Crise de Casal

Cerca de 858 frases e pensamentos: Crise de Casal

"A crise da fé é a pior de todas as crises; logo atrás vem a crise do medo onde os sonhos normalmente são sepultados."

Eduardo Soares

A cada crise sua te acolhia em meu colo.

Sorriso Maroto

Respostas fáceis são como receita de bolo. Apenas respostas que são geradas dentro do fogo da crise quando vêm a luz tem o poder de estabelecer o homem!

Belkis Braz

As vezes parece que vou morrer no meio da crise.. até que vem a luz mais uma resposta de vida e vitoria!

Belkis Braz

Mas graças a Deus q em Cristo nos dá a vitoria!!! Dando a luz em tempos de crise.. as respostas de poder e de vida em Cristo! Que formam e estabelecem a vida dos vencedores!

Belkis Braz

Considero suportável uma crise económica. Agora uma crise de valores é que já acho insuportável

Betty Rodriguez

Para mim nunca existiu e nunca existirá crise econômica,e sim, apenas uma grande manobra mal intencionada, que se espalhada de forma avassaladora por nossos meios de comunicação!!!

Jandrey

Estou vivendo a minha pior crise,a da alma,a de não saber para onde ir.

Nair Lima

Crise

A crítica
que consome a alma.
E a especulação
que toma à calma.

O álcool que move,
não movimenta,
não o corpo,
mas a tormenta.

A água
que rega a fonte,
que cala a sede,
que corre o monte.

E a parede
que desmonte
Os tijolos,
O concreto.

O concreto,
Tão sutil
Como o indiscreto.

E o abstrato,
Tão retórico
Quanto o destrato
Que encha o prato.

O prato… O prato… O prato
De quem tem fome
Não ao vicio, esmola.
Ao alimento,
não ao que consome,
mas para fome de quem não come!

Vinicius Arnom Neves Diniz

A crise o deixa mais sábio e mais preparado para outras, que certamente virão no futuro.A vida não é só um mar de rosas.

DagoMiori

Numa crise é importante você se concentrar apenas em resolver os problemas que vão aparecendo, dia a dia ,sem rancor ou raiva.

DagoMiori

Estava em crise comigo mesmo , Havia acabado de ganhar uma guerra, minhas ideias esatvam flutuando sobre minha cabeça sem que eu pudesse organizalas, sem que eupudesse as tocalas , aprece do nd um vento , um vento que vc pode sentir mas nao tocar que vc pode pensar que esta bem perto , mas vc tem que estar longe,

Poruqe sera ? que vc deve obdecer a todos , pq vc tem que temer as leis de uma sociedade tao injusta , poruqe voce tem que esatr alegre enquanto so coraçao esta em luto , em trisesa profunda , Porque

Luana rosa mendes

Estou em crise de saudade, é tanta que não me aguento, hoje acordei com os olhos inchados ainda tão cheia de saudade e me joguei aos pés de Deus.
Estamos com quase 1 ano sem meu pai por aqui... Não sei se isso está me deixando assim, me sinto frágil, nossa história vem como um filme na minha mente, antes eu só conseguia lembrar das coisas tristes, dos últimos momentos... Agora me pego relembrando todas as vezes que sem falar, mas agindo ele sempre disse: " Estou aqui minha filha". Deus, te agradeço pelo pai que me deste. Amo e nunca vou amar e ser tão amada por um homem como fui pelo meu pai. Eu sei disso, eu sei disso.
Pai, por você faria tudo outra vez, "por você faria mil vezes" tudo o que preciso fosse mesmo contando com a sorte, ainda que fosse incerto, eu faria mil vezes, sempre. Te amo!

Em 15/01/2010.

Wana Karen CBM

"Todos os países com as suas estruturas em crise. E muitos países vivendo de aparências, parecendo que estão numa situação que não estão, porque o abalo é mundial, a crise é mundial." - Escrito na década de 80

Racional Superior - livro Universo em Desencanto

"O ser e o estar se embasam através de (r)evoluções; uma crise, emersa daquilo que evolui, pode corresponder ao (re)nascimento de oportunidades."

Luiselza Pinto

No fundo todos, ja cometemos um crise de que nos envergonhamos,de onde viemos para onde vamos? essa especie de loucura......que hoje somos honestos, amanha nao mais somos de acordo com a nossa conviniencia... ser melhor ou pior? nao ser sabio e flexivel,

Aracy Ferreira

Em tempo de crise é preciso investir nos pobres. Eles tem necessidade de trabalhar, comer, vestir, morrer, viajar. É o consumo e não a produção que dita uma economia.

Sir Hob

A crise de abstinência voltou, tudo o que eu menos queria está voltando e tudo o que eu mais queria está indo-se embora.

Jair Anderson Souza

Análise da Década de 80 para a Extensão Rural Brasileira
A crise da extensão rural no Brasil surgiu nos primeiros anos da década de 80 num período de abertura, onde não se tinha clareza da gravidade do que estava acontecendo. Com as eleições livres tinha-se no imaginário que as dificuldades seriam superadas, tudo isto logo depois de um período de regime militar.
Com o passar do tempo as instituições de extensão foram sofrendo com a falta de incentivo, cortes nos salários, mostrando um futuro incerto para a extensão rural, chegando a atitude de no final da década de 80 o governo cortar a verba que mantinha a extensão rural, proclamando o fim da Embrater.
Os extensionistas ficaram perplexos ao verem o que tinha acontecido, atribuindo a decisão governamental a um ato de perseguição política e ideológica esquerdista por não aceitar as práticas dos princípios da extensão rural.
A extensão rural sofreu profundas modificações principalmente no Norte e Nordeste, onde só alguns estados mantiveram incentivos a extensão rural; em melhor situação encontra-se as regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Entre os fatores fundamentais da crise da extensão rural no Brasil temos a crise do Estado brasileiro que optou por um modelo desenvolvimentista que foi unido com a crise do capitalismo mundial, canalizando à adoção da alternativa neoliberal. Temos também a modernização da agricultura integralizada ao setor da indústria diminuindo a importância das instituições de extensão rural.
Com a crise o Brasil optou pelo sistema neoliberal que cortou muitos gastos do Estado e passou muitas das suas atribuições e obrigações para o setor privado e filantrópico.
A crise do Brasil é identificada como a sua origem no II PND, utilizando crédito exterior para sua implementação em uma taxa de juro que aumentou substancialmente, saltando a dúvida externa brasileira, obrigado ao Brasil dentro das políticas neoliberais a implantação do Estado mínimo e do Mercado Soberano.
A crise tem suas origens externas e internas, as decisões norte-americanas no final dos anos 70 trás consigo grandes conseqüências ao Brasil como o crescimento da dívida externa, elevação do preço da energia, ... e internamente foi feita reformas liberalizantes e privatizantes.
O Brasil passa por uma crise econômica política, ideológica e a crise do Estado, sendo chamada crise estrutural. A descentralização passou a ser discutida já que agora tínhamos o mercado aberto. Como motivo para estas medidas vemos a natureza puramente política destinada a enfraquecer o poder central, evitando a instalação novamente de um regime ditatorial, passando cada vez mais a ser discutida a descentralização dos serviços prestados pelo Estado, que com o processo de privatização foram passados à prestadoras de serviços ou outras empresas.
O governo Sarney iniciou o processo de extinção da extensão rural no Brasil cortando as verbas da antiga Embrater, que foi confirmado com o governo do Presidente Fernando Collor.
O crédito rural disponível aos agricultores foi reduzido substancialmente dificultando o trabalho dos extensionistas que tinha no crédito rural um recurso metodológico de trabalho. Com a dificuldade dos agricultores em conseguir crédito rural os extensionistas estavam incapazes de criar uma nova metodologia de trabalho, pois todas eram alicerçadas no financiamento rural, contudo é notório observar que não houve a completa extinção do crédito rural, mas foi priorizado as grandes culturas e monocultivos como a laranja, cana de açúcar, café entre outras, paralelamente incentivando a exportação e a industrialização.

Thales Pantaleão

Resumo: A Crise da Extensão Rural no Brasil
A crise da extensão rural no Brasil surgiu nos primeiros anos da década de 80 num período de abertura, onde não se tinha clareza da gravidade do que estava acontecendo. Com as eleições livres tinha-se no imaginário que as dificuldades seriam superadas, tudo isto logo depois de um período de regime militar.
Com o passar do tempo as instituições de extensão foram sofrendo com a falta de incentivo, cortes nos salários, mostrando um futuro incerto para a extensão rural, chegando a atitude de no final da década de 80 o governo cortar a verba que mantinha a extensão rural, proclamando o fim da Embrater.
Os extensionistas ficaram perplexos ao verem o que tinha acontecido, atribuindo a decisão governamental a um ato de perseguição política e ideológica esquerdista por não aceitar as práticas dos princípios da extensão rural.
A extensão rural sofreu profundas modificações principalmente no Norte e Nordeste, onde só alguns estados mantiveram incentivos a extensão rural; em melhor situação encontra-se as regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Entre os fatores fundamentais da crise da extensão rural no Brasil temos a crise do Estado brasileiro que optou por um modelo desenvolvimentista que foi unido com a crise do capitalismo mundial, canalizando à adoção da alternativa neoliberal. Temos também a modernização da agricultura integralizada ao setor da indústria diminuindo a importância das instituições de extensão rural.
Com a crise o Brasil optou pelo sistema neoliberal que cortou muitos gastos do Estado e passou muitas das suas atribuições e obrigações para o setor privado e filantrópico.
A crise do Brasil é identificada como a sua origem no II PND, utilizando crédito exterior para sua implementação em uma taxa de juro que aumentou substancialmente, saltando a dúvida externa brasileira, obrigado ao Brasil dentro das políticas neoliberais a implantação do Estado mínimo e do Mercado Soberano.
A crise tem suas origens externas e internas, as decisões norte-americanas no final dos anos 70 trás consigo grandes conseqüências ao Brasil como o crescimento da dívida externa, elevação do preço da energia, ... e internamente foi feita reformas liberalizantes e privatizantes.
O Brasil passa por uma crise econômica política, ideológica e a crise do Estado, sendo chamada crise estrutural. A descentralização passou a ser discutida já que agora tínhamos o mercado aberto. Como motivo para estas medidas vemos a natureza puramente política destinada a enfraquecer o poder central, evitando a instalação novamente de um regime ditatorial, passando cada vez mais a ser discutida a descentralização dos serviços prestados pelo Estado, que com o processo de privatização foram passados à prestadoras de serviços ou outras empresas.
O governo Sarney iniciou o processo de extinção da extensão rural no Brasil cortando as verbas da antiga Embrater, que foi confirmado com o governo do Presidente Fernando Collor.
O crédito rural disponível aos agricultores foi reduzido substancialmente dificultando o trabalho dos extensionistas que tinha no crédito rural um recurso metodológico de trabalho. Com a dificuldade dos agricultores em conseguir crédito rural os extensionistas estavam incapazes de criar uma nova metodologia de trabalho, pois todas eram alicerçadas no financiamento rural, contudo é notório observar que não houve a completa extinção do crédito rural, mas foi priorizado as grandes culturas e monocultivos como a laranja, cana de açúcar, café entre outras, paralelamente incentivando a exportação e a industrialização.

Thales Pantaleão