Cronicas sobre Futebol

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Vivou em um mundo aonde o status é mais importante que a fome,que o futebol é mais interessante que á politica,aonde a miséria é combatida,com mais impostos.
Vivo em um sociedade,capitalista e individualista,racista e preconceituosa e infiel.Vivo em uma sociedade aonde religião é mais importante que cristo,aonde é mais fácil crítica a vida alheia,que faz diferente é mais fácil derrubar do quê dá mão para puder levantar alguém caindo.
Aprendi que vivo em um sociedade desumana e sem concepções lógicas.Ficaria mais feliz em saber,se a sociedade fosse mais solidária com o seu próximo.Fica a dica

wellington

As rédeas da bola.

O futebol por sua vez se caracteriza como circo no qual o palhaço é a bola, uma música na qual o jogador é o violino sem som, um parque no qual a plateia é o pranto de um menino insano; mas em que tempo?Numa inexpugnável fulgência é a tática que aclara o palco onde a escrita é uma índole crônica de demência. Os velhos gritam, os poetas escrevem, os torcedores rasgam e a bola chora à rede enfrentando à baliza que convence o mais alto grau. O gol é uma esfera impetuosa, é um Vivaldi em fúria, um Rodrigues convicto, o campo de uma luta.
A camisa de um clube é um vasto portento a que saliento como gracejo a que cortejo em vento. O palco nesse momento anda vazio e mortificado pela presença de um cartola que agrupa tua corte de uma natureza insanável. A bola tem mais brilho e mais eloquência, mais teatro de exatidão; e mais que literatura, tem transparência.

Daniel Muzitano

E começa a baderna... de novo!

Hoje tem jogo de futebol...'de novo'...
que é sinônimo de bagunça, barulho... muito barulho,
bebedeira, palavrões, acidentes de carro, confusões e brigas.

É dia de prender os cães e gatos.. nossos animais queridos que ficam assustados com todos os fogos de artifício... e com tanta pobreza por ai... eles adoram queimar dinheiro com os fogos!

Mas o que esperar de pessoas que vivem pelo futebol,
que vivem pelo carnaval e televisão?
O que esperar então do País?

Nada contra o esporte, as festas comemorativas e a midia...
Mas venhamos e convenhamos que, com tantos problemas por aí acontecendo, os que estão no poder conseguem tirar a atenção da populção com estas "supostas diversões"....
o famoso 'pão e circo ao povo'.

Queria eu, que toda esta energia física do povo fosse usada a favor do povo... que fosse usada para lutar por melhorias... e olha que o país precisa de muita coisa!

Queria eu, que todo o dinheiro envolvido fosse usado na educação, esporte, saude, segurança, etc, etc e etc!

Queria eu, que a irritação dos torcedores nas ruas,
fossem contra os políticos que nada fazem por nós!

Queria eu, que estes jogadores famosos... ídolos do país.. com a força que tem, fossem em rede nacional lutar pelo povo...
mas lutar de verdade!

Queria eu, que tudo fosse diferente..
que o povo pensasse diferente!

Queria eu...

Mas enquanto isso não acontece...
enquanto nos exploram o povo continua gritando gol!

Rama Pashupati

Estratégia


Indiferente ao jogo escolhido...

Xadrez, futebol, vôlei, peteca ou bolinha de gude...

Sem estratégia...Nunca haverá vencedores...

Jogar sem estratégia, é igual ao caos...

Um amontoado de pessoas correndo sem rumo...

Batendo as cabeças umas nas outras...

Pense nisso...

Vejo tanta desordem...

Causada pela falta de estratégia...

Poeta Urbano - 120412

O brasileiro é apaixonado por futebol, pela sua seleção, para tudo em jogos da copa, uma febre sem descrição. Mas, não deveria ser assim, apenas com o futebol, deveria sim, ser feito o mesmo para requisitar seus direitos, para lutar por um lugar melhor, por melhor educação, saúde e segurança.
Que lindo seria se todos tivessem a mesma comoção com as questões que realmente vão fazer a diferença no seu dia a dia, nas suas vidas. Os protestos não deveriam ser apenas nas portas dos clubes exigindo times melhores, mas também em frente às prefeituras, governos, para exigir políticos e investimentos melhores. Todos devem fazer sua parte para um lugar melhor.

Prof. Marcos Antonio de Oliveira - CEBRAC

''Viva a cultura brasileira''
Falam tanto da cultura brasileira né como futebol e samba mas na verdade o brasileiro não tem cultura pois é tudo importado de outros países o futebol surgi-o onde na Inglaterra então logo futebol é de cultura inglesa e não brasileira e o samba veio da africa surgi-o lá então também não foi os brasileiro que inventaram então logo chego a conclusão que os brasileiro não tem cultura eles só copiam outras países outros povos mas na verdade não inventam nada.

Felipe Gonzatto

Futebol

Ao apito do juiz
A bola começa a rolar
Ao apoio da torcida
Os atletas só fazem jogar

No gingado dos atacantes
Os zagueiros ficam atrapalhados
Bola para um lado, bola paro o outro
A bola corre por todos os lados

Na jogada rápida e no contra ataque
O time da um show
Tabela até invadir a grande área
Para somente com o gol

O jogador corre e faz a festa
Vai comemorar com a torcida
A magia do futebol é contagiante
E alegra muito mais a nossa vida

Rodolfo Rodrigues dos Santos

TIM TEBOW DEFENDE CRITICADO ANÚNCIO PRÓ-VIDA DO CAMPEONATO DE FUTEBOL AMERICANO
MOBILE, Alabama, EUA, 26 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Tim Tebow, celebridade do futebol universitário, está firmemente defendendo um anúncio pró-vida desenvolvido por Focus on the Family e marcado para transmissão na TV CBS no domingo do campeonato de futebol americano. Embora o anúncio não tenha sido divulgado, os grupos pró-aborto já estão exigindo que seja descartado, pois provavelmente retrata a história de como a mãe de Tebow escolheu vida quando os médicos insistiram em que ela abortasse seu filho que hoje é famoso.
A celebridade do futebol universitário, que acabou sua última estação como zagueiro para o time Florida Gators, tem sido uma exceção entre os atletas de primeira linha. Tebow fala sem rodeios sobre sua fé cristã, suas convicções pró-vida e o fato de que ele quer se preservar para o casamento.
Mas as convicções pró-vida de Tebow brotam de uma fonte extraordinariamente pessoal: em 1987, sua mãe contraiu disenteria amébica enquanto estava grávida dele nas Filipinas, e os médicos recomendaram aborto. Se Pam Tebow tivesse aceitado o conselho, os fãs de Tebow jamais teriam visto o fenômeno do futebol ganhar o Troféu Heisman em 2007 e conduzir o Gators à vitória em dois importantes campeonatos.
Numa coletiva à imprensa no domingo em Mobile, Tebow disse a um grupo de jornalistas: “Sei que alguns não concordarão com o anúncio, mas penso que eles podem pelo menos respeitar que eu defendo o que creio, e jamais tenho medo de defender”.
“Não sinto que estou sendo moralista acerca disso, mas defendo o que creio. Infelizmente na sociedade de hoje não muitos atletas tendem a fazer isso. Só estou defendendo algo”.
Mas a defesa de Tebow dos valores pró-vida está enfurecendo os grupos pró-aborto, que temem o efeito que o anúncio de Focus on the Family poderia ter em milhões de telespectadores do campeonato de futebol em 7 de fevereiro. O testemunho de Tebow é considerado como responsável por ter influenciado muitas mulheres a escolher não abortar seus bebês.
O Centro de Mídia das Mulheres vem coordenando iniciativas com a Organização Nacional das Mulheres e a Maioria Feminista para pressionar a CBS, o canal que está transmitindo o campeonato neste ano, para revogar o anúncio de 30 segundos chamado “Celebrate Family, Celebrate Life” (Celebre a Família, Celebre a Vida).
“Um anúncio que usa o esporte para dividir em vez de unir não tem lugar no maior evento esportivo do ano — um evento cuja intenção é unir os americanos”, Jehmu Greene, presidente do Centro da Mídia das Mulheres, disse a Associated Press.
No ano passado, a Liga Nacional de Futebol e a TV NBC (que estava então transmitindo o campeonato) decidiu vetar um anúncio patrocinado por Fidelis, grupo católico de defesa de direitos civis, que aclamou o sucesso do presidente Obama vencendo as difíceis circunstâncias de sua infância e mostrava a mensagem: “Life: Imagine the Potential” (Vida: Imagine o Potencial).
Contudo, um grupo pró-vida diz que a obsessão dos grupos feministas com o conteúdo ainda não visto do anúncio de Tebow salienta a péssima atitude ideológica quando o assunto é defender os direitos e a dignidade das mulheres.
“Nos três anos e meio em que assessorei Kevin Martin, presidente da Comissão Federal de Comunicações, sobre questões de indecência, não consigo recordar de uma só ocasião em que a Organização Nacional de Mulheres (ONM) tenha se manifestado sobre o conteúdo misógino ou sexualmente explícito da CBS”, Penny Nance, diretora-executiva de Concerned Women for America disse para LifeSiteNews.com. “Em minha opinião, é ridículo que a ONM veja problemas com o testemunho de Tim Tebow. Se a ONM de fato se importasse com as mulheres, a ONM pararia de fazer propaganda da indústria do aborto e começaria a trabalhar em favor das mulheres”.
Focus on the Family repudiou a polêmica sobre o anúncio iminente.
“Não há nada de político e polêmico nisso”, disse Gary Schneeberger, porta-voz de Focus on the Family. “Quando chegar o dia, e você se sentar para assistir ao jogo na TV, aqueles que se opõem ficarão muito surpresos com o conteúdo do anúncio”.
Com o campeonato marcado para começar em duas semanas, a CBS, que já analisou e aprovou o roteiro do anúncio, não deu nenhuma indicação de que vai remover o anúncio de Tebow.

Peter J. Smith - LifeSiteNews.com

“O Brasil só vai deixar de ser um país tão atrasado quando a educação for valorizada. O professor é uma das classes que menos ganha e é a mais importante. O Brasil cria gerações de pessoas ignorantes porque não valoriza a Educação. E seus professores. Não há interesse de que a população brasileira deixe de ser ignorante. Há quem se beneficie disso. As pessoas que comandam o País precisam passar a enxergar isso. A Saúde é importante? Lógico que é. Mas a Educação de um povo é muito mais.”.

Romário. Ex-jogador de futebol. Deputado Federal

EU TE ODEIO
Autoria: Seres Humanos

Eu te odeio sem saber o que você faz e sem saber quem você é.
Eu te odeio, sem ao menos saber o teu nome.
Eu te odeio porque você não pensa como eu, não gosta das mesmas coisas que eu gosto e não ama quem eu amo.
Eu te odeio porque seus objetivos e sonhos não são os mesmos que os meus. Você valoriza o que eu desvalorizo e cultua deuses que eu não cultuo; por isso 'tenho que' te odiar.

Te odeio porque não temos a mesma cor, a mesma idade, a mesma altura.
Te odeio porque seu peso é diferente do meu, o 'padrão' diz que você é 'feio' e a propósito... sua aparência não me agrada.
Te odeio porque você tem mais dinheiro e bens, e não acho isso justo!... mesmo que você tenha conquistado com trabalho e honestidade. Mas também odeio quem tem menos do que eu, pois sinto que não são 'dignos' da minha atenção.
Eu te odeio porque não ouvimos as mesmas músicas.
O teu sotaque também me irrita.

Você torce por pessoas que eu não torço e grita por nomes que jamais sairiam da minha boca.

Te odeio assim, gratuitamente.
Simplesmente porque somos diferentes.

Dentro e fora dos estádios: eu te odeio.

Tainah Ferreira

Esse povo é estranho. Horas atrás estavam vestidos de verde e amarelo dos pés a cabeça, beijando bandeiras e usando o hino nacional como toque de celular. Bastou essa lavada de gols do time adversário pro amor se transformar em ódio e pra Copa ser uma grande perda de tempo. O 'grande evento' se tornou nada mais que uma indústria de lavagem de dinheiro. Os dias de folga para assistir os jogos se tornaram sinônimo de vagabundagem. E nossos 'heróis' viraram um bando de manés que são muito bem pagos (com salários milionários diga-se de passagem) e por isso tem a obrigação financeira, moral, cívica e psicológica de não nos deixar sofrer. As imagens postadas de otimismo brasileiro rapidamente se converteram em hospitais lotados, enchentes e podridão política.
A Copa ficou chata, nosso futebol virou o pior do universo. 'São Júlio César' virou capeta.

Ah vá.
Povo estranho.

Serei brasileira, torcedora da Seleção, ganhando ou não. Continuarei achando a Copa um grande evento e me sentindo feliz por ver o empenho de tanta gente esforçada pra fazer bonito pro mundo afora. Me diverti demais e nada foi desperdiçado. É um jogo, alguém vai perder. Uma pena que dessa vez fomos nós.

A vida segue.

Tainah Ferreira

DIGA-ME QUANTO GANHAS E TE DIREIS SE PODE ERRAR

Ainda no assunto 'jogo de ontem' (sim, fiquei triste. sim, acho que perder faz parte. e sim, perder de 7 foi o ó). Mas queria deixar aqui apenas um adentro: o povo fala em salários "astronômicos" dos jogadores como se dinheiro comprasse tudo. É assim que você enxerga as coisas? "O cara é MUITO bem pago pra isso e tudo o que faz na vida é treinar, logo: ele tem por OBRIGAÇÃO ser infalível".

Pra começo de conversa eles já são bons, tanto é que foram escolhidos entre milhares para representar o país. Quanto ao valor dos salários não vou entrar nesses méritos, porque o mercado futebolístico foge do meu alcance. Se acho justo um cara ganhar milhões pra jogar uma bola, um ator ganhar milhões pra fazer um filme não vem ao caso agora, como também não acho justo um professor ganhar pouco, e não acho "justo" eu não ter dinheiro pra fazer as viagens que quero porque também não ganho muito, blá blá blá, mas na boa... deixemos esse assunto para uma outra hora (as eleições estão aí, teremos muito 'pano pra manga').

Só que me espanta ver pessoas condenando os caras e usando valor salarial como justificativa para não se aceitar falhas. Para elas será que o dinheiro compra tudo? Não estou dizendo que todos são uns pobres coitados, dignos de pena, mas ninguém notou que o emocional desses caras estava ao pedaços? Se para nós às vezes já é um fardo tentar corresponder expectativas, imagine você ter um país inteiro na sua cola? Sim, eles são treinados pra isso. E sim, eles são HUMANOS também. Ficou claro como se desestruturaram sem o capitão Thiago e sem o Neymar (já que por muito tempo não pensaram no coletivo, mas jogaram o peso de uma copa inteira em cima de um único cara, etc, etc, etc; e você já sabe disso). Dito e feito: tomaram o primeiro gol bobo da Alemanha (que diga-se de passagem é um grande time) e perderam o rumo. Não aguentaram a pressão e pasme você: mesmo sendo milionários!

Você também recebe salário e você também é treinado para cumprir seu papel. E você também erra (às vezes até erros bobos, primários, simplesmente porque acordou mal, brigou com alguém, tá de TPM, etc).

Felizes sao aqueles que conseguem enxergar o ser humano além de uma conta bancária.

Tainah Ferreira

No campo e na vida
“A queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!”
“Não é normal cair um viaduto de $500 milhões!”
“A vida é um combate que aos fracos abate, aos fortes aos bravos só pode exaltar” (Gonçalves Dias)

Tanto para o campo de futebol, como para a vida, precisamos estar preparados.
Não há como conseguirmos uma vitória, em qualquer campeonato, sem preparação, sem concentração, sem garra.
Disse, há alguns dias, que a vida é feita de “jogo duro”. Parece que os jogadores da seleção brasileira perceberam isso hoje, 08 de julho, ao enfrentarem uma Alemanha organizada, concentrada, há anos, para a Copa do Brasil.
Pasmem! Foram 08 (oito) anos juntos, preparando-se para a Copa do Brasil.
Foram oito anos de seriedade em relação ao esporte, à competição, não em relação ao que a vitória pode render em termos de dinheiro e de notoriedade.
Bom será se o aprendizado for o resultado desta percepção, deste “sofrer na pele” a diferença entre a fantasia e a realidade.
Nosso país acordará mais consciente no dia 09 de julho, dia em que se comemora uma das mais importantes revoluções em nosso país, a Revolução Constitucionalista de 1.932, uma revolução que foi feita, exatamente, para voltar as coisas aos seus devidos lugares.
Estará ainda incrédulo, atônito, mas estará mais consciente. Terá, então, a oportunidade histórica de “Cair na Real”, de perceber que “a vida é um eterno combate, que aos fracos abate”, e aceitará, então, que não fizemos por vencer.
Se retrocedermos um pouco, veremos que em nenhum momento a Seleção Brasileira levou a sério este Mundial. Em nenhum momento as opiniões dos torcedores e da imprensa foram respeitadas.
Baladas, visitas de familiares, visitas de vizinhos, oba-oba, samba, esta era a tônica da preparação dos nossos jogadores do “tudo pode”, enquanto as outras seleções treinavam, suavam a camisa, se concentravam para os jogos e estudavam (e muito!) os adversários.
Poucas horas depois de desembarcar no Brasil a Holanda já estava treinando na praia, já estava concentrada nas responsabilidades que tinha perante seu público!
É fundamental que o Brasil caia na real!
É imperioso que nós, brasileiros, paremos um pouco para repensar nosso país, repensar nossos hábitos, repensar nossa filosofia de vida, enfim.
É muito importante que percebamos que não se pode construir um país sério baseado na fantasia.
Não gostamos de levar nada a sério! Achamos bonito e engraçado quando ouvimos falar que o Brasil é o “país do jeitinho”.
Não podemos!
O fato de “Deus ser brasileiro” não nos isenta de nossas responsabilidades, ao contrário, nos torna mais responsáveis ainda! Nossa vida, nossa existência, nossa origem divina não nos permite levar as coisas no “jeitinho”.
Há que se ter seriedade com as coisas públicas! Há que se ter seriedade nos estudos, no trabalho, nos relacionamentos, e em tudo o mais que fazemos. Até nas brincadeiras, nos jogos de carta, e inclusive nos esportes.
Não podemos achar que é normal ficar sem água, ter buracos nas estradas, vivermos na insegurança, não termos hospitais adequados, não termos atendimento médico de qualidade, não termos uma administração pública preocupada com o bem público, não conhecermos o planejamento de nossa cidade, de nosso estado, de nosso país.
Isto não é normal!
Não é normal cair um viaduto de $500milhões (quinhentos milhões)!
A corrupção não é algo que está ligado ao humano. Não é normal, e não podemos aceitar!
Como queremos passar em um concurso público sem estudar? Como queremos “ir levando” um curso universitário, ou qualquer outro, e ter um bom resultado ao final?
Como aprenderemos a ler e escrever sem leitura?
Como podemos ser músicos sem estudo e sem prática?
Como podemos ter resultados em nossas empresas sem seriedade e trabalho duro?
E como podemos vencer uma COPA DO MUNDO sem preparação e seriedade?
Este texto é um convite à reflexão, de verdade! Um convite ao debate, ao repensar, à consciência.
Não estamos perdendo somente nos campos de futebol. Todos nossos índices são piores que os da Alemanha e dos países afins.
Na educação, na produtividade, no desenvolvimento tecnológico, no investimento em pesquisas e desenvolvimento, entre outros.
Queridos leitores, a queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!
O desastre estava anunciado e cantado em verso e prosa.
O Brasil acordará, neste Nove de Julho, mais maduro, mais preparado para a vida, mais preparado para as mudanças que o Mundo moderno exige.
Bem mais preparado para se tornar em um País Real!

Poeta Sidarta da Silva Martins

Estou de LUTO sim!!!
Estou sentindo vergonha do meu país, me sinto uma péssima anfitriã, pois não temos aqui nenhum serviço de qualidade para oferecer (gratuitamente) aos irmãos gringos. Afinal, não tem nem para nós... Se eles quiserem coisa boa, vão ter que ter grana pra bancar! Ser bom anfitrião assim é fácil, não?
Dane-se a Copa! Não tenho motivos pra gritar gol, se é que vai ter gol...
Gosto de futebol e tenho orgulho do meu país - geograficamente falando - porque politicamente falando eu tenho é NOJO!
E por respeito ao meu povo sofrido (onde eu me encaixo, porém independente disso), não vou gritar gol, não vou vestir verde e amarelo, e nem tampouco gastar um real a mais para contribuir com esse circo onde os "palhaços" somos nós!
Patriotismo pra mim está muito além de pular numa arquibancada com cara pintada. E engana-se quem pensa que protesto começa nas urnas... Nas verdade ele termina lá, pois o começo dele é deixando de se importar com o que não tem importância, pra ter tempo de dar valor ao que realmente vale.
Sejam bem-vindos, gringos! Mas nos desculpem o transtorno... Estamos em reforma para melhor atendê-los!

Ket Antonio

Driblou, bateu,
É Gol?
Não, não é gol!
Apenas bateu

Aliás, não bateu,
Estão batendo
Mas quem Bate?!
E quem apanha?!

Na realidade, bate o fraco
Apanha o forte
Quem é fraco?
Quem é forte?

Quem pensa ser Fraco é forte
Quem pensa ser Forte é fraco
O grande que pensa ser forte
Realmente é o fraco

O pequeno que pensa ser fraco
Não é fraco não
Pois é mais que milhão
Pense nisso multidão

Uma única sugestão
Sendo fraco ou forte
Pequeno ou grande
Vence a UNIÃO

Captou MULTIDÃO??

Marcelo B. Moretti

Brasil

Doente? Eu é que sou doente?

Vivo em um país onde um joguinho é mais importante que a educação
Onde todos dias pessoas morrem em baixo de pontes com frio e fome
País onde a fome impera e a justiça não combate mais as facções
Moro em um país onde funk é considerado cultura,
Convivo com pessoas que ao invés de participarem de grupos como teatro, música, literatura preferem fazer parte de bondes
É lamentável o nível de alienação que o povo chegou
Vergonhoso, sem duvidas
As cirurgias pelo SUS são marcadas para depois que as pessoas estão em baixo da terra
O brinquedo das crianças é pular nos esgotos que correm no céu aberto
A unica alegria dos anciãos é quando chega o fim dos meses pegarem seu dinheiro que não dá nem para pagar um alimento digno
Toda hora pessoas inocentes são presas, torturadas e bandidos circulam livremente nas ruas
Passa ano, muda governo e tudo continua igual isto é, quando não piora
O sustento de crianças de 13 anos de idade é vender drogas nas esquinas ou até seus próprios corpos.
Depois da meia noite somos presidiários dentro de nossas próprios condomínios ou casas porque certamente estar após esse horário nas ruas é pedir para ser assaltado ou morto
Tem dias que esperamos mais de 1 hora nos terminais de metros e quando chegam, vem super lotados transportando o dobro, o triplo do permitido
Enquanto existem pessoas que gastam 700, 800 reais em um tênis, a outras que trabalham um mês inteiro para ganharem essa quantia e sustentarem suas famílias
E o governo ainda vem falar em igualdade social. Me pergunto é isso que se chama igualdade?
Ultimas noticias governo diz que a escola é muito mais um lugar de socialidade do que aprendizagem... sempre pensei que para se socializar existiam clubes, amigos, parques, mas não a escola virou um centro de sociabilidade e realmente com o incentivo que os professores recebem daqui a uns anos essa vai ser a unica função da escola do pobre.

Sale Rabagi

A canhota para destros

Um gol perdido pelo capricho da perna destra pode ser um desastre cômico, mesmo para aqueles que possuem total concentração no pé direito. Driblar com a perna direita, trazendo pra dentro, arriscando um arremate com a mesma pode não parecer, mas é inviável - salvo por exceções. Mesmo assim o momento nos força a acreditar que é chutando de canhota que as coisas se complicam. E o risco de, numa situação dessas, bater com a destra, é uma “trivela inversa” - sei que o termo produz uma imagem desengonçada - que, pelo desequilíbrio induzido pelo curso livre da bola, após uma matada ou percurso indefinido, não chega a ser chute mascado ou espirrado, e vou comparar com uma desculpa da sinuca: faltou giz no taco. Como diria um conhecido narrador esportivo em seu comentário: "que beleza!"

Jogar com as duas pernas pode parecer um paradoxo. O jogador cresceu chutando com aquela perna direita, com a qual se sentiu mais à vontade para bater no gol, driblar, tomar a bola do adversário, fazer um passe. Criou uma perna viciada e, em momentos, descontrolada e alienada, egoísta; e com uma personalidade forte mas, nem por isso, livre do castigo da desatenção, que leva ao erro. Porque, ao passar do tempo é como se não lhe fosse permitido atuar com as duas, ou então, uma proeza para os craques (como muito se fala, para não dizer para poucos), ou mesmo que não sejam considerados craques, para pessoas que nasceram com uma habilidade especial, um dom: ser ambidestro. Criou-se um mito em torno do ambidestro, na proporção “8 ou 80”, que permeia o imaginário futebolístico. Por isso, esquece-se com frequência da natureza da perna esquerda; ela é preterida, mas pode ser tão surpreendentemente extraordinária e potente na mesma medida, que pode até apresentar um resultado superior ao comumente obtido pela destra. Fato que faz com que nem mesmo o autor do chute acredite no feito.

Embora nos apeguemos à simetria, ou seja, uma perna “igual” à outra, - pelo menos aparente, poupe-me da necessidade dos detalhes - de forma oposta, não há como negar que possuem mentalidades diferentes (ou pelo menos é a hipótese que sugiro - estranhas uma à outra). Quem nunca experimentou escrever com a mão esquerda, ou até mesmo, viu-se forçado a isso por alguma circunstância do destino ou do acaso? Em um primeiro momento é uma sensação desconfortante, comparável a andar em um ambiente escuro, desconhecido. Parece tudo ao contrário, se desenvolve para o outro lado, a caligrafia por mais que se tente com esmero, não se compara à escrita destra - atente que meu ponto de vista é o de um destro. Portanto, praticar a escrita com a mão esquerda é algo que se faz quando não se tem o que fazer (em situações muito isoladas, e é uma prática que ao passar do tempo é deixada de lado na medida em que o sujeito amadurece). E, em situações que exigem alta concentração, praticidade, agilidade e excelência, não é a esquerda que entra em ação, é a destra. E a perna canhota, partindo desta análise subjetiva dos membros superiores, pelo histórico do jogador de estar habituado a bater de direita, passa despercebida, esquecida. É como se o jogador, em seu imaginário, acreditasse que não há opção, se não bater de direita. Para o destro nato, bater de canhota não chega a ser considerada nem como última alternativa na maioria dos casos.

Por fim, a favor da canhota, há de se ressaltar o seguinte: imprevisibilidade. Aquele que ousa chutar com as duas pernas, entendendo a maneira como os pés buscam estratégias para bater na bola, torna difícil a reação do adversário quando esse exerce marcação, que tende, inconscientemente, a focá-la prevendo o chute com uma das pernas (a destra). Você já ouviu aquele ditado: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Pois, transpondo para o nosso texto, num “insight” futebolístico (me permito escrever): ele não sabia que era possível bater de canhota, foi lá e (não só bateu) fez um golaço.

Robinson Klaesius

Há brasileiros morrendo na construção de estádios, para que empresários bem sucedidos recebam dinheiro, gerado pelos que pagarão para ver jogos de futebol, na Copa do Mundo.

Que bom se a família desses brasileiros mortos recebessem uma comissão gerada pelos que vão gastar dinheiro na Copa!

José Guimarães

Descrevemos o Futebol como a Vida, onde CHUTAR e errar nos cria o sentimento de perserverança em acertar; onde o PASSE nos leva a partilhar com os outros; o PENALTIi, a criar nossa autoconfiança em arrematar; vestir o UNIFORME, o valor de nossa auto imagem; a VITÓRIA, o triunfo alcançado; a DERROTA, algo a se melhorar; O Clube de Coração, fidelidade

Carlos Alberto Abujabra Merege Filho

Um dia o marido estava assistindo futebol, então sua mulher diz: “mor, a pia está pingando, tem que trocar o cano” e ele responde: “está escrito encanador na minha testa?” Um tempo depois ela diz: “mor, tem que arrumar o degrau da cozinha” e ele responde: “ta escrito pedreiro na minha testa?” mais tarde ela volta: “mor, tem que trocar a lâmpada do banheiro” e ele diz: “ta escrito eletricista na minha testa?” Cansado disso, ele foi dar uma volta. Quando voltou, percebeu que estava tudo feito, a pia arrumada, o degrau concertado, e a lâmpada trocada. Então ele entra, e pergunta para sua mulher: “você que fez tudo isso?” ela reponde: “não, passou um homem muito bonito na rua, e disse que faria tudo pra mim, mas com uma condição, ou eu fazia um bolo, ou eu ia pra cama com ele” o marido assustado perguntou: “e você fez o bolo né?!” ela reponde: “ta escrito Dona Benta na minha testa?”

Luisa Franco