Coleção pessoal de vandeka
Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre.
Paulo CoelhoA mulher entra no quarto do filho decidida a ter uma
conversa séria. De novo, as respostas dele à interpretação
do texto na prova sugerem uma grande dificuldade de ler.
Dispersão pode ser uma resposta para parte do problema. A
extensão do texto pode ser outra, mas nesta ela não vai tocar
porque também é professora e não vai lhe dar desculpas
para ir mal na escola. Preguiça de ler parece outra forma de
lidar com a extensão do texto. Ele está, de novo, no
computador, jogando. Levanta os olhos com aquele ar de
quem pode jogar e conversar ao mesmo tempo. A mãe lhe
pede que interrompa o jogo e ele pede à mãe “só um instante
para salvar”. Curiosa, ela olha para a tela e se espanta com
o jogo em japonês. Pergunta-lhe como consegue entender o
texto para jogar. Ele lhe fala de alguma coisa parecida com
uma “lógica de jogo” e sobre algumas tentativas com os
ícones. Diz ainda que conhece a base da história e que,
assim, mesmo em japonês, tudo faz sentido. Aquela conversa
acabou sendo adiada. A mãe-professora não se sentia pronta
naquele momento.
Raquel Barreto (2002, p.75)
Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula
Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
Amanda Polato (Amanda Polato)
Mais sobre tecnologia
Reportagens sobre o uso de tecnologia na escola
Língua portuguesa
Matemática
História
Educação Física
Geografia
Ciências
Língua Estrangeira
Arte
Planos de aula
Gráficos no Excel nas aula de Matemática
Localização com Google Earth
Videochat em inglês
Dados científicos de botânica em planilhas do Excel
A história local dos afro-descendentes gravada em áudio
Literatura e podcast
Revele por que a foto digital é herdeira das grandes pinturas
Avalie com os estudantes a credibilidade dos sites de busca
Reportagens gerais sobre tecnologia
A turma produz podcasts sobre Ariano Suassuna
Ajuda real no mundo virtual
Crônica da (crônica) informatização escolar
Sete passos para o futuro
Podemos vencer a exclusão digital
''O momento atual é interessante porque põe a escola em crise''
O melhor do computador
A conexão que faz a diferença. Mesmo
As buscas via internet
Cinema une arte e informática
Robótica sem usar o computador
Idioma que vem da web
Seus alunos vão adorar o espaço
TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?
Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?
Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.
Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.
As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.
Nove dicas para usar bem a tecnologia
O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.
Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
Reportagem sugerida por oito leitores: Alana Cristina Lorde, Várzea da Palma, MG, Graziela Stein, Marabá, PA, Jaqueline Alves Silva Soares, Caetanópolis, MG, Karla Capucho, Vitória, ES, Kelly Silva Monteiro, São Gonçalo, RJ, Luciano Alves da Silva, São Lourenço da Mata, PE, Nadia Pereira Marques, Cristalina, GO, e Thais Silvestre Rosa, Rio de Janeiro, RJ
Quer saber mais?
CONTATOS
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Cláudio Bazzoni
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EE Patriarca da Independência, R. Rui Barbosa, 55, 13280-000, Vinhedo, SP, tel. (19) 3876-6790
EE Professor Edsson Heráclyto Cerezer, R. Barão do Itaqui, 548, 96400-000, Bagé, RS, tel. (53) 3242-5561
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Priscila Monteiro
Rosa Iavelberg
Silmara Maria Cruz Paiva
BIBLIOGRAFIA
Educação Hoje: "Novas" Tecnologias, Pressões e Oportunidades, Pedro Demo, 144 págs., Ed. Atlas, tel. 0800-171-944, 38 reais
Tecnologias para Transformar a Educação, Juana María Sancho e Fernando Hernández, 200 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais
INTERNET
Guia sobre uso seguro da internet
Conteúdos digitais para todas as disciplinas
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Comentários (37)
sebastiao donizerti da silva - Postado em 29/10/2011 12:49:33
Achei o texto pertinente e dentro do contexto que atualmente estamos pesquisando e trabalhando para implementar em sala de aula, na nossa escola, onde somos gestores.
MARCOS NUNES - Postado em 28/10/2010 22:09:15
ACHEI MUITO INTERESSANTE AS DICAS E ORIENTAÇÕES SOBRE AS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA. ESPERO QUE AS PESSOAS LIGADAS A EDUCAÇÃO QUEIRAM MUDAR SUA MENTALIDADE PARA QUE MAIS E MAIS CRIANÇAS E ADOLESCENTES POSSAM SER BENEFICIADOS. MARCOS
Nome não registrado - Postado em 02/04/2010 06:07:52
Este artigo é de muita relevância para todos aqueles que lidam com educação e têm como principal objetivo, enquanto educadores, oferecer o melhor aos seus alunos e a si mesmo como profissional. Prof. Jociene Reis - Aracaju
Leia todos
CELULAR NA ESCOLA UMA REFLEXãO
Os comentários do post Celular nas escolas foram tão bacanas que resolvemos dar continuidade ao tema, agora sob o ponto de vista de um educador. Para estimular a discussão, convidamos Mauricio Petinelli, formado em Comunicação Social e Educador da SDA Pesquisas em Educação.
Mauricio comenta que o celular atrai os jovens porque eles fazem parte de uma geração que já cresceu em contato com essa tecnologia. Além disso, o celular tem tudo a ver com o espírito imediatista da sociedade contemporânea. E o aparelho móvel integra ferramentas de comunicação instantânea, que eles adoram – chamada de voz, SMS, bate-papo -, bem como pesquisa, jogo, música.
Para Mauricio, usar o celular de maneira didática depende dos “combinados” entre professor e aluno. O educador deve propor as regras antes. Assim ele cumpre a função de facilitador, e ao mesmo tempo dá ao aluno responsabilidade e autonomia para realizar a proposta pedagógica. No livro “A Riqueza das Redes”, o pesquisador Yochai Benkler comenta justamente sobre autonomia. O autor afirma que o indivíduo autônomo tem capacidade de fazer mais, tanto em benefício próprio quanto coletivamente.
Mauricio também destacou a transversalidade do celular, que pode ser explorado por várias disciplinas. O educador sugere temas, o aluno pesquisa na internet via celular e já mostra na sala de aula o que aprendeu. Outra opção é usar o SMS nas aulas de português para reforçar o ensino da Gramática e Literatura.
As diversas formas de incorporar o celular na pedagogia ainda estão sendo elaboradas. Mauricio sugere que o celular seja aplicado inicialmente na sala de aula. Com o amadurecimento das metodologias, será possível extrapolar os limites da escola, com atividades extracurriculares. O educador conclui que o celular na escola pode proporcionar interação e ampliar o potencial de inteligência coletiva. Mas ainda é preciso uma renovação no modelo de ensino para aceitar esse desafio.
http://www.vivoblog.com.br/celular-nas-escolas-uma-reflexao.html
EDUCAÇÃO NO PRIMEIRO REINADO
I Reinado (1822 - 1831)
Primeiro projeto de Constituição: “Haverá no império escolas primárias em cada termo, ginásios em cada comarca e universidades nos mais apropriados locais”
Constituição de 1824: garantia da “instrução primária gratuita a todos os cidadãos” e “criação de “Colégios e Universidades, onde serão ensinados os elementos das ciências, belas artes e artes.”
1828 – Lei que cria as Câmara Municipais e atribui-lhes a função de inspeção sobre as escolas de primeira letras, bem como pela educação e destino dos órfãos
PERÍODO REGÊNCIAL
Ato adicional de 1834
Províncias: responsabilidade pela educação elementar e secundária
Poder central: Educação Superior e no município da corte
Criação das primeiras Escolas Normais em Niterói (1835), na Bahia (1836), no Ceará (1845), em São Paulo (1846)
Criação do Ateneu do Rio Grande do Norte (1825), os Liceus da Bahia e da Paraíba (1837), o Colégio Pedro II (1837)
Em 1840, existiam 441 escolas primárias e 59 cadeiras de latim
SEGUNDO REINADO II Reinado (1840 – 1889)
Segundo Reinado: consolidação do Império – época de férteis realizações
Volta dos jesuítas - 1842
Criação da Inspetoria Geral da Instrução Primária e secundária do município da Corte - 1854
Estabelecimento de normas para o exercício da liberdade de ensino e de um sistema de preparação do professor primário - 1854
Criação do ensino para cegos e surdo-mudos – 1854 e 1856
Criação do Liceu de Artes e Ofícios - 1856 (iniciativa privada)
Escolas Normais trouxeram uma pequena melhora no ensino: instabilidade
PERÍODO IMPERIAL (1822 – 1888)No primeiro reinado há dificuldade de sistematização da educação elementar. A sociedade era predominantemente agrária e não havia interesse das elites com a educação popular.Ensino era propedêutico, isto é voltado para aos interesses do ingresso nos cursos superiores.Em 1822 o Decreto de 1o de março criava no Rio de Janeiro uma escola baseada no método lancasteriano ou de ensino mútuo. Ou seja, somente um professor para cada escola.A Constituição, outorgada pela Assembléia Constituinte, dizia, no seu artigo 179, que a instrução primária era gratuita a todos os cidadãos.
. PERÍODO IMPERIAL (1822 – 1888)Em 1826 um decreto criava as escolas primárias, Liceus, Ginásios e Academias.Em 1827 um projeto de lei propunha escolas para meninas, seleção para nomeação de professores e escolas primárias em todas as vilas do império.Em 1834 a educação primaria e secundária fica a cargo de cada província, se por um lado isso permitiu a criação de vários colégios por mostrava o caráter descentralizado da educação brasileira. Em 1872 O Brasil contava com uma população de 10 milhões de habitantes e apenas 150.000 alunos matriculados em escolas primárias. O índice de analfabetismo era de 66,4%.
educação
HistóRia Da EducaçãO No Brasil Da Colonia Ao ImpéRio — Presentation Transcript
1. História da Educação no BrasilDa Colônia ao Império.
2. PERÍODO JESUÍTICO (1549 · 1759)Em 1549. Chega ao Brasil o primeiro grupo de seis padres jesuítas, chefiados por Manuel de Nóbrega juntamente com o primeiro governador·geral, Tome de Souza. Comandados pelo Padre Manoel de Nóbrega, quinze dias após a chegada edificaram a primeira escola elementar brasileira..O mais conhecido e talvez o mais atuante foi José de Anchieta por sua quantidade de obras, incluindo uma gramática em Tupi: Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil e a fundação do colégio de São Paulo, em 1554.O ideal jesuítico era alem de tudo a propagação da fé e assim como toda a Cia. de Jesus usavam como método de ensino o Ratio Studiorum.
3. PERÍODO JESUÍTICO (1549 · 1759)No Brasil o objetivo estava tanto em converter os indígenas quanto manter os colonos na fé cristã, as escolas não se limitavas as primeiras letras havia o empenho em preparar o filho do colono para da continuidade aos estudos fora da colônia, bem como formar novos padres para a missão.Apesar de seguir o modelo do Ratio Studiorum algumas adaptações tiveram que ser feitas para atender as especificidades da colônia. O Brasil não contava com o corpo burocrático que o Ratio possuía na Europa o que obrigava um acúmulo de funções para o professor jesuíta. Em 1760 os Jesuítas são expulsos do Brasil.
4. PERÍODO POMBALINO (1760 – 1808)A educação jesuítica não convinha aos interesses comerciais emanados por Pombal, ou seja, se as escolas da Companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses da fé, Pombal pensou em organizar a escola para servir aos interesses do Estado.No momento da expulsão os jesuítas tinham 25 residências, 36 missões e 17 colégios e seminários, além de seminários menores e escolas de primeiras letras instaladas em todas as cidades onde havia casas da Companhia de Jesus. A educação brasileira, com isso, vivenciou uma grande ruptura histórica num processo já implantado e consolidado como modelo educacional.
5. PERÍODO POMBALINO (1760 – 1808)Através do alvará de 28 de junho de 1759 Pombal criava as aulas régias de Latim, Grego e Retórica além de criar o cargo de "Diretor de Estudos”.Cada aula régia era autônoma e isolada, com professor único e uma não se articulava com as outras.Os professores eram geralmente mal preparados, já que eram improvisados e nomeados por indicação de bispos e se tornavam "proprietários" vitalícios de suas aulas régiasPara a manutenção dos ensinos primário e médio instituiu- se o "subsídio literário” uma taxação sobre alguns produtos alimentícios, contudo esse imposto não era cobrado regulamente e os professores ficavam longos períodos sem receber.
6. PERÍODO JOANINO (1808-1821)O resultado da decisão de Pombal foi que, no princípio do século XIX (anos 1800...), a educação brasileira estava reduzida a praticamente nada. O sistema jesuítico foi desmantelado e nada que pudesse chegar próximo deles foi organizado para dar continuidade a um trabalho de educação. Esta situação somente sofreu uma mudança com a chegada da família real ao Brasil em 1808.Alem das adaptações administrativas necessárias, houve um incremento nas atividades culturais, antes proibidas. A colônia finalmente começava a romper com o pacto colonial,
7. PERÍODO JOANINO (1808-1821)1808- É fundado uma escola de educação, onde se ensinavam as línguas portuguesa e francesa, Retórica, Aritmética, Desenho e Pintura. É criada a Academia de Marinha, no Rio de Janeiro. São criados cursos de cirurgia no Rio de Janeiro e na Bahia. É criada uma cadeira de Ciência Econômica, na Bahia, da qual seria regente José da Silva Lisboa, o futuro Visconde de Cairu.1810- Desfazendo·se de seus próprios livros (60.000 volumes), trazidos de Portugal, D. João funda a nossa primeira biblioteca.
8. PERÍODO JOANINO (1808-1821)1812- São criados cursos de Agricultura na Bahia. É criada a escola de serralheiros, oficiais de lima e espingardeiros, em Minas Gerais. É criado o laboratório de química no Rio de Janeiro.1816- É criada a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios1817· É criado um curso de química na Bahia1818· Surge um curso de desenho com o objetivo de "beneficiar muitos ramos da indústria“. É criado o Museu Nacional no Rio de Janeiro.1820· A Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios muda para Real Academia de Pintura, Escultura e Arquitetura Civil e depois para Academia de Artes.
9. PERÍODO IMPERIAL (1822 – 1888)No primeiro reinado há dificuldade de sistematização da educação elementar. A sociedade era predominantemente agrária e não havia interesse das elites com a educação popular.Ensino era propedêutico, isto é voltado para aos interesses do ingresso nos cursos superiores.Em 1822 o Decreto de 1o de março criava no Rio de Janeiro uma escola baseada no método lancasteriano ou de ensino mútuo. Ou seja, somente um professor para cada escola.A Constituição, outorgada pela Assembléia Constituinte, dizia, no seu artigo 179, que a instrução primária era gratuita a todos os cidadãos.
10. PERÍODO IMPERIAL (1822 – 1888)Em 1826 um decreto criava as escolas primárias, Liceus, Ginásios e Academias.Em 1827 um projeto de lei propunha escolas para meninas, seleção para nomeação de professores e escolas primárias em todas as vilas do império.Em 1834 a educação primaria e secundária fica a cargo de cada província, se por um lado isso permitiu a criação de vários colégios por mostrava o caráter descentralizado da educação brasileira. Em1872 O Brasil contava com uma população de 10 milhões de habitantes e apenas 150.000 alunos matriculados em escolas primárias. O índice de analfabetismo era de 66,4%.
11. Referências: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação São Paulo: Editora Moderna Ltda. 1992HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb02.htmPILETTI, Nelson, História da Educação no Brasil. 6. ed. São Paulo: Ática, 1996.RIBEIRO, Maira Luiza S. História da Educação Brasileira: a organização escolar. 12. Ed. São Paulo: Cortez, 1992.
12. Montagem e Apresentação:Nila Michele Bastos Santos Historiadora, Psicopedagoga e Professora da Rede Municipal e Privada de São Luis –MaProfessora Da Faculdade Santa Fé.Email: nilamichele@yahoo.com.br
Escritores da Liberdade
Por Ana Lucia Santana
Em um país como os Estados Unidos, aparentemente a terra da liberdade, o que existe, na verdade, são territórios restritos, demarcados por cada etnia aí representada, compondo um caldeirão étnico-cultural em constante ebulição. Todas as tribos acalentam a ilusão de ter que lutar contra o outro; sempre há um inimigo à espreita, o alvo de perseguições do momento.
É neste cenário caótico que a Professora Erin Gruwell, filha de um antigo defensor dos direitos civis durante os distúrbios raciais sérios que abalaram a cidade de Los Angeles, na Califórnia, em 1992, se vê diante do desafio de educar um grupo de alunos aceito compulsoriamente na Escola Wilson, após a criação de uma lei de integração racial, aprovada pela Secretaria de Educação.
Nesta classe do primeiro ano colegial, brancos, negros, hispânicos e asiáticos são obrigados a conviver no mesmo espaço. Na própria sala de aula, a de número 203, eles criam pequenos guetos, com fronteiras bem estabelecidas. Recém-graduada, Erin, magnificamente interpretada por Hilary Swank, chega à escola repleta de sonhos e ideais românticos.
Previsivelmente, ela é recepcionada por uma realidade completamente diferente da que imagina; aí ela não encontra ativistas sociais, mas sim uma juventude completamente marginalizada; não se depara com professores e diretores liberais e dispostos a acolher a nata da alteridade; ao invés disso, tem diante de si um universo preconceituoso e resistente.
A própria disciplina que lhe cabe lecionar, a língua e a literatura inglesa, parece deslocada diante deste contexto. Como impor a esta esfera multiracial, composta por grupos aparentemente tão diversificados e distintos, uma linguagem considerada estrangeira por eles e, mais que isto, um instrumento de manipulação política?
Em seu primeiro dia de aula Erin já se depara com uma antevisão do universo violento e caótico que a aguarda. A escola, que já havia sido um centro de excelência e agora testemunha a perda de seus ‘melhores alunos’, depois do ingresso de alunos que, para os demais professores e profissionais do Instituto Wilson representam a escória da sociedade, se transformou em cenário de constantes combates de gangues.
Diante desta realidade nada romântica, Erin questiona sua vocação e o papel do educador, principalmente quando seu pai reage negativamente ao seu projeto de lecionar para estes garotos. Mas, a partir do momento em que uma caricatura desenhada por um dos alunos, com o objetivo de humilhar um dos estudantes negros, vai parar em suas mãos, ela inicia uma nova trajetória de descobertas e revelações.
Deste momento em diante, a jovem mestra passa a encontrar caminhos alternativos para sensibilizar seus alunos, através de um inusitado paralelo entre o contexto racial atual nos Estados Unidos e o Holocausto, praticado durante a Segunda Guerra Mundial contra judeus, negros e outras raças consideradas inferiores pelos nazistas.
Através desta repentina analogia, Erin começa a transmitir a estes jovens noções fundamentais sobre tolerância, respeito, aceitação das diferenças e convivência pacífica. Ela desenvolve, então, um método que parte da realidade de cada aluno, expressa por meio da escrita e da leitura.
Esta surpreendente história, transposta para o cinema pelo diretor Richard Lagravenese, se baseia em fatos reais, retratados no livro Diário dos Escritores da Liberdade, publicado em 1999, a partir dos diários desenvolvidos pelos jovens, estimulados por Erin a representar nestes cadernos suas trajetórias existenciais. Aos poucos, estes textos despertam nos estudantes uma visão diferente do outro, até então visto apenas como o inimigo. Eles percebem que, entre eles, há mais coisas em comum do que poderiam imaginar.
Fontes:
Escritores da Liberdade. Direção: Richard Lagravenese. EUA, 2007, 123 min
A chegada dos portugueses às terras brasileiras
Planejamento para disciplina de História – 4º Ano do Ensino Fundamental I.
EnvieImprimaPDFRSSCompartilheShare on twitterTwitter04/04/2010
Disciplina: História
Conteúdo: Os portugueses
Ano de ensino: 4º ano
Tema: A chegada dos portugueses às terras brasileiras.
Objetivo:
Compreender e analisar como foi a chegada dos portugueses ao Brasil.
Material:
Caderno, lápis e borracha.
Conhecimento prévio:
Conhecimentos sobre o Descobrimento do Brasil.
Atividade motivacional:
Incitar e questionar: Que pessoas vieram para o nosso território? Por que os portugueses vieram para estas terras? O que eles procuravam? Como vieram até aqui?
Use o mapa-múndi para ilustrar o caminho marítimo percorrido pelos portugueses para chegar às terras do Brasil. Aproveitar o momento para mostrar imagens, retiradas da internet.
Encaminhamento metodológico:
Pedir aos alunos que realizem uma leitura silenciosa do texto que segue, retirado da internet. Sugestão:
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DESCOBRIMENTO DO BRASIL
História do Brasil Colônia, a história do descobrimento do Brasil, os primeiros contatos
entre portugueses e índios, o escambo, a exploração do pau-brasil
Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. À primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou à América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este Tratado, Portugal ficou com as terras recém-descobertas que estavam a leste da linha imaginária (200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava esse lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.
Disponível em: http://www.historiadobrasil.net/descobrimento/
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Avaliação:
Entregar folhas sulfite coloridas e organizar a turma em equipes de três ou quatro alunos. A turma deverá criar uma história em quadrinhos, narrando como foi a chegada das caravelas portuguesas nas terras do Brasil. As criações podem ser expostas num cartaz, na escola, ou até mesmo em forma de teatro, em que a equipe conta, por meio da dramatização, a sua história em quadrinhos.
Criado por Ana Paula Lohn e Fernanda França. Janeiro/2010
PALAVRAS-CHAVE:
plano de aulaplanejamentoprofessoratividadehistóriaensino fundamental I4º anoa chegada dos portugueses às terras brasileiras
SUBSTANTIVOS: COMPREENSÃO, IDENTIFICAÇÃO E USO
Objetivos: Construir um conceito para substantivos, saber suas classificações, identificá-los em textos e aplicá-los conscientemente em suas produções textuais.
Conteúdo: Substantivos.
Metodologia/ estratégias:
1ª aula: Entregue aos alunos uma pequena folha que conterá um item a partir do qual o aluno deverá criar 6 palavras. Os itens devem ser os que seguem abaixo, de forma que cada item fique com um aluno e itens repetidos fiquem com alunos que sentem distantes.
1- Nomes de atores preferidos
2- Nomes de lugares que conheço
3- Nomes de animais
4- Nomes dos sentimentos que me fazem chorar
5- Nomes de emoções que gosto de sentir
6- Nomes de ações que gosto de praticar
7- Nomes de profissões
8- Nomes de palavras que posso formar a partir da palavra “flor” (ex. floreira)
9- Nomes de palavras formadas por duas outras palavras (ex.: guarda-chuva)
10- Nomes de frutas favoritas
11- Nomes de esportes que pratico
12- Nomes de objetos que tenho em casa
Repare que cada um deles vai gerar listas de substantivos de diferentes classificações.
Dê cerca de 10 a 15 minutos para que os alunos completem suas listas recebidas. O professor deverá preencher os itens no quadro, deixando espaço para preencher as palavras. Os alunos deverão explanar seis resultados, enquanto o professor coloca no quadro, buscando orientar para que todas as palavras sejam substantivos. Assim, se por exemplo em "Nome de ações que gosto de praticar" os aluno disser "dançar", deve ser indicado que o NOME da ação é "dança". Após o preenchmento, o professor deve conduzir sua aula de modo que os alunos percebam que por mais diferentes que possam parecer aquelas palavras elas têm algo em comum: servem para dar nomes às coisas. Chegando a essa conclusão, o professor explica que se tratam de substantivos e registra um conceito, preferencialmente, aproveitando as contribuições dos alunos. Para completar, deve-se salientar e registrar os diferentes tipos de substantivos, utilizando-se os exemplos levantados pelos alunos.
2ª aula: Leitura do texto “Circuito Fechado”. Em seguida o professor deverá fazer perguntas para serem respondidas oralmente, como as abaixo:
- Este texto possui algum substantivo? (R.: Sim, todas as palavras são substantivos)
praticamente
- Alguém poderá dar algum exemplo de substantivo retirado do texto? (Qualquer exemplo do texto estará correto, exceto conetivos e preposições)
- Leia um trecho e pergunte: será que esse texto é formado por substantivos em quase sua totalidade?
- Isso é possível? Conseguimos nos comunicar só com substantivos? (Se a resposta for sim, faça com que argumentem essa ideia; se a resposta for não, pergunte se eles não entenderam nada do texto, leia um trecho e explique, se necessário)
A partir daí o texto deve ser esmiuçado através da leitura e da demonstração de como, se seguirmos uma linha de raciocínio, podemos compreender o seu sentido.
Circuito Fechado
Ricardo Ramos
Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, telefone, agenda, copo com lápis, caneta, blocos de notas, espátula, pastas, caixa de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo. xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.
Leia, após distribuir material impresso a poesia abaixo:
A Pesca
Affonso Ramos de Sant'Anna
o anil
o anzol
o azul
o silêncio
o tempo
o peixe
a agulha
vertical
mergulha
a água
a linha
a espuma
o tempo
a âncora
o peixe
a boca
o arranco
o rasgão
aberta a água
aberta a chaga
aberto o anzol
aquelíneo
ágilclaro
estabanado
o peixe
a areia
o sol
Os alunos devem fazer a leitura do poema, buscando compreender seu sentido como no texto anterior com a ajuda do professor. É interessante que aqui o professor ressalte que o sbstantivo normalmente é acompanhado por um artigo.
Por fim, desafie-os a construir seu próprio texto formado por substantivos, podendo ser em forma de poema como o texto anterior.
Recursos: Listas de itens, quadro, caderno, lápis, textos impressos.
Avaliação: O professor deverá avaliar se os alunos consegam construir um conceito para substantivo, identificá-los no texto e contruir um texto que apresente o substantivo como classe gramatical predominante.
Texto e Hipertexto
Muitos autores estabelecem diferenças para definir texto e hipertexto. Alguns utilizam o critério da linearidade, para os quais o texto é linear e é lido de forma sequencial, sendo o hipertexto não sequencial. Mas para outros autores, a diferença se dá através do meio (papel ou digital) que suporta esses textos.
Quando navegamos pela internet, percebemos que os textos apresentam links que, ao serem clicados, acabam nos direcionando para outros textos, de forma a complementar aquela informação inicial e nos apresentar um novo ponto de vista. Esta é a definição para hipertexto.
De acordo com Silva (2002), hipertexto é uma teia de conexões (links) de um texto com inúmeros textos. Assim, forma-se uma grande rede, em que as conexões se interligam, levando-nos de um texto a outro, de forma não-linear.
Lévy (1993) também afirma que hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões, sendo que esses nós podem ser palavras, páginas, imagens e outros documentos. Essa nova forma de organizar, criar e interagir e compartilhar o texto, muda toda a relação que o leitor tem com a informação "permitindo que ele passe de espectador passivo para a condição de sujeito operativo, participativo" (Silva, 2002).
Em relação ao texto impresso, dizem alguns autores, como ele contém elementos sequenciais, que devem ser lidos um após o outro, logo o texto é linear. Mas nem sempre um texto é linear.
Quando produz um texto, o autor cria uma parceria com o leitor, ou seja, permite que o leitor dialogue com esse texto, interfira e faça suas próprias conclusões, pois o leitor carrega consigo suas próprias experiências de vida, sua "leitura de mundo", como diz Paulo Freire. Então um texto impresso pode ser hipertextual, pois pode levar a leitura por vários caminhos, pois está mais aberto a interpretações do leitor.
Há quem diga que a Bíblia, as enciclopédias, mapas, atlas e jornais são exemplos de leituras não-lineares, em que o leitor pode escolher por onde começar sua leitura, pois possui à sua disposição legendas, gráficos, sumário e índice, que o ajudarão a escolher caminho de sua leitura.
A utilização do hipertexto possui, segundo alguns autores, aspectos positivos e negativos a serem considerados:
* Aspectos positivos
- A sua não-linearidade, ou seja, o indivíduo não precisa ler o texto em sequência, como na maioria dos livros. Isto permite maior interatividade com o texto que se está lendo;
- possui estrutura flexível e permite a navegação para diferentes textos;
- O hipertexto permite uma abordagem interdisciplinar, abolindo as fronteiras que separam as áreas do conhecimento;
- Outro aspecto a ser considerado no uso do hipertexto, é a sua eficiência no planejamento e desenvolvimento nos cursos de Educação a Distância – EaD;
- Por fim, o hipertexto permite que o leitor escolha que rumo tomar em sua navegação pela leitura; por onde começar e por onde seguir.
* Aspectos negativos
- A não-linearidade exige cuidado para que o indivíduo não perca o foco de sua pesquisa. A pessoa pode se perder no meio de tanta informação e não saber que rumo tomar (dispersão do texto), tornando sua leitura improdutiva;
Fontes:
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: 34, 1993.
SILVA, Marco. Sala de aula interativa. 3 ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2002.
Hoje eu acordei e olhei para o céu.
O dia estava diferente, o céu estava iluminado como se houvesse uma grande festa.
E então um anjo sussurrou em meu ouvido ...era a comemoração da sua vida.
Todos celebravam lembrando suas superações, conquistas e vitorias, se orgulhavam pelo ser humano que você se tornou.
Em meio a esta energia contagiante, em silencio eu fiz uma oração, agradecendo a Deus por você fazer parte de minha existência e pedindo que você seja muito feliz, que seu caminho seja repleto de pessoas dignas de sua amizade, companheirismo e de seu amor.
Parabens!
O tempo passou e você não ficou.
Pode ser que volte todo o amor...
Pode ser que eu use um transferidor.
A vida se resume às memórias... daquilo que se quer esquecer e do que não se quer lembrar.
anônimohttp://jesuscristocelestial.no.comunidades.net/index.php?pagina=1639198238
sdNamoro Precoce
Eles investem toda a força no relacionamento, o que muitas vezes prejudica suas demais áreas da vida como: rendimento escolar, trabalho, relacionamento com outras pessoas e principalmente prejudica o relacionamento com Deus, a comunhão com o Espírito Santo e a identificação com as Escrituras, pois este tipo de jovem não tem tempo, nem coração pronto para isso.
não precisa me perdoar , basta me compreender...
xcxestÁ ACABANDO O AMOR
VOCÊ AINDA NÃO VEIO
Eu não vou querer mais ninguém,mas não me deixe só tenho medo do escuro , tenho medo do inseguro. Fique mais,
É Que eu gostei DE VC sei que me faz bem.nÃO ME DEIXE SÓ
Bastaria as pessoas serem mais sinceras, honestas e humildes, que veríamos comportamentos maravilhosamente diversificados, personalidades espontaneamente interessantes, equívocos rapidamente resolvidos, decisões amplamente mais libertas, preconceitos instantanemente eliminados e atitudes surpeendentemente menos egoístas.
NeoqJavSe alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângelo pintava, como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia.
Martin Luther King