Coleção pessoal de paulomaster
Eu cultivo a criança que há em mim!
paulo masterViver por meus desejos e prender-me às fantasias são minhas melhores experiências subjetivas. Em linguagem inconsciente visualizo com clareza o ponto de acesso a real felicidade.
paulo masterNas minhas condições, diante da selva a que vivo, astúcia é sinônimo de sobrevivência!
paulo masterConsidero as palavras como belas damas a executar harmoniosamente movimentos de uma graciosa dança em meu intelecto.
paulo masterO calor do amor aquece a alma e o poder das palavras move o coração.
paulo masterSeu amor tem a magia das marés e o tamanho do infinito, nada nesse mundo é tão grande e tão bonito.
paulo masterO ser humano não é, ele se torna!
paulo masterA beleza de uma mulher, ameaça a liberdade de um homem.
paulo masterLembro-me da tarde cinza, com triste sina trocou matiz anil.
Sinto ainda odor fétido das entranhas do lobo pérfido covil.
Choro as dores ganhas, por rejeitar barganhas do atroz senil.
Dor cortante me pousou com semblante em olhar maléfico vil.
O dinheiro exerce sobre os homens o poder de conspurcar o sentimento de fraternidade.
paulo masterToda ação atribuída em nome do amor terá relevância e poder acima do mal.
paulo masterDevemos tomar a palavra somente quando existir argumentos capazes de superar o silêncio.
paulo masterÉ bom saber que você existe, melhor ainda é viver em teu universo!
paulo masterAurora
Em sápido gozo, o júbilo transe matutino reluta em esvair-se, dominante desde minha alma. A bruma evanescente acaricia suavemente meu corpo, penetrando em meus poros com prazerosa sensação de alívio emocional. Em utopia, o volátil por do sol cria obra fantasiosa sob o tom matiz vermelho e laranja em lirismo erótico e inebriante incitando maliciosa conjunção paradoxal. Ah! Aurora, hemisfério meu, se me toma assim com gana é porque sou teu. Sou matéria, tu és deidade matinal, tu te renovas, és imortal, no entanto, sou de carne, sou mísero carnal. O voyeurismo estreita a ilusão do contato, a visão do subconsciente te faz insinuante e tão bela, o anseio ao toque concebe-me teu corpo em deliciosa concupiscência. O majestoso fenômeno matinal eleva-me às nuvens todos os dias em arrebatamento divino, clichê dos deuses em déjà vu. Dádiva oferecida pela própria natureza concebendo-nos ainda ao limiar do dia a magia da felicidade. Anunciando tua chegada. Aurora, a deusa romana do amanhecer.
Os gênios me inspiram!
paulo masterPor vezes somos tanto, mais do que devemos ser, menos que podemos suportar
paulo masterA natureza ironicamente criou o paradoxo tépido, ora desejamos, ora não conseguimos desvincular
paulo masterA magia da fala concebe o dom da palavra, criando a fonografia num cosmo abundante em beleza, rico em poesia
paulo masterReles Mortais.
“Em nome do prazer, permita-me comprimi-la entre meu corpo e a porta do carro. Compartilharemos um êxtase intenso. Não há uma única fagulha de espaço entre nossos corpos agora ocultos suavemente pela penumbra, incutindo um paraíso aos nossos sentidos”.
O texto acima sugere uma complexidade de ações voltadas ao desejo, como um fluxo de marés, uma troca afetiva em consentimento focando o alcance do prazer.
O ser humano consegue sentir a imortalidade mesmo dentro de um corpo mortal, somos capazes de raciocinar, embelezar os sentidos através do raciocínio acerca de eventos extraordinários. Enfim, podemos ser felizes, criar o paraíso particular, um lugar ideal, na terra em utopia, outrora representada pelo Jardim do Éden.
A magia da fala concebe o som das palavras, a fonografia cria um cosmo abundante em beleza, rico em poesia. Aos protagonistas dessa ciranda deleitosa resta apenas subtrair o máximo do prazer de cada um para o benefício de ambos, certamente um voluptuoso jogo de cartas marcadas que proporcionará um excitante final.
Por vezes somos tanto, mais do que devemos ser, menos que podemos suportar. A natureza foi gentil criando dois tipos diferentes de seres, não gostamos de nos sentir incompletos, solitários, isso gera angústia. O sentimento que alivia a dor da solidão também nos direciona a ela.
“O sangue lateja nas veias, é possível ouvir o forte fibrilar do coração”!
A natureza ironicamente criou o paradoxo tépido, ora desejamos, ora não conseguimos desvincular. Se não formos deuses, somos reles mortais.
A intelectualidade de alguns, assemelha-se a uma latrina puxando descarga abaixo o futuro da humanidade.
Paulo Master