Coleção pessoal de vandeka

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http://jesuscristocelestial.no.comunidades.net/index.php?pagina=1639198238

sd

Namoro Precoce

Eles investem toda a força no relacionamento, o que muitas vezes prejudica suas demais áreas da vida como: rendimento escolar, trabalho, relacionamento com outras pessoas e principalmente prejudica o relacionamento com Deus, a comunhão com o Espírito Santo e a identificação com as Escrituras, pois este tipo de jovem não tem tempo, nem coração pronto para isso.

yujyt

não precisa me perdoar , basta me compreender...

xcx

estÁ ACABANDO O AMOR
VOCÊ AINDA NÃO VEIO

SCDS

Eu não vou querer mais ninguém,mas não me deixe só tenho medo do escuro , tenho medo do inseguro. Fique mais,
É Que eu gostei DE VC sei que me faz bem.nÃO ME DEIXE SÓ

XSS

Bastaria as pessoas serem mais sinceras, honestas e humildes, que veríamos comportamentos maravilhosamente diversificados, personalidades espontaneamente interessantes, equívocos rapidamente resolvidos, decisões amplamente mais libertas, preconceitos instantanemente eliminados e atitudes surpeendentemente menos egoístas.

NeoqJav

Se alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângelo pintava, como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia.

Martin Luther King

sabe eu ainda não tenho muita certeza do que eu vou falar entenda por favor! Mas o foi o garoto que eu escolhí pra namorar com minha filha e ajudou bastante o fato dele gostar dela , então fiz de tudo pra que ela tbém gostasse dele , mas acho que ñ deu certo , sinto que ela ñ gosta dele como namorado e não esta sabendo deixar isso claro. fiquei sabendo pela amiga dela que ela ñ gosta dele e agora ? Puxa o esperou tanto néh mas a culpa nem é dela o que é o pior . e aproveitando acho que a confusão sua com o foi ciumes néh ela com vc , sei não desde o dia do sitio tenho visto falar muito no seu nome e eu ja havia te falado isso segredo só qro te dizer que o tem as razoes dele néh o que eu tõ falando de dela e vc tbém é apenas achassismo rsrs coisa de mãe mas vc tbém é bem vindo ó precisa se b néh

ffrfrf

http://cabelosbyvivi.fashionblog.com.br/90473/Escova-Hidratante-cauterizacao-caseira/

cvc v

Filho meu querido.
Tão lindo, tão preguiçoso.
Estudioso, namorador.
Fiel, apaixonado,
tão paquerado.
Meu tão exagerado,
bem honesto.
Um pouco revoltado,
meu doce ciumento filho
querido.
Eu tudo de novo faria.
Agradeço a Deus, todos os dias.
Meu nenê da mamãe,
homem forte, formado,
sarado, amado, abençoado.

vfdvf

"E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado."

Tati Bernardi

A dieta dos pontos, é famosa por oferecer um método , em que se emagrece comendo de tudo!

No lugar de calorias, nesta dieta, você soma pontos (cada ponto vale 3,6 calorias).
Para emagrecer até 4 quilos em um mês, você tem direito a consumir 320 pontos (ou quase 1200 calorias) por dia.

Algumas dicas para facilitar :

• Anote tudo o que comer durante o dia, assim você saberá o quanto poderá comer no jantar.

• Desconte 15 pontos do tempero usado no preparo da comida.

• Multiplique os pontos de frituras e empanados, por 3 ou 4 .

• Alimente - se de saladas antes do almoço e jantar.


• Coma a cada três horas, isso ajuda a manter o metabolismo mais ativo, queimando as calorias até a próxima refeição.


• Mastigue várias vezes cada colher de alimento.

• Evite muito líquido na refeição.


• Faça exercícios, yoga, caminhada,ou vá a pé para o trabalho, buscar as crianças na escola, subir escadas ... são exercícios eficazes se praticados sem desânimo, no dia a dia.

Acompanhe a tabela abaixo:

Siga a tabela de calorias:
VERDURAS E LEGUMES


ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Abóbora 2 col. (sopa) 10 pontos
Abobrinha 2 col. (sopa) 10 pontos
Alcachofra 2 col. (sopa) 10 pontos
Berinjela 2 col. (sopa) 10 pontos
Beterraba 2 col. (sopa) 10 pontos
Brócolis 3 buquês médios 10 pontos
Broto de feijão 2 col. (sopa) 10 pontos
Cenoura 2 col. (sopa) 10 pontos
Chuchu 2 col. (sopa) 10 pontos
Couve-flor 3 buquês médios 10 pontos
Ervilha-torta 2 col. (sopa) 10 pontos
Palmito 1 unidade 6 pontos
Quiabo 2 col. (sopa) 10 pontos
Shimeji 2 col. (sopa) 10 pontos
Shitake 2 col. (sopa) 10 pontos
Vagem 1 col. (sopa) 5 pontos


CARNES, AVES E FRIOS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Alcatra, contrafilé, patinho 1 bife (100 g) 56 pontos
* Almôndega de carne 1 unidade (25 g) 23 pontos
* Almôndega de frango (ou peru) 1 unidade (25 g) 30 pontos
Blanquet de peru 1 fatia fina 5 pontos
Carne moída 3 col. (sopa) 45 pontos
Carne-seca 1 col. (sopa) 23 pontos
Carpaccio com molho e parmesão 1 prato (raso) 120 pontos
Estrogonofe de carne 3 col. (sopa) 45 pontos
Filé de frango 1 unidade (100 g) 45 pontos
Filé mignon 4 fatias finas 56 pontos
Frango (coxa e sobrecoxa sem pele) 2 pedaços (100 g) 45 pontos
Frango empanado 2 col. (sopa) 38 pontos
Frango à passarinho 2 col. (sopa) 21 pontos
Frango xadrez 2 col. (sopa) 24 pontos
* Hambúrguer de carne bovina 1 unidade pequena 30 pontos
* Hambúrguer de frango (ou peru) 1 unidade pequena 30 pontos
Lingüiça 1 unidade média 45 pontos
Lombo 2 fatias finas 45 pontos
Maminha 3 fatias finas 30 pontos
Mortadela 1 fatia fina 15 pontos
* Nuggets de frango (assado) 2 unidades (50 g) 30 pontos
Peru (parte branca) 3 fatias (90 g) 45 pontos
Peito de peru defumado 1 fatia fina 10 pontos
Picanha 5 fatias finas 100 pontos
Presunto cru 1 fatia fina 10 pontos
Presunto magro 1 fatia fina 10 pontos
Quibe assado 1 pedaço (60g) 50 pontos
Quibe cru 2 col. (sopa) 50 pontos
Quibe frito 1 unidade 90 pontos
Rosbife 1 fatia fina 5 pontos
Salame 1 fatia fina 5 pontos
Salsicha de frango (ou peru) 2 unidades 30 pontos
Salsicha suína 1 unidade 30 pontos
Salsichão 1 fatia fina 5 pontos
Tender 1 porção (100 g) 45 pontos


PEIXES E FRUTOS DO MAR ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Anchova 1 filé médio (150 g) 45 pontos
Atum em óleo drenado 3 col. (sopa) 40 pontos
Atum light 2 col. (sopa) 20 pontos
Bacalhau 1 porção (100 g) 40 pontos
Badejo 1 filé médio (150 g) 30 pontos
Cação 1 posta pequena (100 g) 40 pontos
Camarão 1 pires (chá) 40 pontos
Camarão com catupiry 3 col. (sopa) 60 pontos
Haddock 1 filé pequeno (100 g) 40 pontos
Kani kama 1 unidade 4 pontos
Lula / marisco 1 pires (chá) 40 pontos
Merluza 1 filé pequeno (100 g) 40 pontos
Namorado 1 filé médio (150 g) 40 pontos
Ostras 5 unidades 20 pontos
Pescada branca 1 filé médio (150 g) 30 pontos
Salmão defumado 2 fatias pequenas 25 pontos
Sardinha em óleo 1 unidade 20 pontos
Sardinha fresca 3 unidades 40 pontos
Sashimi 10 fatias 20 pontos
Sushi 1 unidade 15 pontos
Temaki sem maionese 1 unidade 40 pontos
Truta 1 unidade média (150 g) 60 pontos


GRÃOS, CEREAIS E RAÍZES ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Arroz à grega 1 col. (sopa) 10 pontos
Arroz branco 1 col. (sopa) 10 pontos
Arroz integral 1 col. (sopa) 10 pontos
Aveia 1 col. (sopa) 20 pontos
Batata cozida 1 unidade pequena 20 pontos
Batata-doce 1 unidade pequena 40 pontos
Batata frita 10 palitos 80 pontos
Batata palha industrializada 1 col. (sopa) 20 pontos
Cereal matinal light 3 col. (sopa) 30 pontos
Corn flakes (cereal sem açúcar) 2 col. (sopa) 10 pontos
Ervilha 4 col. (sopa) 20 pontos
Feijão 1 concha média (150 g) 27 pontos
Gergelim 1 col. (sobremesa) 10 pontos
Germe de trigo 1 col. (sopa) 20 pontos
Granola 1 col. (sopa) 20 pontos
Grão-de-bico 1 col. (sopa) 10 pontos
Lentilha 1 col. (sopa) 5 pontos
Linhaça 1 col. (sobremesa) 20 pontos
Mandioca cozida 1 pedaço pequeno 20 pontos
Mandioca frita 1 pedaço pequeno 60 pontos
Mandioquinha 1 unidade pequena 20 pontos
Milho 1 col. (sopa) 7 pontos
Purê de batata 1 col. (sopa) 20 pontos
Risoto 1 col. (sopa) 20 pontos
Salada de batata com maionese 1 col. (sopa) 20 pontos
Soja 1 col. (sopa) 10 pontos
Suflê de batata 1 col. (sopa) 20 pontos


MASSAS, PIZZAS, TORTAS E SANDUÍCHES ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Americano 1 unidade 165 pontos
Bauru 1 unidade 110 pontos
Beirute sem maionese 1 unidade 150 pontos
Big Mac 1 unidade 164 pontos
Cachorro-quente 1 unidade 92 pontos
Capelete / ravióli 1 xíc. (chá) 50 pontos
* Cheeseburger 1 unidade 120 pontos
* Cheese salada 1 unidade 160 pontos
Esfiha 1 unidade 60 pontos
Espaguete / fusili / rigattoni 1 xíc. (chá) 30 pontos
Lasanha à bolonhesa 1 pedaço (190 g) 175 pontos
Macarrão instantâneo 1 pacote 100 pontos
Mc Fish 1 unidade 125 pontos
Misto-quente 1 unidade 100 pontos
Nhoque 3 col. (sopa) 40 pontos
Panqueca sem molho 1 unidade 60 pontos
Pastel de queijo 1 unidade grande 100 pontos
Pizza de atum / escarola 1 fatia média 74 pontos
Pizza de calabresa / portuguesa 1 fatia média 100 pontos
Pizza de frango com catupiry 1 fatia média 90 pontos
Pizza de mussarela 1 fatia média 81 pontos
Pizza quatro queijos 1 fatia média 120 pontos
Queijo-quente 1 unidade 100 pontos
* Quiche industrializado 1 unidade pequena 80 pontos
Rondelli 1 unidade 40 pontos
* Torta de frango industrializada 1 pedaço médio (100 g) 78 pontos
* Torta de palmito industrializada 1 pedaço médio (100 g) 73 pontos
Yakissoba 1 xíc. (chá) 60 pontos


FRUTAS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Abacate 3 col. (sopa) 30 pontos
Abacaxi 1 fatia fina 10 pontos
Ameixa seca 5 unidades 15 pontos
Banana-nanica 1 unidade 30 pontos
Banana-prata 1 unidade 20 pontos
Banana seca 1 unidade 10 pontos
Caqui 1 unidade 30 pontos
Damasco seco 5 unidades 15 pontos
Figo 1 unidade 10 pontos
Goiaba 1 unidade 15 pontos
Jabuticaba 1 pires (chá) 10 pontos
Kiwi 1 unidade 10 pontos
Laranja 1 unidade 10 pontos
Maçã 1 unidade 15 pontos
Melancia 1 fatia 15 pontos
Melão/ mamão/ manga 1 fatia 10 pontos
Maracujá 1 unidade 10 pontos
Morango 10 unidades 20 pontos
Pêra 1 unidade 20 pontos
Pêssego 1 unidade 10 pontos
Salada de frutas 1 taça média 30 pontos
Tangerina (mexerica) 1 unidade 15 pontos
Uva 12 unidades 10 pontos
Uva passa 1 col. (sopa) 10 pontos


GORDURAS E CASTANHAS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Amêndoa 5 unidades 10 pontos
Amendoim 1 col. (sopa) 11 pontos
Azeite 1 col. (sopa) 20 pontos
Azeitona 10 unidades 20 pontos
Bacon 1 fatia fina 20 pontos
Castanha de caju picada 1 col. (sopa) 35 pontos
Castanha-do-pará 1 unidade 10 pontos
Chantilly 1 col. (sopa) 20 pontos
Creme de leite 1 col. (sopa) 17 pontos
Creme de leite light 1 col. (sopa) 12 pontos
* Maionese light 1 col. (sopa) 25 pontos
Manteiga 1 col. (chá) 20 pontos
* Margarina 1 col. (chá) 20 pontos
* Margarina light 1 col. (chá) 15 pontos
Noz 1 unidade 10 pontos
Óleo vegetal 1 col. (sopa) 20 pontos


PÃES E BISCOITOS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
* Biscoito com gergelim 1 unidade 12 pontos
* Biscoito cream craker 1 unidade 8 pontos
* Biscoito ao leite / aveia e mel 1 unidade 8 pontos
Biscoito de polvilho 1 pacote (50 g) 60 pontos
** Biscoito recheado 1 unidade 18 pontos
* Bisnaguinha 1 unidade 20 pontos
Brioche 1 unidade 50 pontos
* Cookie 1 unidade pequena 15 pontos
** Croissant 1 unidade 40 pontos
Club Social Integral 1 pacotinho 35 pontos
** Panetone 1 pedaço (80 g) 80 pontos
Pão de batata sem recheio 1 unidade 40 pontos
Pão de centeio 1 fatia 20 pontos
Pão de glúten 1 fatia 20 pontos
Pão de hambúrguer 1 unidade 40 pontos
Pão de hot dog 1 unidade 40 pontos
Pão de queijo 1 unidade média 40 pontos
Pão doce 1 unidade (50g) 50 pontos
Pão francês 1 unidade 40 pontos
Pão integral 1 fatia 20 pontos
Pão integral light 1 fatia 15 pontos
Pão italiano 1 fatia 40 pontos
Pão sírio 1 unidade grande 40 pontos
Pão sírio com gergelim 1 unidade mini 20 pontos
Pão sueco 1 fatia 20 pontos
Torrada 1 unidade 10 pontos


LEITE, IOGURTE, QUEIJO E OVO ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Brie / camembert 1 fatia fina 25 pontos
Cottage 2 col. (sopa) 10 pontos
Cream cheese light 1 col. (sopa) 14 pontos
Fondue de queijo 1 col. (sopa) 25 pontos
Gorgonzola / gruyére 1 fatia fina 20 pontos
Iogurte com mel 1 pote (200 ml) 60 pontos
Iogurte diet/light 1 pote (200 ml) 14 pontos
Iogurte natural desnatado 1 pote (200 ml) 25 pontos
Iogurte natural integral 1 pote (200 ml) 40 pontos
Leite desnatado 1 copo (200 ml) 20 pontos
Leite de soja 1 copo (200 ml) 40 pontos
Leite integral 1 copo (200 ml) 35 pontos
Leite fermentado (tipo Yakult) 1 unidade 15 pontos
Mussarela 1 fatia fina 20 pontos
Mussarela de búfala 1 unidade média 40 pontos
Ovo 1 unidade (45 g) 20 pontos
Polenguinho 1 unidade 20 pontos
Queijo branco light 1 fatia grossa 15 pontos
Queijo cremoso 1 col. (sopa) 20 pontos
Queijo-de-minas 1 fatia fina 25 pontos
Queijo parmesão ralado 2 col. (chá) 10 pontos
Queijo prato 1 fatia fina 20 pontos
Queijo provolone 1 fatia fina 25 pontos
* Requeijão 1 col. (sopa) 20 pontos
Ricota 1 fatia grande 25 pontos
Tofu (queijo de soja) 1 fatia grande 25 pontos


BEBIDAS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
* Achocolatado pronto 1 unidade (200 ml) 55 pontos
Água-de-coco 1 copo (200 ml) 10 pontos
Batida com leite condensado 1 copo (150 ml) 75 pontos
Bebida energética 1 lata (330 ml) 34 pontos
Café com leite desnatado 1 xíc. (120 ml) 12 pontos
Caipirinha de limão com açúcar 1 copo (200 ml) 49 pontos
Caipirinha de limão com adoçante 1 copo (200 ml) 35 pontos
Caldo-de-cana 1 copo (200 ml) 30 pontos
Capuccino 1 xíc. (120 ml) 20 pontos
Cerveja 1 lata (350 ml) 40 pontos
Chá pronto industrailizado 1 unidade (200 ml) 20 pontos
Champanhe 1 taça (120 ml) 30 pontos
Chope 1 tulipa (300 ml) 35 pontos
Isotônico 1 garrafinha (500 ml) 35 pontos
* Milk shake 1 copo (330 ml) 180 pontos
Refrigerante 1 copo (200 ml) 23 pontos
Saquê 1/2 copo (100 ml) 40 pontos
Smirnoff Ice 1 garrafinha 50 pontos
Suco de fruta industrializado 1 copo (200 ml) 35 pontos
Suco de fruta industrializado light 1 copo (200 ml) 35 pontos
Suco de laranja sem açúcar 1 copo (200 ml) 30 pontos
Suco de soja com fruta light 1 copo (200 ml) 15 pontos
Vinho tinto (ou branco) 1 taça (120 ml) 30 pontos
Vodca 1 dose (40 ml) 30 pontos


DOCES E SORVETES ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Açaí com granola 1 pote médio (200 g) 140 pontos
Achocolatado em pó 1 col. (sobremesa) 15 pontos
Açúcar 1 col. (sopa) 17 pontos
Açúcar light 1 col. (chá) 3 pontos
Açúcar mascavo 1 col. (sopa) 15 pontos
Arroz doce 1 col. (sopa) 10 pontos
Bala comum 1 unidade 6 pontos
Bala diet 1 unidade 2 pontos
Bananinha com açúcar 1 unidade 30 pontos
Bem casado 1 unidade média 40 pontos
Bis 1 unidade 11 pontos
Bolo com recheio e cobertura
100 pontos
* Bomba de chocolate 1 unidade 45 pontos
Bombom 1 unidade (30g) 50 pontos
Brigadeiro 1 unidade pequena 14 pontos
* Brownie 1 unidade pequena 70 pontos
Cheesecake romeu e julieta light 1 fátia média (100 g) 90 pontos
Chocolate ao leite 1 barra pequena (100 g) 170 pontos
Coberturas doces industrializadas 1 col. (sopa) 20 pontos
Cocada 1 unidade pequena (100g) 100 pontos
Creme de papaia 1 xíc. (chá) 80 pontos
Creme de chocolate e avelã (tipo Nutella) 1 col. (sopa) 40 pontos
Doce de leite 1 col. (sopa) 20 pontos
Doce de leite diet 1 col. (sopa) 10 pontos
Frozen yogurt 1 taça média (120 g) 57 pontos
Frozen yogurt diet 1 taça média (120 g) 28 pontos
Gelatina 1 col. (sopa) 7 pontos
Geléia 1 col. (sopa) 14 pontos
Geléia diet 1 col. (sopa) 7 pontos
Goiabada 1 fatia fina 20 pontos
Mel 1 col. (sopa) 13 pontos
Merengue 1 taça pequena (100 g) 60 pontos
Mousse de chocolate 1 col. (sopa) 20 pontos
Paçoca 1 unidade (30g) 35 pontos
Pavê 1 col. (sopa) 20 pontos
Pão de mel 1 unidade pequena (20g) 30 pontos
Petit gateau industrializado 1 unidade pequena 55 pontos
Picolé (com leite) 1 unidade 55 pontos
Picolé (sem leite) 1 unidade 19 pontos
Sagu 1 col. (sopa) 10 pontos
Suspiro 1 unidade média 11 pontos
Sonho 1 unidade 140 pontos
** Sorvete de massa 1 bola 55 pontos
** Sorvete de massa diet/light 3 col. (sopa) 15 pontos


SOPAS E CREMES ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Caldo verde 1 concha média 21 pontos
Canja 1 concha média 30 pontos
Creme de cebola 1 concha média 50 pontos
Creme de espinafre 1 concha média 46 pontos
Creme de legumes batidos 2 conchas médias 50 pontos
Sopa de ervilha 1 concha média 50 pontos
Sopa de feijão com macarrão 1 concha média 50 pontos
Sopa de vegetais em pedaço 2 conchas médias 24 pontos
Missoshiro 1 concha média 17 pontos


MOLHOS E PATÊS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Babaganuche 1 col. (sopa) 10 pontos
Coalhada fresca 1 copo (200 ml) 40 pontos
Coalhada seca 1 col. (sopa) 15 pontos
Homus 1 col. (sopa) 15 pontos
Ketchup 1 col. (sopa) 6 pontos
Maionese 1 col. (sopa) 35 pontos
Maionese light 1 col. (sopa) 18 pontos
Molho à bolonhesa 1 col. (sopa) 12 pontos
Molho branco 1 col. (sopa) 20 pontos
Molho inglês 1 col. (sopa) 2 pontos
Molho rosê 1 col. (sopa) 26 pontos
Molho tártaro 1 col. (sopa) 30 pontos
Molho de iogurte 1 col. (sopa) 8 pontos
Mostarda 1 col. (sopa) 5 pontos


SALGADINHOS ALIMENTO QUANTIDADE PONTOS
Barra de cereais light 1 unidade 25 pontos
Batata chips 1 porção (80 g) 118 pontos
Batata palha 1 col. (sopa) 20 pontos
Biscoito de polvilho 1 pacote (50g) 60 pontos
Ovinho de amendoim 1 pacote (200g) 250 pontos
Pipoca de microondas 1 saco médio (50g) 55 pontos
Salgadinho assado 1 unidade pequena 20 pontos
Salgadinho frito 1 unidade pequena 30 pontos
Salgadinho empanado 1 unidade pequena 40 pontos
Salgadinho de pacote 1 pacote médio 140 pontos

Postado por Mari às 19:05 1 comentários
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Textos e poemas
Texto 1
"Meu amor,

se eu tivesse que explicar por que é que te amo, todos os cadernos do mundo não teriam páginas suficientes para o tanto que eu teria para dizer, pois tu és tudo pra mim. És a razão da minha paz e da minha felicidade.
O amor é um substantivo abstracto, mas o sentimento que despertas em mim é algo tão real que às vezes tenho a impressão de que toda a beleza do mundo se materializa no meu coração. Fazes com que eu veja tudo de uma maneira mais colorida e optimista, trazes-me o estímulo necessário para enfrentar a vida com alegria e paixão, dás-me a paz e a tranquilidade necessárias para que eu nunca me preocupe diante de qualquer dificuldade.
Gosto de tudo em ti: da tua pele, da tua voz e dos teus cabelos. Gosto dos teus olhos luminosos, dos teus modos gentis mas decididos; desta tua especial intuição, que te leva sempre a fazer exactamente aquilo que eu espero e desejo.
Sabes agradar-me sem fazer esforço, sabes fazer-me feliz sem exigir nada em troca, embora eu me reconheça capaz de fazer tudo por ti.
Se "amor" é um substantivo abstractivo, Amar é um verbo intransitivo e, por isso, eu amo-te porque te amo. É isso!"

Texto 2

"Quando eu mais precisei de alguém, você surgiu. Não nos conhecíamos, não sabíamos da existência um do outro e mesmo assim, quando nossos olhos se cruzaram, nossos corações foram invadidos pela afinidade, pela atração, pela física, pelo carinho, senti que naquele momento minha busca pela felicidade havia terminado, enfim te encontrei.

Hoje me vejo vivendo um momento realmente especial, descobrindo que amar vale a pena, e que a vida pode ser verdadeiramente feliz. Quero viver este sentimento bonito, e ter a certeza que fomos feitos um para o outro, porque de tudo que descobri ao seu lado, o que me deixa mais feliz e completa, é o fato de poder compartilhar com você parte do que sou e tudo que sinto. Estamos procurando juntos um caminho para e seguir e podermos acreditar que tudo será maravilhoso. Qualquer que seja a situação, em todos os momentos, estarei ao seu lado."


Texto 3
"Dizem que para o amor chegar não há dia…
Não há hora…
E nem momento marcado para acontecer.
Ele vem de repente e se instala…
No mais sensível dos nossos órgãos… o coração.

Começo a acreditar que sim…
Mas percebo também que pelo fato deste momento…
Não ser determinado pelas pessoas…
Quando chega, quase sempre os sintomas são arrebatadores…
Vira tudo às avessas e a bagunça feliz se faz instalada.

Quando duas almas se encontram o que realça primeiro…
Não é a aparência física, mas a semelhança das almas.
Elas se compreendem e sentem falta uma da outra….
Se entristecem por não terem se encontrado antes…
Afinal tudo poderia ser tão diferente.

No entanto sabem que o caminho é este…
E que não haverá retorno para as suas pretensões.
É como se elas falassem além das palavras…
Entendessem a tristeza do outro, a alegria e o desejo…
Mesmo estando em lugares diferentes.

Quando almas afins se entrelaçam…
Passam a sentir saudade uma da outra…
Em um processo contínuo de reaproximação…
Até a consumação.

Almas que se encontram podem sofrer bastante também,
Pois muitas vezes tais encontros acontecem…
Em momentos onde não mais podem extravasar…
Toda a plenitude do amor…
Que carregam, toda a alegria de amar…
E de querer compartilhar a vida com o outro,
Toda a emoção contida à espera do encontro final.

Desejam coisas que se tornam quase impossíveis,
Mas que são tão simples de viver.
Como ver o pôr-do-sol…
Ou de caminhar por uma estrada com lindas árvores…
Ver a noite chegar…
Ir ao cinema e comer pipocas…
Rir e brincar…

Brigar às vezes,
Mas fazer as pazes com um jeitinho muito especial.
Amar e amar, muitas vezes…
Sabendo que logo depois poderão estar juntas de novo…
Sem que a despedida se faça presente.

Porém muitas vezes elas se encontram em um tempo…
E em um espaço diferente…
Do que suas realidades possam permitir.
Mas depois que se encontram…
Ficam marcadas … tatuadas…
E ainda que nunca venham a caminhar para sempre juntas…
Elas jamais conseguirão se separar…
E o mais importante …
Terão de se encontrar em algum lugar.

Almas que se encontram jamais se sentirão sozinhas…
Porquanto entenderão, por si só, a infinita necessidade…
Que têm uma da outra para toda a eternidade."
(Paulo Fuentes )

Texto 4
Amar é

"Amar é uma coisa especial, não é um vem e vai...
Amar só acontece uma vez e nunca mais...
Amar e quando você pensa onde ele andará...
Amar é como um milagre difícil de explicar...
Amar é proteger teu corpo das forças do vento...
Amar é te abraçar aos poucos e esquecer do tempo...
Amar é sempre que te ver sentir um frio por dentro...
Amar é viver e perceber teu sentimento...
Amar é quando escrevo meu nome no céu dos teus beijos...
Amar é quando te ver não acreditar em meus olhos...
Amar por minha cabeça e dormir no teu colo...
Por amor roubaria uma estrela então eu te daria...
Por amor eu cruzaria os mares para te Ter por um dia...
Por amor juntaria a chuva com o fogo...
Por amor lhe daria a vida mil vezes denovo..."

Texto 5

Abraços

"Tem abracos de todo jeito,todo tamanho,
e que significam tantas coisas...
Tem abracos que diz "Sou muito feliz
porque tenho a sua amizade"
E tem abracos que querem dizer
"Eu tenho muito orgulho de voce".
Tem abracos especiais para dizer
"Nao existe no mundo ninguem como voce".
Tem abracos ternos,abracos com carinho,
Para expressar os sentimentos tristes.
Abracos que murmuram "Sinto muito",
quando alguem precisa de um amigo.
Tem abracos para todas as ocasioes,
Todos com as suas razoes.
Tem abraco manso,abraco de urso,
abraco grande e aquele abracao.
Mas o melhor abraco
e um que diz
"Eu estou sempre pensando em voce".
E tem o tipo especial
que voce vai receber
Este abraco que diz
Eu amo você"

Texto 6
"Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: Graças à Deus deu tudo certo!
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente... "

dieta dos pontos

A Mulher que não gostar de sapatos que atire a primeira pedra! Viva o Laboutin! As duas frases são d minha autoria, hehe, mas pelo viés.
Achei que o texto fosse da Marta Medeiros, minha amiga pessoal, há anos. Só que ela ainda não sabe que sou amiga dela. Eu leio ZH nos domingos só prá saber se ela anda pensando a mesma coisa que nós, mulheres de carne e osso. Aí, quando cheguei ao final descobri que o texto que recebi por e-mail não é da Marta e sim de Danuza Leão,outra peça rara dos nossos dias e noites. Ela conclui,discorrendo a respeito da "nova forma de viver das mulheres" (mas não de todas as mulheres hein Danuza): Não há mais lugar para a imaginação, a criatividade, para uma sacada de última hora, que faz com que uma determinada mulher seja a mais especial da noite. Eu não frequento este mundo, mas de vez em quando esbarro nele sem querer, e é difícil.
Um mundo de clichês; mas como tudo passa, estou esperando a hora de acordar e pensar que essa época não passou de um pesadelo.

Denise Argemi

Idade Média: educação e igreja - um breve relato -
Profª Drª Yara Kassab
yarakassab@usp.br




A Educação e a Igreja na Idade Média
- Um breve relato -

A educação do homem medieval ocorreu de acordo com alguns acontecimentos da época, entre eles, a pregação apostólica no século I depois de Cristo, a doutrina dos Santos, que ocorreu entre os séculos I ao VII depois de Cristo, o que conciliou a fé cristã com as doutrina greco-romanas e difundiu escolas catequéticas por todo o império. Ao mesmo tempo a educação monacal conservou a tradição e a cultura antiga, com os copistas reproduzindo as obras clássicas nos conventos.
A partir do século VI o cristianismo foi adotado como religião oficial surgindo assim a centralização do ensino por parte do Estado Cristão, o que fez a escola tornar-se aparelho ideológico do Estado. Criou-se ao mesmo tempo uma educação para o povo, que consistia em uma educação catequética, dogmática; e outra educação para o clérigo, as camadas ricas que consistiam no humanismo e filosófico-teológico .
Os estudos medievais compreendiam o trivium e o quadrium, o trivium era formado por gramática, dialética e retórica e correspondia ao ensino médio; nas aulas de gramática incluía o estudo das letras e literatura, nas aulas retóricas além da arte de bem falar, ensinava-se história, nas aulas de dialética cuidava-se da lógica ou a arte de raciocinar; o quatrivium por geometria, aritmética, astronomia e música e correspondia ao nível superior, portanto as disciplinas eram estudadas por um número menor de pessoas; nas aulas de geometria incluía eventualmente a geografia, nas aulas de aritmética estudava-se a lei dos números, nas aulas de astronomia tratava-se da física e nas aulas de música estudava-se as leis dos sons e a harmonia do mundo .
Na Idade Média, no período Carolíngeo o trivium e o quadrivium foram considerados suportes metodológicos para a educação masculina – em principio as meninas não estudavam. Foi no final do século VIII e início do século IX que tem início o renascismento carolíngeo, quando Carlos Magno, Imperador dos francos traz para sua corte vários intelectuais com o objetivo de reformar a vida eclesiástica e consequentemente a do sistema de ensino, que compreendeu a criação de três escolas com diferentes sistemas de ensino: a) a escola paroquial, que era de educação elementar e o ensino era ministrado por sacerdotes que tinha como objetivo doutrinar as massas camponesas, mantendo-as ao mesmo tempo dóceis e conformadas ; b) a escola monástica que era de educação secundária e o ensino era ministrado nos conventos por monges; c) a escola imperial que era de educação superior e o ensino era ministrado para preparar funcionários do Império .
Na Idade Média a Universidade era vista como uma assembléia corporativa seja de marceneiros, curtidores ou sapateiros, mestres e estudantes.
Universidades de mestres e estudantes constituíram-se em uma das primeiras organizações liberal da Idade Média, tornando-se centros de fermentação intelectual, iniciaram-se com o desenvolvimento das escolas monásticas, com a organização gremial da sociedade e o vigor da ciência trazida pelos árabes e suas atividades docentes eram desenvolvidas conforme o método da escolástica, baseado nas lições, repetições e nas disputas.
As Universidades de mestres e estudantes permitiram a burguesia emergente no final da Idade Média participar de vantagens que até então só pertenciam ao clero e a nobreza. Como pode se constatar a maioria de seus membros era rico. As Universidades representavam uma força nas mãos das classes dirigentes . Talvez uma das Universidades mais antigas seja a de medicina Dara no século X localizada em Salermo, na Itália .
Podemos observar que nos Currículos da Idade Média não havia a educação para o físico, é que a igreja considerava o corpo pecaminoso: ele tinha que ser sujeitado e dominado, os jogos e exercícios ficavam por conta da educação do cavaleiro .
O começo da época medieval foi difícil, diante das constantes ameaças de povos conquistadores, foi um período de violência e confusão, fazendo com que os nobres se refugiassem em castelos fortes ao redor dos quais se reuniam os habitantes do campo, temerosos da incursão inimiga. Os exercícios físicos, já enfraquecidos no decorrer da decadência romana, ainda mais perderam sua importância, restando apenas uma prática desprovida de unidades pedagógica e nenhuma educação física escolar popular.
As cruzadas que a igreja organizou, durante séculos exigiam preparação militar, cuja base foi constituída pelos exercícios corporais. Entre os cavaleiros da classe nobre, surgiu a instituição das justas e dos torneios, em substituição aos antigos jogos públicos da Grécia e de Roma.
Para os exercícios do físico o que predominava era a destreza na equitação e no manejo das armas. Nos pátios dos castelos e nos campos vizinhos, os jovens se adestravam na esgrima da lança e da espada. Praticavam corridas, saltos, escaladas, natação, jogos de luta e a doma de potros bravios. O futebol e o tênis, respectivamente com os nomes de cálcio e jogo de raqueta, têm suas origens na Idade Média.
Os meninos e os jovens se divertiam ao ar livre com uma variedade de jogos, além de aprenderem a dançar e cantar. Nos dias chuvosos e de intenso inverno jogavam juntos ao fogo, o xadrez e a dama.
Mas os grandes desportos da Idade Média, além da caça, foram as justas e os torneios, praticados intensamente na França, Alemanha, Inglaterra, Itália e Espanha, alternados com a cavalaria de tourear e outros divertimentos. Em todos estes desportos colocavam-se à prova a força, a habilidade e a resistência, como a arte e a fidalguia. Estes desportos tinham um só fim: enobrecer o homem e fazê-lo forte e apto.
O que se pode verificar é que estes exercícios eram privilégio da nobreza e de certa parte da burguesia. O povo divertia-se com atividades menos custosas, exercitando-se com a prática de exercícios naturais e alguns jogos tradicionais, como arremessos, lutas, caça, arco e flecha, equitação, pelota, etc .
No decorrer dos estudos sobre a Idade Média, verificamos que o sentimento de infância não existia o que não quer dizer que as crianças fossem negligenciadas, abandonadas ou desprezadas. O sentimento de infância não significava o mesmo que afeição pelas crianças; é que não existia na Idade Média a consciência que distinguia a criança do adulto. Por esta razão, assim que a criança tinha condições de viver sem o auxílio de sua mãe ou ama, a criança ingressava na sociedade do adulto e não se distinguia mais destes.
Portanto, quando buscamos referências à idade dos alunos da Idade Média não encontramos. Foi no século XV que teve inicio a divisão da população escolar em grupos que tivessem a mesma capacidade, sob orientação de um mestre e no decorrer dos séculos que surgiu a necessidade de adaptar o ensino do mestre ao nível do aluno. Esta distinção em colocar o ensino ao alcance do aluno indicava uma conscientização da particularidade da infância ou juventude e do sentimento de que no interior dessa infância existiam varias categorias de idade .
O que possibilitou os estudos realizados por diretores e professores sobre as classes escolares e as idades dos alunos durante os séculos XV, XVII e XVIII, foi a análise realizada das listas de alunos elaboradas para a montagem das classes, o que pode ser verificado que as classes estavam sendo montadas a partir da homogeneidade da idade .
Até o meio do século XVII, considerava-se a primeira infância entre 5 e 6 anos, quando o menino deixava sua mãe ou ama. Aos 7 anos ele podia entrar para o colégio e por algum tempo a entrada do menino para as classes de gramática foi retardada para os 9 – 10 anos. Portanto eram as crianças até 10 anos que eram mantidas fora do colégio .
O que pode ser verificado é que a escola medieval não era destinada as instruções para crianças, era uma espécie de escola técnica destinada a instruções para clérigos fossem jovens ou velhos. A escola acolhia indiferentemente as crianças, jovens ou adultos


Moacir Gadotti, Histórias Das Idéias Pedagógicas, p52
Maria Lúcia de Arruda Aranha, História da Educação, p:77
Jayr Jordão Ramos, Os exercícios na História e na Arte, PP: 165, 166,167
Philippe Ariès, História Social da Criança e da Família, 156-173
Sobre o Autor


Yara Kassab Professora doutora Graduada em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, realizou o mestrado em História da Ciência também pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; tendo como dissertação: O papel do riso na educação infantil elisabetana segundo Richard Mulcaster (c.1531-1611); doutora em História Social pela Universidade de São Paulo, tendo como pesquisa de sua tese : As Estratégias Lúdicas nas Ações Jesuíticas, nas Terras Brasílicas (1549-1597), "Para a Maior Glória de Deus". Ministra aulas na graduação e pós graduação de Teorias e Correntes Pedagógicas, Políticas Públicas e Educação e História da Educação no Centro Universitário Radial/ Estácio de Sá; ministra também aulas de Projetos e Técnicas de Pesquisa em Educação e Administração Escolar no Centro Universitário Ítalo Brasileiro, ambas na cidade de São Paulo - Capital. Tem publicado, livro para alfabetização, artigos ciéntificos financiado pelo Departamento de Investigação Construção do Conhecimento Pedagógico nos Sistemas de Formação da Universidade de Aveiro, artigos eletronicos publicados pela Associação Nacional de História ANPUH. Membro da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispano e da Associação Nacional de História e Representante Docente da Comissão Permanente de Avaliação Institucional da UniRadial/ Estácio de Sá.


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Idade Média: educação e igreja - um breve relato -
Profª Drª Yara Kassab
yarakassab@usp.br




A Educação e a Igreja na Idade Média
- Um breve relato -

A educação do homem medieval ocorreu de acordo com alguns acontecimentos da época, entre eles, a pregação apostólica no século I depois de Cristo, a doutrina dos Santos, que ocorreu entre os séculos I ao VII depois de Cristo, o que conciliou a fé cristã com as doutrina greco-romanas e difundiu escolas catequéticas por todo o império. Ao mesmo tempo a educação monacal conservou a tradição e a cultura antiga, com os copistas reproduzindo as obras clássicas nos conventos.
A partir do século VI o cristianismo foi adotado como religião oficial surgindo assim a centralização do ensino por parte do Estado Cristão, o que fez a escola tornar-se aparelho ideológico do Estado. Criou-se ao mesmo tempo uma educação para o povo, que consistia em uma educação catequética, dogmática; e outra educação para o clérigo, as camadas ricas que consistiam no humanismo e filosófico-teológico .
Os estudos medievais compreendiam o trivium e o quadrium, o trivium era formado por gramática, dialética e retórica e correspondia ao ensino médio; nas aulas de gramática incluía o estudo das letras e literatura, nas aulas retóricas além da arte de bem falar, ensinava-se história, nas aulas de dialética cuidava-se da lógica ou a arte de raciocinar; o quatrivium por geometria, aritmética, astronomia e música e correspondia ao nível superior, portanto as disciplinas eram estudadas por um número menor de pessoas; nas aulas de geometria incluía eventualmente a geografia, nas aulas de aritmética estudava-se a lei dos números, nas aulas de astronomia tratava-se da física e nas aulas de música estudava-se as leis dos sons e a harmonia do mundo .
Na Idade Média, no período Carolíngeo o trivium e o quadrivium foram considerados suportes metodológicos para a educação masculina – em principio as meninas não estudavam. Foi no final do século VIII e início do século IX que tem início o renascismento carolíngeo, quando Carlos Magno, Imperador dos francos traz para sua corte vários intelectuais com o objetivo de reformar a vida eclesiástica e consequentemente a do sistema de ensino, que compreendeu a criação de três escolas com diferentes sistemas de ensino: a) a escola paroquial, que era de educação elementar e o ensino era ministrado por sacerdotes que tinha como objetivo doutrinar as massas camponesas, mantendo-as ao mesmo tempo dóceis e conformadas ; b) a escola monástica que era de educação secundária e o ensino era ministrado nos conventos por monges; c) a escola imperial que era de educação superior e o ensino era ministrado para preparar funcionários do Império .
Na Idade Média a Universidade era vista como uma assembléia corporativa seja de marceneiros, curtidores ou sapateiros, mestres e estudantes.
Universidades de mestres e estudantes constituíram-se em uma das primeiras organizações liberal da Idade Média, tornando-se centros de fermentação intelectual, iniciaram-se com o desenvolvimento das escolas monásticas, com a organização gremial da sociedade e o vigor da ciência trazida pelos árabes e suas atividades docentes eram desenvolvidas conforme o método da escolástica, baseado nas lições, repetições e nas disputas.
As Universidades de mestres e estudantes permitiram a burguesia emergente no final da Idade Média participar de vantagens que até então só pertenciam ao clero e a nobreza. Como pode se constatar a maioria de seus membros era rico. As Universidades representavam uma força nas mãos das classes dirigentes . Talvez uma das Universidades mais antigas seja a de medicina Dara no século X localizada em Salermo, na Itália .
Podemos observar que nos Currículos da Idade Média não havia a educação para o físico, é que a igreja considerava o corpo pecaminoso: ele tinha que ser sujeitado e dominado, os jogos e exercícios ficavam por conta da educação do cavaleiro .
O começo da época medieval foi difícil, diante das constantes ameaças de povos conquistadores, foi um período de violência e confusão, fazendo com que os nobres se refugiassem em castelos fortes ao redor dos quais se reuniam os habitantes do campo, temerosos da incursão inimiga. Os exercícios físicos, já enfraquecidos no decorrer da decadência romana, ainda mais perderam sua importância, restando apenas uma prática desprovida de unidades pedagógica e nenhuma educação física escolar popular.
As cruzadas que a igreja organizou, durante séculos exigiam preparação militar, cuja base foi constituída pelos exercícios corporais. Entre os cavaleiros da classe nobre, surgiu a instituição das justas e dos torneios, em substituição aos antigos jogos públicos da Grécia e de Roma.
Para os exercícios do físico o que predominava era a destreza na equitação e no manejo das armas. Nos pátios dos castelos e nos campos vizinhos, os jovens se adestravam na esgrima da lança e da espada. Praticavam corridas, saltos, escaladas, natação, jogos de luta e a doma de potros bravios. O futebol e o tênis, respectivamente com os nomes de cálcio e jogo de raqueta, têm suas origens na Idade Média.
Os meninos e os jovens se divertiam ao ar livre com uma variedade de jogos, além de aprenderem a dançar e cantar. Nos dias chuvosos e de intenso inverno jogavam juntos ao fogo, o xadrez e a dama.
Mas os grandes desportos da Idade Média, além da caça, foram as justas e os torneios, praticados intensamente na França, Alemanha, Inglaterra, Itália e Espanha, alternados com a cavalaria de tourear e outros divertimentos. Em todos estes desportos colocavam-se à prova a força, a habilidade e a resistência, como a arte e a fidalguia. Estes desportos tinham um só fim: enobrecer o homem e fazê-lo forte e apto.
O que se pode verificar é que estes exercícios eram privilégio da nobreza e de certa parte da burguesia. O povo divertia-se com atividades menos custosas, exercitando-se com a prática de exercícios naturais e alguns jogos tradicionais, como arremessos, lutas, caça, arco e flecha, equitação, pelota, etc .
No decorrer dos estudos sobre a Idade Média, verificamos que o sentimento de infância não existia o que não quer dizer que as crianças fossem negligenciadas, abandonadas ou desprezadas. O sentimento de infância não significava o mesmo que afeição pelas crianças; é que não existia na Idade Média a consciência que distinguia a criança do adulto. Por esta razão, assim que a criança tinha condições de viver sem o auxílio de sua mãe ou ama, a criança ingressava na sociedade do adulto e não se distinguia mais destes.
Portanto, quando buscamos referências à idade dos alunos da Idade Média não encontramos. Foi no século XV que teve inicio a divisão da população escolar em grupos que tivessem a mesma capacidade, sob orientação de um mestre e no decorrer dos séculos que surgiu a necessidade de adaptar o ensino do mestre ao nível do aluno. Esta distinção em colocar o ensino ao alcance do aluno indicava uma conscientização da particularidade da infância ou juventude e do sentimento de que no interior dessa infância existiam varias categorias de idade .
O que possibilitou os estudos realizados por diretores e professores sobre as classes escolares e as idades dos alunos durante os séculos XV, XVII e XVIII, foi a análise realizada das listas de alunos elaboradas para a montagem das classes, o que pode ser verificado que as classes estavam sendo montadas a partir da homogeneidade da idade .
Até o meio do século XVII, considerava-se a primeira infância entre 5 e 6 anos, quando o menino deixava sua mãe ou ama. Aos 7 anos ele podia entrar para o colégio e por algum tempo a entrada do menino para as classes de gramática foi retardada para os 9 – 10 anos. Portanto eram as crianças até 10 anos que eram mantidas fora do colégio .
O que pode ser verificado é que a escola medieval não era destinada as instruções para crianças, era uma espécie de escola técnica destinada a instruções para clérigos fossem jovens ou velhos. A escola acolhia indiferentemente as crianças, jovens ou adultos


Moacir Gadotti, Histórias Das Idéias Pedagógicas, p52
Maria Lúcia de Arruda Aranha, História da Educação, p:77
Jayr Jordão Ramos, Os exercícios na História e na Arte, PP: 165, 166,167
Philippe Ariès, História Social da Criança e da Família, 156-173
Sobre o Autor


Yara Kassab Professora doutora Graduada em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, realizou o mestrado em História da Ciência também pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; tendo como dissertação: O papel do riso na educação infantil elisabetana segundo Richard Mulcaster (c.1531-1611); doutora em História Social pela Universidade de São Paulo, tendo como pesquisa de sua tese : As Estratégias Lúdicas nas Ações Jesuíticas, nas Terras Brasílicas (1549-1597), "Para a Maior Glória de Deus". Ministra aulas na graduação e pós graduação de Teorias e Correntes Pedagógicas, Políticas Públicas e Educação e História da Educação no Centro Universitário Radial/ Estácio de Sá; ministra também aulas de Projetos e Técnicas de Pesquisa em Educação e Administração Escolar no Centro Universitário Ítalo Brasileiro, ambas na cidade de São Paulo - Capital. Tem publicado, livro para alfabetização, artigos ciéntificos financiado pelo Departamento de Investigação Construção do Conhecimento Pedagógico nos Sistemas de Formação da Universidade de Aveiro, artigos eletronicos publicados pela Associação Nacional de História ANPUH. Membro da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispano e da Associação Nacional de História e Representante Docente da Comissão Permanente de Avaliação Institucional da UniRadial/ Estácio de Sá.

cvcv

Como deve ser a Escola Pública ideal para você ?
4 anos atrás
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Priscilla V










Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

DE IMPORTÂNCIA ABSOLUTA para todos os cidadãos. Ela deve ter a mesma qualidade, ou ainda SUPERIOR à uma escola particular. Com professores interessados, com salários dignos, com aulas especiais de artesanto e meio ambiente, RECICLAGEM, para que nossas crianças pudessem crescer e ensinar aos seus filhos e seus próprios pais que além do conhecimento é preciso preservar a vida na Terra, e principalmente a Terra.
A escola pública deveria ser um exemplo, deveria preparar o aluno para a escolha de uma faculdade, de uma carreira, motivar as crianças ao conhecimento e não ao estudo por obrigação.

Abraços
4 anos atrás
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Avaliação do autor da pergunta: Comentário do autor da pergunta:Agradeço a todos pelas colocações. Escolhi esta pq ela demonstrou q além da necessidade de se ter bons professores, controle da disciplina e método eficaz no ensino-aprendizado; a Escola deve utilizar de meios q ensinem outras atividades importantes e que possam revelar os talentos dos alunos.

dedsdede

Método Montessori e sua prática pedagógica

Baseia-se em:

1 - Jogos livres - Seu objetivo é ter contato com o material de maneira livre, sem regras. O material dourado é construído de maneira a representar um sistema de agrupamentos.

2 - Montagem - Seu objetivo é perceber as relações que há entre as peças.

3 - Ditado - Seu objetivo é relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico. O professor deve mostrar aos alunos, um de cada vez, cartões com os números. As crianças devem mostrar as peças correspondentes, utilizando a menor quantidade delas.

4 - Fazendo trocas - Seu objetivo é a compreensão das características do sistema decimal. Fazer agrupamentos de 10 em 10, fazer reagrupamentos, fazer trocas, estimular o cálculo mental.

5 - Preenchendo tabelas - seus objetivos são:

relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico; compreender as características do sistema decimal; preencher tabelas respeitando o valor posicional; fazer comparações de números; fazer ordenação de números; fazer agrupamento de 10 em 10; fazer reagrupamentos; fazer trocas; estimular o cálculo mental.
No final do jogo da criança deve escrever em uma tabela a quantidade conseguida.

As crianças devem responder, ainda, a perguntas como: quem conseguiu a peça de maior valor? e de menor valor?

6 - Partindo de cubinhos - tem como objetivo relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico, a fim de compreender as características do sistema decimal.
Cada criança recebe um certo número de cubinhos que devem ser trocados por barras e depois por placas. E, seguida, deve-se escrever em uma tabela os números correspondentes às quantidades de placas, barras e cubinhos obtidos depois da trocas. Para a atividade ficar mais interessante, pode-se aumentar o número de cubinhos.






7 - "Vamos fazer um trem?" - tem como objetivo compreender que o sucessor é o que tem "1 a mais" na seqüência numérica. O professor deve fazer com os alunos um trem, sendo que o primeiro vagão deve ser um cubinho, o vagão seguinte deve ter um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão é formado por duas barras. As crianças devem receber papeletas nas quais, colocam o código da cada vagão. Assim, a criança terá a noção de sucessor, ficando claro para a criança o "mais um" na seqüência dos números, contribuindo para melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.

8 - Um trem especial - seu objetivo é demonstrar que o antecessor tem "1 a menos" na seqüência numérica. Esta atividade é o contrário da atividade anterior. Começa-se o trem com duas barras, para o 1 vagão, e a cada vagão construído terá um cubo a menos, até que o ultimo vagão tenha apenas 1 cubinho. Passando assim a idéia de "menos 1" para as crianças, fazendo também com que a criança compreenda o valor posicional dos algarismos na escrita numérica.

9 - Jogo dos cartões - tem como objetivo a compreensão do mecanismo do "vai um" nas adições e e estimular o cálculo mental.

O professor coloca no centro do grupo alguns cartões virados para baixo; nos cartões estão escritos números entre 50 e 70; um aluno do grupo sorteia um cartão; os demais pegam as peças correspondentes ao número sorteado; em seguida, um aluno do grupo vai ao quadro e registra em uma tabela os números correspondentes ás quantidades de peças.
Faz-se isto por duas vezes, após o que o aluno deve perceber a soma que há cada vez que se acrescenta um número na tabela.
É importante que a criança perceba a relação entre sua ação com o material e os passos efetuados na operação.

10 - O jogo de retirar - seu objetivo é a compreensão do mecanismo do "empresta um" nas subtrações e estimular o cálculo mental. Essa atividade pode ser realizada com um jogo de várias rodadas onde, em cada uma delas, os grupos sorteiam um cartão e uma papeleta; no cartão deve haver um número e os grupos devem pegar as peças correspondentes a essa quantia; na papeleta há uma ordem que indica quantos devem tirar da quantia que têm. Ex: cartão com número 31 e papeleta com a ordem 25.

Vence a rodada o grupo que ficar com as peças que representam o menor número; o grupo que ganhar mais rodadas vence o jogo.

11 - Destroca - tem como objetivo compreender o mecanismo do "empresta um" nas subtrações e estimular o cálculo mental.






Princípios básicos do Método Montessori

São a atividade, a individualidade e a liberdade, como segue:

1 - Liberdade

A concepção da educação, em Montessori, é desenvolvimento, mais do que o ajustamento ou integração social. O ser biológico vale mais que o ser social.

A vida é desenvolvimento e para isso tem que se educar para permitir esse desenvolvimento, o que só acontece se colocarmos a criança num ambiente onde ela se sinta á vontade.

Por esse motivo, a liberdade é o primeiro e mais amplo princípio de Montessori.

..."O verdadeiro desenvolvimento não depende de precoce orientação ou adaptação do ser infantil ás finalidades da espécie, mas na possibilidade de realizar as condições de vida, necessárias no momento presente da educação". (1)

.Assim, a escola deve estar adaptada e organizada para manter a criança em plena liberdade. A criança criará por si própria a disciplina, despertada pelo interesse do trabalho escolar.
Indisciplina para nossa visão montessoriana é vista como doença ou atividade desinteressada. A criança disciplinada é aquela sadia e bem dirigida.
Todavia, liberdade não significa um abandono e sim permitir o desenvolvimento das manifestações espontâneas das crianças - as atividades.






Princípios básicos do Método Montessori

São a atividade, a individualidade e a liberdade, como segue:

1 - Liberdade

A concepção da educação, em Montessori, é desenvolvimento, mais do que o ajustamento ou integração social. O ser biológico vale mais que o ser social.

A vida é desenvolvimento e para isso tem que se educar para permitir esse desenvolvimento, o que só acontece se colocarmos a criança num ambiente onde ela se sinta á vontade.

Por esse motivo, a liberdade é o primeiro e mais amplo princípio de Montessori.

..."O verdadeiro desenvolvimento não depende de precoce orientação ou adaptação do ser infantil ás finalidades da espécie, mas na possibilidade de realizar as condições de vida, necessárias no momento presente da educação". (1)

.Assim, a escola deve estar adaptada e organizada para manter a criança em plena liberdade. A criança criará por si própria a disciplina, despertada pelo interesse do trabalho escolar.
Indisciplina para nossa visão montessoriana é vista como doença ou atividade desinteressada. A criança disciplinada é aquela sadia e bem dirigida.
Todavia, liberdade não significa um abandono e sim permitir o desenvolvimento das manifestações espontâneas das crianças - as atividades.






2 - Atividade

É conseqüência do princípio de liberdade, pois a criança tem que ter liberdade, mas de forma organizada.
Para que a criança absorva o sentido de organização ela deve viver num ambiente ordeiro, onde seja respeitada, assim como deve ser respeitado o seu tempo necessário de aprendizagem.
A criança deve ter liberdade com responsabilidade e isso a levará à independência através de um trabalho cooperativo.
Montessori dá grande importância à coordenação dos movimentos e ao controle da ação . Desde cedo a criança é submetida a exercícios sistemáticos, com material apropriado, com intuito da dominação de si mesma, fazendo a criança chegar da ordem exterior á ordem interior.


3 - Individualidade

Ninguém é livre se não possuir individualidade; por isso, as manifestações ativas da verdadeira liberdade devem ser dirigidas desde cedo nesse sentido.
A educação deve ser orientada para a formação da individualidade. O homem capaz de fazer por si mesmo valoriza suas ações, conquista a si mesmo, conquista seu poder construirá um futuro produtivo e independente.






Oposição ao Método Montessori

O Método Montessori encontrou forte oposição mesmo na Itália, onde foi criado e implantado pela primeira vez.
Seus opositores argumentavam serem seus princípios por demais idealistas e dando importância somente à educação sensorial, desprezando as técnicas didáticas regulares.
Ainda, segundo seus opositores, faltava-lhe originalidade, sendo baseado em idéias de outros autores, como Froebel, Pizzoli, Giuseppe de Sergi, entre outros.
Outra crítica seriam os pontos contraditórios de sua prática pedagógica, baseada não numa "psicologia infantil", mas na "psicologia dos adultos".

Todavia, mesmo sendo seus processos considerados, por muitos, "ultrapassados" e "superados", o Método Montessori é amplamente utilizado nas escolas de educação infantil em geral, para a educação dos sentidos.

Montessori no Brasil

O método montessoriano teve seu auge de emprego, em escolas brasileiras, nos anos de 60/70. Hoje é criticado pela sua concepção psicológica e em função da força com que as idéias da psicologia baseada em Jean Piaget (construtivismo ou interacionismo) tomaram conta da educação infantil.

Sua grande contribuição continua sendo, sem dúvida, a concepção da educação dos sentidos, além da praticidade de utilização do Material Dourado, universalmente adotado na educação infantil; esses elementos do Método convivem sem conflitos em suas escolas, com técnicas pedagógicas das mais variadas correntes de pensamento.






Leia mais sobre Montessori

Cotrin, Gilberto e Parise, Mário - Fundamentos da Educação, Saraiva, SP, 2a. Ed., 1979.

Gadotti, Moacir - História das Idéias Pedagógicas - Ed. Ática, São Paulo, 5a. Ed..

Lourenço Filho, M.B. - Introducção ao Estudo da Escola Nova - Cia. Melhoramentos Ed., São Paulo, 1930.

Machado, Izaltina de Lurdes - Educação Montessori - de um homem novo para um mundo novo - Editora . Pioneira-Thompson, São Paulo, 1a. ed.

Montessori, Maria - Em Família - Editora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed.

Montessori, Maria - A Criança - Edidora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed.

Montessori, Maria - Mente Absorvente - Editora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed..

Veja os sites

www.montessori.edu/ (The International Montessori Index). Inglês

www.montessori.org (Montessori Foundation/International Montessori Council). Inglês

www.montessori-ami.org/ (Association Montessori Internationale - fundada em 1929 por Maria Montessori). Inglês

Última atualização em 04/07/2011

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O Método montessori ou pedagogia Montessoriana relaciona-se à normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade).

As escolas do Sistema Montessoriano são difundidas pelo mundo todo. O método Montessoriano tem por objetivo a educação da vontade e da atenção, com o qual a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, além de proporcionar a cooperação.

Os princípios fundamentais do sistema Montessori são: a atividade, a individualidade e a liberdade. Enfatizando os aspectos biológicos, pois, considerando que a vida é desenvolvimento, achava que era função da educação favorecer esse desenvolvimento. Os estímulos externos formariam o espírito da criança, precisando portanto, serem determinados.

Assim, na sala de aula, a criança era livre para agir sobre os objetos sujeitos à sua ação, mas estes já estavam preestabelecidos, como os conjuntos de jogos e outros materiais que desenvolveu.

A pedagogia de Montessori insere-se no movimento das Escolas Novas, uma oposição aos métodos tradicionais que não respeitavam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento da criança. Ocupa um papel de destaque neste movimento pelas novas técnicas que apresentou para os jardins de infância e para as primeiras séries do ensino formal.

O material criado por Montessori tem papel preponderante no seu trabalho educativo pois pressupõem a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança, um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo do intelecto.

Este método:
Baseia-se em anos de observação da natureza da criança por parte do maior gênio da educação desde Friedrich Froebel.
Demonstrou ter uma aplicabilidade universal.
Revelou que a criança pequena pode ser um amante do trabalho, do trabalho intelectual, escolhido de forma espontânea, e assim, realizado com muita alegria.
Baseia-se em uma necessidade vital para a criança que é a de aprender fazendo. Em cada etapa do crescimento mental da criança são proporcionadas atividades correspondentes com as quais se desenvolvem suas faculdades.
Ainda que ofereça à criança uma grande espontaneidade consegue capacitá-la para alcançar os mesmos níveis, ou até mesmo níveis superiores de sucesso escolar, que os alcançados sobre os sistemas antigos.
Consegue uma excelente disciplina apesar de prescindir de coerções tais como recompensas e castigos. Explica-se tal fato por tratar-se de uma disciplina que tem origem dentro da própria criança e não imposta de fora.
Baseia-se em um grande respeito pela personalidade da criança, concedendo-lhe espaço para crescer em uma independência biológica, permitindo-se à criança uma grande margem de liberdade que se constitui no fundamento de uma disciplina real.
Permite ao professor tratar cada criança individualmente em cada matéria, e assim, fazê-lo de acordo com suas necessidades individuais.
Cada criança trabalha em seu próprio ritmo.
Não necessita desenvolver o espírito de competência e a cada momento procura oferecer às crianças muitas oportunidades para ajuda mútua o que é feito com grande prazer e alegria.
Já que a criança trabalha partindo de sua livre escolha, sem coerções e sem necessidade de competir, não sente as tensões, os sentimentos de inferioridade e outras experiências capazes de deixar marcas no decorrer de sua vida.
O método Montessori se propõe a desenvolver a totalidade da personalidade da criança e não somente suas capacidades intelectuais. Preocupa-se também com as capacidades de iniciativa, de deliberação e de escolhas independentes e os componentes emocionais.


http://www.centrorefeducacional.com.br/m…

montessory

As Termópilas (do gr. Θερμοπύλαι, thermopylai, significando «portas quentes»; em demótico moderno Θερμοπύλες, thermopyles) constituíam um antigo estreito situado no centro da Grécia, na fronteira entre as regiões da Fócida (a Sudoeste), da Ftiótida (a Noroeste), da Lócrida (a Nordeste) e da Beócia (a Sudeste), encravado entre as cadeias montanhosas do Eta e do Calídromo e um braço de mar (o golfo de Mália).

Devem o seu nome ao facto de no seu interior existirem duas fontes sulfurosas, sendo que o estreito – uma simples faixa de areia entre o mar e o desfiladeiro –, em três dos seus troços (as três «portas», donde o estreito houve o seu nome), era de tal forma estreito que, de acordo com a narrativa do historiador Heródoto de Halicarnasso, apenas podia passar um carro de cada vez (Histórias, Livro VII, 176).

Tratava-se de uma região relativamente estéril, apta somente para o pastoreio.

Nas proximidades do desfiladeiro correm dois rios: o Asopo e o Espérquio, os quais, ao longo dos séculos, foram depositando sedimentos nas imediações do estreito, fazendo aumentar a estreita faixa de terra entre o desfiladeiro e o mar, de apenas cerca de 13 metros, para vários quilómetros de comprimento, consoante os locais.

As Térmopilas tornaram-se conhecida após a célebre batalha do mesmo nome, que opôs os defensores da Grécia aos Persas invasores, em meados de 480 a.C., no decorrer da II Guerra Médica, tendo-se tornado sinónimo de resistência heróica ao inimigo. Houve, contudo, várias outras batalhas travadas nesse estreito, ao longo da Antiguidade Clássica.

Leônidas, o comandante, era rei de Esparta e cupou o trono entre 491 a.C. e 480 a.C., como sucessor de seu irmão Cleômenas I, cuja filha Gorgó se tornou sua esposa em 488 a.C..

Uma de suas ações mais importantes se deu por ocasião da invasão da Grécia pelos persas, em 481 a.C.. Defendendo o desfiladeiro das Termópilas, que une a Tessália à Beócia, Leónidas e uma tropa de apenas 7.000 homens, sendo que apenas 300 eram espartanos, conseguiram repelir os ataques iniciais. Mas Xerxes, rei da Pérsia, foi auxiliado por um pastor local (Efialtes) que lhe conduziu por um caminho que contornava o desfiladeiro e cercou o exército de Leónidas. Restavam apenas 300 espartanos e voluntários tespienses e tebanos, que decidiram resistir até a morte. Segundo Pausânias, Xerxes ameaçou a insignificante defesa grega dizendo: "Minhas flechas serão tão numerosas que obscurecerão a luz do Sol". Leónidas respondeu: "Tanto melhor, combateremos à sombra!" (Heródoto, que narra o desastre das Termópilas no seu Livro VII, reporta esta afirmação, não a Leónidas, mas Dieneces). Leônidas sabia da traição de Efialtes. Manteve os espartanos, que durante três dias mataram 20 mil persas, e dispensou o restante do exército. Para aqueles que ficaram, ele disse: "Almocem comigo aqui, e jantem no inferno". Leônidas sabia que sua morte era certa, mas resolveu ficar e morrer lutando. Por dois motivos: O primeiro, é que nenhum espartano volta fugido para sua cidade. Conforme sua própria filosofia, ou voltam vitoriosos, ou mortos em cima de seus escudos. E em segundo lugar, se ele fugisse, o restante da Grécia também fugiria. No final, já cercado por seus inimigos, o rei Xerxes dá uma ordem a Leónidas: "Deponham suas armas e se entreguem", Leónidas responde apenas: "Venham pegá-las". São as últimas palavras do rei espartano. Atacados por todos os lados, foram massacrados sem piedade. A cabeça de Leônidas foi cortada e empalada e o seu corpo crucificado.

Os persas esperaram, durante dois meses, o inverno passar, para continuar a guerra. Quando resolveram voltar, os espartanos restantes formaram o corpo principal do exército grego. Havia três persas para cada grego, e no final da guerra os persas foram derrotados e expulsos da Grécia.

Houve uma grande desproporção entre os exércitos de Leónidas I e de Xerxes. De um lado, Xerxes, com cerca de 200.000 soldados; do outro, Leónidas com algo entre 7.000 e 9.000 homens. Desses, apenas 301 oriundos de Esparta (o próprio rei Leónidas, que tomou parte ativamente no combate, e 300 soldados da sua guarda pessoal).

Naquele momento os espartanos festejavam a Carnéia — festival em honra ao deus Apolo, durante o qual não se podia lutar —, enquanto boa parte do restante da Grécia vivia a Olimpíada — outra celebração que, por motivos religiosos, impedia o combate. Leónidas se deparou com o duro dilema de como conseguir guerreiros para lutar contra os Persas, dadas as condições. Não poderia desrespeitar as confraternizações - que cessavam momentaneamente os combates - no entanto, não se daria ao luxo de esperar que o exército invasor avançasse incólume pelo território grego. Foi aí que o "Leão de Esparta" (como também era conhecido), resolveu partir de encontro às forças invasoras com nada mais que sua guarda pessoal de 300 homens. No caminho, Leónidas reuniu entre 7.000 a 9.000 homens de povos e aldeias amigas para enfrentar os persas sob o comando de Xerxes.

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Resumo:
Junho de 323 A.C., Babilônia, Pérsia. Quando faltava um mês para completar 33 anos, morre precocemente Alexandre, o Grande (Colin Farrell), que tinha conquistado 90% do mundo conhecido. Alexandria, Egito, 40 anos depois. Ptolomeu (Anthony Hopkins), um general de Alexandre que o conhecia bem, narra para Cadmo, um escriba, que se tornou o guardião do corpo de Alexandre, que ali está embalsamado à moda egípcia (Ptolomeu se tornou faraó, pois ficou com o Egito quando o império foi dividido). Tristemente Ptolomeu frisa que as grandes vitórias dos exércitos de Alexandre foram esquecidas e diz para Cadmo que Alexandre era um deus, ou a pessoa mais perto disso, que já vira. Apesar de ser chamado de tirano, Ptolomeu diz que só os fortes governam, mas Alexandre era mais, pois mudou o mundo. Antes dele havia tribos e depois dele tudo passou a ser possível. Surgiu a idéia que o mundo poderia ser governado por um só rei. Era um império não de terras e de ouro, mas da mente, uma civilização helênica aberta a todos. No oriente, o vasto império persa dominava quase todo o mundo conhecido. No ocidente, as outroras cidades-estado gregas, Tebas, Atenas, Esparta, haviam perdido o orgulho. Os reis persas subornavam os gregos com ouro, para usá-los como mercenários. O pai de Alexandre, Felipe, o Caolho (Val Kilmer), começou a mudar tudo isso, unindo tribos de pastores ignorantes das terras altas e baixas. Com sua coragem e seu sangue criou um exército profissional, que subjugou os traiçoeiros gregos. Então voltou-se para a Pérsia, onde se dizia que o rei Dario, em seu trono na Babilônia, temia Felipe. Foi dessa viril guerreira que nasceu Alexandre, em Pela, Macedônia. A mãe, a rainha Olímpia (Angelina Jolie), era chamada por alguns de feiticeira e diziam que Alexandre era filho de Dionísio ou Zeus. Mas não havia um homem na Macedônia que, vendo pai e filho juntos, não tivesse dúvidas, mas nenhum poderia imaginar o fabuloso

alexandre o grande
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