Coleção pessoal de pedrogiachetta
"O jeito é beber, se não há umas, outras, e umas outras, namoradas, amadas, cachaças, sem chuvas, e uvas, e muitas outras histórias, histórias de amor". (Pedro Giachetta).
Pedro GiachettaNão somente em relacionamentos existe o amor, ele pode estar presente em um simples olhar trocado todos os dias, presente em palavras trocadas, gestos percebidos. (Pedro Giachetta).
Pedro GiachettaSem -ismos, -ições, de caminhos, arrumadinhos, moldadinhos, soldadinhos...
Tão pouco parecido como um, ele, eles, aquele, aqueles e (a), (o).
Previsíveis, são, etiquetas, horários, e oito horas, e cafés das manhãs,
nas rimas, ilhas, trilhas, milhas que andei, encontrei ou pouco sei.
Mas o que sei é, não sou mais um, dos tres cuatro de la cancion,
com muitos ións, caminhos, horários, e pouco amor, que horror.
Nunca deixem de pensar, caminhar, escolher e -er, viver, conviver.
Previsão de tempo, nada preverei, mas o alcool, o sol, o cigarro e o excesso não convêm,
definição, proíbição, decepção também, no trem, dos reféns, sociais nada resultante vem.
Quantos e santos, e trabalhos e horários são corretos, ocupados nos ados, quadrados, comandados,
são necessários? Dignidade, santidade, sabedoriedade -idade são caminhos "felizes" soltados?
Viaje mais, sonhe mais, viva mais, sem horários ou com horários, mais e caminhais,
Quantos casais, e mais, e filhos e filhas mais, mas, não vivem e calais?
Previsíveis são, os mais e mais que escravisais, e os casais? Que não há amor mais.
Vinte, trinta, quarenta, cinquenta vem, passou o trem, a chuva, noite e dia, vai e vem,
e a saúde, que tem? Também? Onde tem?
Planos, caminhos, contas e mais outras, e somadas, conquistas mais?
Egoísmos, e prejuízos, desamigos, escravizados mais no papel e pretróleo de carros mais?
Contruções, e desmatamentos, sem metros, vigilantes tem?
Eis, ex, e filhos vem, mais anos e outros anos também,
E o mundo vai, vai "vivendo", e aprendendo e não contêm,
A saúde, família, amor, sinceridade, e outros mais perdem?
E sem amor, na família, no amor, do seu próprio amor, nada faz sentido se esse não tem.
Viva bem, sorria, viaje, plante, frutifique, mas não de escravidão, frutificarão.
Mude, continue, conclua, enriqueça, tenha família, mas sem amor e paz com DEUS nada tem...
(PEDRO GIACHETTA)
Ciranda dia das mães
Saudades....Saudades de sorvetes, idas e vindas, abraços maternos, paternos de pais e avós. Um todas as lembranças ficam, lembranças em fotos, vídeos, momentos felizes, eternos, calorosos. Momentos que nunca se vão.
Mães de todos os lugares, de todos os Santos, religiões e costumes, a branca, negra, Japonesa. Todo abraço, palavra amiga, palavra entendida, aquela para todas os segundos, minutos e horas.
Mãe é compreensão, carinho, valentia e todos os sentimentos.
Mãe é toda valentia de fera ferida, fera "eterna", eterna imensidão.
Mãe de todos os filhos, com mesmos braços, mesmo em tempos de aceitação, repreensão.
Mãe não diferencia os filhos, mesmo em tristes momentos, destinos tortuosos, ela está sempre lá, estendendo a mão, acolhendo no abraço, em braços de Santa.
E com todo orgulho no mundo, é aquele que, nossa Santa progenitora, sente, nos vendo crescer, aprender e progredir, mesmo com luta e dor.
E quando ela já estiver cansada, com marcas de décadas, do tempo que passa, passa e repassa, dê a ela netos, raízes, porque são os filhos dos seus filhos que, causaram seus sorrisos, eternos aprendizes, de uma grande sabedoria chamada MÃE.
Não podemos ficar tristes, porque eles, vivem, continuam em nós, em nossos gestos, palavras, aprendizados, continuam em nossa alma, em nossa genética. E um dia, nessa continuação familiar, todos nós seremos saudades também.
(Pedro Giachetta).
Portador da voz, aguda, calma, tranqüila. Mensageiro da luz, poesia tu conduz. O cantor tem a simpatia, estrada, cantoria palavra.
Palavra, dada no dom, dom de poucos, não muitos, dom de Deus, missão do divino, divino Espírito Santo. Esse é Peterson Magalhães. Entre as estrelas do céu, brilha Peterson, canta Peterson, porque esse dom não é de todos, nem sem nexo.
Como já dizia meu Deus, Deus seu, Deus deles e de todos: Versículo 08: "Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de faze prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração". (Jeremias 29.11-13)
Versículo 09: "Então, Jesus aproximou-se deles e disse: 'Foi dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Versículo 17: "Mas eu cantarei louvores à tua força; de manhã louvarei a tua fidelidade, pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis" (Salmo 59.16).
Versículo 19: "Quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus” (João 3.21).
Homem de fé, missão divina, é seu, mais um dia de glória, reavivamento dos espírito, da alma bem dito. Bem aventurado Peterson, Bem aventurado teu dom, tua luta, tua fé, onde, os caminhos da vida, o levarão para sua glória, sua luta, sua estrada e caminho sem fim. Caminho de ternura, caminho de amor, onde sua voz possa alcançar a todos.
Completa hoje, dia (21/04/2011), mas um dia de luta, batalha e contemplar, um dia de comemorações, sorrisos e alegrias, um dia especial, o dia do seu aniversário. Felicidades Peterson Magalhães.
(Pedro Giachetta)
Saia de perto de mim, com essa flecha de amor, essa flecha do "sofrimento", essa flecha da sensibilidade. Maldosas pessoas essas que, plantam o amor dentro de outra, e depois a abandonam. Se não quer algo sério, não tem certeza do que sente, não plante o amor dentro de um coração. (Pedro Giachetta)
Pedro GiachettaDevaneios Noturnos
Abrindo os olhos
Eis que naquele dia
O sol nasceu como os outros
Dias de sacrifício
Dias de falta de amor e ternura
No Raiar desse dia
Deus mandou seus raios de luz
Que cortaram toda paisagem
Todo o mar, toda floresta, todo horizonte.
Sinto me apertado onde estou
Às vezes posso ouvir sons estranhos
Que vem acima de minha cabeça
Será esse lugar onde vivo
Dias passo e sinto-me apertado onde vivo
Meus braços estão encostados em meu peito
Minhas pernas cruzadas para cima
Tudo parece estar mudando
Deus quero um lugar maior para viver
O lugar onde prometeu cheio de amor para viver
Senti minha casa onde vivo romper
Socorro Deus esta ficando muito espremido
Ajude-me
E Deus disse a mim:
_Saia meu filho
Vá para o novo ninho tão prometido
Ouvi gemidos altos, mas não entendia esse som.
Depois de tanto tentar sair de do meu ninho onde vivia
Vi uma luz muito forte surgir
Era uma luz branca e forte
Eu não conseguia enxergar muito bem
Senti alguma coisa quente me abraçar
Vi um sorriso lindo dizer:
_Meu filho Pedro nasceu
Não podia entender muito bem tudo
No começo senti-me com muito medo e chorei muito
Mas depois que esses braços quentes me abraçaram
Senti-me seguro
Sentia uma sensação nova
Que vinha do estomago
Não sabia o que era então chorei
Aquelas mãos macias que cuidavam de mim naquele momento
Colocaram minha boca em um lugar
Onde bebi alguma coisa morna
Minha barriga então parou de arder
E senti-me confortável novamente
Não sabia o que era isso
Mas entendia que eu estava seguro
Que essas mãos cuidariam de mim
Que eu não precisava chorar
O tempo foi passando e podia ver varias mãos, olhos e sorrisos.
Mãos que me pegavam levantando-me
Ficava com medo, mas aquele sorriso e olhos sempre estavam por perto.
Queria eu então ser como essas mãos, olhos e sorriso.
Que eram grandes e andavam
Segurei-me naquele lugar onde estava
Forcei meus pés
Para me levantar como as grandes pessoas
Mas cai e minha consoladora veio salvar-me
Passaram-se os anos
E compreendi que vivemos em um em mundo
Lugar onde vivem varias pessoas como nos
Pessoas que nem sempre são bondosas de coração
Onde esta o amor que elas foram dadas por Deus para amar uns aos outros
Parece que essas pessoas esqueceram as palavras de Deus
Mas sempre devemos ter esperança
E por isso estou aqui hoje
Para falar deste amor que Deus tem por nós
Amor esse que devemos sentir uns pelos outros
Amor esse que estou aqui para passar
Para fazer as pessoas sentirem o mesmo que sinto pelo mundo.
Pedro Giachetta
`
Tristeza... Ó Pai olha...
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Ó Pai olha...
Pedro Giachetta
No instante que chegastes acreditei...
No instante que chegastes acreditei!...
Acreditei que serias o sol a brilhar
Serias, a fruta madura do outono,
A flor perfumada na primavera
A brisa suave do verão.
Serias, o cavalheiro errante!...
A me tirar da solidão.
Serias o sorriso!...
Aquele que me faria viver
O encanto das noites de luar...
No instante que chegastes acreditei!...
Acreditei que trarias amor...
Acreditei que serias a verdade,
A realização dos sonhos!...
Aqueles sonhos tão almejados...
A felicidade desconhecida
Que por teu olhar eu veria
Por tuas mãos conheceria...
Viveria com intensidade.
Acreditei que serias meu mundo
Infelizmente
A vida é feita de enganos e desenganos
E meu mundo ruiu...
Nada fostes do que sonhei!...
Fostes à lágrima...
Pedro Giachetta
Platônica
Oh, meu amor,
amaldiçoemos Platão
nós que somos
tão carnais
amamo-nos
apenas na exatidão
de nossos corpos
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Antiepifânica
Na ânsia de querer,
enfim, chegar
Aceleramos o passo
a estrada os carros
os amores os amigos
o frio a noite
Tudo vai passando...
Onde a última parada?
Onde o automóvel
emperrou e trocamos
peças gastas?
Ficamos sós,
na direção de
uma vida pactuada
com o inexorável silêncio
do asfalto e de
placas sinalizadoras
O rádio toca uma música
Antes Chopin Bach Baudelaire:
Ruídos, ruídos
(Márcio e Pedro Giachetta)
Revisitação dos Mortos
Encontro-os como quem por
nunca ter visto a escuridão
e, amando a luz por excelência,
soçobra, restos em luz disperso
Em vossas lápides nem um
epitáfio, preferiste levar tudo
o quanto fosse terreno:
mas, tudo isso para quê,
fertilizar o ventre da terra
ou proveito próprio?
Em vossos rostos concentra-se a
dor de não se poder sentir a lâmina da vida
que ainda penetra vossas entranhas
Eles não me contemplam
apenas deixam no ar a vaga idéia de
que estão ao meu redor,
que estão sem remorso ou compaixão
condenados eternamente
a arrastar correntes:
Solidão.
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Em casa
A porta aberta,
a página aberta,
a vida no risco
de se ir apenas
buscar um modo
de sofrer, ser feliz:
reteso no arco
A minha poesia,
soma e multiplicação
do que vivi,
do que não vivi
e da luz que avança
sobre o tapete da sala
a evidência de ti e de mim
constatando que,
nos interstícios do silêncio,
a verdadeira comunicação
se realiza em nós
a sós.
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Cantiga de Tempo
Nem sempre a lágrima mais triste
é a que se enxuga no lenço
Nem sempre o último desejo
se apaga nas cinzas do cigarro
Nem sempre o instante congela-se
quando tudo ainda é verdadeiro
Nem sempre o porvir é o
amanhã, porque depois pó vem
Nem Sempre é tão Eterno
quando o tempo nos esquece
e passa
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Silva
Um silvo rompe
sombras suaves
Sede de ser somente
quem se é: Sílvia
Sois os sapatos
as roupas o corpo
os cabelos: altiva
sempre como o sol
sobre a linha do horizonte
Sabem os tolos
só aquilo que de ti
é severamente
falso e estúpido
Sílvia canto e
música solenes
absorvidos nos salões
dos palácios
Sobre si mesma
sabes teus sonhos:
gravuras estampadas
nas cortinas do tempo
Sílvia
Sílvia
Sílvia
O Silvo que se ouve
sonoramente e se
prolonga nas notas
de um acorde intensamente
Um silvo
Silviamente.
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Ao Gosto dos Anjos
Restos de algumas minhas vis idéias,
levantai e tomai então o vosso lugar.
Voai sobre o que só uma cefaléia
diria ser verdadeiro e tão ímpar
Aos meus olhos mostrai todos os vermes
que lambem os meus vãos sonhos pueris.
Deixai que eu veja quão me são inermes
os castelos que eu um dia construí.
Nem um céu jamais deu-vos um abrigo
Nem uma mão jamais vos amparou
Nem um muro jamais vos foi contíguo
Deixai os grilhões e as grades desta casa
e o mais longínquo chegai que o vosso vôo
puderdes alcançar com vossas asas.
(Márcio e Pedro Giachetta)
Ao Gosto de Campos
p a l a v r a
l a v r a
l i v r e
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Lira de depois dos vinte anos
éramos a metáfora
copulativa dos seres: o amor
mas a metonímia dos dias
decepou meu corpo e cada
órgão se rebelou contra
o despótico governo
do coração
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Poeticamente
o mínimo do mínimo
escrito em um átomo
quão
cheio de vazio e não
são os apelos da solidão
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Ontologicamente
ser ou não ser:
eis o jargão
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Mimese
a verdade da vida: mentira
o vício de se viver: verdade
e de, então, viver além nos tira,
o Belo, o real, não a realidade
(Márcio e Pedro Giachetta)
Os bons Poemas
Ainda não foram escritos
nem há previsão de
quando os serão. Eventuais
Sugestões e reclamações —
em decorrência da confessa
incompetência do poeta —
entrar em contato com a ABL
A poesia agradece.
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Teresa
a primeira
vez que vi
Tereza
a disse:
há alguém
que te reza
ela sorriu
olhou-me
nos olhos
e disse:
reza-te
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Poética
meu verso vai
e volta
prossegue em
dois
ou em um só
Filosofia da
composição:
never more
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
A brancura do branco
O vale dos sonhos perdidos
fulgura sobre a plácida
lâmina d’água... Não há névoa,
meus amigos, a não ser
a brancura do verso,
da palavra dissecada,
empalhada e posta
qual troféu no instante
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
A primeira
A primeva mulher
o primeiro perdão
O pecado se fez
de Não
Suas flores mutiladas
em o jardim de Adão
Jamais sua beleza
em Vão
Dela o sangue real
sujo outra vez de Não
De sim por pedra exposta
à mão
A primeira mulher
o primevo perdão
O pecado se fez
então
(Márcio e Pedro Giachetta)
Cúmulo do Escravocionismo
(Lei do Ventre Livre)
Negra é levada
ao tronco por
prisão de ventre
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Informe Publicitário
Compre uma
idéia e ganhe um
cérebro de brinde
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Nota Jornalística
Mulheres do operariado
reivindicam, no Congresso
Nacional, criação
de lei do ventre livre
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Parábola
pomo de Adão:
difícil de se engolir
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Patriarcalismo
EU
FA
LO
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Capital
e m p r e s a s
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Da Burguesia
e m p r e s a e s t a t a l
p r i v a d a
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Moradia
M T S T:
H a b i t (u) e – s e
(Márcio Gomes e Pedro Giachetta)
Antiepifânica
Na ânsia de querer,
enfim, chegar
Aceleramos o passo
a estrada os carros
os amores os amigos
o frio a noite
Tudo vai passando...
Onde a última parada?
Onde o automóvel
emperrou e trocamos
peças gastas?
Ficamos sós,
na direção de
uma vida pactuada
com o inexorável silêncio
do asfalto e de
placas sinalizadoras
O rádio toca uma música
Antes Chopin Bach Baudelaire:
Ruídos, ruídos
(Márcio e Pedro Giachetta)
Tristeza... Ó Pai olha...
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Ó Pai olha...
Pedro Giachetta
No instante que chegastes acreditei...
No instante que chegastes acreditei!...
Acreditei que serias o sol a brilhar
Serias, a fruta madura do outono,
A flor perfumada na primavera
A brisa suave do verão.
Serias, o cavalheiro errante!...
A me tirar da solidão.
Serias o sorriso!...
Aquele que me faria viver
O encanto das noites de luar...
No instante que chegastes acreditei!...
Acreditei que trarias amor...
Acreditei que serias a verdade,
A realização dos sonhos!...
Aqueles sonhos tão almejados...
A felicidade desconhecida
Que por teu olhar eu veria
Por tuas mãos conheceria...
Viveria com intensidade.
Acreditei que serias meu mundo
Infelizmente
A vida é feita de enganos e desenganos
E meu mundo ruiu...
Nada fostes do que sonhei!...
Fostes à lágrima...
Pedro Giachetta
Tristeza... Ó Pai olha...
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Porque que ó Pai
O Pai mata meu Deus,
O filho mata no breu,
A mata matada, desmatada,
Pelos filhos do Pai...
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Do Rio de Janeiro ao Salvador, é desgraça e tenso horror
Ó Pai olha,
A lagrima cai do meu Rei
Tristeza e temor
Ó Pai olha,
Ó Pai olha,
Ó Pai olha...
Pedro Giachetta
Luciano Hulk. A matéria sobre o menino sonhador; Renê Silva, me deixou verdadeiramente emocionado. Muitos são os sonhos de quem ama o Jornalismo, sempre tenho ouvido palavras como; "Você não vai conseguir, desista de sonhar, seu sonho é um absurdo", mas, assistindo a reportagem do dia onze de Dezembro de 2010, chorei emocionado, entendi que, devo continuar sonhando e acreditando, porque um dia meu sonho no Jornalismo será real.
Pedro Giachetta é formado em Jornalismo pela Fundação Educacional de Fernandópolis, neto de Enia Petri, primeira escritora da Globo em 1965, filho de Clarice Pereira (trabalhou na secretária de um posto de saúde na mesma cidade), também filho de Marcus Miguel Giachetta,(deficiente auditivo falecido); filho de Enia Petri e Libero Miguel Giachetta falecidos.
Pedro; "Luciano sou humilde e sonhador, assisti sua matéria sobre o jovem "Renê Silva, fiquei emocionado, chorei e posso agora passar por cima de todas as criticas de pessoas que não acreditam que o sonho de cada um pode se tornar real. Escrevi por meio de um computador velho, em cima de um criado mudo, moro em uma pequena casa na periferia de Fernandópolis, sonho em ter uma ilha de edição com câmeras filmadoras, fotográficas e um carro para poder cuidar de minha mãe Clarice Pereira que, se encontra com 65 anos, portadora de traços talacêmicos, está desenganada pelos médicos e como meu Pai não está mais entre nós, só tenho ela como minha família".
William Bonner diz; "Com toda certeza você só terá sucesso naquilo que gosta realmente de fazer e se o Jornalismo é o que quer, então lute, não desista, o que importa é seguir o seu sonho", (nesse momento eu chorei tanto que soluçava, acreditei que, mesmo não tendo apoio nenhum, posso vencer se acreditar).
Pedro, estagiou no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto assessorando atores e atrizes do mundo todo, sendo recompensado por; vontade de viver, sonhar, fazer e existir.
Lançou seu primeiro livro de poesias "Devaneios Noturnos", pela editora; agbook.com.br, participa de vários grupos ativos de poesia do yahoo pelo mundo todo, tendo então, textos espalhados por vários blogs, sites e lugares onde, pessoas admiram seu conteúdo, sua luta e sua trajetória de vida.
Para 2011, lutando com garra e força, Pedro inicia seus projetos de roteiros novelísticos para, realizar seu sonho que é, escrever novelas para a Rede Globo de televisão.
Humildimente vem pedir, para que Luciano Hulk que, siga Pedro Giachetta no twitter e facebook.
Atenciosamente e emocionadamente Pedro Giachetta.
"A felicidade é construída a cada dia, com amigos, familiares e no trabalho. Ninguém é feliz sozinho, a comunicação é essencial para viver"
(Pedro Giachetta)
http://www.facebook.com/pages/Pedro-Giachetta/151473744888829
http://pedrogiachetta.blogspot.com/
http://twitter.com/#!/pedrogiachetta
Novela Ana Clara
CENA 1. CLIP.descendo a discoteca “Alors Danse”.noite.
Imagens da Avenida Paulista, muitas pessoas caminhando, roupas anos 80, pessoas mestiças com vários tons de peles. (Música - Sampa - Caetano Veloso, 1978 - número de figurantes escolhidos pela Direção).
Ana Clara Paz e seus irmãos; Maria Heloísa Paz, Maria Luciana Paz, Maria Analise Paz, Mariana Emanuela Paz, Jurandir Paz, Ruberval Paz, descem do ônibus, caminham sobre a Paulista, em direção a discoteca “Alors Danse”.
A garoa começa cair, todos apressam os passos, depois de alguns minutos chegam ao lugar desejado. Entrando na discoteca todos eles, se dirigem em direção a duas mesas localizadas no meio da pista do lado direito. Animados, sorriem uns aos outros, ansiosos pela noite. (Você leitor está achando que, naquele tempo, todos fossem assexuados? Na verdade queriam sensualizar para as pessoas no salão, com “pose”, para que pensassem que são santos).
Ana Clara Paz - Será que a discoteca está cheia hoje?!
Corta para:
CENA 2.irmãos entusiasmados. discoteca alors danse. exterior. noite.
Imagem da Balada acontecendo. Os irmãos Paz entram na discoteca, lá dentro podem-se ver várias mesas ao redor da pista, as paredes em um tom amarelo claro, casais dançando em ritmo de valsas. As mulheres usando vestidos longos com bolinhas coloridas, os homens de terno, outros com jeans e blusas de couros.
Ana Clara Paz — (Cont) Irmãos Olhem como a discoteca está cheia hoje. Aqui é o melhor lugar da cidade, todas as pessoas de famílias tradicionais vêm na discoteca.
Os Irmãos já sentados em duas mesas, garçom chega para atender vestindo um terno, com ar de elegância pergunta aos mesmos;
Garçom — Como posso ajudá-los?
Maria Heloísa — Você pode me trazer uma cerveja, por favor? Quero começar a noite na discoteca bem animada.
Ana Clara — O que esta fazendo Heloísa? Papai vai nos matar se, souber que você bebeu. Vai estragar nossa noite?
Maria Analise — Deixa de bobagens Ana Clara, vamos aproveitar a noite, podemos conhecer amigos interessantes.
Marcos Paulo Romanitto — Oi moças tudo bem? Sou o Marcos, esses são; Eduardo, Edson, Ronaldo, Catarina, Naiara, Carlos, Ricardo, Rafael, Mariano, Inácio, Bruno e Cleber.
Aguardem a continuação da história, nas próximas cenas ficaremos sabendo como foi à reação dos irmãos Paz... (Continua).
ME ADICIONEM NO FACEBOOK;
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(PEDRO GIACHETTA)
Quando cheguei aqui, na pequena cidade, encontrei a paz, um cantinho tranqüilo, onde, cresci em meio a plantas, flores e alguns animais que corriam pelo quintal.
Subia a rua daquele bairro distante, para ir a escola e, no meio do caminho, passava por uma rua onde escutava um lindo som de piano. No horário de almoço, saindo do colégio, encontrava mamãe no trabalho, esperando chegar a hora de ir para casa.
E foi assim que, fui me moldando, crescendo, vivendo em meio a lágrimas, desencontros familiares e fragmentos de felicidade que, vivendo a cada dia, hoje, procuro um novo rumo.
Pedro Giachetta
Devaneios Noturnos
Abrindo os olhos
Eis que naquele dia
O sol nasceu como os outros
Dias de sacrifício
Dias de falta de amor e ternura
No Raiar desse dia
Deus mandou seus raios de luz
Que cortaram toda paisagem
Todo o mar, toda floresta, todo horizonte.
Sinto me apertado onde estou
Às vezes posso ouvir sons estranhos
Que vem acima de minha cabeça
Será esse lugar onde vivo
Dias passo e sinto-me apertado onde vivo
Meus braços estão encostados em meu peito
Minhas pernas cruzadas para cima
Tudo parece estar mudando
Deus quero um lugar maior para viver
O lugar onde prometeu cheio de amor para viver
Senti minha casa onde vivo romper
Socorro Deus esta ficando muito espremido
Ajude-me
E Deus disse a mim:
_Saia meu filho
Vá para o novo ninho tão prometido
Ouvi gemidos altos, mas não entendia esse som.
Depois de tanto tentar sair de do meu ninho onde vivia
Vi uma luz muito forte surgir
Era uma luz branca e forte
Eu não conseguia enxergar muito bem
Senti alguma coisa quente me abraçar
Vi um sorriso lindo dizer:
_Meu filho Pedro nasceu
Não podia entender muito bem tudo
No começo senti-me com muito medo e chorei muito
Mas depois que esses braços quentes me abraçaram
Senti-me seguro
Sentia uma sensação nova
Que vinha do estomago
Não sabia o que era então chorei
Aquelas mãos macias que cuidavam de mim naquele momento
Colocaram minha boca em um lugar
Onde bebi alguma coisa morna
Minha barriga então parou de arder
E senti-me confortável novamente
Não sabia o que era isso
Mas entendia que eu estava seguro
Que essas mãos cuidariam de mim
Que eu não precisava chorar
O tempo foi passando e podia ver varias mãos, olhos e sorrisos.
Mãos que me pegavam levantando-me
Ficava com medo, mas aquele sorriso e olhos sempre estavam por perto.
Queria eu então ser como essas mãos, olhos e sorriso.
Que eram grandes e andavam
Segurei-me naquele lugar onde estava
Forcei meus pés
Para me levantar como as grandes pessoas
Mas cai e minha consoladora veio salvar-me
Passaram-se os anos
E compreendi que vivemos em um em mundo
Lugar onde vivem varias pessoas como nos
Pessoas que nem sempre são bondosas de coração
Onde esta o amor que elas foram dadas por Deus para amar uns aos outros
Parece que essas pessoas esqueceram as palavras de Deus
Mas sempre devemos ter esperança
E por isso estou aqui hoje
Para falar deste amor que Deus tem por nós
Amor esse que devemos sentir uns pelos outros
Amor esse que estou aqui para passar
Para fazer as pessoas sentirem o mesmo que sinto pelo mundo.
Pedro Giachetta
Homem é todo aquele que, honra seu Pai e Mãe, Deus, amigos, e a cima de tudo a si mesmo.
Homem é aquele que não somente pronúncia a palavra, mas a cumpre.
Homem é aquele que, independentemente da orientação sexual, sabe amar, perdoar e assim, atingir sabedoria.
Homem é saber ser homem. (Pedro Giachetta)
O tempo é o senhor das decisões, dos caminhos e do amor. (Pedro Giachetta)
Pedro GiachettaHypochondriac
It was late at night (do not put dates perpetuates the text), the birds had fallen asleep where I live - lit a cigarette and began a search, as it had no alternative entertainment. Researched photography, by reason of future projects. Who ever saw photographs of books with pictures, forming some squares in the same image? (I'm sure that someday you've seen is not it?) Anyway, back on the idea of text, Andy, is undoubtedly a great inspiration and innovation in mid-1952 (the year of his first sample of photographic art) custom conversationalist not only Americans but also from other countries was intense. Warhol, considered by doctors, hypochondriac, has revolutionized the art both in the music business as said earlier in photography.
Some experts in art and history, Andy, was also "caused" the fame of some of the best musicians of Hollyood mooted; Maycon Jackson, Marilyn Monroe, among others, (without hiring advertising is the best thing is not it?) . You know that shy boy at school? That all said to be different? (Watch) Yeah ethnocentric society ... One day he became Andy Warhol (keep watching). I think it's time - wake up world, pay attention to their potential, play off the fear. Set goals and make them (even at length, what do you think?) Is what you (yes, that discouraged you are reading this), can not, will believe in yourself and wake up. But if you prefer, throw out all your life, speak ill of the teacher, class mate. You'll make much progress (in the sense is that I'm writing sarcastic)
At that moment, remembering last night and writing about it today. I see the sun going down to the point of burning my eyes, (which is not unpleasant?) Back to the text. You know how interesting, witty, intense and exciting to read about a subject and penetrate into it, letting his thoughts focused on the issue. Try reading is a gratuitous act, and in ten years tell me how is your life.
(Thanks to the praise of friends who complimented me with willpower and faith in God, our dreams can be achieved. Love to all.)
(PEDRO Giachetta)
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Hipocondríaco
Era tarde da noite (colocar datas não eterniza o texto), os pássaros já haviam dormido onde eu moro – acendi um cigarro e iniciei uma pesquisa, já que não tinha alternativa de entretenimento. Pesquisei sobre fotografia, por motivo de projeto futuro. Quem nunca viu fotografias de books com várias fotos, formando vários quadrados em uma mesma imagem? (Tenho certeza que em algum dia você já tenha visto não é mesmo?) Bom, voltando na idéia do texto, Andy, é sem dúvida uma grande inspiração e inovação, em meados de 1952 (ano de sua primeira amostra de arte fotográfica), o costume conversador não somente de americanos, mas também, de outros países, era intenso. Warhol, considerado pelos médicos; Hipocondríaco, revoluciona a arte tanto no ramo musical como na dita anteriormente fotografia.
Dizem alguns especialistas, em arte e história que, Andy, foi também “causador” da fama de alguns dos músicos mais bem cogitados de Hollyood; Maycon Jackson, marlyn Monroe, entre outros, (publicidade sem contratação é a melhor coisa não acha?). Sabe aquele menino tímido da escola? Que todos dizem ser diferente dos outros? (prestem atenção) Pois é sociedade etnocêntrica... Um dia ele se tornaria Andy Warhol, (continue prestando atenção). Acho que chegou a hora – acorda mundo, presta atenção no seu potencial, joga o medo fora. Traçar metas e faze-las (mesmo que demoradamente, o que você acha?) é o que você (isso mesmo, você desmotivado que está lendo isso), pode não, vai acreditar em si mesmo e acordar. Mas se preferir, jogue toda sua vida fora, fale mal do professor, mate aula. Você vai progredir muito (é no sentido sarcástico que estou escrevendo)
Nesse momento, relembrando da noite passada e escrevendo sobre esse assunto, hoje. Vejo o sol descendo a ponto de queimar meus olhos, (que desagradável não é?) voltando ao texto. Sabe o quão interessante, sagaz, intenso e excitante é ler sobre um assunto e penetrar dentro dele, deixando seu pensamento focado nesse assunto. Tente, ler é um ato gratuito, e daqui dez anos me diga como está sua vida.
(Agradeço ao elogio dos amigos que me elogiaram, com força de vontade e fé em Deus, nossos sonhos podem ser alcançados. Beijos a todos).
(PEDRO GIACHETTA)
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