Crente

Cerca de 179 frases e pensamentos: Crente

Crente: "Porque você não acredita em deus?" Ateu: "Ué, porque ele não existe!" Resposta curta, grossa e direta, simples.

Jesus Bêbado

Não respeito crente que crê só por crer, achando que vai para um lugar melhor depois da morte e não faz jus aqui na Terra.

Jesus Bêbado

“Louvar é o crente se encantar com a beleza do caráter de Deus.”

C.S.Lewis

Há por aí muito crente se achando laranja doce, quando na verdade é só um limão azedo.

Rafael silveira

Não sou promiscuo,
Não sou bipolar…
Não sou louco,
Não sou demente,
Nem crente
E nem descrente.
Sou presente moral
Sou ausencia vergonhosa.
Não tenho pensamento lerdo,
Ou tenho?
Só sei que tenho ideias cabulosas.
Não penso só asneiras
Acredite nas palavras desse idiota.!

Axi Reed

JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
oi amor eu crente que vc iria entra
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
pow
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
esta fogo
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
minha mãe esta cheia de cao
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
talves eu entro
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:57:
ta xau
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:58:
pq vc não esta ol line
JAQUELINE enviou 16/3/2008 00:58:
xau

Poemas

Dentro de mim habita um homem
Que tem fome.
Sua luz é diferente...
Habita um homem “crente”,
Que sonha,
Que cresce a cada dia,
De uma forma sensacional.
Habita um homem que busca
A última gota de vida em cada dia.
Dentro de mim habita uma enorme esperança,
De que tudo seja ameno
E o menos doloroso possível.
Habitam inúmeras incertezas,
Habita um homem duro, reto,
Mas também sensível.
Dentro de mim habita um homem
Que chora, mas que também sorri.
Habitam inúmeros amores, que não escolhi.
Dentro de mim habita um homem
Que tem fome.
Um homem forte,
Que chora,
Que ama,
Que sonha,
Que sorri.
Dentro de mim habita uma alma,
Que voa alto
E executa rasantes espetaculares.

Italo do Amaral Moreira

O Modo de Concessão da Graça



Nenhum crente pode de si mesmo exercer o princípio, ou poder, de uma vida espiritual, em qualquer instância, interna ou externa, em relação a Deus ou aos homens, de modo que isto deve ser um ato de santidade procedente do Espírito Santo.
O crente não pode fazê-lo de si mesmo, em virtude de qualquer poder habitualmente inerente a ele. Não é comunicada a nós neste mundo qualquer capacidade espiritual que seja independente da ação direta do Espírito Santo; porque é ele o gerador de todos os atos santos de nossas mentes, vontades e afetos, na execução dos deveres espirituais.
Acrescente-se que necessitamos de graças renovadas pelo Espírito, todos os dias, ou seja, não recebemos uma provisão de poder para ser estocada. A graça é concedida pelo Espírito à medida que se faz necessária e no tempo apropriado da sua necessidade.
É aplicado em nossa vida espiritual, quanto à concessão da graça, o mesmo princípio que regula a providência divina em nossas necessidades naturais.
Como ramos da Videira Verdadeira necessitamos receber a seiva (graça) vivificadora diretamente da raiz, que é Cristo. Assim, recebemos a graça, e não somos nós, de maneira alguma, quem a produz e distribui.
Daí dizer o apóstolo:
“E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,” (2 Cor 3.4,5).
De si mesmo, o crente nada pode realizar porque toda santidade ou qualquer coisa espiritualmente boa é sempre efeito da graça e é operado em nós pelo Espírito Santo que é o autor de todas as operações divinas.


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Silvio Dutra

Nosso Grande Trabalho é Guardar o Coração



Guardar o coração é o grande trabalho de um crente porque a vida cristã não pode ser vivida sem isto. E sem guardar o coração todos os deveres são de nenhum valor à vista de Deus.
Muitos serviços esplêndidos foram executados por homens que Deus rejeitará totalmente, porque eles não deram qualquer atenção à necessidade de guardarem seus corações em Deus. Cristo será uma rocha de ofensa na qual muitos mestres da religião irão colidir e se arruinarão eternamente. Estes mestres nunca derramaram uma só lágrima pela dureza, incredulidade e mundanismo de seus corações. Como poderão entrar no céu pela porta larga e pelo caminho espaçoso em que viveram? Como pessoas com tais corações poderão suportar a vinda do Senhor e estarem de pé diante dEle? Como poderão afirmar ter amado a Cristo se os seus corações nunca estiveram com Ele?
Lembremos que controvérsias infrutíferas iniciadas por Satanás têm o propósito de nos afastar da piedade prática e a confundir nossas cabeças quanto à verdade que devemos viver e praticar.
E este afastamento da piedade será a realidade da vida por mais ativistas que sejamos em nossas Igrejas, porque a carne sempre prevalecerá sobre nossas atitudes exteriores. Por mais duro que possa parecer a afirmação que vamos fazer, ela é a pura expressão da realidade, a saber, que as manifestações de poder e consoladoras do Espírito não são para serem experimentadas ocasionalmente nas nossas reuniões públicas de adoração (cultos), enquanto se abriga no coração ódios, ressentimentos, mágoas, iras, impurezas, ciúmes, invejas, de maneira que tudo isto seja o fruto de uma aplicação diária e constante em se guardar o coração puro de todas estas obras da carne.
O Espírito Santo quer abençoar com paz, com amor, com alegria, longanimidade, unidade, comunhão, mas como poderá fazê-lo num coração que não busca pela Sua ajuda em oração de gemidos inexprimíveis que superam nossas fraquezas e pecados? Mas como o teremos se não o buscamos com toda a força e sinceridade de nossa alma? Por isso é possível alguém acrescentar o seu amém a verdades ouvidas na pregação, enquanto sente um grande fardo em sua alma, que pode até mesmo estar sendo produzido por espíritos opressores. Qual a razão disto senão a de se estar debaixo da pregação sem se buscar um coração puro no Espírito? Que possamos aprender então a conduzir nossas congregações livres deste grande erro de tentar usar o Espírito como uma espécie de pílula para resolver o problema de nossa dor de cabeça, sem remover a sua verdadeira causa, que é um coração que não é governado pela santidade de Deus.
Pessoas podem experimentar bênçãos ocasionais do Espírito sem ter um estado de paz de alma permanente, que tudo vence, tal qual os crentes da Igreja Primitiva, porque andavam na verdade, andavam no Espírito, e buscavam por isto em todos os momentos de suas vidas, e Deus respondia esta fidelidade com paz na tribulação, alegria na adversidade, força na fraqueza, e autoridade para até mesmo serem duramente martirizados, sem que se visse neles qualquer desespero.
É certo que cuidados mundanos e dificuldades podem aumentar grandemente a negligência de nossos corações. As cabeças e corações das multidões estão cheios de uma multidão de barulhos de negócios mundanos que excluiu da vida deles o amor, o zelo, e o prazer que eles tinham em Deus.
Quão miseravelmente somos propensos a nos emaranharmos neste deserto de ninharias! Os brinquedinhos que Satanás apresenta para nosso entretenimento são considerados por muitos adultos em idade avançada como coisas essenciais à vida, quando na verdade, não passam sequer de superfluidades, pois são apenas objetos que têm o objetivo de distrair e afastar nossa atenção de Deus e dos deveres que Ele nos tem incumbido para a nossa felicidade e daqueles que tem colocado debaixo da nossa influência.
E quando nos tornamos imprestáveis para o uso de Deus, para quem mais poderemos ser verdadeiramente úteis nas coisas relativas ao Seu reino?
Quantas oportunidades preciosas perdemos por causa disso? Quantas advertências do Espírito ignoramos voluntariamente?
Com que frequência chamamos a Deus quando nossos pensamentos mundanos nos impediram de ouvi-lO?
Se perdemos nossa visão dEle por causa de nossos muitos cuidados, como esperaremos triunfar sobre todas as tribulações e ataques do inimigo tendo nossos corações guardados na paz e vencendo pela fé a todas as oposições da carne, do diabo e do mundo?
Se guardar o coração é o grande trabalho de todo crente, quantos veremos então prevalecendo realmente com Deus em oração, tendo prazer em estar na Sua presença e servi-lo mesmo que seja em circunstâncias adversas? Quantos serão como os crentes da Igreja Primitiva que tinham prazer em sofrer por amor a Cristo porque eram fortalecidos por Ele na fidelidade deles?
O real prazer espiritual diante de Deus é algo contínuo e cada vez mais crescente. Não é um fardo. Não é uma obrigação desgastante, senão um grande prazer e alegria. Mas quem é que pode experimentar isto? Somente aquele que tem guardado continuamente o seu coração do mal. E não segundo os seus próprios critérios do que considere mal, mas segundo os critérios de Deus revelados em Sua Palavra. Estes são bem-aventurados porque os tais são os de coração puro conforme afirmado por Jesus no Sermão do Monte. São estes que veem a Deus, tanto neste mundo quanto no mundo por vir, conforme a promessa de Jesus na mesma bem-aventurança.
Até quando os crentes deixarão que o ciúme, a inveja e o orgulho, estas três serpentes venenosas, sejam abrigados em seus corações para impedimento da unidade, comunhão do corpo de Cristo, e do progresso do Seu reino na terra? Até quando um justo não poderá se regozijar na fidelidade de um outro justo, para não ofender a consciência fraca e carnal, ciumenta e invejosa de um outro crente que não permite ser santificado pelo Espírito, de modo a ser livrado destes sentimentos que não somente não fazem parte do amor, porque ele não é invejoso, ciumento, orgulhoso e egoísta, como também impedem a manifestação do amor na Igreja, sabendo nós, que ela não pode existir e sobreviver sem isto?
Reconciliemo-nos depressa com nossos irmãos antes de virmos entregar nossas ofertas de louvor e adoração no altar de Deus. De outro modo elas não serão recebidas. Não tentemos fazer fácil a vida cristã, ou então desconsiderar a vontade revelada de Deus. Ele não muda e jamais mudará. A Sua bênção está disponível mas há condição para ser recebida. E temos que nos humilhar, renunciar ao nosso ego para fazer a Sua vontade, aí então, teremos atendido as condições de recebê-las.
Sem esta disposição prática de aplicar-se a obedecer a Deus em tudo que nos tem ordenado, pouco vale ouvir belos sermões, porque não teremos permitido a Deus a transformação de nossas vidas, e é nisto que ele está vivamente interessado. O grande alvo dEle não é tanto o de nos dar conforto e paz, mas aquela condição de coração puro que traz tal conforto e paz. O fim portanto não é a bênção, mas o coração puro que Deus quer produzir em nós e que Lhe é agradável. As bênçãos são como que uma recompensa pela nossa obediência. O fim é a nossa obediência e não a alegria, poder, unção ou seja o que for, que estivermos sentindo. O galardão será dado a quem for fiel. Mas, o grande alvo de Deus não é o galardão senão a nossa fidelidade, pela qual seremos recompensados com o galardão. Não devemos assim errar o alvo, isto é, buscar o galardão em vez da fidelidade. Na verdade, aqueles que não são interesseiros, e que servem a Deus pelo puro prazer de servi-Lo e amá-lo, estes receberão uma maior recompensa, porque não visaram aos bens do Seu Pai, senão ao próprio Pai.


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Em Que Sentido o Crente é Libertado da Lei?



Por João Calvino

“Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.
Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom 7.5,6)

“Porque, quando vivíamos na carne”. Paulo mostra, usando de um contraste ainda mais vívido, quão equivocados estão os que são zelosos pela lei, pretendendo manter os crentes sob o domínio dela. Enquanto o ensino literal da lei estiver em vigor e dominar, sem qualquer conexão com o Espírito de Cristo, a concupiscência da carne não será refreada; ao contrário, crescerá cada vez mais. Segue-se deste fato que o reino da justiça só será estabelecido quando Cristo emancipar-nos da lei. Ao mesmo tempo, Paulo nos lembra aquelas obras que fazem parte de nossa vida prática, quando somos emancipados da lei. Portanto, enquanto o homem estiver sob o jugo da lei, não obterá nada para si, senão a morte que procede do contínuo pecar. Se a servidão da lei só produz pecado, então a liberdade, que é o oposto de escravidão, se inclina para a justiça. Se a escravidão nos conduz à morte, então a liberdade nos conduz à vida. Todavia, atentemos bem para o sentido das palavras de Paulo.

Ao descrever nossa condição durante o tempo em que estivemos sob o domínio da lei, o apóstolo afirma que estivemos na carne. Disto entendemos que o único benefício obtido por todos aqueles que se acham debaixo da lei consiste em que seus ouvidos ouvem um som externo, mas que não produz qualquer fruto ou efeito, visto que são intimamente destituídos do Espírito de Deus. Devem, pois, permanecer completamente pecaminosos e perversos, até que um remédio muito mais excelente surja para a cura de sua enfermidade. Note-se também a expressão comum da Escritura: estar na carne - o que significa ser dotado somente com os dons naturais, sem a graça particular com que Deus favorece seu povo eleito. Se este estado de vida é totalmente pecaminoso, é evidente que nenhuma parte de nossa alma é inerentemente pura, e que o único poder que nosso livre-arbítrio possui é o de exteriorizar suas vis paixões como dardos lançados em todas as direções.

As paixões pecaminosas postas em realce pela lei. Isto é, a lei excitou vis paixões em nós, as quais produziram seus efeitos em todo o nosso ser. Na ausência do Espírito, nosso Mestre íntimo [=interior Magister] a obra da lei consiste em inflamar ainda mais os nossos corações, de tal forma que nossos desejos libidinosos irrompem em borbotões. Deve-se notar que Paulo, aqui, compara a lei com a natureza corrupta do homem, cuja perversidade e concupiscência irrompem com grande fúria, por mais que seja ele detido pelos freios da justiça. Ele ainda adiciona que, enquanto nossas paixões carnais se agitam sob a lei, outra coisa não produzem senão frutos de morte. Paulo assim prova que a lei, por sua própria natureza, era destrutiva. Segue-se que aqueles que, com ímpeto, preferem a escravidão que resulta em morte são completamente loucos.

“Agora, porém, desvencilhados da lei”. Ele dá seguimento a seu argumento a partir de opostos. Se a coibição da lei surtiu tão pouco efeito em subjugar a carne que nos despertava antes a pecar, então devemos desvencilhar-nos da lei para que deixemos de pecar. Se somos libertados da servidão da lei a fim de podermos servir a Deus [livremente], então aqueles que derivam deste fato sua licença para pecar, e aqueles que nos ensinam que devemos soltar as rédeas e nos entregarmos à luxúria, também estão equivocados. Note-se, pois, que só somos libertados da lei quando Deus nos livra de suas rígidas exigências e de sua maldição, dotando-nos com o Espírito Santo a fim de podermos trilhar seus santos caminhos.

“Estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos”. Esta é uma parte explicativa, ou, antes, sugere de que forma fomos feitos livres. A lei, no que nos diz respeito, é revogada a fim de não mais sermos oprimidos sob seu fardo insuportável e não sermos encontrados sob seu inexorável rigor a subjugar-nos com sua maldição.

“Servimos em novidade de espírito”. Paulo contrasta espírito e letra. Antes de nossa vontade ser conformada com a vontade de Deus por meio da operação do Espírito Santo, não encontramos nada na lei senão a letra externa. Esta, é verdade, refreia nossas ações externas, porém não pode refrear um mínimo sequer da fúria de nossa concupiscência. Ele atribui ao Espírito nossa novidade, visto que ela sucede ao velho homem, assim como a letra é denominada de caduca, já que ela perece ao ser renovada pelo Espírito.

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Calvino

Satisfação Cristã


Um crente pode ter uma vida confortável, até mesmo um céu na terra, através da satisfação cristã.

Jesus disse que o conforto da vida não consiste na quantidade de bens que a pessoa possui (Lc 12.15), mas em estar contente com o que tem, de acordo com a provisão de Deus para cada pessoa.

Como dissemos antes, a satisfação reside no coração do homem, e assim o modo de se estar confortável não consiste em ter os nossos celeiros cheios, mas nossas mentes aquietadas.

O descontentamento é um mau humor que seca os cérebros e desperdiça os espíritos, corrói e lança fora o conforto da vida.

O descontentamento não permite que um homem desfrute o que ele possui. Uma só gota de vinagre azedará a taça de vinho inteira. Deixe um homem buscar confortos mundanos, e uma só gota disso amargará e envenenará todo o seu contentamento.

O conforto depende da satisfação. O contentamento é necessário para manter a vida confortável, como o óleo é necessário para que o pavio queime continuamente.


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Nós queremos ter conforto em nossa vida? Devemos então lembrar que é a mesma água que pode levar um navio à pique, que faz com que ele flutue. Assim, não é a aflição externa que pode tornar triste a vida de um crente, porque uma mente contente velejaria sobre estas águas.

Todavia, quando há uma brecha no contentamento, a dificuldade entra no coração tal como a água que inunda o navio, e então o coração será afundado pela ansiedade tal como o navio pela água.

Faça então como os marinheiros: bombeie a água para fora e conserte o vazamento espiritual na alma, e nenhuma dificuldade poderá lhe ferir.

Silvio Dutra

Confinado num deserto, privado de qualquer símbolo, o crente mais convicto veria rapidamente declinar a sua fé. Se, entretanto, anacoretas e missionários a conservam, é porque incessantemente releem os seus livros religiosos e, sobretudo, se sujeitam a uma multidão de ritos e de preces. A obrigação para o padre de recitar diariamente o seu breviário foi imaginada pelos psicólogos que conheciam bem a virtude sugestiva da repetição. Nenhuma fé é durável se dela se eliminam os elementos fixos que lhe servem de apoio. Um Deus sem tempestades, sem imagens, sem estátuas, perderia logo os seus adoradores.

Gustave Le Bon

"Puxa tua mão e te tira pra dançar...
...crente de que encontrará a tua moça interior, guardada num peito de leoa...
...e diz que homens canalhas não deviam se ver como vitimas do coração, culpados são ate quando sem culpa sofrem...
...ele sabe teu nome e conhece teu sorriso como ninguém, e ninguem ele é e será...
...o que nao podes ter, o que nao podem ser, passando tao rapido por entre teus dedos e pelas folhas das arvores, e sim, por entre as nuvens tambem, como um raio de sol...
...pra dizer: acorda trouxa, ela não te quer!"

Helom Egidio

Eu prefiro ver uma pessoa ter vergonha do evangelho ("vergonha de ser crente") do que ver uma pessoa causando vergonha ao evangelho de Jesus Cristo.

Sara Dias

Crente brinca de ser Crente mais o diabo não brinca de ser diabo!

Bíblia

O Crente não Está Livre de Dores e Sofrimentos



Para vários e bons propósitos Deus permite que vivamos num mundo de grandes trevas onde a injustiça, a violência e toda forma de pecados predominam, e que, por conseguinte, causam grandes tristezas naqueles que procuram viver segundo a Sua santa vontade.
Isto não sucede por mera condição de serem vitimados por outros, e pelas circunstâncias adversas externas, mas pelo efeito do próprio pecado em suas constituições fracas e terrenas.
Quanto sofrimento não experimentamos deste outro lado do céu quando percebemos em nós mesmos toda a nossa insuficiência para conhecer de modo adequado a vontade de Deus e podermos viver segundo esta mesma vontade.
Considere-se também que o próprio Deus, em ocasiões específicas, permite que estejamos à mercê de nossas fracas habilidades e desprovidos da necessária assistência e fortalecimento da Sua divina graça, e Ele o permite para que possamos conhecer o quão fracos somos e quanto dependemos do Seu poder e amor.
Ao virar o Seu rosto de nós, por um só instante, logo ficamos perturbados em nosso espírito e sujeitos a sentimentos de derrota.
Quando chegamos, muitas vezes, até mesmo a nos desesperarmos da vida, o Senhor torna a nos animar e fortalecer, quando chegamos até mesmo ao ponto extremo de pensar que era o final da nossa carreira e ministério perante Ele.
A propósito, esta é a maior causa da nossa tristeza, a saber, considerarmos que temos sido de pouca ou nenhuma utilidade para os propósitos do Senhor, especialmente o de sermos bênção para as vidas dos nossos semelhantes.
Ai de nós, se não fosse pela Sua grande misericórdia que nos dá forças renovadas para clamarmos a Ele em meio aos nossos momentos de vale de escuridão.
Se não fosse pela Sua misericórdia, que sempre se renova, jamais poderíamos ser erguidos do nosso abatimento.
Isto pode ser visto de modo muito expressivo no terceiro capítulo do Livro Lamentações de Jeremias, do qual apresentamos a seguir um breve resumo baseado no comentário de Matthew Henry:

Lamentações 3

O fiel lamenta as suas calamidades e tem esperança nas misericórdias de Deus.

Vv. 1-20. O profeta relata a parte mais sombria e desalentadora de sua experiência, e como encontrou apoio e alívio. Durante a sua prova, o Senhor havia se tornado terrível para com ele. Foi uma aflição que era a própria miséria, porque o pecado faz amargo o cálice da aflição.
A luta entre a incredulidade e a fé muitas vezes é severa, mas o crente mais fraco estará equivocado se pensar que a sua força e esperança no Senhor se acabaram.

Vv. 21-36. Havendo expressado a sua angustia e tentação, o profeta mostra como foi levantado acima delas. As coisas são extremamente más; porém, pela misericórdia do Senhor, não são piores. Devemos observar o que Ele faz por nós, e em que está contra nós. As misericórdias de Deus não falham; e disto temos novos exemplos a cada manhã. As porções da terra são coisas perecíveis, mas Deus é a porção eterna.
O nosso dever é e será o nosso consolo e satisfação, ter esperança e esperar em silêncio a salvação do° Senhor. Aflições contribuem e contribuirão muito para o bem, e muitos concluem ser proveitoso ter levado este jugo na juventude. A aflição tem transformado muitos homens e mulheres em pessoas humildes e sérias, e tornado tais pessoas detestadas pelo mundo, pois caso contrário teriam sido orgulhosos e ingovernáveis. Se a tribulação produz a paciência, a paciência a prova, e a prova esperança, a esperança não envergonha. Pensamentos adequados sobre o mal do pecado e de nossa própria pecaminosidade, nos convencerão de que é pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos. Se não pudermos dizer com firme voz: "o Senhor é a minha porção", será que poderíamos dizer "Desejo tê-lo como minha porção e salvação, e em sua Palavra tenho esperança"? Seremos felizes se aprendermos a receber a aflição, como sendo permitida por Deus.

Vv. 37-41. Enquanto há vida, há esperança; ao invés de nos queixarmos porque as coisas não vão bem, devemos nos estimular uns aos outros com a esperança de que ficarão melhores. Somos pecadores, e as coisas pelas quais nos queixamos são menores do que os nossos pecados merecem. Devemos nos queixar a Deus, e não dEle. Em tempos de calamidades somos propensos a refletir nos caminhos de outras pessoas e lançar-lhes a culpa; porém, o nosso dever é investigar e examinar os nossos caminhos, para tornar-nos do mal a Deus. Nosso coração deve estar posto em nossas orações. Se as impressões internas não concordarem com as externas, não estaremos enganando a Deus, mas a nós mesmos.

Vv. 42-54. Quanto mais o profeta olhava para as desolações, mais se entristecia. Aqui há uma palavra de consolo. Enquanto choravam, esperavam; e ninguém esperaria socorro de ninguém, somente do Senhor.

Vv. 55-66. A fé vem como vencedora, porque nestes versículos o profeta conclui com algo consolador. A oração é o alento do novo homem, que inala o ar da misericórdia nas petições e o exala em louvores; prova e mantém a vida espiritual. Ele silenciou os seus temores e aquietou os seus espíritos. Deus diz: "Não temas". Esta foi a linguagem da graça de Deus pelo testemunho do seu Espírito. E o que são todos os nossos sofrimentos comparados com os do Redentor? Ele livra o seu povo de todos os problemas, e renova as forças de sua Igreja diante de todas as perseguições. Ele salvará os crentes com salvação eterna, enquanto os seus inimigos perecerão com destruição eterna.

Silvio Dutra

VOCÊ QUER VER CRENTE LOTAR A IGREJA? DIZ QUE TEM UM PASTOR QUE FAZ REVELAÇÃO, CURAS E "MILAGRES", DAI O PASTOR CHEGA E FALA QUE O FULANO TA COM TRANCA-RUA... A FULANA COM MARIA-PADILHA, QUE ZÉ PILINTRA RECEBEU UM MARAFO, O SETE-CACHOEIRA UMA MORANGA, NUM TRABALHONA SEXTA FEIRA, MAS VOCÊ TEM CERTEZA QUE ELE É PASTOR MESMO, NÃO É PAI-DE-SANTO? E NO FINAL DO CULTO OS CRENTES FAZEM FILAS PRO PASTOR ORAR POR ELES( ISSO ME LEMBRA PASSE). TEM CRENTE QUE ACREDITA EM HOROSCOPO, DIZ: VIRGINIANO É ASSIM MESMO. NOSSA O ESCORPIANOS SÃO TODOS BARBOS. EM CONVERSA NA FRENTE DA IGREJA DIZ: SABE IRMÃ FIZERAM TRABALHO PRA MIM, MINHA VIDA TA AMARRADA... EITA LASQUEIRA SÃO ESTES OS IMITADORES DE CRISTO...

Don Rubens S. Soares