este sm me carregou em seus braços.

Roberson Avellar Ramos

O INSS aceitou meu atestado, me convici estou realmente doente.

Roberson Avellar Ramos

Estou sem benefício, sem trabalho, doente e mendigando uma aposentadoria, vivo num país onde adoecer é errado, ser ladrão é normal, matar, estrupar, roubar e furtar não tem problemas quando se é de menor.

Roberson Avellar Ramos

É o fim do absurdo ,a gente tratar mal,um pessoa anormal só porque é doente .....

zelosilva

Era Esposo da minha Esposa ,depois que fiquei Velho e Doente ,passei a ser filho Também.....

zelosilva

Ele está pulando, ele está gritando, ele está cansado.
Ele está ferido, ele está doente, ele etá bandido.
Ele está confuso, ele está fraco, ele está astuto, ele está calmo.
Ele está negro, ele está intruso, ele está escuro, ele está seco.
Ele está mentindo, ele está negando, ele quer viver, ele quer você... ♥

Érwelley C. de Andrade ALBDF

Seu corpo me pertence igual duas velhas doente
é com moto serra eu ranco seus dentes é massacro todos seus parentes .

Fabricio faah massaker faah kill

O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en#31;fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

A ausência só mata o amor
quando ele já está doente na
data da partida.
Posso morrer por amor, mas prefiro viver para te amar!

Guismane Vasco Simoes

Não deveriam discriminar uma pessoa doente mental, só porque ela possui problemas

Juliana Duques

Respiradores, monitores cardíacos, soro intravenoso e ressuscitadores, embora crucias para os doentes e moribundos, são inúteis para os mortos. Eu preciso de um suporte, mas não do tipo tecnológico. Preciso de alguém que tem fé suficiente para se entregar completamente a mim. Uma pessoa que não apenas ficasse do meu lado, mas que deixasse eu entrar nela, invadi-la, habitá-la. Uma alma gêmea.

Karem Brito

Um sistema que deturpa os verdadeiros valores humanos, só pode gerar uma sociedade moralmente doente.

Pedro Licio

Estar doente é uma vontade física contrária aos desejos totais imaginados, sobressaindo a realidade aos limites do corpo

Kiko Arquer

_Bagunçado
Um novo estado que inventei para as pessoas.
Ao invés de doente, feliz, triste, nervoso ou chateado eu me encontro bagunçado..
É, experimenta dizer isso, um dia você vai se sentir assim e me dizer.
A vida. Muita coisa pra pensar, fazer, se preocupar, sacrificar, decidir, arrumar.. E pouco tempo. Daí você fica bagunçado e não sabe o que fazer e consequentemente fica perdido.
Suas obrigações vão atrasando, você vai perdendo tempo, oportunidades, chances e pessoas.. Vai perdendo o seu conteúdo, a sua essência. Não se sente mais o mesmo, perde o prazer de viver, as soluções.. Vai ficando sem saída..
E de repente, nada importa mais. Não se tem mais preocupação com nada. E com a pouca força que te resta, você a utiliza pra perceber o quão inútil você está sendo. Mas não, você não é idiota. Só está sentindo falta de algo, e isso vai te mudando sem que você perceba.
É.. Não é depressão não.
É um status, não disse? Logo passa e vem outro. Talvez você fique feliz depois.. ou triste.. ou confuso. Ou você se bagunça nos seus próprios sentimentos.

Murillo Gouveia

Desde ontem me sinto meio doente e não me refiro á dores no corpo mas sim as das alma,aquelas dores que só quem sente,vez em quando sabe o quanto doí,o quanto machuca ,nos faz sofrer...Momentos como esse serve para nós refletirmos,como estamos,se está tudo realmente como desejamos,se não deixamos nenhum sonho decair no meio do nosso caminho,que muitas vezes não nos dar tempo e nem forças para reergue-lo,mas talvez hoje eu necessite dele para continuar,talvez ele seja o curinga para eu conseguir passar ao próximo nível....Por isso peço um tempo,para pensar e refletir se devo ou não busca-lo,se vale ou não substitui-lo por algo, quiça ate mais significativo,valioso! Necessito saber disso para seguir adiante.

RayanneLima

MÃE, POSSO IR AO HOSPITAL VER MEU AMIGO? ELE ESTÁ DOENTE! CLARO, MAS O QUE ELE TEM? O FILHO, COM A CABEÇA BAIXA, DIZ: TUMOR NO CÉREBRO. A MÃE, FURIOSA, DIZ: E VOCÊ QUER IR LÁ PARA QUÊ? VÊ-LO MORRER? O FILHO LHE DÁ AS COSTA E VAI. HORAS DEPOIS ELE VOLTA VERMELHO DE TANTO CHORAR, DIZENDO: AI MÃE, FOI TÃO HORRÍVEL, ELE MORREU NA MINHA FRENTE! A MÃE, COM RAIVA: E AGORA? TÁ FELIZ? VALEU A PENA TER VIST​
O AQUELA CENA? UMA ÚLTIMA LÁGRIMA CAI DO SEUS OLHOS E ACOMPANHADO DE UM SORRISO,ELE DIZ: MUITO, POIS CHEGUEI A TEMPO DE VÊ-LO SORRIR E DIZER: EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA... AMIGOS NÃO SE RESUMEM APENAS EM BONS MOMENTOS! HOJE UM SONHO, AMANHÃ NOSSA REALIDADE. NÃO PRECISA CURTIR NEM NADA, SÓ COPIA E COLA NO SEU MURAL SE VOCÊ FARIA ISSO POR UM BOM AMIGO !

Jorgival