Critica

Cerca de 729 frases e pensamentos: Critica

Não à Nenhuma Estatua em Honra a um Crítico em toda Historia, Mais a Criticados de Sucesso

Oton Rodrigues

Não critique as pessoas...
Critique as atitudes....
Elas sim precisam mudar nas pessoas!

Daniel Ramos

Os sinais para o progresso de nossas vidas estão ai todos os dias, cada dia, nos trazem uma experiência nova; uma critica de um dia é a chave para o sucesso.

Thalysson Henrique Felix Souza

É tão mais fácil criticar do que tentar entender, não é verdade? Mas o problema é quando quem quer ser entendido é quem mais critica, ai tudo muda!

Roberta Farig

"Bom seria se as pessoas tivessem a auto-crítica tão afiada quanto a língua que tem para falar dos outros."

Marlen M

ABAIXO A BANDARILHA

Que mal o touro fez ao homem?
Maldito bípede desumano...
Enfurece o quadrúpede ...
Usa a bandarilha colorida...
Sangra aos poucos...
Causa dor no dito animal...
Quem seria racional?
Na arquibanda gritam “olé”...
Em nome de uma cultura,
De um costume tão estúpido,
Raça maldita e estúpida,
Que sente prazer em causar a dor
Usem criminosos como touros,
Seriam mais justos,
Criem seus filhos bípedes como touros,
Coloque-os na arena,
Como numa arena romana,
Cheio de um povo dito civilizado,
Quando seu filho tiver sangrando
Jogue flores e grite “olé”...
Maldito costume humano,
Causar dor pelo prazer de outros,
Castrem esses humanos desumanos,
Que são ditos cultura antiga,
Orgulham-se de ser primeiro mundo,
Mas não respeita o ser vivo...
Venha um Tsunami ou Terremoto,
Faça a limpeza dessa injustiça.
Ai os poucos humanos racionais
Que se enojam com as bandarilhas,
Poderão respirar e gritar a Deus... Olé!

André Zanarella 15-01-2013

Bandarilha s.f. Dardo ou farpa cuja haste é enfeitada com uma bandeira ou,
Com fitas de papel de cores e que os toureiros espetam no cachaço dos touros
Quando estes são corridos.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4750509

André Zanarella

DDT DESTRUIMOS, DESTRUIMOS TUDO!

Matamos o planeta de todas as formas.
Veneno que entra na cadeia alimentar,
Mercúrio que causa mutação nos rios
Restos e restos por todos os lados,
E como matamos a vida neste planeta.
Jogamos lixo para fora do carro,
Lixo quando estamos pela rua
Roubamos as flores dos jardins
E fazemos questão de poluir
Sujar as paredes dos outros,
Achar que tudo é normal
E ver as matas dar lugar a pastos,
O gado ido para o abate gritando
Sendo escalpelados vivos gritando,
Porcos berrando pela vida em marretadas,
Aves ainda vivas entrando na água fervendo
E matamos tudo que há ao nosso redor;
Jogamos veneno nos rios e mares,
Poluímos o ar que respiramos
E pensamos apenas no hoje agora,
Sem pensar nas gerações que virão
E o que a elas nós iremos deixar.
O planeta sofre doente pela infecção,
Maldita poluição...
Maldito primata com mania de sujar,
Que esquece que seu único legado
Real para a sua cria é a sua morada,
Pois ainda viagem espacial não saiu da ficção.
Enquanto isso que venham as doenças,
Alergias múltiplas de todas as maneiras,
Doenças autoimunes que nos come,
Doenças velhas com cara de novas
E novas doenças quem ninguém sabe o que é.
Quem seria o culpado disso?
Deus ou o humano?

André Zanarella 26-01-2013
Na verdade DDT = Diclorodifeniltricloroetano, pesticida.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4737523

André Zanarella

DESCONHECIDOS

Ando perdido nas ruas,
Esbarro em corpos,
São rostos sem nome,
Vejo pichações sem punições,
Humanos virando touros,
Ou seria apenas um carrapato?
O crack sendo o toureiro,
Talvez a lança que perfura...
O cidadão comum dá olé...
Viramos desconhecidos,
Somos viúvas do touro,
Choramos de preto nas lapides,
Mas não reagimos,
Não lutamos contra o toureiro,
Aceitamos os touros,
Couros manchados,
Andares desajeitados,
Copulando em qualquer lugar
Viramos a cara e damos olé...
Jogamos rosas vermelhas,
Lindas rosas do direto humano,
Mas cadê o direto do justo,
Do atropelado pelo touro,
Pelo lancetado pelo toureiro,
Aquele que foi ignorado pelo povo?
Já não sei mais como andar,
Quem confiar na noite,
No dia ou no cruzamento,
A vida virou uma maldita arena...
As viúvas choram e não fazem nada,
O direito humano é de quem?
Do touro,
Do povo,
Do toureiro,
Do carrapato,
Da adaga?
É de todos menos de quem foi vitima da tourada...
A maioria do povo se ergue e apenas dá olé...

André Zanarella 30-01-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4903618

André Zanarella

FILHO DA MEIA NOITE

O sol virou pequenas luzes,
Postes ciclopes dançantes;
Castelos são prédios velhos,
A infância uma letra apenas,
Tatuada na casca da árvore,
Que a muito foi queimada.
Hoje solitário vejo o vazio,
Ruas cheias de aragens,
Baratas que saem do esgoto,
Um rato atravessa a rua,
Para olha e continua...
À noite, todos são caças,
Ou seriam caçadores,
Perdidos em suas inocências,
Buscando balanços,
Gangorras e giras...
Diversão de uma infância
Que nunca mais chegara...

André Zanarella 11-02-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4979708

André Zanarella

Quando alguém para outra pessoa para falar de você é porque essa pessoa é muito melhor que você. Ou então ficou louca...

Joze de Goes

SOBREVIVÊNCIA

Um guepardo no deserto...
Uma criança numa esquina...
O felino está em seu mundo...
O bípede largado na selva...
Um corre para se alimentar,
O outro corre para sobreviver.
Feras em mundos distantes
Lutando para o bandulho encher.
Ambos são perigosos e belos,
Cada qual do sua maneira,
Cada qual em seu mundo cruel.
O pintado sobrevive ao deserto,
A criança a solidão de faces.
A escassez pode matar ambos,
O deserto é ambiente difícil,
As ruas há predadores cruéis.
Sem água um espera a oportunidade,
Sem amor na encruza esperar o que?
Um quer a carne para sobreviver,
O outro quer o pão para comer.
Seria apenas o pão?
O bandulho dói ou é o calor do deserto?
O bandulho dói ou é o medo de morrer?
Cadê o Deus não lhe dá uma presa?
Cadê o Deus não lhe dá compaixão?
Ambos querem viver,
Ambos querem comer.
Querem chuva que é vida,
Mesmo que seja embaixo das marquises.
Ambos sabem que correm o risco,
De um dia levar um tiro na cabeça.
O bandulho eles tem que encher,
Isso o dito humanos eles vão ameaçar,
Afinal são seres selvagens
Com ambientes limitados
Lutando para sobreviver.

André Zanarella 21-03-2013

Bandulho = Os intestinos; barriga; pança.•.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4993780

André Zanarella

Se me critica é porque te incomodo e se te incomodo é porque tu anda prestando atenção demais em mim...

Danielly Candida

No meu país!!!

Querido amigo extraterrestre, sinto saudades e vim lhe contar como esta sendo viver neste novo lugar:
No meu país, a tia da escola ensinou a termos disciplina... Mas logo depois foi assassinada por um aluno!
No meu país, ser negro é doença!
No meu país, quem guarda nosso dinheiro, não é confiável!
No meu país, nós temos que pagar pelos serviços públicos!
No meu país, dependemos dos favores de homens que vestem branco, e que ora trazem ora levam vidas!
No meu país, quem faz a lei não é diferente de quem faz o crime!
No meu país, todos são honestos até verem o dinheiro!
No meu país, a fé é vista como motivo de chacota!
No meu país, existem muitos críticos e poucos incentivadores!
No meu país, priorizamos a curta felicidade e desperdiçamos a eterna!
No meu país, amamos os produtos e usamos as pessoas!
Acho que extraterrestre somos nós, não é possível que somos chamados de seres humanos...

Daniella Flores

Um lugar qualquer...

Queria eu algum lugar da imensidão pra rasurar
Um lugar onde não cobrassem impostos
Uma vila qualquer para existir e significar
E que que ali encontrasse a beleza de teus olhos
Que fosse simples então
Mesmo que fosse uma cabana para morar
Onde pudesse existir felicidade sem razão
Viver com ternura e alegria
Contando sempre com o raiar do próximo dia...

Daniella Flores

" E que tal fazermos uma brincadeira
Brincarmos de dizer somente a verdade
Ser sincero só por zoeira
Talvez assim haja mais cumplicidade.
Vamos fingir ser criança
Ir muito mais além
A felicidade sempre foi a maior esperança
Por que do medo sempre fomos refém."

Daniella Flores

Eu queria...

" Eu queria ter um pedacinho de céu
Onde ali só pudesse desenhar a verdade
Onde ali eu eu desperdiçasse todo meu léu
E que todos fizessem da aquele azul
Uma pura e eterna amizade.
Eu queria viver num mundo de puro amor
Onde ali a imensidão sorri-se sem se preocupar
Onde ali o único fedor fosse de flor
E que todos quisessem apenas amar
Sem sobreviver, apenas se apaixonar.
Eu queria andar nu
Onde ali nunca existisse maldade
Onde ali não existisse menu
E que todos não vivessem pela integridade
Sonhar sem medo da felicidade.
Eu queria que todos fossem mais justos
Onde ali ninguém pudesse ser falso
Onde ali nada fosse pelo custo
E que todos agissem por impulso
Viver pela veracidade."

Daniella Flores

Carta para Dilma

Rio de Janeiro,04 de Novembro de 2013.
Querida Dilma, como vai você? Com certeza bem né? São 09:07 horas da manhã, e eu já estou na escola, sentada em uma carteira quebrada, ao lado de desordeiros que xingam um cara oprimido, que disse ter passado toda a sua madrugada preparando uma aula, onde a vinte minutos ele tenta dar início. Disseram que sairemos cedo hoje, pois a merenda não chegou até aqui. Quando eu for embora, pedirei carona a cada ônibus que passar, tomara que não me joguem lama, até que um pare e me leve ao menos até próximo de minha residência.
Ao chegar terei de fazer almoço, pois minha mãe trabalha até a noite, e meu fica em casa, pois a quatro aos tenta s encostar no INPS, ele tem câncer e não poderá mais trabalhar, mas vem sobrevivendo. A tarde, eu irei trabalhar, leciono em um cursinho de informática de duas da tarde às dez da noite, e lá consigo ganhar um pouquinho mais que o salário mínimo da minha mãe.
Me desculpe por lhe incomodar, mas é que a nossa educação, nossa segurança, nossa saúde, o nosso transporte, nosso lazer e nossos demais direitos estão ruins. Enquanto sua gripe é curada no Sírio Libanês, nossos SUS estão colocando café em nossas veias sanguíneas.
Me desculpe por lhe chatear, mas é que temos muito deveres, e poucos direitos, sinto a ditadura batendo em minha porta, sinto ser arrancado de mim, a cidadania.
Me desculpe por lhe perturbar, eu só queria lhe convidar para a realidade, eu só queria lhe dizer que, enquanto a Globo aliena as nossas "crianças", a vossa senhoria deve beber pró-seco em um jantar muito importante, ou deve estar viajando pelo mundo por distração, ou até mesmo preocupada com os preparativos de nossa copa.
Eu vim através desta, sobretudo, lhe fazer um convite para a realidade!

Um abraço Daniella Flores.

Daniella Flores

Reféns de suas pseudo necessidades a população se contenta com a gota no seu mar de seca.

Willian Sá Brito