Depoimentos para Genro

Cerca de 111 depoimentos para Genro

Olhos longe, envoltos nas estrelas que a noite abraça, pensando em você, sigo meu caminho, sem medo de me perder, sempre com seu sorriso em meu pensamento...

Paulo Roberto Genro Filho

Essas estrelas, que bordam o céu negro como breu, elas querem me proteger, mesmo sabendo que só fico protegido longe de você...

Paulo Roberto Genro Filho

Seus sonhos não tem fim!
É só você não abandoná-los,
E eles continuarão bem ali,
Ao seu lado,
Na sua mente.
Eles são eternos!

Paulo Roberto Genro Filho

Não vale a pena chorar pelo que passou, é muito mais fácil, sorrir pelo simples fato de ter acontecido. Um novo começo, por mais difícil que se apresente, é sempre a melhor solução, por isso, corra, ainda dá tempo! Nunca é tarde! Tarde é um lugar que não existe.

Paulo Roberto Genro Filho

Ainda dá tempo de mais um beijo, ainda dá tempo de mais um abraço, ainda dá tempo, sim, é claro que dá, de dizer "te amo".

Paulo Roberto Genro Filho

As lágrimas não irrigam a minha face, meu orgulho as consome. Quem disse que elas fazem falta?

Paulo Roberto Genro Filho

Não perco meu tempo com rodeios, finjo. Finjo que está tudo bem, mesmo quando vejo tudo desmoronando, porque só vemos aquilo que queremos ver, só sentimos aquilo que queremos sentir, nada além disso. A felicidade, quem me proporciona é uma taça de gim, que me arranca sorrisos torpes, e ao mesmo tempo, dotados de uma sinceridade inimaginável, tanto quanto o grau da minha soberba, que não permite a mim, de modo algum, enxergar todos os sete pecados capitais que regem a minha essência.

Paulo Roberto Genro Filho

Os sorrisos? Deixo-os para os tolos, que esses sim, necessitam rir muito, até aprender com lágrimas tudo o que o mundo tem a ensinar.

Paulo Roberto Genro Filho

Só mais um beijo,
E é tão cedo...
Não quero que seja o último,
É realmente muito cedo.
Não vá...

Paulo Roberto Genro Filho

Sim, eu já chorei...
Mas já ri muito mais.
Frio? Sim, já senti...
Mas, felizmente, tive alguém para me aquecer.

Paulo Roberto Genro Filho

Cedo

Hoje acordei cedo...
Dei bom dia ao sol.
Acordei cedo...
Só para sentir na minha pele toda a suavidade do sereno da manhã.
Cedo...
Para viver um pouco mais.
Para ver os primeiros feixes de sol beijando minha face.
Para respirar da brisa leve e fresca das manhãs de inverno.
Acordei cedo e abri a janela...
Para contemplar lá no horizonte todos os meus sonhos.
Abri as janelas da alma e do coração...
Para o ar fresco circular aqui dentro,
E carregar tudo o que há de impuro aqui dentro.
Eu acordei cedo...
E ouvi os pássaros cantando uma melodia suave... suave...
Acordei cedo...
Para começar a realizar todos os meus sonhos.
Acordei cedo...
Para dar um sorriso a mais.
Para fazer uma pequenina prece de agradecimento.
Eui acordei cedo...
Para sentir o perfume das rosas orvalhadas... como é bom!
Hoje, acordei...
Para pensar em ti...
Em nós.
Acordei cedo,
Pra ter mais tempo pra te falar de tudo o que sinto.
Cedo... somente pra ter mais alguns minutos ao teu lado.
Eu acordei cedo...
Pra dizer hoje...
O quanto te amo.
Cedo... porque depois, poderia ser muito tarde.
Acordei cedo,
Pra dizer...
Te amo!

Paulo Roberto Genro Filho

Acordei cedo e abri a janela...
Para contemplar lá no horizonte todos os meus sonhos.
Abri as janelas da alma e do coração...
Para o ar fresco circular aqui dentro,
E carregar tudo o que há de impuro aqui dentro.

Paulo Roberto Genro Filho

Não tente me entender, eu sou muito mais imcompreensível do que você imagina. Sou parceiro do vento, e isso me basta para ser feliz.

Paulo Roberto Genro Filho

Não me entenda, ama-me, você verá o quão doce eu posso ser, pois a solidão, ela não me degradou, não tirou as cores do meu olhar, nem arrancou do meu peito a felicidade. Ama-me, e tenta me ensinar a amar, não prometo que vou aprender, não quero sofrer, mas, posso prometer me empenhar o máximo, e quem sabe, algum dia...

Paulo Roberto Genro Filho

É que eu sou o excesso.
De receio,
De cuidado,
De ciúme, drama,
De sorrisos, risos
E amor.

Paulo Genro Fh.

E lá, bem no fundo, eu sempre fui aquele medo infantil de errar, de perder as coisas por um descuido. E, talvez por ironia, eu sempre acabo perdendo mesmo, quem sabe por excesso de zelo. Olhando pra trás eu só consigo contemplar ruínas de sonhos gigantes, que nunca consegui tirar do meu sono e trazer pro mundo dos acordados.

O mais intrigante nisso tudo, é que aqueles destroços e cacos ainda brilham, como se pudessem voltar à vida em um simples estralar de dedos, e eu sorrio, um sorriso meio que triste, admito, mas sincero, e por instantes eu imagino como seria se tudo voltasse a se erguer, aí eu paro por um momento, e concluo que o que passou, passou.

Nada volta, por mais que ressuscite por alguns minutos, não pertence mais ao presente. Se passou tem que ficar no passado. Naquele cemitério lúdico de sonhos intermináveis, bonitos e felizes, mas que sempre serão sonhos, e nada mais.

Paulo Genro Fh.

Na noite passada a gente dançou, quase caímos de tão bêbados. E fomos felizes novamente, como não fazíamos há muito tempo. Pode ser que você nem lembre hoje, eu também não lembro muito bem de todas as coisas que aconteceram. Tinha pessoas rindo, bebida, comida, tudo tão bom. E tinha vida mais uma vez, estávamos revivendo tudo aquilo que, por culpa minha, perdemos por um tempo. Sorte nossa isso, de tudo sempre reviver.

E eu aprendi, nessa noite, que todas as pessoas podem passar pelas nossas vidas, mas que só permanecem nela aqueles que são especiais, aqueles que nos acompanham nas loucuras, aqueles que nos aceitam, exatamente como somos. E eu aprendi a não deixar mais ninguém pra trás. Agora eu só quero a felicidade de novo, com uma intensidade que a torna quase palpável.

Paulo Genro Fh.

Bom, cheguei a uma conclusão: preciso de alguém. É, isso mesmo, mas eu preciso de alguém que venha fervendo, que venha de coração aberto. Que aceite meus defeitos, meus risos soltos e minhas lágrimas frouxas. Preciso de alguém que ature meus ciúmes, que tenha saco pra aguentar meus dramas. Eu preciso de alguém que aceite meu cigarro e minha irritante mania de tomar uns goles a mais de vez em quando, e eu preciso que essa pessoa aceite caminhar bêbada pelas ruas, numa madrugada fria, junto comigo. Eu preciso de alguém que aceite tirar uma foto ainda de pijamas.

Alguém que compreenda meus defeitos, mas que olhe mais pras minhas qualidades que, eu sei, são bem maiores. Uma pessoa que goste de ler o que eu escrevo, e que faça da nossa vida uma canção agradável de se ouvir dormindo. Alguém que tenha pique pra levantar correndo da cama e tomar um banho gelado. Só uma pessoa que entenda minhas necessidades, minhas tristezas. Que viva comigo a minha felicidade, que queira compartilhar comigo uma vida de aventuras. Que saia de mãos dadas comigo, pra fazer uma viagem sem rumo por qualquer lugar que a gente decidir olhando o mapa dentro do carro.

Alguém que relaxe quando tudo estiver indo mal, alguém que me faça seguir em busca dos meus sonhos, ou que apenas sonhe comigo. Eu quero muito mais do que amor, eu quero amizade, cumplicidade, verdade! Uma pessoa que viva comigo, dando os mesmo passos, cantando no mesmo acorde. Não quero perfeição, na verdade o que eu quero é vontade de viver excessivamente, que tenha coragem de pular sem pára-quedas nesse abismo que é a vida. Eu quero alguém assim, porque eu sou assim, insano.

Paulo Genro Fh.

O problema é que nem tudo nessa vida volta a ser o que foi um dia. Mas, sinceramente, creio que pra quase tudo existe um conserto, uma cola, um pedaço de chiclete mascado que pode não deixar cair um pedaço de qualquer coisa. É infinito o amor de amigos, mesmo que o tempo passe, que a distância seja grande, mesmo que alguns sumam, que errem, bem no fim, na volta, são os amigos que estão ali. Sempre presentes.

Paulo Genro Fh.

Por alguns momentos, eu admito, tive vontade de ir embora. Tive vontade de nunca mais voltar aqui. Mas me faltou coragem.

Paulo Genro Fh.