Declaração de uma Mãe para seu Filho

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Finitude! Mãe terna e eterna
Prepara-te para receber teu filho
Já completei meu ciclo ...

Hunaldo

Portugal...
Terra Amada e Maldita.
Uma Mae que pare os filhos e nao os ampara...
(pensamento de um filho que ha 20 anos anda fora de casa)

Francisco Vieira

Um filho pergunta à mãe:
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? ele está doente!
- Claro, mas o que ele tem?
O filho, com a cabeça baixa, diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz: e você quer ir lá para quê? vê-lo morrer? o
filho lhe dá as costas e vai horas depois ele volta vermelho de
tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe, com raiva:
- E agora? tá feliz? Valeu a pena ter visto aquela cena?
Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um
sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
eu tinha certeza que você vinha amigo...
Amigos não se resumem apenas em bons momentos!!!

Desconhecido

FILHO PREDILETO


Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe.

E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma...

É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.

O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
.





O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.

O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.

O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou...
...até que o reencontre...

Erma Bombeck

filho é outro anjo
que invadiu o meu ser
junto com a sua mãe
mim fizeram compreender
que Felicidade sozinho
eu não consigo fazer

verniorrsousa

QUEM SOMOS

Somos filhos arrancados de nossa mãe África.
Somos a nossa lembrança nos porões infectados dos navios negreiros.
Somos os dramas constantes e desumanos das antigas senzalas.
Somos a nossa dor.
MAS SOMOS TAMBÉM:
A força a coragem, os movimentos sociais, a perceverança, a resistência, a inteligencia, a arte, o humor, a alegria, o amor, o perdão.Portanto somos a grandeza da nossa alma a bondade do nosso coração, "SOMOS NEGROS".

Alex dos Santos

"Se não quiseres ser interpretado como um filho da mãe, não ande com um."

VanTófilli

Ninguém jamais superou nem superará a Deus em amor. Então se uma mãe ama a seu filho viciado e criminoso e o livraria da prisão até trocando de lugar com ele se fosse possível, não livraria Deus o pecador da condenação do inferno?

João Batista Alfaia Vasconcelos

JUÍZES 9

“1 Abimeleque, filho de Jerubaal, foi a Siquém, aos irmãos de sua mãe, e falou-lhes, e a toda a parentela da casa de pai de sua mãe, dizendo:
2 Falai, peço-vos, aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém: Que é melhor para vós? que setenta homens, todos os filhos de Jerubaal, dominem sobre vós, ou que um só domine sobre vós? Lembrai-vos também de que sou vosso osso e vossa carne.
3 Então os irmãos de sua mãe falaram todas essas palavras a respeito dele aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém; e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque; pois disseram: E nosso irmão.
4 E deram-lhe setenta siclos de prata, da casa de Baal-Berite, com os quais alugou Abimeleque alguns homens ociosos e levianos, que o seguiram;
5 e foi à casa de seu pai, a Ofra, e matou a seus irmãos, os filhos de Jerubaal, setenta homens, sobre uma só pedra. Mas Jotão, filho menor de Jerubaal, ficou, porquanto se tinha escondido.
6 Então se ajuntaram todos os cidadãos de Siquém e toda a Bete-Milo, e foram, e constituíram rei a Abimeleque, junto ao carvalho da coluna que havia em Siquém.
7 Jotão, tendo sido avisado disso, foi e, pondo-se no cume do monte Gerizim, levantou a voz e clamou, dizendo: Ouvi-me a mim, cidadãos de Siquém, para que Deus: vos ouça a vós.
8 Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei; e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
9 Mas a oliveira lhes respondeu: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, para ir balouçar sobre as árvores?
10 Então disseram as árvores à figueira: Vem tu, e reina sobre nós.
11 Mas a figueira lhes respondeu: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto, para ir balouçar sobre as árvores?
12 Disseram então as árvores à videira: Vem tu, e reina sobre nós.
13 Mas a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, para ir balouçar sobre as árvores?
14 Então todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu, e reina sobre nós.
15 O espinheiro, porém, respondeu às árvores: Se de boa fé me ungis por vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro, e devore os cedros do Líbano.
16 Agora, pois, se de boa fé e com retidão procedestes, constituindo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa, e se com ele usastes conforme o merecimento das suas mãos
17 (porque meu pai pelejou por vós, desprezando a própria vida, e vos livrou da mão de Midiã;
18 porém vós hoje vos levantastes contra a casa de meu pai, e matastes a seus filhos, setenta homens, sobre uma só pedra; e a Abimeleque, filho da sua serva, fizestes reinar sobre os cidadãos de Siquém, porque é vosso irmão);
19 se de boa fé e com retidão procedestes hoje para com Jerubaal e para com a sua casa, alegrai-vos em Abimeleque, e também ele se alegre em vós;
20 mas se não, saia fogo de Abimeleque, e devore os cidadãos de Siquém, e a Bete-Milo; e saia fogo dos cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e devore Abimeleque.
21 E partindo Jotão, fugiu e foi para Beer, e ali habitou, por medo de Abimeleque, seu irmão.
22 Havendo Abimeleque reinado três anos sobre Israel,
23 Deus suscitou um espírito mau entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém; e estes procederam aleivosamente para com Abimeleque;
24 para que a violência praticada contra os setenta filhos de Jerubaal, como também o sangue deles, recaíssem sobre Abimeleque, seu irmão, que os matara, e sobre os cidadãos de Siquém, que fortaleceram as mãos dele para matar a seus irmãos.
25 E os cidadãos de Siquém puseram de emboscada contra ele, sobre os cumes dos montes, homens que roubavam a todo aquele que passava por eles no caminho. E contou-se isto a Abimeleque.
26 Também veio Gaal, filho de Ebede, com seus irmãos, e estabeleceu-se em Siquém; e confiaram nele os cidadãos de Siquém.
27 Saindo ao campo, vindimaram as suas vinhas, pisaram as uvas e fizeram uma festa; e, entrando na casa de seu deus, comeram e beberam, e amaldiçoaram a Abimeleque.
28 E disse Gaal, filho de Ebede: Quem é Abimeleque, e quem é Siquém, para que sirvamos a Abimeleque? não é, porventura, filho de Jerubaal? e não é Zebul o seu mordomo? Servi antes aos homens de Hamor, pai de Siquém; pois, por que razão serviríamos nós a Abimeleque?
29 Ah! se este povo estivesse sob a minha mão, eu transtornaria a Abimeleque. Eu lhe diria: Multiplica o teu exército, e vem.
30 Quando Zebul, o governador da cidade, ouviu as palavras de Gaal, filho de Ebede, acendeu-se em ira.
31 E enviou secretamente mensageiros a Abimeleque, para lhe dizerem: Eis que Gaal, filho de Ebede, e seus irmãos vieram a Siquém, e estão sublevando a cidade contra ti.
32 Levanta-te, pois, de noite, tu e o povo que tiveres contigo, e põe-te de emboscada no campo.
33 E pela manhã, ao nascer do sol, levanta-te, e dá de golpe sobre a cidade; e, saindo contra ti Gaal e o povo que tiver com ele, faze-lhe como te permitirem as circunstâncias.
34 Levantou-se, pois, de noite Abimeleque, e todo o povo que com ele havia, e puseram emboscadas a Siquém, em quatro bandos.
35 E Gaal, filho de Ebede, saiu e pôs-se à entrada da porta da cidade; e das emboscadas se levantou Abimeleque, e todo o povo que estava com ele.
36 Quando Gaal viu aquele povo, disse a Zebul: Eis que desce gente dos cumes dos montes. Respondeu-lhe Zebul: Tu vês as sombras dos montes como se fossem homens.
37 Gaal, porém, tornou a falar, e disse: Eis que desce gente do meio da terra; também vem uma tropa do caminho do carvalho de Meonenim.
38 Então lhe disse Zebul: Onde está agora a tua boca, com a qual dizias: Quem é Abimeleque, para que o sirvamos? Não é esse, porventura, o povo que desprezaste. Sai agora e peleja contra ele!
39 Assim saiu Gaal, à frente dos cidadãos de Siquém, e pelejou contra Abimeleque.
40 Mas Abimeleque o perseguiu, pois Gaal fugiu diante dele, e muitos caíram feridos até a entrada da porta.
41 Abimeleque ficou em Arumá. E Zebul expulsou Gaal e seus irmãos, para que não habitassem em Siquém.
42 No dia seguinte sucedeu que o povo saiu ao campo; disto foi avisado Abimeleque,
43 o qual, tomando o seu povo, dividiu-o em três bandos, que pôs de emboscada no campo. Quando viu que o povo saía da cidade, levantou-se contra ele e o feriu.
44 Abimeleque e os que estavam com ele correram e se puseram à porta da cidade; e os outros dois bandos deram de improviso sobre todos quantos estavam no campo, e os feriram.
45 Abimeleque pelejou contra a cidade todo aquele dia, tomou-a e matou o povo que nela se achava; e, assolando-a, a semeou de sal.
46 Tendo ouvido isso todos os cidadãos de Migdol-Siquém, entraram na fortaleza, na casa de El-Berite.
47 E contou-se a Abimeleque que todos os cidadãos de Migdol-Siquém se haviam congregado.
48 Então Abimeleque subiu ao monte Zalmom, ele e todo o povo que com ele havia; e, tomando na mão um machado, cortou um ramo de árvore e, levantando-o, pô-lo ao seu ombro, e disse ao povo que estava com ele: O que me vistes fazer, apressai-vos a fazê-lo também.
49 Tendo, pois, cada um cortado o seu ramo, seguiram a Abimeleque; e, pondo os ramos junto da fortaleza, queimaram-na a fogo com os que nela estavam; de modo que morreram também todos os de Migdol-Siquém, cerca de mil homens e mulheres.
50 Então Abimeleque foi a Tebez, e a sitiou e tomou.
51 Havia, porém, no meio da cidade uma torre forte, na qual se refugiaram todos os habitantes da cidade, homens e mulheres; e fechando após si as portas, subiram ao eirado da torre.
52 E Abimeleque, tendo chegado até a torre, atacou-a, e chegou-se à porta da torre, para lhe meter fogo.
53 Nisso uma mulher lançou a pedra superior de um moinho sobre a cabeça de Abimeleque, e quebrou-lhe o crânio.
54 Então ele chamou depressa o moço, seu escudeiro, e disse-lhe: Desembainha a tua espada e mata-me, para que não se diga de mim: uma mulher o matou. E o moço o traspassou e ele morreu.
55 Vendo, pois, os homens de Israel que Abimeleque já era morto, foram-se cada um para o seu lugar.
56 Assim Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que tinha feito a seu pai, matando seus setenta irmãos;
57 como também fez tornar sobre a cabeça dos homens de Siquém todo o mal que fizeram; e veio sobre eles a maldição de Jotão, filho de Jerubaal.” (Jz 9.1-57)

A apostasia de Israel depois da morte de Gideão é castigada, não como as apostasias anteriores por uma invasão estrangeira, mas por uma tirania do filho bastardo de Gideão, que destruiu os siquemitas, adoradores de Baal-Berite, depois de terem feito uma aliança entre si, para matarem vilmente os setenta filhos de Gideão, dos quais escapou apenas o caçula, chamado Jotão.
A aliança que eles haviam feito com Baal-Berite, que como vimos antes significa senhor da aliança, foi uma aliança maldita que causou a sua ruína, porque eram israelitas e deveriam manter a aliança que tinham feito com Jeová.
Este foi um modo muito amargo de se ensinar aos israelitas o que sucede aos que fazem aliança com Baal, e que viraram as suas costas ao único Deus verdadeiro. Deus não somente vingou a morte dos setenta filhos de Gideão, como vindicou Sua própria santidade nos siquemitas, que haviam se voltado para a adoração de Baal.
Ao que tudo indica, Gideão residia com seus filhos legítimos em Ofra, e como sua concubina morava em Siquém, o filho que tivera com ela, Abimeleque, era também residente nesta cidade.
Tendo Gideão recusado o convite para reger sobre Israel, e tendo vedado tal regência a qualquer um dos seus filhos, Abimeleque sentiu-se no direito de assumir o governo de Israel, uma vez que era também filho de Gideão, e para evitar que algum dos setenta filhos de Gideão, contrariando a decisão de seu pai, viesse a assumir o governo da nação, forjou um plano vil de matar a todos os seus irmãos, e o fez pagando um exército de mercenários levianos, que foram pagos com o dinheiro que lhe fora dado pelos siquemitas, dinheiro este retirado da casa de Baal-Berite, possivelmente com o intento de que o dinheiro que havia sido consagrado àquela divindade, desse a Abimeleque sucesso em seu empreendimento.
Como Siquém era uma cidade importante da tribo de Efraim, e como vimos antes, os efraimitas haviam se ressentido com Gideão, por não lhes ter convocado para lutar contra os midianitas, pois Gideão era da cidade de Ofra, que pertencia a outra tribo, a de Manassés, eles encontram agora oportunidade para dar um duro golpe na descendência de Gideão, através de uma aliança maldita que fizeram com Abimeleque, e isto foi facilitado porque desde a morte de Gideão, haviam se voltado para o culto a Baal, e como sabemos, tal a divindade, tais os seus adoradores.
Quando Jotão soube que os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo haviam constituído a Abimeleque rei sobre Israel, ele proferiu uma parábola e uma maldição que se encontram nos versos 7 a 21, e que certamente lhes foram dadas por inspiração do Espírito Santo, e a maldição que ele proferiu teve cumprimento cabal tanto sobre Abimeleque quanto sobre os siquemitas.
A parábola revela a modéstia de Gideão e de seus filhos legítimos em recusarem o governo que lhes foi proposto pelos israelitas, apesar de serem pessoas habilitadas para exercer um bom governo; e a imodéstia e presunção de Abimeleque, que é o espinheiro da parábola, que se precipitou em assumir o governo de Israel, quando não tinha a menor qualificação moral para isto.
E assim como o fim do espinheiro é ser queimado, em razão da sua inutilidade e danos, que causa a outros, então, toda pessoa que é como um espinheiro, está sujeita à maldição, e o seu fim será ser queimada no fogo eterno do inferno.
Como, na parábola, o espinheiro veio a governar por assentimento das demais árvores, então que saísse fogo do espinheiro e as queimasse, e que o fogo das árvores também queimasse o espinheiro (v. 20), sendo isto uma clara referência a Abimeleque e aos cidadãos de Siquém e Bete-Milo que lhe haviam aclamado rei.
Depois de ter Abimeleque reinado três anos sobre Israel, Deus suscitou um mau espírito entre Abimeleque e os siquemitas com vistas a vingar a morte dos filhos de Gideão (v. 22, 23).
Os siquemitas começaram a ficar insatisfeitos com Abimeleque, e ele com eles, e isto procedia da parte de Deus, que permitiu que o diabo semeasse discórdia entre eles, pois nada dá ao diabo, maior prazer do que exercer o seu ministério corrompido de matar, roubar e destruir.
O mesmo diabo que aparentemente havia favorecido Abimeleque e os siquemitas conduzindo-os a uma posição de governo sobre Israel, por meio de um expediente extremamente vil, seria também o causador da destruição de Abimeleque e dos siquemitas.
E que isto sirva de alerta a todos os que se deixam usar por Satanás para prejudicarem a outros, porque no final eles próprios serão prejudicados pelo diabo, que não pode desejar o bem a qualquer homem, porque os odeia com um ódio mortal, e visa tão somente à sua destruição.
Por isso, nunca se nega a destruir a carne daqueles aos quais tal coisa lhe é permitida por Deus, para fim de juízo ou de correção, pois tem imenso prazer em fazer isto, e existe para isto, e para nenhum outro propósito, até que ele mesmo venha a receber a execução final da sentença que já foi pronunciada sobre ele, de queimar eternamente no lago de fogo e enxofre.
No caso de Saul é dito também que vinha sobre ele um espírito maligno da parte do Senhor, e isto significa ser permitido ao diabo que se apodere daqueles dos quais Deus retirou a Sua proteção, por andarem contrariamente com Ele e com a Sua vontade.
“Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor.” (I Sm 16.14).
Deus esperou três anos para começar a entregar a Abimeleque e os siquemitas à destruição.
Assim, ninguém se apresse em considerar que Deus não leva em conta o pecado, em razão de não ver juízos imediatos sendo exercidos sobre os seus praticantes.
Cabe destacar que conforme a Bíblia ensina, todos comparecerão diante dEle no tribunal em que cada um de nós prestará contas do bem ou do mal que tiver feito por meio do corpo (II Cor 5.10; Rom 14.10-12).
Se os siquemitas não foram gratos a Gideão, que lhes havia libertado do jugo dos midianitas, como seriam gratos a Abimeleque?
Porque não haveriam de traí-lo, já que haviam traído à memória de Gideão cooperando para matar toda a sua descendência?
Fazendo aliança com o mal nunca se poderá ter a garantia de cumprimento da promessa do bem.
Antes que Deus executasse o juízo de morte sobre Abimeleque, permitindo que fosse morto de modo desonroso pelas mãos de uma mulher, que lhe quebrou o crânio com uma pedra da parte superior de um moinho, Ele permitiu que Abimeleque destruísse os siquemitas, dando-se cumprimento à maldição proferida por Jotão, que dele sairia fogo e consumiria os siquemitas.
Ele pôs literalmente fogo na fortaleza de El-Berite, da cidade de Migdol-Siquém, onde seus habitantes haviam se refugiado (v. 49).
Eles foram mortos na casa do próprio deus que eles adoravam, julgando que ali estariam seguros, por pensarem que o seu deus viria em seu socorro.
Antes disso ele havia destruído uma insurreição dos habitantes de Siquém, que haviam colocado a um certo Gaal como cabeça deles, para derrubarem Abimeleque.
Seria a substituição intentada de um tirano por outro. E isto ocorreu para que conforme fora predito pela maldição proferida por Jotão, Abimeleque encontrasse ocasião para destruir os siquemitas.
Ele não estava portanto, prosperando em seus projetos e nem sendo abençoado por Deus, mas simplesmente sendo ele próprio o instrumento do juízo de Deus contra aqueles que lhe haviam conduzido ao poder, por meio da injustiça.
Muitos parecem prosperar neste mundo, quando prevalecem sobre seus inimigos, e no entanto, muitas vezes isto é apenas um juízo de Deus, que se cumpre pela instrumentalidade deles, até que eles próprios venham também a serem julgados.
Os ditadores sanguinários, têm geralmente o mesmo fim daqueles aos quais mataram a sangue-frio. Aquele que matar pela espada da injustiça, pela espada também será morto, e ainda que isto não se cumpra literalmente neste mundo, certamente, em face da falta de arrependimento para a vida, tal se cumprirá no juízo vindouro de Deus.
Abimeleque deixou a Zebul, que era seu confidente, como sendo o governante da cidade de Siquém, e este Zebul traiu a Gaal informando sobre suas intenções a Abimeleque.
Os que traem serão também traídos, de um modo ou de outro.
E Abimeleque derrotou as forças de Gaal, que saíram a lutar com seu exército fora dos muros da cidade de Siquém.
E como os siquemitas, apesar de terem abandonado a Gaal, permaneceram contrários a Abimeleque, este deu com tal fúria sobre a sua própria cidade natal de Siquém, que a transformou em ruínas, e para que ficasse na condição de uma assolação perpétua, fez com que fosse semeada com sal (v. 45).

Silvio Dutra

JUÍZES 9

“1 Abimeleque, filho de Jerubaal, foi a Siquém, aos irmãos de sua mãe, e falou-lhes, e a toda a parentela da casa de pai de sua mãe, dizendo:
2 Falai, peço-vos, aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém: Que é melhor para vós? que setenta homens, todos os filhos de Jerubaal, dominem sobre vós, ou que um só domine sobre vós? Lembrai-vos também de que sou vosso osso e vossa carne.
3 Então os irmãos de sua mãe falaram todas essas palavras a respeito dele aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém; e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque; pois disseram: E nosso irmão.
4 E deram-lhe setenta siclos de prata, da casa de Baal-Berite, com os quais alugou Abimeleque alguns homens ociosos e levianos, que o seguiram;
5 e foi à casa de seu pai, a Ofra, e matou a seus irmãos, os filhos de Jerubaal, setenta homens, sobre uma só pedra. Mas Jotão, filho menor de Jerubaal, ficou, porquanto se tinha escondido.
6 Então se ajuntaram todos os cidadãos de Siquém e toda a Bete-Milo, e foram, e constituíram rei a Abimeleque, junto ao carvalho da coluna que havia em Siquém.
7 Jotão, tendo sido avisado disso, foi e, pondo-se no cume do monte Gerizim, levantou a voz e clamou, dizendo: Ouvi-me a mim, cidadãos de Siquém, para que Deus: vos ouça a vós.
8 Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei; e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
9 Mas a oliveira lhes respondeu: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, para ir balouçar sobre as árvores?
10 Então disseram as árvores à figueira: Vem tu, e reina sobre nós.
11 Mas a figueira lhes respondeu: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto, para ir balouçar sobre as árvores?
12 Disseram então as árvores à videira: Vem tu, e reina sobre nós.
13 Mas a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, para ir balouçar sobre as árvores?
14 Então todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu, e reina sobre nós.
15 O espinheiro, porém, respondeu às árvores: Se de boa fé me ungis por vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro, e devore os cedros do Líbano.
16 Agora, pois, se de boa fé e com retidão procedestes, constituindo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa, e se com ele usastes conforme o merecimento das suas mãos
17 (porque meu pai pelejou por vós, desprezando a própria vida, e vos livrou da mão de Midiã;
18 porém vós hoje vos levantastes contra a casa de meu pai, e matastes a seus filhos, setenta homens, sobre uma só pedra; e a Abimeleque, filho da sua serva, fizestes reinar sobre os cidadãos de Siquém, porque é vosso irmão);
19 se de boa fé e com retidão procedestes hoje para com Jerubaal e para com a sua casa, alegrai-vos em Abimeleque, e também ele se alegre em vós;
20 mas se não, saia fogo de Abimeleque, e devore os cidadãos de Siquém, e a Bete-Milo; e saia fogo dos cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e devore Abimeleque.
21 E partindo Jotão, fugiu e foi para Beer, e ali habitou, por medo de Abimeleque, seu irmão.
22 Havendo Abimeleque reinado três anos sobre Israel,
23 Deus suscitou um espírito mau entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém; e estes procederam aleivosamente para com Abimeleque;
24 para que a violência praticada contra os setenta filhos de Jerubaal, como também o sangue deles, recaíssem sobre Abimeleque, seu irmão, que os matara, e sobre os cidadãos de Siquém, que fortaleceram as mãos dele para matar a seus irmãos.
25 E os cidadãos de Siquém puseram de emboscada contra ele, sobre os cumes dos montes, homens que roubavam a todo aquele que passava por eles no caminho. E contou-se isto a Abimeleque.
26 Também veio Gaal, filho de Ebede, com seus irmãos, e estabeleceu-se em Siquém; e confiaram nele os cidadãos de Siquém.
27 Saindo ao campo, vindimaram as suas vinhas, pisaram as uvas e fizeram uma festa; e, entrando na casa de seu deus, comeram e beberam, e amaldiçoaram a Abimeleque.
28 E disse Gaal, filho de Ebede: Quem é Abimeleque, e quem é Siquém, para que sirvamos a Abimeleque? não é, porventura, filho de Jerubaal? e não é Zebul o seu mordomo? Servi antes aos homens de Hamor, pai de Siquém; pois, por que razão serviríamos nós a Abimeleque?
29 Ah! se este povo estivesse sob a minha mão, eu transtornaria a Abimeleque. Eu lhe diria: Multiplica o teu exército, e vem.
30 Quando Zebul, o governador da cidade, ouviu as palavras de Gaal, filho de Ebede, acendeu-se em ira.
31 E enviou secretamente mensageiros a Abimeleque, para lhe dizerem: Eis que Gaal, filho de Ebede, e seus irmãos vieram a Siquém, e estão sublevando a cidade contra ti.
32 Levanta-te, pois, de noite, tu e o povo que tiveres contigo, e põe-te de emboscada no campo.
33 E pela manhã, ao nascer do sol, levanta-te, e dá de golpe sobre a cidade; e, saindo contra ti Gaal e o povo que tiver com ele, faze-lhe como te permitirem as circunstâncias.
34 Levantou-se, pois, de noite Abimeleque, e todo o povo que com ele havia, e puseram emboscadas a Siquém, em quatro bandos.
35 E Gaal, filho de Ebede, saiu e pôs-se à entrada da porta da cidade; e das emboscadas se levantou Abimeleque, e todo o povo que estava com ele.
36 Quando Gaal viu aquele povo, disse a Zebul: Eis que desce gente dos cumes dos montes. Respondeu-lhe Zebul: Tu vês as sombras dos montes como se fossem homens.
37 Gaal, porém, tornou a falar, e disse: Eis que desce gente do meio da terra; também vem uma tropa do caminho do carvalho de Meonenim.
38 Então lhe disse Zebul: Onde está agora a tua boca, com a qual dizias: Quem é Abimeleque, para que o sirvamos? Não é esse, porventura, o povo que desprezaste. Sai agora e peleja contra ele!
39 Assim saiu Gaal, à frente dos cidadãos de Siquém, e pelejou contra Abimeleque.
40 Mas Abimeleque o perseguiu, pois Gaal fugiu diante dele, e muitos caíram feridos até a entrada da porta.
41 Abimeleque ficou em Arumá. E Zebul expulsou Gaal e seus irmãos, para que não habitassem em Siquém.
42 No dia seguinte sucedeu que o povo saiu ao campo; disto foi avisado Abimeleque,
43 o qual, tomando o seu povo, dividiu-o em três bandos, que pôs de emboscada no campo. Quando viu que o povo saía da cidade, levantou-se contra ele e o feriu.
44 Abimeleque e os que estavam com ele correram e se puseram à porta da cidade; e os outros dois bandos deram de improviso sobre todos quantos estavam no campo, e os feriram.
45 Abimeleque pelejou contra a cidade todo aquele dia, tomou-a e matou o povo que nela se achava; e, assolando-a, a semeou de sal.
46 Tendo ouvido isso todos os cidadãos de Migdol-Siquém, entraram na fortaleza, na casa de El-Berite.
47 E contou-se a Abimeleque que todos os cidadãos de Migdol-Siquém se haviam congregado.
48 Então Abimeleque subiu ao monte Zalmom, ele e todo o povo que com ele havia; e, tomando na mão um machado, cortou um ramo de árvore e, levantando-o, pô-lo ao seu ombro, e disse ao povo que estava com ele: O que me vistes fazer, apressai-vos a fazê-lo também.
49 Tendo, pois, cada um cortado o seu ramo, seguiram a Abimeleque; e, pondo os ramos junto da fortaleza, queimaram-na a fogo com os que nela estavam; de modo que morreram também todos os de Migdol-Siquém, cerca de mil homens e mulheres.
50 Então Abimeleque foi a Tebez, e a sitiou e tomou.
51 Havia, porém, no meio da cidade uma torre forte, na qual se refugiaram todos os habitantes da cidade, homens e mulheres; e fechando após si as portas, subiram ao eirado da torre.
52 E Abimeleque, tendo chegado até a torre, atacou-a, e chegou-se à porta da torre, para lhe meter fogo.
53 Nisso uma mulher lançou a pedra superior de um moinho sobre a cabeça de Abimeleque, e quebrou-lhe o crânio.
54 Então ele chamou depressa o moço, seu escudeiro, e disse-lhe: Desembainha a tua espada e mata-me, para que não se diga de mim: uma mulher o matou. E o moço o traspassou e ele morreu.
55 Vendo, pois, os homens de Israel que Abimeleque já era morto, foram-se cada um para o seu lugar.
56 Assim Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que tinha feito a seu pai, matando seus setenta irmãos;
57 como também fez tornar sobre a cabeça dos homens de Siquém todo o mal que fizeram; e veio sobre eles a maldição de Jotão, filho de Jerubaal.” (Jz 9.1-57)

A apostasia de Israel depois da morte de Gideão é castigada, não como as apostasias anteriores por uma invasão estrangeira, mas por uma tirania do filho bastardo de Gideão, que destruiu os siquemitas, adoradores de Baal-Berite, depois de terem feito uma aliança entre si, para matarem vilmente os setenta filhos de Gideão, dos quais escapou apenas o caçula, chamado Jotão.
A aliança que eles haviam feito com Baal-Berite, que como vimos antes significa senhor da aliança, foi uma aliança maldita que causou a sua ruína, porque eram israelitas e deveriam manter a aliança que tinham feito com Jeová.
Este foi um modo muito amargo de se ensinar aos israelitas o que sucede aos que fazem aliança com Baal, e que viraram as suas costas ao único Deus verdadeiro. Deus não somente vingou a morte dos setenta filhos de Gideão, como vindicou Sua própria santidade nos siquemitas, que haviam se voltado para a adoração de Baal.
Ao que tudo indica, Gideão residia com seus filhos legítimos em Ofra, e como sua concubina morava em Siquém, o filho que tivera com ela, Abimeleque, era também residente nesta cidade.
Tendo Gideão recusado o convite para reger sobre Israel, e tendo vedado tal regência a qualquer um dos seus filhos, Abimeleque sentiu-se no direito de assumir o governo de Israel, uma vez que era também filho de Gideão, e para evitar que algum dos setenta filhos de Gideão, contrariando a decisão de seu pai, viesse a assumir o governo da nação, forjou um plano vil de matar a todos os seus irmãos, e o fez pagando um exército de mercenários levianos, que foram pagos com o dinheiro que lhe fora dado pelos siquemitas, dinheiro este retirado da casa de Baal-Berite, possivelmente com o intento de que o dinheiro que havia sido consagrado àquela divindade, desse a Abimeleque sucesso em seu empreendimento.
Como Siquém era uma cidade importante da tribo de Efraim, e como vimos antes, os efraimitas haviam se ressentido com Gideão, por não lhes ter convocado para lutar contra os midianitas, pois Gideão era da cidade de Ofra, que pertencia a outra tribo, a de Manassés, eles encontram agora oportunidade para dar um duro golpe na descendência de Gideão, através de uma aliança maldita que fizeram com Abimeleque, e isto foi facilitado porque desde a morte de Gideão, haviam se voltado para o culto a Baal, e como sabemos, tal a divindade, tais os seus adoradores.
Quando Jotão soube que os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo haviam constituído a Abimeleque rei sobre Israel, ele proferiu uma parábola e uma maldição que se encontram nos versos 7 a 21, e que certamente lhes foram dadas por inspiração do Espírito Santo, e a maldição que ele proferiu teve cumprimento cabal tanto sobre Abimeleque quanto sobre os siquemitas.
A parábola revela a modéstia de Gideão e de seus filhos legítimos em recusarem o governo que lhes foi proposto pelos israelitas, apesar de serem pessoas habilitadas para exercer um bom governo; e a imodéstia e presunção de Abimeleque, que é o espinheiro da parábola, que se precipitou em assumir o governo de Israel, quando não tinha a menor qualificação moral para isto.
E assim como o fim do espinheiro é ser queimado, em razão da sua inutilidade e danos, que causa a outros, então, toda pessoa que é como um espinheiro, está sujeita à maldição, e o seu fim será ser queimada no fogo eterno do inferno.
Como, na parábola, o espinheiro veio a governar por assentimento das demais árvores, então que saísse fogo do espinheiro e as queimasse, e que o fogo das árvores também queimasse o espinheiro (v. 20), sendo isto uma clara referência a Abimeleque e aos cidadãos de Siquém e Bete-Milo que lhe haviam aclamado rei.
Depois de ter Abimeleque reinado três anos sobre Israel, Deus suscitou um mau espírito entre Abimeleque e os siquemitas com vistas a vingar a morte dos filhos de Gideão (v. 22, 23).
Os siquemitas começaram a ficar insatisfeitos com Abimeleque, e ele com eles, e isto procedia da parte de Deus, que permitiu que o diabo semeasse discórdia entre eles, pois nada dá ao diabo, maior prazer do que exercer o seu ministério corrompido de matar, roubar e destruir.
O mesmo diabo que aparentemente havia favorecido Abimeleque e os siquemitas conduzindo-os a uma posição de governo sobre Israel, por meio de um expediente extremamente vil, seria também o causador da destruição de Abimeleque e dos siquemitas.
E que isto sirva de alerta a todos os que se deixam usar por Satanás para prejudicarem a outros, porque no final eles próprios serão prejudicados pelo diabo, que não pode desejar o bem a qualquer homem, porque os odeia com um ódio mortal, e visa tão somente à sua destruição.
Por isso, nunca se nega a destruir a carne daqueles aos quais tal coisa lhe é permitida por Deus, para fim de juízo ou de correção, pois tem imenso prazer em fazer isto, e existe para isto, e para nenhum outro propósito, até que ele mesmo venha a receber a execução final da sentença que já foi pronunciada sobre ele, de queimar eternamente no lago de fogo e enxofre.
No caso de Saul é dito também que vinha sobre ele um espírito maligno da parte do Senhor, e isto significa ser permitido ao diabo que se apodere daqueles dos quais Deus retirou a Sua proteção, por andarem contrariamente com Ele e com a Sua vontade.
“Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor.” (I Sm 16.14).
Deus esperou três anos para começar a entregar a Abimeleque e os siquemitas à destruição.
Assim, ninguém se apresse em considerar que Deus não leva em conta o pecado, em razão de não ver juízos imediatos sendo exercidos sobre os seus praticantes.
Cabe destacar que conforme a Bíblia ensina, todos comparecerão diante dEle no tribunal em que cada um de nós prestará contas do bem ou do mal que tiver feito por meio do corpo (II Cor 5.10; Rom 14.10-12).
Se os siquemitas não foram gratos a Gideão, que lhes havia libertado do jugo dos midianitas, como seriam gratos a Abimeleque?
Porque não haveriam de traí-lo, já que haviam traído à memória de Gideão cooperando para matar toda a sua descendência?
Fazendo aliança com o mal nunca se poderá ter a garantia de cumprimento da promessa do bem.
Antes que Deus executasse o juízo de morte sobre Abimeleque, permitindo que fosse morto de modo desonroso pelas mãos de uma mulher, que lhe quebrou o crânio com uma pedra da parte superior de um moinho, Ele permitiu que Abimeleque destruísse os siquemitas, dando-se cumprimento à maldição proferida por Jotão, que dele sairia fogo e consumiria os siquemitas.
Ele pôs literalmente fogo na fortaleza de El-Berite, da cidade de Migdol-Siquém, onde seus habitantes haviam se refugiado (v. 49).
Eles foram mortos na casa do próprio deus que eles adoravam, julgando que ali estariam seguros, por pensarem que o seu deus viria em seu socorro.
Antes disso ele havia destruído uma insurreição dos habitantes de Siquém, que haviam colocado a um certo Gaal como cabeça deles, para derrubarem Abimeleque.
Seria a substituição intentada de um tirano por outro. E isto ocorreu para que conforme fora predito pela maldição proferida por Jotão, Abimeleque encontrasse ocasião para destruir os siquemitas.
Ele não estava portanto, prosperando em seus projetos e nem sendo abençoado por Deus, mas simplesmente sendo ele próprio o instrumento do juízo de Deus contra aqueles que lhe haviam conduzido ao poder, por meio da injustiça.
Muitos parecem prosperar neste mundo, quando prevalecem sobre seus inimigos, e no entanto, muitas vezes isto é apenas um juízo de Deus, que se cumpre pela instrumentalidade deles, até que eles próprios venham também a serem julgados.
Os ditadores sanguinários, têm geralmente o mesmo fim daqueles aos quais mataram a sangue-frio. Aquele que matar pela espada da injustiça, pela espada também será morto, e ainda que isto não se cumpra literalmente neste mundo, certamente, em face da falta de arrependimento para a vida, tal se cumprirá no juízo vindouro de Deus.
Abimeleque deixou a Zebul, que era seu confidente, como sendo o governante da cidade de Siquém, e este Zebul traiu a Gaal informando sobre suas intenções a Abimeleque.
Os que traem serão também traídos, de um modo ou de outro.
E Abimeleque derrotou as forças de Gaal, que saíram a lutar com seu exército fora dos muros da cidade de Siquém.
E como os siquemitas, apesar de terem abandonado a Gaal, permaneceram contrários a Abimeleque, este deu com tal fúria sobre a sua própria cidade natal de Siquém, que a transformou em ruínas, e para que ficasse na condição de uma assolação perpétua, fez com que fosse semeada com sal (v. 45).
Silvio Dutra

Silvio Dutra

Meu 35 anos não foi nada fácil de família pobre,uma mãe com 3 filhos de um outro relacionamento muito conturbado, não tive muita atenção da parte dela sempre jogada pelos cantos... Hoje sou uma pessoa triste tive muito problema na minha mocidade baixa auto estima, obesidade, timidez e para completar um amor platônico tudo de ruim para uma adolescente foi muito difícil essa época...depois perdi meu pai a melhor parte da minha vida era quando eu tinha ele vivo ( me sentia protegida) e ele se foi.
Mas ergui a cabeça e comecei a lutar fiz faculdade tive bom emprego eu tinha um sonho de ter meu próprio lar, conheci meu esposo um homem maravilhoso... tivemos uma filha linda que é alegria da minha vida e razão do meu viver ela em tudo o que faço está em primeiro lugar.

Lucyyy

Ninguém sabe do que uma mãe é capaz por um filho, até. Mexerem com ele!!!!
15/02/2013

A.Q

Carinho de mãe é tudo, é sincero é puro, e ser filho único é ter privilégios.

Daniel Paes

Mãe preguntou a filho a repeito da fachina diária.
_Sim , tu não lavou o pano!
Ele respondeu :
_Lavei , mas só que ele ficou com manchas de sujo.

Skema - Douglas Tone

Alegria de mãe: um filho sonhando, um Deus transformando sonhos em realidade.

Patrícia Assmann

Não é importante que o filho de alguma mãe me desrespeite. Importa-me, isto sim, que os meus filhos não desrespeitem a mãe de ninguém.

Marlene A. Torrigo

Há uma diferença tênue mas real entre ser mãe e ter um filho, a maioria se classifica como a primeira, mas age apenas como a segunda!

Fernanda da Silva

O filho queria ser cabeleireiro, mas a mãe não deixou porque era profissão de gay. Queria então ser estilista ou maquiador, mas ela não deixou porque era profissão de gay. Conclusão: Hoje o filho dela é um gay desempregado.

Renato Santos

Uma mãe levou seu filho ao Mahatma Gandhi e implorou: “por favor, Mahatma, peça ao meu filho para não comer açúcar”. Gandhi, depois de uma pausa, pediu: “me traga seu filho daqui a duas semanas”.

Duas semanas depois, ela voltou com o filho. Gandhi olhou bem fundo nos olhos do garoto e disse: “não coma açúcar”.

Agradecida – mas perplexa – a mulher perguntou: ” por que me pediu duas semanas? Podia ter dito a mesma coisa antes!”

E Gandhi respondeu: “há duas semanas atrás, eu estava comendo açúcar”.

Gandhi

Um abraço de uma mãe age como um remédio alivia as dores de um filho.Nada se compara o Amor de DEUS mas o amor de uma mãe e oque chega mas próximo eu daria tudo por um abraço hoje de mãe antes de dormi.

Nilton Leao