Dedicatórias a Professora

Cerca de 119 dedicatórias a Professora

Cinco Ministros-STF, FEZ LEMBRAR-Me da professora escolar a alunos indisciplinado Capixaba. Você vai pro livro preto, assim o Judiciário nos DEVOLVE os MENSALEIROS-QUADRILHEIROS.

Bindes, Fá - Cidadã

professora

pessoa menos valorizada; mas pessoa que lhes valoriza muito.Deveriam-os dizer obrigado a cada dia, deveriam-os abraça-LOS todos os dias, um professor e faz parte de nossas vidas por nos ensinar e nos educar mas aceita tudo de amor ame seus professores.

IANNE YASMIN

´´me da um trident?´´ - ´´não´´ - ´´O PROFESSORA, PODE COMER NA SALA?´´

Pedro Jobim

A vida me convidou, e eu aceitei. Tive a sabedoria como professora, a observação me fortaleceu, a simplicidade me fez carinho, o amor me propôs amar. Desde o inicio sempre tive o melhor guia: Deus.

Gabriela Stacul

- Arco e flecha na mão e não tem a mínima noção ( resmungava a professora) ... quando o cupido vier para próxima aula , será reprovado. Enquanto ele não aprender a usar a razão, ensinar aos alvos a enxergarem com o coração, a apreciarem a essência , saberem que a aparência é um mero embrulho e ainda sair por aí disparando flechas de olhos fechados, o amor será sinônimo de dor. E tem que ser VALENTE e destemido, pra suportar tal erro, do descuidado cupido.

Mychele Magalhães Velloso

No Dia do Professor e da Professora, uma paráfrase de 1 Coríntios 13 (*)

Ainda que eu falasse a língua de meus alunos e não tivesse amor, seria como o giz que range ou um professor que grita.
E ainda que eu tivesse o dom de ensinar muito bem a minha matéria, e ainda que eu tivesse o dom de administrar com maestria a minha Escola, e ainda que eu dominasse todos os métodos criativos, e ainda que eu fosse capaz de falar das Escrituras todos os dias para os meus alunos, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que eu planejasse reuniões sociais e visitasse a casa de cada aluno, e mesmo que eu fosse a simpatia em pessoa, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é paciente com os alunos que são lentos, o amor é gentil com os alunos que irritam; o amor não tem inveja de Escolas que vão melhor; o amor não tem orgulho das boas ideias.
O amor não grita com os alunos indisciplinados, não é egoísta com classes ou equipamentos, não se irrita com longas reuniões. O educador que ama tem uma vida pura e exemplar. Não exulta com o erro na vida de outros professores e alunos, mas fica feliz quando eles e os alunos agem corretamente.
O amor permanece quando ensinar se torna difícil, pois acredita que Deus opera através dos professores; o amor tem confiança na capacidade de seus alunos.
Existem recursos fantásticos, como o power point e telões; mas o impacto deles dura pouco. Há enciclopédias, dicionários e comentários, mas o conhecimento também acabará.
Porque em parte conheço meus alunos e em parte conheço didáticas, métodos e jeitos diferentes de ensinar. Em parte conheço maneiras de administrar. Mas, quando vier O que é Perfeito, então o meu ensino em parte será aniquilado.
Quando eu era professor sem amor, repreendia constantemente, desconhecia o processo de aprendizagem, desconhecia meus alunos. Mas, logo que me tornei um educador cristão adventista, mais experiente, e aprendi aos pés de Cristo, acabei com os métodos ineficazes.
Porque, agora, vejo meus alunos por espelho em enigmas; mas, então, os verei como realmente são; agora, os conheço em parte, mas, então, os conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé de que Deus trabalha na minha vida e na vida dos meus alunos, a esperança de que cresçam como cristãos maduros, e o amor que eu sinto por eles, assim como Cristo. No entanto, o maior destes três é o amor que eu sinto por eles. E por isso, quero a cada dia ser um professor e uma professora segundo o coração de Deus.

Colegas professores e professoras: Parabéns em nosso dia!

Adaptado de Lia Johnson. Como Ensinar Adolescentes: Descubra a Alegria de Trabalhar com Eles. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003, p. 70 e 71.

Sou professora de sociologia em uma escola da rede pública
E minha formação é em artes cênicas (teatro)
Os alunos do ensino médio "me pediram"
para montar uma peça de teatro com eles
Com o maior prazer aceitei
Selecionei alguns textos e escolhemos
E o ensaio seria no meu intervalo
Pois dou aula até as 11:45 e volto as 13:00hr
Tudo bem, gosto do que faço, estou feliz!!
E os alunos concordaram
E os pais também
E... detalhe: Eu não receberia por isso!
Isso se chama "amor a arte"
A diretora só permitiu que essas aulas aconteçam em horário de aula
-Espere aí?
E o conteúdo dos meninos? Questionei.
- Eu converso com os professores pra "darem" nota.
Prejudicados eles não ficarão.
Engraçado,
que eu saiba projetos extra pedagógicos devam ser ministrados no contra turno
Por que as aulas tem que ocorrer no mesmo horário de aula,
prejudicando o decorrer das aulas
e automaticamente o aprendizado dos alunos?
SENHORAS E SENHORES
Essa é a educação do nosso país.
O descaso com que são tratados nossos alunos
que querem estudar
e ao mesmo tempo participar de um projeto
Mas tem que escolher....
E a culpa do ensino estar ruim é dos alunos?
Tem certeza?!!!!!

Laila Cristina

Queria Aprender a amar de verdade, e que você fosse minha professora

Duda kauã

A vida'

A vida é sua professora,
desde que você se reconhece por gente.

A vida é a unica capaz
de te ensinar as coisas de mais valor,

A vida e simplismente um sonho
Que tem um final inevitavel.

Ela e a única que te faz
cair e levantar sem se machucar,
que te derruba para você aprender
a não cair duas vezes pela mesma coisa

A vida te ensina a viver, você querendo
ou não, terá que aprender !

Lucas Gomes

Mesmo não sendo professora de geografia, quero você inteiro, sem divisões, nem misturas. E quero que você me queira do mesmo jeito.

Retalhos - Pedro e Ana

HOMENAGEM AO PROFESSOR:A ORIGEM DOS DIAMANTES

Professores são arautos. Portadores que se ocupam em levar mensagens diversas aos receptores que, ao fim, simbolizam a esperança que depositamos em novos e melhores tempos. Movidos por um altruísmo comum aos grandes personagens da História - que comumente mesclam em sua jornada um misto de idealismo e capacidade de realização -, nosso exército de mestres desbrava fronteiras e adentra aldeias indígenas, comunidades quilombolas, bairros movimentados das metrópoles. Seja nos cursos mais elementares de alfabetização, seja nas universidades mais renomadas do País, sempre há a figura desse lapidador. Desses homens e mulheres que, cuidadosamente, permitem que pedras brutas se transformem em jóias cujo brilho é capaz de iluminar o futuro. Hoje é Dia do Professor. Data que demanda reflexões sobre o que é realmente essencial no vaivém contínuo do processo ensino-aprendizagem. Momento de observar que, nas últimas décadas, o papel da escola foi ganhando novos contornos. Novas alterações provenientes de métodos educacionais mais modernos. Resultantes tanto da troca ininterrupta de experiências no setor quanto da consciência social em torno da importância da educação. Do ensino de excelência nesta que é a Era da Informação e do Conhecimento. São mudanças que ampliaram sobremaneira os horizontes. Renovações que tiveram início com passos importantes rumo à democratização da aquisição de conhecimento. Hoje, muitas escolas já estão informatizadas e, portanto, conectadas ao mundo. Exigência de uma época que requer habilidades e talentos cada vez mais diversos, como a fluência em mais de um idioma. É fato que o mercado de trabalho não tolera amadores. E também é fato que a cobrança sobre a capacidade dos aprendizes recai sobre o professor. Profissional de quem a sociedade exige aprimoramento ininterrupto. Por esse motivo, é importante que os educadores relembrem os modelos referenciais do ensino de qualidade muitas vezes empregado ao longo da História. É o caso do método utilizado por Aristóteles em seu desejo de formar uma geração de jovens éticos e, portanto, felizes. O liceu do estagirita era um espaço privilegiado em que a virtude e a busca pelo meio termo permeavam as discussões filosóficas entre o educador e seus jovens aprendizes. No mesmo diapasão, o filósofo Pedro Abelardo, nas escolas francesas, desafiava os estudantes a colocar em prática o potencial gigante, mas ainda adormecido, que habitava em cada um. Mais recentemente, temos o modelo de Dom Bosco, mestre dos salesianos. Verdadeiro professor que exaltava o amor como o único caminho para a educação verdadeiramente completa. Mário Quintana, em outra seara, poetizava: "E no dia em que tratardes um dragão por Joli, ele te seguirá por toda a parte como se fosse um cachorrinho". Por meio dessa metáfora tão bela quanto inusitada, o poeta nos ensina que é possível modificar para melhor os seres considerados mais amedrontadores. Para isso, basta que recebam carinho e atenção como tratamento. Em outros termos: se até um dragão pode ficar dócil, carinhoso, o que dizer de um aluno? Já Paulo Bonfim, outro artesão da palavra - considerado o príncipe dos poetas brasileiros - diz que a juventude precisa de um tema. Um tema que a torne protagonista. Um tema que a instigue a viver. É como na arte: uma vez sem bons temas, as peças ficam sem sentido, os textos empobrecem, as danças perdem a magia. Eis aqui nossa homenagem àqueles que são leais à missão de educar. Sábios que não servem a um partido ou a um governo, mas sim à causa nobre da educação. Servem a um sonho. Talvez o mesmo vivenciado por Aristóteles, Abelardo, Dom Bosco: o sonho de lapidar diamantes. Mestres que neste, e em todos os outros dias, acreditam que o esforço do trabalho será recompensado pela magnitude do resultado. Pela beleza rara da jóia que começa a tomar forma, sempre, em suas mãos.


Publicado nos jornais Jornal da Tarde Tarde, Diário do Grande ABC, A Tribuna, Correio Popular e Vale Paraibano

Gabriel Chalita

Respeito e admiração
Professor, professora. Educadores. Todo dia é dia do mestre! De quem ensina e de quem aprende. De quem entende o sublime destino de caminhar ao lado das sendas do conhecimento, do aprendizado, do encontro com o novo, com o recontado. Histórias do cotidiano de milhares de professores e professoras que nos mais diversos rincões exercitam essa magnífica expressão de amor: partilhar sonhos, medos, angústias, dúvidas, projetos, vida. Agostinho de Hipona, famoso pregador medieval, ensinava por meio de sermões. Dizia que o sermão era uma dívida de amor que deveria ser paga sempre. O amor que transbordava, conhecimento vivo, vivificador. Palavra poderosa que animava, isso é, dava alma aos fiéis ouvintes. Rousseau, em Emílio, obra clássica da educação, clamava: "(...) uero ensinar o mais importante: quero ensinar-lhe a viver". É o amor que ensina a viver. E isso não é utopia. É o cotidiano dos nossos mestres nas salas de aulas. Regentes de instrumentos diversos. Uns mais afinados, outros mais arredios. Mas todos com sua beleza. É preciso talento: saber ouvir, puxar a corda até o ponto certo para que não fique frouxa nem arrebente. Entender o tom e o modo de misturar tantas e tão diversas habilidades. O resultado é a sinfonia que se nota nas salas de aula, lugar sagrado em que mestres e aprendizes vivem a poesia da vida. Nietzsche falava dessa poesia nas menores coisas. O olhar no olhar, por vezes distante e entristecido do aluno. Por vezes agressivo, não por essência, mas por ausência. Ausência de afeto, de projetos, de futuro. Basta dar perspectiva aos jovens e eles se tornam gigantes. E isso nós também percebemos em nossas escolas. Dia do mestre. O governador Geraldo Alckmin conta com entusiasmo sobre seus tempos de professor. Histórias do curso de madureza. Histórias da química orgânica, matéria que regia magistralmente como mestre que já antecipava o carinho e o respeito que tem pelas pessoas. E é esse respeito que faz com que ele coloque a educação como a grande prioridade de seu governo. E nesse diapasão multiplicam-se os projetos e as ações. A Escola da Família e o desafio de levar 6 milhões de famílias às escolas, nos finais de semana, para a difícil arte da convivência. Aprendizado conjunto, eficaz. 25 mil bolsas de estudos para jovens carentes egressos de escolas públicas. É praticamente uma nova universidade. Além disso, a implantação da USP, na Zona Leste, e a ampliação da UNESP. O crescimento das Faculdades de Tecnologia. É o governo educador. Sério. Transparente. Sabe que ainda falta muito, mas tem consciência de que educação é processo e não demagogia. São Paulo tem os melhores índices de informatização escolar. Enquanto no Ensino Médio temos 95% das escolas com computadores, a média nacional é de 38%. É ainda o único Estado que garantiu o curso de graduação aos professores e agora lança o programa Bolsa-mestrado para que o mestre que ensina possa aprender cada vez mais. O investimento em formação continuada não pára por aí: o programa de inclusão digital possibilitou que 60 mil professores pudessem ter computador em casa. Além disso, criamos programas como Teia do saber e Rede do saber. A maior rede de videoconferência do País e uma das maiores do mundo com mais de 100 pólos de alta geração, utilizando a tecnologia para desenvolver a sensibilidade. Dia do mestre. Tarefa árdua e gratificante. O que pensa o alfabetizador quando percebe os rabiscos se transformando em letras, palavras, pensamento? O que sente o professor de matemática com as primeiras operações que se transformam em equações e demonstram a força do raciocínio? E os primeiros estudos de ciências? A curiosidade fremente nas descobertas do corpo humano. Edificadores de uma história em construção perene. Guerreiros medievais, artistas renascentistas. A arte. A magia da arte que leva ao palco, aos muros das escolas, aos corais que multiplicam essa sensibilidade que não pode ficar adormecida. E a literatura? A história dos sentimentos. História contada por filigranas de quem enxerga um pouco mais e transforma o cotidiano em uma inesquecível narrativa. E assim sucessivamente. O conhecimento se avolumando e dando maturidade aos navegadores que ainda temem deixar o porto-seguro. É preciso pensar com liberdade. Aluno não é receptáculo de conhecimento. É águia ensaiando vôo. Respeitar e valorizar o mestre é tarefa de todos. Governo e sociedade. Se há professores que não ensinam e que não têm o grande compromisso de educar, essa minoria não pode tirar o brilho da grande plêiade de mestres que dedicam a vida à arte de fazer pessoas felizes. Arte de amor... Como os sermões de Agostinho de Hipona, a educação cotidiana de Rousseau e a poesia da simplicidade de Nietzsche.


Publicado no jornal Diário de S. Paulo

Gabriel Chalita

Transforme a inveja na professora que ensina você a conquistar tudo aquilo que você deseja por você mesmo.

Michel Cutait

A vida é simples, alguns dizem ser uma escola, pra outros uma eterna professora.

Rogélio Borges

Antigamente eu pensava que educação era simplesmente tomar reguada da professora. Hoje descobri que o lance era escapar dela.

Renilmar Fernandes

Professor e professora se eu soubesse o quanto que você se dedica para me ensinar-me;pena que existe no mundo todo alunos que os desrespeitam.

Lucas Quenan

Professora : "A prova tá fácil"

Aluno : " Sim a senhora já sabe as respostas"

Alguém inteligente

Nossa Terra

Em uma sala de aula, a professora Natureza deu a seus alunos um desenho para pintar. Cada desenho tinha uma forma estranha, e as crianças deveriam colorir.
O menino Estados Unidos pintou seu desenho de amarelo. Os meninos Cuba, China e Japão pintaram seus desenhos de vermelho. A menina Inglaterra pintou seu desenho de azul-claro. A menina Alemanha pintou seu desenho de roxo. O menino Iraque pintou seu desenho de amarelo-queimado. O menino Brasil pintou seu desenho de verde... E assim todos pintaram seus desenhos.
Ao final da lição a professora juntou todos os desenhos como um quebra-cabeça. E foi surpreendente como as formas dos desenhos se encaixaram perfeitamente. – “Ah! Professora Natureza, sempre tão inteligente”. – O desenho do Brasil era um dos mais bonitos, por ser um menino quieto, fraco e um tanto quanto malandro – os outros se aproveitaram disto. Brasil, tinha feito vários tons de verde em seu desenho – o que deixou a Professora Natureza muito feliz.
Estados Unidos, um menino muito inteligente, amava sua professora, muitas vezes ele repetia: “Amo a Professora Natureza mais de que tudo...” – um tanto quanto falso, mas devemos considerar a inocência de uma criança – ele ficou com ciúmes da atenção que Natureza deu para o desenho de Brasil, e quando os desenhos já estavam todos agrupados, pintou uma parte do desenho de Brasil de amarelo – a parte mais verde do desenho de Brasil .
Quando a Professora viu aquilo, lhe perguntou por que ele fez isso, então ele disse: “O Brasil não estava cuidando de seu desenho, por isso consegui pintar o dele – acho então, que o desenho é meu – pelo menos, eu cuido”.

Nesse mundo de cores capitalistas e socialistas, esquecemos o verde da nossa Amazônia. – O governo cobra tanto que cuidemos da nossa natureza que esquece que os outros países andam se apropriando de algo que é nosso. – Quero a Amazônia preservada, quero eu – brasileira – poder usar dela.
Nosso governo tão educado, simbólico e que se diz certo. Comprova cada vez mais seus objetivos e fraquezas.
Talvez o menino Brasil não seja tão fraco e humilde, e sim inteligente para ganhar algo em troca do menino Estados Unidos. – É que eu não terminei a história. – “No intervalo, o menino Estados Unidos ofereceu um lanche para o Brasil para que ele não contasse ao diretor População o que aconteceu com seu desenho – para que Brasil falasse a Professora Natureza que havia deixado Estados Unidos fazer aquilo com seu desenho. Pena que Estados Unidos só ofereceu um lanche para o Brasil, porque se fosse mais ele teria conseguido o que queria”. – Brasil! Molequinho malandro... quieto, mas sempre pensando em crescer na vida. Estados Unidos, menino inteligente e determinado, não desiste nunca... espera só a próxima história, aposto que na próxima ele consegue ter a professora só para ele... Essas crianças de hoje em dia!!!

"Brasil, mostre a tua cara" - Defenda o que é meu, o que é nosso. preserve não por eles, mas sim por nós; não por dinheiro, mas pelo meio ambiente. A política é fascinante, eu sei. Mas a nossa terra, a nossa água, o nosso trabalho... é tão mais perfeito.

Gabriella Beth Invitti