Diversidade Cultural e Inclusão Social

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O incentivo à leitura além de ser uma importante ação cultural, promove também a inclusão social e o desenvolvimento de novas ideias.

Rozilda Euzebio Costa

A riqueza Humana consiste na diversidade cultural religiosa do presente e do passado.

Willian M. Schneider

Se o país que você vive já é perfeito.Então pra que exigiram a inclusão social?

Mr.Gui

O pensamento é a inclusão do ser humano em seu próprio ciclo social...

Kássia Modesto

Novo Oriente
APAE: DOIS ANOS EM PROL DA INCLUSAO SOCIAL



Um Pouco da Historia
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Novo Oriente, foi fundada a 27 de maio de 2010, surgindo como uma ONG, associação civil, educacional, cultural, filantrópica, assistencial, de saúde, de estudo e pesquisa, sem fins lucrativos, com duração indeterminada, tendo como idealizadores do brilhante projeto o deputado Nenen Coelho e sua esposa Cristianne Ferreira Coutinho Sampaio, que sentiram a necessidade de propiciar atendimento a uma significativa parcela da população de Novo Oriente portadora de necessidades especiais. Juntos, diante da necessidade extrema da aplicação de medidas urgentes para atender os anseios de inúmeras famílias, o casal lançou mão de uma atitude desafiadora – a implantação de um atendimento especializado, tendo como principal objetivo um olhar mais atento e humanizado, voltado a estas pessoas que, há muito tempo sonhavam por momento tão especial para si e para seus filhos.
Cristianne abraçou a ideia, aceitou o desafio de que a partir daquele momento lutaria com todas as forças em defesa da causa das famílias cujos filhos são portadores de necessidades especiais.
Durante um ano, através de sucessivas reuniões, visitas domiciliares, com o apoio de famílias, de amigos e da mídia local e de mobilização, tornou-se realidade o sonho tão desejado da sociedade novorientense. No dia 27/05/2010 foi implantada a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.

MOMENTOS APAEANO:

Cristianne Sampaio comemora o segundo aniversário da APAE, com a realização de eventos, convocando a sociedade a uma participação direta para a manutenção e o sucesso de tão importante projeto. A sociedade do município de Novo Oriente tem correspondido comparecendo em grande escala, dado o alcance social do projeto. Cristianne sente-se realizada e agradecida a Deus, ao seu esposo, amigos, às famílias e a sociedade em geral, pelo apoio que foi de grande importância para o nascimento desta instituição no município.

ARRAIÁ: SER DIFERENTE É NORMAL

O Arraiá da APAE, foi de grande alegria para alunos, professores, pais e sociedade em geral. Para comemorar o dia de São João, foi realizada uma quadrilha na própria sede da APAE, com muito colorido e arrasta pé. Uma banda local com sanfoneiro animou a festa da família apaeana. Deputado Nenen Coelho e sua esposa Cristianne, presidente da APAE, prestigiaram o evento, juntamente com a vice- presidenta Sheila e associados. A escola foi toda ornamentada com material reciclável, pelos professores e amigos. Os alunos ensaiaram cada passo da quadrilha com seus professores, para fazerem bonito no arraiá. Resultado? Brilharam!!!

XXIII FESTIVAL JUNINO DE NOVO ORIENTE

Nos dias 28, 29, 30 de junho e 1º de julho, a Prefeitura de Novo Oriente através da Secretaria de Cultura, Turismo e Desporto e a Secretaria de Educação, realizou o Festival Junino de Novo Oriente. Foram quatro dias de muita festa na Praça Sargento Hermínio. Dia 28, se apresentaram as quadrilhas mirins, o 1º lugar ficou com a quadrilha Luar do Sertão Mirim, da Escola Otávio Rodrigues; o 2º lugar ficou com a quadrilha Pimpolhos do Brilho do Sol, de Monte Alegre e, o 3º lugar, ficou com a quadrilha Paixão Mirim de Agrovila. Dia 29 aconteceu a final do Pré-São João, com apresentação das quadrilhas matutas, que deu o 1º lugar à quadrilha Tiquin de Tudo; o 2º lugar à quadrilha Paixão Nordestina de Agrovila, e o 3º lugar ao Arraiá Pé-de-Serra de Cavaco. Dia 30, aconteceu o festival de quadrilhas estilizadas, que conferiu o 1º lugar à quadrilha Terra Junina, da cidade de Independência; o 2º lugar à quadrilha Roça de Milho, da cidade de Crateús, e o 3º lugar à quadrilha Coração Junino, da cidade Independência. No dia 1º de julho, realizou-se uma grande festa na Praça Sargento Hermínio, com várias bandas de forró. Os vencedores foram agraciados com prêmios, troféus e medalhas. O festival junino é realizado anualmente como forma de valorizar e preservar a cultura do São João e oferecer lazer para a comunidade, trazendo também o acesso da população mais carente à cultura popular. Este festival tornou-se um evento regional que mobiliza milhares de profissionais, incluindo artistas populares, brincantes de quadrilhas, vendedores, comerciantes, empresários, seguranças, profissionais liberais, proporcionando renda ao comércio local e toda a comunidade.

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Alunos especiais são profissionalizados




Iguatu (Sucursal) – Trabalhar pela inclusão social a partir da profissionalização de adolescentes portadores de necessidades especiais. Esse é um dos objetivos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Iguatu. Para isso, a entidade, em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Estado (Seduc) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está promovendo o projeto “Caminhando para a profissionalização”, que oferece cursos nas áreas de informática, artesanato e culinária.

As oficinas profissionalizantes já começaram e prosseguem nas próximas duas semanas. Foram formadas oito turmas, cada uma com dez alunos. Todos eles têm um acompanhante, geralmente a mãe, ou um parente. O Senac foi a instituição contratada pela Apae para ministrar os cursos de informática, artesanato (biscui, reciclagem de papel, tapeçaria e velas decorativas) e culinária (salgados, doce e lancheiro).

A diretora da escola da Apae, Ieda Couras, explicou que é preciso investir na profissionalização dos alunos da instituição que estão crescendo, oferecendo-lhes não só a aprendizagem de um ofício, mas também a oportunidade de melhoria de renda familiar. “Esse trabalho é realizado em parceria com a família”, disse Ieda Couras. “Sem o apoio dos pais, que são os acompanhantes dos alunos, dificilmente dará certo”. Ela fez questão de agradecer à Seduc pelo apoio na liberação dos recursos financeiros que viabilizou a realização dos cursos.

A idéia básica da Apae é de que as famílias possam produzir produtos que sejam comercializados para a melhoria da renda familiar e da vida dos apaeanos. “Nós sabemos que a maioria das famílias que tem os filhos matriculados na escola da Apae é de baixa renda”, disse a diretora da escola. “Sempre temos que fazer cestas básicas e ajudar essas famílias que passam dificuldades”.

A realização dos cursos profissionalizantes é a primeira etapa do projeto. O segundo passo será a realização de um seminário para empresários locais, dirigentes de entidades e órgãos públicos, com o objetivo de mostrar o que os alunos produziram e tentar viabilizar negócios com as famílias apaenas. “A nossa luta é a favor da cidadania do grupo, apoiando a geração de emprego e renda dos nossos alunos”, disse Ieda Couras. “Não podemos nos limitar apenas ao trabalho de educação, às salas de aula”.

Uma outra idéia da direção da instituição é a aquisição de uma máquina fotocopiadora e equipamentos de encadernação para que os alunos da Apae possam oferecer esse serviço. Assim eles teriam ocupação e renda. A unidade deve funcionar na própria sede da instituição.

MOTIVAÇÃO — Quem freqüenta as oficinas profissionalizantes percebe a motivação dos alunos. No curso de velas decorativas, os estudantes e acompanhantes trabalham com afinco. “Aqui todos querem trabalhar, ninguém quer ficar parado”, disse a monitora do curso, Francisca de Souza da Silva (Justina). Há dez anos, na atividade, Justina disse estar surpreendida com o desempenho da turma. “Eles estão alegres e mostram muito interesse em aprender”, disse. “No início, confesso que pensava que iria ter dificuldades, pois essa é a primeira vez que ensino para um grupo de alunos especiais”.

Francisca Idalina Barbosa, sobrinha do especial José Oliveira (Zezinho), acompanha o tio na oficina de velas decorativas. “Ele consegue fazer muitas coisas e com o passar dos dias vai ficar com mais habilidade”, disse. Satisfeita com a aprendizagem, anunciou que vai continuar com o trabalho para fazer velas e vendê-las. “É um trabalho muito bonito”, disse. “Acredito que terá aceitação”.

A dona-de-casa, Luíza Tomé Uchoa, acompanha os três filhos, deficientes visuais, no curso de velas decorativas. Com carinho e paciência ela ensina os filhos em várias atividades na confecção dos produtos. “Estou gostando muito”, disse. “Todos eles querem aprender e fazer algo”. A psicóloga da Apae, Maísa Barros, acompanha as turmas e confirma que a motivação dos alunos superou a expectativa. “A aprendizagem está bem melhor do que esperávamos”, disse. “A motivação é geral e atinge os alunos dos cursos profissionalizantes

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INCLUSÃO SOCIAL

Certa vez vir eu vir uma frase que dizia assim:
-Enquanto a da pela for mais importante que o brilho das estrelas..haverá guerra...!
Discordo..!
Enquanto existir descriminaçao...preconceito..racismo...aí sim haverá guerra..
Vivemos em um país..onde as pessoas se preucupam mais no que vão vestir amanhã,do que, com o que vao comer!
as pessoas ja se acostumaram com a ideia de menosprezar aqueles de classe media..se acham melhor,superior..acham que podem mais,.
Enquanto viver-mos em um país desigual..racista..preconceituoso..um país onde as leis defendem sempre os mais "ricos"..com certeza..teremos guerras!
-ACLECIANO ALVES!

Acleciano alves

Enquanto o Mundo renasce na inclusão social, as deslumbradas marionetes do entreguismo dormem sonhando com Miami Beach.

Desconhecido

"Todas as deficiências são aceitáveis e passíveis de inclusão social, menos a do caráter".

Valdeci Santos

Aceitar a diversidade é um passo para evolução de um mundo cansado de injustiça social.

Reinaldo Vasconcelos Pereira

Democrático do tamanho do Brasil


Em toda sua dimensão e territorialidade o Brasil nunca será um só, nunca será só um; serão sempre Brasis, convergindo e divergindo do Oiapoque ao Chui do Leste ao Oeste do Norte ao Sul. Sendo sua identidade construída e reafirmada na diversidade e justamente no movimento democrático preestabelecido em decorrência desse embrolho social.

J.W.Papa