Doente

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O mundo está evoluindo e a cada dia a cada minuto, a sociedade está ficando doente e assustadora e a cada vez mais levando, a solidão e tristeza a dominar, onde torna o ser humano, a não ser um animal mais sim mostrar a dor e um sofrimento de ser uma pessoa depressiva.

Patrick de Souza

A criatura

Sou ferida em meu desespero, doente das loucuras que assombram meu coração. Desejos e sensações, espalhando pólvora dentro de mim. E me pergunto, quem será o palito que acenderá a essa explosão? Deixando alguns rastros profundos e outros que se apagarão com o tempo. Nessa angustia, eu anseio a uma criatura, do outro lado do rio. Chego ás margens, sempre querendo atravessar, mas nunca consigo. O medo da água, ou talvez o não saber nadar, entram em choque com todo o meu desespero, por desejar aquela fera, ali, na minha frente. Eu a vejo e a admiro em cada detalhe, que faz único seu ser tão magnífico, que enlouquece e acalma meu coração, desde que a vi. A criatura, e quase tudo que vejo, porque tudo em volta, já não tem a importância, que ela tem pra mim. Tudo se desbota, diante do meu ser desejado. Em meus pensamentos, apenas uma pergunta. Manter-me na margem, sabendo que jamais terei a fera, ou mergulhar de cabeça na correnteza do rio, tendo o alivio de saber, que ao menos tentei? Olhos fixos aos meus, penetrantes, mas não sei dizer, se ela quer que eu atravesse o rio por ela. Irrelevante talvez! Apenas preciso dizê-la, o quão linda és e como me encanta com sua presença. Necessidade para que saiba, que mudou tudo em que eu acreditava, no instante em que a vi. A dor, já se alastra dentro de mim. Não adianta! Melhor morrer tentando, do que a desejando. Junto tudo que tenho, tudo que acho que tenho, tudo que penso em ter. Força? Talvez seja isso, que espero juntar, para tentar minha ultima chance de tê-la. Me afasto da margem, corro e mergulho de cabeça no rio. A correnteza, o frio, as pedras, tudo parece apunhalar-me, a dor chega a um estado, que ultrapassa meu limite. Não paro, já não sei se tento, para não perder a vida ou se para ter a minha criatura. Meus gritos, traduzem meu desespero de chegar a outra margem. Mas já não consigo mexer-me . Aos poucos, tudo fica lento, a respiração já não absorve o oxigênio que necessito, meu corpo trava, meu cérebro para. Meu ser então fica indolor, mudo e surdo. O que aconteceu? Devo ter morrido. Não tem importância, ao menos tentei tê-la. Depois de um tempo na escuridão, uma luz bem pequena no final do túnel, faz com que eu olhe fixamente. Deve ser o céu ou o inferno, seja lá pra onde eu tenha que ir. Finalmente consigo abrir os olhos, mas vejo arvores, deve ser o céu, penso. O inferno não teria arvores, teria? Tento me levantar, mas sinto que cada pedaço do meu corpo, foi esfaqueado por milhares de facas. E tão obvio, volto a sentir as dores, a angustia, a loucura e o desespero. De repente, sinto um carinho. De quem é a mão que me afaga? Me viro e lá está a minha criatura. Não é o céu, é a outra margens do rio. Com seus olhos penetrantes e doce, aquela imagem, já me faz esquecer de tudo. Onde estou e quem sou? Não sei dizer. Irrelevante talvez! A fera, ali, diante de mim, tão perto, tão magnífica, tão linda. Levanto e me aproximo, somos um só naquele momento, pois não há necessidade de palavras. Bastou um único gesto para que a criatura entendesse, que tudo que fiz, faria de novo, pois é melhor “morrer”, do que jamais ter, o meu ser desejado.

Karoll Bianna

Tecnologia VERSUS Humanidade

Platéia de um mundo doente?
Autor de sua própria história?
Viver num mundo silente?
Achando que interage!
Falta...
Olho no olho!
Sorriso que ecoa!
Vidas que se tocam...
Acha?
Chegou o dia que temias....

Somos apenas uma geração de idiotas...
Somos apenas uma geração...
Somos apenas..
Somos...
Somos?
Idiotas!

Autor de sua própria história...

Mônica Carmo

MÃE, POSSO IR AO HOSPITAL VER MEU AMIGO? ELE ESTÁ DOENTE! CLARO, MAS O QUE ELE TEM? O FILHO, COM A CABEÇA BAIXA, DIZ: TUMOR NO CÉREBRO. A MÃE, FURIOSA, DIZ: E VOCÊ QUER IR LÁ PARA QUÊ? VÊ-LO MORRER? O FILHO LHE DÁ AS COSTA E VAI. HORAS DEPOIS ELE VOLTA VERMELHO DE TANTO CHORAR, DIZENDO: AI MÃE, FOI TÃO HORRÍVEL, ELE MORREU NA MINHA FRENTE! A MÃE, COM RAIVA: E AGORA? TÁ FELIZ? VALEU A PENA TER VIST​
O AQUELA CENA? UMA ÚLTIMA LÁGRIMA CAI DO SEUS OLHOS E ACOMPANHADO DE UM SORRISO,ELE DIZ: MUITO, POIS CHEGUEI A TEMPO DE VÊ-LO SORRIR E DIZER: EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA... AMIGOS NÃO SE RESUMEM APENAS EM BONS MOMENTOS! HOJE UM SONHO, AMANHÃ NOSSA REALIDADE. NÃO PRECISA CURTIR NEM NADA, SÓ COPIA E COLA NO SEU MURAL SE VOCÊ FARIA ISSO POR UM BOM AMIGO !

Jorgival

A cura acontence quando de fato você se convence que está doente; e não que é doente.

Nilton Mendonça

É a mente que torna bom o doente, que torna a pessoa desgraçada ou infeliz, rica ou pobre

Edmund Spencer

Hoje o dia é um dia chuvoso e triste
amortalhado
Naquela monotonia doente dos grandes dias.

Hoje o dia...
(a pena caiu-me das mãos)

Acabou-se o poema no papel.
Cá por dentro
Continua...

Oh! este marulhar das almas no silêncio!

Fernando Namora

Eis que como um oásis me surge,
Um obelisco no vazio,
A saúde á uma vida doente,
Aquecendo meu corpo tão frio,
Pondo gosto em meu lábio dormente,
Regando-me de satisfação,
Me fazendo viajar
É tanta satisfação!!

Keyla Débora

Quando dentro de uma igreja existe acepção de pessoas, é sinal de que ela está doente.

Dan Lemes

Como anda o coração? Ele bate, mas bate num ritmo cada dia mais lento. Não porque ele esteja doente, mas por falta de quem o faça bater aceleradamente.

Maxwell Santos

“[...]quando nossa alma ta doente pouco importa se alguém vai ligar ou não, agente segue por um caminho em que a solidão já não dói tanto pra dizer a verdade nem a dor dói tanto porque ela vira um terceiro braço e agente se acostuma. Já não há ligações para esperar, nem pedidos de perdões para aliviar, é a sequidão do não-querer sentir mais nada.”

Kamylla Cavalcanti

‎''Nos deram espelhos, e vimos um mundo doente..'' Cada vez mais essa doença se prolifera... Como pessoas da mesma raça podem se matar tão descaradamente assim? Como que a gente pode viver em um mundo onde se você sair na rua, você corre o risco de levar um tiro? Por absolutamente nada, essa é a pior parte.Por quê esse extinto de matar? Que que tem na cabeça dessas pessoas? Tiram vidas, como se fosse nada.Destroem pessoas, famílias, como se não significasse nada.E aí, quem vai mudar isso? Se tudo é violência, se tudo se resolve na base da violência, que cabeça é essa? Eu humildemente digo que eu tenho nojo dessa raça.Dessa raça que mata sem ter por quê, que destrói sem motivo.. Hoje uma vida foi tirada, amanhã outra vida será tirada, e assim por diante... Agora me diz, porque? Qual a graça de sair por aí distribuindo tiros? Sair por aí destruindo quem você bem entender.. E a dor não consta? Somos Humanos, da mesma raça, sabe o quanto dói você ver nós mesmos nos destruindo? Destruindo o mundo? E Deus, não se menciona? Cadê toda aquela irmandade? Vocês contribuem pro mundo cada vez mais se perder.. E essa história vai se repetir incontáveis vezes se todo mundo ficar parado.Eu perdi pessoas, por bobeiras também.. Por armas, por violência, por droga, por bebida.No que adiantou? Se quanta mais as pessoas morrem, causam mais mortes.. Se você pensa que matando uma só pessoa, só destrói uma.. Você tá enganado.. Matando uma pessoa, você mata uma família também, mata amigos.. Por dentro, por fora.

Lara Hipólito

A inveja é a podridão da alma. Um ser invejoso pode se considerar extremo doente da alma.

Michelle Castrof

Observei-o enquanto se afastava, com meu coração doente- embora fosse uma doença agradavel, se é que existe algo assim.
Quero dizer que se você teve uma noite mais excitante do que o resto de sua vida, fica triste quando ela acaba; mas continua grato porque ela aconteceu.

Arthur Golden

Nascimento, Vida e Morte do Amor

Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,

Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,

O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?

Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.

Bruno Felipe

Pelo lado sadio da vida, uma vida sem amor é uma vida doente, que termina em doença.

Torsh

O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en#31;fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

O desafio da vida esta em olharmos para aqueles que praticam o mal e enxergar ali uma pessoa doente e entender, que estaremos tão doentes quanto ela, se não formos capaz de amá-la!

Carla Gonzaga Rabetti

- Eu sou doente, tomo quatro comprimidos por dia...
- E vergonha na cara,você não toma?

Kevin Martins