DeclaraÇÃo para Namorada

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*** Desconforto **

Uma pessoa te avalia por um passado, por uma imagem, por uma declaração ou mesmo por um ocorrido...
Constantemente estamos passando por essa situação, às vezes com pessoas que já são do nosso convívio e às vezes por pessoas que acabamos de conhecer.
Infelizmente esse conceito de pré-julgamento é algo muito desagradável pra quem quer que sofra, somos motivados a querer demostrar o que nos convém e não o que agrada, ate porque agradar a todos é um ato impossível..
Não ser eu mesmo jamais fez parte dos meus planos (sórdidos) de vida. O sarcasmo e a impulsividade tornam meus dias mais reais, menos sofríveis. Tento aceitar que ser passional não é errado. É arriscado, mas não errado. É preciso ter coragem para assumir as consequências, geralmente desastrosas, de rompantes de insensatez.
Não é devaneio, apenas uma realidade!

OTTHON KNUST

Se me perguntassem o que seria uma declaração de amor, eu diria que ela seria uma simples escrita em um simples pedaço de papel.

Samuel Ranner

Aquela declaração linda de amor do seu amado:
''Estou fazendo amor com outra pessoa, mas meu coração vai ser sempre seu''

Trate uma mulher como um jogo e ela vai te mostrar como se joga ;)

Larissa Preez

A maior declaração de amor Cristo fez na cruz.

Élis Rocha

Andamos tão pra baixo que qualquer discurso ou declaração retórica assume uma postura heroica em nossa consciência.

Demasiadamente forte: Inclusive.

Flávio Torres Magalhães.

tenho uma declaração para voce, a cada dia que passa eu me apaixono mais, esses seus belos lábios a que quero tanto beijar. Você é o meu deus e pra sempre vou te amar. Quero seguir o resto da minha vida contigo. Quando estou triste penso em você para tornar meu dia feliz. Você é o sol da minha manhã, a lua da minha noite, és o principe do meu castelo.
Te amo muito e quiero te namorar

Alice Barbosa

Declaração do Glorioso Mistério da Pessoa de Cristo – Parte 2

Capítulo 1 – O fundamento de tudo repousa na vindicação das palavras de nosso bendito Salvador, nas quais ele declara ser a rocha sobre a qual a igreja é edificada. Mateus 16.18. "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”
A pretendida ambiguidade atribuída a estas palavras, tem sido levantada pelos interesses seculares dos homens, para dar ocasião à controvérsia prodigiosa entre cristãos, ou seja, se Jesus Cristo ou o papa de Roma são a rocha sobre a qual a igreja é edificada.
Os santos homens da antiguidade para os quais Cristo era precioso, sendo imaculados, e sem os desejos de grandeza secular e poder, nada sabiam disto. Testemunhos podem ser dados, eles têm sido multiplicados por outros para este propósito. Mencionarei alguns poucos deles.
Inácio diz em sua Epístola a Filadelfo. "Ele" (isto é, o Cristo ) "é o caminho que conduz ao Pai, a rocha, a chave, o pastor." E Orígenes expressamente afirma em relação a estas palavras que foram proferida pelo Senhor em Mt 16.18:
“Se você deve pensar que toda a igreja foi edificada em Pedro somente, o que devemos dizer de João, e de cada um dos apóstolos? O que, nos atreveremos a dizer, que as portas do inferno não prevalecerão apenas contra Pedro?”
Assim, ele expressa em comum acordo com a opinião dos antigos, que não havia nada - peculiar na confissão de Pedro, e na resposta dada pelo Senhor à mesma, bem como em si mesmo, senão que ele falou em nome de todos os demais apóstolos.
Eusébio, em Prgeparat . Evangel , liv. i. cap. 3, afirma: “Ele comprova a veracidade das predições divinas do cumprimento glorioso daquela palavra da promessa de nosso Salvador, que ele iria construir sua igreja na rocha” (isto é, ele mesmo), "de modo que as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Porque esta é o único fundamento inabalável; esta é a bendita rocha da fé, confessada por Pedro, tu és o Filho do Deus vivo.”
(O próprio Pedro foi edificado nesta rocha, e quanto trabalho ele deu ao Senhor para ser edificado e confirmado. A começar por sua negação, sua resistência para ir à casa de Cornélio, sua dissimulação em Antioquia, quando foi repreendido por Paulo, e as tantas situações que devem ter ocorrido e que não estão registradas nas Escrituras, que demonstram que Pedro era um homem comum tal como nós, mesmo quando já era um crente, e necessitava continuar debaixo do trabalho de aperfeiçoamento operado pela Rocha da igreja, na qual somos firmados, a saber, nosso Senhor Jesus Cristo – nota do tradutor).
Agostinho, assim se expressou: “Sobre esta rocha que tu tens confessado a mim mesmo o Filho do Deus vivo, edificarei a minha igreja. Edificar-te-ei sobre mim, e não em ti”. E ele declarou mais plenamente sua mente, ao afirmar: "A Igreja no mundo é abalada por várias tentações, como por inundações e tempestades, mas não cai, porque ela é construída sobre a rocha (Petra) de onde Pedro tomou seu nome (Petros). Porque a rocha não é chamada Petra procedente de Pedro, mas Pedro é chamado de Petros na rocha; assim como Cristo não é assim chamado por ser procedente de cristão, senão que cristão é procedente de Cristo. Por isso, disse o Senhor, sobre esta rocha edificarei a minha igreja; porque Pedro havia dito. Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Sobre esta rocha, que tens confessado, eu edificarei a minha igreja. Porque Cristo era a rocha sobre cujo fundamento o próprio Pedro foi construído. Porque outro fundamento, ninguém pode colocar, salvo o que já está posto, o qual é Jesus Cristo." – I Coríntios 3.11.

Cap. II - Contra esta rocha, este fundamento da igreja, a pessoa de Cristo, e a fé da igreja sobre ele, grande oposição tinha sido feita pelas portas do inferno. Sem mencionar a ira do mundo pagão, se esforçando por todos os efeitos da violência e crueldade para arrancar a igreja deste fundamento; todas as heresias com as quais desde o início, e por alguns séculos foi importunada, consistiram na oposição direta à eterna verdade sobre a pessoa de Cristo.
Seu início se deu no início da igreja, antes mesmo da escrita do Evangelho de João ou de suas revelações, e, na verdade antes de algumas das epístolas de Paulo. E embora o seu início, tenha sido pequeno e, aparentemente, desprezível, ainda assim, estava cheio do veneno da velha serpente, e se difundiram em várias formas, até que não havia mais nada de Cristo, nada que se relacionasse a ele, e nada às suas duas naturezas, divina e humana, nem seus atributos e operações, que não tivesse sido atacado e agredido por eles. Especialmente quando tão logo o evangelho havia subjugado o império Romano a Cristo, e até mesmo seus governantes, o mundo inteiro ficou durante alguns séculos cheio de tumultos, confusão, e desordens escandalosas sobre a pessoa de Cristo, através das oposições amaldiçoadas que lhe foram feitas pelas portas do inferno. A igreja verdadeira nunca teve qualquer descanso desses conflitos por cerca de 500 anos. Mas nesse período de tempo, o poder da verdade e da religião começou a decair universalmente entre os cristãos nominais, e Satanás aproveitou para fazer esses estragos e destruição da igreja, por superstição, falsa adoração, e profanação da vida, e que ele havia falhado em sua tentativa contra a pessoa de Cristo, ou a doutrina da verdade concernente a isto.
Seria um trabalho tedioso, e poderia não ser de muito lucro para aqueles que são totalmente alheios em relação às coisas passadas há tanto tempo atrás, e que parecem não lhes dizer respeito, dar-se conta de tantas heresias pelas quais se tentou derrubar esta rocha e fundamento da igreja; e até mesmo para aqueles que investigaram os registros da antiguidade, isto seria completamente inútil. Porque quase todas as páginas deles à primeira vista apresentam aos leitores uma conta de apenas alguns deles. Ainda que eu estime isto como útil, a saber, que o tipo mais comum de cristãos deve, pelo menos, em geral, estar familiarizado com o que já se passou em relação à pessoa de Cristo, desde o início. Porque há duas coisas relacionadas a isto, onde sua fé está muito interessada. Porque primeiro, há evidências que nos são dadas quanto à verdade das previsões das Escrituras sobre esta fatal apostasia da verdade, e da oposição ao Senhor Jesus Cristo; e, em segundo lugar, uma eminente demonstração do seu poder e fidelidade em decepcionar e vencer as portas do inferno, no enfrentamento dessa oposição.
A defesa da verdade desde o princípio; foi deixada ao encargo de guias e líderes da igreja em suas diversas capacidades. E foi pela Escritura que eles cumpriram o seu dever, confirmado com a tradição apostólica. Isso foi deixado ao seu encargo pelo grande apóstolo: Atos 20.28-31; 1 Tim 6.13,14; 2 Tim 2.1, 2; 5.23,24; 4.1-4; e quando alguns deles falhavam neste dever, eram reprovados pelo próprio Cristo: Apo 2.14,15,20.
E todos os crentes deveriam também cumprir fielmente o seu dever relativo à defesa da verdade, de acordo com o mandamento que lhes fora dado: 1 João 2.20,27; 4.1-3; 2 João 8,9. Todos os verdadeiros crentes em suas várias épocas, pela vigilância mútua, pregação, ou escritos, de acordo com suas chamadas e habilidades, usando eficazmente os meios externos para a preservação e propagação da fé da igreja. E os mesmos meios são ainda suficientes para os mesmos fins. A pretensa defesa da verdade com as artes e os braços de outro tipo, tem sido a ruína da religião, e a perda da paz de cristãos, além da recuperação. E isso pode ser observado, que enquanto este único modo de se preservar a verdade foi mantido, embora inúmeras heresias surgissem uma após outra, e algumas muitas vezes juntamente, elas nunca fizeram qualquer grande progresso, nem chegaram a uma consistência, pela qual pudessem se afirmar em oposição contra a verdade, mas os erros e seus autores eram como meteoros cadentes que apareciam por pouco tempo, e desapareciam.
Com o decorrer do tempo, quando o poder do império Romano deu proteção à religião cristã, um outro modo foi fixado para esse fim de preservar a verdade, com a utilização de assembleias de bispos e outros como eles foram chamados de concílios gerais, com uma composição mista, em parte civil e em parte eclesiástica, com respeito à autoridade dos imperadores, que começaram a chamada jurisdição da igreja. Este método foi iniciado no Concílio de Niceia, onde embora houvesse uma determinação de doutrina sobre a pessoa de Cristo, então, em agitação, e oposição, à sua natureza divina, de acordo com a verdade, ainda assim diversos males e inconvenientes se seguiram. E a partir daí a fé dos cristãos começou a ser mais esclarecida com base na autoridade dos homens, e já não se colocava mais tanto peso no que era claramente ensinado nas Escrituras.
Os Arianos, que negam a divindade de Cristo, acharam uma incrível vantagem neste Concílio para expandir sua convicção contrária às Escrituras.
Em concílios posteriores, como em Éfeso e em Calcedônia, a natureza divina de Cristo continuou sendo discutida quanto se era da mesma essência ou substância que a de Deus Pai.
No entanto, tal era o vigilante cuidado de Cristo sobre a igreja para a preservação desta sagrada verdade fundamental, relativa à sua pessoa divina, e a união de suas naturezas, mantendo as suas propriedades e operações distintas, que, não obstante toda a facção e desordem que havia naqueles Concílios, e as escandalosas contestações de muitos dos seus membros; a determinação contrária a isto, em grandes e numerosos concílios; a fé foi preservada inteira nos corações de todos que realmente criam, e triunfou sobre as portas do inferno.
Mencionei essas poucas coisas que pertencem à promessa e predição de nosso bendito Salvador, Mt 16.18, para mostrar que a igreja sem qualquer desvantagem para a verdade, pode ser preservada sem essas assembleias gerais, que em épocas posteriores provaram ser mais perniciosas para a corrupção da fé e da adoração. Sim, desde o início eles estiveram tão distantes da única forma de preservar a verdade, que a mesma quase sempre era prejudicada pela adição da autoridade deles para a sua confirmação. Também não houve qualquer um deles, em que o mistério da iniquidade não tivesse trabalhado para a colocação de algum lixo no fundamento da apostasia fatal, que mais tarde abertamente se seguiu. O próprio Senhor Jesus Cristo, tinha tomado isto sobre si, para construir sua igreja sobre esta rocha de sua pessoa, por verdadeira fé dele e nele. Ele envia o seu Espírito Santo para dar testemunho dele, em todos os efeitos abençoados do seu poder e graça. Ele confirma a sua palavra pela ministração fiel dela, para revelar, declarar, fazer conhecido, e reivindicar a sua verdade sagrada, para a convicção de opositores. Ele afirma que nada poderá prevalecer contra a fé nele, e o amor a ele, nos corações de todos os seus eleitos. Portanto, a par das oposições a esta verdade sagrada, este artigo fundamental da igreja e da religião cristã, acerca de sua pessoa divina, sua constituição e uso, quanto a sua natureza humana conjugada substancialmente a ela, e subsistindo nela, ainda que seja contestado com mais sutileza e pretextos capciosos do que nos séculos anteriores, ainda assim, pelo cumprimento do nosso dever e da ajudas da graça a nós proposta, vamos finalmente triunfar nesta causa, e transmitir esta verdade sagrada inviolavelmente àqueles que nos sucederem na profissão dela.

John Owen

Declaração do Glorioso Mistério da Pessoa de Cristo – Parte 3

Capítulo III - A pessoa de Cristo, que é o fundamento sobre o qual a igreja é edificada, apesar de todos os tipos de oposições que são realizadas e projetadas, é o efeito mais inefável da bondade e sabedoria divinas; sobre o qual trataremos agora. Mas aqui, quando eu falo da constituição da pessoa de Cristo, eu me refiro não à sua pessoa absolutamente como ele é o eterno Filho de Deus. Ele era realmente, verdadeiramente, completamente, uma pessoa divina, desde a eternidade, que está incluído na noção de ser o Filho, e assim distinto do Pai, que é a sua personalidade completa. Seu ser assim não era um artifício voluntário ou efeito da sabedoria divina e bondade, sua geração eterna sendo necessariamente um ato interno da natureza divina na pessoa do Pai.
Da geração eterna da pessoa divina do Filho, os escritores da antiga igreja constantemente afirmaram firmemente que isto era para ser crido.
Sobre o mistério da pessoa de Cristo, Maxêncio, bem se expressou: “Nós não confundimos a diversidade das naturezas de Cristo, embora não acreditemos que é o que você afirma, que Cristo foi feito Deus, mas cremos que Deus se fez Cristo. Por que ele não foi feito rico quando ele era pobre, mas sendo rico, se fez pobre, para que ele pudesse nos fazer ricos. Ele não tomou a forma de Deus, quando ele foi achado sob a forma de um servo, mas por ter a forma de Deus, ele tomou sobre si a forma de servo. Da mesma forma, ele não foi feito a Palavra, quando ele era carne, mas, sendo a Palavra, ele se fez carne."
Capítulo IV - Que ele era o fundamento de todo o santo conselho de Deus, com respeito à vocação, santificação, justificação e salvação eterna da igreja, é declarado em seguida. E ele foi assim em três aspectos.
1. Do inefável prazer mútuo do Pai e do Filho naqueles conselhos desde toda a eternidade.
2. Como o único caminho e meio da realização destes os conselhos e a comunicação de seus efeitos para a eterna glória de Deus.
3. Como ele estava em sua própria pessoa como encarnado, a ideia e exemplo na mente de Deus de tudo o que a graça e a glória na igreja, que foi concebido para ela naqueles eternos conselhos. Como a causa de tudo de bom para nós, ele é reconhecido nisto pelos antigos.
Clemente disse: "Ele , portanto, é a Palavra, a causa do nosso ser, pois ele estava em Deus, e a causa do nosso bem-estar. Mas agora ele tinha aparecido aos homens, a mesma Palavra eterna, o único que é ao mesmo tempo Deus e homem, e para nós, a causa de tudo o que é bom.”
Capítulo V - Ele também é declarado no próximo lugar, como sendo a imagem e o grande representante de Deus, o Pai, para a igreja. Em várias passagens ele é assim chamado, e declarado totalmente por ele próprio.
Em sua pessoa divina, como ele era o unigênito do Pai desde a eternidade, ele é a imagem essencial do Pai, pela geração de sua pessoa, e a comunicação da natureza divina a ele mesmo.
Encarnado, ele é ao mesmo tempo em sua própria pessoa inteira Deus e homem, e na administração de seu ofício, a imagem ou o representante da natureza e da vontade de Deus para nós, pois está totalmente provado.
Então, assim fala Clemente de Alexandria: "A imagem de Deus é a sua própria palavra, o Filho natural da mente eterna, o Verbo divino, a Luz original, e a imagem da Palavra feita homem". E o mesmo autor, disse: "A Palavra é a face, o rosto, a representação de Deus, em quem ele é trazido à luz e se fez conhecido".
Assim como está em sua pessoa divina sua eterna imagem essencial, por isso, em sua encarnação, sendo o instrutor dos homens, ele é a representação da imagem de Deus para a igreja.
Capítulo VII – Sobre a glória desta pessoa divina de Cristo depende a eficácia de todos os seus ofícios; uma especial demonstração é dada portanto em seu ofício profético. Então, isto é bem expressado por Irineu: "Nós não poderíamos ter aprendido de outra forma as coisas de Deus, a menos que o nosso Mestre fosse e continuasse a ser o eterno. A Palavra se fez homem. Por nenhuma outra forma as coisas de Deus poderiam ser declaradas a nós, senão pela sua própria Palavra. Porque quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? Ninguém por outro lado poderia ter aprendido, de outra forma, a menos que tivéssemos visto o nosso Mestre, e ouvido a sua voz. (na sua encarnação e ministério), que seguindo suas obras e lhe dando obediência à sua doutrina, podemos ter comunhão com Ele."
Capítulo IX - No nono capítulo, e nos seguintes, nós tratamos da honra divina que é devida à pessoa de Cristo, expressada em adoração, invocação, e obediência procedentes da fé e do amor. E o fundamento disso tudo repousa na descoberta da verdadeira natureza e nas causas de tal honra, e três coisas são projetadas aqui em confirmação.
1. Que a natureza divina, que individualmente é a mesma em cada Pessoa da Santíssima Trindade, é o objeto formal adequado de todo culto divino, em adoração e invocação; portanto, nenhuma pessoa é ou pode ser adorada exclusivamente, mas no mesmo ato individual de adoração, cada pessoa da trindade é igualmente cultuada e adorada.
2. Que é lícito direcionar para a honra divina, a adoração e invocação a qualquer pessoa, no uso de seu nome peculiar, o Pai, o Filho, ou o Espírito Santo, ou a eles em conjunto, mas fazer qualquer pedido a uma pessoa, e imediatamente o mesmo a outra, não é exemplificado na Escritura, nem entre os escritores antigos da igreja.
3. Que a pessoa de Cristo como Deus-homem, é o próprio objeto de toda honra e adoração divina, por conta de sua natureza divina, e tudo o que ele fez em sua natureza humana, são os motivos para isso.
O primeiro destes é a doutrina constante de toda igreja antiga, ou seja, que se em nossas orações e invocações, chamamos expressamente em nome do Pai, ou do Filho, ou do Espírito Santo, se o fazemos absoluta ou relativamente, isto é, quanto a relação de uma pessoa para a outra, como invocando a Deus como o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo; a Cristo como o Filho de seu amor; ao Espírito Santo como procedente de ambos; nós formalmente invocamos a natureza divina, e, conseqüentemente, toda a Trindade, e cada pessoa da mesma. Esta verdade eles principalmente confirmaram com a forma de nossa iniciação em Cristo no batismo, conforme por ele ordenado: "te batizo em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.", porque, nisso está contido a soma de toda a honra divina.
Está previsto na sabedoria e justiça de Deus, que Satanás deveria ser vencido e subjugado pela mesma natureza contra a qual ele havia prevalecido, por sua sugestão e tentação.
Para este propósito Tedoreto escreveu: "Portanto , como dissemos antes, ele uniu o homem a Deus. Pois, se o homem não tinha vencido o adversário dos homens, o inimigo não tinha sido justamente vencido, e, por outro lado, se Deus não tivesse dado e garantido a salvação, nunca poderíamos ter uma firme e imprescritível posse da mesma, e se o homem não tivesse sido unido a Deus, ele não poderia ter sido participante da imortalidade. Convinha, portanto, o Mediador entre Deus e o homem, por sua própria participação da natureza de cada um deles, para trazê-los em amizade e concordância mutuamente.”
Isto pertence a este grande mistério, e é fruto da sabedoria divina, que a nossa libertação deva ser feita pela mesma natureza, em que nós fomos arruinados.
Se o Senhor tivesse encarnado, por qualquer outra disposição (isto é, causa, razão, ou finalidade), e se fizesse carne de qualquer outra substância (isto é, celestial ou etérea, como os gnósticos imaginam), ele não teria recuperado os homens, não teria trazido a nossa natureza em si mesmo, nem poderia ter sido dito que se fez carne. Ele, portanto, se fez carne e sangue, não de qualquer outro tipo, mas ele tomou para si o que foi originalmente criado pelo Pai, procurando isto que se havia perdido. Jesus Cristo, a Palavra de Deus, que a partir de seu próprio amor infinito foi feito o que nós somos, para que pudesse nos fazer o que ele é; isto é, pela restauração da imagem de Deus em nós.
O que havíamos perdido em Adão, isto é, a nossa imagem e semelhança de Deus, devemos recuperar em Cristo. Porque não era possível que o homem, que tinha sido uma vez vencido e quebrado por desobediência, devesse por si próprio ser reformado, e obter a coroa de vitória, nem isto seria ainda possível, que aquele que caiu sob o pecado, devesse operar a sua salvação.
Ambos foram realizados pelo Filho, a Palavra de Deus, que desceu do Pai, e encarnou, e se submeteu à morte, aperfeiçoando a dispensação da nossa salvação.
O leitor pode ver o que é discursado para esses fins; e porque o grande objetivo da descrição dada à pessoa de Cristo, é para que possamos amá-lo e, assim, ser transformados à sua imagem, vou fechar este prefácio com as palavras de Jerônimo, a respeito deste amor divino a Cristo, que é amplamente declarado.
"Se lês ou escreves, se tu vigias ou dormes, deixe o som da voz do amor (a Cristo), soar nos teus ouvidos, deixe este trompete agitar a tua alma; sendo dominado (trazido em um êxtase), com este amor, procure-o na tua cama, quem deseja e suspira pela tua alma.”

Tradução e redução do prefácio do tratado escrito por John Owen, sob o mesmo título, em domínio público.

John Owen

Meu pensamento e imaginação em uma linda declaração

Se eu pudesse desenhar flores pra voce
no azul do céu , pegaria meus lapis de cor
e desenharia rosas vermelhas , violetas azuis
beijinhos rosa , lirios voce pintaria amor

Faria um castelo em cima das nuvens
com grandes torres pra tocar as estrelas
desenharia pontes coloridas
ligando uma na outra quebrando barreiras

Pintaria as estrelinhas de verde , de azul
cinzas , marrom e amarelas
laranja , roxas como aquarelas
de vermelhas seria o cruzeiro do sul

Criaria mais um pouco
faria de todos os tamanhos
minusculas e gigantes
de pedras e de diamantes

Faria umas transparente invisivel
de vidro cintilante
pintaria com cores quente pra ficar mais colorido
mais emocionante

Queria ligar uma estrela na outra com uma fita vermelha
escrevendo um poema em cada constelação
completando o universo
com versos de uma canção

Construiria rosas de brilhantes
com petalas flutuantes
suspensas no ar
em cada ponto do infinito marcar

Cometas seriam em formas de coracão
por onde passassem deixariam na atmosfera
o amor em forma de balão
fazendo um risco entre as estrelas na escuridão

Queria pintar o seu nome de canto a canto do universo
escrever em baixo frases lindas e versos
mostrando meu amor por voçe
com a mais linda declaração

A noite queria iluminar
com brilho de seu olhar
refletir para o mundo o amor
com seus olhinhos brilhando sem parar

Brilhando de tanta felicidade
de tanto eu te amar
de tanto amor eu te dar
fazendo o mundo encantar

No céu todos veriam a minha princesa encantada
com uma vara de condon
semeando o amor em cada lugar
em cada ser , em cada coração

Todos veriam a sua imagem
em um perfeita projeção
seria reconhecida por todos
como a Deusa da paixão

O sol cada dia ia brilhar diferente
em dias quentes seria verde
pra lembrar
o verde de seu olhar

Em dias frios seria vermelho
pra combinar
com o seu rostinho
quando toca no meu a me beijar

Em dias nublado seria azul marinho
pra lembrar
o nosso primeiro encontro
lembrar do seu carinho

Ja em dias de chuva seria colorido igual um arco ires
as gotinhas seria dourada
pra lembrar a cor de seus cabelos
minha doce eterna amada

Em cada dia um astro feito de cristal
ficaria flutuando pelo céu
Para lembrar de cada momento de amor
que vivi com voce minha loira dos labios de mel

O mundo seria todo encantado ,
seria maravilhoso , cheiroso perfumado
em cada arvore uma ilha de flor
nas rosas escritos poemas pra voce amor

Queria escrever seu nome e o meu
na lua com batom
pra todos no mundo ver
que voce é a dona do meu coração

pra voçe Jenny Carmo

Lucas Antunes da Silva

Você sempre esta limpo com seus sentimentos
E quando ouvi uma declaração é hora de demonstrar e não se esconder
Fique na escuridão, esconda seus sentimentos e perderá quem mais te ama.

Priscyla Jane F. Souza

A maior declaração de amor já feita, não foi feita em pedaços de papel ou tinta, mas foi feita mediante uma cruz.

Cleiton Santana

Declaração de amor

Às vezes esqueço que gosto de ti por um instante e então lembro que te amo. Passa pela minha cabeça a ideia de como as horas passam depressa na tua companhia e, sinceramente, não consigo entender. Da mesma forma como não compreendo como o teu jeito tímido e diferente pode ter me encantado tanto. Ah! E as minhas besteiras? Puxa vida, como você repetia as maluquices que eu dizia com entusiasmo e tirava sorrisos sinceros do meu rosto! Afinal, como eu poderia não sorrir? O teu abraço, para início de conversa, me deixou com a sensação de estar protegendo o mundo todo por um momento, tamanha foi a sensação de segurança. Provavelmente eu estava, na verdade, protegendo todo o meu mundo, que era você, envolvida em meus braços. Não temos o dom de saber o que ocorrerá no futuro, mas ficaria plenamente feliz se você pudesse imaginar o quanto que tem me feito bem e me cativado a cada dia mais apenas por existir. Eu penso em ti até quando prometo parar de pensar um pouco. Minha querida, eu te amo.

Allan Caetano Zanetti

“Faz uma declaração de amor daquelas que ninguém nunca fez por mim? Não precisa gritar para mundo todo ouvir do seu amor por mim, quero ouvir da tua boca o seu “bom dia” e “boa noite” até o resto da minha vida, quero ao acordar falar baixinho: Eu te amo e te acorda com beijinhos, quero escrever nossa historia para mundo inteiro saber do tanto do meu amor por você, vem se declarar pra mim e disser que quer todos os dias da sua vida viver comigo até o fim, não precisa ser poeta para falar de nos.”

Luzivania Teixeira

declaração do nada... 'o nada'

Amor é um frêmito picante
Que de tanta indiferença , cobre-nos de igualdade
Faz meu mundo desbravar em tua volta
Deixa minhas noites nórdicas , e meus dias frígidos
Transforma sorrisos em lágrimas ,
Lágrimas tão tênues como o amanhã
Que ninguém sabe se vem...
Assim como eu , ao sair da tua porta
‘Estou te deixando , eu avisei ....’

Maria A. Migliato

Declaração do meu marido Pr. Valdeir Ferreira:
Sou pobre, mas ao teu lado me sinto um rei.

Pra Ana Paula

Pra ele:

Juro-te que não é uma declaração de amor, mas é que sonhei contigo na noite passada. E sei lá, me deu vontade de dizer que não consigo amenizar essa saudade nem separando-a em sílabas. Não, não estou me declarando, contudo perguntaram-me a definição de estrelas cadentes e eu só conseguia descrevê-las de um jeito. Do nosso jeito. O jeito como cada vez que o teu coração encostava ao meu, eles tocavam o céu, e assim as estrelas caíam. É estranho, porque apesar de não te querer pra sempre, eu te quero bem, e muito. E esse não é mais um verso de amor, uma vez que digo te adorar para não dizer que te amo, e tento me amar mais a cada dia para não deixar este sentimento escapar a alheios. Das oportunidades perdidas, descobri que amor é tipo colher flores. Não que eu gostasse de colher flores, mas eu sabia que se as arrancasse, não seriam mais as mesmas. E da nossa primavera não se aproveita nem meia estação. Por isso que amor é verbete proibido, e cada um propaga suas palavras e isola o que sente por dentro e descobre a força no vento contrário, e não seguindo na mesma direção, enfim. E a vida é feita de ventos contrários, não é? Onde quinze semanas são brisa e o resto é tempestade, e eu te perdi nessa atmosfera infindável, aprendendo com as circunstâncias que não somos senhores do tempo, nós somos finitos. É difícil compreender a efemeridade das sensações, a culpa do engano, o desejo da carne. Nunca foi uma declaração de amor. Porque pra te ter por perto eu precisei congelar por dentro, e as emoções resultaram em estalactites no céu da minha alma. Não que eu me orgulhasse da criatura em que me transformei, entretanto aprendi da pior maneira que o amor não é justo, é egoísta. Perde-se na trama dos pensamentos, focam os objetivos num plural. A queda é imensuravelmente mais dolorida do que pular de um prédio de seis andares. Cada estrofe é um passo desregulado e sem ritmo e eu não entendo o porquê de insistir no inexistente, na valsa sem som que ecoa quando o acaso te traz pra perto. Descobri que me encontro num rosto que nunca vejo, contudo conheço as mil facetas que traz, as linhas firmes que almeja. E não é uma declaração de amor, uma vez que se por acaso, algum dia, se eu bater na tua porta é porque errei de endereço.
No sonho, não me recordo ao certo, nós éramos bêbados e felizes. Você apostava em nós e eu desejava a gente. E poxa, como é que se respira mesmo? E é isso, são os enigmas sem sentido, os labirintos da tua alma repletos de paraísos desconhecidos que me instigam, e eu até atrevo a me perder por essas terras, amor. E isso não é uma declaração de amor. É perceber que eu era boa com palavras até precisar caminhar no sentido contrário a elas só para ter certeza da minha força, ou das sobras dela. É te esquecer por um segundo e recordar do que nunca pareceu fazer sentido nas outras horas do dia. É te querer não querendo, evitar ouvir as batidas do teu coração justamente por decorar os trechos acelerados. É sentir o silêncio pro conforto da minha arritmia. Me despe e não se despede, aprende que na despedida eu me torno perecível ao resto do mundo e insensível aos outros dias. Aprende que se por acaso isso tudo parecer uma declaração de amor, é mera coincidência. O que não significa nada pra ti é o meu fim distribuído em pequenos fragmentos, e ou eu te mato agora ou continuo me deteriorando aos pouquinhos. E “se dessa vida nada se leva”, por que eu ainda insisto em te levar comigo? Eu não entendo, realmente não entendo. Ninguém nunca disse adeus e a esperança ainda é superlativa. Ainda acredito em tudo que eu não disse, mas jurava que tu compreendias.
Mas se eu voltasse, nunca me permitiria partir novamente.
E pela primeira vez te vi à toa e pensei: “Por favor, não sinta a minha falta”.

Desculpa, moço, é que eu interpreto pro meu mundo até o que você não diz..

E isso não é uma declaração de amor.

Amanda Seguezzi

" Uma declaração de amor pode ser feita com palavras mas só as atitudes é quem podem mostrar se ela foi escrita de coração. "

Eduardo Jorge Vieira Leite de Lima

Dos lábios nascem os sorrisos e do coração, a declaração da felicidade.

Helgir Girodo

O amor não é apenas uma declaração de palavras,
mas uma atitude do coração em fazer o bem.

Helgir Girodo

A declaração de amor vem sempre acompanhado de um nobre gesto.

Helgir Girodo