Como dizer Amo te em Poucas palavras
Poucas vezes se expõe a honra por amor da vida e quase sempre se sacrifica a vida por amor da honra.
Mathias AiresMinhas Certezas (keidylee.blogspot.com)
De todas as coisas que juro ter nessa vida
Poucas são as que realmente tenho
As que eu sei: são minhas e das quais pertenço.
São poucos os fatos que considero
Poucas pessoas e objetos
São bem poucas minhas certezas.
Já andei duvidando de coisas que não podia
Confiando em coisas que não mereciam
Precavendo-me excessivamente por medos passados.
Já andei parando pra pensar
Quando os fatos queriam que eu andasse
E fui impulsiva quando na verdade deveria está intacta.
Andei fazendo balanços relevantes
E cada vez mais concluo
Que são poucas as minhas certezas.
Contáveis certezas,
Deus, a primeira delas.
E você.
Da boca dos poetas mais amadores saem as palavras mais belas e puras,mesmo que poucas e curtas são palavras que gritam de um coraçã que ainda tem esperança.
Rayanne de Souza GomesTP 179.
Passaram poucas horas juntos, com a sensação de que seu encontro era mais que uma conspiração de acasos. Não puderam entristecer-se, felizes que estavam com aquela brecha de vida que desenrolava uma fita, que tecia um urdidura rara e frágil. Falaram da vida e do mundo aproveitando cada instante, sem reservas ou medo, sem querer estar em nenhum outro lugar além dali mesmo, ao lado, desfrutando os minutos com a entrega absoluta da iminente finitude. Mereceram esquecer-se da vida que existia fora daquelas circunstâncias, porque concederam-se experimentar as possibilidades, ainda que as possibilidades fossem nada mais do que desejo secreto e improvável. Descobriram que podiam partilhar uma invenção do mundo em que só eles eram o que realmente eram e que lhes permitia serem assim, na simplicidade do acaso, um pouco um do outro como não tinham experimentado ser para ninguém, sem plano ou aquiescência, sem querer. Habilitava-se uma cumplicidade irrepetível que fazia o ar mais doce, mais calmo e seguro, subentendida a singularidade do que estavam vivendo, como se sussurrassem em silêncio para que cada segundo fosse sorvido, gravado, absorvido, tatuado na memória dos sentidos. Sem tristeza ou pesar, procuravam reter tudo o que eram capazes um do outro, relicário de imagens e sons, o riso, a maneira de mexer a boca, erres e esses, a cor das mãos, o nome dito por aquela voz, a marca dos lábios no copo, os cílios inquietos, os cabelos em desalinho, um cheiro de perfume e sono, o formato das unhas, o volume do corpo. Sabiam que não ousariam rebelar-se contra o que se fazia posto e acabado na vida que era para além dali, mas queriam guardar um do outro, ainda que ainda não soubessem, recortes e fragmentos para contarem sua história de outras formas, de outros jeitos, com outro enredo que lhes permitisse experimentar o gosto da boca, dos líquidos, o peso do corpo, o calor das mãos, suas sombras, noites, vento, manhãs. Porque precisavam disso, do que eram e da rebeldia escondida do que poderiam ser, mesmo longe, mesmo reinventados, mesmo nas lembranças imaginadas do que nunca teriam vivido, uma dobradura feita daqueles momentos, como se pudessem transformar os instantes em uma outra coisa qualquer, sem lógica ou tempo, viva por si mesma dentro deles em algum lugar. Secretamente viva e possível, assim que ousassem vivê-la.
Não conheço pessoas que aprenderam a esquecer o passado.
Mas conheço algumas poucas que não o alimentam.
A felicidade não se resume a um céu de poucas nuvens, um caminho sem acidentes ou um trabalho fácil. A felicidade é também, colher lições dos fracassos para evitá-los mais tarde, viajar no seu próprio mundo e, apesar das dificuldades, esquecer as derrotas e escrever a própria história. A felicidade é agradecer a todo instante pelo milagre da vida. Quem assim procede diariamente, certamente fará a diferença nesse mundo de iguais.
Antonio Gomes LacerdaNão foram muitas vezes, porém as poucas vezes, foram com grande intensidade.
Tão forte que temo em fazer de novo, para não infectar as lembranças da última vez.
Mas gostaria de correr o risco!
Quem sabe um dia?!
Como aquela pessoa, que de tão acostumada com a tristeza, não consegue ser feliz sem ela!
Ou daquela outra, tão acostumada com a alegria nem contagia mais ninguém.
Gosto do meu lugar secreto onde a alegria e a tristeza divergem, separadas por uma linha tênue chamada você!
Sou um malabarista nessa linha..
Sou um parasita.
Sou tudo aquilo que não quero ser!
Hoje sou aquilo que um dia gostaria de ser e viver, mas ainda não tenho esperança que um dia isso aconteça!
Ainda está tudo tão longe!
A possibilidade, ainda que remota.
É, isso que eu sou!
Neste mundo todos precisamos uns dos outros. Entretanto, se em poucas ocasiões é preciso confiar em alguém, em muitas se finge confiar.
Rainha Cristina da SuéciaAs vezes poucas palavras podem obter grandes resultados.
André Nogueira BarretoSão tantas as pessoas que passam por nossas vidas, e ainda sim tão poucas as que nos deixam marcas. Foi o que me aconteceu; me deixaram uma marca! Uma espécie de buraco, um vazio agoniante, que me pede a cada novo dia um preenchimento. Aliviar a dor, só..
São tantos motivos para não atender minhas vontades, e somente um para satisfazê-las - um amor que já não existe. É, não existe amor por ele, mas existe um amor pelo que sou quando sinto algo a mais por alguém. Tantas cicatrizes tentando se esconder, mas já não há outro jeito. Então, digo adeus.. e por saudade; eu volto amanhã.
Se eu pudesse dizer,mesmo em poucas palavras,
que tudo o que eu sou agora é tudo o que me restou,ainda assim ficaria em silêncio.
Sofremos por poucas coisas.
Sofresmo pelos sofrimentos dos outros,
sofresmo por está longe de alguem,
sofremos por amar,
sofremos por naõ ser amado,
sofresmo por ser amado,
sofremos por que somos felizes demais,
sofremos por que somos incapazes de fazer alguem sorrir,
sofremos por não achar a explicação de sofrer tanto.
Não temos mais certeza de nada, so temos certeza que o tempo é o nosso melhor amigo, so ele pode mostra quem você, só ele mostra o que esta na nossa frente e nos nao podemos ver.
Se hoje nos sofresmo é porque arramos e nos erramos porque sofresmo.
Reflita mais sobre seus erros e escolhas!
Poucas coisas são necessárias para alcançar a felicidade. Ela está ao alcance das mãos da mesma maneira de que a visão aos olhos. É uma conseqüência do caráter do homem. Aquele que decide-se pelos os outros, pelo amor, em doar-se ao próximo, compreende as palavras que pronuncio.
Aquele que conhece a verdadeira felicidade não acomoda-se com a tristeza. É um difusor de sorrisos. É um acolhedor de pensamentos. Um distribuidor de sabedoria e bem.
Tem as mãos calejadas, mas firmes para ajudar a levantar outras mãos. Tem os joelhos marcados por tantas quedas, mas pernas determinadas a seguir caminhando. Olhos que conseguem ver enxergar corações, compreender sonhos.
Rejeição sentimento ruin pra quem provoca,e pior ainda pra quem recebe,afinal poucas coisas doi tanto quanto a indiferença...
Sandrinho DupanA maioria das pessoas querem dizer a verdade, mas poucas a querem ouvir.
Agnes SilvaEm verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.
E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.
Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.
Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.
Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.
Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.
Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?
Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas
do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.
Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.
E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.
O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.
Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.
Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,
eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.
A sorte se faz com os pés, andar é o melhor dos amuletos. Parado há poucas chances. Poesia se faz rompendo o branco do papel. Chuva se tem cobrindo o azul do céu. Sentirás dor. Mas haverá dias em que o sol não virá. Só não se esqueças de acreditar na bonança. Depois do inverno, virão as flores. Primavera virá. E não se esqueças de andar. Andando, nunca será tarde demais.
Fred Sá Teles"A liberdade, a profundidade e o prazer advindos da sinceridade total pertencem a muito poucas pessoas, pois a franqueza absoluta é para raros."
Luiselza PintoO sexo é uma das poucas alegrias que a natureza nos deus, um presente distribuído democraticamente que só depende de nossos corpos, algo que merece ser celebrado, mas que, apesar de sua qualidade humana desde que o mundo é mundo, foi vítima de algo também tão humano, como a hipocrisia.
Pedro AlmodóvarVocê acredita que eu penso o tempo todo em você? Eu só escrevo tanto de mim, pois em poucas horas, a minha memória é tudo que eu vou ter de nós dois.
Maria Paula Fraga