Dedicatorias para Trabalhos Academicos

Cerca de 90 dedicatorias para Trabalhos Academicos

O amor "intelectual" (?)

E depois de tantos títulos acadêmicos
Tanto aplauso e veneração
Ele não sabia o que era sorrir
Nem libertar o coração... (Oh! Tristeza...)

Jacqueline Campos Rojas

“Nos eventos acadêmicos que cobrimos sempre encontramos temas importantes que podem ser difundidos e discutidos entre os funcionários”

camargo

Camargo Geraldo

Filosofia não é privilégio daqueles que adquiriram títulos acadêmicos, filosofia é o estudo da obviedade, e por ser óbvia, é complexa, complexa porque vai além do conhecimento e se funde com a vida, sendo assim, ela só é possível longe das instituições, longe das prisões das grades curriculares. A filosofia, verdadeiramente, só existe como na sua origem a partir da própria palavra, que foi dita por Pitágoras, "o amor à sabedoria" e sendo amor, não se vive dela, se vive com ela. Se for usada apenas como erudição, cultura, é charlatanice. Ela serve para ajudar a compreender as contradições do mundo, do humano, e ser parte da existência como um órgão vital, que é de certa forma poder, ou às vezes, maior que o poder, como o exemplo que nos foi deixado da magnanimidade do homem simples Diógenes diante do poderoso Alexandre. Estudar filosofia por si só, ultrapassa o autodidatismo, é sinceridade. A filosofia é uma das únicas áreas que o amador, muitas vezes, sabe infinitamente mais que o profissional.

Marcos Ribeiro Ecce Ars

Não trabalhe para ser feliz, ser rico ou viver bem, porque sua carne é mortal e seu espírito sofrerá com propósitos errados.

Helgir Girodo

Trabalhos cristãos realizados em prol do próximo têm recompensas eternas.

Helgir Girodo

Aposto nas pessoas ousadas, cultas e que são criativas, porque elas conseguem inspirar outras para gerenciar novos trabalhos, buscar novas alternativas ou abrir novos empreendimentos.

Helgir Girodo

O sucesso não está nas boas ideias, mas sim nas boas práticas

Aurélio Fidêncio

Eu só conheço crentes praticantes quando estão envolvidos com os trabalhos da igreja.

Helgir Girodo

Proverbio do Burro.
Havia um burro e cavalo numa fazenda.
O Cavalo sempre ganhava os trabalhos mais leves,e o burro sempre pegava os trabalhos mais pesados.
Um dia, os dois planejaram fugir.
Existia uma cerca de arame farpado ao redor de toda fazenda.Pra fugir dela,teriam que pular essa cerca.
Na hora de pular o cavalo pulou com facilidade.Quando chegou a hora do Burro,ele nao conseguiu pular e se enroscou no arame.Sangrou ate morrer.

Moral da Historia:Você nunca ira a lugar nenhum se você for um burro!

Proverbio Chinês escrito por LucasGod-oy

Hojeu percebi que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.Ser feliz não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.Ser feliz não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.Ser feliz, é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.É ter coragem para ouvir um não.É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história e eu quero q vc seja muito feliz

DaynaraAlmeida

Aqueles frutos maduros que teu vizinho colhe às vezes a cantar, na certa custaram-lhe trabalhos penosos de alguém que sabia que nunca em sua vida os colheria, mas que nem por isso os deixou de plantar.

Desconhecido - retirado da Bíblia do Otimismo

As nossas sociedades:
Todos os trabalhos são dignos, cheio de responsabilidades e importantes.
Trabalhamos não apenas para ganhar um salário,mas para sermos solidários uns com os outros.
Todos trabalhamos para pessoas, pessoas essas que trabalham para outras pessoas,e por conseguinte, há pessoas que trabalham para para nós. Estás a desempenhar o teu trabalho com essa consciência?

Olinda Ceriz

A luz da lua

Não tenho mais criatividade para escrita, nem para trabalhos grandiosos ou qualquer coisa que use essas grandes idéias que nunca existiu, minha respiração pesa e às vezes até me dói o coração de tanto amor que tu deixaste aqui. Deves me perguntar ainda: Quem é esse tu? Talvez esse tu seja a lua sorrindo para mim, as ondas se quebrando e virando espumas, as flores piscando para o sol. E nós nos derramamos e viramos apenas um. Ainda somos nós? Talvez tudo tenha se desfeito e eu tenha virado “eu” e você voltou a ser apenas “você”. Quem sabe até nunca tenha sido nós. E o vós? Acho que nem aprendi a utilizá-lo ainda.
Naquelas tardes tão inesperadas e acorreria implorando para que eu andasse mais devagar, decidi escrever cartas para o meu amor. Cartas belas, cheias de poesias e palavras complicadas. A lua sabe ler? Acho que sim! E ao chegar em casa me esparramei e derramei-me em papéis pautados. As palavras fluíam e a luz da lua me abraçava. Eu olhava para o céu e via as estrelas dançando e me chamando para entrar no compasso delas. Meus olhos fixados no papel e as lembranças não tão boas assim só me forçavam a repetir:
“Ó minha bela lua,
Não me aperte tanto, querida amiga.
Folgue-me sem largar
E aprecia as palavras que escrevo em sua homenagem. “
Ainda escutava as canções cantaroladas pelas belas estrelas me forçando a suspirar ao olhar pela janela e lamentar-me por não ter a lua junto a mim para assistir aquele lindo espetáculo que por sinal estava ao nosso favor.
“E pulas para cá
Encaixa-se em mim e mostra-os
Que tu não és tão grande assim ”
Ao esperar resposta tua percebi que era loucura querer a lua do meu lado. Talvez só a sua luz e a sua beleza não fosse o suficiente para me completar por inteiro. Algo me diz que vazios não se completam apenas com lanternas, por mais lindas que fosse a cor delas. Precisa de concreto, algo que nos suporte, transforme.
Tudo implicava para que eu corresse atrás.
“Desistir talvez seja fraqueza,
Mas temos direito de escolher.
Sofrer ou me entregar a você? “
Se entregar a lua? Que besteira é essa? Eu já me sinto indo longe demais e nem preciso ser astronauta para alcançá-la. Voava entre as nuvens de algodão que a protegia e me sentia cada vez mais patética. Uma paixão tão impossível... Algo realmente lamentável para uma pequena como eu. Ela me pedia para ir embora e eu deveria soltá-la. Ela também não me largava! E o seu olhar de lua? Seu sorriso de lua? Enluarava-me por inteiro, hipnotizava e me deixava prostrada aos seus pés. Pés de lua, belos pés de lua.
- Minha querida, hoje tu tens feito algo melhor do que ontem?
- Não, tudo como sempre.
Eram respostas realmente admiráveis, curtas, talvez grossas e irônicas. A lua não se portava como tal. Mas o seu brilho no olhar cegava-me por uns minutos e quando voltava a mim eu estava a suspiros apaixonados. Nada de criatividade. As palavras fugiam e eu me dava conta de que não era um bom momento para bater-boca com o meu coração.
- Tudo bem, lua minha, não se grile.
- Alto lá! Talvez o que me tire à paciência seja essa tua falta de amor próprio. Adora esquecer-se de si mesma. Meus problemas são os seus problemas e essa tua mania de tornar-se simples é um erro.
- Erro querer ser igual a todo mundo?
- Sua luz brilha mais do que a minha.
- Nunca!
As palavras se afundavam e sumiam no silencio que a lua deixou ao virar as costas. Restava-me conversar com o meu “caderno das mentiras”, ele libertava-me, mas naquele dia não estava muito a fim de papo e me deixou focada nessa tal luz que a lua disse que eu tinha. Decidi não ouvi-la mais. Acabei deitando no chão de tanto rir da minha própria decisão. Que tal esquecê-la? Não, não a lua, mas sim a inútil decisão que tomei. Decidi então ouvi-la eternamente. Maravilha! Corretíssimo! Agora estava melhor. Libertei-me e permiti que os meus olhos fechassem entrando em um breve sono. Acordei querendo descrevê-la.
“Boca de Luar,
Olhar de Lua,
Suspiros... Longos e tensos suspiros.
Medo, muito medo.
Lua tem cabelo?
E se eu a imaginasse com um?
Negros, longos, belos.
E sua fala calma?
Seu comportamento tranqüilo?
E o seu brilho?
Perto de mim ela só sabia brilhar.
Passou de nova, minguante...
Ainda cresce, e fica cheia...
Isso! Cheia! Preenche-me assim. ”
Eu não dormiria depois de lembrar do quão bela minha lua é. Abri a janela e vi a chuva, caia em pingos grossos. Não conseguia vê-la, por mais que forçasse as vistas. Era apenas o começo de uma eterna tempestade.
Me recolhi e ao ver a luz do sol me levantei para ir ao encontro da lua. Sim! Eu era presenteada todos os dias e a via brilhar em plena luz do sol.
- Dormistes bem, querida lua?
- Sim, mas talvez não seja a hora para falarmos de sono, estou ocupada.
Isso me destruía. Quem ela estava a iluminar que não podia se preocupar comigo? A minha luz deve ter se apagado completamente.
Eu voltava a andar para o meu destino, sem nem saber o que eu realmente queria, achei até que estava ali apenas pelo brilho da minha bela e querida. Dei-me conta de que entraram pessoas novas na minha vida e tive que conviver. Fiz grandes braços amigos para quem sabe um dia me puxar do céu e prender-me a terra, mas era o que já deveriam ter feito naquele exato momento. Esqueceram e me deixaram lá flutuando. Abri a janela para tentar enxergá-la em quanto permanecia longe, mas mesmo com todo esforço não conseguia. A chuva piorava e ofuscava a minha visão.
- O arco-íris virá quando você menos esperar.
- Não quero o arco-íris, quero a lua.
E assim tentavam me convencer de que a chuva passaria. Voltei para minha escrivaninha apenas iluminada por uma mini-lanterna que se pendurava em um fio de náilon. Coloquei as mãos sobre os olhos e transbordei-me.
“Querida Lua, por que não vem enxugar essa lágrima que estás a deslizar? Queria tanto que pudesse ler-me com êxito. As dúvidas me consomem e sei que no momento o que eu mais quero é a sua compreensão. Minha cara lua consegue compreender-me? Sei que não. Nem tentas, por favor. Dói saber que não posso chamá-la de minha, afinal tu nascestes para brilhar em multidões. Tenho o desejo de jogar uma corda e amarrá-la a mim, o que achas? Não podes achar nada, é apenas uma lua, mas deve está pensando em mim como uma pequena idiota. Busco-te. Mas tudo indica que não terei muitos resultados. Não me pisas, não me cospes. Será que não seria mais confortável me remendar e me forrar de carinho? Estou gasta demais. Talvez você me use sem nem perceber. Talvez me arranque a pele, os fios de cabelos e os ossos. Não me sobrou nada, apenas essa luz que ainda você diz ver em mim. Bela, viva. Por que amar a sua luz dói tanto a cabeça e o coração? Por que não me abraça mais? Admite que me esqueceu? Te amar é um erro! ”
Deixei um papel cor de rosa o que me aprisionava e o que me acabava. Nada de resposta.
“Minha pequena esquecida, não posso enxugar lágrimas de dor. Preciso transformá-las em alegrias. Minha luz pode sempre te aquecer, só é pensar em mim. Não me perderá por que nunca te pertenci. Não te deixarei, por momento algum, mas entenderei se achares melhor evitar-me, pois creio que será melhor do que sentir dores de cabeças ao me amar. Sou morte, e a minha luz deve está causando repulsa por mais que evite dizer. Não sou mais “nova” e ofusquei-me diante da sua luz. Nasceu para brilhar em meu lugar e virar lua será fácil. Talvez eu queira dizer que te amo também, mas não na mesma intensidade, e na sua idade, minha pequena, tudo deve ser tão intenso quanto o negro dos seus olhos. Não chore, querida. Preciso que esteja sorrindo, nada é mais belo que o seu sorriso.”
O papel, junto com as palavras e todos os sentimentos verdadeiros foi desgastando até se rasgar e com toda certeza ser esquecido.

Alice Andrade

(...)
Ao final da entrevista, perguntado sobre as assinaturas jamais vistas em seus trabalhos, respondeu naturalmente, dando, por último, um sorriso:

_Não assino por não saber quem foi que escreveu aquilo que se lê, aquilo que se mastiga entre a língua e o céu da boca, numa decomposição vagarosa e letárgica como a febre que acomete os mais bem trancados depósitos de adrenalina instalados cautelosamente na alma de um ser. Não assino por não ter um nome, não, sim. Sou como a sombra do meio-dia no Equador: eu existo nas profundezas daquilo com que me mascaro, dessa inexistência tão espetacularmente conhecida e ignorada propositalmente - essa inexistência que existe mais do que qualquer outra coisa. Não assino por não ser necessário saber quem agrupou as palavras que se lê, contanto que essas mesmas palavras sejam capazes de ler o leitor. Não escrevo realmente, sinto. E é esse sentimento que escorre pelos meus dedos, deveras inaptos, de mim para todos os que realmente merecem. Codifico o que o mundo me imprime, nada mais. Não assino, portanto, porque não há que se assinar o que não se escreve. Desacredito no que faço tanto quanto na veracidade de fazê-lo. Viver pra mim é um sonho que está sempre beirando o fim; escrever não é diferente. Obrigado.

Fernando Castro

5. Não fazer qualquer um dos quatro tipos de trabalhos de idolatria tradicionais: se ajoelhar, jogar vinho, oferecer sacrifícios ou acender incensos para uma estatua.

Preceitos Proibitivos (Não faça)

260. Não permitir que um gentio utilize um escravo judeu para trabalhos pesados (maltratar o escravo).

Preceitos Proibitivos (Não faça)

Os trabalhos de QUEM FAZ
incomodam quem SÓ FALA que vai fazer!

Douglas Arrais

Uma vida digna é aquela onde o homem vive em paz com seus amigos, parentes, colegas de trabalhos, e família e consigo mesmo.

MAYCON TIENGA

impessoalidade pra muitos ,dignidade traz perfeição há todos ,trabalhos todos os dias , que tal feliz dia...
Amanhecer em dia todo requicios de um passado que não se foi , da vida que levo e todo meu acordar , nas coisas que vivo penso e sou , se deixamos de lado á perdemos e para sempre .
Analise, justifique, aprenda ,pois Aquilo que há de vim é melhor do que te apaga no hoje .

Ser feliz hoje e sempre ...

Jetur Lima