Comportamento Humano

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A auto-imagem é a essência da personalidade e do comportamento humano. Mude a auto-imagem, e ambos serão transformados.

Maxwell Maltz

A cada dia que passa mais me espanto com o comportamento humano. Essa espécie em eterna mutação, vazia de sentimentos e ações que as faça progredir.
Decepciono-me com as pessoas como bebo água, já não sabem mais o valor das coisas simples.

Amigos e amores sem alma, sem calma, ferem-te sem a menor piedade.
Caminho nessa cidade ao passo do compasso que nem anda e nem desanda, quem é que manda eu acreditar. Acreditar na pureza das pessoas, tão impuras, imaturas, inseguras, incapazes de sinceridade.

Que se foda essa sociedade cheia de hipocrisia, sem alegria, dignos de pena. Gente pequena, desalmados, mal amados, procurados por seus crimes contra si próprios. Com todo respeito, à vocês meu silêncio !

O silêncio é mais digno que a estupidez de tuas palavras.
E as palavras, o vento leva e o tempo apaga. Tuas atitudes e o teu silêncio, farão de ti o que serás se sobreviveres aos teus atos.

(C.R.I.E)

Heloá Marques

Eu sou um grande curioso sobre tudo que diz respeito ao comportamento humano. O assunto me interessa bastante — não chega a ser um hobby, pois como dizia o velho George Carlin: hobby’s custam dinheiro, interesses são de graça. E não pense que eu mencionei o genial comediante americano somente por falta de um jeito criativo de começar o texto; menciono o falecido Carlin simplesmente por ter ficado enjoado com um vídeo que vi recentemente, estrelado pelo pastor americano Fred Phelps. Segundo consta em dos seus longos e tediosos sermões, divulgado em um dos tantos canais conservadores americanos: George Carlin está no inferno.

Carlin, uma lenda do stand-up comedy americano, dedicou muitas de suas sátiras aos pontos nebulosos e criticáveis das grandes religiões. Foi acima de tudo um crítico feroz dos costumes americanos, não tendo deixado passar em branco nenhum dos outros grandes temas polêmicos, como racismo, consumismo, e o avanço do comportamento politicamente correto no cotidiano americano. Talvez por isso tenha feito tanto sucesso no resto do mundo; suas sátiras eram universais.

Ao assistir o vídeo onde o pastor Fred Phelps, afirma de forma muito contundente, que George Carlin está e estará eternamente no inferno agonizando por seus pecados, não pude deixar de ficar um pouco intrigado.

Primeiro por não acreditar no inferno, segundo por saber que o próprio Carlin também não, e que o pastor Phelps sabia das convicções de Carlin quando gravou seu vídeo. O que me causou uma dúvida: o que o pastor Phelps ganharia ao ficar gritando pra todos os ventos que George Carlin estaria eternamente no inferno?

Para ajudar na argumentação, vamos por alguns instantes conceder a proposição de que o inferno exista. O que um cristão poderia ganhar ao se vangloriar de um destino tão trágico, e eterno? Soberba não é mais um pecado capital? E o que é a soberba senão “o sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas de arrogância, por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais.”?

No instante em que o Pastor Phelps se coloca em um lugar superior ao de George Carlin, e de todos os ateus, agnósticos, e não cristãos em geral, será que ele não caminha em direção ao mesmo inferno por sua soberba? Se o pastor não for direto para o inferno por causa dessa afirmação, será que ele não estaria pelo menos garantindo uma temporada prolongada no purgatório? Pra dizer a verdade, eu não sei dizer qual dos dois lugares o pastor iria depois de sua morte — e vamos admitir, com tantas mudanças nas regras pra se entrar no purgatório ou no inferno, fica difícil saber com certeza…

Deve-se, claro, levar em conta que racionalização nunca foi o ponto forte de nenhuma religião. Eu, pessoalmente, não tenho nada contra isso. Acho tremendamente divertido observar adultos discutirem aos gritos sobre qual deus é melhor que o outro. Mas, infelizmente os radicais religiosos não pensam como eu. Por que não ignorar, ou pelo menos respeitar a decisão pessoal de alguém ir para o inferno. Vamos considerar uma coisa: e se eu acreditasse na existência do paraíso, e ainda assim quisesse ir pro inferno? Não seria um direito meu? O que houve com o livre arbítrio? O criador onipotente e onipresente — se ele de fato existisse — não concedeu a todos o livre arbítrio pela lógica cristã? E se o criador supremo dessa bodega, respeita minha decisão ou opinião pessoal, por que os cristãos conservadores não podem fazer o mesmo?

Se eu quisesse abortar uma criança e condenar minha existência às chamas eternas, isso não seria um direito meu? E se eu abortasse uma criança e realmente me arrependesse, não seria correto afirmar que de acordo com a doutrina cristã, eu estaria plenamente absolvido?

Porque algumas pessoas sentem essa necessidade de tentar forçar os outros a serem como elas? Que cumpram as leis divinas com a mesma seriedade que elas? Eu tenho lá minhas desconfianças sobre a fé dessas pessoas. Para mim, elas não acreditam no que pregam. Não de verdade. Se radicais religiosos acreditassem realmente nos valores fundamentais encontrados em qualquer uma das grandes religiões — como por exemplo, fraternidade e perdão — eles perdoariam as supostas falhas encontradas em qualquer ser humano, ao invés de se sentirem felizes pela condenação de um pecador ao inferno. Se examinarmos ou julgarmos a vida de qualquer pessoa cuidadosamente de acordo com as leis bíblicas, o veredicto seria bem claro: o céu não vai sofrer problemas de super-lotação, enquanto o inferno e o purgatório teriam que arrumar novas maneiras de estocar pessoas…

Há quem pense que esse fanatismo conservador é um privilégio de países mais conservadores como os EUA, lamento informar que por aqui não falta gente do mesmo calibre. Podemos a qualquer momento acompanhar os R.R Soares da vida pregando descaradamente a favor da homofobia; podemos flagrar alguns bicadores de santa gritando em um ou dois canais de TV durante as madrugadas, e podemos facilmente encontrar uma horda de pessoas dispostas a contestar a teoria evolucionista de Darwin baseando-se única e exclusivamente em palpites e conjecturas filosóficas.

Estima-se que mais de 200 senadores estejam ligados à chamada bancada da fé, sem contar os diversos lobistas conservadores que impedem o debate público sobre assuntos mais variados, como a descriminalização do aborto, e a criminalização da homofobia. Não é muito exagero afirmar que ainda hoje, o conceito de estado laico seja algo inatacado por superstições.

Mas porque a ala conservadora é tão ativamente contra o debate, sem deixar brechas para outras opiniões? Se a ala conservadora do país está tão convencida de sua própria certeza, por que não tentar debater o assunto racionalmente? Existem diversos argumentos válidos contra o aborto — eu só nunca ouvi um que me convencesse… talvez por nunca ter visto um debate público e aberto sobre o assunto. Também nunca ouvi um argumento racional que me convencesse que alguém é pior do que eu por suas opções sexuais ou religiosas.

Se querer debater abertamente estas questões, ou discordar e satirizar opções que não parecem razoáveis garante um lugar no inferno, surgem mais duas dúvidas: será que o George Carlin vai estar se apresentando no inferno? E se este for o caso, qual a fila que entro para a danação eterna?

O Conselheiro Acácio

COMPORTAMENTO HUMANO.

Quando paramos para analisar o comportamento humano e a dúvida nos corrói sobre as reais intenções dos que nos cercam, cada vez nos dá a certeza de que é melhor amarmos a nós mesmos do que ficar se alimentando de dúvidas e de falsas esperanças.

Márcio Souza

“Ao Estudante do Comportamento Humano.”


Não sou professor
nem estudante
da vida sou amante.

Atos e comportamentos,
Aqueci o cálido coração
Obstáculos são vencidos
Sentimentos torna-se emoção.

O ser humano é estudado minuciosamente,
O seu comportamento,
É brisa vulnerável ao vento,
É paz, melodias, vividos momentos.

No caminho do coração,
Na escola da vida,
Na cartilha da alma,
Dialogando vou,
Aprendiz eu sou.

O ser humano, é um grande livro,
Estudá-lo é dever,
Aprende-lo é viver.

De grandes coisas é composto o comportamento das pessoas.
A intensidade é um mundo desigual á cada um.

Há quem olha no horizonte e chora de saudade.
Há quem olha no poente e bendiz a verdade.
A surpresa da vida, é emocionante,
Quando pensamos dizemos confiantes.

A vida vai além,
O ser humano também.

Acompanhamos a intensidade da vida!
O passado é lembrança,
O presente é vivencia,
O futuro esperança.
O comportamento é um “TODO”

(CLEONICE AP. IORI ROSA)

cleonice ap. iori rosa

Neste mundo, o maior poder que podemos conquistar é a compreensão do comportamento humano.

RQCavalcante

Minha prioridade é entender o comportamento humano e provar que não passamos de cérebros dentro de barris

Keller H Borges

A depressão, o pânico, a fobia social, vem da racionalização do comportamento humano escroto e cínico, e da forma como as anomalias foram aceitas no contexto da normalidade.

Allan Pitz

Acho, no mínimo, interessante o comportamento “humano” real e o virtual. É muito fácil distinguir entre pessoas que você conhece pessoalmente/realmente e as mesmas como se demonstram virtualmente em redes sociais. A conclusão que chego é: a vida é realmente dura, difícil e todos somos falhos, aliás, muito falhos, e, no entanto, virtualmente a hipocrisia é descaradamente publicada, tudo vai contra seu comportamento real. Mas, prefiro pensar assim, o que as pessoas demonstram ser virtualmente é somente o que elas tem vontade de ser, por isso não desanimo, porque como dizem por aí: quem tem a vontade, já tem metade.

Haline de Sá

Tenho estudado o comportamento humano nos últimos 11 anos e percebi que as pessoas se motivam sempre em duas direções opostas: para evitar a dor ou para buscar prazer. As pessoas medíocres se movem sempre comandadas por três fatores dominantes: pelas experiências do passado, pelas emoções do presente ou pelo ambiente, e de alguma forma, essas pessoas nunca conseguem agir com um nível elevado de controle sobre as suas decisões e sobre as respostas de suas ações. É lógico que existem as pessoas que escapam das estatísticas e conseguem controlar a própria vida, e construir de forma inteligente o próprio destino, mas é uma verdadeira minoria. Mas por quê? Será por que essa maioria não usufrui de sorte? Será por que essa maioria não usufrui de conhecimento? Será por que essa maioria não usufrui de berço, ou de outras pessoas que possam ajudá-las com conselhos e ensinamentos sábios? Claro que todas essas coisas ajudam, com a exceção da sorte, que tem que ser criada pelo uso correto do seu poder de decisão. Porém, acredite, o importante para uma pessoa se mover rumo as próprias realizações, é encarar as adversidades de frente, e, sobretudo, crescer, se desenvolver e evoluir, se tornando muito maior do que qualquer adversidade. Você deve sempre abençoar tudo aquilo que deseja, e a melhor forma de fazer isso é tomar as decisões certas, e realizar as ações que satisfaçam os seus valores de vida mais profundos, e que ajudem a fortalecer as suas crenças mais prósperas.

Thiago Tombini

Após estudar o comportamento humano por vários anos, eu tenho certeza de uma coisa: se você não tomar a decisão de ter essa parte de sua vida resolvida agora mesmo, há uma chance extremamente pequena que você irá fazer alguma coisa no futuro.

Lil Magico

Sobre o comportamento humano:

Não é por falácia que nossa sociedade privilegia o animal, mas sim por indulgências...

Douglas Garcia Saldanha

Os reality shows são uma ótima forma de estudar o comportamento humano in natura.

Mário Pereira Gomes

A percepção da Vantagem Relativa

Comportamento humano é complexo e deriva em várias flâmulas de expressão em que a percepção da execução motora do movimento remete a percepção do indivíduo de estar exercendo uma vantagem relativa em direção a um progresso pré-definido sob uma lógica de tempo e de georreferenciamento.

O condicionamento reflexivo em que todos nós nos identificamos com as ações correntes que estamos sensíveis à manifestação de nossos sentidos nos levam a exteriorização de nossos sentimentos, desejos e necessidades mais próximas do desenvolvimento integrado de nossa memória de curtíssimo prazo, aquela que é capaz de estabelecer um vínculo com nosso interior para a manifestação da devida atenção que precisa integralizar ações em poucos segundos e minutos.

Sendo assim, é evidente a excitação de um indivíduo que se encontra a espera que o sinal de trânsito libere sua passagem pela pista, e o condiciona ao deslocamento ferindo a regra de trânsito em que a percepção da vantagem relativa observada pelo fato da pista não vir a transitar veículos que distam a certa distância, na suposição deste indivíduo, seja um ganho precioso de tempo em atravessar a rua mesmo que o sinal indique que o acesso esteja bloqueado.

Padrões estabelecidos para nos habituarmos aos costumes de reproduzir comportamentos seguros sofrem constantes tentativas de infração, devido esta margem do impulso repentino em que uma percepção mais recente por estar envolta numa concentração de ativação energética mais vigorosa pode tomar conta do centro volitivo do ser humano e fazer da percepção desta vontade uma tomada de decisão equivocada que poderia converter em um acidente intencional.

Em casos mais complexos em que a percepção da vantagem relativa toma conta do comportamento humano em fatores que envolvem valores, julgamentos e juízos, é possível que o intelecto passe por nítidas contradições e a tendência natural do indivíduo em se apropriar da “vantagem” lhe permita diminuir a ativação do superego onde são projetadas as apropriações das percepções de espacialidade onde os indivíduos são capazes de se verem integrados no ambiente-cenário em concordância com os outros seres e elementos que dele façam parte.

Quando a percepção da vantagem relativa é ativada em um indivíduo, o sistema límbico-egoico do indivíduo sobrepõe ao domínio do sistema límbico-espacial com a nítida interação com o lobo parietal deste mesmo indivíduo, o que promove uma elevação egoica em face de uma projeção do cenário-contexto sobre si mesmo (superego). Então a capacidade intelectiva ligada à estrutura do comportamento humano em que é ativadora de elementos de moralidade e aspectos situacionais que posicionam um ordenamento de “coisas” e “seres” justapostos, perde sua capacidade de orientar que consequências proximais de fatores contidos dentro do imaginário ambiental, que foi ativado quando o indivíduo, seja capaz de se posicionar no tempo e espaço assumindo uma forma de atenção secundária, uma vez que o foco da ação se projeta sobre si mesmo e não na noção georreferenciada.

Esse efeito perceptivo está presente na valoração em que os indivíduos desejam satisfazer seu raciocínio frouxo e imediato. Observado em pequenas cenas cuja vantagem relativa possa ser expressa em burlar pequenas regras de convívio como, por exemplo, passar um troco de forma propositada erradamente. Ou subtrair algo que não lhe pertence por achar que o bem a si supera o condicionamento do respeito mútuo de se viver em sociedade na partilha e ordenamento dos valores que uma sociedade comuta como uma carta de recomendações a todos sugestiona a seguir.

A busca pela vantagem relativa está longe de ser um processo natural de embasamento filosófico da ausência de consciência do ser humano, para se tornar uma epidemia global abastecida pela falta de prática de um raciocínio mais prolongado para uma tomada de decisão que verdadeiramente represente uma conduta ao qual o ser humano compactua em termos de sua atividade cerebral.

Nem tão pouco é uma aberração biológica, mas sim a má utilização de uma estrutura reflexiva do comportamento humano em que se privilegia o imediatismo não flexionado da ideia de forma a estabelecer uma noção de causa e efeito diretamente ligado ao instante em que a ação é requerida à mente.

Porém o condicionamento constante dos indivíduos em querer sempre se beneficiar diante das situações é um forte indício que a transferência do comportamento para a área mnemônica transforme a essência deste indivíduo que passa a canalizar constantes subsídios de pensamento semântico que legitimam o ato de apropriação indébita afeta ao que não seja moralmente aceita pela sociedade como atos válidos.

Em outras palavras o vício da honestidade é uma prática que requer raciocínio, algo que permita flexionar o pensamento para que um conteúdo mais selecionado de nossa psique possa medir os efeitos em relação ao rol de consequências. Isto requer o uso da memória de curto e longo prazo, uma dedicação que uma pessoa é capaz de fazer a si mesmo ao parar por uns instantes a buscar uma integridade de princípios que afetaria positivamente os seres e coisas que ela se correlaciona. A atitude é sua, a vida pode ser muito mais intensa sem que com isto seja complicada, compartilhando com os demais princípios e a manifestação de um pensamento coletivo positivo. Faça sua parte!

Autor: Max Diniz Cruzeiro
LenderBook Company
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Max Diniz Cruzeiro

Eu fico a cada dia mais abismado com o comportamento humano cego, viciado e circundante em torno do TER, quer seja por poder ou por dinheiro. Cego porque ele, mesmo assim, acha que é virtuoso; viciado porque, mesmo cego, não consegue se livrar desse mal; circundante porque, mesmo tendo todo o mundo para circular, não consegue fugir do seu próprio veneno.

Carlos Roberto Sabbi

Estranho o comportamento humano, muitos criticam sem saber o que criticam. E o pior de tudo é que em cima de uma crítica se constroem cópias de críticas infundadas. E imaginem como isso vai terminar: com críticas mais infundadas ainda!

Elizangela Quintela Miranda Costa

A COMPLEXIDADE DO COMPORTAMENTO HUMANO.

Desde a criação conforme preceitua o livro bíblico de Gênesis no antigo testamento, percebe-se que o homem chegou a este mundo munido de uma lacuna, um vazio, uma brecha, um ser sentimentalmente incompleto e Deus com sua suprema sabedoria tão logo tratou de suprir esse vão, entregando ao homem uma companheira, mulher esta que lhe daria amor, filhos e caminharia ao seu lado por toda uma vida, procriando, constituindo famílias.
Assim, consagrou-se a união do homem com a mulher, entretanto, as angústias humanas que permeiam a sociedade vão além da lacuna supracitada, então nesse momento, pode ser que surja na sua mente a primeira indagação acerca da perfeição do criador, que originou o ser humano à sua imagem e semelhança e não lhe permitiu a plenitude, a completude da alma, bem como alcance da felicidade completa. Eis que surge então a seguinte conclusão: O Pai com sua misericórdia infinita deixou milhares de dons aos seus filhos, porém, cabe a cada um buscar o que acredita ser seu, diante do livre arbítrio, que só será exercido de forma correta, justa e plena quando alcançado uma evolução espiritual de forma individual.

Ângela Aragão

A cada dia que passa na minha vida me sinto menos seguro ao opinar sobre o comportamento humano.

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